Actina
Filamentos de actina
Forma fibras perto da membrana
Interage com muitas proteínas
Rede complexa de interações
Polímeros mono formam a actina
Mais ou menos globular
Monómeros polimerizam topo a topo
Estrutura polarizada
Extremidade menos e mais
Possui ATP no meio da estrutura
Estrutura helicoidal
Fase inicial
De nucleação
Formação de pequenos polímeros
Oligómeros
Fase de crescimento
Fase de equilíbrio
Concentração de monómeros corresponde à concentração crítica
Sementes tornam tudo mais rápido
Não há alteração da concentração crítica
Nucleação
Vai se tornar mais estável á medida que aumenta em número
Treadmiling
ADP abandonam os filamentos
Concentração crítica menor
Logo cresce mais nessa extremidade com concentração menor
Perde mais facilmente na extremidade menos mas ganha mais dificilmente
Usadas proteínas para responder aos desafios colocados
Proteínas ligam-se aos monómeros de actina e impede a entrada pela extremidade menos mas facilita
pela mais logo promove o crescimento nesta extremidade.
Profilina - facilita a entrada pelas extremidade mais pelo que favorece a elongação.
Timosinas - impede o crescimento elimina a adição.
Forminas
Crescimento dos filamentos de actina
centrossomas podem organizar os filamentos de actina
Complexo arp23
Liga-se à extremidade menos e promove a nucleação
Pode originar ramificações e não for numa extremidade
Fibroblasto
Várias organizações dos filamentos em diferentes sítios da célula
Filamina permite ligações cruzadas entre filamentos
Cruzadas - crosslink
Dedos mantidos graças aos filamentos de actina
Ativação das plaquetas
Monómeros livres de actina
Capping dos filamentos
Sinalização
Mudança nas proteínas
Quebra dos filamentos
Alongamento dos mesmos
Organização dos feixes e ligações cruzadas
Rombo nos vasos sanguíneos
Coágulos de sangue
Pré-ativação das plaquetas
Proplaquetas
Plaquetas não são verdadeiras células
Microtúbulos intervém no processo de maturação
Como é que a actina se organiza nas células musculares?
Mioblastos - vários deles originam a fibra muscular
Miofibrilas - miofilamentos de actina e miosina
Núcleos na periferia
Sarcómeros - unidade de contração e distração
Aproximação dos filamentos de actina na contração
Cabeça da miosina - n-terminal
Estado ativo e inativo
Fosforilação das cadeias leves
Torna a cabeça ativa e faz com que a estrutura estique
ATP liga-se á miosina
Desliga-se da actina
Hidrólise do ATP
Movimento da cabeça para uma posição mais à frente
É gerada a força que promove a contração
Volta ao estado inicial
Posição de rigor - mais ligada à actina
Afetado pela concentração de cálcio
Aumenta quando há sinalização para haver contração
Importante também em células não musculares
Várias miosinas
Todas possuem domínio motor (quase)
Transporte de mitocôndrias
Contribuem para o transporte citoplasmático
É necessário separar os citoplasmas de modo a separar as células
Actina permite e estrangulação
Permitindo a citocinese
Polarização das células e migração
Protrusão na frente
Contração atrás
Arrastamento da célula (caracóis)
Despolimerização dos filamentos
Novo rumo
Polimerização novamente
Filamentos intermédios
Diferentes tipos de proteínas que formam redes
Keratinas - unhas e cabelos
Fibrosas - espécie de fibra
Núcleo
Eucariotas
Existência de compartimentos
Cada cromossoma uma molécula de DNA
Tem que haver comunicação entre os compartimentos
Membrana dupla
Exterior em continuidade com o RE
Poros nucleares
Invólcro nuclear
Poros nucleares - papel de comunicação e transporte entre o núcleo e o citoplasma.
Ambos os sentidos ao mesmo tempo
Passagem aquosa
Importação nuclear implica um sinal de localização nuclear.
