Extensão Rural: É um processo cooperativo, baseado em princípios educacionais, que tem
por finalidade levar, diretamente, aos adultos e jovens do meio rural, ensinamentos sobre a
agricultura, pecuária e economia doméstica, visando modificar hábitos e atitudes da família,
nos aspectos técnico, econômico e social, possibilitando-lhe maior produção e melhorar a
produtividade, elevando-lhe a renda e melhorando seu nível de vida. Portanto, antes de tudo, a
extensão rural é um processo educacional que visa transferir conhecimentos ou tecnologia
para as famílias rurais. Também é visto como uma educação não formal, no meio rural,
promovendo processos de gestão, beneficiamento e comercialização (formal: currículo
escolar, escolas e universidades | Não formal: formas diferentes de aprender em dias de
campo, reuniões e outras atividades que possa envolver os agricultores e extensionistas). O
extensionista rural é o profissional que desenvolve trabalho de assistência técnica rural,
promovendo desenvolvimento rural. Profissional não regulamentado que pode ser exercida por
profissionais de diversas áreas como: Agrônomo, zootec, veterinário, eng. Florestal, tec.
Agropec, profissionais do serviço social, biólogos, outros.
Objetivo: Melhorar a renda e a qualidade de vida das famílias rurais, por meio de
aperfeiçoamentos dos sistemas de produção, mecanismos de acesso e recursos, serviços de
renda e de forma sustentável.
Objetivo específicos: São 8 -> Transferência de conhecimento: fornece informações e
conhecimentos atualizadas sobre práticas agropecuárias, tecnologias e gestão rural aos
produtores. Melhoria da produtividade: contribuir para o aumento da produtividade por meio
de técnicas e inovações. Desenvolvimento sustentável: considerando aspectos econômicos,
sociais e ambientais. Capacitação: capacitar os produtores para tomadas de decisões
relacionados a suas áreas de atuação. Acesso a recursos: créditos, insumos, tecnologias e
mercados. Redução da pobreza rural: melhoria das condições de vida nas áreas rurais e
ajudando a reduzir a pobreza e melhorar a condição de vida. Promoção da inovação: Praticas
inovadoras e tecnológicas que possam aprimorar a eficiência e sustentabilidade. Fortalecer a
comunidade: Grupos e associações, cooperação entre os agricultores.
• Universidade gera conhecimentos | Extensionista transfere conhecimentos |
Agricultores adquirem conhecimentos.
O extensionista além de conhecimentos técnicos precisa possuir conhecimentos em gestão,
organização social, construção de mercados, meio ambiente, cooperativismo, crédito, etc.
Melhorar condições ambientais buscando práticas que não agridam o meio ambiente com uso
racional dos recursos, relacionado também aos mercados que promovem feiras livres,
certificação de produtos, canais de comercialização.
DESENVOLVIMENTO RURAL: Promover o crescimento econômico nas áreas rurais, criação
de novos produtos e serviços associados a novos mercados, reduzindo custos a partir de
novas tecnologias, tentando reconstruir a agropecuária em termos regionais e economia como
um todo. Focado nas questões especificas como agricultura, pecuária, conservação ambiental,
infraestrutura rural, educação e saúde. Valorizando economias de pequena escala e regionais
e não visando somente para exportações.
O extensionista deve estar aberto a pensar, propor, junto com os agricultores, achando
alternativas produtivas que reduzam custos e com aproveitamento dos recursos locais e
regionais com novas opções.
O público é tanto pequeno como grandes, com vários segmentos de serviços e assistência
técnica oferecidos a produtores de diferentes tamanhos e tipos de produção.
PAGAMENTOS: Varia em termos de gratuidade, sendo em alguns casos gratuito através do
governo ou organizações sem fins lucrativos, especialmente para pequenos produtores. Em
consultorias mais avançadas pode haver custos pelo atendimento mais personalizados ou
específicos, isso já é voltado para grandes produtores.
