Título do Tema
Sempre Dentro do
Triângulo Verde
(máximo 4 linhas)
CRESCIMENTO
Nome do Autor no Triângulo
E
DESENVOLVIMENTO
HUMANO
GABRIELA SOUZA DE VASCONCELOS
Unidade 6 – Estágios de Crescimento
e Desenvolvimento Humano: Adulto
Tardio e Fim da Vida
Introdução
Esta unidade pretende abordar as diferentes características que marcam o crescimento
e o desenvolvimento de um indivíduo em estágio adulto tardio. O estágio adulto
tardio inicia a partir dos 65 anos e se estende até a morte. Dessa forma, é um período
longo e marcado por muitos declínios na função física, cognitiva e psicossocial do
indivíduo. Adicionalmente a isso, o indivíduo se aproxima do fim da vida e precisa
lidar com os sentimentos e emoções relacionados a isso. Portanto, os aspectos que
se relacionam com o desenvolvimento físico, cognitivo e psicossocial presentes
durante a vida adulta tardia serão abordados nesta unidade. Bons estudos!
Objetivos da Aprendizagem
Ao final desta unidade, esperamos que você seja capaz de:
• Compreender o desenvolvimento físico e cognitivo na vida adulta tardia.
• Entender o desenvolvimento psicossocial na vida adulta tardia.
• Abordar os aspectos relacionados com o fim da vida.
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Estágios de Crescimento e Desenvolvimento
Humano: Adulto Tardio e Fim da Vida
A vida adulta tardia representa um período desafiador para os indivíduos, trazendo a
proximidade da morte e o declínio de inúmeras funções corporais. Com o aumento
da longevidade nos dias atuais, é fundamental entender o desenvolvimento físico,
cognitivo e psicossocial para que as estratégias adotadas com essa população
sejam efetivas em melhorar a qualidade de vida e prevenir o declínio funcional. A
seguir serão abordados os aspectos físicos, cognitivos e psicossociais que estão
relacionados à vida adulta tardia, bem como aspectos relativos à finitude da vida.
Desenvolvimento Físico e Cognitivo na Vida Adulta Tardia
O estágio de adulto tardio envolve três grupos: idoso jovem (entre 65 e 74 anos),
idoso (entre 75 e 84 anos) e idoso mais velho (de 85 anos em diante) (PAPALIA;
MARTORELL, 2022).
A população mundial está envelhecendo e até 2050 projeta-se uma população
dessa faixa etária de 1,6 bilhão de indivíduos. Esse envelhecimento da população
é o resultado da diminuição da fertilidade somada ao crescimento econômico,
melhores condições nutricionais, estilos de vida mais saudáveis, controle de doenças
infecciosas, melhorias no acesso à água e ao saneamento básico e nos avanços na
ciência, tecnologia e medicina (PAPALIA; MARTORELL, 2022).
O envelhecimento primário é um processo gradual e inevitável de deterioração física
que começa cedo na vida e continua ao longo dos anos, independentemente do que os
indivíduos façam para evitá-lo. Já, o envelhecimento secundário resulta de doenças,
abusos e maus hábitos, ou seja, fatores que, de modo geral, podem ser controlados.
Assim, o envelhecimento primário é um processo da natureza e coordenado pela
biologia do indivíduo, enquanto o envelhecimento secundário é o resultado dos
traumas ambientais que se acumulam ao longo da vida (PAPALIA; MARTORELL,
2022).
O processo de declínio no funcionamento físico associado ao envelhecimento é
chamado de senescência. Em relação ao desenvolvimento físico, muitas mudanças
ocorrem com o envelhecimento. A pele se torna mais pálida e menos elástica e,
conforme a gordura e os músculos atrofiam, fica enrugada. O cabelo fica mais fino e
grisalho. Os pelos do corpo ficam mais ralos. As varizes são comuns nas pernas. A
altura diminui pela atrofia dos discos intervertebrais da coluna. A composição química
das alterações ósseas traz maior risco de fraturas. Além dessas mudanças mais
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óbvias e perceptíveis, muitas outras ocorrem nos órgãos internos e no organismo em
geral (HAYWOOD; GETCHELL, 2016).
Envelhecimento
Fonte: Freepik (2022).
#pratodosverem: a imagem apresenta a fotografia de uma mulher sorridente
com cabelos grisalhos e rugas no rosto.
Os pulmões tornam-se menos eficazes devido à redução de volume, atrofia dos
músculos da respiração e da diminuição da capacidade dos cílios de funcionarem
com eficácia. O funcionamento do sistema cardíaco também é prejudicado, com o
envelhecimento, os indivíduos estão mais propensos a sofrer de arritmia, as paredes
do músculo cardíaco podem se tornar espessas, e as válvulas que controlam o fluxo
de sangue podem não abrir mais completamente. Isso diminui o condicionamento
cardíaco do indivíduo (HAYWOOD; GETCHELL, 2016).