Moléculas maiores ligam-se a recetores
Sequências específicas de aminoácidos
Péptido sinal
Algumas proteínas não podem ser exportadas do núcleo
Sinal de exportação
Recetores - importinas
Proteína adaptadora
Quando não é reconhecido o sinal de importação
RAN
Impor direcionalidade nos transportes
GDP - citoplasma
GTP - núcleo
Aumento da atividade GTP-ase
GDP para GTP
Versões da ran-gtpase
Liga-se aos recetores de importação
Cromatina
DNA empacotada relacionado com proteínas - forma a cromatina
DNA a ser transcrito (codifica com uma proteína) não pode haver associação com histonas não pode
estar na forma condensada
Tem que ser permitido o acesso à transcrição
Quando começa o processo de divisão celular
Descondensação da cromatina
Cada cromatina é uma molécula de DNA
Na citocinese começa a ocorrer a descondensação da cromatina
Perde-se a acessibilidade ao DNA quando está muito condensado
Cromossoma empacotamento máximo
Centrómero - zona de junção
Cada cromossoma ocupa um território indefinido
Vizinhos são constantes
Domínios funcionais em determinadas regiões no núcleo
Obedecem a uma estrutura bem organizada
Enrola com as histonas
Organização em Loops
Cromossoma - empacotamento máximo
Unidade básica da cromatina nucleossoma cosntitui a unidade básica do DNA
Primeira unidade estrutural do DNA
Histonas mantém a sequência de aminoácidos inalterada
Nucleossoma - DNA e histonas
DNA enrolado à volta das histonas
Estrutura tridimensional
Alpha-hélice
Braços que saem fora n-terminal das histonas
Condensação da cromatina
Colar de pérolas
DNA Linked 80 nucleótidos
Entre cada nucleossoma
H1 aproxima os nucleossomas
Loops até atingir a compactação máxima
Há interação com as redes de citoesqueleto
Heterocromatina- mais densa
Eucromatina - menos densa onde há expressão dos genes
Constitutiva - na região centromérica
Facultativa - regiões de DNA com genes inativos
Loops podem ser individualmente descondensados
Para haver expressão dos genes
Expansão do gene logo ocupa mais espaço
Lisina pode sofrer acetilação (aparece um grupo acetil e desaparece a carga positiva) e metilação
(pode ser até 3 posições)
Serina pode sofrer fosforilação
Hidrogénio substituído por um grupo fosfato
Carga negativa que não existia
Enzimas específicas que catalisam as reações
Ubiquitinação - proteína que sinaliza uma proteína para ser degradada
Transcrição
N terminal para carboxi-terminal
Primeiro para o último aminoácido
Rna não codificante expressão de genes
RNA possui estrutura tridimensional através de ligações de hidrogénio
Tal como acontece com as proteínas
Existem diferentes tipos de moléculas de RNA
Transcrição forma RNA mensageiro que através de outras transcrições poderá evoluir para outros
tipos de RNA
DNA de 3 para 5
RNA é de 5 para 3
RNA polimerase é um enzima que permite a transcrição do DNA em RNA
Existem vários tipos de RNA polimerase
RNA produzido pela transcrição chama-se transcrito primário
Possui uma região não codificante porque a transcrição começa acima da região codificante.
E termina abaixo da região codificante.
Intrões são os intrusos.
RNA tem que sofrer processamento para ser traduzido
Remoção dos intrões e por em ordem os exões
Adição do cap do lado 5’
E cauda do lado 3’
Enzimas de caping par haver a adição do cap
Maturação do rna mensageiro não é step by step
Adição da cauda poly-A
Maduro é capaz de ser traduzido
Início da tradução
Cauda demasiada pequena pode ir para degradação
Gene interrompido consiste em intrões e exões
Splicing do RNA
Remoção dos intrões e ordenamento dos exões
Exões unidos pela ordem
Padrões de splicing diferente
Vários produtos a partir de um só gene
Exões podem ser lidos como intrões
Mutações nos genes afetam as proteínas
Podem ser silenciosas
Mutações nos exões - afeta a sequência de aminoácidos
Mutações nos intrões - pode impedir a produção da proteína
Montagem dos ribossomas
Fábricas de ribossomas no núcleo
Sub-unidade maior e menor
Domínio funcional do núcleo sem membrana
Constituídos por RNA e proteínas
Nucleolos são regiões de diferentes cromossomas que contém genes para o RNA ribossómico.
Transporte de RNA em direção ao citoplasma
RNA mensageiro ligado a proteínas
Remoção das proteínas que mantém os RNA no núcleo
Replicação do DNA
Permite copiar uma molécula de DNA em duas filhas exatamente iguais
DNA polimerase
Replicação prossegue em ambos os sentidos
Mecanismo bidirecional
Nos cromossomas lineares temos várias origens
DNA polimerase coloca os novos nucleótidos
Entre o fosfato e a desoxiribose do outro
Ligação fosfodiester
Antiparalelas
Uma das cadeias tem a orientação certa
A outra é sintetizada descontinuamente
É replicada de forma fragmentada
Crescimento ocorre sempre de 5’ para 3’
Primer ?
