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Conhecimento sobre AVC em Jovens de Viana

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REPÚBLICA DE ANGOLA

GOVERNO DA PROVÍNCIA DE LUANDA


GABINETE PROVINCIAL DA EDUCAÇÃO/SAÚDE
INSTITUTO TÉCNICO DE SAÚDE DE LUANDA
INSTITUTO MÉDIO DE SAÚDE SOFMARY

TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO MÉDIO TÉCNICO DE ENFERMAGEM

ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL

CONHECIMENTOS DOS JOVENS, DO MUNICÍPIO DE VIANA, BAIRRO MORRO


DE AREIA SOBRE O ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL, I TRIMESTRE DE
2024.

GRUPO Nº XXVIII
LUANDA/2024
CONHECIMENTOS DOS JOVENS, DO MUNICÍPIO DE VIANA, BAIRRO MORRO DE
AREIA SOBRE O ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL, I TRIMESTRE DE 2024.

Integrantes do grupo Nº XXVIII

1-Ana Elieth da Cunha Venâncio

2-Carolina Jamba Carlos Daniel

3-Elizeth Manuel Dos Santos


Trabalho do fim do curso apresentado
4-Felisbino Faria Gonçalves ao instituto Médio de Saúde Sofmary,
como um dos requisitos, para a
5-Filomena Miguel José
obtenção do título de Técnico médio de
6-Joana Chombele Chitumba enfermagem.

7-Maria de Fátima Isaac Paulo

8-Marcia Victória Manuel Sebastião

9-Rui Augusto Muhongo Tchissola

10-Teresa Cambambi Sebastião

Orientador (a):

_________________________

Teresa Coelho

(Lic. Enfermagem.)
FOLHA DE APROVAÇÃO

Grupo XXVIII CONHECIMENTOS DOS JOVENS, DO MUNICÍPIO DE VIANA, BAIRRO


MORRO DE AREIA SOBRE O ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL, I TRIMESTRE DE
2024.

Aprovado em _____/____/2024

BANCA EXAMINADORA

Presidente__________________________Assinatura__________________

1ºVogal___________________________Assinatura____________________

2ºVogal_____________________________Assinatura_____________________
DEDICATÓRIA

Dedicamos este trabalho aos nossos familiares incansáveis e persistentes no apoio


incondicional, que sempre nos proporcionaram segurança e compreensão para alcançamos
os nossos objetivos.
AGRADECIMENTO

Em primeiro lugar a Deus Pai Todo Poderoso pelo fôlego de vida.


Sua Excelência, Diretor Geral do IMSS Sofmay, Dr. Sobrinho Zola Messo, pelos esforços
que tem envidado para a concretização dos nossos sonhos de ser técnicos de saúde.

Ao subdiretor pedagógico, Manuel Licas Nunes os nosso muito obrigados.


A nossa Orientadora ex. Maria Gonçalo, que a sua alma descansa em paz, os nossos muito
obrigado pela orientação.
A nossa atual orientadora, Lic. Teresa Xavier Coelho, obrigado pelo apoio, conselhos e
orientação.
As direções de todas unidades sanitárias que nos abriram as portas para os estágios, o
estágio ajuda no desenvolvimento da carreira de todo e qualquer profissional, traz as
experiências práticas que desenvolve, a competência como futuro profissional.
Enfim, de corpo e alma, aos nossos pais que incansavelmente prestaram-nos o seu
apoio no ponto de vista financeiro e psicológico.

EPIGRAFE
“ As raízes do estudo são amargas, mas seus frutos são doces”

(Aristóteles.)
RESUMO

No presente trabalho, que teve com tema Acidente vascular cerebral e objetivo
geral, avaliar os conhecimentos dos jovens do município de Viana bairro morro de
areia, sobre o acidente vascular cerebral, no I trimestre de 2024. Fez-se o estudo
descritivo, transversal com abordagem quanti-qualitativa, no universo dos jovens do
Município de Viana, bairro morro de arreia. Trabalhamos com uma amostra de 72
jovens da faixa etária de 18 a 39 anos, sendo o instrumento de recolha de dados
uma ficha de inquérito. Dos resultados da pesquisa, e depois de um longo tempo de
trabalho árduo, o grupo chegou as seguintes conclusões: houve maior
predominância dos jovens inqueridos com idade compreendidas entre 16 – 23 anos
que correspondem 48 (67%), quanto ao sexo, houve maior predominância 47 (65%)
são do sexo feminino, quanto ao nível acadêmico 47 (65%) são do ensino médio,
quanto ao conhecimento do acidente vascular cerebral, 62 (86%) afirmam ter
conhecimento, quanto as causas do acidente vascular cerebral, 43 (60%) afirmam
que não conhecem, quanto as manifestações clínica 44 (61%)afirmam não ter
conhecimento sobre as manifestações clinicas, quanto ao modo de tratamento
57(79%,) jovens inqueridos, afirmam que o tratamento é farmacológicos e com
fisioterapia, quanto ao conhecimento das consequência, 37 (51%) afirmam que pode
causar a morte, quanto a importância do acidente vascular cerebral 72 que
corresponde a(100%) afirmaram ser importante participar desse trabalho.
Palavras-Chave: Conhecimento, acidente, vascular, cerebral
ÍNDICE DE TABELAS

