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Direitos Fundamentais na Constituição de Moçambique

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Instituto Superior de Ciências e Educação a Distância

Centro de Recurso de Tete


2° Ano 2020
1.O Estudante:

Nome: Ainete Bernardo Henrique Durão

Curso: DIREITO Código do Estudante:

Frequência: 2° Ano

2. O Trabalho

Tema: Direitos Fundamentais na Constituição Código da Disciplina:


Moçambicana.

Tutora: Nº de páginas:

Registo de Recepção por: Data da Entrega: 17 de Maio de 2020

3. A corecção:

Corrigido por:

Cotação (0 - 20):

4. Feedback do Tutor:

1
Ainete Bernardo Henrique Durão

DIREITOS FUNDAMENTAIS

Tete, Maio de 2020

2
Índice
[Link]ção .................................................................................................................................................. 4
[Link] ............................................................................................................................................... 5
[Link] ...................................................................................................................................................... 5
[Link]íficos .............................................................................................................................................. 5
[Link] Direitos Fundamentais na Constituição Moçambicana ........................................................................ 6
[Link] sentidos formais e material dos Direitos Fundamentais ....................................................................... 7
[Link]ção da Republica ......................................................................................................................... 7
[Link] dos Direitos Fundamentais ................................................................................................... 8
[Link] e liberdades fundamentais ......................................................................................................... 9
[Link] à vida........................................................................................................................................... 9
[Link] ........................................................................................................................................... 10
[Link]ípio de igualdade........................................................................................................................... 10
[Link] de expressão ......................................................................................................................... 11
[Link] de imprensa .......................................................................................................................... 12
[Link] no processo penal .................................................................................................................... 12
[Link]ão................................................................................................................................................. 14
[Link]ências............................................................................................................................................... 15

3
[Link]ção

O presente artigo, com o título “Direitos Fundamentais na Constituição Moçambicana”, a problemática


dos direitos fundamentais em Moçambique, revelam-se como novidades jurídicas, pois são direitos que,
para além de estarem na fase de criação e consciencialização de mecanismos de garantia e defesa, assiste-
se a uma crescente desprotecção dos mesmos, gerando dúvidas sobre uma lista de competências
atribuídas aos tribunais, quando solicitados para resolver determinado conflito de interesse jurídico. Por
isso, no presente artigo, concentraremos as nossas atenções aos direitos fundamentais, trazendo a
experiência jurídico-constitucional. Que o poder judicial tem, por excelência, a tarefa de zelar pelos
direitos dos cidadãos, sob diferentes mecanismos, não restam dúvidas. Afinal, Moçambique é um Estado
de Direito e, por conseguinte, está consagrado, pelo menos em termos formais, a separação e
independência dos poderes donde se extrai o poder judicial com atribuições próprias. Portanto, o
problema aqui não é este, o de saber se existe um poder judicial e quais são, efectivamente, as suas
funções, pois estas estão expressamente consagradas na Constituição da República de Moçambique
(CRM).

4
[Link]

[Link]

O presente trabalho versa-se sobre Direitos Fundamentais na Constituição Moçambicana.

[Link]íficos

 Conceituar a constituição da Republica de Moçambique;


 Identificar os direitos fundamentais da constituição Moçambicana;
 Os sentidos formais e material dos Direitos Fundamentais;

5
[Link] Direitos Fundamentais na Constituição Moçambicana

O Direito, concebido como sendo um sistema de regras de conduta social, obrigatórias para todos
os membros de uma certa comunidade, a fim de garantir no seu seio a justiça, a segurança e os
Direitos Humanos, sob a ameaça das sanções estabelecidas para quem violar tais regras
(AMARAL, 2004, p. 65), revela que o bem por ele perseguido é o homem, que já nasce com
direitos (direitos humanos) que merecem uma tutela por parte da ordem jurídica onde se insere. É
esta protecção do bem perseguido (o homem) que gera a facção “Direitos Humanos”. Trata-se de
direitos de que uma pessoa necessita para viver com certa dignidade humana. São direitos
inerentes à pessoa humana, isto é, direitos individuais, conferidos por Deus ou pela Natureza,
reconhecidos pela Razão, inerentes à condição da pessoa humana, e por isso mesmo, anteriores e
superiores ao próprio Estado, a quem são oponíveis pelos indivíduos (AMARAL, 2004, p. 56).

