Função Exponencial e Logarítmica
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MATEMÁTICA
FUNÇÕES
Função Exponencial
Função Exponencial é aquela que a variável está no expoente e cuja base é sempre maior que zero e
diferente de um.
Essas restrições são necessárias, pois 1 elevado a qualquer número resulta em 1. Assim, em vez de
exponencial, estaríamos diante de uma função constante.
Além disso, a base não pode ser negativa, nem igual a zero, pois para alguns expoentes a função não
estaria definida.
Por exemplo, a base igual a - 3 e o expoente igual a 1/2. Como no conjunto dos números reais não existe
raiz quadrada de número negativo, não existiria imagem da função para esse valor.
Exemplos:
f(x) = 4x
f(x) = (0,1)x
f(x) = (⅔)x
Nos exemplos acima 4, 0,1 e ⅔ são as bases, enquanto x é o expoente.
O gráfico desta função passa pelo ponto (0,1), pois todo número elevado a zero é igual a 1. Além disso, a
curva exponencial não toca no eixo x.
Na função exponencial a base é sempre maior que zero, portanto a função terá sempre imagem
positiva. Assim sendo, não apresenta pontos nos quadrantes III e IV (imagem negativa).
Será crescente quando a base for maior que 1. Por exemplo, a função y = 2x é uma função crescente.
Para constatar que essa função é crescente, atribuímos valores para x no expoente da função e
encontramos a sua imagem. Os valores encontrados estão na tabela abaixo.
Observando a tabela, notamos que quando aumentamos o valor de x, a sua imagem também aumenta.
Abaixo, representamos o gráfico desta função.
Gráfico da função crescente
Por sua vez, as funções cujas bases são valores maiores que zero e menores que 1, são decrescentes. Por
exemplo, f(x) = (1/2)x é uma função decrescente.
Notamos que para esta função, enquanto os valores de x aumentam, os valores das respectivas imagens
diminuem. Desta forma, constatamos que a função f(x) = (1/2)x é uma função decrescente.
Com os valores encontrados na tabela, traçamos o gráfico dessa função. Note que quanto maior o x,
mais perto do zero a curva exponencial fica.
Função Logarítmica
A inversa da função exponencial é a função logarítmica. A função logarítmica é definida como f(x) =
logax, com a real positivo e a ≠ 1.
Sendo, o logaritmo de um número definido como o expoente ao qual se deve elevar a base a para obter
o número x, ou seja, y = logax ⇔ ay = x.
Uma relação importante é que o gráfico de duas funções inversas são simétricos em relação a bissetriz
dos quadrantes I e III.
Desta maneira, conhecendo o gráfico da função exponencial de mesma base, por simetria podemos
construir o gráfico da função logarítmica.
Função exponencial e logarítmica
No gráfico acima, observamos que enquanto a função exponencial cresce rapidamente, a função
logarítmica cresce lentamente.
Leia também:
Equação exponencial
O que é função
Potenciação
Exercícios de Potenciação
Logaritmo - Exercícios
Função Afim
Função Quadrática
Função Modular
Função Composta
Função Inversa
Função Injetora
Função Bijetora
Função Sobrejetora
Funções Trigonométricas
Fórmulas de Matemática
1. (Unit-SE) Uma determinada máquina industrial se deprecia de tal forma que seu valor, t anos após a
sua compra, é dado por v(t) = v0 . 2 -0,2t, em que v0 é uma constante real.
Se, após 10 anos, a máquina estiver valendo R$ 12 000,00, determine o valor que ela foi comprada.
2. (PUCC-SP) Numa certa cidade, o número de habitantes, num raio de r km a partir do seu centro é
dado por P(r) = k . 23r, em que k é constante e r > 0.
Rosimar Gouveia
Rosimar Gouveia
Bacharel em Meteorologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em 1992, Licenciada em
Matemática pela Universidade Federal Fluminense (UFF) em 2006 e Pós-Graduada em Ensino de Física
pela Universidade Cruzeiro do Sul em 2011.
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Função Quadrática
Equação exponencial
Função Afim
Função Logarítmica
Função Linear
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Função Quadrática
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Função Logarítmica
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MATEMÁTICA
FUNÇÕES
Funções Trigonométricas
As funções trigonométricas, também chamadas de funções circulares, estão relacionadas com as demais
voltas no ciclo trigonométrico.
Função Seno
Função Cosseno
Função Tangente
No círculo trigonométrico temos que cada número real está associado a um ponto da circunferência.
Círculo trigonométrico
As funções periódicas são funções que possuem um comportamento periódico. Ou seja, que ocorrem
em determinados intervalos de tempo.
f(x) = f (x+p), ∀ x ∈ A
Note que as funções trigonométricas são exemplos de funções periódicas visto que apresentam certos
fenômenos periódicos.