Tabela 1. Distribuição dos jovens quanto a idade----------------------------------------------23

Tabela 2. Distribuição dos jovens quanto ao sexo---------------------------------------------23

Tabela 3. Distribuição dos jovens quanto ao nível acadêmico-----------------------------24

Tabela 4. Distribuição dos jovens quanto ao conhecimento--------------------------------24

Tabela 5. Distribuição dos jovens quanto as causais-----------------------------------------25

Tabela 6. Distribuição dos jovens quanto manifestações clinicas-------------------------25

Tabela 7. Distribuição dos jovens quanto ao modo de tratamento------------------------26

[Link]ção dos jovens quanto a importância do trabalho-----------------------26

Tabela 9. Distribuição dos jovens quanto a importância da prevenção------------------27


LISTAS DAS ABREVIATURAS

AVC – Acidente vascular cerebral

AVCI - Acidente vascular cerebral isquêmico

AVH- Acidente vascular cerebral hemorrágico

LDL – Mal colesterol

HDL- Bom colesterol

AVCS – Acidente vascular sistêmico

OMS – organização mundial da saúde

TAC – Tomografia computorizada

[Link]. – Sinais vitais


Sumário
1. INTRODUCAO..............................................................................................7

1.1. Formulação do problema...............................................................................9

1.2. Justificativa de Estudo...................................................................................9

1.3. Objetivos de Estudo.......................................................................................9

1.3.1. Objetivo geral..................................................................................................9

1.3.2. Objetivos específicos.....................................................................................9

2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA....................................................................9

2.1. Definição de termos e conceitos................................................................10

2.2. Factores de Risco do AVC..........................................................................10

2.3. Fisiopatologia do VC....................................................................................11

2.4. Manifestações clínicas do AVC.......................................................................13

2.5. Diagnóstico do Acidente Vascular cerebral..............................................14

2.6. Tratamento do Acidente Vascular Cerebral..............................................15

2.6.1. Acidente vascular encefálico isquêmico....................................................16

2.6.2. Acidente vascular encefálico hemorrágico...............................................16

3. METODOLOGICA DE ESTUDO..................................................................19

3.1. Tipos de estudo...............................................................................................19

3.2. Local do estudo................................................................................................19

3.3. População em estudo.....................................................................................19

3.4. Amostra de estudo..........................................................................................19

3.5. Critérios de inclusão e de exclusão..............................................................19

3.6 Procedimentos éticos.......................................................................................20

3.7 Instrumentos de dados.....................................................................................20


[Link]ção

O AVC é um problema de saúde pública mundial, uma das maiores causas de


incapacidade adquirida em todo o mundo (CORREIA, 2013) -
Foi Hipócrates quem descreveu pela primeira vez a paralisia repentina que é
frequentemente associada com os acidentes vasculares cerebrais (AVC). Os episódios de
AVC e o histórico familiar de AVC têm sido descritos desde o segundo milénio A.C. Adiante,
na antiga Mesopotâmia e Pérsia.

Em 1658, na sua Apoplexia, Johann Jacob Wepfer identificou a causa do AVC


hemorrágico, quando sugeriu que as pessoas que tinham morrido de apoplexia tinham
hemorragias nos seus cérebros. Wepfer também identificou as principais artérias que irrigam
o cérebro, as artérias carótidas e vertebrais. E identificou a causa dum tipo de AVC
isquêmico conhecido como enfarte cerebral e sugeriu que a apoplexia podia ser causada
por um bloqueio a estas artérias.

A prevalência mundial na população em geral é estimada em 0,5% a 0,7% e considera-


se a terceira maior causa de morte, após as doenças cardíacas e cancerígenas
(MONTEIRO, 2013).

Estudos mais recentes revelam que os casos mais fatais de AVC são mais frequentes
na África subsaariana, na África do Sul no Hospital Baragwanth revelou que o AVC
constitui cerca de 60% dos casos neurológicos observados naquele hospital, em
Zimbabwe e Nigéria mostraram ser elevada a frequência de AVC hemorrágico, em
relação aos países desenvolvidos, facto justificado pela alta prevalência de HTA nestes
países (ANTÓNIO, 2011).

Em Angola ainda não se conhece a real magnitude do impacto socioeconômico das


doenças cerebrovasculares por carência de dados exatos sobre estudos epidemiológicos,
mas estudos feitos por estudantes para trabalhos de fim de curso revelaram uma
frequência elevada de AVC (mais o hemorrágico do que o isquêmico) nos nossos
Hospitais. É o caso do estudo feito por Kussola sobre Morbimortalidade por AVC em 62
doentes admitidos na UCD da CSE (Clínica Sagrada Esperança) em 2008 em que a taxa
de letalidade era muito elevada atingindo os 50%, por António no HAB (Hospital Américo
Boavida) em 2011 que revelou uma taxa de letalidade de 24% e por muitos outros
realizados em 1999, 2001, 2003 e 2004 que revelaram ser elevada a frequência de AVC
nos nossos Hospitais da Província de Luanda (ANTÓNIO, 2011).
1.1 Formulação do problema

O acidente vascular cerebral hoje, configura-se como sendo um problema de saúde


pública. Em Angola registou desde janeiro 11.490 novos casos de Acidente Vascular
Cerebral (AVC), que afeta atualmente muitos jovens e frequente na sociedade e no mundo.
Diante desta problemática, o grupo chegou a seguinte pergunta de partida:

Que Conhecimentos possuem os jovens do município de Viana Bairro morro de areia


sobre o Acidente Vascular Cerebral.

