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Diagrama de Pareto na Qualidade Laboratorial

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Capítulo 5

Ciências da Saúde
Diagrama de pareto na busca pela qualidade
laboratorial

Autor:
Alessandro Martins Ribeiro
Resumo
Especializando em Gestão da Qualidade
em Saúde – Administração Laboratorial Este artigo tem como objetivo apresentar a evolução da
(FACULMINAS) gestão da qualidade ao longo da história, destacando seu
impacto na área da saúde e explorando a importância do
Tiago de Oliveira Franco Diagrama de Pareto (DP) como ferramenta na melhoria
Especialista em Metodologias do Ensino de
matemática pela Faculdade Metropolitana contínua. A abordagem adotada envolveu uma revisão
do Estado de São Paulo (FAMESP), histórica da gestão da qualidade, com ênfase na evolução
professor de matemática
laboratorial. A pesquisa fundamentou-se em obras de
autores como Feigenbaum, 1994; Westgarg, 2004 e
Adriano Martins Ribeiro
Especialista em Gestão Municipal pela
Consenza et al., 2021 entre outros. Foi explorada a
Universidade Estadual do Sudoeste da aplicação do Diagrama de Pareto, destacando sua origem,
Bahia (UESB), Docente universitário
princípio 80/20, e relevância na gestão da qualidade. Os
resultados descrevem a evolução da gestão da qualidade
José Weverton Almeida-Bezerra
na área da saúde que é evidenciada desde a década de
Doutor em Biologia Vegetal pela
Universidade Regional do Cariri (URCA), 1930, com a criação da Ficha de Inquérito Hospitalar, até
Biólogo os acordos sobre objetivos de qualidade nos laboratórios
clínicos na década de 1990. O Diagrama de Pareto, com
Vivian Miranda Lago
sua origem nas observações de distribuição de renda,
Doutora em Ciências Biológicas-Biofísica
pela Universidade Federal do Rio de destaca-se como uma ferramenta valiosa na gestão da
Janeiro (UFRJ), Docente universitária qualidade, permitindo a alocação eficiente de recursos
para resolver os problemas mais impactantes. Sua
aplicação estratégica contribui para a excelência
operacional e a satisfação do cliente, consolidando-se
como uma prática essencial no contexto laboratorial e de
saúde.
Palavras-chave: Diagrama de Pareto. Gestão da
DOI: 10.58203/Licuri.22565 Qualidade. Qualidade Laboratorial.

Como citar este capítulo:


RIBEIRO, Alessandro Martins et al. Diagrama
de pareto na busca pela qualidade
laboratorial. In: CHAVES, Marcelo Henrique
Guedes (Org.). Perspectivas e estudos
emergentes em Ciências da Saúde. Campina
Grande: Licuri, 2024, p. 42-51.

ISBN: 978-65-85562-25-6
Diagrama de pareto na busca pela qualidade laboratorial Ribeiro et al., 2024

INTRODUÇÃO
A busca incessante pela qualidade remonta aos tempos em que os artesãos
exerciam controle total sobre a produção, proporcionando atendimento personalizado aos
clientes. Os princípios fundamentais dessa gestão incluíam conformidade, especificação e
confiabilidade, com uma ênfase clara na qualidade do produto (Martinelli, 2009).
Contudo, com a Revolução Industrial, houve uma significativa mudança de paradigma,
passando da customização para a eficiência e escala, marcando o início de uma era onde
a padronização e a produção em massa ganharam protagonismo (Carvalho e Paladini,
2012).
De acordo com Neto e Chiquetano (2020), as ferramentas da qualidade, quando
devidamente aplicadas em um contexto de laboratório clínico, envolvem a elaboração de
processos detalhados, passo a passo, o controle meticuloso do que foi executado e
desfeito, bem como a medição das atividades realizadas. Essas práticas são essenciais para
garantir o funcionamento otimizado de todos os processos laboratoriais. A busca contínua
pela aprimoração dos produtos e processos é essencial para a competitividade das
empresas no mercado. Para efetivar melhorias, é crucial adotar métodos e ferramentas,
seguindo uma lógica sequencial para alcançar os objetivos desejados e utilizar os
resultados dessa sequência, conforme destacado por Trivela o (2010).

A incorporação de ferramentas de qualidade em laboratórios clínicos permite não


apenas elevar os padrões de qualidade, mas também reduzir custos, otimizar processos e,
consequentemente, aprimorar os resultados globais. Diante desse contexto, o desafio
deste trabalho está em lidar com situações em que a em que a ferramenta de análise de
gestão laboratorial (Diagrama de Pareto) é de fundamental importância para detectar
desvios negativos que impactam na qualidade em saúde.