Função Seno
A função seno é uma função periódica e seu período é 2π. Ela é expressa por:
f(x) = sen x
No círculo trigonométrico, o sinal da função seno é positivo quando x pertence ao primeiro e segundo
quadrantes. Já no terceiro e quarto quadrantes, o sinal é negativo.
O domínio e o contradomínio da função seno são iguais a R. Ou seja, ela está definida para todos os
valores reais: Dom(sen)=R.
Já o conjunto da imagem da função seno corresponde ao intervalo real [-1, 1]: -1 < sen x < 1.
função seno
Função Cosseno
A função cosseno é uma função periódica e seu período é 2π. Ela é expressa por:
f(x) = cos x
No círculo trigonométrico, o sinal da função cosseno é positivo quando x pertence ao primeiro e quarto
quadrantes. Já no segundo e terceiro quadrantes, o sinal é negativo.
O domínio e o contradomínio da função cosseno são iguais a R. Ou seja, ela está definida para todos os
valores reais: Dom(cos)=R.
Já o conjunto da imagem da função cosseno corresponde ao intervalo real [-1, 1]: -1 < cos x < 1.
função cosseno
Função Tangente
A função tangente é uma função periódica e seu período é π. Ela é expressa por:
f(x) = tg x
O domínio da função tangente é: Dom(tan)={x ∈ R│x ≠ de π/2 + kπ; K ∈ Z}. Assim, não definimos tg x, se
x = π/2 + kπ.
Já o conjunto da imagem da função tangente corresponde a R, ou seja, o conjunto dos números reais.
função tangente
Relações Trigonométricas
Trigonometria
Círculo Trigonométrico
Razões Trigonométricas
Identidades trigonométricas
Tabela Trigonométrica
Função Exponencial
Função modular
Fórmulas de Matemática
O que é função
Exercício 1
(UFAM) O menor valor não negativo côngruo ao arco denumerador 21 pi sobre denominador 5 fim da
fraçãorad é igual a:
a) π/5 rad
b) 7 π/5 rad
c) π rad
d) 9 π/5 rad
e) 2 π rad
Exercício 2
(Cefet-PR) A função real f(x) = a + b . sen cx tem imagem igual a [-7, 9] e seu período é π/2 rad. Assim, a
+ b + c vale:
a) 13
b) 9
c) 8
d) – 4
e) 10
Exercício 3
a) 3π
b) 2π/3
c) 3π – 2
d) π/3 – 2
e) π/5
Rafael C. Asth
Rafael C. Asth
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Círculo Trigonométrico
Função Exponencial
Exercícios sobre funções trigonométricas (com respostas explicadas)
Função Quadrática
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MATEMÁTICA
FUNÇÕES
Função Logarítmica
A função logarítmica de base a é definida como f (x) = loga x, com a real, positivo e a ≠ 1. A função
inversa da função logarítmica é a função exponencial.
O logaritmo de um número é definido como o expoente ao qual se deve elevar a base a para obter o
número x, ou seja:
Definição de logarítmo
Exemplos
f (x) = log3 x
O domínio de uma função representa os valores de x onde a função é definida. No caso da função
logarítmica, devemos levar em consideração as condições de existência do logaritmo.
Portanto, o logaritmando deve ser positivo e a base também deve ser positiva e diferente de 1.
Exemplo
Solução
Para encontrar o domínio, devemos considerar que (x + 3) > 0, pela condição de existência do logaritmo.
Resolvendo essa inequação, temos:
x+3>0⇒x>-3
D igual a abre chaves x pertence reto números reais dividido por x maior que menos 3 fecha chaves
De uma forma geral, o gráfico da função y = loga x está localizado no I e IV quadrantes, pois a função só
é definida para x > 0.
Além disso, a curva da função logarítmica não toca o eixo y e corta o eixo x no ponto de abscissa igual a
1, pois y = loga1 = 0, para qualquer valor de a.
Para verificar que essa função é crescente, atribuímos valores para x na função e calculamos a sua
imagem. Os valores encontrados estão na tabela abaixo.
Observando a tabela, notamos que quando o valor de x aumenta, a sua imagem também aumenta.
Abaixo, representamos o gráfico desta função.
Por sua vez, as funções cujas bases são valores maiores que zero e menores que 1 são decrescentes, ou
seja, x1 < x2 ⇔ loga x1 > loga x2. Por exemplo,começar estilo tamanho matemático 14px f parêntese
esquerdo x parêntese direito igual a log com 1 meio subscrito fim do subscrito x fim do estiloé uma
função decrescente, pois a base é igual acomeçar estilo tamanho matemático 14px 1 meio fim do estilo.
Calculamos a imagem de alguns valores de x desta função e o resultado encontra-se na tabela abaixo:
Notamos que, enquanto os valores de x aumentam, os valores das respectivas imagens diminuem. Desta
forma, constatamos que a funçãocomeçar estilo tamanho matemático 14px f parêntese esquerdo x
parêntese direito igual a log com 1 meio subscrito fim do subscrito x fim do estiloé uma função
decrescente.