1.2 Justificativa de Estudo


Atualmente o acidente vascular cerebral (AVC), é umas das grandes enfermidades
que acometem as populações ao redor do mundo inteiro, dada a sua complexidade na
identificação previa de seus sinais e sintomas, surgiu em nós uma ampla necessidade de
realizar o presente estudo visto que, o mesmo fornecerá dados precisos sobre qual é a até o
momento, a percepção dos jovens do bairro morro de área sobre a referida patologia.

1.3. Objetivos de Estudo


1.4. Objetivo geral
Avaliar os Conhecimentos dos jovens do município de Viana bairro morro de areia
sobre o Acidente Vascular Cerebral no I Trimestre de 2024.

1.5 Objetivos específicos


 Caracterizar o perfil sócio demográfico dos jovens do bairro Morro de Areia quanto a
Idade, Sexo, Nível acadêmico.
 Analisar os Conhecimento dos jovens, sobre o acidente vascular cerebral.
 Identificar os conhecimentos dos jovens quanto as Causas, Manifestações clinicas,
tratamento, importância do trabalho e consequências.
[Link]ÇÃO TEÓRICA
2.1 Definição de termos e conceitos
De acordo com a OMS (2010), o Acidente Vascular Cerebral (AVC) é o surgimento
de um déficit neurológico súbito causado por um problema nos vasos sanguíneos do
sistema nervoso centra

AVC Isquêmico Obstrução ou redução brusca do fluxo sanguíneo em uma artéria


cerebral, geralmente por um coágulo, causando falta de circulação no seu território vascular.

AVC Hemorrágico Ruptura espontânea (não aumática) de um vaso, com


extravasamento de sangue para o interior do cérebro (hemorragia intracerebral), para o
sistema ventricular (hemorragia intraventricular) e/ou espaço subaracnóideo (hemorragia
subaracnóidea).

2.2 Fatores de Risco do Acidente Vascular Cerebral

Ainda que um AVC possa surgir em qualquer idade, inclusive entre crianças e
recém-nascidos, à medida que avança a idade. Pessoas do sexo masculino e raça negra
exibem maior tendência ao desenvolvimento de AVC.

História de doença vascular prévia Quem já teve um AVC, ou uma “ameaça de


derrame”, ou outra doença vascular como o infarto (no coração) e a doença vascular
obstrutiva periférica (estreitamento das artérias que alimentam as pernas diminuindo o fluxo
de sangue), tem maior probabilidade de ter um AVC.

As doenças do coração, especialmente as que produzem arritmias (batimentos


cardíacos desregulados), aumentam o risco de AVC. Infarto, fibrilação atrial, doença nas
válvulas, cardiopatia chagásica (Doença de Chagas) aumentam o risco de AVC.

Tabagismo O hábito de fumar é fortemente relacionado com o risco para AVC. As


substâncias químicas presentes na fumaça do cigarro passam dos pulmões para a corrente
sanguínea e circulam pelo corpo, afetando todas as células e provocando alterações no
sistema circulatório. Hipertensão arterial A pressão média de uma pessoa saudável é de
120/80 mmHg (“12 por 8”).

Quando a pressão está elevada, ela acaba lesionando os vasos sanguíneos do


cérebro e pode causar um AVC.

Diabetes A diabetes é causada por uma deficiência do hormônio chamado insulina


ou por uma resistência a ele. Um bom controle da diabetes com dieta adequada e
medicamentos torna os problemas circulatórios menos comuns. Pessoas com diabetes
devem cuidar atentamente dos níveis da pressão arterial.
Sedentarismo A atividade física confere redução do risco de doença vascular. O
sedentarismo leva ao aumento de peso, predispondo à hipertensão, diabetes, níveis
inadequados de colesterol no sangue, todos fatores de risco para AVC já comentados.

A dieta e o colesterol O excesso de gordura no sangue (dislipidemias),


especialmente de colesterol, leva à formação de placas nas paredes das artérias. Isto as
torna mais estreitas e reduz o fluxo sanguíneo, aumentando a chance de a pessoa ter um
AVC.

A obesidade deve ser controlada, principalmente por sua associação com a diabetes,
inatividade física, hipertensão arterial e dislipidemias. Álcool e drogas O consumo excessivo
de bebidas alcoólicas associa-se a grande aumento na incidência de AVC.

O consumo rotineiro de álcool leva a hipertensão e níveis inadequados de colesterol


no sangue – fatores de risco já citados. O uso de cocaína ou crack é capaz de gerar lesão
arterial e picos hipertensivos, sendo associado ao desenvolvimento de AVC.

