Fundamentos de Radiologia e Imaginologia
Fundamentos de Radiologia e Imaginologia
- Produtor de elétrons
- elétrons livres
→ RADIAÇÃO IONIZANTE : Possui capacidade de
movimentar elétrons entre as camadas e de ionizar a matéria. - acelerador desses elétrons (força de atração)
Ex: Radiação x (tomografia computadorizada) e radiação - anteparo para que esses elétrons se choquem
gama.
- Vácuo (meio que proporciona a nuvem)
IMAGEM LATENTE: forma imagem, não é visível a ÁREAS CLARAS OU TRANSPARENTES: Fixação
olho humano. excessiva.
IMAGEM VISÍVEL: uso de soluções químicas, o Ação: Tempo máximo de fixação 10 minutos.
processo digital para revelar a imagem.
IMAGENS ESCURAS: Excesso de exposição, tempo de
revelador muito longo, temperatura do revelador alta.
MANCHA BRANCA EM UMA DAS EXTREMIDADES: o Ação: Fixação satisfatória. Não deixar restos de
interferência do diafragma, não foi totalmente sensibilizado fixador na película na hora da secagem.
pelo Raio X. Localizador não foi centralizado no filme.
o Ação: Dirija o Raio central para o meio do filme. IMAGEM ESCURA TRANSVERSAL OU VERTICAL:
Falta de cuidado no acondicionamento e manuseio do filme.
IMAGEM ESCURA COM IMAGEM DUPLA o Ação: Verificar armazenamento e manuseio do
SOBREPOSTA: 2 exposições no mesmo filme. filme.
o Ação: Revele o filme imediatamente após exposto.
IMAGEM RADIOGRÁFICA BRILHANTE E CLARA COM IMAGENS CLARAS E ESCURAS NA PELÍCULA:
PADRÃO EM RELEVO (DECALQUE): filme colocado ao Grampo/colgadura suja de revelador/fixador.
contrário no posicionador. o Ação: Processar o filme com cuidado. Manter área
o Ação: Colocar o filme na boca com a parte de trabalho limpa.
lisa(branca) em direção ao tubo de Raio X.
ARCADA SUPERIOR
IMAGEM SEM NITIDEZ: Paciente se movimentou. 1. Molares
o Ação: posição correta e imóvel. 2. Pré-Molares
3. Canino e Incisivo Lateral
4. Incisivos centrais
SOBREPOSIÇÃO DAS FACES PROXIMAIS: o raio
central não foi dirigido ortodialmente (paralelo as faces) ARCADA INFERIOR
o Ação: o Raio central deve ser ajustado de acordo 1. Molares
2. Pré-molares
com o posicionador, e o filme.
3. Canino
4. Incisivos Central e Lateral inferior
DENTES COM PROPORÇÕES DIMINUIDAS
(ENCURTAMENTO): Ângulo vertical acentuado, maior que o
necessário.
o Ação: Ajuste o ângulo do Raio Central à técnica
escolhida. Uso de posicionadores diminui esses erros.
Seio Maxilar
Osso Zigomático
Concha Nasal Inferior
Canal Mandibular
Sombra das Narinas
Forame Incisivo
CANINO
Aplicando técnica e angulação correta não se vê nada.
INCISIVO INFERIOR
Base da Mandíbula
MANDÍBULA
MOLARES INFERIORES
Linha Obliqua Externa
MICRODONTIA: os dentes são menores do que o
tamanho normal.
Espinha Mentual
MACRODONTIA: os dentes são maiores do que o
tamanho normal.
DENTE CONÓIDE: coroa lembra um “cone” (laterais
superiores)
TAURODONTIA: Os dentes possuem câmaras
pulpares maiores no sentido vertical e as raízes curtas
DENS IN DENS / DENTE INVAGINADO: Invaginação
da superfície externa do dente, tanto na coroa quanto na
raiz.
