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Protocolo Atualizado de RCP 2023

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Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública

Monitoria de Primeiros Socorros


2023.1

RCP E DEA
PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA OBJETIVOS DA RCP
A parada cardiorrespiratória (PCR) é ✔ Manter certa pressão de perfusão cerebral e
definida como a cessação súbita da função coronariana, contribuindo para a preservação
mecânica cardíaca, com consequente colapso da função cardíaca e cerebral;
hemodinâmico. Ocorre concomitantemente ou ✔ Retardar ao máximo o tempo de instalação da
logo após o aparecimento de sintomas e é sempre lesão neurológica;
uma situação extrema de emergência médica. A ✔ Impedir que uma fibrilação ventricular se
chance de sobreviver a uma PCR depende do deteriorize para uma assistolia, aumentando a
rápido reconhecimento e do início imediato das chance de sucesso de uma desfibrilação;
manobras adequadas de ressuscitação ✔ Reverter a parada cardíaca em alguns casos
cardiopulmonar (RCP). de PCR por causas respiratórias.

SINAIS DE UMA PCR


QUANDO PARAR A RCP
✔ Inconsciência;
✔ Ausência de pulso; ✔ Caso a vítima retorne (“TRM”) → nessa
✔ Apnéia ou respiração agônica; situação, o socorrista deve realizar o ABC
✔ Cianose e/ou palidez; rápido e, caso a vítima apresente pulso e
✔ Pele fria; respiração, deverá recomeçar o atendimento
✔ Dilatação das pupilas. (XABCDE);
✔ Exaustão do socorrista;
CAUSAS DE UMA PCR ✔ Chegada do suporte avançado de vida;
✔ Risco iminente ou vigente;
✔ Hipovolemia;
✔ Mudança de prioridades.
✔ Hipóxia;
✔ H+ (acidose);
QUANDO NÃO REALIZAR RCP
✔ Hiper/Hipocalemia;
✔ Hipotermia; A RCP deve ser sempre considerada, exceto
✔ Toxinas; nos casos em que a vítima apresente uma lesão
✔ Tamponamento cardíaco; obviamente fatal ou evidências de situações
✔ Tension Pneumothorax (Pneumotórax incompatíveis com a vida, como:
Hipertensivo); ✔ Decapitação;
✔ Trombose coronariana; ✔ Carbonização;
✔ Tromboembolismo pulmonar. ✔ Decomposição;
✔ Rigor Mortis (Rigidez Cadavérica).
PCR NO TRAUMA
CADEIA DE SOBREVIVÊNCIA DE
● Causas traumáticas X Causas clínicas
Na PCR clínica, as tentativas de estabilização da ATENDIMENTO CARDIOVASCULAR DE
vítima são feitas imediatamente na cena. A PCR EMERGÊNCIA
traumática é melhor tratada com transporte para
um hospital
● PCR + sangramento exsanguinante

OBS: Protocolo XCABDE 1. Reconhecimento da PCR e acionamento do


serviço médico de emergência;
**Controle inicial de hemorragias externas 2. RCP imediata de alta qualidade;
graves** 3. Rápida desfibrilação;
4. Serviços médicos básicos e avançados de
emergências;
5. Suporte Avançado de Vida e Cuidados pós-
PCR.
6. Recuperação pós parada

ABORDAGEM À VÍTIMA
● Verificar a segurança do local;
● Avalie a responsividade e respiração da
vítima;
Em bebês deve-se testar a responsividade
através de leves tapas na planta dos pés
● Acione o serviço de urgência - pedir ajuda + OBS: CASOS DE CRIANÇAS E BEBÊS/
DEA (ver fluxograma abaixo); LACTENTES
● Checar o pulso e sinais de respiração
simultaneamente; ⮚ Colapso presenciado?
● Na ausência de pulso e respiração, deve-se ✔ Siga o mesmo esquema utilizado para
expor o tórax da vítima e colocá-la em decúbito adultos mostrado acima.
dorsal em superfície rígida;
● Conter quaisquer hemorragias
exsanguinantes existentes (X); ⮚ Colapso não presenciado?
● Iniciar as compressões (C);
● Abrir as vias aéreas (A);
● Ventilar (B);
● Verificar se houve expansão torácica;
● Realizar a troca, se necessário.