2.3 Causais do acidente vascular cerebral

Segundo Manuel (2015), O acidente vascular cerebral acontece quando vasos que levam
sangue ao cérebro entopem ou se rompem, provocando a paralisia da área cerebral.
Existindo várias causas como:

 Hipertensão Arterial
 Diabete do tipo 2
 Colesterol alto
 Sobrepeso
 Obesidade
 Tabagismo

2.4 Fisiopatologia do Acidente Vascular Cerebral


A fisiopatogênica da crise hipertensiva está embasada em um desequilíbrio, assim
como na hipertensão crônica, entre as variáveis que definem a pressão arterial, ou seja,
entre o débito cardíaco e a resistência vascular periférica. Esse desequilíbrio, sustentado,
sobretudo, pelo aumento da resistência vascular sistêmica, é representado por um
descompasso no sistema renina-angiotensina-aldosterona, pela presença de agentes
vasoconstrictores circulantes, lesão endotelial. Fibrinoide de arteríolas e deposição de
plaquetas e fibrina no leito vascular. GLAGLIARD (2010)

A consequente lesão vascular culmina na perda da homeostase sobre a autor


regulação normal do fluxo sanguíneo e isquemia. A produção subsequente de substâncias
vasoativas em resposta à isquemia estimula um círculo vicioso, o que mantém o
desequilíbrio pressórico e, consequentemente, as lesões orgânicas.

Para a compreensão da melhor abordagem terapêutica a ser instituída na crise


hipertensiva com acometimento cérebro vascular, o entendimento do mecanismo de auto
regulação do fluxo cerebral é de extrema importância. O fluxo sanguíneo cerebral é
determinado pela relação entre pressão de perfusão cerebral (PPC – equivalente à pressão
arterial) e resistência cerebrovascular (RCV).

Em indivíduos normotensos, uma ampla faixa de variação da pressão arterial média


(PAM) pode ocorrer sem que haja alteração no fluxo sanguíneo cerebral (60 a 150 mmHg).
Isso quer dizer que um aumento da PPC ou da PA levará a um aumento na RCV,
protegendo o paciente contra um possível edema cerebral.

Por outro lado, uma redução na PPC acarretaria uma diminuição da RCV,
protegendo o paciente de uma isquemia cerebral. No entanto, a auto regulação do fluxo
estará descompensada quando a PPC ultrapassar o limite superior ou inferior do auto
regulação. Nessas situações, portanto, o paciente estará suscetível ao edema ou à isquemia
cerebral, respectivamente.

De acordo com Manuel (2015), acredita-se que o próprio infarto cerebral modifique
os mecanismos reguladores devido à presença de acidose local. Contudo, vale lembrar que,
no hipertenso crônico, os mecanismos de auto regulação estarão também alterados devido
ao resultado dos níveis tensionais constantemente elevados.

A faixa de variação da PA a ser autorregulada estará ajustada para cima nesses


casos, ou seja, o limite inferior é maior do que o observado em indivíduos normotensos.
Assim, uma eventual redução inadvertida da PPC pode levar a piora de um quadro
isquêmico, como em um AVC isquêmico.

O AVC isquêmico é caracterizado pela interrupção do fluxo sanguíneo em uma área


encefálica e pode estar associado a embolia, aterosclerose e arterite de pequenos vasos. O
grau de obstrução do fluxo está relacionado com o fluxo sanguíneo de colaterais, ou seja,
com a anatomia vascular, com o local da oclusão e, como vimos, com a pressão arterial
sistêmica que influencia diretamente na PPC. Uma diminuição do fluxo sanguíneo cerebral
para zero causa morte do tecido cerebral em 4 a 10 minutos; entretanto, o tecido em volta
da região central de infarto mostra-se isquêmico, mas sua disfunção é reversível, sendo
denominado de penumbra isquêmica. REZENDE (2010)

Na visão de GLAGLIARD (2010), essa área de penumbra requer que a PA esteja


elevada para que o fluxo sanguíneo seja corretamente mantido, uma vez que a pressão
intersticial no local estará aumentada devido às consequências do sofrimento celular. É
exatamente nesse aspecto que os mecanismos de autor regulação devem atuar na tentativa
de salvar a área comprometida, evitando a sua progressão para infarto.

Vale ressaltar que a PA pode adicionalmente manter-se elevada após um AVE


isquêmico devido à presença de dor, ansiedade, hipóxia ou ao aumento da pressão
intracraniana. Por sua vez, a fisiopatogênicas do AVE hemorrágico está embasada na
ruptura de vasos intracranianos representados por aneurismas ou malformações vasculares,
localizados geralmente nos núcleos da base, tálamo, cerebelo e ponte.

O sangue extravasado para o tecido adjacente ao local da ruptura ocasiona lesão


celular e edema, o que aumenta a pressão intracraniana e perpetua o mecanismo de lesão
celular. Além disso, as porções distais à hemorragia perdem seu suprimento sanguíneo,
resultando em infarto neural. O edema cerebral e a hipertensão intracraniana resultantes
desencadearão o chamado reflexo de Cushing, o qual acarretará um aumento da pressão
arterial e redução da frequência cardíaca.

