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Fundamentos de Radiologia e Imaginologia

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marcelo.camargos
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Elaborado por: @futuradraemili

elétrons nessa plaquinha de metal é que forma a radiação x.


Velocidade de choque com o anteparo.

- Produtor de elétrons
- elétrons livres
→ RADIAÇÃO IONIZANTE : Possui capacidade de
movimentar elétrons entre as camadas e de ionizar a matéria. - acelerador desses elétrons (força de atração)
Ex: Radiação x (tomografia computadorizada) e radiação - anteparo para que esses elétrons se choquem
gama.
- Vácuo (meio que proporciona a nuvem)

→ EFEITO DELETÉRIO: Tem a capacidade de alterar ou AUSÊNCIA DE RAIO X:


matar as nossas células.
 Vazamento de óleo
 Aquecimento do tubo
→ COLIMAÇÃO: colimador é uma barreira metálica com
uma abertura no meio usada para restringir o tamanho do Perda de vácuo = Ausência de Raio X.
feixe de raios X e o volume de tecido irradiado.

→ NATUREZA DO RAIO X: Tratam-se de ondas


eletromagnéticas. COMPONENTES APARELHO DE RAIO X:

 Ondas < comprimento > poder de penetração:  Base


(Quanto menor o comprimento de onda desse feixe maior o  Corpo
poder de penetração ele terá)  Cabeçote
 Braço articular
 Ondas > comprimento < poder de penetração:
(Maior comprimento menor penetração)  COLIMADORES: Feito de chumbo (2mm).
Dois Tipos:
 Colimadores redondos
ELEMENTOS FUNDAMENTAIS PARA A PRODUÇÃO
 Colimadores retangulares
DOS RAIOS X:
 Permite que uma menor área da face do paciente
 Elétrons seja irradiada. (60 a 70%).
 Acelerador dos elétrons  Espessura e diâmetro colimador: Feixes de RX
 Alvo ou anteparo dentais normalmente são colimados num círculo de 2/4
 Vácuo polegada de 7 cm de diâmetro na face do paciente.
* Precisa-se desses 4 elementos para que haja
a produção do raio x.  FILTROS: Reduz cerca de 50% da dose de radiação
que atingiria o paciente. Composição: Alumínio. Localizado na
saída do cabeçote. Espessura de 1mm.
PRINCIPIO DA EMISSÃO TERMOIÔNICA :
 POSICIONADORES: Devem ser cilíndricos, pois
→ Todo metal aquecido no vácuo produz ao seu redor reduzem a exposição ao paciente devido a menor divergência
uma nuvem de elétrons. do feixe. (Facilita a execução da técnica. Diminui a
→ Quanto maior for a corrente elétrica, maior a nuvem quantidade de repetições)
eletrônica, maior o número de elétrons e maior a quantidade  Tipos:
de raios x. 99,8% se transforma em calor, 0,2% em raio x (alto o Hanshin
desperdício) o RINN (Posicionador para endodontia)
perda de vácuo = ausência de raios x.
 MARCADORES DE TEMPO: A precisão dos
FORMAÇÃO DE RAIO X: Filamentos de metal Cátado marcadores de tempo é muito importante na redução da
e ânodo serão polarizados um com carga negativa e outro dose recebida pelo paciente.
positiva. Filamentos de metal serão aquecidos e formará uma *Fora da sala de atendimento (Verificado por Inmetro e
nuvem de elétrons. A força de atração puxará o elétron que vigilância - Aparelhos / Defasagem 3 anos)
está livre. Essa velocidade de choque entre essa nuvem de  Exposição analógica: 0,7” a 1´
 Exposição digital: 0,2 a 0,3”  SOLUÇÃO REVELADORA: (odor de vinagre – Tampa
 RX Digital diminui em média 30% a dose de radiação sempre vermelha)
do paciente. Diagnóstico superior.  SOLUÇÃO FIXADORA: (odor de amônia – tampa cor
azul)
 PROTETOR DE TIREÓIDE: Estima-se uma redução da
dose na glândula tireoide em cerca de 50%.  TIPOS DE CÂMARAS ESCURAS:
(Não se usa em panorâmica. Precisa analisar região de Portátil, Quarto e Labirinto.
pescoço)

 AVENTAL DE BORRACHA PLUMBÍFERA  ETAPAS:


(CHUMBO): Principal objetivo: proteção gonodal, ou seja, a  Revelação (Redução de ions de prata expostos ao
redução da exposição da radiação secundária nos órgãos de RX)
reprodução.  Banho intermediário (lavagem com água para
*Evita ainda a radiação secundária no tecido remover o revelador)
hemocitopietico no tórax e abdômen.  Fixação (Remover da emulsão dos cristais de haleto)
 Lavagem final (Remover com água toda emulsão
 QUANTIDADE DE RAIO X: Miliamperagem (mA) fixadora)
(Produz o raio) - tempo de exposição, distância foco-  Secagem (Expor o filme a secagem)
filme, diafragma (colimador)
 DICAS PARA PROCESSADOR PORTÁTIL
 QUALIDADE DE RAIO X: Kilovoltagem (kV) -  Deixar no revelador até aparecer as estruturas –
(contraste preto e branco), tamanho da área focal, filtragem dente ou osso.
(até 50% da radiação). Quanto mais próximo o objeto do  Verificar a cada 10/15” (45 a 1”)
filme, mais real vai ser a imagem.  Lavar: 25 a 30” (metade da revelação)
 Fixador: 1´30” (dobro da revelação)
 Lavagem final água corrente 1’30’ a 1´45” (dobro do
Técnicas Radiográficas
revelador)
 Dica: deixar 3 minutos fixando a película. No máximo
10 minutos.
 INTRABUCAIS: Dente e osso (detalhes do dente)
 EXTRABUCAIS: panorâmica, póstero anteriores,  O QUE DETERMINA QUE UMA IMAGEM SEJA
tomografia, ultrassonografia = exames iniciais, poucos RADIOLUCIDA OU RADIOPACA?
detalhes. A estrutura do tecido. Quantidade de mineral e
 INTERPROXIMAIS: Adaptação de coroas e densidade que tem o tecido. A resistência que esse tecido
restaurações; Cárie; Nível de cristas ósseas oferece a passagem de radiação. Quanto de absorção que
 OCLUSAIS: Ossos maxilares (disjunções ósseas); tem o tecido.
Patologias (cistos, cálculos de glândulas salivares, tumores,)

FILME RADIOGRÁGICO Erros na radiografia


 PICOTE: É um ponto de relevo gravado em uma das
margens do filme e tem a função de orientar na identificação
para interpretação. A face do picote indica o lado do filme que  RADIOGRAFIA CLARA: exposição insuficiente, pouco
deverá ficar voltado para o localizador (ou tubo) do aparelho tempo no revelador, Tempo de exposição curto.
de raio x. o Ação: Aplicação das técnicas corretamente.

