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Benefícios da Erva de Santa Luzia

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EWE KARODO - Commelina elegans

A erva de Santa Luzia é nativa da América Tropical, mas também encontrada na África e Ásia.

Ela também é conhecida por: andaca, andacá, andarca, erva-de-santa-luzia, maria-mole,


marianinha-branca, rabo de cachorro.

Esta erva daninha é uma espécie invasora, que cresce em lavouras e terrenos baldios. Ela
também é um hospedeiro de nematóides e fitopatógenos. Sua substância leitosa é prejudicial
para os animais.

As plantas liberam uma substância leitosa ao serem feridas. Planta anual, capaz de se
reproduzir através de sementes. Ocorre em locais com boa umidade e pouca vegetação.

A planta floresce o ano todo e se reproduz através de sementes. A erva de Santa Luiza é
geralmente encontrada em terrenos úmidos e com pouca vegetação.

Na medicina popular a erva de santa Luzia é usada como diurética, anti-reumática e contra
afecções oculares e infecções em geral

Benefícios da Erva de Santa Maria Para Saúde:

A Commelina nudiflora é indicada no tratamento da angina, de hemorragias, hemorroidas,


herpes, reumatismo, verrugas entre outras.
Já a Euphorbia hirta possui mais benefícios medicinais, ela pode ser usada no tratamento de
asma, bronquite, enfisema, tosse nervosa, catarro, febre do feno e disenteria amébica.

Seu uso externo é indicado para queimaduras e também verrugas. Todas as partes dessa
planta podem ser usadas, além do seu suco.

Para fazer o suco elas são cortadas quando estão florescendo e usadas frescas, para infusões,
extratos líquidos e tinturas são usadas secas.

Esta é uma erva picante, amarga e também anti-séptica que expele flegma e alivia espasmos.

Malefícios da Erva de Santa Maria:

Não há relatos de efeitos colaterais ou contraindicações no uso da Commelina nudiflora e nem


da Euphorbia hirta, porém a substância leitosa que sai dessa segunda erva é prejudicial aos
animais. Algumas espécies podem ser tóxicas e causar certos tipos de alergia.

ERVA-DE-SANTA-LUZIA – Euphorbia hirta


Uma plantinha que nasce em calçadas , jardins e se der uma olhada no seu quintal, pode ser
que também tenha em algum cantinho!

Se você achava que era uma praga, coloque seus “óculos APS” e olhe novamente: a Erva-de-
Santa-Luzia é um poderoso medicamento natural!

Antes de utilizar é preciso conhecer sua segurança. Pesquisas indicam que o uso desta planta
mesmo por tempo prolongado ou em dosagens altas não apresenta toxicidade.

Todavia, o uso prolongado pode causar problemas no aparelho reprodutor masculino,


podendo levar à infertilidade, com redução de até 80% na motilidade dos espermatozóides.

Como antimicrobiano, os extratos da planta apresentam expressiva ação contra diversos tipos
de bactérias causadoras de problemas em humanos.

O extrato da erva de santa luzia foi testada como antidiarreica, demonstrando boa atividade,
retardando o trânsito intestinal em vários modelos de diarreia.

Os extratos foram eficientes no combate a diversas bactérias causadoras de infecções


intestinais.

Como antitérmico em dosagens mais altas mostrou capacidade de reduzir a temperatura


corporal com bastante eficiência, ou seja, é uma excelente opção para controlar as febres.

Como anti-inflamatório, os extratos foram capazes de reduzir os efeitos inflamatórios em casos


agudos de inflamação. Já em casos crônicos, não houve efeito anti-inflamatório. Em casos de
Asma, sua capacidade anti-inflamatória sobre o sistema respiratório demonstrou resultados
positivos.

O extrato da erva de santa luzia tem efeito analgésico e demonstrou atuar no Sistema Nervoso
Central, não apenas reduzindo a sensação de dor, mas também como ansiolítico e sedativo
forte, mesmo em baixas dosagens.

Também demonstrou a capacidade de proteger a cartilagem nos casos de artrite, evitando sua
erosão. Apresentou grande capacidade nefroprotetora, recuperando os padrões fisiológicos
dos rins em casos de intoxicação química.

A erva de santa luzia foi testada como diurética e demonstrou capacidade comparável à da
acetazolamida.

Como antiofídico, inibiu os efeitos tóxicos do veneno de Naja em até 93%, evitando a morte
das cobaias.

No caso de queimaduras, o extrato da planta se mostrou eficiente em acelerar a cicatrização e


regeneração dos tecidos.

No tratamento da malária, foi capaz de inibir mais de 40% do desenvolvimento do


Plasmodium.

No controle da diabetes a erva de santa luzia, foi capaz de inibir a glucosidase, reduzindo a
hiperglicemia pós-prandial, que é aquele aumento da glicemia que ocorre após as refeições.
Verificou-se que o potencial das folhas da planta em controlar os níveis de glicose é
comparável à da gliclazida, um medicamento químico muito utilizado pelos diabéticos.

Em casos de HIV, demonstrou ação retroviral reduzindo a replicação do vírus.


Contra o câncer, a planta tem forte ação na indução da morte de células de câncer de mama,
câncer de cólon e câncer de pulmão.