DENTE EVAGINADO: Contrário do Dens in Dens. É
um tubérculo coberto por esmalte. Normalmente na lingual/
Foramina Lingual / Forame Cego palatina/ oclusal dos dentes
TRANSPOSIÇÃO: Quando um dente troca de lugar
com outro. (Canino trocou de lugar com o PM)
TRANSMIGRAÇÃO: Migração de dente sem motivo
aparente, atravessando a linha média.
POSIÇÃO ECTÓPICA: dente localizada em posição
incomum. (Dente no seio nasal, seio maxilar)
Canais Nutritivos
DISPLASIA ÓSSEA PERIAPICAL:
Mulheres
30/40 anos (é mais comum, mas pode acontecer em
qualquer pessoa)
Raça negra
Incisivos e molares inferiores
Essas lesões são caracterizadas pela substituição do
tecido ósseo normal por tecido conjuntivo fibroso.
1° Estágio: Radiolúcida
FUSÃO: Dois dentes unidos entre si com a presença 2° Estágio: radiolúcida + radiopaca
de duas raízes e duas coroas (normais ou bífidas)
3° Estágio: Radiopaca
GEMINAÇÃO: Duas coras unidas total ou
parcialmente apresentando uma só raiz (normal ou DISPLASIA ÓSSEA FLORIDA
aumentada de tamanho) Displasia aparece em mais de um quadrante.
CONCRESCÊNCIA: União de dois dentes pelo OSTEÍTE CONDENSANTE
cemento. Imagem radiopaca.
DENTE SUPRANUMERÁRIO: Presença de dente a Reação a um processo infeccioso.
mais do número normal existente na arcada. Mineralização no local para conter um agente
infeccioso.
EUMORFO: anatomia lembra do dente que está Acúmulo de cálcio.
localizado o supranumerário. ESCLEROSE ÓSSEA
DISMORFO: anatomia diferente do dente em que Imagem radiopaca.
está localizado o supranumerário. Não se sabe o motivo e não está associada a
MESIODENS: dente supranumerário entre os IC (linha nenhum motivo.
média) Não associado a processo infeccioso.
PERIOSTITE PROLIFERATIVA
Resposta a um estímulo crônico inflamatório Quanto mais afastada estiver a fonte de raios x do
Expansão óssea objeto e do filme mais fiel será a imagem, aproximando-se do
Periósteo forma sucessivas camadas de osso tamanho real do objeto.
reacional paralelas entre si
Crianças EXECUÇÃO DA TÉCNICA DO PARALELISMO
1° Molar inferior Filme colocado com a parte lisa para exposição aos
Aspecto de Casca de Cebola raios x;
Centralizar a região a ser radiografada;
Picote voltado para as faces oclusais (dentes
TÓRUS posteriores) e incisais (dentes anteriores).
Formação de tecido ósseo sem motivo aparente. Para os dentes anteriores os filmes são colocados
(Palato e região inferior lingual da mandíbula) verticalmente.
Para os dentes posteriores os filmes são colocados
EXOSTOSE ÓSSEA horizontalmente.
Região vestibular do rebordo alveolar (mandíbula ou
maxila) VANTAGENS TÉCNICA DO PARALELISMO
Maior simplicidade de execução da técnica (ângulos
verticais, horizontais determinados pelo posicionador);
As radiografias são padronizadas
Menor distorção de forma e tamanho;
Registram as imagens dos limites, as posições e os
contornos mesiodistais dos dentes e tecidos adjacentes. Não é necessário posicionar a cabeça do paciente.