 IMAGEM LATENTE: forma imagem, não é visível a  ÁREAS CLARAS OU TRANSPARENTES: Fixação
olho humano. excessiva.
 IMAGEM VISÍVEL: uso de soluções químicas, o Ação: Tempo máximo de fixação 10 minutos.
processo digital para revelar a imagem.
 IMAGENS ESCURAS: Excesso de exposição, tempo de
revelador muito longo, temperatura do revelador alta.
 MANCHA BRANCA EM UMA DAS EXTREMIDADES: o Ação: Fixação satisfatória. Não deixar restos de
interferência do diafragma, não foi totalmente sensibilizado fixador na película na hora da secagem.
pelo Raio X. Localizador não foi centralizado no filme.
o Ação: Dirija o Raio central para o meio do filme.  IMAGEM ESCURA TRANSVERSAL OU VERTICAL:
Falta de cuidado no acondicionamento e manuseio do filme.
 IMAGEM ESCURA COM IMAGEM DUPLA o Ação: Verificar armazenamento e manuseio do
SOBREPOSTA: 2 exposições no mesmo filme. filme.
o Ação: Revele o filme imediatamente após exposto.
 IMAGEM RADIOGRÁFICA BRILHANTE E CLARA COM  IMAGENS CLARAS E ESCURAS NA PELÍCULA:
PADRÃO EM RELEVO (DECALQUE): filme colocado ao Grampo/colgadura suja de revelador/fixador.
contrário no posicionador. o Ação: Processar o filme com cuidado. Manter área
o Ação: Colocar o filme na boca com a parte de trabalho limpa.
lisa(branca) em direção ao tubo de Raio X.
 ARCADA SUPERIOR
 IMAGEM SEM NITIDEZ: Paciente se movimentou. 1. Molares
o Ação: posição correta e imóvel. 2. Pré-Molares
3. Canino e Incisivo Lateral
4. Incisivos centrais
 SOBREPOSIÇÃO DAS FACES PROXIMAIS: o raio
central não foi dirigido ortodialmente (paralelo as faces)  ARCADA INFERIOR
o Ação: o Raio central deve ser ajustado de acordo 1. Molares
2. Pré-molares
com o posicionador, e o filme.
3. Canino
4. Incisivos Central e Lateral inferior
 DENTES COM PROPORÇÕES DIMINUIDAS
(ENCURTAMENTO): Ângulo vertical acentuado, maior que o
necessário.
o Ação: Ajuste o ângulo do Raio Central à técnica
escolhida. Uso de posicionadores diminui esses erros.

 DENTES COM PROPORÇÕES AUMENTADAS


(IMAGEM ALONGADA): Ângulo vertical menor que o normal
recomendado.
o Ação: Ajuste o ângulo do Raio Central à técnica
escolhida ou usar posicionadores.

 MANCHAS TRANSPARENTES OU CLARAS NA


IMAGEM RADIOGRÁFICA: Fixador, gordura, ou óleo sobreo
filme antes do processamento.
o Ação: Processe os filmes cuidadosamente, mantenha
Anatomia
a área de trabalho limpa.

 IMPRESSÕES DIGITAIS CLARAS: Gordura ou fixador MAXILA


nos dedos.
o Ação: Mantenha os dedos e a câmara escura limpa.  MOLAR SUPERIOR:
 Hâmulo Pterigoideio/ Gancho Pterigoide
 MANCHA ESCURA OU LINHAS: filme esteve em
contato com outro filme ou com o tanque durante a fixação.
o Ação: Cuidado ao processar. Certificar que não
esteja em contato com qualquer outra superfície.

o IMAGEM AMARRONZADA: Fixação ou lavagem


inadequadas.
 Túber da Maxila

 INCISIVO LATERAL E CANINO SUPERIOR


 Y Invertido de Ennis

 Processo Coroníde da Mandíbula

 INCISIVO CENTRAL SUPERIOR


 Fossa Nasal/ Septo Nasal

 Seio Maxilar

 Osso Zigomático
 Concha Nasal Inferior

 PRÉ MOLARES SUPERIORES


 Soalho da Fossa Nasal
 Espinha Nasal Anterior
 Sutura Maxilar  Fóvea Submandibular

 Canal Mandibular
 Sombra das Narinas

 PRÉ MOLARES INFERIORES


 Forame Mentual

 Forame Incisivo

 CANINO
 Aplicando técnica e angulação correta não se vê nada.

 INCISIVO INFERIOR
 Base da Mandíbula

MANDÍBULA

 MOLARES INFERIORES
 Linha Obliqua Externa
 MICRODONTIA: os dentes são menores do que o
tamanho normal.
 Espinha Mentual
 MACRODONTIA: os dentes são maiores do que o
tamanho normal.
 DENTE CONÓIDE: coroa lembra um “cone” (laterais
superiores)
 TAURODONTIA: Os dentes possuem câmaras
pulpares maiores no sentido vertical e as raízes curtas
 DENS IN DENS / DENTE INVAGINADO: Invaginação
da superfície externa do dente, tanto na coroa quanto na
raiz.
 DENTE EVAGINADO: Contrário do Dens in Dens. É
um tubérculo coberto por esmalte. Normalmente na lingual/
 Foramina Lingual / Forame Cego palatina/ oclusal dos dentes
 TRANSPOSIÇÃO: Quando um dente troca de lugar
com outro. (Canino trocou de lugar com o PM)
 TRANSMIGRAÇÃO: Migração de dente sem motivo
aparente, atravessando a linha média.
 POSIÇÃO ECTÓPICA: dente localizada em posição
incomum. (Dente no seio nasal, seio maxilar)

 Canais Nutritivos
 DISPLASIA ÓSSEA PERIAPICAL:
 Mulheres
30/40 anos (é mais comum, mas pode acontecer em
qualquer pessoa)
 Raça negra
 Incisivos e molares inferiores
 Essas lesões são caracterizadas pela substituição do
tecido ósseo normal por tecido conjuntivo fibroso.

3 estágios – Diagnóstico diferente em cada fase.

1° Estágio: Radiolúcida
 FUSÃO: Dois dentes unidos entre si com a presença 2° Estágio: radiolúcida + radiopaca
de duas raízes e duas coroas (normais ou bífidas)
3° Estágio: Radiopaca
 GEMINAÇÃO: Duas coras unidas total ou
parcialmente apresentando uma só raiz (normal ou  DISPLASIA ÓSSEA FLORIDA
aumentada de tamanho) Displasia aparece em mais de um quadrante.
 CONCRESCÊNCIA: União de dois dentes pelo  OSTEÍTE CONDENSANTE
cemento.  Imagem radiopaca.
 DENTE SUPRANUMERÁRIO: Presença de dente a  Reação a um processo infeccioso.
mais do número normal existente na arcada.  Mineralização no local para conter um agente
infeccioso.
 EUMORFO: anatomia lembra do dente que está  Acúmulo de cálcio.
localizado o supranumerário.  ESCLEROSE ÓSSEA
 DISMORFO: anatomia diferente do dente em que  Imagem radiopaca.
está localizado o supranumerário.  Não se sabe o motivo e não está associada a
 MESIODENS: dente supranumerário entre os IC (linha nenhum motivo.
média)  Não associado a processo infeccioso.
 PERIOSTITE PROLIFERATIVA
 Resposta a um estímulo crônico inflamatório Quanto mais afastada estiver a fonte de raios x do
 Expansão óssea objeto e do filme mais fiel será a imagem, aproximando-se do
 Periósteo forma sucessivas camadas de osso tamanho real do objeto.
reacional paralelas entre si
 Crianças  EXECUÇÃO DA TÉCNICA DO PARALELISMO
 1° Molar inferior  Filme colocado com a parte lisa para exposição aos
 Aspecto de Casca de Cebola raios x;
 Centralizar a região a ser radiografada;
 Picote voltado para as faces oclusais (dentes
 TÓRUS posteriores) e incisais (dentes anteriores).
Formação de tecido ósseo sem motivo aparente.  Para os dentes anteriores os filmes são colocados
(Palato e região inferior lingual da mandíbula) verticalmente.
 Para os dentes posteriores os filmes são colocados
 EXOSTOSE ÓSSEA horizontalmente.
Região vestibular do rebordo alveolar (mandíbula ou
maxila)  VANTAGENS TÉCNICA DO PARALELISMO
 Maior simplicidade de execução da técnica (ângulos
verticais, horizontais determinados pelo posicionador);
 As radiografias são padronizadas
 Menor distorção de forma e tamanho;
 Registram as imagens dos limites, as posições e os
contornos mesiodistais dos dentes e tecidos adjacentes.  Não é necessário posicionar a cabeça do paciente.
 Intuito de ver detalhes do dente, raiz, tecidos
ósseos, tecidos adjacentes e periodonto.  DESVANTAGENS TÉCNICA DO PARALELISMO
 Tipos:  Proporciona desconforto ao paciente;
o Técnica periapical da bissetriz ou cone curto  Necessidade do posicionador
o Técnica paralelismo ou cone longo  Cuidados de desinfecção e esterilização