Algumas dna polimerase removem nucleótidos
Diminuem os erros e torna a replicação mais precisa
Catalalisam a polimerização de 5’ para 3’ que parece ser muito mais rigoroso
Primase sintetiza os ribonucleótidos que vão servir para iniciar a replicação pela dna polimerase
Sintetiza os primers
Síntese de 5’ para 3’
Ligase
Custa de Atp
Ligação fosfodiester de forma a formar DNA contínuo e selada
DNA em dupla hélice é bastante estável
Exposição das cadeias de DNA para servirem de moldes
São as proteínas
DNA helicase
Desenrolamento da cadeia de DNA e separação
Vai quebrando as ligações entre as duas cadeias
Hidrólise de ATP é necessária é preciso energia
6 subunidades
SSB proteínas
São destabilizadoras das cadeias de DNA
Impedem a nova junção a seguir à passagem da helicase
Evitar a formação de estruturas secundárias
Mantém o dna na forma adequada para sofrer replicação
Clamp quando se desapega da cadeia molde
Mantém firme a polimerase à cadeia molde
Pinça
Clamp loader (5 subunidades) põe-o em posição
DNA polimerase
Lagging strand de forma descontínua
Telomerase
Tradução
Leitura dos tripletos do rna mensageiro
Vão ser traduzidos em aminoácidos no ribossoma com o RNAt
Anticodão do trna complementar ao tripleto do rnam
Ligações peptídicas entre os aminoácidos
Grelha de leitura aberta
Quem a define é o codão de iniciação
Aminoácido corresponde ao anticodão
Terceira posição permite alguma variação
Alguma flexibilidade para os codões sinónimos
Nas duas primeiras não tanto
Aminoácido liga-se pelo grupo carboxilo à ribose
Ligação covalente entre os dois
Ligação catalizada por uma enzima
Ribossomas eucariotas e procariotas
Associação entre proteínas e rna ribossomais
Duas subunidades
Montagem ocorre no nucléolo
Domínios precisam das duas subunidades montadas
EPA
A - local onde chega os TRNA carregados com aminoácidos
P - Ligado um trna à proteína em síntese
E - sítio de saída
Proteínas chamadas de fatores de iniciação
Trna ligado no sítio P
Fatores de alongamento
EFTU e EFG
Qualidade na síntese proteica
Impedem uma má tradução do RNAm
Tradução quando o tripleto do codão stop é evidenciado no local A
Fatores de libertação
Saída do último Trna
RNAm pode ser traduzidos por vários ribossomas ao mesmo tempo
Sistema endomembranar
RE associado ao complexo de Golgi
Transporte por vesículas
Até à membrana plasmática para haver exocitose
Este tráfego é essencial para a célula
Espaço é o lúmen do retículo
Rugoso com ribossomas
Liso forma túbulos distibuídos pelo citoplasma
Associado à síntese de lípidos
Podem ser encontrados grânulos de glicogénio
Pode ser importante na desintoxicação
Processos que ocorrem nessas membranas
Metabolismo dos lípidos
Rugoso na síntese proteíca
RE
Ribossomas só se montam quando existe RNAm
Informação está na própria proteína
Processo começa no citoplasma
Se for preciso é levada até o retículo
Codifica para uma proteína do retículo
Peptído sinal
Pausa na tradução
Proteína injetada através da membrana
Ribossomas ligados à membrana do núcleo
Proteína transmembranar um domínio de cada lado da membrana
Só o RE consegue produzir e translocar uma proteína ao mesmo tempo
Ribossomas livres
Glicolização
AA
Ribossomas encorados
Síntese de fosfolípidos
Diretamente nas membranas do RE
Bicamada lipídica
Sintetizados na camada virada para o citoplasma
Camada assimétrica
Complexo de golgi
Maturação
Estrutura tridimensional
Relação funcional com o RE
cisternas ou sacinhos
Materiais levados até o complexo
Sofrem modificações durante o transporte
Vesículas
Para onde são necessárias
Próximo do núcleo
Concentra-se num dos lados
Relação com o centrossoma
Cisternas constituem uma linha de montagem
Face cis
Onde entram os materiais
Face trans
Empacotamento e transporte
Extremamente polarizada
Túbulos externos e vesículas
Oligossacarídeos n-linked
Glicolização
Processamento no complexo de golgi
Complexos
Ricos em manose
Proteoglicanos
Fortemente glicolizadas
Matriz extracelular
Funcionamento normal dos tecidos
Sistemas endomembranares
Vesículas não são todas iguais
Proteínas que as revestem são diferentes
Vão ajudar a formar
Criam diferentes populações de vesículas
Cop1
Fazem transporte do complexo para o retículo
E nas cisternas do complexo de golgi
Cop2
Fazem o contrário
Clatrina
Região trans
Endossomas
Endocitose
Microtúbulos onde se movem as vesículas
Importante na organização do complexo de golgi
Vesículas movem-se graças aos microtúbulos
Proteínas intervêm no transporte
Proteínas transmembranares são recetoras
Permitem o reconhecimento