Carências dos produtores
Produtores mais capitalizados procuram informações de agentes privados (consultores,
revendas de insumos, maquinas e equipamentos ou técnicos de empresas). A carência está
nos grupos de médio a pequeno produtor. A utilização de tecnologias é limitada pelos fatores
de acesso capital e a tecnologia, entre outros.
FATORES: Pequenos produtores vendem por preços bem baixos que a grande produção, e
acabam comprando insumos a preços elevados. Isso está associado a compra de pequenos
volumes ou venda que elevam o custo de transporte e dificuldade dos produtores de gerar
volumes necessários para negociar no mercado.
Individualismo, desconfiança e falta de associação de produtores (cooperar depende de
outros, para atingir os próprios objetivos, correndo risco de ser enganado ou aproveitado).
Oferta do serviço (grande quantidade de produtores que requer atenção como com a
disponibilidade limitada de recursos para contratações/ou serviços gratuitos). Tecnologia:
escassa adoção de tecnologia por parte dos produtores, adotando como uma resistência ao
novo. Nível de instrução: capacidade para adquirir e/ou compreender certos conhecimentos
técnicos. Emigração e pouco interesse dos jovens na agropecuária: Baixa rentabilidade faz
com que jovens migrem para cidade em busca de melhores oportunidades, trata-se do
problema de sucessão familiar, problema de grande importância para o contexto brasileiro.
Falta de olhar empresarial dos produtores: Não veem sua propriedade como empresa,
ocasionando problemas de gerenciamento.
RECURSOS: O segmento produtivo não consegue renda suficiente para manter processo de
inovação gradativo, crescer e ganhar escala.
Ação extensionistas: Capacidade de desenvolver processos contínuos com produtores, com
intuito de mudar a realidade nos aspectos produtivos, sociais, ambientais e econômicos,
necessário um planejamento com conteúdo, objetivo e meios para que o processo se
estabeleça. Não existe superior ao outro, mas encontro de informações, para então, partir para
um diálogo e tomar decisões em conjunto, sobre o tipo de mudança necessária. Pessoas que
possuem saberes diferentes.
Extensão rural construtiva: Busca de conhecimento em conjunto, orientado por acao de
ensino/aprendizagem, com base em conhecimentos técnicos gerando um terceiro
conhecimento. (conhecimento agricultor+ conh. Extensionista = 3° conhecimento ->
transformação da realidade = processo educativo, ambos aprendem). Nesse formato o
processo não se rompe na ausência do extensionista, pois, se torna continua e alimentada ao
longo do processo.
Pontos que fidelizam extensionista e produtor: Família, cultura, valores, capital, novos sistemas
de produção, interação de conhecimentos, percepção de realidade, conhecimento
extensionista com observação e interação, mudança, ecossistema.
Comunicação
1)Não convidar as famílias para atividades/ projetos em horários que estão trabalhando.
2) Ao realizar atividade formativa que envolva material audiovisual, certificar-se que a
linguagem, tamanho da letra e organização facilitem o trabalho e que o produtor
entenda.
3) Marcas dia de campo, reuniões que comece muitos cedo ou termine muito tarde
espanta os agricultores.
4) os encontros coletivos devem ser escolhidos de acordo com o turno que o agricultor
ache melhor, mesmo sendo a noite. Max. 3 hr par anão ser cansativo, com discursos
breves.
5) Agendar com antecedência as atividades, mas nunca com muita antecedência,
6) linguagem do cotidiano para que todos entendam.
7) Nunca subestime o conhecimento dos agricultores, sempre sabem mais do q deixam
transparecer.
8) Postura é essencial para construir relação de confiança (pontualidade, preparar
apresentação com antecendecia, chegar antes da hora).
9) Cuidar com convites, trabalhos e orientações sem considerar a questão gênero e a
jovem rural, inclua a família toda.