 INDICAÇÕES:
1. Avalição da coroa e raiz  SUPORTE ESPECIAL PARA FILME RADIOGRÁFICO
2. Estudo das relações anatômicas entre dedicação decídua  Aleta de mordida
e permanente, assim como a cronologia de erupção.  Haste de orientação
3. Alterações coronárias (Cárie e destruição coronária)  Anel localizador
4. Conhecimento da forma, tamanho e número das raízes
5. Presença de anomalias dentarias
 VANTAGENS TIPO HANSHIN:
6. Avaliação do tratamento endodôntico (verificar a
 Fácil manuseio
quantidade de raízes do dente) / periápice do dente
 Filme paralelo ao longo eixo do dente e incidência do
permanente ou decíduo;
feixe perpendicular ao filme e dentes.
7. Avaliação de ósseointegração de implantes metálicos
8. Presença de alterações patológicas
9. Presença de alterações periodontais.  EXECUÇÃO TÉCNICA:
 Região de molares superiores (Referência: Distal do
2° PM)
TÉCNICA PARALELISMO  Região de pré molares superiores (Referência: Distal
(Uso de posicionadores) do Canino)
Ideal é que o filme fique paralelo em relação ao longo  Região de incisivos laterais e caninos superiores (Ref:
do eixo do dente e que o raio incida em ângulo reto no filme Distal do IC – 11 ou 21)
e no dente. Em 90°.  Região de incisivos centrais superiores (Ref.
Centralizar o IC no filme. Aparece mesiais dos dentes 12 e 22)
 FEIXE DE RAIO X  Região de molares inferiores (Ref. Face distal do
Perpendicular ao objeto e ao filme, caso contrário, dente adjacente da região que vai radiografar – 2° PMI)
poderá resultar em alongamento, encurtamento da estrutura  Região de pré molares inferiores (Distal do canino)
 Região de caninos inferiores (centralizar o canino no
filme)  FILMES/DIVISÃO:
 Região de incisivos inferiores (centralizar os  4 películas (região de PM e M – direito e esquerdo)
incisivos)
 Posicionador: haste de orientação e posicionador
para o filme.
 PONTOS DE ORIENTAÇÃO POR REGIÃO:  A radiografia interproximal é obtida por meio de
 IC (centralizar a ponto do nariz no posicionador) suportes porta-filme, que já fornece as angulações verticais,
horizontais e área de incidência.
 Lateral e canino (referência asa do nariz)
 Haste em forma da letra “T” orienta o cilindro
 Pré-molares (referência centro da pupila)
localizador do aparelho de raios x como se dividisse em partes
 Molares (referência canto do olho)
iguais (superior e inferior)
 Quando essa técnica é empregada sem o posicionado
 QUAL O ASPECTO RADIOGRAFICO DA CÁRIE
é adapta-se uma asa de mordida, onde o paciente deve ocluir.
DENTÁRIA?
 O feixe de raios X é direcionado com ângulo vertical
Radiolúcida.
de 6 a 8° (PM) e 8 a 10° (molares), paralelos aos espações
interproximais e perpendicular ao filme.
 O feixe é alinhado entre os dentes e paralelo ao
plano oclusal e faces interproximais, sendo direcionado
através dos pontos de contato.
 Deve-se cuidar com a angulação para evitar
 Também chamada de bite-wing sobreposição de imagens.
 Indicação principal: adaptação de restaurações e
coroas, cáries nas faces interproximais e nível de crista óssea  PROJEÇÃO DOS PRÉ MOLARES:
alveolar.  Campo de visão: porção distal do canino superior e
 Todas indicações: mostrar igualmente as coroas dos dentes pré-molares
o Diagnóstico de cáries interproximais em estágio superiores e inferiores.
inicial.
o Revelar cáries secundárias em restaurações;  PROJEÇÃO DOS MOLARES:
o Relação cárie e câmara pulpar;  Campo de visão: porção distal do molar mais
o Avaliar adaptações marginais das restaurações posteriores erupcionado e mostrar igualmente as coroas dos
(excesso ou falta); molares superiores e inferiores.
o Avaliação da condição periodontal visto estabelecer
uma boa perspectiva da crista óssea alveolar e altura óssea.  PLANO CAMPER: ASA DO NARIZ ATÉ O TRAGOS
 Este exame deve incluir a coroa dos dentes superiores POSICIONADOR FICA PARELO AO PLANO DE CAMPER.
e inferiores e a crista alveolar num mesmo filme.

 VANTAGENS INTERPROXIMAL
 Avalia simultaneamente as superfícies interproximais
dos dentes superiores e inferiores; Variações quanto:
 Expõe menos o paciente da radiação x;  Morfologia
 Proporciona exame mais detalhado e com maior  Dimensão
nitidez das faces interproximais e oclusais dos dentes  Posição
posteriores.