Além desses prejuízos, podem ainda ocorrer problemas de deglutição, refluxo
gástrico, indigestão, síndrome do intestino irritável, constipação, absorção reduzida
dos nutrientes, o que aumenta o risco de desnutrição nesses indivíduos (HAYWOOD;
GETCHELL, 2016).
O envelhecimento do cérebro leva a redução da capacidade do indivíduo em processar
informações rapidamente, no funcionamento executivo e na memória episódica.
No estágio da vida adulta tardia, o cérebro diminui de volume e de peso, mesmo
assim ainda apresenta plasticidade e possibilidade de mudanças positivas durante
o envelhecimento, sendo importante que o indivíduo se mantenha ativo fisicamente,
realize desafios cognitivos e mantenha um senso de propósito para que isso ocorra
(HAYWOOD; GETCHELL, 2016).
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Vida saudável
Fonte: Freepik (2022).
#pratodosverem: a imagem apresenta a fotografia de um indivíduo se exerci-
tando ao ar livre.
Em relação às funções sensoriais, os indivíduos nesse estágio apresentam declínio
significativo da visão e da audição. Assim, mudanças na estrutura do ambiente, bem
como luzes mais fortes para leitura, opção de legenda nos aparelhos de televisão
e amplificadores embutidos no telefone podem auxiliar idosos com alterações
sensoriais (HAYWOOD; GETCHELL, 2016).
Curiosidade
A principal causa de comprometimento visual nos idosos é
a degeneração macular relacionada à idade. A mácula é um
pequeno ponto no centro da retina que ajuda a manter os objetos
diretamente na linha de visão em foco. Com a degeneração, o
centro da retina perde a capacidade de distinguir detalhes com
clareza.
Já, sobre aspectos psicomotores, o envelhecimento produz diversas mudanças
relativas à habilidade física, incluindo o aumento da gordura corporal e perda de força
muscular, capacidade aeróbica, flexibilidade e agilidade. Essas mudanças contribuem
para altas taxas de queda nessa população (HAYWOOD; GETCHELL, 2016).
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O desenvolvimento cognitivo também é afetado pelo envelhecimento. Algumas
habilidades, como a velocidade de processamento mental e o raciocínio abstrato,
podem declinar com o avanço da idade, entretanto outras podem melhorar. É possível
observar o padrão clássico de envelhecimento em que os idosos apresentam maior
declínio na velocidade de processamento e no desempenho não verbal em diferentes
atividades. Esse padrão clássico é, provavelmente, consequência da desaceleração
muscular e neurológica. Já, para atividades que não requerem velocidade, os declínios
são menos prováveis (PAPALIA; MARTORELL, 2022).
Adicionalmente, a falha de memória também é considerada um sinal de envelhecimento.
Com o avanço da idade, o indivíduo pode apresentar declínios na memória de curto e
longo prazo (quadro 1) (PAPALIA; MARTORELL, 2022).
Memória de curto e longo prazo e suas subclassificações
Memória de curto prazo Memória de longo prazo
Memória Memória de Memória Memória Memória de
sensorial trabalho episódica semântica procedimento
Memória de Memória de
Memória das Memória de
Memória conhecimento habilidades
informações acontecimentos
temporária, prático motoras, formas
que estão ou experiências
breve e inicial factual, de de fazer as coisas,
sendo específicas,
das informações linguagem e também conhecida
ativamente relacionadas a
sensoriais. de costumes como memória
processadas. tempo e lugar.
sociais. implícita.
Fonte: elaborado pela autora (2022).
#pratodosverem: a imagem apresenta um quadro com a descrição das sub-
classificações da memória de curto e longo prazo.
Outros declínios também são encontrados na linguagem. Entretanto, essas
experiências, normalmente, não são resultado de problemas associados com a
linguagem em si, mas sim de problemas para acessar e recuperar informações da
memória. Os processos de linguagem fundamentais permanecem relativamente
inalterados com o avanço da idade (PAPALIA; MARTORELL, 2022).
Um aspecto importante relacionado ao desenvolvimento cognitivo nesse estágio
é a sabedoria. A sabedoria pode ser definida como a capacidade de navegar pelas
complicações da vida. Os indivíduos sábios estão à vontade com a incerteza e
entendem que pessoas diferentes têm pontos de vista diferentes e que, às vezes, não
há uma única resposta certa. Entretanto, a sabedoria não parece ser uma propriedade
de indivíduos idosos, pelo contrário, ela parece ser um fenômeno complexo e um
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tanto raro que mostra uma estabilidade relativa ou um ligeiro crescimento em
determinados indivíduos. A propensão à sabedoria de um indivíduo parece ser
afetada por muitos fatores, como personalidade, experiência de vida e tendências à
autorreflexão (PAPALIA; MARTORELL, 2022).