Atribuições técnicas do Med. VET: Produção de alimentos, inspeção de alimentos de origem
animal, melhoramento genético, prevenção de doenças, manejo, nutrição animal, combate a
zoonoses.
Políticas públicas são conjuntos de programas, ações e atividades desenvolvidas pelo estado
diretamente ou indiretamente, com a participação de órgãos privados ou públicos, geralmente
com o propósito de estabelecer ações e recursos para o desenvolvimento rural. OBJETIVO:
Potencializar algum setor em especifico e oferecer políticas com juros, prazos e pgto.
Principais politicas públicas de natureza federal: Programa nacional de fortalecimento da
agricultura familiar (PRONAF), programa nacional de alimentação escolar (PNAE), programa
de aquisição de alimentos da agricultura familiar (PAA), programa nacional de créditos
fundiários (PNCF).
O que é PRONAF: Programa de credito, que permite os agricultores ter acesso a recursos
financeiros. Financiamento de forma individual ou coletiva, com juros baixos. Com objetivo de
facilitar a execução das atividades agropecuárias, ajudando na compra de equipamentos e
insumos, aumentando a renda e melhoria da qualidade de vida no campo. As linhas de crédito
são: custeio, investimento, microcrédito rural, agroecologia, agroindústria, eco, mulher, jovem.
PNAE: Compra ao menos de 30% dos alimentos provenientes da agricultura familiar para
serem servidos em escolas públicas.
PAA: Atendimento a pessoas com vulnerabilidade alimentar e nutricional (instituições sociais,
abrigos), permitindo a compra de pequenos agricultores com dispensa de licitação.
PNCF: Financia aquisição de imóveis rurais e investimentos em infraestruturas básicas e
projetos comunitários.
Políticas publicas da agricultura familiar podem ser encontrados no: MDA (ministério do
desenvolvimento agrário) e MAPA.
Crédito rural SNCR – LEI institucional 4829/1965 | LEI que resguarda o direito e normas
4.595/1964: Financiamento que auxilia produtores rurais, associações e cooperativas, expandir
operações, fazer investimentos ou custear produção e comercialização dos itens
agropecuários. Bancos e cooperativas de crédito. Objetivo é fortalecer o segmento
agropecuário, com implantação de métodos no sistema de produção, elevando a produtividade,
melhoria do padrão de vida e uso adequado de recursos naturais.
MODALIDADES: Custeio -> cobrir despesas do plantio ate colheita, exploração pecuária,
compra de insumos. Investimento -> bancar benfeitorias na propriedade, reformas,
construções, obras, compra de equipamentos e afins. Industrialização -> industrializar os
produtos agrícolas. Comercialização -> Viabiliza despesas com a venda de produtos,
adiantamento de valores ao produtor (duplicata rural).
Plano Safra: governo destina verbas de crédito rural para pequenos/médio e grande
produtores como incentivo a produção agrícola. No ano de 2023/2024 foi disponibilizado o valor
de 340,88 bilhões nas diversas modalidades de credito rural, representando um aumento de
36%.
PROGRAMAS:
• Pronaf: custeio e investimento
• Pronamp: apoio ao médio produtor rural, contratação de operações de custeio agrícola
ou pecuário e investimento.
• Funcafé: Custeio do ciclo produtivo e estocagem do café
• Moderfrota: compra de equipamentos, tratores, colheitadeiras, etc.
• Moderagro: financiamento a projetos de extensão, recuperação do solo e defesa
animal.
• Inovagro: financia inovações tecnológicas nas propriedades rurais para aumentar a
produtividade e melhorar a gestão.
• Proirriga: estrutura para produção em ambientes de cultivo protegido.
• Programa ABC: apoia investimentos para aumentar a produção agropecuária em bases
sustentáveis.
• Prodecoop: empreendimentos que modernizam os sistemas produtivos e de
comercialização de cooperativas e centrais de produção.
• Procap agro giro: dispo. Capital de giro para atender as necessidades operacionais das
cooperativas.