Intuito de ver detalhes do dente, raiz, tecidos
ósseos, tecidos adjacentes e periodonto. DESVANTAGENS TÉCNICA DO PARALELISMO
Tipos: Proporciona desconforto ao paciente;
o Técnica periapical da bissetriz ou cone curto Necessidade do posicionador
o Técnica paralelismo ou cone longo Cuidados de desinfecção e esterilização
INDICAÇÕES:
1. Avalição da coroa e raiz SUPORTE ESPECIAL PARA FILME RADIOGRÁFICO
2. Estudo das relações anatômicas entre dedicação decídua Aleta de mordida
e permanente, assim como a cronologia de erupção. Haste de orientação
3. Alterações coronárias (Cárie e destruição coronária) Anel localizador
4. Conhecimento da forma, tamanho e número das raízes
5. Presença de anomalias dentarias
VANTAGENS TIPO HANSHIN:
6. Avaliação do tratamento endodôntico (verificar a
Fácil manuseio
quantidade de raízes do dente) / periápice do dente
Filme paralelo ao longo eixo do dente e incidência do
permanente ou decíduo;
feixe perpendicular ao filme e dentes.
7. Avaliação de ósseointegração de implantes metálicos
8. Presença de alterações patológicas
9. Presença de alterações periodontais. EXECUÇÃO TÉCNICA:
Região de molares superiores (Referência: Distal do
2° PM)
TÉCNICA PARALELISMO Região de pré molares superiores (Referência: Distal
(Uso de posicionadores) do Canino)
Ideal é que o filme fique paralelo em relação ao longo Região de incisivos laterais e caninos superiores (Ref:
do eixo do dente e que o raio incida em ângulo reto no filme Distal do IC – 11 ou 21)
e no dente. Em 90°. Região de incisivos centrais superiores (Ref.
Centralizar o IC no filme. Aparece mesiais dos dentes 12 e 22)
FEIXE DE RAIO X Região de molares inferiores (Ref. Face distal do
Perpendicular ao objeto e ao filme, caso contrário, dente adjacente da região que vai radiografar – 2° PMI)
poderá resultar em alongamento, encurtamento da estrutura Região de pré molares inferiores (Distal do canino)
Região de caninos inferiores (centralizar o canino no
filme) FILMES/DIVISÃO:
Região de incisivos inferiores (centralizar os 4 películas (região de PM e M – direito e esquerdo)
incisivos)
Posicionador: haste de orientação e posicionador
para o filme.
PONTOS DE ORIENTAÇÃO POR REGIÃO: A radiografia interproximal é obtida por meio de
IC (centralizar a ponto do nariz no posicionador) suportes porta-filme, que já fornece as angulações verticais,
horizontais e área de incidência.
Lateral e canino (referência asa do nariz)
Haste em forma da letra “T” orienta o cilindro
Pré-molares (referência centro da pupila)
localizador do aparelho de raios x como se dividisse em partes
Molares (referência canto do olho)
iguais (superior e inferior)
Quando essa técnica é empregada sem o posicionado
QUAL O ASPECTO RADIOGRAFICO DA CÁRIE
é adapta-se uma asa de mordida, onde o paciente deve ocluir.
DENTÁRIA?
O feixe de raios X é direcionado com ângulo vertical
Radiolúcida.
de 6 a 8° (PM) e 8 a 10° (molares), paralelos aos espações
interproximais e perpendicular ao filme.
O feixe é alinhado entre os dentes e paralelo ao
plano oclusal e faces interproximais, sendo direcionado
através dos pontos de contato.
Deve-se cuidar com a angulação para evitar
Também chamada de bite-wing sobreposição de imagens.
Indicação principal: adaptação de restaurações e
coroas, cáries nas faces interproximais e nível de crista óssea PROJEÇÃO DOS PRÉ MOLARES:
alveolar. Campo de visão: porção distal do canino superior e
Todas indicações: mostrar igualmente as coroas dos dentes pré-molares
o Diagnóstico de cáries interproximais em estágio superiores e inferiores.
inicial.
o Revelar cáries secundárias em restaurações; PROJEÇÃO DOS MOLARES:
o Relação cárie e câmara pulpar; Campo de visão: porção distal do molar mais
o Avaliar adaptações marginais das restaurações posteriores erupcionado e mostrar igualmente as coroas dos
(excesso ou falta); molares superiores e inferiores.
o Avaliação da condição periodontal visto estabelecer
uma boa perspectiva da crista óssea alveolar e altura óssea. PLANO CAMPER: ASA DO NARIZ ATÉ O TRAGOS
Este exame deve incluir a coroa dos dentes superiores POSICIONADOR FICA PARELO AO PLANO DE CAMPER.
e inferiores e a crista alveolar num mesmo filme.