 DESVANTAGENS INTERPROXIMAL  ÓRGÃO DENTÁRIO


 Não há indicação quando o dente antagonista está  Esmalte
ausente;  Dentina
 Para os dentes anteriores o exame clínicos é mais  Câmara pulpar
indicado;  Cemento
 Não mostra periápice  Osso alveolar
 Extrusão dentária severa
 ESMALTE  Integridade da lamina dura em volta do ápice do
 Tecido mais mineralizado do dente (90%) mineral) dente -> vitalidade pulpar
 Imagem radiopaca bem definida
 Recobre toda a coroa  CRISTA ÓSSEA ALVEOLAR
 Quanto mais mineralizado o tecido (esmalte) maior a  Limite do rebordo alveolar, a perda dela significa
concentração de cálcio/minerais – maior retenção da problemas periodontais.
passagem de raios x => radiopacidade
 Quanto menos mineralizado o tecido (tecidos moles)
– menor retenção dos raio x = < radiopacidade.
 Alterações mais comum que afeta o esmalte -> CÁRIE

 ESPAÇO PERIODONTAL OU PERICEMENTÁRIO


 Corresponde ao espaço ocupado pelo ligamento
periodontal (não visível nas radiografias)
 DENTINA  Radiograficamente é uma linha bem nítida localizada
 Observada imediatamente abaixo do esmalte, na entre a raiz e a lâmina dura. Radiolúcida
porção coronária do dente e também compõe maior parte da
raiz
 Possui radiopacidade  OSSO ALVEOLAR
menor que a do esmalte  Porção esponjosa apresenta-se com trabéculas
 Linha de demarcação ósseas (RO) delimitando os espaços medulares (RL)
entre esmalte e dentina ->
junção amelo-dentinária (JAD)
 75% mineral

 CÂMARA PULPAR E CONDUTOS RADICULARES


 Em condições normais
Radiolúcido.
 Espaços onde se encontra a  RADIOLOGIA - ENDODONTIA
polpa dentária  Conhecimento anatomia
 Variações anatômicas
 CAVIDADE PULPAR (POLPA)  Destreza manual
 Domínio técnica
 Conhecimento radiográfico

 CEMENTO  AVANÇOS TECNOLÓGICOS


 Recobre a dentina na porção radicular  Localizadores apicais
 Não é visualizado  Microscópios
radiograficamente  Sistemas rotatórios
 50% mineral  Tomografia computadorizada

 ALTERAÇÕES PERIAPICAIS
 Aumento do espaço pericementário
 Rarefação óssea periapical difusa
 LÂMINA DURA
 Rarefação óssea periapical circunscrita
 Fina camada de osso alveolar compacto que
circunda a raiz do dente
 Linha radiopaca contínua ao redor da raiz do dente
 Sua continuação forma a crista alveolar
 Aumento do espaço Pericementário  Jamais se começa um tratamento endodôntico sem
 Lâmina dura intacta (preservada) uma radiografia.
 Imagem acompanha o formato do espaço  Remoção do tecido cariado
pericementário  Abertura coronária / Cirurgia de acesso
 Teste de sensibilidade positivo  Isolamento absoluto
 Pode ser reversível  Pulpectomia
 Movimentação  Radiografia odontométrica
ortodôntica  Instrumentação
 Contato prematuro  Irrigação (PQM – Preparo Químico)
 Trauma agudo  Radiografia conométrica
 Inflamação na polpa  Obturação dos condutos (cones principais e cones
acessórios)
 Rarefação óssea periapical difusa  Radiografia final
 Não se observa a lâmina dura
 Imagem radiolúcida sem delimitação  AVALIAÇÃO TRATAMENTO ENDODÔNTICO
 Teste de sensibilidade positivo/negativo (pós  Aquém do limite apical
abcesso) (parcialmente obturado)
 Polpa necrosada (dente vivo/morto)  Além do limite apical (conduto
 Osso irregular extravasado)
 Irreversível  No limite apical (conduto obturado)
 Resposta aguda / Crônica
 Cárie/ prótese
 Tratamento endodôntico mal sucedido
 Necrose na polpa
 Trauma

DENTÍSTICA

 Classe I
 Cavidades preparadas em regiões de má coalescência
de esmalte, cicatrículas e fissuras, na face oclusal de pré-
molares e molares, 2/3 oclusais da face vestibular dos molares
e na face lingual dos incisivos superiores, ocasionalmente, na
face palatina dos molares superiores. (pega região oclusal)
 Rarefação óssea periapical Circunscrita  Classe II
 Não se observa a lâmina dura  Cavidades preparas que envolvam as faces proximais
 Imagem radiolúcida delimitada por halo radiopaco dos pré-molares e molares.
(circular ou oval)  Classe III
 Teste de sensibilidade normal negativo  Cavidades preparadas nas faces proximais dos
 Polpa necrosada (dente morto) incisivo e caninos, sem remoção do ângulo.
 Cisto ou granuloma  Classe IV
 Irreversível  Cavidades preparadas nas faces proximais dos
 Resposta crônica incisivos e Caninos, com remoção e restauração do ângulo
 Cárie / prótese / restaurações incisal.
 Tratamento endodôntico mal sucedido  Classe V
 Necrose na polpa  Cavidades preparadas no terço gengival, não de
cicatrículas, das faces vestibular e lingual de todos os dentes;
 TRATAMENTO ENDODÔNTICO
 Radiopaco
 Radiografia inicial
IMPLANTODONTIA  Prótese total removível
 Dente pilar: dente ou implante para suportar a coroa.
 Planejamento: tomografia computadorizada  Pôntico: coroa de porcelana
 Acompanhamento de osseointegração: radiografia
periapical.
 Aspectos radiográficos:
o Implante: radiopaco
o Enxerto: radiopaco  Dente 45: coroa
Caso apresente radiolúcida pode estar ainda em protética com falta de
processo de osseointegração ou alguma alteração anormal – adaptação nas proximais,
Reação Perimplantar (em caso de já está osseointegrado) canal obturado (tratamento
 Composição: titânio (+comum) e zircônia. endodôntico no limite
 Iatrogenias: refere-se a um estado de doenças, apical), núcleo metálico,
efeitos adversos ou complicações causadas ou resultantes do Perda óssea alveolar
tratamento médico. horizontal
 Para realizar o implante precisa ter uma boa condição  Dente 44: restauração com excesso/falta, Perda
periodontal. óssea alveolar horizontal
 Pacientes que fazem uso de bifosfonato
(osteomodeladores, osteoindutores, radioterapia na região)  Dente 17:
não podem fazer implantes por 3 a 4 anos, pois pode causar restauração com aspecto de
osteonecrose. normalidade
 Dente 16:
restauração com recidiva de
PERIODONTODIA
cárie na face distal, raiz disto-
 Sangramento gengival. vestibular = tratamento
 Edema: inchaço do local endodôntico além do limite apical e aumento do espaço
 Perda óssea alveolar (inicial, moderada ou avançada) pericementário, raiz mésio-vestibular = tratamento
 Periodontite – avançada endodôntico além do limite apical e aumento do espaço
pericementário, raiz palatina = tratamento endodôntico no
 Avaliação perda óssea: junção amelocementária
limite apical e aumento do espaço pericementário.
determina um nível de perda óssea alveolar
 Extensão alveolar do seio maxilar
 Dois tipos de perda óssea: Vertical e horizontal (pode
ter os 2 ao mesmo tempo).
 Dente 11: restauração com aspecto
 Perda óssea horizontal: ângulo reto com o dente,
de normalidade.
plana. Processos lentos, crônicos. (Uso de aparelho
 Dente 21: fratura na face mesial da
ortodôntico) – Tratamento endodôntico ou idade.
coroa, terço incisal
 Perda óssea Vertical: angulação entre osso e dente.
Como se tivesse um escorregador. É obliqua. 90°
Normalmente agudo. (Trauma oclusal, cáries, extrusão
dentária)
 Cálculo dentário: radiopaco. Adere tanto a superfícies
 Dente 48: dilaceração
dentárias ou dentes artificiais.
radicular, aumento do espaço
 Lesão Endoperio: perda de suporte ósseo e
pericementário
comunicação do meio bucal pro meio apical.
 Dente 47: aumento do
 Difurca: Radiolúcida. Entre a bifurcação ou trifurcação
espaço pericementário
de raiz que não tem tecido ósseo.
 Dente 46: - aspecto de
normalidade
PRÓTESE