Desenvolvimento Psicossocial na Vida Adulta Tardia
Em relação ao desenvolvimento psicossocial, a vida adulta tardia se caracteriza por
um período em que os indivíduos podem reavaliar suas vidas, concluir o que ficou
pendente e decidir como melhor canalizar suas energias e passar o tempo que ainda
resta (GALLAHUE; OZMUN; GOODWAY, 2013).
Vida adulta tardia
Fonte: Freepik (2022).
#pratodosverem: a imagem apresenta a fotografia de um casal de idosos se
abraçando e sorrindo.
Nesse estágio do desenvolvimento, os indivíduos têm um senso de integridade
do ego por aceitarem a vida que tiveram. Assim, há a aceitação da morte ou eles
se desesperam devido à impossibilidade de reviver suas vidas. Os indivíduos que
conseguem ter sucesso nessa tarefa, adquirem o entendimento do significado de
suas vidas dentro da ordem social mais ampla (GALLAHUE; OZMUN; GOODWAY,
2013).
A virtude que pode ser desenvolvida nesse estágio é a sabedoria, um interesse
informado e imparcial pela vida perante a morte. A sabedoria implica em aceitar a
vida que se viveu sem maiores arrependimentos, sem ficar preso ao que passou e/ou
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poderia ter sido. Logo, significa que o indivíduo aceita as imperfeições em si próprio
e nos demais que o rodeiam (GALLAHUE; OZMUN; GOODWAY, 2013).
É importante destacar que mesmo que o indivíduo adquira a integridade do ego pela
aceitação da vida, algum desespero é inevitável. Isso ocorre, pois há uma necessidade
de se lamentar, seja pelas próprias desilusões ou, até mesmo, pela vulnerabilidade e
transitoriedade da condição humana (GALLAHUE; OZMUN; GOODWAY, 2013).
Saiba mais
Confira um artigo com mais detalhes sobre a percepção de
idosos em relação às representações sociais do processo de
envelhecimento. Clique aqui e saiba mais.
Como o envelhecimento é um conjunto de processos complexos e naturais que
ocorrem desde o nascimento, quanto melhor for a adaptação do indivíduo, melhor
será sua percepção em relação à velhice, portanto conseguirá contemplar como uma
fase de experiências acumuladas, de maturidade e liberdade.
Fim da Vida: Lidando com a Morte e o Sentimento de Perda
Embora a morte seja um fato biológico, ela apresenta diferentes aspectos
sociais, culturais, históricos, religiosos, legais, psicológicos, clínicos, éticos e de
desenvolvimentos, que, frequentemente, estão intimamente interligados (PAPALIA;
MARTORELL, 2022).
As atitudes culturais e religiosas adotadas pelos indivíduos em relação à morte
afetam a forma de enxergar a própria morte (PAPALIA; MARTORELL, 2022).
Saiba mais
Confira um artigo de revisão integrativa, no qual você encontrará
mais informações sobre as estratégias de enfrentamento
utilizadas por indivíduos idosos para lidar com o envelhecimento
e com a morte. Clique aqui e saiba mais.
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Existe uma grande variedade de costumes culturais adotados diante da morte. A
forma como os mortos são removidos e recordados, a transferência de bens e, até
mesmo, a expressão da dor e do sofrimento são diferentes entre as culturas. Em
geral, esses costumes culturais são regidos por preceitos religiosos ou legais que
refletem a visão que uma sociedade tem da morte e do que ocorre após ela (PAPALIA;
MARTORELL, 2022).
Nos aspectos culturais da morte estão inclusos os cuidados relativos aos doentes
terminais e aos mortos, assim como o ambiente em que a morte geralmente ocorre e
os costumes e rituais relacionados ao luto (PAPALIA; MARTORELL, 2022).
Mesmo com tantas variações entre as culturas, alguns aspectos costumam ser
comuns, como as expressões de pesar, raiva e medo. A maioria das culturas possui
maneiras socialmente aceitas de expressar essas emoções no contexto do luto e/ou
das práticas fúnebres (PAPALIA; MARTORELL, 2022).