Com os valores encontrados na tabela, traçamos o gráfico dessa função. Note que quanto menor o valor
de x, mais perto do zero a curva logarítmica fica, sem contudo, cortar o eixo y.
Gráfico função logarítmica decrescente
Função Exponencial
A inversa da função logarítmica é a função exponencial. A função exponencial é definida como f(x) = ax,
com a real positivo e diferente de 1.
Uma relação importante é que o gráfico de duas funções inversas são simétricos em relação a bissetriz
dos quadrantes I e III.
Desta maneira, conhecendo o gráfico da função logarítmica de mesma base, por simetria podemos
construir o gráfico da função exponencial.
No gráfico acima, observamos que enquanto a função logarítmica cresce lentamente, a função
exponencial cresce rapidamente.
Exercícios Resolvidos
1) PUC/SP - 2018
As funçõescomeçar estilo tamanho matemático 14px f abre parênteses x fecha parênteses igual a 3
sobre 2 mais log com 10 subscrito abre parênteses x menos 1 fecha parênteses espaço e espaço g
parêntese esquerdo x parêntese direito igual a k.2 à potência de abre parênteses menos x mais 1 fecha
parênteses fim do exponencial fim do estilo, com k um número real, se intersectam no pontocomeçar
estilo tamanho matemático 14px P igual a abre parênteses 2 vírgula 3 sobre 2 fecha parênteses fim do
estilo. O valor de g(f(11)) é
começar estilo tamanho matemático 14px a parêntese direito espaço numerador 3 raiz quadrada de 2
sobre denominador 4 fim da fração b parêntese direito numerador 3 raiz quadrada de 3 sobre
denominador 4 fim da fração c parêntese direito numerador 2 raiz quadrada de 3 sobre denominador 3
fim da fração d parêntese direito numerador 4 raiz quadrada de 2 sobre denominador 3 fim da fração
fim do estilo
2) Enem - 2011
A Escala de Magnitude de Momento (abreviada como MMS e denotada como Mw), introduzida em 1979
por Thomas Haks e Hiroo Kanamori, substituiu a Escala de Richter para medir a magnitude dos
terremotos em termos de energia liberada. Menos conhecida pelo público, a MMS é, no entanto, a
escala usada para estimar as magnitudes de todos os grandes terremotos da atualidade. Assim como a
escala Richter, a MMS é uma escala logarítmica. Mw e Mo se relacionam pela fórmula:
M com w subscrito igual a menos 10 vírgula 7 mais 2 sobre 3 log com 10 subscrito parêntese esquerdo
M com o subscrito parêntese direito
Onde Mo é o momento sísmico (usualmente estimado a partir dos registros de movimento da superfície,
através dos sismogramas), cuja unidade é o dina·cm.
O terremoto de Kobe, acontecido no dia 17 de janeiro de 1995, foi um dos terremotos que causaram
maior impacto no Japão e na comunidade científica internacional. Teve magnitude Mw = 7,3.
Mostrando que é possível determinar a medida por meio de conhecimentos matemáticos, qual foi o
momento sísmico Mo do terremoto de Kobe (em [Link])
a) 10- 5,10
b) 10- 0,73
c) 1012,00
d) 1021,65
e) 1027,00
Logaritmo - Exercícios
O que é função
Função Composta
Fórmulas de Matemática
Rosimar Gouveia
Rosimar Gouveia
Bacharel em Meteorologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em 1992, Licenciada em
Matemática pela Universidade Federal Fluminense (UFF) em 2006 e Pós-Graduada em Ensino de Física
pela Universidade Cruzeiro do Sul em 2011.
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Logaritmo
Função Exponencial
Função Quadrática
Função Afim
Função Linear
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MATEMÁTICA
FUNÇÕES
Função Quadrática
A função quadrática, também chamada de função polinomial de 2º grau, é uma função representada
pela seguinte expressão:
f(x) = ax2 + bx + c
Exemplo:
f(x) = 2x2 + 3x + 5,
sendo,
a=2
b=3
c=5
Nesse caso, o polinômio da função quadrática é de grau 2, pois é o maior expoente da variável.
