Choque em Trauma: Tipos e Tratamento
Choque em Trauma: Tipos e Tratamento
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P R O F . A N T O N I O R I V A S
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T R AU M A : C H O Q U E
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CIRURGIA Prof. Antonio Rivas | Trauma: Choque 2
APRESENTAÇÃO:
PROF. ANTONIO
RIVAS
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co Estrategista, trauma é o assunto mais prevalente nas
questões de Cirurgia e está presente em mais de 20% delas, e o
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choque é a principal causa de morte evitável na vítima de trauma.
Após a leitura deste resumo, para obter sucesso na
maioria esmagadora das questões, você deverá ter o completo
domínio sobre os seguintes tópicos:
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• Tipos de choque.
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hemorrágico.
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com hemoderivados.
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@[Link] @estrategiamed
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Estratégia
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CIRURGIA Trauma: Choque Estratégia
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SUMÁRIO
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2.2 CLASSIFICAÇÃO DO CHOQUE 8
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HEMODERIVADOS. 10
4.0 LISTA DE QUESTÕES 13
5.0 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 14
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6.0 CONSIDERAÇÕES FINAIS 15
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funcionamento da bomba cardíaca. No trauma, é representado
pela contusão miocárdica e infarto do miocárdio.
HIPOVOLÊMICO
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Redução do volume
circulante efetivo
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CARDIOGÊNICO OBSTRUTIVO
Falha da bomba Obstrução ao enchimento
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A partir das etiologias do choque, podemos fazer uma divisão Falaremos a seguir sobre cada uma delas, mas é importante
didática em duas classes: que você saiba que a hemorragia é a principal causa de choque nas
• Choque não hemorrágico. vítimas de trauma e, justamente por isso, daremos mais enfoque
• Choque hemorrágico. ao choque hemorrágico.
CHOQUE NEUROGÊNICO: é provocado nos casos em que há A apresentação clínica do tamponamento é caracterizada
lesão medular cervical ou torácica alta (acima de T7). A causa do pela tríade de Beck, composta por:
choque é a redução do tônus simpático, que leva à vasodilatação e • Hipofonese de bulhas cardíacas.
consequentemente à hipotensão. • Turgência jugular.
• Hipotensão.
Sua apresentação clínica é caracterizada por hipotensão,
É importante destacar que a tríade completa só está
associada à vasodilatação cutânea, sem taquicardia
presente na minoria dos casos. O tratamento de escolha para essa
compensatória.
condição é a toracotomia de emergência.
Devemos lembrar que é frequente a associação desse
PNEUMOTÓRAX HIPERTENSIVO: o pneumotórax
tipo de choque à hipovolemia. Portanto, o manejo inicial deve
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hipertensivo decorre do aumento da pressão dentro da cavidade
incluir a administração de volume. Caso não haja melhora após
pleural. Esse evento leva à insuficiência respiratória, mas também a
essa medida, está indicado o uso de vasopressores, como a
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um quadro de choque do tipo obstrutivo.
noradrenalina.
O tratamento dessa condição consiste em descompressão
CHOQUE SÉPTICO: esse tipo de choque é secundário à
torácica digital ou toracocentese com agulha no 5º espaço
liberação de substâncias pró-inflamatórias com efeito vasodilatador.
intercostal, seguida imediatamente pela drenagem torácica
Trata-se de uma causa incomum de choque nas vítimas de trauma.
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tubular em selo d’água.
TAMPONAMENTO CARDÍACO: o tamponamento cardíaco
CONTUSÃO MIOCÁRDICA: a contusão miocárdica geralmente
é um evento mais comum em ferimentos penetrantes, mas que
é secundária a um impacto de alta energia sobre a região anterior
também pode ocorrer nos traumas torácicos contusos.
do tórax. Sua apresentação clínica pode variar desde arritmia
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• De forma prática, você deve considerar causas não hemorrágicas de choque sempre que houver estigmas de trauma acima
do nível do diafragma.
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• Vale lembrar que, nos casos em que existam ferimentos acima do diafragma, nada impede que a causa de choque seja
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FOCOS DE HEMORRAGIA EXTERNA: outros focos de sangramento prováveis.
• Hipotensão associada a ferimentos penetrantes que
Os focos de hemorragia externa podem ser facilmente
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ultrapassam a fáscia anterior da parede abdominal.
identificados durante a avaliação primária e devem ser tratados
2. RETROPERITÔNIO
através de compressão direta do ferimento.