 Coroa metálica: Radiopaca


 Provisório acrílico: Radiolúcida.
 Cópim: base para o preparo
 PPR
 Dente 36: fratura na  Dente 17: cálculo dentário na mesial e distal,
coroa (face distal), cárie, restauração com excesso/falta na mesial. Perda óssea alveolar
tratamento endodôntico no horizontal
limite apical (canal obturado) nas  Dente 16: calculo
raízes mesial e distal. Reabsorção dentário na distal, restauração
radicular externa na raiz distal, com excesso/falta na distal
aumento do espaço pericementário nas raízes mesial e distal. Perda óssea alveolar horizontal
 Dente 37: restauração com recidiva de cárie  Extensão alveolar do
seio maxilar
 Extensão para o túber
 Dente 47: restauração
com aspecto de normalidade
 Dente 46: banda  Implante 24: aspecto normalidade, dente 24 ausente
ortodôntica, restauração  Dente 25: tratamento endodôntico no limite apical,
aumento do espaço pericementário, restauração com
excesso/falta na mesial. ~
 Extensão alveolar do
seio maxilar
 Imagem radiopaca no
interior do seio maxilar
compatível com antrólito

 Dente 11: restaurações


radiolúcidas ou cárie na mesial e distal,
aumento do espaço pericementário
 Dente 21: restauração com
excesso / falta na mesial + forramento
radiolúcido ou cárie. Restauração
 Dente 24: fratura na raiz, radiolúcidas ou cárie na face distal.
rarefação óssea periapical circunscrita, Aumento do espaço pericementário
lesão endo-pério na face distal, coroa,
núcleo, tratamento endodôntico além
do limite apical.  Dente 26: restauração com aspecto de normalidade
 Dente 25: coroa sem adaptação, tratamento  Dente 27: restauração com aspecto de normalidade,
endodôntico além do limite apical, rarefação óssea periapical perda óssea horizontal.
difusa, reabsorção radicular apical.  Dente 28: restauração
com aspecto de normalidade,
calculo na face distal, perda óssea
 Dente 36, cálculo na horizontal. Extensão alveolar do
distal, lesão de furca, perda seio maxilar + velamento.
óssea horizontal, cárie na
mesial.
 Dente 37: restauração
com aspecto de normalidade,  Dente 33: coroa, tratamento endodôntico no limite
cálculo na mesial, dilaceração radicular. apical
ANATOMIA RADIOGRÁFICA PANORÂMICA

 Técnica que produz apenas uma imagem das


estruturas faciais que inclui os arcos dentários, maxila e
mandibular, e suas estruturas de suporte.
 Uma fonte de Raio X gira em torno da cabeça
do paciente.
 São mais úteis clinicamente para diagnósticos
de problemas que requerem ampla visualização dos
maxilares.
 Indicações:
o Avaliação geral da dentição;
o Analise de patologias intraósseas (cistos,
tumores)
o Avaliação geral da ATM
o Avaliação dentes impactados
o Avaliação erupção de dentes permanentes
o Trauma dentomaxilofacial
 Pontos Positivos:
o Simplicidade de operação
o Ampla cobertura
o Baixa dose de radiação
o Baixo custo
 Pontos Negativos:
o Deficiência na nitidez da imagem
o Alto custo do aparelho
o Distorção da imagem
o Sobreposição da imagem
 Filmes Panorâmicas: 20x25 ALTERAÇÕES EM PANORÂMICAS
 Tempo de exposição: 11 a 14 seg
 Cistos OU Neoplasias
 Regiões a serem visualizadas:
o Região Maxilar:  Tonsilolitos / Amigdalitos
 Conchas inferiores  Calcificações distróficas
 Seio Maxilar  Resultante de inflamação
 Cavidade Nasal  Imagens radiopacas atrás do ramo da mandíbula.
 Assoalho inferior de órbita
o Região Mandibular:
 Ramo da mandíbula
 Cabeça da mandíbula
 Processo Coronóide
 Incisura da mandíbula
 Mento
 Região de corpo parasifiles
 Área retromolar
 Região ATM
 Sialolitos/Sialolitíase  Dores faciais, Disfonia, Disfagia, Cefaléia. Dificuldade
 Cálculos encontrados no interior dos ductos das de movimentação lateral da cabeça.
glândulas salivares.  Sindrome de Eagle (só com sintomas)
 Sobreposto ou abaixo da base da mandíbula  Se não fala dos sintomas clínicos não é Sindrome de
 Pode ser sintomático; Ter edema. Eagle. Só é se apresentar os sintomas.
 Tratamento: sintomatologia Avançada -> remoção
cirúrgica de parte do ligamento estiloide calcificado

 Calcificações na Artéria Carótida (CAC) / Ateroma)


 Placas de gorduras fibrosas localizadas no interior
das artérias que se calcificam
 Região de C3 e C4
 Pode causar: AVC, tromboembolismo, problemas
cardíacos.
 Pacientes: acima de 60 anos, cigarro, hipertensão, ALTERAÇÕES MAIS FREQUENTES NA ATM
colesterol
 Aplainamento ou Facetamento (Perde o contorno
anatômico da cabeça da mandíbula ou eminencia articular)
Perda da convexidade ou da concavidade das superfícies
articulares.

 Calcificação da Cartilagem Tritícea


 x’Região de C3 e C4
 Pacientes que usam muita força (trabalhadores
braçais, praticamente de musculação c/ muito peso)
 Formato de canudo
 Pode ser uni ou bilateral
 Osteofito
 (Área sobre-elevada. Quando perde tecido ósseo
corpo entende que precisa refazer o tecido ósseo. Não vai
conseguir refazer no local que se abre e fecha a boca. Vai fazer
no limite de onde está sendo desgastado).
 Parece bico de papagaio.
 Muito frequente e encontrada a partir da superfície
articular, pode estar relacionada com trauma duradouro ou
agudo;

 Mineralização do ligamento estiloióideo


 Imagem radiopaca
 Aparece na região posterior do ramo da mandíbula
 Inicia no processo estiloide em direção ao osso
hioide
 Maioria das vezes assintomático
 Pode ser uni ou bilateral
 Pode ser totalmente ou parcialmente mineralizado
(5 estágios)
 Erosão (Rarefação óssea – da cabeça da mandíbula Quando a cabeça da mandíbula ultrapassa a eminência
ou eminencia articular perde a cortical. Fica com rarefação articular.
trabecular. Pacientes com doenças articulares)  Hipoexcursão
Quando a cabeça da mandíbula fica aquém da
eminência articular.
 Côndilo Bífido
 Côndilo em formato de coração
 Não encaixa perfeitamente, porque é maior.
 Condromatose sinovial
 Calcificação na região temporomandibular

 Aplainamento com formação osteofito


 Paciente com tratamento ortodôntico
 Oclusão crônica

 ALTERAÇÕES MENOS FREQUENTES NA ATM  Pseudocisto antral / Cisto mucoso


 Hiperplasia do processo coronoide  Radiopacidade média
Aumento do tamanho do processo coronoide.  Interior do seio maxilar
 Forma esférica
 Cúpula
 Tem que visualizar a delimitação da lesão
 Assintomático
 Presente em paciente com sinusites, alergias
recorrentes
 Velamento sinusal não faz intervenção cirúrgica.
 Hiperplasia da cabeça da mandíbula Pode ser Sinusite.
Aumento do tamanho da cabeça da Pansinusite: velamento em todos os seios da face;
mandíbula.
Deslocamento da mandíbula ao
fechar a boca.
Rosto fica torto. Lado maior q outro
Tratamento: Cirúrgico

 Calcificação no interior do seio maxilar (Antrólito)


 “Pedra” no seio da face - Calcificação
 Bem radiopaca

 ATM
 Normoexcursão
Quando a cabeça da mandíbula e a eminencia articular
se encontram topo-a-topo.

