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Estruturas e Funções da Audição e Equilíbrio

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TUTORIA 2.

2:

[Link] as estruturas e a via sensorial auditiva.


[Link] as estruturas e a via sensorial do equilíbrio.
[Link] as causas da perda auditiva? E como prevenir?
[Link] é o limite de tolerância da exposição auditiva aos ruídos? Quais são as
consequências?
[Link] exames para diagnóstico de acuidade auditiva e de equilíbrio?
6.O que o ministério do trabalho preconiza em relação às doenças ocupacionais? (Geral)
[Link] aspectos epidemiológicos das doenças ocupacionais?
[Link] a perda auditiva afeta os aspectos psicossociais do indivíduo?

Via Sensorial Auditiva:

A audição é um sentido complexo que envolve várias traduções. A energia das


ondas sonoras no ar se torna vibrações mecânicas e, depois, ondas no líquido da cóclea.
As ondas do líquido abrem canais iônicos nas células pilosas (ciliadas)*, os receptores da
audição. O fluxo de íons para dentro das células gera um sinal elétrico que libera um
neurotransmissor (sinal químico), que, por sua vez, dispara potenciais de ação nos
neurônios auditivos primários.
As ondas sonoras que chegam à orelha externa são direcionadas para dentro do
meato acústico externo e atingem a membrana timpânica, onde provocam vibrações na
membrana (primeira transdução). As vibrações da membrana timpânica são transferidas
ao martelo, à bigorna e ao estribo, nesta ordem. A disposição dos três ossos da orelha
média conectados cria uma “alavanca” que multiplica a força da vibração (amplificação), de
modo que muito pouca energia sonora é perdida devido ao atrito. Se um som é muito alto,
podendo causar danos à orelha interna, os pequenos músculos da orelha média puxam os
ossos para reduzir seus movimentos, diminuindo, assim, a transmissão sonora em algum
grau. Quando o estribo vibra, ele empurra e puxa a fina membrana da janela oval à qual
está conectado. As vibrações da janela oval geram ondas nos canais cheios de líquido da
cóclea (segunda transdução). À medida que as ondas se movem pela cóclea, elas
empurram as membranas flexíveis do ducto coclear, curvando as células ciliadas sensoriais,
que estão dentro do ducto. A energia da onda se dissipa de volta para o ar da orelha média
na janela redonda. O movimento do ducto coclear abre ou fecha canais iônicos na
membrana das células ciliadas, gerando sinais elétricos (terceira transdução). Esses
sinais elétricos alteram a liberação do neurotransmissor (quarta transdução). A ligação do
neurotransmissor aos neurônios sensoriais auditivos inicia potenciais de ação (quinta
transdução), que transmitem a informação codificada sobre o som pelo ramo coclear do
nervo vestibulococlear (nervo craniano VIII) até o encéfalo.
Como já mencionado, a transdução da energia sonora em potenciais de ação
ocorre na cóclea da orelha interna. Desenrolada, a cóclea pode ser vista como três
canais paralelos cheios de líquido: (1) a rampa do vestíbulo, ou escala vestibular; (2) o
ducto coclear central, ou escala média; e (3) a rampa do tímpano, ou escala timpânica (FIG.
10.18). As rampas do vestíbulo e do tímpano são contínuas uma à outra e se conectam na
extremidade da cóclea por uma pequena abertura, chamada de helicotrema. O ducto
coclear é um tubo com extremidade cega, mas que se conecta ao vestíbulo através de uma
pequena abertura. O líquido presente nas rampas do vestíbulo e do tímpano tem
composição iônica similar à do plasma, sendo conhecido como perilinfa. O ducto coclear é
preenchido com endolinfa, secretada pelas células epiteliais do ducto. A endolinfa é
incomum por sua composição ser mais parecida à do líquido intracelular do que à do
extracelular, possuindo alta concentração de K⫹ e baixa concentração de Na⫹. O ducto
coclear possui o órgão espiral (órgão de Corti), que contém as células receptoras pilosas
(ciliadas) e células de sustentação. O órgão espiral (de Corti) se situa sobre a membrana
basilar e está parcialmente coberto pela membrana tectória, ambas tecidos flexíveis que se
movem em resposta às ondas que percorrem a rampa do vestíbulo. À medida que as ondas
percorrem a cóclea, elas movimentam as membranas basilar e tectória, gerando oscilações
para cima e para baixo, que curvam as células pilosas (ciliadas). As células pilosas, assim
como as células receptoras gustatórias, são receptores não neurais.
Quando as ondas provocam uma deflexão na membrana tectória, de modo que os
cílios se curvam em direção aos membros mais altos do feixe, os filamentos de ligação
abrem um número maior de canais iônicos, e entram cátions (K⫹ e Ca2⫹ ) na célula, que,
então, despolariza (Fig. 10.19b). Os canais de Ca2⫹ dependentes de voltagem se abrem, a