2.5 Manifestações clínicas do AVC


Se você ou alguém que conheça estiver com sintomas, não esperar melhorar, corra,
cada segundo é importante. Observe o início súbito de qualquer um dos sintomas abaixo:
OMS (2010)

 Fraqueza ou formigamento na face, no braço ou na perna, especialmente em um


lado do corpo;
 Confusão, alteração da fala ou compreensão;
 Alteração na visão (em um ou ambos os olhos);
 Alteração do equilíbrio, coordenação, tontura ou alteração no andar;
 Dor de cabeça súbita, intensa, sem causa aparente
 Diminuição ou perda súbita da força na face, braço ou perna de um lado do corpo.
 Alteração súbita da sensibilidade com sensação de formigamento na face, braço
ou perna de um lado do corpo.
 Perda súbita de visão num olho ou nos dois olhos.
 Alteração aguda da fala incluindo dificuldades para articular, expressar ou para
compreender a linguagem.
 Instabilidade, vertigem súbita intensa e desequilíbrio associado a náuseas ou
vômitos.
2.6 Diagnóstico do Acidente Vascular cerebral
De acordo com a OMS (2001), é importante realizar uma bateria de exames para
obter o diagnóstico do Acidente Vascular Cerebral:

 – Lipidograma (LDL e HDL colesterol)


 – Triglicerídeos
 – Ácido úrico
 – Glicemia de jejum
 – Hemograma completo
 – Urinálise – Ureia e creatinina
 – Sorologia para Chagas: RIF para Chagas
 – Sorologia para sífilis: VDRL e FTAABS
 – Coagulograma: TP e TTPA
 – Velocidade de hemossedimentação
 Eletrocardiograma Raio X de tórax Exames de Doppler EcoDoppler de artérias
vertebrais e artérias carótidas
 Exames de neuroimagem
 – Ressonância magnética do crânio*
 – Angiorressonância ou angiotomografia dos vasos extra ou intracranianos*
 – Arteriografia digital.

2.7 Tratamento do Acidente Vascular Cerebral


Em todos os casos de AVC, a PA deve ser reduzida de forma lenta e progressiva,
sobretudo em pacientes com aterosclerose cerebral ou coronariana prévias. Recomenda-se
um período de 1 – 4 horas, procurando manter a pressão diastólica em torno de 100 – 115
mmHg ou diminuindo em 25% os níveis prévios de PAM. MONTENEGRO (2014)

Essas precauções são importantes nas EH porque os mecanismos de auto


regulação vascular cerebral estão alterados. Dessa forma, há perda da eficiência dos
mecanismos circulatórios de adaptação à hipotensão, podendo surgir ou agravar episódios
isquêmicos cerebrais.

Embora os benefícios da redução da PA na prevenção primária e secundária do


AVC estejam comprovados, o efeito do tratamento anti-hipertensivo no AVC isquêmico
agudo é controverso. Estudos têm sido realizados justamente pela incerteza existente entre
os possíveis riscos e benefícios ao paciente, visto que uma pressão elevada, em teoria,
seria essencial para se garantir a redução da progressão da lesão cerebral.

Na visão de Rezende (2010), avaliou a segurança do tratamento da hipertensão pós-


AVCE isquêmico ou hemorrágico na fase aguda. Reduções da PAS em um período de 4 a
24 horas pós-administração de labetalol e lisinopril não se associaram com piora
neurológica em 72 horas.

A mortalidade foi reduzida aos 90 dias no grupo de tratamento ativo comparado ao


placebo. De forma controversa, estudo realizado entre 2009 e 2013 avaliou pacientes com
AVC isquêmico agudo e mostrou que a diminuição da PA com anti-hipertensivos não
reduziu probabilidade de morte e incapacidade física aos 14 dias pós-AVC ou na alta
hospitalar.

A redução da PA também representa um motivo de preocupação nos casos de AVE


hemorrágico, pelo risco de isquemia cerebral em indivíduos com a autor regulação
“recalibrada” pela hipertensão crônica.

O Intensive Blood Pressure Reduction in Acute Cerebral Hemorrhage Trial


(INTERACT 2)36 mostrou que o tratamento intensivo com redução precoce da PAS para <
140 mmHg comparado à redução da PAS < 180 mmHg, em pacientes com hemorragia
intracerebral e PAS inicial de 150 a 200 mmHg, foi seguro.

2.5.1 Acidente vascular encefálico isquêmico

Considerar uso de alteplase (rTPA) endovenoso após controle da PA, que orienta a
conduta:

 PAS > 180 mmHg ou PAD > 110 mmHg:


 Metoprolol 5 mg endovenoso (EV) em 2 – 5 minutos. Repetir até o total de 15 mg.
Dose máxima de 45 mg/dia;
 Labetalol 10 – 20 mg EV em 1 – 2 minutos. Repetir 1 x;

2.7.1 Acidente vascular encefálico hemorrágico


 PAS > 200 mmHg ou PAM > 150 mmHg: redução agressiva da PA com infusão EV
de anti-hipertensivos e monitorização da PA de 5/5 minutos ou contínua;
 PAS >180 mmHg ou PAM >130 mmHg com evidência ou suspeita de elevação da
pressão intracraniana (PIC):
 Monitorar PIC, infusão EV contínua ou intermitente de anti-hipertensivos com
manutenção da pressão de perfusão cerebral a 60 – 80 mmHg;
 PAS >180 mmHg ou PAM >130 mmHg sem elevação da PIC:

Considerar redução moderada da PA (PAM 110 mmHg ou PA 160/90 mmHg) com


infusão EV contínua ou intermitente de anti-hipertensivos e reavaliação de 15/15 minuto.