VANTAGENS INTERPROXIMAL
Avalia simultaneamente as superfícies interproximais
dos dentes superiores e inferiores; Variações quanto:
Expõe menos o paciente da radiação x; Morfologia
Proporciona exame mais detalhado e com maior Dimensão
nitidez das faces interproximais e oclusais dos dentes Posição
posteriores.
ALTERAÇÕES PERIAPICAIS
Aumento do espaço pericementário
Rarefação óssea periapical difusa
LÂMINA DURA
Rarefação óssea periapical circunscrita
Fina camada de osso alveolar compacto que
circunda a raiz do dente
Linha radiopaca contínua ao redor da raiz do dente
Sua continuação forma a crista alveolar
Aumento do espaço Pericementário Jamais se começa um tratamento endodôntico sem
Lâmina dura intacta (preservada) uma radiografia.
Imagem acompanha o formato do espaço Remoção do tecido cariado
pericementário Abertura coronária / Cirurgia de acesso
Teste de sensibilidade positivo Isolamento absoluto
Pode ser reversível Pulpectomia
Movimentação Radiografia odontométrica
ortodôntica Instrumentação
Contato prematuro Irrigação (PQM – Preparo Químico)
Trauma agudo Radiografia conométrica
Inflamação na polpa Obturação dos condutos (cones principais e cones
acessórios)
Rarefação óssea periapical difusa Radiografia final
Não se observa a lâmina dura
Imagem radiolúcida sem delimitação AVALIAÇÃO TRATAMENTO ENDODÔNTICO
Teste de sensibilidade positivo/negativo (pós Aquém do limite apical
abcesso) (parcialmente obturado)
Polpa necrosada (dente vivo/morto) Além do limite apical (conduto
Osso irregular extravasado)
Irreversível No limite apical (conduto obturado)
Resposta aguda / Crônica
Cárie/ prótese
Tratamento endodôntico mal sucedido
Necrose na polpa
Trauma
DENTÍSTICA
Classe I
Cavidades preparadas em regiões de má coalescência
de esmalte, cicatrículas e fissuras, na face oclusal de pré-
molares e molares, 2/3 oclusais da face vestibular dos molares
e na face lingual dos incisivos superiores, ocasionalmente, na
face palatina dos molares superiores. (pega região oclusal)
Rarefação óssea periapical Circunscrita Classe II
Não se observa a lâmina dura Cavidades preparas que envolvam as faces proximais
Imagem radiolúcida delimitada por halo radiopaco dos pré-molares e molares.
(circular ou oval) Classe III
Teste de sensibilidade normal negativo Cavidades preparadas nas faces proximais dos
Polpa necrosada (dente morto) incisivo e caninos, sem remoção do ângulo.
Cisto ou granuloma Classe IV
Irreversível Cavidades preparadas nas faces proximais dos
Resposta crônica incisivos e Caninos, com remoção e restauração do ângulo
Cárie / prótese / restaurações incisal.
Tratamento endodôntico mal sucedido Classe V
Necrose na polpa Cavidades preparadas no terço gengival, não de
cicatrículas, das faces vestibular e lingual de todos os dentes;
TRATAMENTO ENDODÔNTICO
Radiopaco
Radiografia inicial
IMPLANTODONTIA Prótese total removível
Dente pilar: dente ou implante para suportar a coroa.
Planejamento: tomografia computadorizada Pôntico: coroa de porcelana
Acompanhamento de osseointegração: radiografia
periapical.
