Altura de Luciano Castro e Mahzina
Altura de Luciano Castro e Mahzina
egoísmo
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de lettyeager
⏤ Sukuna... a
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Questionava-me se iria expulsar Getō como fez com Midori ou seria pior.
⏤ Você realmente gosta do meu nome, hein, garota? - Sukuna passa por
Geto, vindo para o meu lado. ⏤ Fiz uma pergunta, Suguru.
⏤ Ryoki me chamou. a
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E a gárgula se quebrou.
⏤ E-Eu... a
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Sorri. Por um breve instante, me senti satisfeita com minha mentira, porém,
meu sorriso não durou nada mais que três segundos. a
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⏤ Ah, está? - seu sorriso irônico, mostrava o quão ele estava "acreditando"
na minha desculpa.
Me repreendi.
⏤ Sim? Sim. a
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Sorri novamente para tentar convencê-lo, o que não ajudou a situação, pois
eu não tinha o costume de sorrir para ele. Apenas o deixei mais desconfiado.
⏤ Não tem. Tem uma cara linda, na verdade. Não acha, Ryoki? - Geto volta
para a convesa, brincando com a situação que já não era das melhores. a
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𝐃𝐞𝐦𝐨𝐧
𝐃𝐞𝐦𝐨𝐧'𝐬 𝐬 𝐈𝐧𝐬𝐢𝐝𝐞 𝐦𝐞fathers,
angel. The two are arranged to be
ser para sempre, e entre brigas tudo
married, forced by their ( …
Marked
isso acaba byem
theum:
Alpha
casamento. Uma
74.4K
join...
7.3K r... 42.7M
1.3M
O quão longe você iria pelo amor?
"You are mine," He
Ou pelo ódio? Quanto tempo um murmured across my skin. He
sentimento pode permanecer inerte
inhaled my scent deeply and kissed
em seu coração? Teria uma chance
the mark he gave me. I shuddered as
desse sentimento voltar.... E se...
he lightly nipped it. "Danny,
Era uma voz masculina e familiar e eu logo a reconheci. Como estava parada
de frente para a porta - com Sukuna ao meu lado e Geto à minha frente -,
pude ver claramente quando um homem alto de cabelos brancos, levemente
bagunçados, adentrou o portão de minha casa e correu em minha direção.
⏤ Satoru! a
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Chamei seu nome como se ele fosse meu salvador. Como se Jesus o tivesse
enviado para mim. a
1
⏤ Não. a
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Olhei Satoru que também parecia indeciso sobre para onde olhar.
"Que aflição."
Abri a boca. Queria dizer algo, mas ao mesmo tempo eu não queria. Eu
deveria apenas me calar e deixar o "submundo" se resolver, mas estava
preocupada.
⏤ Tomara que não. - respondo angustiada. Sinto o homem mais alto se virar
para me encarar.
⏤ Com medo...
Sua boca entreabriu e eu pude ver suas pupilas diminuírem um pouco. Ele
estava sem os óculos e seus olhos com certeza estavam entre os mais
bonitos que já tinha visto.
Cocei a nuca.
⏤ Tem certeza?
Pobre coitado. a
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⏤ Não que eu tenha ciúmes... - brincou, deixando uma risada ligeira no ar.
⏤ Eles eram bem próximos. Sukuna sempre o defendia e Mahito sempre
sabia dizer o que ele sentia. Hoje não é tão diferente.
Franzi as sobrancelhas.
⏤ Ryōmen?
⏤ Sukuna. - diz.
Minha cabeça trabalhou por alguns segundos e logo entendi. Era o nome
dele.
Satoru concordou.
Não tive tempo de tomar uma atitude e me afastar de Satoru, pois passos
que se aproximavam da sala chamaram minha atenção.
Uma conversa mais rápida do que imaginei. Fitei o homem que não parecia
ter nenhum arranhão ou hematoma no rosto. Ele estava estranhamente
normal. Até seu sorriso sarcástico estava bem recolocado em seu rosto.
⏤ Você ainda está vivo, então comigo não será diferente. - Satoru lança um
sorriso travesso para o de cabelos longos, que semicerra os olhos. a
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⏤ O que os dois fazem aqui? - a voz de Sukuna ecoa pela sala novamente.
⏤ Eu vim com ele. - Satoru apontou para Geto, que o encarou sério.
Engoli em seco.
Geto não o respondeu, mas seu olhar estava triturando cada centímetro do
corpo magro, porém, musculoso - ao que imaginei - de Satoru.
"Já sabe?"