Além da crescente tendência de encarar a morte com mais honestidade, surgiram
movimentos para tornar mais humano o ato de morrer. Por exemplo, a assistência ao
doente terminal, a qual consiste em uma assistência afetuosa e pessoal, centrada no
indivíduo e na sua família. Essa assistência oferece cuidados paliativos que incluem
alívio da dor e do sofrimento, controle dos sintomas, alívio do estresse e tentativas de
preservar uma qualidade de vida satisfatória (PAPALIA; MARTORELL, 2022).
Os indivíduos mudam ao reagirem à morte e ao morrer, seja em relação a sua própria
ou a de um ente querido. Essas mudanças podem ser de ordem física e cognitiva.
Mesmo sem doenças identificáveis, os indivíduos em torno de 100 anos tendem
a apresentar declínios funcionais; a perder o apetite; e a morrer de morte natural.
Alterações na satisfação com a vida também precedem a morte. Indivíduos jovens
também experimentam essas mudanças e alterações antes de morrer (PAPALIA;
MARTORELL, 2022).
Antes da morte, ocorre um processo denominado declínio terminal. Esse declínio
ocorre em várias capacidades cognitivas e é amplamente observado pouco antes
da morte, mesmo quando fatores demográficos e relacionados à saúde estão
devidamente controlados (PAPALIA; MARTORELL, 2022).
Quando o indivíduo perde um ente querido, o primeiro padrão é o luto. O luto é
uma resposta emocional que normalmente vem imediatamente após a morte. Na
sequência, vem o sentimento de perda, que é uma resposta à perda de alguém de
quem ele é próximo e também um processo de ajuste. A perda, por exemplo, muitas
vezes, leva a uma mudança de papel ou de status (PAPALIA; MARTORELL, 2022).
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Luto
Fonte: Freepik (2022).
#pratodosverem: a imagem representa a fotografia de um indivíduo consolan-
do outro.
Para que o indivíduo consiga aceitar a dolorosa realidade da perda, existe o processo
de elaboração do luto, dividido em três estágios: choque e descrença; preocupação
com a memória da pessoa e resolução. Após esses três estágios, o indivíduo
consegue, aos poucos, se libertar do vínculo com a pessoa falecida e se readaptar
a vida, desenvolvendo novos interesses e relacionamentos (PAPALIA; MARTORELL,
2022).
Choque e descrença:
imediatamente após a morte, os indivíduos mais próximos ao falecido se sentem
perdidos e confusos. Com o aumento da sensação de perda, o entorpecimento
inicial dá lugar ao sentimento de tristeza e choro frequente. Esse estágio pode
durar várias semanas.
Preocupação com a memória:
nesse estágio, tenta-se resolver o problema da morte, mas ainda sem poder
aceitá-la. Esse estágio pode durar de seis meses a dois anos.
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Resolução:
nesse estágio, o indivíduo que sofreu a perda renova o interesse pelas atividades
cotidianas. Ao lembrar do falecido, vem à tona sentimento de afeto e tristeza,
mas sem a dor aguda e a ansiedade.
As atitudes adotadas em relação à morte são diferentes entre as diversas faixas
etárias. Essas mudanças características de atitude em relação à morte ao longo da
vida dependem do desenvolvimento cognitivo e da época de ocorrência do evento, ou
seja, se ele foge ao normal ou não (PAPALIA; MARTORELL, 2022).
Dessa forma, morrer, da mesma forma que viver, é uma experiência que acontece
individualmente. Para muitos indivíduos, a negação ou a raiva podem ser uma forma
mais saudável de enfrentar a morte, em detrimento da aceitação tranquila. O fato é
que a percepção e a aceitação da inevitabilidade da morte aumentam durante toda a
vida adulta.
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Conclusão
Por meio de nossos estudos, percebemos que a vida adulta tardia é um período
que compreende desde os 65 anos até o momento da morte do indivíduo. Por isso,
apresenta muitos desafios ao indivíduo e também a seus familiares. Além do declínio
físico, cognitivo e psicossocial, a proximidade do fim da vida pode gerar aceitação ou
desespero no indivíduo. Todos esses aspectos devem ser considerados para que o
indivíduo consiga passar por esse período com qualidade de vida e tenha uma morte
em paz, com dignidade e conforto.
Bons estudos!
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Referências
GALLAHUE, D. L.; OZMUN J. C.; GOODWAY J. D. Compreendendo o desenvolvimento
motor: bebês, crianças, adolescentes e adultos. 7. ed. Porto Alegre: AMGH, 2013.
HAYWOOD, K. M.; GETCHELL, N. Desenvolvimento motor ao longo da vida. 6. ed. Porto
Alegre: Artmed, 2016.
PAPALIA, D. E.; MARTORELL, G. Desenvolvimento humano. 14. ed. Porto Alegre:
Artmed, 2022.
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