Esse estudo tratou-se de uma revisão histórica da gestão da qualidade, com ênfase
na evolução laboratorial, centralizada em que como o modelo (DP) pode auxiliar na
concisão dos aspectos que evitam problemas no gerenciamento das análises clínicas.
Teve como objetivo descrever os fenômenos da gestão da Qualidade (GQ),
explorando as principais características de um dos modelos de análise de gestão da
qualidade, o Diagrama de Pareto. Questionado a partir do pressuposto: como a ferramenta
do Diagrama de Pareto pode auxiliar na provisão de erros de gestão laboratorial?

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GESTÃO DA QUALIDADE: EVOLUÇÃO AO LONGO DA HISTÓRIA


W.A. Stewart, um estatístico norte-americano da década de 20, desencadeou a
preocupação inicial com a qualidade ao questionar a variabilidade na produção. Seu
legado inclui a introdução do Controle Estatístico de Processo (CEP) e a criação do Ciclo
PDCA, um método essencial para a gestão da qualidade, conhecido como o Ciclo Deming
da Qualidade. No pós-guerra, o Japão, devastado, adotou as práticas de Deming,
resultando em uma revolução gerencial silenciosa que, em paralelo à revolução
tecnológica do Ocidente, moldou a potência mundial japonesa (Longo, 1995).

O cenário pós-guerra também influenciou o planejamento empresarial, levando à


adoção do planejamento estratégico para alinhar produtos às demandas de mercado. A
crise dos anos 70 destacou a importância da disseminação de informações, e na década
de 80, o planejamento estratégico solidificou-se como vital, entrelaçado às novas técnicas
de gestão estratégica. Esta última considera variáveis técnicas, econômicas,
informacionais, sociais, psicológicas e políticas, visando o impacto estratégico da
qualidade no mercado e a sobrevivência das empresas em uma sociedade competitiva
(Longo, 1994).

A evolução da gestão da qualidade, conforme proposto por Garvin (2002), pode ser
dividida em quatro eras: inspeção, controle estatístico da qualidade, garantia da
qualidade e gestão da qualidade. A qualidade, então, passa a ser compreendida através
de elementos como desempenho, características, confiabilidade, conformidade,
durabilidade, atendimento, estética e qualidade percebida.

GESTÃO DA QUALIDADE EM SAÚDE


Na área da saúde, a preocupação com a qualidade emergiu na década de 1930, com
a criação da Ficha de Inquérito Hospitalar por Odair Pedroso. A década de 1980 viu a OMS
e a OPAS elaborarem um manual de Acreditação Hospitalar, visando garantir e aprimorar
a qualidade nos serviços de saúde. A Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina
Laboratorial (SBPC/ML) teve um papel crucial nesse cenário, lançando em 1977 o Programa
de Excelência de Laboratórios Médicos (PELM), buscando controle de qualidade interno e
externo (Vieira, 2005).
Em 1924, o Colégio Americano de Cirurgiões (CAC) iniciou a avaliação de qualidade
em saúde ao estabelecer o Programa de Padronização Hospitalar (PPH). Esse programa

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definiu padrões para garantir a qualidade da assistência aos pacientes, abrangendo


aspectos como a organização do corpo médico, exercício da profissão, preenchimento do
prontuário e a existência de diagnósticos e terapias. Além disso, a avaliação incorporou a
análise do desempenho de laboratórios clínicos e departamentos de radiologia. Nos
Estados Unidos, a auditoria hospitalar começou em 1918, revelando que, em 1950, 3290
hospitais foram aprovados pelo PPH, destacando a expansão do processo de avaliação ao
longo do tempo (Silva & Abrantes, 2019).
Em 1949, foi elaborado um Manual de Padronização com 118 páginas, mas devido à
Segunda Guerra Mundial, não se manteve. O CAC estabeleceu parcerias com várias
organizações, como a Associação Médica Americana e a Associação Americana de
Hospitais, buscando apoio para a melhoria da acreditação voluntária. No contexto
brasileiro, a Organização Nacional de Acreditação (ONA), fundada em 1999, desempenha
o papel de auditar hospitais para avaliar sua qualidade, utilizando o MEG (Modelo de
Excelência em Gestão) como ferramenta crucial para mensurar a gestão da qualidade em
instituições de saúde (Feldman; Gatto; Cunha, 2005).
A década de 1990 testemunhou o acordo sobre objetivos da qualidade e suas
especificações nos laboratórios clínicos, consolidando os conceitos de controle, garantia
e gestão total de qualidade. A evolução tecnológica facilitou a implementação desses
conceitos, mas trouxe desafios, como aumento de custos (Mendes, 1998). O setor
laboratorial, no entanto, foi pioneiro na aplicação de conceitos de qualidade na área da
saúde (Westgarg, 2004).
A Gestão da Qualidade Laboratorial é um componente essencial para garantir a
confiabilidade e precisão dos resultados em diversos setores, incluindo a saúde e a
pesquisa científica. Os laboratórios desempenham um papel crítico na produção de dados
precisos e consistentes, sendo fundamental para diagnósticos médicos, monitoramento de
tratamentos e avanços científicos. Nesse contexto, a gestão da qualidade busca
estabelecer e manter padrões rigorosos, abrangendo desde a seleção e treinamento de
pessoal qualificado até a implementação de procedimentos operacionais padronizados
(Marques, 2022).
Conforme Marques (2022) a implementação de sistemas de gestão da qualidade,
como a ISO 15189, é uma prática comum em laboratórios clínicos e de pesquisa. Esses
sistemas fornecem estruturas eficazes para a documentação de processos, controle de
qualidade interno, calibração de equipamentos e garantia da competência técnica da