liberação de neurotransmissor aumenta, e os neurônios sensoriais aumentam sua
frequência de disparo. Quando a membrana tectória empurra os estereocílios para longe
dos membros mais altos, a tensão nas molas elásticas relaxa, e todos os canais iônicos se
fecham. O influxo de cátions diminui, a membrana hiperpolariza, e menos neurotransmissor
é liberado, reduzindo os potenciais de ação no neurônio sensorial. O padrão de vibração
das ondas que chegam à orelha interna é, então, convertido em um padrão de potenciais de
ação que vão para o [Link] vez que as vibrações da membrana tectória refletem a
frequência da onda sonora aferente, as células pilosas e os neurônios sensoriais devem ser
capazes de responder a sons com cerca de 20 mil ondas por segundo, a mais alta
frequência audível pelo ser humano.
Após a cóclea transformar as ondas sonoras em sinais elétricos, os neurônios
sensoriais transferem essa informação para o encéfalo. O nervo coclear (auditivo) é um
ramo do nervo craniano VIII, o nervo vestibulococlear . Os neurônios auditivos primários
projetam-se da cóclea para os núcleos cocleares do bulbo . Alguns desses neurônios
conduzem informações que são processadas na temporização do som, e outros conduzem
informações que são processadas como qualidade do som. Do bulbo, os neurônios
sensoriais secundários projetam-se para dois núcleos superiores, um ipsilateral (no mesmo
lado do corpo) e outro contralateral (no lado oposto). A divisão dos sinais gerados pelo som
em dois tratos ascendentes significa que cada lado do cérebro recebe informação de ambas
as orelhas. Esses tratos ascendentes fazem sinapses em núcleos no mesencéfalo e no
tálamo, antes de se projetarem para o córtex auditivo. Vias colaterais enviam informações à
formação reticular e ao cerebelo.
A localização da origem de um som é uma tarefa integrada, a qual requer a entrada
simultânea dos sinais de ambas as orelhas. A não ser que o som esteja vindo diretamente
da frente da pessoa, ele não chegará ao mesmo tempo nas duas orelhas . O encéfalo
registra a diferença no tempo de chegada do som às orelhas e usa uma computação
complexa para criar uma representação tridimensional da origem do som.
As aferências do gânglio espiral entram no tronco encefálico pelo nervo
vestibulococlear. No nível do bulbo, cada axônio ramifica-se de modo a fazer sinapse
simultaneamente com neurônios do núcleo coclear posterior e do núcleo coclear anterior,
ipsilaterais à cóclea, de onde os axônios se originam. A partir desse ponto, o sistema
torna-se mais complicado, e as conexões são menos compreendidas, pois existem
múltiplas vias paralelas. Em vez de tentarmos descrever todas essas conexões, seguiremos
uma via particularmente importante dos núcleos cocleares ao córtex auditivo (Figura 11.18).
As células do núcleo coclear ventral projetam seus axônios à oliva superior (também
chamada de núcleo olivar superior) de ambos os lados do tronco encefálico. Os axônios dos
neurônios olivares ascendem pelo lemnisco lateral (um lem- nisco é um conjunto de
axônios) e inervam o colículo inferior, no mesencé- falo. Muitos axônios eferentes do núcleo
coclear posterior seguem por uma rota similar à via do núcleo coclear anterior, mas a via
posterior segue diretamente, sem parar na oliva superior. Embora existam outras vias dos
núcleos cocleares ao colículo inferior com outros núcleos de retransmissão intermediários,
todas as vias auditivas ascendentes convergem para o colículo inferior. Os neurônios do
colículo inferior enviam seus axônios ao núcleo geniculado medial (NGM) do tálamo, o qual,
por sua vez, projeta-se ao córtex auditivo.
Antes de analisarmos as propriedades das respostas dos neurônios auditi- vos, devemos
fazer várias considerações:
1. Outras projeções e núcleos do tronco encefálico, além dos descritos anteriormente,
contribuem para a via auditiva. Por exemplo, o colículo inferior envia axônios não apenas
para o NGM, mas também ao colículo superior (onde ocorre a integração das informações
auditiva e visual) e ao cerebelo.
2. Existem amplas retroalimentações nas vias auditivas. Por exemplo, os neurônios do
tronco encefálico enviam axônios que fazem contato com as células ciliadas externas, e o
córtex auditivo envia axônios ao NGM e ao colículo inferior.
3. Cada núcleo coclear recebe aferência apenas do ouvido ipsilateral; todos os demais
núcleos auditivos no tronco encefálico recebem aferência de ambos os ouvidos. Isso explica
o fato clinicamente importante de que a única maneira pela qual uma lesão no tronco
encefálico pode resultar em surdez para um ouvido é se for destruído um núcleo coclear (ou
o nervo vestibulococlear) de um lado.
Via sensorial do equilíbrio.