Exemplo
f (-1) = 8
f (0) = 4
f (2) = 2
f (-1) = 8
a (-1)2 + b (–1) + c = 8
a - b + c = 8 (equação I)
f (0) = 4
a . 02 + b . 0 + c = 4
c = 4 (equação II)
f (2) = 2
a . 22 + b . 2 + c = 2
4a + 2b + c = 2 (equação III)
(Equação I)
a-b+4=8
a-b=4
a=b+4
Já que temos a equação de a pela Equação I, vamos substituir na III para determinar o valor de b:
(Equação III)
4a + 2b + 4 = 2
4a + 2b = - 2
4 (b + 4) + 2b = - 2
4b + 16 + 2b = - 2
6b = - 18
b=-3
Por fim, para encontrar o valor de a substituímos os valores de b e c que já foram encontrados. Logo:
(Equação I)
a-b+c=8
a - (- 3) + 4 = 8
a=-3+4
a=1
a=1
b=-3
c=4
Raízes da Função
As raízes ou zeros da função do segundo grau representam aos valores de x tais que f(x) = 0. As raízes da
função são determinadas pela resolução da equação de segundo grau:
Para resolver a equação do 2º grau podemos utilizar vários métodos, sendo um dos mais utilizados é
aplicando a Fórmula de Bhaskara, ou seja:
Função Quadrática
Função Quadrática
Exemplo
Solução:
Sendo
a=1
b=–5
c=6
x igual a numerador menos b mais ou menos raiz quadrada de b ao quadrado menos 4 a c fim da raiz
sobre denominador 2 a fim da fração igual a numerador 5 mais ou menos raiz quadrada de 25 menos 24
fim da raiz sobre denominador 2 fim da fração x com 1 subscrito igual a numerador 5 mais 1 sobre
denominador 2 fim da fração igual a 6 sobre 2 igual a 3 x com 2 subscrito igual a numerador 5 menos 1
sobre denominador 2 fim da fração igual a 4 sobre 2 igual a 2
Observe que a quantidade de raízes de uma função quadrática vai depender do valor obtido pela
expressão: Δ = b2 – 4. ac, o qual é chamado de discriminante.
Assim,
O gráfico das funções do 2º grau são curvas que recebem o nome de parábolas. Diferente das funções
do 1º grau, onde conhecendo dois pontos é possível traçar o gráfico, nas funções quadráticas são
necessários conhecer vários pontos.
A curva de uma função quadrática corta o eixo x nas raízes ou zeros da função, em no máximo dois
pontos dependendo do valor do discriminante (Δ). Assim, temos:
Se Δ
Existe ainda um outro ponto, chamado de vértice da parábola, que é o valor máximo ou mínimo da
função. Este ponto é encontrado usando-se a seguinte fórmula:
x com v subscrito igual a numerador menos b sobre denominador 2 a fim da fração espaço espaço e
espaço y com v subscrito igual a numerador menos incremento sobre denominador 4 a fim da fração
O vértice irá representar o ponto de valor máximo da função quando a parábola estiver voltada para
baixo e o valor mínimo quando estiver para cima.
Assim, para fazer o esboço do gráfico de uma função do 2º grau, podemos analisar o valor do a, calcular
os zeros da função, seu vértice e também o ponto em que a curva corta o eixo y, ou seja, quando x = 0.
A partir dos pares ordenados dados (x, y), podemos construir a parábola num plano cartesiano, por meio
da ligação entre os pontos encontrados.
1. (Vunesp-SP) Todos os possíveis valores de m que satisfazem a desigualdade 2x2 – 20x – 2m > 0, para
todo x pertencente ao conjunto dos reais, são dados por:
a) m > 10
b) m > 25
c) m > 30
d) m e) m
2. (UE-CE) O gráfico da função quadrática f(x) = ax2 + bx é uma parábola cujo vértice é o ponto (1, – 2). O
número de elementos do conjunto x = {(– 2, 12), (–1,6), (3,8), (4, 16)} que pertencem ao gráfico dessa
função é:
a) 1
b) 2
c) 3
d) 4
3. (Cefet-SP) Sabendo que as equações de um sistema são x . y = 50 e x + y = 15, os possíveis valores para
x e y são:
a) {(5,15), (10,5)}
b) {(10,5), (10,5)}
c) {(5,10), (15,5)}
d) {(5,10), (5,10)}
e) {(5,10), (10,5)}
Leia também:
Função Modular
Função Exponencial
Função Polinomial
Função Composta
Função Injetora
Função Bijetora
Função Sobrejetora
Função Inversa
Polinômios
Fatoração de Polinômios
Matemática no Enem
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FUNÇÕES
Função Linear
A Função Linear é uma função f : ℝ→ℝ definida como f(x) = a.x, sendo a um número real e diferente de
zero. Esta função é um caso particular da função afim f(x) = a.x + b, quando b = 0.
O número a que acompanha o x da função, é chamado de coeficiente. Quando seu valor for igual a 1, a
função linear será também chamada de função identidade.
Exemplo
Em uma loja são vendidos relógios, cujo preço de venda é igual a R$ 40,00. O valor da receita total da
venda desses relógios é obtida multiplicando-se o preço de cada unidade pela quantidade vendida.
Considerando x a quantidade vendida, determine:
Solução
a) O valor da receita total em função da quantidade vendida pode ser representada por: f(x) = 40.x
b) A função encontrada é uma função do 1º grau, sendo o valor de b = 0. Desta forma, é uma função
linear.
c) Para encontrar a receita correspondente a venda de 350 relógios, basta substituir este valor na
expressão encontrada. Assim:
Portanto, ao vender 350 relógios, a receita bruta da loja será igual a R$ 14 000,00.