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equipe. Além disso, a gestão da qualidade laboratorial está interligada com a manutenção
de boas práticas laboratoriais, garantindo a segurança dos profissionais, a integridade das
amostras e a rastreabilidade dos resultados. A busca constante por inovação e
aprimoramento contínuo são fundamentais nesse contexto, visando assegurar que os
laboratórios estejam em conformidade com as normas e aptos a contribuir de forma
confiável para avanços científicos e assistência à saúde.

O controle de qualidade em laboratórios clínicos, como discutido por Santos e


Trevisan (2021), envolve práticas de auditoria interna e externa com o objetivo de
assegurar a integridade e precisão dos resultados qualitativos e quantitativos. Este
processo abrange a observação detalhada de manuais, procedimentos, fluxogramas,
políticas internas e a capacidade de rastrear erros. O programa de controle de qualidade
é uma série contínua de ações que buscam garantir a reprodução e exatidão dos resultados
dos exames, com a constância e permanência desse controle em todas as atividades do
laboratório. Seus benefícios são percebidos na otimização do processo, padronização de
procedimentos, redução de tempo e desperdícios, e no aumento da certeza da qualidade
dos insumos e produtos.

A norma PALC, estabelecida pela RDC302/2005 que incide sobre todas as fases
críticas do laboratório clínico, assegurando qualidade e confiabilidade nos resultados de
segurança na qualidade dos exames, se destaca por sua adaptação aos laboratórios
clínicos, considerando critérios técnicos sobre coleta, conservação, atendimento ao
cliente e qualidade das análises. Esta norma promove a revisão e o aprimoramento dos
processos, visando confiabilidade e segurança, além de enfatizar aspectos como
organização geral, documentação, atendimento ao cliente, garantia de métodos,
reagentes e equipamentos (Pasquini, 2018).

DIAGRAMA DE PARETO E SUA RELAÇÃO COM A QUALIDADE LABORATORIAL


O controle da qualidade total adota diversas ferramentas para identificar causas raiz
e melhorar processos. Uma dessas ferramentas é o Diagrama de Pareto, proposto por
Vilarejo Pareto e aplicado à qualidade por Joseph Juran. A essência do princípio 80/20
sugere que 20% das causas resolvem 80% dos problemas, destacando as questões vitais de
um problema em relação às triviais (Sales, 2013).
A análise de Pareto separa as causas significativas das triviais, auxiliando as
organizações na alocação eficiente de recursos para resolver os problemas mais
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impactantes (Pozo, 2010). O Diagrama de Pareto, originado a partir dos estudos do


economista Vilfredo Pareto sobre a distribuição de renda na Itália, tornou-se uma
ferramenta fundamental na gestão da qualidade. Pareto observou que a riqueza não é
distribuída de maneira equitativa, mas, ao contrário, a maioria dela (80%) estava
concentrada nas mãos de uma pequena parcela da população (20%). Essa observação levou
à criação de um gráfico que expressa essa desigualdade e que ficou conhecido como
Diagrama de Pareto (Feigenbaum, 1994).
A relação 80/20 proposta por Pareto pode ser exemplificada em diversos contextos,
inclusive na qualidade. Por exemplo, em um banco, 80% dos valores depositados podem
pertencer a apenas 20% dos clientes, enquanto os 20% restantes são distribuídos entre os
80% dos clientes restantes. Essa relação foi extrapolada para a qualidade, levando à
classificação de problemas como a baixa renda e a classe A. A ideia central é que a maioria
dos defeitos está associada a um número reduzido de causas principais (Paladini, 2012).
O Diagrama de Pareto, representado uma ferramenta gráfica que permite identificar
e classificar os problemas de maior importância, responsáveis por 75% das ocorrências de
um problema específico. Essas causas tornam-se prioritárias para correção, pois ao
solucionar as principais, os esforços podem ser direcionados para a melhoria contínua do
processo e do produto (Paladini, 2012).