QUALIDADE DA RCP
✔ Posição correta do socorrista
✔ Dedos afastados do gradil costal;
✔ Não se apoiar sobre o tórax na vítima durante
compressões;
✔ Permitir retorno total do tórax;
✔ Não interromper as compressões;
✔ 1 ventilação = 1 segundo

SE NÃO HOUVER EXPANSÃO AO INSUFLAR


✔ Verificar se as vias aéreas estão devidamente
abertas;
✔ Verificar novamente a boca da vítima em
busca de corpo estranho e remover qualquer
obstrução óbvia;
✔ Fazer não mais do que duas tentativas de
conseguir a ventilação com expansão torácica
(adultos, crianças e bebês);
✔ Mesmo que não haja expansão torácica após
essas tentativas, retomar as compressões.

ADULTOS:
RCP EM ADULTOS RCP EM LACTENTES
1 socorrista 2 socorristas
1 socorrista 2 socorristas
Ciclo 30x2 15x2
Ciclo 30x2 30x2
Um pouco abaixo da linha
2 dedos acima do processo Local
Local intermamilar
xifoide.
Ajoelhado ao lado da vítima, Posição do A manobra é feita com dois
Posição do com a coluna ereta e braços
socorrista, dedos de uma mão (2º e 3º ou
socorrista, esticados, utilizando as duas
dos seus mãos, de forma que apenas as dos seus 3º e 4º quirodáctilos) enquanto
braços e da regiões tênar e hipotênar braços e da a outra estará permeabilizando
mão estejam em contato com a
vítima. mão as vias aéreas.
Frequência 100 a 120 compressões/min Frequência 100 a 120 compressões/min
Profundidade 5 a 6 cm Profundidade 4cm

OBS: A RCP conduzida apenas com


compressões torácicas é recomendada para o OBS: Com dois socorristas, é mais indicada a
indivíduo não treinado em SBV ou também técnica dos dois polegares sobrepostos,
pode ser adotada quando não estiver utilizando ambas as mãos para envolver o
disponível um dispositivo de ventilação (ex. tórax do bebê e os dois polegares para realizar
pocket mask ou ambu). as compressões.

RCP EM CRIANÇAS OBS: Crianças e bebês sem expansão torácica


1 socorrista 2 socorristas e com taxa de batimento menor ou igual que 60
Ciclo 30x2 15x2 bpm e com sinais de perfusão inadequada
(como cianose), devem ser consideradas
2 dedos acima do processo como vítimas em PCR. Nesses casos, deve-se
Local
xifoide iniciar imediatamente as manobras de RCP
Ajoelhado ao lado da vítima, (começando pelas compressões torácicas) e
checar pulso a cada 2 minutos.
com a coluna ereta e braços
esticados, utilizando uma mão
(opcional para crianças muito PARADA RESPIRATÓRIA
Posição do
pequenas) ou duas mãos, de
socorrista,
forma que apenas as regiões CAUSAS DE UMA PR
dos seus
tênar e hipotênar estejam em
braços e da ✔ Corpos estranhos que obstruem a via aérea;
contato com a vítima. Se a ✔ Inalação de substâncias tóxicas;
mão
técnica for feita com uma mão, ✔ Estrangulamento ou golpes fortes na traqueia;
outra mão estará ✔ Choque elétrico;
✔ Afogamento;
permeabilizando as vias aéreas
✔ Overdose de medicamentos.
pela testa.
Frequência 100 a 120 compressões/min
Profundidade 4 a 5 cm RESPIRAÇÃO BOCA-A-BOCA

RESPIRAÇÃO BOCA-NARIZ

POCKET MASK

BOLSA-VÁLVULA-MÁSCARA
(Ex.: Para adultos opta-se pelo intervalo de 6
⮚ 1 socorrista: segundos, haverá 10 insuflações no período de 1
minuto. Caso opte por um intervalo de 5 segundos,
⮚ Manobra de C/E haverá 12 insuflações no período de 1 minuto).

