SISTEMAS DIGITAIS - CCT0726
SISTEMAS DIGITAIS (27/11/2019)
Perfil Docente
Requisitos Mínimos:
- Graduação em Ciência da Computação, Informática, Engenharias ou áreas afins;
- Pós Graduação Lato Sensu;
- Currículo atualizado na Plataforma Lattes.
Requisitos Desejáveis:
- Pós GraduaçãoStricto Sensu (Mestrado e/ou Doutorado) na área.
- Experiência de três anos em docência de nível superior na disciplina.
- Experiência profissional de 5 anosno mercado de trabalhoem Tecnologias da
Informação e Comunicação.
Habilidades e Atitudes:
As habilidades e atitudes esperadas do docente nesta disciplina devem ser diferenciadas,
não desconsiderando os saberes previamente adquiridos ou as habilidades dos alunos e
dos docentes que possam ser utilizadas em situações inovadoras.
Contextualização
As áreas de TI e Comunicação trazem, a todo o momento, modificações, inovações,
adequações, enfim, apresentam-se de forma cada vez mais interessantes para o usuário e
desafiadoras para o profissional que as constrói. Assim, preparar equipes capazes de
conceber, planejar e desenvolver soluções que funcionarão nas futuras gerações das áreas
de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) apresenta-se como demanda urgente
aos Cursos da área de TI e um desafio às práticas pedagógicas do professor para o ensino
da computação.
Circuitos digitais são definidos como circuitos eletrônicos que empregam a utilização de
sinais elétricos em apenas dois níveis de corrente (ou tensão) para definir a representação
de valores binários.
A importância do estudo dos circuitos lógicos como base para o estudo dos sistemas
digitais é de grande relevância, uma vez que são a base dos circuitos encontrados nos
computadores atuais e em uma enorme quantidade de dispositivos e instrumentos usados
em todas as áreas.
Diversos componentes eletrônicos utilizados em computadores, telefone celular, leitores
de DVD ou Blu-ray, video-games, smartphones e Tablets são alguns exemplos de
aparelhos que baseiam a totalidade, ou parte, do seu funcionamento em sistemas digitais.
Por essa razão, preparamos o caminho da aprendizagem por meio de um conjunto de
aulas que priorizarão a didática focada na motivação, nas práticas lúdicas, nos exercícios
de fixação e no material impresso de apoio ao conteúdo de sala de aula. Tais cuidados
foram tomados para que todos os alunos tenham condições de superar suas dificuldade e
concluir, com sucesso, a disciplina de Sistemas Digitais.
Ementa
Algebra de Boole. Funções Booleanas. Portas lógicas e representação de circuitos.
Circuitos Combinacionais. Dispositivos Lógicos Programáveis. Circuitos sequenciais:
flip - flops, registradores e contadores.
Objetivos Gerais
. Compreender e aplicar os axiomas e teoremas da álgebra booleana e o mapa de
Karnaugh na simplificação de funções lógicas.
Objetivos Específicos
· Caracterizar os circuitos lógicos e suas funções;
· Caracterizar a utilização de alguns circuitos digitais com funções específicas;
· Desenvolver projetos com circuitos lógicos combinacionais ou sequencias de forma
otimizada;
Conteúdos
UNIDADE 1- FUNÇÕES LÓGICAS - PORTAS LÓGICAS
.Função AND e porta AND, Função OR e porta OR, Função NOT e porta
inversora.
.Combinações de portas lógicas - circuitos lógicos.
.Função NAND e porta NAND.
.Função NOR e porta NOR.
.Função OU-Exclusivo e porta XNOR.
.Função coincidência.
UNIDADE 2- ÁLGEBRA BOOLEANA
.Teoremas da álgebra booleana.
.Simplificação de circuitos através da álgebra booleana.
.Mapas de karnaugh.
.Simplificação de circuitos através de mapas de karnaugh.
UNIDADE 3- CIRCUITOS COMBINACIONAIS
.Projetos de circuitos combinacionais .
.Projetos de circuitos combinacionais com 2, 3 e 4 variáveis.
.Aplicações.
UNIDADE 4- CIRCUITOS COMBINACIONAIS DEDICADOS
.Códigos.
.Codificadores e Decodificadores.
.Multiplex.
.Demultiplex e Circuitos aritméticos.
UNIDADE 5- CIRCUITOS SEQUENCIAIS
.Latches e Flip Flops.
.Registradores de Deslocamento.
.Contadores Assíncronos e Síncronos.
Procedimentos de Ensino
Esta é uma disciplina híbrida. Então, o professor deverá implementar articulação entre a
aprendizagem fora da sala de aula e na sala de aula presencial através dos roteiros de
estudos disponibilizados, bem como por meio da própria mediação do professor na sala
de aula presencial.
Para implementar o hibridismo optou-se principalmente pela metodologia da Sala de
Aula Invertida (Flipped Classroom).