O gráfico da função linear é uma reta, que passa pela origem, ou seja, pelo ponto (0,0). O coeficiente a
da função, corresponde a inclinação desta reta.
Abaixo, representamos a função f(x) = 1/2 x, g(x) = x (função identidade) e h(x) = 2x. Note que quanto
maior o valor do a, maior é a inclinação da reta.
As funções lineares serão crescentes quando ao aumentarmos o valor do x, o valor da função também
aumenta. Por outro lado, serão decrescentes quando aumentado o x a função diminuirá.
Para sabermos se uma função linear é crescente ou decrescente, basta identificar o sinal do coeficiente.
Se a for positivo, a função será crescente, se for negativo será decrescente.
Exercícios Resolvidos
1. (Fuvest) A função que representa o valor a ser pago após um desconto de 3% sobre o valor x de uma
mercadoria é:
a) f(x) = x - 3
b) f(x) = 0,97x
c) f(x) = 1,3x
d) f(x) = -3x
e) f(x) = 1,03x
2.(Fatec) Na figura a seguir tem-se o gráfico da função f, onde f(x) representa o preço pago em reais por
x cópias de um mesmo original, na Copiadora Reprodux.
Questão Fatec
De acordo com o gráfico, é verdade que o preço pago nessa Copiadora por
Função Afim
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Função Quadrática
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Função Exponencial
Função Exponencial é aquela que a variável está no expoente e cuja base é sempre maior que zero e
diferente de um.
Essas restrições são necessárias, pois 1 elevado a qualquer número resulta em 1. Assim, em vez de
exponencial, estaríamos diante de uma função constante.
Além disso, a base não pode ser negativa, nem igual a zero, pois para alguns expoentes a função não
estaria definida.
Por exemplo, a base igual a - 3 e o expoente igual a 1/2. Como no conjunto dos números reais não existe
raiz quadrada de número negativo, não existiria imagem da função para esse valor.
Exemplos:
f(x) = 4x
f(x) = (0,1)x
f(x) = (⅔)x
O gráfico desta função passa pelo ponto (0,1), pois todo número elevado a zero é igual a 1. Além disso, a
curva exponencial não toca no eixo x.
Na função exponencial a base é sempre maior que zero, portanto a função terá sempre imagem
positiva. Assim sendo, não apresenta pontos nos quadrantes III e IV (imagem negativa).
Será crescente quando a base for maior que 1. Por exemplo, a função y = 2x é uma função crescente.
Para constatar que essa função é crescente, atribuímos valores para x no expoente da função e
encontramos a sua imagem. Os valores encontrados estão na tabela abaixo.
Observando a tabela, notamos que quando aumentamos o valor de x, a sua imagem também aumenta.
Abaixo, representamos o gráfico desta função.
Por sua vez, as funções cujas bases são valores maiores que zero e menores que 1, são decrescentes. Por
exemplo, f(x) = (1/2)x é uma função decrescente.
Notamos que para esta função, enquanto os valores de x aumentam, os valores das respectivas imagens
diminuem. Desta forma, constatamos que a função f(x) = (1/2)x é uma função decrescente.
Com os valores encontrados na tabela, traçamos o gráfico dessa função. Note que quanto maior o x,
mais perto do zero a curva exponencial fica.
Gráfico da função exponencial decrescente
Função Logarítmica
A inversa da função exponencial é a função logarítmica. A função logarítmica é definida como f(x) =
logax, com a real positivo e a ≠ 1.
Sendo, o logaritmo de um número definido como o expoente ao qual se deve elevar a base a para obter
o número x, ou seja, y = logax ⇔ ay = x.
Uma relação importante é que o gráfico de duas funções inversas são simétricos em relação a bissetriz
dos quadrantes I e III.
Desta maneira, conhecendo o gráfico da função exponencial de mesma base, por simetria podemos
construir o gráfico da função logarítmica.
No gráfico acima, observamos que enquanto a função exponencial cresce rapidamente, a função
logarítmica cresce lentamente.
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Fórmulas de Matemática
1. (Unit-SE) Uma determinada máquina industrial se deprecia de tal forma que seu valor, t anos após a
sua compra, é dado por v(t) = v0 . 2 -0,2t, em que v0 é uma constante real.
Se, após 10 anos, a máquina estiver valendo R$ 12 000,00, determine o valor que ela foi comprada.
2. (PUCC-SP) Numa certa cidade, o número de habitantes, num raio de r km a partir do seu centro é
dado por P(r) = k . 23r, em que k é constante e r > 0.
Rosimar Gouveia
Rosimar Gouveia
Bacharel em Meteorologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em 1992, Licenciada em
Matemática pela Universidade Federal Fluminense (UFF) em 2006 e Pós-Graduada em Ensino de Física
pela Universidade Cruzeiro do Sul em 2011.