⏤ Mas já? - Satoru de repente desfez de seu sorriso e sua postura confiante,
e foi como se tivessem trocado o homem a minha frente por outro. Ele tinha
um olhar desanimado igual ao de uma criança quando é dito a ela que já
estava na hora de se despedir no parque de diversões.
Eu nunca havia sequer pisado em um parque, mas podia sentir sua tristeza.
Pensei em dizer algo, mas não achei que era o momento. Esperei o desfecho
daquela história.
⏤ O que anda planejando com aquela coisa? - Sukuna pergunta assim que
os homens passam pelo portão, usando "coisa" para se referir ao de cabelos
longos.
Sobressaltei.
⏤ Eu odeio voltar atrás com uma decisão. - suspira, saindo pela porta,
respirando o ar gelado da noite.
⏤ E você não precisa voltar atrás. - digo, ficando encolhida atrás dele.
Bufei.
O "monstro" poderia ser outro assunto delicado e que Sukuna com certeza
não iria gostar de falar, porém, eu precisava fazê-lo lembrar do que ele
mesmo havia dito.
E eu dei mais um passo até estar ao seu lado na calçada de minha casa.
Era a verdade e que ele poderia não se importar, mas a mim importava. Eu
não iria aceitar conviver com ele.
Sukuna soltou um suspiro cansado e levou uma de suas mãos aos cabelos.
Coçou o topo da cabeça. Eu esperava por sua resposta enquanto o via se
afastar de mim e dar alguns passos pela calçada. E a quem eu queria
enganar? Aquela conversa não levaria a lugar nenhum.
⏤ Por mais que eu queira tirar esse olhar medroso daí, eu não vou mudar.
Eu não quero sua ajuda, não acho que ela vai adiantar muito e é um pouco
tarde demais pra me ajudar. - quase não pude ouvir o que dizia, falava tão
baixo, imaginei estar dizendo mais para si do que pra mim. ⏤ Eu já passei
por isso antes.
Poupei-me de demonstrar alguma surpresa. Era mais que óbvio que ele já
sabia.
⏤ Você tem todo direito de querer fugir. Eu tento ser racional e te entender,
mas eu não quero. - continua.
Ele diz e continua dizendo. Sua voz se aproxima. Ela está adentrando por
meus ouvidos, está cantarolando em minha cabeça e está sendo atada em
meu pescoço. Suas palavras eram a corda que me amarrava a ele.
⏤ É isso. - completou. a
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Sua mão era suave, macia, mas me cortava, furava minha pele. Não na
realidade, mas era como me sentia.
Ele não iria me matar? Ora, pelo contrário, ele já estava fazendo isso desde o
primeiro momento em que nos cruzamos. Ele me matava quando não me
deixava pensar. Me matava quando não saía de minha cabeça, quando não
era previsível, quando era indeciso e quando agia como um psicótico e
quando dizia coisas impossíveis. a
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Ele estava obcecado por mim? O que eu tinha de tão interessante? O que eu
havia feito para fazê-lo assim quando, desde o início, eu só estava agindo
como uma ingênua garota sem senso de segurança?
Por quê?
O que eu fiz?
Sukuna não soltou meu rosto. Sua expressão era de alguém que não iria
surtar. Era de alguém que não era ele.
Não tive tempo para responder minha própria pergunta. Sukuna tornou a
falar.
⏤ Mas se não me quer, o que você quer então? Vale a pena? - perguntou-me.
Queria respondê-lo. Ele continuou. ⏤ Eu não consigo enxergar uma outra
vida agora.
⏤ É egoísmo. - digo.
Estava de costas para a rua, e senti suas mãos quentes tocarem meus braços.
O que ele estava falando? Escolhê-lo, como se ele estivesse me dando muitas
opções. Talvez estivesse. Eu não sabia o que dizer. Não queria voltar a viver
aqueles dias outra vez. a
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Sinto Sukuna virar-me para si, e eu manti meu olhar baixo. Precisava pensar,
precisava que ele me desse tempo, precisava que ele fosse embora e não
voltasse mais.
Sua mão tocou meu rosto e eu lutei contra minha vontade de pedir para que
ele parasse de me pressionar.
⏤ Me aceite. - ele pede. Eu nego, mas não deixo que ele perceba que negava
apenas em minha mente. ⏤ Sei que não vai ser difícil pra você. - ele diz e eu
finalmente o olho, mas não para lhe dar minha resposta.
Ele sorriu. Seu sorriso não era falso, mas não era verdadeiro. Seu sorriso não
era sarcástico ou irônico, mas não era verdadeiro. Seu sorriso não era triste,
não era arrependido, não era nada.
Ele me beijou. a
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mahzina
a
Há 2 mes Responder
mahzina
e eu não acredito.
Há 2 mes Responder
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