OBS: O período de intervalo deverá estar


incluso a insuflação no primeiro segundo, logo
a contagem deve ser (Ex.: 12345-22345-32345-
42345...), em negrito está o momento da
insuflação.
⮚ 2 socorristas: OBS: Checar respiração e pulso na PR após 2
ciclos (min). Situações possíveis ao reavaliar:
⮚ Manobra de CC/EE ⮚ Expansão espontânea;
⮚ Continua com pulso e sem respiração;
⮚ Evolução para PCR.

DESFIBRILADOR EXTERNO
AUTOMÁTICO

PROCEDIMENTO DE PR DEFINIÇÃO
O DEA é um aparelho eletrônico portátil,
✔ Checar responsividade, se a vítima estiver
confiável e de simples operação, que permite que
irresponsiva e respiração ausente ou em
pessoas leigas e profissionais da área da saúde
gasping, posicionar o paciente em decúbito
tentem a desfibrilação com segurança nas vítimas
dorsal e expor o tórax;
de Parada Cardiorrespiratória (PCR).
✔ Solicitar ajuda (DEA);
✔ Abrir a via aérea;
✔ Verificar a orofaringe em busca de corpo INDICAÇÃO DO DEA
estranho (caso tenha, retirá-lo); ⮚ Vítima não responsiva, sem respiração (ou
✔ Realizar a ventilação (boca-a-boca, pocket respiração agônica/gasping) e sem pulso.
mask, ambu);
✔ Observar o tórax para perceber a presença de RITMOS DE PCR
expansão torácica.
✔ Verificar se as vias aéreas estão devidamente FIBRILAÇÃO
VENTRICULAR
abertas, buscar por corpos estranhos e CHOCÁVEIS
remover qualquer obstrução óbvia; TAQUICARDIA
✔ Fazer não mais do que duas tentativas de VENTRICULAR
SEM PULSO
conseguir a ventilação com expansão torácica;
✔ Verificar a presença de pulso a cada 2 ATIVIDADE
minutos; ELÉTRICA SEM
PULSO NÃO CHOCÁVEIS

ASSISTOLIA
FREQUÊNCIA DAS INSUFLAÇÕES
Insuflações Intervalo

Adulto 10 / 12 6 / 5 seg

Criança e
12 / 20 5 / 3 seg
bebê

OBS: Deve-se optar apenas por um intervalo POSIÇÃO DAS PÁS DO DEA
de tempo.
inconsciencio

E
Sinais de eno PUR ausencio de
.

ou
que e respirogoo
Apnio respirosos aganica
conore
pole frio
e/ou
polidez
dilotogar das
Hulpilas/tardia, mas especifica
·
comcos de uno PCR:
Tuximo
tipovolemia

I
SA'

I
's
lipóxia
ST
compronamente condiar
H (acidos)
Pneumotinox mipertensive
Tromboembolismo pulmona
Hipocripercolonia
Pipolumia inombose
caravana

·Bebis baristo
raronges:grande a no
presenciar a umer e estamesinha, fag se, ante
de tarde, ICP 2min.
por

·
Des Goca: fibrilogo verticular
Taquicando
untricular sem quer
·
Des h haca:tividade elétrico sem false
Assistolia
·

Emeriongen, se nas
for possivel manter distores
de entre de
por
um bem as
Des, coloca-se ano
povoafrente e ato atrás.
Pá direita Linha hemiclavicular direita ⮚ Água:
abaixo da clavícula ✔ Paciente na água:
Se o paciente estiver na água, ele deve ser
retirado da água para fazer a aplicação do DEA.
Pá Entre a linha axilar anterior e
esquerda média, abaixo do mamilo ✔ Tórax molhado:
esquerdo
Se a vítima estiver com o tórax molhado, enxugá-
lo antes de aplicar as pás.