O retroperitônio, assim como a cavidade abdominal, pode
Nos casos em que há sangramento de extremidades,
represar grandes quantidades de sangue. Entretanto, o diagnóstico
sem possibilidade de controle através de compressão, devemos
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pode não ser tão simples.
considerar a aplicação de um torniquete.
Isso acontece porque o lavado peritoneal diagnóstico não
O uso de pinças hemostáticas às cegas nunca é recomendado
é elucidativo para os casos de sangramento retroperitoneal
para o controle de hemorragia externa, pelo risco de lesão nervosa
exclusivo. Além disso, o ultrassom focado para assistência no
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e de isquemia do membro.
trauma (FAST) também não faz, com facilidade, o diagnóstico de
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sangramentos retroperitoneais.
1. CAVIDADE ABDOMINAL
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Imagem ilustrativa da equimose de flancos, que pode ser sugestiva de sangramento retroperitoneal.
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Focos de hemorragia externa devem ser inicialmente tratados através de compressão direta.
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Os sinais clínicos de choque hemorrágico podem ser divididos indicativos de um baixo índice cardíaco.
em precoces e tardios. As provas adoram perguntar “quais são os A existência de mecanismos de compensação permite que
sinais precoces e quais são os sinais tardios”. Então, aprenda: os níveis pressóricos se mantenham estáveis, mesmo quando as
São considerados sinais clínicos precoces de hipovolemia: perdas de sangue atingem até 30% da volemia.
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1. Taquicardia: o aumento da frequência cardíaca é um Desse modo, temos os dois sinais clínicos tardios relacionados
mecanismo compensatório que permite que o débito cardíaco à hipovolemia. São eles:
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se mantenha constante mesmo diante de determinadas perdas • Hipotensão: a hipotensão é um sinal clínico tardio do
volêmicas. choque. Afinal, se os mecanismos compensatórios estão
2. Palidez cutânea: a liberação de catecolaminas leva à preservados, a redução dos níveis tensionais só acontece após a
vasoconstrição da circulação cutânea, visceral e muscular. perda de 30% da volemia ou mais.
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3. Pressão de pulso: a pressão de pulso é definida pela • Alteração do nível de consciência: o rebaixamento do nível
diferença entre a pressão sistólica e a pressão diastólica. Ou seja, de consciência também é uma alteração perceptível apenas
Pressão de pulso = (Pressão sistólica – Pressão diastólica). quando as perdas volêmicas superam 30%.
Valores de pressão de pulso inferiores a 30mmHg podem ser
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Taquicardia, palidez cutânea e redução da pressão de pulso são sinais precoces do choque hipovolêmico. Por outro lado, a
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Baseado no volume de sangue perdido e nas características sinais clínicos tipicamente são ausentes ou discretos.
clínico-laboratoriais da perda volêmica, o ATLS divide os sintomas e Hemorragia Classe II: compreende as perdas de sangue
sinais de hemorragia em quatro classes. entre 15 e 30%. São as hemorragias consideradas não complicadas
Hemorragia Classe I: compreende as perdas de sangue de e tipicamente são resolvidas com a administração de cristaloides,
até 15% da volemia. É considerada como sangramento mínimo e os apenas.
Hemorragia Classe III: compreende as perdas de sangue que pode levar à morte em minutos se não for contornado. Nesses
entre 31 e 40%. São hemorragias consideradas complicadas casos, está indicada a reposição de hemoderivados em protocolo
e tipicamente requerem a administração de cristaloides e de transfusão maciça. – Discutiremos o protocolo de transfusão
hemoderivados. maciça no capítulo a seguir.
Hemorragia Classe IV: compreende as perdas de sangue Logo abaixo, encontra-se a tabela de sinais e condutas
superiores a 40%. Trata-se de um evento extremamente grave e conforme a classe da hemorragia.
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Perda sanguínea <15% 15–30% 31–40% >40%
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Frequência cardíaca ↔ ↔/↑ ↑ ↑/↑↑
Débito urinário ↔ ↔ ↓ ↓↓
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Escala de coma de
↔ ↔ ↓ ↓
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Glasgow
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Base défice (gasometria) 0 to –2 mEq/L –2 to –6 mEq/L –6 to –10 mEq/L –10 mEq/L ou menos
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Necessidade de Protocolo de
Monitorar Possível Transfundir
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Legendas:
↔: O parâmetro pode ou não apresentar alterações.
↓ : Abaixo da faixa de normalidade.
↓↓ : Muito abaixo da faixa de normalidade.
↑ : Acima da faixa de normalidade.