No local onde está a proteína de revestimento
Estão muitos recetores
Atraiem para o local de formação dos recetores
KDEL
Permite à proteína residir no retículo
Logo é devolvida ao seu compartimento de residência
Lisossomas
Delimitados por membranas
Enriquecidas em enzimas
Fazem principalmente degradação
Ácidas
Atividade máxima á Ph baixo
Meio ácido
Ph mais baixo através do bombear do H+
Degradação de ATP
Membrana tem que resistir às enzimas
Fortemente glicolizada
Lisossomas morfologia heterogénea
Depende do material digerido no seu interior
Depende também da sua formação
Endossomas tardios
Transformam-se em endolisossomas
Depois em lisossomas
Têm a ver com o estado de maturação
Endossoma formado na membrana
Transporte pelos microtúbulos
Tardios já não partilham material com a membrana
Parte das enzimas fornecidas pelo complexo de golgi
Fornece proteínas lisossomais
Lisossomal
Manose fosforilada
Marca pela oligossacarídeo
Presença desse é a marca dessas proteínas
Doenças provocadas por disfunções dos lisossomas
Acumulação pode causar problemas ao funcionamento da célula
Enzimas hidrolíticas
Manose 6 fosfato
Empacotamento na vesícula
Recetores vão reconhecer
Vesícula funde-se com um endossoma jovem
Ph ácido altera funcionalmente o recetor assim permite que deixe essa enzima
Enzimas inativas no percurso de síntese
Ph demasiado alto para isso
Endocitose e exocitose
Formação de vesículas endocíticas
Clatrina presente no processo
Reveste as membranas
Fagocitose
Fagossomas fundidos com lisossomas
Autofagia - destruição das estruturas da própria célula
Autofagossoma funde-se com endossomas tardios ou lisossomas
Importante para a obtenção de materiais em caso de carência
Fagocitose
Macrófagos
Neutrófilos
Células dendríticas
Defendem contra organismos invasores
Macrófagos requerem citoesqueleto
Pseudópodes involvem o organismo
Constitutiva ou regulada
Glicolização origina proteínas importantes
Colagénio importante na matriz extracelular
Pode ir até 1000 resíduos de AA
Possui glicinas
Vai ter que sofrer processamento para ser uma proteína funcional
Vai originar as fibrilas de colagénio
Glucose em resposta à insulina
Transportadores vão para a membrana
Células nervosas
Colesterol requer uma diversidade de lipoproteínas
LDL
aterosclerose
Quantidade de LDL fator de risco
Recetor com domínio intracelular
Mitocondria
Delimitado por membranas
Matriz e envaginações que são as cristas mitocondriais
Muito plásticas
Alinham-se com os microtúbulos
Movimentam-se ao longo dos microtúbulos
Ácidos gordos entram
Originam acetilcoa
Ciclo do ácido cítrico
Vai originar
Dióxido de carbono
NADH
Eletrões
Cadeia transportadora de eletrões
Utiliza a energia dos eletrões
Que origina atp a partir de ADP e fosfato inorgânico
Número de cristas
Maior número de cristas
Mais membrana
Mais cadeias
Mais energia
Cofatores :
Grupos hemes - transportam oxigénio
Ferro enxofre - perdem e ganham eletrões
Cobre
Flavina
Nadh transporta os eletrões
Complexo 1
Bombeia protões para o espaço intermembranar
Eletrões passam para um transportador móvel
Complexo 3
Eletrões usados para bombear protões
Entrega ao complexo 4
Quem recebe eletrões fica reduzido
Oxigénio molecular é o último aceitador de eletrões
Formando água
Diferença de energia vai diminuindo
Os eletrões vão ficar num estado energético mais baixo
Numa sequência bastante gradual
Complexo inicial tem mais afinidade com os eletrões
Fadh transporta os eletrões até o complexo 2
Menor capacidade de bombear eletrões ao longo das cadeias
Bombear protões provoca um potencial de membrana
Diminuição do pH no espaço intermembranar
ATP sintase permite a passagem para dentro da matriz mitocondrial
Síntese de ATP
A partir de fosfato e ADP
Semelhanças com os cloroplastos
Endossimbiose
Peroxissomas
Limitados por uma membrana
Proteínas são sintetizadas e importadas para ele
Oxidação dos ácidos gordos
Mais longos degradados nos peroxissomas
Mais curtos em mitocôndrias
Encontrados nas células das plantas
Usam oxigénios e hidrogénios para reações oxidativas
Oxidases
Catalase
Beta - oxidação dos ácidos gordos
Acetilcoa transportado para a mitocôndria
Conversão de ácidos gordos em açucares
Não ocorre nos animais
Síntese de plasmogéneos ocorre nos peroxissomas
Importante nas bainhas de mielina
Junções
Organização das células animais
Epitélio
Não tem mobilidade
Estão em contacto entre elas e com a lâmina basal
Tecido conjuntivo
Muito mais plástico
Podem mover-se
Constituído por matriz celular
Que tipo de junções celulares existem?