O equilíbrio refere-se a um estado de estabilidade, quer a palavra seja utilizada para


descrever as concentrações iônicas dos líquidos corporais, quer a posição do nosso corpo
no espaço. O sentido especial do equilíbrio tem dois componentes: um componente
dinâmico, que nos fornece informações sobre nosso movimento no espaço, e um
componente estático, que nos diz se a nossa cabeça está na posição vertical normal. A
informação sensorial proveniente da orelha interna e dos proprioceptores presentes nas
articulações e nos músculos comunica ao nosso encéfalo a localização das diferentes
partes do nosso corpo, umas em relação às outras, e em relação ao meio externo. A
informação visual também tem um papel importante no equilíbrio, como pode ser observado
em uma sala de cinema de 360°, em que a cena se inclina repentinamente para um lado e o
público se inclina com ela.
A nossa sensação de equilíbrio é mediada por células pilosas, as quais revestem o
aparelho vestibular cheio de líquido da orelha interna. Estes receptores não neurais
respondem a mudanças na aceleração rotacional, vertical e horizontal, e no
posicionamento. A função das células pilosas é similar à das células da cóclea, mas a
gravidade e a aceleração, em vez de as ondas sonoras, é que fornecem a força que move
os estereocílios. As células pilosas vestibulares possuem um único cílio longo, chamado de
cinocílio, localizado em um lado do feixe ciliar. O cinocílio estabelece um ponto de
referência para a direção da curvatura. Quando os cílios se curvam, os filamentos de
ligação entre eles abrem e fecham canais iônicos. O movimento em uma direção provoca a
despolarização das células pilosas; com o movimento na direção oposta, elas
hiperpolarizam. Isso é similar ao que ocorre nas células pilosas cocleares .
O aparelho vestibular, também chamado de labirinto membranoso, é uma série
intrincada de câmaras interconectadas cheias de líquido. Em seres humanos, o aparelho
vestibular é composto de dois órgãos otolíticos semelhantes a sacos – o sáculo e o utrículo
– juntamente com três canais semicirculares, os quais se conectam ao utrículo em suas
bases. Os órgãos otolíticos nos informam a aceleração linear e a posição da cabeça. Os
três canais semicirculares detectam a aceleração rotacional em várias direções. O aparelho
vestibular, assim como o ducto coclear, é preenchido com endolinfa com alta concentração
de K⫹ e baixa de Na⫹ secretada pelas células epiteliais. Do mesmo modo que o líquido
cerebrospinal, a endolinfa é secretada continuamente e drenada da orelha interna para o
seio venoso da dura-máter do encéfalo. Se a produção de endolinfa exceder a taxa de
drenagem, o acúmulo de líquido na orelha interna pode aumentar a pressão de líquido
dentro do aparelho vestibular. Acredita-se que o acúmulo excessivo de endolinfa contribui
para a doença de Ménière, uma condição marcada por episódios de vertigem e náuseas. Se
o órgão espiral (de Corti) no ducto coclear é danificado pela pressão de líquido dentro do
aparelho vestibular, isso pode resultar em perda auditiva.
Os três canais semicirculares do aparelho vestibular detectam a aceleração
rotacional. Eles estão orientados em ângulos retos um ao outro, como três planos que se
juntam para formar o canto de uma caixa . O canal horizontal (ou lateral) detecta rotações
que associamos com o giro, como um rodopio de um patinador no gelo ou o balançar de
sua cabeça à direita e à esquerda para dizer “não”. O canal posterior detecta a rotação
esquerda-direita, como a rotação que você realiza quando inclina sua cabeça em direção ao
seu ombro ou realiza uma pirueta. O canal anterior detecta a rotação para a frente e para
trás, como quando você balança sua cabeça para a frente e para trás ou dá uma