 Hiperexcursão
 Primordialmente em homens 56%
 Idade por volta da segunda década
 Terceiros molares inferiores
 Antecedente de Periocoronarite
 Associado a erupção parcial da peça dentária
 Área radiolúcida pequena na distal dos terceiros
molares com mais d0e 2mm

 CISTO FOLICULAR INFLAMATÓRIO:


 Inflamação do folículo do pré-molar associado
 Cavidade cística geralmente ao molar decíduo tratado
 Cavidade revestida por epitélio, preenchida com endodonticamente
material liquido, sólido ou semi sólido. (Queratina)  Idade 1 decada (8/12 anos)
 Região: mandíbula (2 molar decíduo)
 Diagnostico das lesões dos ossos maxilares (CLINICA  Tratamento: Exodontia com remoção do cisto
+ RX IMAGENS + HISTOPATOLOGIA + OUTROS EXAMES
LABORATORIAIS)  CISTOS ODONTOGENICOS DE
DESENVOLVIMENTO:
 CISTO RADICULAR (PERIAPICAL): 1. Cisto dentígero
 ORIGEM INFLAMATÓRIA 2. Cisto de erupção
 50-75% de todos os cistos 3. Cisto gengival do adulto
 Regiões mais frequentes 4. Cisto periodontal lateral
 Maxila: anterior > que posterior 5. Cisto odontogenico calcificante
 Mandíbula: posterior > anterior 6. Queratocisto (não é mais cisto e sim neoplasia
 Idade: 3 a 7 décadas TUMOR)
 Assintomático, achado radiográfico
Procurar variação da anatomia, o dente não tem  CISTO DENTÍG ERO:
continuidade da lamina dura.  Degeneração do retículo estrelado do órgão do
CISTO RESIDUAL – aspecto de cisto inflamatório, esmalte
retirou o dente mas o dentista não rompeu a capsula e não  Tem acumulo de liquido entre o epitélio reduzido do
curetou a lesão, ele volta e se recupera. Em lugar edêntulo. esmalte e a coroa do dente
Quando não está associado a raiz. Imagem hipodensa com o  Associado a dente retido, começa na junção amelo-
mesmo halo radiopaco. Cistos radiculares podem reabsorver cementária.
as raízes.  20 % de todos os cistos
 Localização: 3º molar inferior e canino superior ou
 CISTO DE ERUPÇÃO: inferior
 Acontece na primeira década de vida, não existe  Idade 10-30 anos
imagem radiográfica e aparece nos primeiros dentes que  Gênero 1.6:1=H:M
erupcionam (decíduos)  Clinico: assintomático;
 Características:  Expansão de tábuas;
 Corresponde no tecido mole do cisto folicular,  Reabsorve raízes
separação do folículo dentário que envolve em erupção
 Epidemiologia:  CISTO PERIODONTAL LA TERAL:
 Criança com menos de 10 anos  Cisto localizado na face lateral ou entre as raízes dos
 Mais comuns primeiros dentes a erupcionar dentes vitais e origina-se dos restos epiteliais odontogênicos,
 Aspectos radiográficos: mas não é resultado de uma estimulação inflamatória.
 Erupção dentária sem alteração especifica  Características:
 Tratamento:  Aprisionamento do folículo coronário nos tecidos
 Nenhum ou excisão simples de cobertura cística periodontais
 Epidemiologia:
 CISTO PARADENTÁRIO – início do tumor  Homens adultos
queratogênico -> Queratocisto  Aspectos clínicos:
 Assintomática  CISTO DO DUCTO NASOP ALATINO (CANAL
 Achado radiográfico: INCISIVO) CISTO DO AMOR:
 Região de CANINO INFERIOR, E PRE MOLAR INFERIOR,  Idade 4 - 6 décadas
em maxila INCISIVO LATERAL  Clínico: divergência dos incisivos, aumento do volume
 Aspectos radiográficos da porção anterior do palato duro
 Área radiolúcida bem definida lateralmente  Flutuação: assintomático a maioria das vezes
 Provoca abaulamento (expansão) da cortical palatina  Tamanho: 1,5 cm
 Variedade extra: Cisto da papila incisiva
 CISTO GENGIVAL DO AD ULTO:  Radiolúcido com halo radiopaco que pode apresentar
 Características formato de coração: CISTO DO AMOR
 Correspondente no tecido mole ao cisto periodontal
lateral  CISTO NASOLABIAL (NASOALVEOLAR):
Aspectos clínicos:  Idade: 4 – 6 década
Predileção por região de CI e PMI  Clínico: aumento ou flutuação em tecido mole,
Mucosagengival/alveolar vestibular normalmente levanta a asa do nariz de um dos lados
 Tumefação indolor, podem ser azulados  Diagnostico clinico, apalpação do paciente
 Aspectos radiográficos:  Não aparece radiograficamente só em tomografia
 Rarefação óssea arredondada e mal definida  Tamanho: 3 – 4 cm
quando do contato do cisto com a parede óssea
 Tratamento: Excisão  PSEUDOCISTO DOS MAXILARES / CISTO OS SEO
SIMPLES:
 CISTO ODONTOGENICO C ALCIFICANTE / CISTO  Já foi chamado: Cisto ósseo aneurismático
DE GORLIN / CISTO ODONTOGENICO EPITELIAL  Solitário
CALCIFICANTE:  Traumático
 Caracteristicas:  Hemorrágico
 Predileção por região anterior tanto de maxila quanto  Características:
de mandíbula  Cisto intraósseo com um fino recobrimento do tecido
 Pode estar associado a dente incluso ou odontomas conetivo sem epitélio. Cavidade vazia.
 Incomum  Aspectos radiográficos:
 Região anterior 65% mas acontece em posterior  Radiolúcido
também  Pacientes jovens
 Predominantemente intra ósseo  Não reabsorve raiz, mas expande cortical óssea
 Epidemiologia:  Aspecto festonado (respeita as raízes) não existe halo
 2º década de vida radiopaco
 Aspectos radiográficos:  Pode regredir sozinho
 Lesão radiolúcida  Se não regredir o cirurgião abre uma janelinha na
 Unilocular parede lateral pra tirar a pressão e não precisa curetar.
 De forma bem definida  Normalmente região posterior mas pode ocorrer
 Afasta a raiz e pode reabsorve-la também em anteriores
 Promove expansão ou abaulamento ósseo
 Possui calcificações em seu interior em imagens QUERATOCISTO – CONSIDERADO TUMOR PELA OMS:
radiopacas que podem ser confundidas com dentes como  TUMOR ODONTOGENICO Q UERATOCISTO:
odontomas mas são calcificações  Origem: restos epiteliais da lamina dental
 Tratamento:  Patogenia
 Enucleação (retirada por inteiro do núcleo da lesão)  Crescimento tem relação com fatores desconhecidos,
crescimento próprio (do mesmo epitélio cístico) ou atividade
 CISTO DE DESENVOLVIMENTO NÃO enzimática da parede fibrosa)
ODONTOGENICO:  Tem preferência por região posterior de mandíbula
1) Cisto do ducto nasopalatino (canal incisivo) /Cisto da mas ocorre também em maxila
papila incisiva  1º a 4º década de vida
2) Cisto nasolabial (nasoalveolar)  Hereditário – cromossômica dominante
 Clínico: ausente (tamanho pequeno), dor, aumento
de volume (edema), fistula (maior tamanho)
 Aspectos radiográficos:
 Lesão radiolúcida
 Crescimento latero-lateral (mesio-distal)
 Uni ou multilocular (lesão central e outras satélites)
 Expansão cortical
 Algumas vezes de grande tamanho
 Rx se confunde com outras lesões osseas
 A presença de recidiva é frequente
 Múltiplos CC: associa-se ao SCNB (Síndrome do
Carcinoma Nevoide Baso celular) ou SGG (síndrome de Gorlin
e Goltz)
 25 – 40% associados a dentes inclusos. Fácil de
confundir com outros tipos de cistos REGIÃO MANDIBULAR
 O diagnóstico se fundamenta na presença de dois
critérios
 Aspectos radiográficos:
 Múltiplos tumores odontogenicos ceratocistos –
começa com 1 e vai multiplicando
 Costelas bífidas ou alargadas
 Curetagem (até 2 cm)
 Marsupialização + Enucleação (4 – 5 cm) tentativa
 Crioterapia (N) / Solução de Carnoy (solução ácida)
 Remoção total com margem de segurança de 2 cm