A ideia de reconhecimento e de protecção de Direitos Humanos surgiu na Inglaterra com John


Locke (1690), e foi proclamada pela primeira vez num grande texto internacional, em 1776, na
Declaração de Independência dos Estados Unidos da América, redigida por Thomas Jefferson,
que dizia nós temos por evidentes por si próprias as verdades seguintes: todos os homens são
criados iguais; são dotados pelo Criador de certos direitos inalienáveis; entre estes direitos
contam-se a vida, a liberdade e a procura de felicidade (AMARAL, 2004, p. 57).

A expressão Direitos Humanos, para designar os direitos que cada pessoa tem por ser pessoa,
mostra-se vaga e com sentido diferenciado para determinadas áreas (MIRANDA, 2014b). Aos
que trabalham o Direito Constitucional, nesse caso, Direito Interno (positivo) de cada Estado
soberano, preferem a expressão Direitos Fundamentais. Isto porque tratam-se, segundo eles, de
direitos assentes na ordem jurídica, e não de direitos derivados da natureza do homem e que
subsistam sem embargo de negação da lei (MIRANDA, 2014b). Trata-se de direitos humanos
consagrados em texto fundamental (Constituição) de forma a dar-lhes maior protecção e
garantia.

6
[Link] sentidos formais e material dos Direitos Fundamentais

Entendendo-se por direito fundamental toda a posição jurídica subjectiva das pessoas enquanto
consagrada na lei fundamental, fica claro que será direito fundamental em sentido formal aquele
que está inscrito na Constituição formal, e será material aquele direito fundamental que não está
inscrito na Constituição formal, mas que em si, pela matéria e valor, é um direito fundamental.

Direitos fundamentais são todas aquelas posições jurídicas favoráveis às pessoas que explicitam,
directa ou indirectamente, o princípio da dignidade da pessoa humana, que se encontram
reconhecidas no texto da constituição formal (fundamentalidade formal), ou que, por seu
conteúdo e importância, são admitidas e equiparadas, pela própria Constituição, aos direitos que
esta formalmente reconhece, embora dela não façam parte (fundamentalidade material)
(CUNHA JÚNIOR, 2016, p. 488, sem grifos no original).

Ou seja, todos os direitos fundamentais em sentido formal são também em sentido material,
atendendo que antes de serem fundamentalizados (formalizados), já os eram em sentido material.
Mas o contrário nem sempre é válido, pois o processo de fundamentalização de direitos humanos
é lento e progressivo, havendo sempre alguns direitos humanos (escondidos) por ainda não terem
uma protecção constitucional. Mas isso não deve significar, nem de longe, que só são direitos
fundamentais aqueles previstos e ou consagrados na Constituição. Aliás, decorre do próprio texto
constitucional moçambicano a ideia expressa através da qual os direitos fundamentais
consagrados na Constituição não excluem quaisquer outros constantes nas leis (Art. 42 da CRM).

[Link]ção da Republica

A Constituição é a lei fundamental de um determinado Estado. Pois, aí estão consagrados e


protegidos os direitos e garantias fundamentais do cidadão. Também estão estabelecidas as
regras de organização e funcionamento dos órgãos estatuais bem como princípios fundamentais
válidos nesse Estado.

7
[Link] dos Direitos Fundamentais

Segundo Jorge Miranda (2014b), não pode haver verdadeiros direitos fundamentais sem que as
pessoas estejam em relação imediata com o poder, beneficiando de um estatuto comum e não
separadas em razão dos grupos ou das instituições a que pertençam. Também, não há direitos
fundamentais sem Estado. Ora, aqui, é preciso, para a protecção desses direitos fundamentais,
acrescentar-se um requisito: o Estado de Direito Democrático. Trata-se de um ambiente propício
para a garantia, respeito e protecção de direitos fundamentais.