↑↑ : Muito acima da faixa de normalidade.
CAPÍTULO
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que devem ser adotadas durante essa etapa do atendimento à
vítima de trauma. São elas: Fique atento: os níveis de hemoglobina e hematócrito não
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1. Obtenção de um acesso vascular: têm relevância para o diagnóstico ou classificação do choque nas
O ATLS preconiza que o acesso preferencial em adultos seja vítimas de trauma agudo.
feito através de punção periférica com dois cateteres calibrosos, 3. Reposição volêmica inicial:
ou seja, com diâmetro igual ou mais calibroso que 18 gauge. Pacientes com diagnóstico de choque devem receber uma
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Caso um acesso periférico não esteja disponível, as reposição volêmica inicial com solução isotônica (cristaloides,
alternativas para reposição volêmica em adultos incluem: preferencialmente ringer lactato), em bolus de 1000ml. Para
• Punção intraóssea. crianças com menos de 40Kg, a dose de reposição deve ser de
• Acesso venoso central. 20ml/Kg de peso.
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• Dissecção venosa. Vale lembrar que a reposição volêmica inicial está indicada
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Em adultos, a via alternativa de escolha para o acesso para todos os subtipos de choque!
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vascular depende da experiência do médico que está prestando o Após essa medida, devemos observar qual é o tipo de
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Entretanto, em crianças, existe uma ordem de prioridade tipos de resposta possíveis. São elas:
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para a obtenção de acesso, que está disposta logo abaixo, em • Resposta rápida à reposição.
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• Acesso intraósseo: os sítios de punção incluem a porção As apresentações relativas a cada uma dessas respostas,
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anteromedial da tíbia e o fêmur distal. assim como as condutas relacionadas a elas, encontram-se na
• Acesso venoso central de veia femoral.
tabela abaixo.
• Acesso venoso de veia jugular (interna ou externa) ou
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ESTIMADA
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NECESSIDADE DE SANGUE Baixa Moderada a alta Imediata
classificação da hemorragia, assim como na resposta à reposição Visto isso, precisamos discutir duas estratégias de
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volêmica inicial. Portanto, pacientes com hemorragia classe III, ressuscitação volêmica que são frequentemente cobradas em
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classe IV, respondedores transitórios e não respondedores têm prova e que você precisa conhecer. Veja no quadro abaixo.
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Segundo o ATLS, considera-se transfusão maciça a administração de mais de 10 concentrados de hemácia nas primeiras
24 horas subsequentes ao trauma ou 4 concentrados de hemácias em uma hora.
Vale lembrar que, na transfusão maciça, é recomendada a administração de concentrados de hemácias juntamente a
plasma e plaquetas na proporção de 1:1:1. Essa abordagem é chamada de ressuscitação volêmica balanceada ou hemostática
e está associada à redução da mortalidade.
* Um score bastante aplicado nos cenários de trauma, para definição da necessidade de transfusão maciça, é chamado
ABC SCORE. Ele leva em consideração os seguintes aspectos e atribui a cada um deles um ponto.
• Trauma penetrante em tronco (tórax ou abdome) – 1 ponto
• FAST positivo – 1 Ponto
• Pressão arterial sistólica igual ou abaixo de 90 – 1 ponto
• Frequência cardíaca igual ou acima de 120 – 1 ponto
2 ou mais pontos já indicam necessidade de transfusão maciça.
Hipotensão permissiva
A hipotensão permissiva prevê a administração endovenosa de fluidos ou hemoderivados de maneira que seja apenas
o suficiente para manter a pressão arterial sistólica acima de 70.
Segundo alguns autores, essa medida melhora o prognóstico em pacientes com choque hemorrágico, especialmente
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nos casos em que a causa do sangramento é secundária a ferimentos penetrantes de tronco.
Essa estratégia não é recomendada para pacientes com traumatismo cranioencefálico, à medida que a hipotensão
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pode reduzir a perfusão cerebral e aumentar a mortalidade.
5. Administração de ácido tranexâmico • 1g IV em bolus (em 10 minutos), que deve ser realizada
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Essa droga está formalmente indicada em até três horas preferencialmente na cena do trauma.
após o trauma nos casos em que a frequência cardíaca está acima • 1g IV ao longo das próximas 8 horas, iniciada logo após a
primeira dose.
de 110bpm ou a pressão arterial sistólica abaixo de 90.
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“O trabalho duro vence o talento quando o talento não trabalha duro”.
Até a próxima e um forte abraço.
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Antonio Rivas s.
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