cambalhota. Em uma das extremidades de cada canal há uma câmara alargada, a ampola,
a qual contém uma estrutura sensorial, chamada de crista. A crista é constituída de células
pilosas e uma massa gelatinosa, a cúpula, que se estende da base ao teto da ampola,
fechando-a. Os cílios das células pilosas são embebidos pela cúpula.
Como a rotação é detectada? Quando sua cabeça gira, o crânio ósseo e as paredes
membranosas do labirinto se movem, porém, o líquido dentro do labirinto não consegue
acompanhar, devido à sua inércia (a tendência de um corpo em repouso a permanecer em
repouso). Nas ampolas, a endolinfa inclina a cúpula e suas células pilosas na direção
oposta àquela para a qual a cabeça está girando. Fazendo uma analogia, pense em passar
um pincel (cúpula ligada à parede de um canal semicircular) com tinta molhada (a endolinfa)
em um quadro. Se você puxar o pincel para a direita, a tinta fará as cerdas do pincel serem
inclinadas para a esquerda . Do mesmo modo, a inércia do líquido no canal semicircular
puxa a cúpula e os cílios das células pilosas para a esquerda, quando a cabeça vira para a
direita. Se a rotação continua, o movimento da endolinfa finalmente é o mesmo da cabeça.
Então, se a rotação da cabeça para abruptamente, o líquido não pode parar imediatamente.
O líquido continua a girar na direção da rotação da cabeça, deixando a pessoa com uma
sensação de estar girando. Se a sensação for suficientemente forte, a pessoa pode projetar
o seu corpo na direção oposta à da rotação, em uma tentativa reflexa de compensar a
aparente perda de equilíbrio.
Os dois órgãos otolíticos, o utrículo (pequena bolsa) e o sáculo (pequeno saco), são
organizados para detectar forças lineares. Suas estruturas sensoriais, chamadas de
máculas, compreendem células pilosas, uma massa gelatinosa, conhecida como membrana
otolítica, e partículas de proteínas e carbonato de cálcio, chamadas de otólitos. Os cílios
das células pilosas são inseridos na membrana otolítica, e os otólitos ligam-se à matriz de
proteína na superfície da membrana. Se a gravidade ou a aceleração faz os otólitos
deslizarem para a frente ou para trás, a membrana otolítica gelatinosa desliza com eles,
curvando os cílios das células pilosas e produzindo um sinal. Por exemplo, as máculas
estão horizontais quando a cabeça está em sua posição ereta normal. Se a cabeça se
inclina para trás, a gravidade desloca os otólitos, e as células pilosas são ativadas. A
mácula do utrículo detecta a aceleração para a frente ou a desaceleração, bem como
quando a cabeça se inclina. A mácula do sáculo está orientada verticalmente quando a
cabeça está ereta, o que a torna sensível às forças verticais, como quando um elevador
está descendo. O cérebro analisa o padrão das células pilosas despolarizadas e
hiperpolarizadas para calcular a posição da cabeça e a direção do movimento.
As células pilosas vestibulares, assim como as da cóclea, estão tonicamente ativas
e liberam neurotransmissor nos neurônios sensoriais primários do nervo vestibular (um
ramo do nervo craniano VIII, o nervo vestibulococlear). Esses neurônios sensoriais fazem
sinapse nos núcleos vestibulares do bulbo ou vão, sem fazer sinapse, diretamente para o
cerebelo, um importante local de processamento do equilíbrio . Vias colaterais seguem do
bulbo para o cerebelo ou ascendem através da formação reticular e do tálamo. Existem
algumas vias pouco definidas do bulbo para o córtex cerebral, entretanto a maior parte da
integração do equilíbrio ocorre no cerebelo. Vias descendentes dos núcleos vestibulares
seguem para neurônios motores envolvidos com a movimentação dos olhos. Essas vias
ajudam a manter os olhos fixos em um objeto enquanto a cabeça gira.