Ou seja, não há direitos fundamentais em Estado totalitário. A evolução histórica do Estado,


desde o absolutismo monárquico até, pelo menos, ao Estado Liberal, prova que a principal luta
era por um Estado capaz de respeitar e garantir o respeito pelos direitos fundamentais. Esta
posição é confirmada por Jorge Bacelar Gouveia, que afirma que Na óptica do tipo histórico de
Estado, o princípio do Estado de Direito surge como um dos principais resultados do
Constitucionalismo e do Liberalismo, sendo a expressão firme de oposição ao sistema político
precedente, com a preocupação essencial pela limitação do poder político, por isso também
fundando o Estado Contemporâneo (GOUVEIA, 2009, p. 791).

Paisagem dos direitos fundamentais em Moçambique Em Moçambique, muito tem sido feita
para garantir a protecção dos Direitos Fundamentais. O primeiro esforço foi dado com a primeira
grande revisão constitucional de 1990. Esta Constituição consagrou, no país, um Estado de
Direito, estabeleceu as estruturas de mérito para a implantação de uma democracia política, da
separação de poderes, da liberdade política e da consagração efectiva dos principais direitos
fundamentais. Foi uma rotura ao anterior regime, de cariz socialista, com uma política de gestão
da coisa pública totalmente concentrada numa única pessoa que centralizava todos os poderes
Estes princípios da Constituição de 1990 foram enriquecidos, reformulados e ampliados pelas
alterações introduzidas e aprovadas pela Assembleia da República (AR) em Novembro de 2004.
Trata-se da “Constituição de 2004”. Aqui, são evidentes alguns direitos fundamentais como o
direito à vida (Art. 40º da CRM), princípios de igualdade e universalidade (Arts. 35º e 36º da
CRM), a liberdade de expressão (Art. 48º, número 1 e 2 da CRM), a liberdade de imprensa (Art.
48º, número 3 e 5 da CRM), a liberdade de associação (Art. 52 da CRM), a liberdade de
constituir, participar e aderir a partidos políticos (Art. 53 da CRM), a liberdade e consciência de

8
religião e culto (Art. 54 da CRM), o direito à liberdade de manifestação e associação (Arts. 51 e
52 da CRM), o direito ao trabalho, à segurança no emprego e à filiação sindical (Arts. 84º, 85º e
86º da CRM), só para citar alguns exemplos.

[Link] e liberdades fundamentais

A Constituição da República de Moçambique consagra direitos e liberdades fundamentais. Esses


se referem a todos os cidadãos. Os mais importantes apresentaremos nesta brochura, tais como, o
princípio de igualdade, a liberdade de expressão, liberdade de imprensa, liberdade de associação,
direito de propriedade.

[Link] à vida

Artigo 40

[Link] o cidadão tem direito à vida e à integridade física e moral e não pode ser sujeito à tortura
ou tratamento cruéis ou desumanos.
2. Na República de Moçambique não há pena de morte.

Exemplo1: Bernardo é membro da comunidade Goba no distrito de Murrupula. Ele é cidadão


moçambicano como outros tantos. Ele, só pelo facto de ser pessoa goza de certos direitos como
o direito de viver bem e de gozar a sua vida livremente segundo os limites estabelecidos pela
Constituição da República de Moçambique. Em princípio, ele não pode e não deve ser
ameaçado e nem violentado pelo Estado, porque o direito à vida é um direito inerente à pessoa
humana.

9
Perguntas para reflexão:

 No ambiente em que vivemos há respeito pela vida?


 Em que factos se baseia?

[Link]

A República de Moçambique é uma democracia. Isto quer dizer que, é dirigido pelo povo. É uma
democracia representativa, significa que o povo exerce o seu poder através de representantes
eleitos por ele. A democracia como princípio fundamental da República de Moçambique
explicámos intensivamente na nossa outra brochura sobre: Estrutura do Estado e democracia em
Moçambique.