USO DO DEA EM CRIANÇAS


✔ Paciente deitado sob neve/ gelo/ poça:
(1 ANO À PUBERDADE) Se o paciente estiver deitado sob neve, gelo ou
⮚ Atenuador de carga: uma poça d`água (que não esteja envolvendo o
Recomenda-se utilizar um atenuador de carga socorrista), o DEA poder ser utilizado sem a
elétrico pediátrico para crianças de 1 ano até o necessidade de transportar a vítima.
alcance da puberdade, mas na ausência deste,
pode ser utilizado o DEA com carga padrão.

⮚ Tórax Peludo:
1. Ficando as pás aderidas aos pelos
⮚ Uso de pás infantis: e não ao tórax, pressione
Para crianças e bebês deve-se usar a pá firmemente cada pá;
pediátrica que vem em alguns DEA’s. Contudo, 2. Se o DEA continuar a emitir a
quando não disponíveis, as pás de adulto podem mensagem “checar as
ser utilizadas. Se com o uso das pás de adulto não pás/eletrodos”, puxar rapidamente
for possível manter uma distância de 3 cm de uma as pás adesivas, o que ajudará a
pá para outra, deve-se colocar uma pá na frente remover grande parte dos pelos;
do tórax e outra na região do dorso 3. Se necessário, raspar com a lâmina
de barbear que fica dentro da caixa
de transporte do DEA. Usar um
novo conjunto de pás e seguir as
Não é recomendado utilizar uma pá pediátrica mensagens do DEA.
no adulto.

OBS: Se o socorrista perceber que as pás não


OBS.: Para lactentes (com idade entre 1 mês e vão grudar, é melhor fazer a tricotomia antes
1 ano) é preferencial o uso do desfibrilador de grudas as pás, para que não haja
manual, mas na ausência desse, pode ser desperdício delas.
utilizado o DEA com atenuador de carga
elétrica e se, caso esse material também não
⮚ Adesivo medicamentoso:
esteja disponível, deve-se utilizar o DEA com
1. Não colocar os eletrodos do DEA
carga padrão. O ideal é que as pás utilizadas
diretamente sobre um adesivo
sejam pediátricas, porém na falta delas, é
medicamentoso, pois ele pode interferir na
indicado o uso das pás de adulto.
transferência de energia da pá para o
coração e causar pequenas queimaduras
na pele.
2. Remover o adesivo medicamentoso e
limpar a área antes de fixar o DEA, caso ele
esteja no local indicado para a colocação
das pás.

SITUAÇÕES ESPECIAIS ⮚ Marca-passo:


