PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE
RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE
2024
Nome empresarial:
CNPJ
ENDEREÇO:
BAIRRO:
CIDADE:
UF:
FONE:
RAMO DE ATIVIDADE: SERVIÇOS MÉDICOS
SUMÁRIO
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇO DE SAÚDE
1. OBJETIVOS ................................................................................................................4
2. CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE (RDC Nº 222,
DE 28 DE MARÇO DE
2018) .....................................................................................................4
3. GERAÇÃO DE
RESÍDUOS ........................................................................................6
4. IDENTIFICAÇÃO E
SEGREGAÇÃO ........................................................................6
5. SEGREGAÇÃO E
ACONDICIONAMENTO .............................................................6
6. EMBALAGEM ............................................................................................................7
7. ARMAZENAMENTO TEMPORÁRIO ..................................................................... 7
8. DESCARTE
FINAL .....................................................................................................7
9. DISPOSIÇÃO
FINAL ..................................................................................................7
1. OBJETIVOS
De acordo com a resolução RDC Nº 222, de 28 de março de 2018, o gerenciamento
dos resíduos de serviços de saúde é definido conjunto de procedimentos de gestão, planejados e
implementados a partir de bases científicas, técnicas, normativas e legais, com o objetivo de
minimizar a geração de resíduos e proporcionar um encaminhamento seguro, de forma eficiente,
visando à proteção dos trabalhadores e a preservação da saúde pública, dos recursos naturais e do
meio ambiente. E Plano de Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) trata-se
documento que aponta e descreve todas as ações relativas ao gerenciamento dos resíduos de
serviços de saúde, observadas suas características e riscos, contemplando os aspectos referentes à
geração, identificação, segregação, acondicionamento, coleta, armazenamento, transporte,
destinação e disposição final ambientalmente adequada, bem como as ações de proteção à saúde
pública do trabalhador e do meio ambiente.
Disposição final ambientalmente adequada, bem como as ações de proteção à saúde
pública ainda de acordo com a RDC N° 222, de 28 março de 2018: Art. 4º O gerenciamento dos
RSS deve abranger todas as etapas de planejamento dos recursos físicos, dos recursos materiais e
da capacitação dos recursos humanos envolvidos. Art. 5º Todo serviço gerador deve dispor de um
Plano de Gerenciamento de RSS (PGRSS), observando as regulamentações federais, estaduais,
municipais ou do Distrito Federal. Liça, do trabalhador e do meio ambiente.
Portanto, o presente Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos – PGRS, é
baseado na Legislação vigente, que estabelece os princípios básicos da minimização da geração de
resíduos, identificando e descrevendo as ações relativas ao seu manejo adequado, levando em
consideração os aspectos referentes a todas as etapas, compreendidas pela geração, segregação,
acondicionamento, identificação, coleta, transporte interno, armazenamento temporário,
tratamento interno, armazenamento externo, coleta e transporte externo, tratamento externo e
disposição final devidamente licenciado pelo órgão ambiental competente.
2. CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE
SAÚDE (RDC Nº 222, DE 28 DE MARÇO DE 2018)
Em observação ao disposto na RDC Nº 222, de 28 de março de 2018, os resíduos
gerados podem ser classificados nas seguintes categorias:
Grupo A: resíduos com a possível presença de agentes biológicos que, por suas
características, podem apresentar risco de infecção.
Grupo B: resíduos contendo produtos químicos que podem apresentar risco à saúde
pública ou ao meio ambiente, dependendo de suas características de inflamabilidade,
corrosividade, reatividade e toxicidade. Por essa categoria é utilizado no estabelecimento produtos
saneante para limpeza e desinfecção de ambientes, que não geram resíduos para descarte.
Grupo D: resíduos que não apresentam risco biológico, químico ou radiológico à
saúde ou ao meio ambiente, podendo ser equiparados aos resíduos domiciliares. Por essa categoria
é produzido no estabelecimento resíduo de: Papéis, plásticos, sobras de alimentos, resíduos
provenientes de áreas administrativas.
Grupo E: resíduos perfuro cortantes ou escarificastes.
Os resíduos gerados poderão ser identificados facilmente de acordo com os símbolos
classificados no ANEXO II da RDC Nº 222, de 28 de março de 2018 da Agência Nacional de
Vigilância Sanitária – ANVISA.
Tabela I.
GRUPO IDENTIFICAÇÃO
Grupo A – Resíduo infectante
Grupo B - Resíduo químico
Grupo D – Resíduo comum
Grupo E – Resíduo perfuro cortante OU
3. GERAÇÃO DE RESÍDUOS
Nos locais indicados como Recepção e Consultórios são gerados resíduos com e sem
potencial infectante, tais como:
a) Não infectantes: Papéis, plásticos e embalagens.
Os resíduos não infectantes que compõe o Grupo B e D são dispensados em lixeira
comum.
O gerenciamento dos resíduos deve respeitar as seguintes etapas:
4. IDENTIFICAÇÃO E SEGREGAÇÃO;
No ato da geração do resíduo deve ser verificado qual tipo de resíduo se trata, em
conformidade com a classificação disposta na Tabela I e no tópico anterior, para posteriormente
realizar a segregação dos resíduos deverão ser identificados e segregados da seguinte forma:
5. SEGREGAÇÃO E ACONDICIONAMENTO:
a) Grupo B: Levando em consideração que os produtos deste grupo que são
utilizados no estabelecimento não ofertam riscos ao meio ambiente ou à
sociedade, utiliza-se recipiente com tampa acionamento com pedal,
identificado com a simbologia de resíduo comum.
b) Grupo D: Recipiente com tampa acionamento com pedal, identificado com a
simbologia de resíduo comum.
6. EMBALAGEM:
a) Grupo B: Embalagem original e/ou Embalagem específica.
b) Grupo D: Saco plástico preto constituído de material resistente à ruptura,
vazamento e impermeável.
7. ARMAZENAMENTO TEMPORÁRIO
Os resíduos gerados no grupo B e D são recolhidos e encaminhados para abrigo
externo, sempre no fim de cada período ou quando os recipientes estiverem preenchidos com 2/3
da capacidade total.
8. DESCARTE FINAL
Os resíduos gerados no grupo B e D, em observando que não há risco infectante, são
recolhidos com a frequência diária e armazenado tambor de lixo externo, sendo recolhido pela
equipe de limpeza, transportado externamente 3x na semana e recolhido pelo serviço de coleta de
lixo da prefeitura de Porto Nacional.
9. DISPOSIÇÃO FINAL
Através deste, centrado na legislação vigente e nas práticas do cotidiano, nos
preocupamos com a saúde pública e o meio ambiente, de forma abrangente, com o objetivo de
padronizar os procedimentos internos e externos, ou seja, desde a geração até a disposição final de
todos os resíduos.
Elaboração Revisão Data Assinatura do responsável