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História do Carnaval no Brasil

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Carnaval

O Carnaval é uma das festas populares mais conhecidas no mundo ocidental, sendo a maior
festividade do Brasil. Sua origem remonta à Idade Média e tem associação direta com o
cristianismo. O Carnaval chegou ao Brasil, durante o período colonial, caracterizado por diversas
brincadeiras, como o entrudo. Ao longo do século XX, uma série de ritmos e danças passaram a
fazer parte do Carnaval brasileiro. Atualmente, ritmos como o samba, o maracatu e o frevo são
seus símbolos. O Carnaval transformou-se na principal festa popular brasileira a partir da década
de 1930 e, atualmente, conta com os blocos de rua que acontecem nos grandes centros do país,
assim como os desfiles das escolas de samba. O Carnaval no Brasil é uma das celebrações mais
tradicionais da nossa cultura, sendo festejado pelos foliões de diferentes maneiras em cada
região do país. É uma festa que atrai a atenção de milhares de turistas de todas as partes do
mundo. O Carnaval foi introduzido no Brasil pelos portugueses durante a colonização.

Qual é a história do Carnaval?

O carnaval no Brasil tem suas raízes históricas no período colonial, tornando-se uma lucrativa
atividade comercial no século XX. O entrudo era praticada pelos escravos. Estes saíam pelas
ruas com seus rostos pintados, jogando farinha e bolinhas de água de cheiro nas pessoas. Tais
bolinhas nem sempre eram cheirosas.
O jogo do entrudo era considerado também violento e ofensivo, uma forma de explosão de
sentimentos contidos durante o ano todo e com a possibilidade de liberá-los durante os três dias
que antecediam a quaresma. Não eram apenas nas ruas que o entrudo se verificava, pois
também era praticado no interior das casas das famílias de posição social mais elevada que se
recusavam a compartilhar as ruas nesses dias. A situação levava a elite brasileira, principalmente
a do Rio de Janeiro, como mostra boa parte da documentação sobre a prática carnavalesca, a
criar uma campanha pelo fim do entrudo a partir da década de 1840. Não que o entrudo fosse
legalizado no período colonial ou mesmo naquele momento da vida urbana da capital imperial. A
polícia não reprimia a manifestação popular. O que passou a fazer depois da campanha veiculada
principalmente pelos jornais do Rio de Janeiro. O que a elite pretendia era também poder festejar
o carnaval sem que tivesse contato com a manifestação popular do entrudo. O código de conduta
moral da elite carioca não poderia ser colocado frente a frente com o “jogo bárbaro, pernicioso e
imoral”, sem que tivesse a intermediação da polícia. A partir daí o entrudo foi proibido e reprimido
nas ruas do Rio de Janeiro. Novas formas de festejo do carnaval foram surgindo, sejam nos
bailes mascarados dos salões e teatros destinados às elites ou nos cordões de rua praticados
pela população das classes baixas, profanando a estética e conteúdo das procissões religiosas.

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