1. Ao identificar um marca-passo implantado, REFERÊNCIAS
se possível, colocar a pá do DEA ao lado 1. Medicina de Emergência (Abordagem Prática) -
do dispositivo implantado, com pelo menos Martins; Brandão Neto; Velasco – 13ª edição, 2018.
8 cm de distância, e não diretamente sobre 2. Parada Cardíaca em Crianças. Matsuno, A. K.
ele; Disponível em:
2. Seguir as etapas normais de operação do [Link]
DEA; ada%20card%EDaca%20em%20crian%[Link]
Acesso em: julho de 2019.
3. Ocasionalmente haverá conflito entre a
3. Pediatric Advanced Life Suport. PALS, 4ª edição,
análise e os ciclos de choque dos página 148, 2018.
desfibriladores implantados e do DEA. Se 4. Destaques da American Heart Association 2015
o desfibrilador implantado estiver (Atualização das Diretrizes de RCP e ACE).
administrando choques ao paciente (os Disponível em: [Link]
músculos do paciente se contraem de content/uploads/2015/10/2015-AHA-Guidelines-
maneira semelhante ao que ocorre após [Link]. Acesso em: julho de
um choque de um DEA), aguarde de 30 a 2019.
60 segundos para que o desfibrilador 5. Advanced Cardiac Life Support. ACLS, Provider
Handbook, 2020.
implantado termine o ciclo de tratamento
6. Tratado de Fisiologia Médica. Guyton & Hall.
antes de administrar um choque com DEA.
Capítulo 20, 12ª edição.
OBS: No caso de crianças, por conta do 7. ACLS Algorithms. Disponível em: [Link]
[Link]/hsandts/. Acesso em: julho de
tamanho da diferença do tamanho do tórax em
2019.
relação a adultos, pode-se colocar as pás a 2,5
8. PHTLS - 8ª edição.
cm de distância do marca-passo. 9. Sociedade Brasileira de Pediatria. Reanimação do
recém-nascido ≥ 34 semanas em sala de parto: Diretrizes
2016 da Sociedade Brasileira de Pediatria. São Paulo,
SEQUÊNCIA DE USO 2016, páginas 17 e 18. Disponível em:
(INTEGRAÇÃO RCP-DEA) [Link]
loads/2016/01/DiretrizesSBPReanimacaoRNMaior
1. Avaliar responsividade [Link]. Acesso em: julho de
2. Solicitar um DEA próximo; 2019.
3. Checar respiração e o pulso simultaneamente 10. Sociedade Brasileira de Cardiologia. I Diretriz de
(5 a 10s); Ressuscitação Cardiopulmonar e Cuidados
4. Compressões; Cardiovasculares de Emergência da Sociedade
5. Abrir vias aéreas; Brasileira de Cardiologia. Agosto 2013. Disponível
6. Ventilações; em:
[Link]
7. Chegada do DEA: Ligar o DEA;
df. Acesso em: junho de 2019;
8. Analisar se existem condições especiais;
11. Roma, D. S.; Noronha, L.F.; Sasaki, N.S.G.M.S.
9. Fixar o DEA (colocar as pás e conectá-las ao Parada Cardiorrespiratória (PCR): Revisão de
aparelho) → Continua a RCP; Literatura. União das Faculdades dos Grandes
10. Análise de ritmo (não tocar na vítima); Lagos.
11. STATUS DA VÍTIMA: 12. First Aid Manual - 5ª edition – 2014.
✔ Choque Indicado: carregando choque 13. Secretaria Municipal da Saúde. Prefeitura de
(reiniciar RCP) → aplicar o choque (afastar e Salvador. Disponível em:
interromper fluxo de oxigênio no tórax da [Link]
vítima) → reiniciar a RCP (2 min/5 ciclos coracao-chega-ao-tribunal-de-justica-da-bahia/
Acesso em: julho de 2019.
30:2).
14. Primeiros Socorros para Estudantes. Karren, K.J.;
✔ Choque não indicado: reiniciar a RCP
Hafen, B.Q.; Limmer, D.; Mistovich J.J. 10ª edição,
imediatamente e esperar por nova análise 2013.
de ritmo (2 min/5 ciclos 30:2). 15. Manual de Primeiros Socorros. Rio de Janeiro.
12. Reavaliação do ritmo pelo DEA a cada 2 min; Fundação Oswaldo Cruz, 2003.
13. Repetir a sequência a partir de “Análise do 16. Medicina de Emergência (Abordagem Prática) -
ritmo”. Martins; Brandão Neto; Velasco – 11ª edição, 2016.
17. Destaques da American Heart Association 2010
(Atualização das Diretrizes de RCP e ACE).
18. Protocolos de Suporte Básico de Vida. Samu 192
19. CPR & Fisrt Aid Emergency Cardiovascular Care.
American Heart Association. Disponível
em:[Link]
ation/cpr-ecc-guidelines-2/part-3-ethical-issues/
Acesso em: julho de 2019.
20. Martins; Brandão Neto; Velasco - Medicina de
Emergência (Emergências Clínicas) - 12ed. (2017).

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