2.8 Medidas de prevenção


Para a prevenção do AVC são feitas algumas medidas com o controlo da hipertensão
arterial reduz o risco relativo de AVC de 35% a 44% para se atingir este objetivo,
recomenda-se que a pressão arterial seja mantida abaixo de 140/90 mmHg, enquanto que
nos pacientes portadores de insuficiência renal e nos diabéticos, a pressão arterial deve ser
mantida 130/80mmHg. As utilizações de classes específicos de anti-hipertensivos na
prevenção primaria, embora tiazídicos, inibidores da ICA e bloqueadores do receptor da
angiotensina sejam medicações particularmente uteis na prevenção secundaria do AVC.

Além do controle da pressão arterial, os pacientes diabéticos também devem ser


submetidos a controle dos níveis glicêmicos e lipídicos para prevenir o AVC. Reduzir ou
cessão do fumo deve ser sempre estimulada. (FCM 2010).

2.9 complicações do AVC

Segundo Falcão (2004), as complicações, mas frequente do acidente vascular cerebral são:

 Insuficiência cardíaca
 Edema cerebral
 Infartos
 Hemorragia Intracraniana
 Complicações neurológicas
 Dificuldade de locomover
 Dificuldade para se alimentar
 Constipação intestinal
 Dificuldade na fala
 Depressão

2.10 Cuidados de enfermagem


Os procedimentos básicos de enfermagem envolvem técnicas que podem ser
implementadas pela equipe de enfermagem sob supervisão do enfermeiro. A condução das
técnicas deve ser fundamentada na literatura e resguardar a segurança do profissional e do
paciente REZENDE (2010).

 Instalar acesso venoso periférico


 Monitorar os [Link].
 Monitorar oxigenação
 Acalmar o paciente
 Não colocar a mão na boca do paciente enquanto ele mostrar-se nervoso
 Aplicar medicamentos
 Promover a segurança do paciente
 Prevenir complicações
 Prevenção lesões por pressão.

3. METODOLOGICA DE ESTUDO
3.1. Tipos de estudo
Para a presente pesquisa foi realizado um estudo do tipo descritivo com abordagem
quanti-qualitativa. Estudo descritivo é um estudo que descreve os fenómenos que decorre
numa população, comunidade ou instituição num determinado momento. (PACHECO, 2007,
P, 45).

3.2. Local do estudo


O estudo foi realizado na província de Luanda, município de Viana bairro Morro da Areia.

3.3. População em estudo


O nosso estudo foi realizado com os jovens de Viana, bairro murro de areia. Por 72 jovens.

3.4. Amostra de estudo


Para este estudo, a amostra foi composta por 72 jovens de Luanda, município de
Viana bairro murro de areia.

3.5. Critérios de inclusão e de exclusão


Foram incluídas no presente estudo, todos os jovens da província de Luanda,
município de Viana, bairro murro de areia com idades entre os 18 anos aos 48 anos de
idade e foram excluídos da pesquisa todos que se recusaram a participar da mesma.

3.6 Procedimentos éticos


O projeto foi submetido à aprovação no Departamento Académico do Instituto Médio
de Saúde Sofmary após sua aprovação foi enviada uma solicitação de autorização para a
recolha de dados à comissão de moradores do bairro Morro de Areia, tendo autorizado a
realização do mesmo de acordo com os objectivos do estudo.
Logo após a isso foi aplicado o termo de consentimento livre e esclarecido com o
objectivo de solicitar aos jovens a sua participação no estudo.

3.7 Instrumentos de dados


As Investigações foram feitas por meio de perguntas fechadas. Para assim facilitar a
recolha de informações que deu ênfase ao nosso objectivos do estudo.
3.8 Processamento e recolha de dados
Os dados foram organizados num banco de dados criado em planilhas electrónicas
com auxílio do Software, Microsoft Office Word para a elaboração dos textos e Excel para a
elaboração de tabelas, e foram analisados e apresentados em tabelas uni-variados e
bivariados por meio de frequência absoluta e relativa simples.

3.9 Variáveis do estudo

Variável refere-se a tudo aquilo que pode assumir diferentes valores ou diferentes
aspectos mensuráveis. (SILVA,2003, p.24). Contudo, temos as principais variáveis do
estudo as seguintes:
Variáveis independentes/ Sócio demográficas
• Idade;
• Sexo;
• Nível acadêmico;
Variável de estudo/ Dependentes;
• Conhecimento, Causas, manifestações clinicas, tratamento, importância do trabalho,
consequências,
4. APRESENTAÇÃO E INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS

Tabela 1: Distribuição Da amostra dos jovens, do Município de Viana, Bairro Morro de


Areia sobre o nível de conhecimento do Acidente Vascular Cerebral Quanto a Idade.
No I Trimestre de 2024

Quanto a faixa F %
etária/anos
16-23 48 67
24-31 20 27
32-39 04 6
Total 72 100
Fonte: ficha de inquérito

Interpretação: de acordo com a tabela 1, podemos constatar, dos 72 jovens inqueridos,


48 (67%) referiram ter a idade ente 16-23 e 4 (6%) referiram ter a idade compreendida entre
32-39

Tabela 2 Distribuição Da amostra dos jovens, do Município de Viana, Bairro Morro de


Areia sobre o nível de conhecimento do Acidente Vascular Cerebral, quanto ao Sexo.
No I Trimestre de 2024

Quanto ao sexo F %
Masculino 25 35
Feminino 47 65
Total 72 100
Fonte: ficha de inquérito

Interpretação: a tabela a cima revela que dos 72 jovens inqueridos, 47 (65%) são do sexo
feminino, e 25(35%) são do sexo masculino.