Estado Laico Em Moçambique, a religião é separado do Estado. Há uma divisão total, em que a
religião não tem nada a ver com o Estado. A constituição reconhece a liberdade de se praticar a
religião assim como desenvolver actividades de interesse social, mas sempre em observância
com as leis do Estado.

Artigo 12

Estado laico

1. A República de Moçambique é um Estado laico.

2. A laicidade assenta na separação entre o Estado e as confissões religiosas.

3. As confissões religiosas são livres na sua organização e no exercício das suas funções de culto
e devem conformar-se com as leis do Estado.

4. O Estado reconhece e valoriza as actividades das confissões religiosas visando promover um


clima de entendimento, tolerância, paz e o reforço da unidade nacional, o bem-estar espiritual e
material dos cidadãos e desenvolvimento económico e social.

[Link]ípio de igualdade

10
Artigo 35 (Princípio da universalidade e da igualdade) Todos os cidadãos são iguais perante a lei,
gozam dos mesmos direitos e estão sujeitas aos mesmos deveres, independentemente da cor,
raças, sexo, origem étnica, lugar de nascimento, religião, grau de instrução, posição social,
estado civil dos pais, profissão ou opção política.

Artigo 36 (Princípio da igualdade de género)

O homem e a mulher são iguais perante a lei em todos os domínios da vida política, económica,
social e cultural.

A lei não distingue as pessoas quanto aos seus direitos de cidadão. Perante a lei não há ministro
nem camponês, nem branco nem negro, nem mulher nem homem, nem macena nem makonde,
nem que este nasceu em Cabo Delgado ou em Niassa, não há muçulmano nem católico, não há
rico nem pobre, nem doutor nem analfabeto. Não importa se os pais são casados pelo registo ou
não, se trabalham ou não, se são da PDD ou da FRELIMO. Todos cidadãos são iguais perante a
lei e gozam dos mesmos direitos.

[Link] de expressão

Artigo 48

(Liberdades de expressão e informação)

1. Todos os cidadãos têm direito à liberdade de expressão, à liberdade de imprensa, bem como o
direito à informação.

2. O exercício da liberdade de expressão, que compreende nomeadamente, a faculdade de


divulgar o próprio pensamento por todos os meios legais, e o exercício do direito à informação
não podem ser limitadas por censura.

Artigo 48º da Constituição da República de Moçambique reconhece que cada um pode ter as
próprias opiniões e pode manifestá-las aos outros. As pessoas têm o direito de falarem aquilo que
sentem, desde que isso não prejudique o bem comum. Todos os cidadãos podem trocar ideias
com os outros e manifestar as suas próprias opiniões sem medo. Contra este direito vai a
proibição de exprimir as próprias opiniões. Também contra a lei é quando alguém está sendo
condenado porque ele tinha a coragem de manifestar as suas ideias. A liberdade de expressão

11
tem limites nos direitos dos outros. Há, no entanto, actos que a lei pune como calúnia ou
difamação.

Resposta do exemplo

Os cidadãos do bairro de Mukoboro têm a liberdade de expressão. O limite deste direito é o


dever de respeitar os direitos dos outros. Neste caso, os habitantes do bairro de Mukoboro
descreveram uma realidade que estavam a sentir. É um facto, que se pode provar, se o Presidente
da República cumpriu com as promessas que tinha feito antes das eleições. As pessoas estavam a
exprimir como eles estão a ver a realidade. Deste modo, eles puseram na prática o seu direito de
liberdade de expressão consoante art. 48º da Constituição da República e não podem ser presos.

[Link] de imprensa

Artigo 48

3. A liberdade da imprensa compreende, nomeadamente, a liberdade de expressão e de criação


dos jornalistas, o acesso às fontes de informação, a protecção da independência e do sigilo
profissional e o direito de criar jornais, publicações e outros meios de difusão.