O diagrama de Pareto (DP) possibilita em sua análise classificar potenciais riscos


previsíveis sobre a demanda financeira, para que o material (reagente) utilizados nas
bancadas de análises clínicas vença o trimestre, período necessário para que os insumos
não se encerrem. As principais características do modelo de gestão por meio do DP são
avaliar fatores financeiros como o orçamento (público ou privado), a relação de insumo x
quantidade, a organização da estrutura da instituição bem como impactos gerados pela
má organização, distribuição dos recursos alocados, que impactam na qualidade em saúde
(Souza, 2019).

Em outra perspectiva, a aplicação do DP é realizada a partir de um questionário


quali-quantitativo que engloba variáveis como preço, custo, tempo, tipos de materiais,
licitação (quando envolve órgão público), público-alvo, provisão e demanda (Silva et al.,
2019).

A problemática apresentada “como a ferramenta do Diagrama de Pareto pode


auxiliar na provisão de erros de gestão laboratorial?” Salienta, propor que a ferramenta
do Diagrama de Pareto, proposta inicialmente por Vilfredo Pareto e posteriormente

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aprimorada por Joseph Juran, pode ser uma valiosa aliada na identificação e correção de
erros de gestão laboratorial nas análises clínicas. Ao aplicar esse instrumento, que destaca
a frequência e a importância relativa dos problemas, os gestores podem visualizar
claramente quais são os principais fatores contribuintes para os erros no processo
laboratorial.
Conforme Daniel & Murback (2014) na Era da Gestão da Qualidade, quando
aplicáveis as Normas Operacionais Padrão NOP, as ISO 9000; 9001; 9004 e 19011 da
fundamentação, dos critérios, das diretrizes e comportamentos da gestão de qualidade;
os Procedimentos Operacionais Padrão e de Risco (POP e PNR), além das Resoluções de
Diretoria Colegiada como a RDC 302/2005 que foi atualizada para 786/2023 incorporando
modelagem de triagem diagnóstica em farmácias comerciais, podem possibilitar a
consolidação da gestão de qualidade. Reconhecer a importância de ferramentas de gestão
da qualidade para otimizar processos laboratoriais como Diagrama de Pareto, possibilita
a identificação dos principais tipos de erros ou falhas, permitindo que a equipe de gestão
concentre seus esforços na resolução dos problemas mais significativos.
Utilizando a ferramenta (DP), é possível descrever as causas-raiz de problemas de
gestão, que ocorrem em modelos de fenômenos provocados pelo comportamento humano,
focando no problema matriz, reajustando as demais áreas para que haja equilíbrio e a
tomada de decisão não seja centralizada (Consenza et al., 2021).
Conforme, Boligon; Godoy; Medeiros (2014), a melhora da qualidade em saúde só
foi possível quando ações mecanizadas, sem cunho técnico passaram por reformas
gerenciais, incluindo a percepção do usuário/cliente, a educação continuada, a reforma
sanitária para além da visão centralizadora do gestor.
Assim, ao adotar essa abordagem, os gestores laboratoriais podem priorizar ações
corretivas, alocando recursos de maneira eficiente para resolver os problemas mais
impactantes. Isso contribui para a melhoria contínua da qualidade dos serviços oferecidos
nas análises clínicas e, consequentemente, para uma gestão laboratorial mais eficaz e
precisa.

CONCLUSÕES
A gestão da qualidade é uma parte fundamental da eficiência operacional em
laboratórios e ambientes de saúde. Ferramentas como o Diagrama de Pareto, desempenha

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papel crucial na busca pela qualidade e eficiência.

A evolução ao longo da história demonstra a importância crescente da qualidade na


prestação de serviços de saúde, e a aplicação dessas ferramentas proporciona meios
eficazes para identificar, controlar e melhorar processos, contribuindo para a satisfação
do cliente e a excelência operacional.
Portanto a interpretação do Diagrama de Pareto é crucial para a gestão da
qualidade. Ao identificar e corrigir as causas principais, uma organização pode otimizar
seus recursos e alcançar melhorias significativas na qualidade do produto ou serviço. Essa
abordagem estratégica, baseada na priorização das causas mais impactantes, contribui
para a eficiência operacional e a satisfação do cliente. O Diagrama de Pareto, assim,
permanece como uma ferramenta valiosa na busca pela excelência e melhoria contínua
no âmbito laboratorial.

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