Fontes de recursos: pode ser fonte privada, onde, o governo atua como regulador. EX: credito
agroindustrial, financiamento para exportação, linhas de crédito específicas, programas de
inovação e tecnologia.
Taxa de juros: porcentagens menores e dependendo do credito escolhido podem ser reduzidos
mais ainda, podendo haver isenção ou redução de algumas tarifas ou serviço. (0,5 a 10,5%
ano).
Prazos: Pode variar conforme pedido, normalmente 1 e 2 anos, financiamentos com maior
prazo de 10 a 12 anos.
Garantias: acordado com a instituição financeira e previamente com o financiador como,
penhor agrícola (parte produção, imóveis, maquinas, equipamentos, terra). Alienação
fiduciária (transf. Bem para o nome do credor ate pgto). Hipoteca: imóvel é dado como
garantia. Aval: 3° pessoa se compromete com pgto.
Métodos de extensão rural
Conhecer, selecionar e planejar.
Classificados em: individuais, grupais, massais.
Individuais: atinge famílias e produtores isoladamente em cada ação, deve ser bem planejado e
com moderação, pois na maioria das vezes o custo é alto, já que alcança 1 família de cada X.
Aprofunda a condição real do produtor individualmente.
a) Contato: convites e comunicados.
b) Visita: sempre que houver necessidade, focado na propriedade, podendo ser
informativa, [Link] implantar novos métodos, aperfeiçoamento já existente,
demonstração de prática. Objetivo: participação das famílias, conhecer a realidade,
introduzir, acompanhar, reforçar ou melhorar atividades, ambientais e sociais.
Vantagem: acompanhar novas técnicas, praticas ou processos implantados,
assistência técnica, reforça laços família rural e extensionista. Limitação: Custo
elevado.
c) Entrevista: escritório ou a campo, objetivos, identificar problemas e encontrar soluções,
avaliar trabalhos desenvolvidos.
PLANEJANDO A VISITA
Avaliar necessidade da visita, definir objetivo, elaborar roteiro, planejar visita
organizando informações a serem trabalhadas, materiais e equipamentos se necessário,
prever duração, avisar data e hora.
REALIZAÇÃO DA VISITA
Realizar interessando-se pelo que a pessoa estiver realizando no momento, levando aos
poucos o objetivo da visita. Ouvir e observar para conhecer os reais problemas e poder
organizar a ação. SER CORTÊS, SIMPLES, OBJETIVO E EFICIENTE. Gastar tempo
necessário, sem atropelar ou demorar. Encerrar convidando para grupos da comunidade,
entregar material impresso ou recomendações sobre assunto abordado.
ENTREVISTA
Vantagens entrevista: conhecer realidade rural, após informações. Seleção do público e
comunidade. Informações precisas sobre o sistema de produção. Diagnosticar pontos que
pecam no desenvolvimento. Elaborar projetos de acordo com a realidade.
Limitações Entr.: Método individual o custo passa a ser alto. Preparo adequado e
confiabilidade. Exige sinceridade nas respostas do entrevistado. Boa aplicação e analise dos
dados levantados. Resultado demorado.
Planejamento: estudar roteiro, numero de pessoas que serão entrevistadas, escolher melhor
época, envolver e treinar colaboradores.
Realização: objetivos da entrevista devem ser divulgado com antecedência. Confidencialidade,
iniciar com perguntas simples. Dominar as perguntas, sem induzir a resposta, ser simples e
não abreviar palavras. Esgotar um assunto antes de passar pra outro. Controlar tempo, falar
somente necessário.
Métodos grupais: Atingir um público alvo.
• Reunião: realizado com um grupo com interesse e objetivos em comum. Encaminhar
ações, solucionar problemas, discutir o planejamento da ação, trocar ideias e
conhecimentos.
• Planejamento: definir objetivos, selecionar público, pauta, selecionar o tipo de reunião
que mais se adapta. Estabelecer data, local e horário. Local de fácil acesso, materiais
didáticos, mesa, cadeira.