Junções de encorramento
Membranas quase fundidas nas junções apertadas
Junções de comunicação
Formam canais e as de sinalização
Desmossomas
Proteínas transmembranares
Domínios funcionais no lado intracelular
Desmoglahinas
Placofilinas
Desmocolinas
Hemidesmossomas - metade de um
Matriz extracelular
Lâmina basal
Folha flexível de moléculas
Fibroblastos
Produzem matriz extracelular
Colagénio compõe a matriz celular
Adesões focais
Quando são filamentos de actina
Integrinas mudam de conformação
Junções apertadas e importância para o epitélio
Matriz extracelular
Fibroblasto
Possui filamentos de actina
E fibras de colagénio
Epitélio
Lâmina basal
Tecido conjuntivo
Fibroblastos secretam macromoléculas
Proteoglicanos
Ligadas ao aminoglicanos
Proteínas fibrosas
Glicoaminoglicanos
Distinguem-se pelos seus açucares, pelo tipo de ligações entre eles
Número e localização dos grupos sulfatos
Liga-se pelo aa serina com a proteína
Cargas negativas importantes para a função
Proteínas fibrosas
Colagénio
1000 resíduos de aa
Estrutura em tripla hélice
Hidroxilisina
Hidroxiprolina
Vai ter que sofrer processamento
RE
CG
Glicolização
Pro alpha associam e formam uma tripla hélice
Fibrila de colagénio
Elastina
Junções
Tecido conjuntivo
Mais elástico
Constituído por matriz extracelular
Citoesqueleto das células epiteliais estão em contacto umas com as outras (vizinha)
Fenómenos de origem mecânica transmitidos
Barreiras - proteger órgãos ou estruturas
Junções de ancoramento
Epiteliais estabelecem ligações com as vizinhas
Relação com o citoesquelto
Ancoram à matriz também
Junções apertadas separam os meios distintos
Junções de hiato
Sinapses
Ancoramento
Actina - célula a célula ou célula matriz
Filamentos intermédios - desmossomas e hemidesmossomas
Junções apertadas -
Junções de adesão
Existem proteínas transmembranares que permitem a interação.
Ou de actina ou intermédios
Não ligam diretamente ao citoesqueleto
Papel das junções celulares
Embrião
Início é muito fácil distinguir células
Adesão entre as células altera-se ao longo do tempo
Vários tipos de caderinas - proteínas transmembranares
Maioria das caderinas tem ligações homofílicas
Também podem ser heterofílicas
Algumas são específicas de determinados tecidos
Cálcio impede a flexibilidade
Estrutura depende do cálcio
Flexível quando não há cálcio dobrem e não formem ligações
Quando há estica e estabelece ligações
Junções entre caderinas - velcro das células
Mistura de células
Organizam-se entre si separando-se umas das outras
Por níveis de expressão também
Diferenciação - regulação de expressão das diferentes caderinas
Desmossomas - intermédios
Caderinas clássicas - filamentos de actina
Actina - fortalece a estrutura da junção
Desmossomas - estabelece ligações entre as células vizinhas
Filamentos intermédios
Junções de adesão com a matriz
Hemidesmossomas
Células epiteliais - ligadas à lâmina basal do epitélio
Adesões focais -