Estes dados vão de encontro a última atualização feita pelo instituto nacional de estatista,
que mostra que a população angolana é maioritariamente formada por mulheres.

Tabela 3: Distribuição Da amostra dos jovens, do Município de Viana, Bairro Morro de


Areia sobre o nível de conhecimento do o Acidente Vascular Cerebral, quanto ao Nível
acadêmico. No I Trimestre de 2024
Nível acadêmico f %
Ensino primário 20 28
Ensino médio 47 65
ensino superior 05 7
Total 72 100
Fonte: ficha de inquérito

Interpretação com base a tabela a cima revela, 47 (65%) são do ensino médio e 20(28%)
são do ensino primário.

O que mais nos preocupa nesta tabela são os 28% que se encontram apenas no ensino
primário.

Tabela 4: Distribuição Da amostra dos jovens, do Município de Viana, Bairro Morro de


Areia sobre o nível de conhecimento do Acidente Vascular Cerebral Quanto ao
conhecimento. No I Trimestre de 2024.

Quanto ao conhecimento sobre o f %


acidente vascular cerebral
Sim conheço 62 86
Não conheço 10 14

Total 72 100
Fonte: ficha de inquérito

Interpretação: Quanto ao conhecimento dos jovens inquiridos sobre acidente vascular


cerebral, 62 (86%) afirmaram que conhecem, ou seja, já ouviram falar sobre está doença
por quanto que 10 (14%) nunca, ou seja, não conhecem está doença. O que para nós é
bastante preocupante, visto que se treta de uma doença muito comum na nossa sociedade.

Tabela 5: Distribuição Da amostra dos jovens, do Município de Viana, Bairro Morro de


Areia sobre o nível de conhecimento do Acidente Vascular Cerebral Quanto as
causas. I Trimestre de 2024.

Quanto ao conhecimento sobre as f %


causas do acidente Vascular Cerebral
Sim conheço as causas 29 40
Não Conheço as causas 43 60
Total 72 100
Fonte: ficha de inquérito

Interpretação: a tabela a cima revela, que 43(60%) afirmaram que não conhecem as
causas, por quanto que 29(40%) disseram que conhecem as causas.

Tabela 6: Distribuição Da amostra dos jovens, do Município de Viana, Bairro Morro de


Areia sobre o nível de conhecimento do Acidente Vascular Cerebral Quanto ao
conhecimento sobre as manifestações clinicas. No I Trimestre de 2024.

Quanto ao conhecimento sobre as f %


manifestações clinicas do acidente
Vascular Cerebral
Conheço as manifestações clinicas 28 39
Não sei se isso é o que 44 61

Total 72 100
Fonte: ficha de inquérito

Interpretação: com a base aos conhecimentos dos 72 jovens inqueridos sobre, as


manifestações clinicas, 44 (61%) afirmaram que não conhecem os sinais e os sintomas, por
quanto que 28 (39%), disseram que conhecem os sinais e sintomas e que já tiveram
familiares com está doença.

Tabela 7: Distribuição Da amostra dos jovens, do Município de Viana, Bairro Morro de


Areia sobre o nível de conhecimento do Acidente Vascular Cerebral Quanto ao
conhecimento sobre ao modo de tratamento. No I Trimestre de 2024.

Quanto ao conhecimento sobre ao modo f %


de tratamento do acidente Vascular
Cerebral
Farmacológico e fisioterapêutico 57 79
Não sei como se trata 15 21

Total 72 100
Fonte: ficha de inquérito

Interpretação: a tabela a cima revela, quanto ao tratamento que, 57 (79%) dos jovens
afirmaram que o tratamento é farmacológico e com fisioterapia, por quanto que 15(21%)
disseram não saber a forma de tratamento.
Tabela 8 Distribuição da amostra dos jovens, do Município de Viana, bairro morro de
areia sobre o acidente vascular cerebral quanto a importância de participar do
trabalho. No I trimestre de 2024

Quanto é importante f %
participar desse trabalho
Sim é importante 72 100
Não é importante 0
Total 72 100
Fonte ficha de inquérito

Interpretação a tabela acima que revela que, dos 72 jovens inqueridos que corresponde a
(100%) afirmaram ser importante participar desse trabalho.

Tabela 9: Distribuição Da amostra dos jovens, do Município de Viana, Bairro Morro de


Areia sobre o nível de conhecimento do Acidente Vascular Cerebral ao conhecimento
sobre as consequências. No I Trimestre de 2024.