• Realização: chegar antes do horário, iniciar reunião no horário marcado, explicações
sem discursos, permitir perguntas, final fazer resumos e passar informes para a
comunidade de ações que estão sendo realizadas.
DIA DE CAMPO
OBEJETIVO: 1) divulgar resultado de práticas, implementos em um sistema de produção
semelhante aos demais produtores da região. 2) informar como a ação foi aplicada e
capacitar. 3) despertar a atenção e o interesse do produtor pelas praticas adotadas. 4)
intensificar, ampliar e fortalecer o relacionamento entre o extensionista e produtor. 5)
promover relacionamento de aproximação através de demonstrações.
Realizar o dia de campo em propriedades que já vem sendo alvo da ação extensionista.
A implantação de parcelas demonstrativas não é representativa da realidade de uma
propriedade. NÃO É LEGAL FAZER.
Etapas dia a dia de campo: 1) Divisão em equipes: dividir equipe para que cada um fique
responsável por uma etapa. 2) divulgação: igual já escrito e tv, jornais, redes sociais, e-
mails e afins. 3) organização das estações: Informação técnica resumida e de forma clara e
entendível, material escrito, tempo de modo geral 15 a 20 min por estação. 4) Roteiro:
grupo dividido pelo numero de estações e todas iniciam juntas é o ideal. Alimentação que
pode ser por conta do participante ou do patrocinador, água a vontade em todas estações.
Imprevistos: Ter materiais de prevenção, tesoura, martelo, prego, grampeador, faca,
canetas e afins.
Quem deve estar no dia de campo: Produtores, técnicos, autoridades, coordenador ou
equipe coordenadora, guias, responsáveis pela inscrição e entrega de material, equipe de
apoio.
Condução dia de campo: 1) chegada participantes 2) inscrição 3) crachá 4) grupos de no
max. 30 participantes 5) divisão por num. Bonés de cores diferentes, crachás, fitas, etc 6)
palestra inicial 7) condução para estações 8) ultima estação e despedida.
A avaliação é a principal forma de refletir sobre o método e sempre é um espaço rico
de sugestões e novas ideias para outras atividades relacionadas ao dia de campo e à
ação extensionista
MÉTODOS MASSAIS
Atinge grande numero de produtores e atingem também pessoas que não são foco, como
pop. Urbana.
1) Publicação educativa: materiais impressos para disseminar informações, utilizados
como meio adicional.
2) Folheto: abrange diversos tópicos sobre o assunto abordado, valor didático e
informativo.
3) Folha solta: publicação de uma so folha, sem capa, assunto especifico.
4) Folder: impresso, dobrado 1 ou mais X. dobras permite separação de assuntos.
5) Volante: folha pequena para dar informações concisas ou difundir campanhas e acoes
de grande alcance.
6) Informe técnico: publicações irregulares com informações e recomendações de
interesse técnico elaborado por pesquisas e extensão.
7) Programas de radio: porem algumas limitações pq não permite interrupção, ouvinte não
pode fazer perguntas sobre o que não entendeu, locutor dispõe apenas de seus
recursos vocais para transmitir a msg, não é possível avaliar de imediato a reação dos
ouvintes, se esta agradando ou não. O texto deve ser linguagem cotidiana, natural.
Dividir esse texto a ser lido com marcação de virgulas e pontos para facilitar a
respiração e sublinhar palavras que merece atenção. Escrever dentro das regras de
português. O ideal é uma voz masculina e uma feminina para estabelecer um contraste
e atenção do ouvinte. Evitar improvisos, para não confundir o ouvinte.
Estrutura radio: montada de acordo com a duração, atinja os interesses do publico alvo,
informações intercaladas com fundo musical e noticias de utilidade publica, dependendo do
tempo diversificar informações, valorizar particpacão de agricultores, da mulher e jovem
rural através de depoimentos ou participação em entrevistas.