Reflexo de atenuação:

O músculo estapédio também se estende desde o ponto de sua fixação no osso até
onde se liga ao estribo. Quando esses músculos se contraem, a cadeia de ossículos
torna-se muito mais rígida e a condução do som ao ouvido interno fica muito diminuída. O
início de um som barulhento dispara uma resposta neural que faz esses músculos se
contraírem, uma resposta chamada de reflexo de atenuação. Dois músculos: tensor do
tímpano (que mantém a tensão da membrana) e o estapédio (que auxilia na movimentação
do estribo) e trabalham de forma antagônica (a contração e relaxamento desses músculos
otimiza a propagação do som, funcionando como um adaptador de impedância – que é a
facilidade para transmissão de energia que um meio oferece)
Existem três formas de perda auditiva: a condutiva, a central e a sensório-neural. Na
perda auditiva condutiva, o som não pode ser transmitido a partir da orelha externa ou da
orelha média. As causas da perda auditiva condutiva variam desde uma obstrução do canal
auditivo com cera (cerume), ou líquido na orelha média devido a uma infecção, a doenças
ou traumas que impedem a vibração do martelo, da bigorna ou do estribo. A correção da
perda auditiva condutiva inclui técnicas microcirúrgicas, nas quais os ossos da orelha média
podem ser reconstruídos.
A perda auditiva central resulta de dano nas vias neurais entre a orelha e o córtex
cerebral ou de danos no próprio córtex, como poderia ocorrer em um acidente vascular
encefálico. Essa forma de perda auditiva é relativamente incomum. A perda auditiva
sensório-neural origina-se de lesões em estruturas da orelha interna, incluindo morte de
células pilosas, como resultado de exposição a sons altos. Atualmente, a perda de células
pilosas é irreversível em mamíferos. As aves e os vertebrados inferiores, entretanto, são
capazes de gerar células pilosas para substituir aquelas que morreram. Essa descoberta
tem direcionado os pesquisadores a explorarem estra-tégias que reproduzam esse
processo em mamíferos, incluindo o transplante de células-tronco neurais e a terapia
gênica, a fim de induzir células não sensoriais a se diferenciarem em células pilosas
Diretrizes
TUTORIA
TBL
BL 2 . 2 :
SISTEMA NERVOSO .
SENSORIAL

A RESPOSTA ELÉTRICA PODE SER : POTENCIAL

·
o SISTEMA NERVOSO SENSORIAL É RESPON- GERADOR OU POTENCIAL RECEPTOR
.

SÁVEL PELA PERCEPÇÃO Dos Estímulos

·
o Sistema é formado Pelos neurônios SE ALCANÇAR O LIMIAR O POTENCIAL RECEPTOR

SENSORIAIS AFERENTES
; ESSES NEURÔNIOS Atinge a Zona de Gatilho do neurônio
ESTÃO PRESENTES NO SISTEMA NERVOSO SENSORIAL E Se TORNA Um POTENCIAL De
AÇÃO
.

CENTRAL E No PERIFÉRICO; PARA QUE HAJA

SENSAÇÃO É Necessária A Integração De 1


:
NEURÔNIO : GERALMENTE SEUDOUNIPOLAR
-

>
-

AMBOS .

OU NEURÔNIO exceção da via Olfatória e Visual)

classificação dos neurônios Sensoriais : DE 19 ORDEM


.
-

NEURÔNIOS SENSORIAIS SOMÁFICOS :


PERCEPÇÃO A Entrada
Da
SENSAÇÃO PODE SER :

DE ESTÍMULOS ORIUNDOS Da NATUREZA (ESTÍMULOS

EXTEROCEPTIVOS) E ESTÍMULOS PRÓPRIOS DO -


PELO P E TRAZIDO POR NEURÔNIOS
.

CORPO (Estímulos PROPRIOCEPTIVOS . ( -


Pela MEDULA E TRAZIDO POR NERVOS ESPINAIS

-
PELO TRONCO CEREBRAL E TRAZIDA POR NERVOS

NEURÔNIOS SENSORIAIS VISCERAIS : EstÍmULOS CRANIANOS .

PROVENIENTES ÓRGÃOS

DE VISCERAIS
.