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MATEMÁTICA
FUNÇÕES
Do conjunto domínio saem os valores que serão transformados pela fórmula da função, ou lei de
formação. Após, estes valores chegam no contradomínio.
Ao subconjunto formado pelos elementos que chegam no contradomínio dá-se o nome de conjunto
imagem.
Desta forma, domínio, contradomínio e imagem são conjuntos não vazios e podem ser finitos ou
infinitos.
No estudo das funções é preciso especificar quais elementos ou, qual a abrangência destes conjuntos.
Por exemplo: conjunto dos números naturais ou conjunto dos números reais.
Dado um domínio A em que cada elemento x que o pertença, é transformado pela função em um
elemento y que pertença ao contradomínio B, cada elemento y é chamado imagem de x.
Estas leis de transformação são expressões que envolvem operações e valores numéricos.
Exemplo
Uma função f:A→B definida pela lei de formação f(x) = 2x, em que seu domínio é o conjunto A={1, 2, 3} e
o contradomínio B={1, 2, 3, 4, 5, 6, 7}, pode ser representada pelos valores da tabela e pelos diagramas:
Domínio
f(x) = 2x
Imagem
1 f(1) = 2 . 1 2
2 f(2) = 2 . 2 4
3 f(3) = 2 . 3 6
Domínio
Domínio D de uma função f é o conjunto de saída, composto pelos elementos x aplicados na função.
Na notação f dois pontos espaço A seta para a direita B o domínio é representado pela letra antes da
seta.
Todo elemento x do domínio tem pelo menos uma imagem y no contradomínio.
Contradomínio
Contradomínio CD é o conjunto de chegada. Na notação f dois pontos espaço A seta para a direita B é
representado do lado direito da seta.
Imagem
Im parêntese esquerdo reto f parêntese direito espaço subconjunto espaço CD parêntese esquerdo reto
f parêntese direito
É comum dizer que y é o valor assumido pela função f(x) e, desta forma, escrevemos:
Exemplo
Na função espaço f dois pontos reto números inteiros seta para a direita reto números naturais definida
pela lei f parêntese esquerdo x parêntese direito igual a x ² espaço, para valores x simétricos do domínio,
temos uma única imagem y.
f parêntese esquerdo 1 parêntese direito espaço igual a espaço 1 ao quadrado igual a 1 e f parêntese
esquerdo menos 1 parêntese direito espaço igual a espaço parêntese esquerdo menos 1 parêntese
direito ao quadrado igual a 1
Exercício 1
Dados os conjuntos A = {8, 12, 13, 20, 23} e B = {10, 17, 22, 24, 25, 27, 41, 46, 47, 55}, determine:
domínio, o contradomínio e imagem das funções.
Exercício 2
a parêntese direito espaço f parêntese esquerdo x parêntese direito igual a numerador espaço 4 espaço
mais espaço 5 x espaço sobre denominador 2 x espaço menos espaço 4 fim da fração
b parêntese direito espaço f parêntese esquerdo x parêntese direito igual a raiz quadrada de espaço x
espaço menos espaço 5 fim da raiz
Exercício 3
Dada a função com domínio no conjunto dos inteiros f parêntese esquerdo x parêntese direito espaço
igual a espaço x ao quadrado qual é o conjunto imagem de f(x) ?
Função Injetora
Função Sobrejetora
Função Bijetora
Função Inversa
Função Composta
Aplicações e curiosidades
As funções estão presentes nos fenômenos reais e, por isto, possuem aplicação em todo estudo
científico e de engenharia.
O estudo das funções não é recente, alguns registros na Antiguidade em tábuas babilônicas mostram
que já faziam parte da matemática. Com o passar dos anos a notação, maneira como se escrevem, foi
recebendo contribuições de diversos matemáticos e se aprimorando, até como as utilizamos hoje.
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Rafael C. Asth
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Domínio e o contradomínio são dois conjuntos relacionados por uma função. O conjunto imagem são os
elementos do contradomínio que possuem correspondentes no domínio.
O domínio, o contradomínio e a imagem de uma função são conjuntos importantes para definirmos o
que é função e compreendermos melhor o seu comportamento. Uma função é uma relação entre dois
conjuntos domínio e contradomínio em que, para cada elemento do domínio, existirá um único
correspondente no contradomínio, esse correspondente é conhecido como imagem.
Por exemplo, se a função pega elementos do domínio e relaciona-os com o dobro deles no
contradomínio, 2 estará relacionado com 4, logo, a imagem da função para 2 é igual a 4. Ao juntarmos
todas as imagens, formamos o conjunto das imagens, que são todos os elementos do contradomínio
correspondentes a algum elemento do domínio.
Leia também: Plano cartesiano – plano em que as funções são representadas graficamente
Função
Para entender o que são domínio, contradomínio e imagem, precisamos definir o que é função.