Quanto ao conhecimento sobre as f %


consequências do acidente Vascular
Cerebral
Morte 28 39
A Deficiência
37 51
Não Tenho Conhecimento 07 10
Total 72 100
Fonte: ficha de inquérito

Interpretação: A tabela a cima revela dos 72 jovens inqueridos, que 37(51%) afirmaram que
pode causar deficiência, por quanto que 7(10%) disseram não ter conhecimento sobre as
consequências.
CONCLUSÃO
Portanto, chegamos à conclusão que o AVC é um problema de saúde publicou no mundo
e frequente em pessoas da segunda e terceira idade.
A faixa etária ficou evidente que 66,6% dos moradores inquiridos no bairro morro de areia
possuem entre 16 a 23 anos de idade, por quanto que 5,5% possuem entre 32 a 39 anos de
idade.
No que tange ao sexo dos 72 moradores inquiridos que corresponde a 100%, 65,7% são
do sexo feminino, por quanto que 34,7% são do sexo masculino.

Estes dados vão de encontro a última atualização feita pelo instituto nacional de estatista
que mostra que a população angolana é maioritariamente formada por mulheres.

No tange ao nível de escolaridade 65,2% dos moradores inquiridos possuem o ensino


médio por quanto que 6,9% o ensino superior.

O que mais nos preocupa nesta tabela são os 27,7% que se encontram apenas no ensino
primário.

Quanto ao conhecimento dos moradores inquiridos sobre acidente vascular cerebral, 86%
afirmaram que conhecem, ou seja, já ouviram falar sobre está doença por quanto que 14%
nunca, ou seja, não conhecem está doença. O que para nós é bastante preocupante visto
que se treta de uma doença muito comum na nossa sociedade.

No que tange ao conhecimento sobre as causas do acidente Vascular Cerebral, 59,7%


afirmaram que não conhecem as causas, por quanto que 40% disseram que conhecem as
causas.

No que tange ao conhecimento sobre as manifestações clinicas do acidente Vascular


Cerebral, 61% dos moradores inquiridos afirmaram que não conhecem os sinais e os
sintomas, por quanto que 39%, disseram que conhecem os sinais e sintomas e que já
tiveram familiares com está doença.

No que tange ao tratamento ficou evidente que 79% dos moradores inquiridos afirmaram
ser farmacológico e fisioterapêutico, por quanto que 21% disseram não saber a forma de
tratamento

Quanto ao conhecimento sobre as consequências do acidente Vascular Cerebral, 51,3%


afirmaram que poder levar a deficiência mental, por quanto que 9,7% disseram não ter
conhecimento sobre as consequências.
CONSIDERACOES FINAIS

Depois da nossa pesquisa sugerimos o seguinte as autoridades:

1. Ao ministério da saúde que se crie campanha de sensibilização e mobilização


para informar os perigos do AVC.

2. A direção do instituto que promova palestras de sensibilização a


comunidade.

3. A direção do instituto que promova feira de saúde com objetivo de aferir os


níveis hipertensão arterial.
7. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICAS

1. ANTÓNIO, J. J. Determinante de morbimortalidades por AVC em doentes


admitidos no serviço de neurologia. 2 eds. Editora Colibri, cidade Lisboa. 2011
2. CORREIA, M. ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL e sintomas e sinais
neurológicos. 5 ed. Editora Piaget. Cidade Viseu. 2013.
3. FALCAO, I. R. Acidente Vascular Cerebral precoce: implicações para adulto em
idade produtiva atendidos pelo sistema único de saúde. 1 ed. Editora Recife.
Cidade recife. 2004.
4. GLAGLIARD, R. J. Hipertensão arterial e avc. 7 ed. Editora Castelo cidade são
Paulo 2010.
5. Manuel, F. P. Principais transtornos mentais na pratica clinica angolana. 2 eds.
Editora Livtec. Cidade Luanda. 3015.
6. Min, L. L. Prevenção, Tratamento e Reabilitação do Acidente Vascular Cerebral.
5 ed. Editora Lisboa. Cidade Lisboa. 2010
7. MONTEIRO, A.R.M. Educação em saúde e família: Cuidado ao paciente vítima
de acidente vascular cerebral. 4 eds. Editora passos, cidade Coimbra. 2013.
8. RADONOVIC, M. Característica do atendimento de paciente com acidente
vascular cerebral em hospital secundário. 5 ed. Editora Coimbra, cidade Coimbra
2000.
9. Rezende, N. M. Transtornos neurológicos mais frequentes nos países em
subdesenvolvimento. 3 eds. Editora vários. 2010
APENDIDE

FICHA DE INQUÉRITO

Dados sócio demográfico

• Idade...................Sexo.........................................Nível
acadêmico....................................
1. Já ouviu falar do acidente Vascular Cerebral.
a) Claro que já......................
b) Nunca ouvi....................
c) Talvez..........................
2. Conheces as causas do acidente Vascular Cerebral.
a) Não conheço................
b) Conheço....................
c) Se conheces cita duas
causas ...........................................................................................
3. Conheces os sinais e os sintomas do acidente Vascular Cerebral.
a) Sim conheço...............
b) Não conheço................
4. O acidente vascular cerebral pode ser tratado da seguinte forma:
a) Tratamento religioso, e tradicional................
b) Medicamentoso, psicológico e fisioterapêutico....................
5. Achas que é importante participar neste trabalho com este tema.
a) Sim claro é muito importante...................
b) Não é importante....................
6. As consequências que eu conheço do acidente vascular cerebral são:
a) A morte.....................
b) A deficiência .............................
c) Não sei de nada.........................

Luanda....................../....................................2024

O pesquisador (a)
ANEXOS

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