5. O Estado garante a isenção dos meios de comunicação social do sector público, bem como a
independência dos jornalistas perante o Governo, a Administração e os demais poderes políticos.

A Constituição da República de Moçambique protege a liberdade da imprensa. Esta é um dos


direitos fundamentais mais importantes para uma democracia viva. Quando os jornalistas têm o
direito de acesso às fontes de informação, têm a possibilidade de exprimir livremente as suas
opiniões e os jornais podem publicá-las livremente etc. Cria-se uma base para o pluralismo de
opiniões que é impertinente para uma sociedade democrática. Também importante é que
jornalistas podem ser formados e exercer a sua profissão sem intervenções do Estado.

[Link] no processo penal

A Constituição da República de Moçambique também prevê alguns direitos que se referem


especialmente ao processo penal. Quando um cidadão fica preso por alegadamente ter cometido

12
um crime, ele perde um direito muitíssimo importante, que é a sua liberdade. Para 15 assegurar
que a estadia na prisão assim como o julgamento não ultrapassem os limites do necessário para
manter a ordem do Estado, a Constituição põe ao lado da pessoa acusada dum crime alguns
direitos. Os mais importantes explicaremos neste capítulo.

Artigo 59

(Direito à liberdade e a segurança) 1. Na República de Moçambique, todos têm direito à


segurança e ninguém pode ser preso e submetido a julgamento senão nos termos da lei.

As pessoas em Moçambique só podem ser presas nos casos em que a lei o determina. Isso é, por
exemplo, quando a pessoa é encontrada a cometer um crime ou nos casos em que a pessoa
comete um crime punível com pena de prisão por mais de um ano (p.e. em caso alguém matar
uma outra pessoa).

13
[Link]ão

A Constituição da República de Moçambique é o documento que estabelece a forma de


organização e funcionamento do Estado bem como reconhece os direitos, deveres e liberdades
fundamentais dos cidadãos. A Constituição é a lei fundamental do nosso Estado e serve como
base de todas as leis que existem em Moçambique. A brochura em vosso poder tem como meta
divulgar e informar as populações sobre a Constituição da Republica de Moçambique (C.R.M)
aprovada no dia 22 de Dezembro de 2004. Tratará dos princípios bem como dos direitos e
liberdades fundamentais dos cidadãos. Pretendemos que esta brochura seja um instrumento
importante para que as comunidades conheçam e saibam defender os seus interesses e direitos.
Como se pode ver, a brochura é apresentada em linguagem simples e esclarecedora, isto para
facilitar a qualquer cidadão comum a perceber esta lei. Não pretendemos esgotar a matéria
constitucional, mas queremos responder a alguns problemas concretos que nos afectam dia após
dia.

14
[Link]ências

José J.(2005). Contrato de Trabalho e Direitos Fundamentais. Coimbra: Coimbra


Editora, 2005.
AMARAL, D.(2004) Manual de Introdução ao Directo, Vol. I. Almedina.
CANOTILHO, Joaquim José Gomes. Direito Constitucional e Teoria da
Constituição. [Link]. Coimbra: Almedina, 2003.
CANOTILHO, Joaquim José Gomes. Estado de Direito. Lisboa: Fundação Mário
Soares; Gradiva Publicações, Lda, 1999.
CUNHA JÚNIOR, Dirley da. Curso de Direito Constitucional. [Link].
Salvador: Juspodivm, 2016.

Referências Legislativas

Constituição da República de Moçambique (CRM), texto aprovado pela Assembleia da


República em 16 de Novembro de 2004 e publicado no BR nr. 51, I Série, de 22 de
Dezembro de 2004.

Código Civil, aprovado pelo Decreto nr. 47 344, de 25 de Novembro de 1966, tornado
extensivo à Moçambique por via da Portaria nr. 22 869, de 4 de Setembro de 1967,
actualizado pelo Decreto-Lei nr. 3/2006, de 23 de Agosto.

15

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