Assim, para cada aula com roteiro de estudo, o aluno deve ser instruído a estudar o
conteúdo indicado antes da sala de aula. Com isso, o professor, em sala de aula, terá mais
tempo para exercitar exemplos e cenários, bem como discutir questões mais
aprofundadas, conforme roteiro de estudo, à medida que o conteúdo básico já foi
estudado pelo aluno. O professor deve aproveitar ao máximo os laboratórios para
enriquecer a didática.
Ao final da aula, o professor novamente instruirá o aluno a consultar o roteiro de estudo
para realizar atividades após sala de aula. Nesta disciplina, as atividades após a sala de
aula possuem a função de rever o que foi aprendido antes e durante a aula. O professor
deve ficar à vontade para, além das atividades após sala de aula contidas no roteiro de
estudo, propor exercícios/tarefas de casa para os alunos.
Para as aulas que não possuem roteiro de estudos, a disciplina será ministrada com aulas
teóricas e práticas podendo utilizar dentre outras metodologias, as citadas abaixo. Isso
também vale para as aulas com roteiro de estudo.
· Exposição oral dialogada, com emprego de recursos visuais;
· Aulas práticas com aprimoramento de habilidades manuais;
· Trabalhos individuais e em equipe;
· Estudos de casos;
· Elaboração de projetos;
· Seminários;
· Avaliação interdisciplinar;
· Leituras complementares;
· Utilização de softwares especializados.
Recursos
Serão utilizados recursos tradicionais de sala de aula, como quadro, retroprojetor e data-
show.
Para as aulas práticas serão utilizados laboratórios de informática com aplicativos de uso
livre, disponibilizados para fins acadêmicos por empresas, universidades e autores
individuais. Esses aplicativos servirão para ilustrar as aplicações das diversas técnicas
abordadas, bem como propiciar o desenvolvimento de pequenas aplicações por parte dos
alunos.
Procedimentos de Avaliação
Avaliação:
O processo de avaliação será composto de três etapas: Avaliação 1 (AV1), Avaliação 2
(AV2) e Avaliação 3 (AV3).
As avaliações poderão ser realizadas através de provas teóricas, provas práticas e
realização de projetos ou outros trabalhos, representando atividades acadêmicas de ensino
de acordo com as especificidades de cada disciplina. A soma de todas as atividades que
possam vir a compor o grau final de cada avaliação não poderá ultrapassar o grau
máximo de dez, permitindo-se atribuir valor decimal às avaliações. Caso a disciplina,
atendendo ao projeto pedagógico de cada Curso, além de provas teóricas e/ou práticas,
contemple outras atividades acadêmicas de ensino, estas não poderão ultrapassar 20% da
composição do grau final;
A AV1 contemplará o conteúdo da disciplina até a sua realização, incluindo o das
atividades estruturadas;
As AV2 e AV3 abrangerão todo o conteúdo da disciplina, incluindo o das atividades
estruturadas.
Para aprovação na disciplina, o aluno deverá:
1. Atingir resultado igual ou superior a seis, calculado a partir da média aritmética
entre os graus das avaliações, considerando-se apenas as duas maiores notas obtidas
dentre as três etapas de avaliação (AV1, AV2 e AV3) - a média aritmética obtida será
o grau final do aluno na disciplina;
2. Obter grau igual ou superior a quatro em, pelo menos, duas das três avaliações;
3. Frequentar, no mínimo, 75% das aulas ministradas.
Bibliografia Básica
FLOYD, THomas L. Sistemas Digitais: Fundamentos e Aplicações [BV:MB]. 9 ed..
Porto Alegre: Bookman, 2007.
Disponível em:
[Link]
VAHID, Frank. Sistemas Digitais: Projeto, Otimização e HDLs [BV:MB]. Porto
Alegre: Bookman, 2008.
Disponível em:
[Link]
WIDMER, Neal S. Sistemas digitais: princípios e aplicações [BV:PE]. 12 ed. São
Paulo: Pearson, 2018.
Disponível em: [Link]
Bibliografia Complementar
BIGNELL, James. Eletrônica Digital [BV:MB]. 5. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.
Disponível em:
[Link]
CAPUANO,Francisco G. Sistemas Digitais - Circuitos Combinacionais e Sequenciais
[BV:MB]. 1. ed. São Paulo: Érica, 2014.
Disponível em:
[Link]
COSTA, Cesar. Projeto de Circuitos Digitais com FPGA [BV:MB]. 3 ed.. São Paulo:
Érica, 2014.
Disponível em:
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DACHI, Édison P. Eletrônica Digital [BV:PE]. São Paulo: Blucher, 2018.
Disponível em: [Link]
SOUZA, Diego B. C.; et al. Sistemas Digitais [BV:MB]. 1. ed. São Paulo: SENAI,
2018.
Disponível em:
[Link]
Outras Informações