Aspectos radiográficos:
o Implante: radiopaco
o Enxerto: radiopaco Dente 45: coroa
Caso apresente radiolúcida pode estar ainda em protética com falta de
processo de osseointegração ou alguma alteração anormal – adaptação nas proximais,
Reação Perimplantar (em caso de já está osseointegrado) canal obturado (tratamento
Composição: titânio (+comum) e zircônia. endodôntico no limite
Iatrogenias: refere-se a um estado de doenças, apical), núcleo metálico,
efeitos adversos ou complicações causadas ou resultantes do Perda óssea alveolar
tratamento médico. horizontal
Para realizar o implante precisa ter uma boa condição Dente 44: restauração com excesso/falta, Perda
periodontal. óssea alveolar horizontal
Pacientes que fazem uso de bifosfonato
(osteomodeladores, osteoindutores, radioterapia na região) Dente 17:
não podem fazer implantes por 3 a 4 anos, pois pode causar restauração com aspecto de
osteonecrose. normalidade
Dente 16:
restauração com recidiva de
PERIODONTODIA
cárie na face distal, raiz disto-
Sangramento gengival. vestibular = tratamento
Edema: inchaço do local endodôntico além do limite apical e aumento do espaço
Perda óssea alveolar (inicial, moderada ou avançada) pericementário, raiz mésio-vestibular = tratamento
Periodontite – avançada endodôntico além do limite apical e aumento do espaço
pericementário, raiz palatina = tratamento endodôntico no
Avaliação perda óssea: junção amelocementária
limite apical e aumento do espaço pericementário.
determina um nível de perda óssea alveolar
Extensão alveolar do seio maxilar
Dois tipos de perda óssea: Vertical e horizontal (pode
ter os 2 ao mesmo tempo).
Dente 11: restauração com aspecto
Perda óssea horizontal: ângulo reto com o dente,
de normalidade.
plana. Processos lentos, crônicos. (Uso de aparelho
Dente 21: fratura na face mesial da
ortodôntico) – Tratamento endodôntico ou idade.
coroa, terço incisal
Perda óssea Vertical: angulação entre osso e dente.
Como se tivesse um escorregador. É obliqua. 90°
Normalmente agudo. (Trauma oclusal, cáries, extrusão
dentária)
Cálculo dentário: radiopaco. Adere tanto a superfícies
Dente 48: dilaceração
dentárias ou dentes artificiais.
radicular, aumento do espaço
Lesão Endoperio: perda de suporte ósseo e
pericementário
comunicação do meio bucal pro meio apical.
Dente 47: aumento do
Difurca: Radiolúcida. Entre a bifurcação ou trifurcação
espaço pericementário
de raiz que não tem tecido ósseo.
Dente 46: - aspecto de
normalidade
PRÓTESE
ATM
Normoexcursão
Quando a cabeça da mandíbula e a eminencia articular
se encontram topo-a-topo.
Hiperexcursão
Primordialmente em homens 56%
Idade por volta da segunda década
Terceiros molares inferiores
Antecedente de Periocoronarite
Associado a erupção parcial da peça dentária
Área radiolúcida pequena na distal dos terceiros
molares com mais d0e 2mm
REGIÃO MAXILAR
Plano de palato
INDICAÇÕES
TÉCNICA
POSICIONAMENTO
OCLUSAL TOTAL
MAXILA
TÉCNICA OCLUSAL
TÉCNICA DE PARMA
Sem ampliação
Sem distorção
Permite mensurações de altura e
espessura do osso remanescente
Capacidade de análise diária do
tomógrafo
Dcm = imagem universal dicom
FOV -> Field of view
No cone bean formam cortes
isotrópicos, ou seja, eixos da estrutura
Maiores desses de radiação
Três eixos (voxel) ≠ dois eixos (pixel)
Permite a observação da profundidade
IMPORTANTE
Quanto menor o voxel melhor a resolução da
imagem
CAMPO DE VISÃO