REGIÃO MAXILAR
 Plano de palato
INDICAÇÕES

1) Exames complementares aos achados obtidos (ex:


diagnósticos de dentes inclusos, cistos)
2) Pesquisa de raízes residuais, dentes inclusos, dentes
supranumerários
3) Estudo de áreas patológicas ou anomalias
4) Estudo de fratura dos maxilares
5) Pesquisa de cálculo de glândulas salivares (Sialolitos)
ou em caso de aderência do tecido ósseo pode ser uma
patologia.
6) Aplicação em ortodontia (Avaliação de disjunção
palatina)
7) Exames de pacientes com trismo (impossibilidade de
realizar outro exame)
8) Pacientes edêntulos
9) Estudo de fendas palatinas

TÉCNICA

 Filme Oclusal (5,7x7,5cm)


 Posicionado sobre as superfícies oclusais dos dentes
 COLOCAÇÃO DO PICOTE:
 Picote voltado para vestibular = fora da cavidade bucal
 Face branca voltada para o feixe do raio x para o lado
que vai incidir o raio
 Oclusão = suavemente
 PACIENTES EDENTULOS
 Maxila: segura com os polegares
 Mandíbula: segura com os indicadores
 Sempre perto da localização dos pré-molares
 Para a manutenção do filme existe posicionadores

POSICIONAMENTO

OCLUSAL TOTAL

MAXILA

 Posicionamento do Paciente: Plano sagital mediano


perpendicular ao plano horizontal. (Linha de
orientação: do tragus a asa do nariz paralela ao plano
horizontal)
 65° - vertical
 0° - horizontal (ortorradial – não ocorre variação de
ângulo horizontal) CLASSIFICAÇÃO DOS EX AMES OCLUSAIS
MANDIBULA
MAXILA
 Plano sagital mediano: posicionado • Oclusal total
perpendicularmente ao plano horizontal
 Plano oclusal dos dentes superiores em 90° com o • Oclusal dos dentes incisivos
plano horizontal, obtidos com inclinação máxima da
cabeça do paciente para tras • Oclusal dos dentes caninos

• Oclusal dos dentes pré-molares e molares


OCLUSAL PARCIAL
• Oclusal da região do assoalho do seio maxilar
 Desloca o feixe para o lado de interesse
 Canino – 45°
ângulo horizontal TECNICAS RADIOGRÁFICAS
 Pré-molares e molares– 90°
 Ângulo vertical – 65° - forma infraorbitário
TÉCNICA DA BISSETRIZ

 Orienta-se o feixe de raios-x perpendicularmente ao plano


bissetor formado pelo plano do dente e do filme, para que o resultado
radiográfico apresente as mesmas proporções do objeto examinado.
 Normalmente utiliza-se o aparelho de raios x com um
cilindro localizador de 20cm de comprimento.

Posição da cabeça do Paciente

MANDÍBULA: Linha imaginária que vai do trágus à comissura


labial paralelo ao solo e plano sagital na perpendicular ao solo.
MAXILA: Plano de Camper (linha que vai do trágus à asa do nariz) motivo, deve-se aumentar o tempo de exposição em 4 vezes
paralelo ao solo e o plano sagital mediano na perpendicular ao solo; ao tempo usado na técnica da bissetriz.

Ângulos Verticais Indicados Para a Técnica da Bissetriz Região


TÉCNICA INTERPROXIMA L

OBJETIVO: Proporcionar uma visão das coroas dos dentes


molares e pré-molares e suas faces proximais, também
conhecida como Bite-Wing. Indicações: Avaliação das faces
interproximais dos dentes posteriores e da crista óssea
alveolar, detecção de lesões de cáries nessa região,
Projeção da Imagem em relação à angulação verificação da presença de cálculos dentários e presença de
lesões periodontais, com destruição da crista óssea alveolar.

POSIÇÃO DA CABEÇA DO PACIENTE: Plano de Camper


paralelo ao solo e o sagital na perpendicular ao solo.
MAXILA: A angulação vertical na maxila é positiva, portanto o
Angulação Vertical: O Ângulo vertical sempre entre +5º a +8º,
cabeçote fica direcionado de cima para baixo. Mandíbula: A
de modo que o raio central incida no centro do filme
angulação vertical é negativa e o cabeçote fica direcionado de
passando pelos pontos de contato a nível do plano oclusal.
baixo para cima.
ANGULAÇÃO HORIZONTAL : Posicionamento do cilindro,
do modo que o feixe de raios-x passe paralelo às faces
proximais.

TÉCNICA OCLUSAL

Objetivo: Proporcionar a visão de uma área mais extensa da


maxila ou mandíbula.