Conhecemos como função uma relação entre dois conjuntos A e B, em que, para todo elemento do
conjunto A, existe um único correspondente no conjunto B. Perceba que na função os valores do
conjunto A, conhecido como domínio, são relacionados aos seus correspondentes no conjunto B,
conhecido como contradomínio, dependendo do comportamento dessa função, o que conhecemos
como lei de formação.
Exemplos:
Trata-se de uma função, pois satisfaz a definição, todo elemento de A possui um único correspondente
em B.
Não se trata de uma função, pois há elementos no domínio que não possuem correspondente em B, o
que contradiz a definição.
Representação de uma função por meio de um diagrama.
Também não é uma função, pois há elementos do conjunto A que possuem dois correspondentes no
conjunto B, o que contradiz a definição.
É uma função, pois, satisfaz a definição, perceba que todos os elementos do conjunto A possuem um
único correspondente no conjunto B.
Note que existe um elemento do conjunto B que não é correspondente a nenhum elemento em A, e
também um elemento em B que é correspondente a dois elementos de A, o que pode induzir a pensar
que essa relação não é uma função, mas as restrições são válidas para o conjunto A, pois todo elemento
do conjunto A deve possuir um único correspondente no conjunto B, então se existir um elemento do
conjunto B que é correspondente de dois elementos no conjunto A, ou se esse elemento não for
correspondente a nenhum elemento do conjunto A ainda sim a relação pode ser uma função.
Domínio da função
Dada uma função qualquer, o domínio é formado pelos valores que o x pode assumir. Na maioria das
vezes, trabalhamos a função que vai de R em R, ou seja, o domínio é o conjunto dos números reais e o
contradomínio também, entretanto, pode ser que haja algumas restrições para o domínio.
Exemplo 1:
Vamos começar com um exemplo mais simples, essa função f(x) = 2x f: A → B, A = {1, 2, 3, 4, 5} e B ={1,
2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10}.
Note que o x não pode ser igual a 0, já que isso causaria uma indeterminação, pois não é possível dividir
1 por 0. Nesse caso o domínio da minha função não pode ser 0, então o D(f) = R* (conjunto dos números
reais não nulos).
Outro exemplo bastante comum são funções com radical. Quando trabalhamos com raiz quadrada, os
valores que estão dentro da raiz não podem ser negativos, pois estamos trabalhando com números
reais, e, no conjunto dos números reais, não existe raiz quadrada para números negativos, o que
justifica a criação posteriormente do conjunto dos números complexos. Vamos analisar um exemplo de
função com radical e determinar seu domínio.
Exemplo 2:
Note que, nesse caso, x – 10 precisa ser maior ou igual a zero já que não existe raiz quadrada de
números negativos no conjunto dos números reais:
Contradomínio
Como vimos, o contradomínio de uma função f: A → B é o conjunto B. O contradomínio que mais
trabalhamos é o conjunto dos números reais. É importante lembrarmo-nos de que no domínio todo
elemento tem que ter necessariamente um correspondente no contradomínio, porém não há uma
restrição para o contradomínio, logo, o conjunto pode ter elementos que não sejam correspondentes de
ninguém no domínio, um exemplo seria a função f(x) = x² com f: R → R.
Note que por mais que nessa função a imagem nunca seja negativa, ou seja, para todo valor de x, x² é
sempre um número positivo, ainda sim o contradomínio pode ser os números reais. Ter um resultado
sempre positivo faz com que a imagem seja sempre um número positivo, o que não altera o
contradomínio.
Imagem
Exemplo 1:
Analisando a função de forma geral, para encontrarmos o conjunto imagem, sabemos que x² com x
pertencente ao real sempre será um número positivo, logo, o conjunto imagem será:
Exemplo 2:
Seja f = 2x – 1 f: A → B em que A = {0, 1, 2, 3} e B = {-1, 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7}, qual será o conjunto
imagem?
Nesse caso, o conjunto imagem será formado pela imagem de cada um dos elementos do conjunto A.
f(0) = 2 · 0 – 1 = 0 – 1 = -1
f(1) = 2 · 1 – 1 = 2 – 1 = 1
f(2) = 2 · 2 – 1 = 4 – 1 = 3
f(3) = 2 · 3 – 1 = 6 – 1 = 5
É necessário que todos esses elementos estejam no conjunto B, caso contrário, f: A → B não seria uma
função. Como todos os elementos pertencem ao conjunto B, o conjunto imagem da função será:
Im(f) = {-1, 1, 3, 5}
Leia mais: Funções injetoras – elementos distintos do domínio possuem imagens distintas no
contradomínio
Questão 1 - Dada a função f(x) = -x² f: R → R, podemos afirmar que o conjunto imagem dessa função é:
Resolução
Alternativa D
Sabemos que todo número elevado a 2 é positivo. Como há o sinal de – antes de x², para todo valor de x,
a resposta será sempre um número negativo ou igual a zero, por exemplo:
f(1) = -1² = -1
f(-2) = - (-2)² = -4
f(0) = 0
Então Im(f) = R, conjunto dos números reais não positivos, ou seja, negativos ou nulos.