Contra células de câncer de laringe, a inibição chegou a 80%. Reduziu significativamente o


desenvolvimento de células de leucemia mieloide.

E a ação mais amada pelos alunos do autor da própria saúde é a do controle do sistema
imunológico! Como anti-histamínica, verificou-se potente capacidade anti-anafilática e
imunossupressora, podendo ser utilizada em casos graves de alergia e outras doenças
autoimunes.

Wòròmobà -alfavaca

efínrín oshó, efínrín ògàjà, amówókúrò, ayé, wòròmobà e


efínfín nlá

Wòròmobà máa gbówó fún mi wá

O chá de alfavaca pode eliminar toxinas e combater processos inflamatórios, pela alta
concentração de flavanoides. Na presença de sintomas de gripes e resfriados, tosse e dor de
garganta, o chá de alfavaca é um excelente expectorante das vias aéreas superiores, auxiliando
na eliminação de mucos e secreções.
A Alfavaca é um tipo de manjericão classificada como erva equilibradora e reconstrutora de
energias que nos oferece motivação e ânimo. Sua energia sutil nos afina e carrega com as
vibrações ordenadoras e potencializadoras da cura e regeneração espiritual.

ÀBÁMODÁ
kantíkantí, kóropon e erú òdúndún

Àbámodá àbá mi kò se àìse

Àbá ti alágemo bá dá,

L’òrìsà Okè ngbà

Mo dá àbá owo
AMENDOEIRA

Folha de Ejiogbe, odu ifá

OXIBATA

FOLHA DO ODU EGIOGBE


Brinco de princesa

FOLHA DO ODU EGIOGBE

Romã – (punica granatun)

Folha de ifá, do Odu Ejiogbe


Rosa branca

Common questions

Com tecnologia de IA

Commelina nudiflora is noted for its use in treating angina, hemorrhages, and hemorrhoids, among other conditions . In contrast, Euphorbia hirta is utilized for a wider range of ailments, including asthma, bronchitis, burns, and as an antimicrobial and diuretic. While both plants have antimicrobial capabilities, Euphorbia hirta offers additional benefits like anti-cancer and antidiabetic effects that Commelina nudiflora does not .

Euphorbia hirta serves as a valuable medicinal plant, providing treatment for conditions such as asthma, burns, and certain infections . However, it is also an invasive species, potentially threatening local ecosystems by dominating habitats and hosting nematodes and pathogens, which can be detrimental to agriculture and biodiversity . This dual role highlights the importance of managing its spread while utilizing its medicinal properties responsibly.

Euphorbia hirta's antimicrobial properties are instrumental in its traditional use, particularly for gastrointestinal issues, as it effectively combats intestinal infections by targeting various harmful bacteria . This supports its widespread use in folk medicine for treating diarrhea and other stomach problems, providing a natural remedy alongside conventional antibiotics .

Euphorbia hirta shows significant potential in cancer treatment, inducing cancer cell death in breast, colon, and lung cancers, and inhibiting over 80% of larynx cancer cells . It also prevents the development of myeloid leukemia cells. These strong anti-cancer properties highlight its potential as a complementary therapy in oncology, although further studies are needed for clinical applications .

Euphorbia hirta demonstrates significant effects on the central nervous system, serving as a sedative and anxiolytic even at low doses . Its analgesic properties reduce the sensation of pain, indicating its utility in mitigating anxiety and stress-related symptoms. This dual action as a sedative and pain reliever makes it a potent natural remedy for nervous system-related conditions .

Euphorbia hirta, also known as erva-de-santa-luzia, has numerous health benefits, including its use as a diuretic, anti-inflammatory, antimicrobial, and in treating asthma, burns, and fever. It has been shown to have effects against diabetes, HIV, cancer, and stomach discomfort . However, the plant's milky latex is harmful to animals, and its prolonged use might lead to male reproductive issues, such as reduced sperm motility, which could induce infertility .

Euphorbia hirta shows comparable efficacy to gliclazide, a standard diabetic medication, in controlling glucose levels by inhibiting glucosidase, which reduces postprandial hyperglycemia . This comparable effectiveness suggests Euphorbia hirta could be a natural alternative or complement for managing diabetes, offering a holistic approach alongside conventional treatments .

Euphorbia hirta demonstrates nephroprotective capabilities by helping restore renal functions in cases of chemical intoxication, thus playing a significant role in renal health . Its ability to recover physiological renal patterns positions it as a potential agent in treatments addressing kidney damage due to toxins, offering a natural therapeutic alternative in nephrology .

Euphorbia hirta possesses antiviral properties, demonstrated by its ability to reduce HIV replication . This antiviral effect, combined with its other medicinal properties, suggests Euphorbia hirta could be a potential complementary treatment in managing HIV, providing an increased defense mechanism alongside standard antiviral therapy .

Euphorbia hirta extracts have shown efficacy in reducing inflammation for acute conditions . However, they do not exhibit similar effects in chronic inflammations, suggesting that while it can be a feasible option for immediate inflammatory relief, it may not be suitable for long-term inflammatory diseases. This limitation necessitates combining Euphorbia hirta with other treatments for chronic conditions .

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