SENSAÇÃO - CAPACIDADE DE PERCEBER ESTÍMULOS ESTÍMULO CHEGA


O SIC
SENTIDOS DIVERSIDADE DE SENSAÇÕES
.
faz sinapse
COMEURÔNIO De
2 ORDEM
.

Dos Sentidos
Classificação

:

GERAIS :
QUANDO AS ESTRUTURAS RESPONSÁVEIS PELA FAZEM SINASE COM NEURÔNIOS
PERCEPÇÃO ESTÍMULOS ESTÃO ESPACHADAS
DE ORDEEs
DOS PELO CORPO
, 3
COMO : tato
, PRESSÃO
, TEMPERATURA
, DOR E PROPRIOCEPÇÃO no
& lamo

POSIÇÃO

(
(SENTIDO QUE NOS PERMITE PERCEBER A DO

CORPO Em
RELAÇÃO Ap AMBIENTE . OBS :
EXCEÇÃO DA VIA OLFATÓRIA .

ESPECÍFICOS :
QUANDO AS ESTRUTURAS QUE PERCEBEM RESPONSÁVEL POR ORGANIZAR AS

OS ESTÍMULOS ESTÃO EM ORGÃOS ESPECÍFICOS


. INFORMAÇÕES E ENCAMINHALAS PARA O
- Visão

Audição
erte Sensorie sent
f
-

-EQUILÍBRIP

GUSTAÇÃO
-
OLFATO .
Quando A InformaÇÃo ALCANÇA DIFERENTES

CORTICES SENSORIAIS TEMOS A SENSAÇÃO


.

VIASENSORIAL

INÍCIO = RECEPTOR SENSORIAL QUE ESTÁ NO SNP


,

PODEM SER CLASSIFICADOS EM :

-TERMINAÇÕES NERVOSAS (OWE PODEM

SER ENCAPSULADAS OU LIVRES . )


-
CÉLLAS ESPECIALIZADAS .

É RESPONSÁVEL PELA TRANSDUÇÃO SENSORIAL

6 TRANSFORMA ESTÍMULO EM
POTENCIAL
.
SOMESTÉSICAS
site Ernes
VIA : ·

,
térmicos
São Aquelas Responsáveis Sensações
Pelas E DE TATO .

SOMÁTICAS QUE PERMITEM A


SENSAÇÃO DE
ESTÍMULOS QUE SÃO SENTIDOS Em TODO CORPO
. NEURÔNIOS 10 : SINASE Com Os 290
.

Essas Sensações São Classificadas Em : NEURÔNIOS 20 : PRESENTES No CORNO


PORSAL Da SUBSTÂNCIA Cinzenta

SEGUE Até LAMP


-Sensações Canorreceptivas ;
MEDULAR O

MECANORRECEPTORES NEURÔNIOS 3 OR : PRESENTES No TALAMO E

TATO E PROPRIOCEPÇÃO SEGUE PICÓRTE SOMESTÉSICO

-Sensações termo
Receptivas PRIMÁRIO .

TERMORRECEPTORES

FRIO E CALOR * DOR JÁ PODE SER SENTIDA QUANDO

-Sensações De DOR
- -
CHEGA AO TÁLAMO
.

NOCICEPTORES

VESÃO NO TECIDO

também Em SER AGRUPADA Pela ORIGEM

Do ESTÍMULO :

on
e

e
-

músculos E Ossos
.

TRÊS TIPOS
DE FIBRA ESTÃO ENVOLVIDAS COM
- -

A PROPAGAÇÃO Dos Estímulos Somestésicos :

·
FIBRAS A-beta
.

· FIBRAS A- delta

FIBRAS C .

As
INFORMAÇÕES SOMESTÉSICAS ADENTRAM

A MEDULA POR Meio Das RAÍE DORSAIS Dos

NERVOS ESPINAIS E PODEM ASCENDER PELO

CÓRTEX POR DUAS VIAS


.

· SISTEMA A COLA DORSAL-LEMNISCO MEDIAL


- - - - - -

NEURÔNIOS 10 : SINASE No BULBO DO

TRONCO ENCEFÁLICO .

NEURÔNIOS 20 : Núcleos Da COLUNA dorsal

E ascende até o tálamo onde

FAZEM SINAPSE COM OS :

NEURÔNIOS 3 ORDEM : SEGUE Até O

CÓRTEX SOMESTÉSICO PRIMÁRIO


.
LAB MORFO

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