Questão 2 - Uma função é conhecida como sobrejetora se o conjunto imagem for igual ao conjunto
contradomínio. Analisando as funções a seguir, podemos afirmar que:
A = {-1, 0, 1, 2} e B = {0, 1, 2, 3}
a) Somente I é sobrejetora.
b) Somente II é sobrejetora.
c) Nenhuma é sobrejetora.
Resolução:
Alternativa D
f(-1) = -1 + 1 = 0
f(0) = 0 + 1 = 1
f(1) = 1 + 1 = 2
f(2) = 2 + 1 = 3
Logo, Im(f) = {0, 1, 2, 3}, que é igual ao contradomínio CD, então a função I é sobrejetora.
g(-1) = -1
g(0) = 0
g(1) = 1
Vídeo 1
Vídeo 2
Vídeo 3
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Entenda o conceito de função e suas principais características. Aprenda também quais são os principais
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O processo para resolução da composição de três ou mais funções requer a aplicação da função
composta a cada dupla de funções individualmente.
Dúvidas ao resolver a composição de três ou mais funções? Então confira nossas dicas!
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Trabalhar com funções compostas não apresenta grandes segredos, mas requer muita atenção e
cuidado. Quando lidamos com uma composição de três ou mais funções, sejam elas do 1º grau ou do 2º
grau, maior deve ser a preocupação. Antes de analisar alguns exemplos, vamos compreender a ideia
central da composição de funções.
Imagine que você pretende fazer uma viagem de avião saindo do Rio Grande do Sul com destino ao
Amazonas. Uma empresa aérea oferece uma passagem de voo direto e outra opção mais econômica,
com três pontes aéreas, conforme o esquema a seguir:
Qualquer uma das opções de viagem levará ao destino pretendido, e assim também ocorre com a
função composta. Veja a imagem a seguir:
Que tal utilizarmos esse esquema para aplicar um exemplo? Considere então as seguintes funções: f(x) =
x + 1, g(x) = 2x – 3 e h(x) = x². A composição f o g o h (lê-se: f composta com g composta com h) pode ser
mais facilmente interpretada ao ser expressa como f(g(h(x))). Para resolver essa composição de funções,
devemos começar pela função composta mais interna ou pela última composição, portanto, g(h(x)). Na
função g(x) = 2x – 3, onde houver x, substituiremos por h(x):
g(x) = 2x – 3
g(h(x)) = 2.h(x) – 3
g(h(x)) = 2.(x²) – 3
g(h(x)) = 2.x² – 3
Agora faremos a última composição f(g(h(x))). Na função f(x) = x + 1, onde houver x, substituiremos por
g(h(x)) = 2.x² – 3:
f(x) = x + 1
f(g(h(x))) = (2.x² – 3) + 1
f(g(h(x))) = 2.x² – 3 + 1
f(g(h(x))) = 2.x² – 2
Vejamos um exemplo para comprovar que, assim como aconteceu no caso do voo citado no início deste
artigo, se escolhermos um valor para aplicar em f(g(h(x))), obteremos o mesmo resultado que ao aplicar
separadamente nas composições. Se x = 1, temos que h(1) é igual a:
h(1) = 1²
h(1) = 1
g(x) = 2x – 3
g(h(1)) = 2.h(1) – 3
g(h(1)) = 2.1 – 3
g(h(1)) = – 1
f(x) = x + 1
f(g(h(1))) = g(h(1)) + 1
f(g(h(1))) = – 1 + 1
f(g(h(1))) = 0
Encontramos que f(g(h(1))) = 0. Dessa forma, vamos ver se obtemos o mesmo resultado ao substituir x =
1 na fórmula da composição de funções que encontramos anteriormente: f(g(h(x))) = 2.x² – 2:
f(g(h(x))) = 2.x² – 2
f(g(h(1))) = 2.(1)² – 2
f(g(h(1))) = 2 – 2
f(g(h(1))) = 0
Portanto, realmente obtivemos o mesmo resultado como queríamos demonstrar. Vejamos ainda outro
exemplo de composição de três ou mais funções:
Sejam as funções: f(x) = x² – 2x, g(x) = – 2 + 3x, h(x) = 5x³ e i(x) = – x, determine a lei da função composta
f(g(h(i(x)))).
Começaremos a resolver essa composição pela função composta mais interna, h(i(x)):
h(x) = 5x³
h(i(x)) = 5.[i(x)]³
g(x) = – 2 + 3x
g(h(i(x))) = – 2 + 3.[h(i(x))]
g(h(i(x))) = – 2 – 15x³
f(x) = x² – 2x
Graduada em Matemática
Escritor do artigo
RIBEIRO, Amanda Gonçalves. "Composição de três ou mais funções"; Brasil Escola. Disponível em:
[Link] Acesso em 04 de julho de 2024.
Lista de exercícios
Exercício 1
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