Indicações: Paciente com trismo;


Projeção da Imagem em relação à angulação localização dentes
supranumerários, raízes residuais, e
IMAGEM ENCURTADA : Quando raio central incide corpos estranhos; observação de
perpendicularmente ao filme (aumento da angulação), a imagem dentes não irrompidos, devendo ser
fica encurtada. conjugadas com outras técnicas de localização, estudo
radiográfico de anomalias maxilares, como fendas palatinas,
IMAGEM ALONGADA: Quando o raio central indice tórus palatino ou mandibular, controle radiográfico do
perpendicularmente ao dente (diminuição da angulação), a crescimento dos maxilares (expansão do palato duro);
imagem fica alongada. delimitação de área patológica da região; controle pós-
operatório; diagnóstico de cálculos salivares no canal de
IMAGEM REAL Quando o raio central índice
Wharton; localização de fraturas e seus detalhes; determinar
perpendicularmente ao plano bissetor (angulação correta), a
a posição de raízes em deslocamentos acidentais para dentro
imagem tem eu tamanho real.
do seio maxilar durante cirurgia.
TÉCNICA DO PARALELIS MO
MÉTODOS DE LOCALIZAÇÃO RADIOGRÁFI CA
O filme deve ficar paralelo ao longo eixo do dente, e o feixe
MAXILA
de raios-x deve incidir perpendicularmente ao dente e ao
filme.

Para conseguirmos este paralelismo entre o dente e filme,


utilizamos posicionadores radiográficos que facilitam a
colocação do filme na posição correta e orientam o feixe de
radiação na angulação certa para cada região.

Normalmente, utilizam-se o aparelho de raios-x com um


cilindro localizador de 40 cm de comprimento, por esse  CLARK
 LE MASTER TÉCNICA DE DONOVAN
 LATERAL DE FAZZI
 MÉTODO TEMPORO-TUBEROSIDADE DE MATALDI.
 MÉTODO VESTIBULAR DE MATALDI. SCHERBEL. FULLER.
MANDIBULA

 É uma modificação da técnica de Miller-Winter, pois


o filme é colocado em posição oblíqua sobre a mandíbula,
 Donovan
 PARMA abrangendo a área do trígono retro-molar. Indicado para se
 MILLER-WINTER visualizar no sentido vestibulo-lingual o 3º molar inferior
 SIMPSON localizado muito posteriormente e corpos estranhos. É usado
quando a técnica de Miller-Winter não mostrar o 3º molar ou
TÉCNICA DE CLARK as raízes.

TÉCNICA DE PARMA

 Baseia-se no princípio da Paralaxe, pois, quando dois


objetos estão na mesma linha reta em relação ao tubo de
raios-x e este se desloca, os dois objetos deslocam-se em
direção contrária sendo que o objeto por vestibular desloca-
se no sentido contrário ao deslocamento do tubo de raios-x.
enquanto o objeto por palatino/lingual desloca-se no mesmo
 É uma modificação da técnica do posicionamento do
sentido do deslocamento do tubo de raios-x.
filme durante a tomada periapical, inclinando-o de forma que
Técnica: 1ª incidência normal (ortoradial) e 2º incidência seu longo eixo forme um ângulo com a linha de oclusão.
desvia-se os feixes para mesial ou distal (em aproxim. 10º). Inclinação de visualização mesio-distal por completo do 3º
Indicações: Dentes inclusos, processos patológicos e corpos molar inferior.
estranhos na maxila (localização V ou L).
TÉCNICA DE LE MASTER
TÉCNICA DE MILLER-WINTER

 Também chamada de técnica do ângulo reto ou


dupla incidência. Realiza-se uma dupla incidência; sendo uma
radiografia periapical comum e uma segunda incidência
oclusal. Indicado para região posterior da mandíbula para
localização de dentes, corpos estranhos ou processos
patológicos.  Com um rolo de algodão, evita-se a supervisão da
área da área dos ápices dos molares superiores pelo osso
zigomático e pelo processo zigomático da maxila, pois melhora
o paralelismo entre o dente e o filme, causando a diminuição
da angulação vertical.
PRINCIPIO

Acontece o aquecimento de um filamento que


INTRODUÇÃO polaridade diferente ao do anteparo que está do outro lado
do tubo, tem vácuo. Porem utiliza muito mais energia.
O que é tomografia?
- maior miliamperagem e kilovoltagem
Tomos: cortes ou fatias
Incide no sensor grande, esse sensor vai enviar sinais
Grafia: desenhar uma imagem ou gráfico elétricos que vão ser decodificados num workstation, que vai
ter um software que vai conseguir decodificar todos sinais
Tira completamente a sobreposição que o exame elétricos.
bidimensional dava, e começa a ver uma terceira perspectiva
de avaliação, que é a avaliação da profundidade da estrutura,  O RAIO X incide em sensores -> sinais elétricos,
pela tomografia computadorizada. decodificados em ‘’workstation’’
 Ou seja, incide nos tecidos do paciente e as
 A tomografia, também chamada de tomografia gravações constituem os “dados brutos”, que são
computadorizada, pode ser classificada como um tipo de reconstruídos por um algoritmo de computador para gerar
radiografia em 3D. De certa forma, essa técnica funciona como imagens transversais (fatias)
um tipo de radiografia extremamente sensível, focando na  Utiliza-se mais radiação
produção de imagem de uma determinada parte do corpo, que (Capta a estrutura, junta e depois fatia)
será reconstituída em 3D na tela de um computador.  TC FAN BEAN -> + KVP e > ma, (software
 Muda o elemento de formação da imagem. odontológico, dentscan, dental slice, implant, reconstrução)
 Não muda o princípio de formação da imagem, o Feixe em formato de leque
continua sendo uma radiação ionizante o A tecnologia iniciasse fatiando a estrutura e
 Voxel depois unindo essas fatias para fazer um todo
o Maior radiação do que a cone bean
o Possibilidade de usar contraste ou não
(Como se fosse um bolo fatiado, para que se possa ver o
o Avalia tecidos moles
interior da estrutura)
 TC CONE BEAN -> + específicos, < doses de
software próprios, 3D e + acessível
HISTÓRIA
Feixe formatação final de um cone
 As imagens da TCFC foram inicialmente Aquisição primeiro do volume total e depois faz o
desenvolvidas comercialmente para angiografia no início dos fatiamento pra analise da estrutura
anos 1980. Avalia principalmente osso e dente – tecidos duros
 Usa uma fonte em forma de cone ou de pirâmide Muito mais barato e acessível
divergente de radiação ionizante e um detector de área
bidimensional fixado num pórtico rotativo para fornecer várias INDICAÇÕES
imagens sequenciais de transmissão que são integradas
1. Implante
diretamente, formando informações volumétricas
2. Cirurgia bucomaxilofacial
 Na década de 90:
3. Ortodontia
 Introdução de detectores de raios X capazes de
4. Endodontia
aquisição rápida de imagens de bases múltiplas.
5. Periodontia
 Desenvolvimento adequado de geradores de raios X
de alta produção. OBJETIVOS
 Evolução da aquisição de imagem adequada e
integração de algoritmos.  Diagnostico
 Disponibilidade de computadores baratos e  Tratamento
poderosos o suficiente para processar a enorme quantidade  Evolução do tratamento
de dados da imagem adquirida.
CARACTERISTICAS FUND AMENTAIS

 Sem ampliação
 Sem distorção
 Permite mensurações de altura e
espessura do osso remanescente
 Capacidade de análise diária do
tomógrafo
 Dcm = imagem universal dicom
 FOV -> Field of view
 No cone bean formam cortes
isotrópicos, ou seja, eixos da estrutura
 Maiores desses de radiação
 Três eixos (voxel) ≠ dois eixos (pixel)
 Permite a observação da profundidade

IMPORTANTE
Quanto menor o voxel melhor a resolução da
imagem

CAMPO DE VISÃO

5x5 8x14 23x17

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