ÒGÚNDA ÒYÈKÚ
O I
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REZA :
Ògúnda Òyèkú Aikú Agogó abonó Lodáfún Aikú adífáfún Ìyálóde
Káfírèfún Òrúnmìlà.
IFÁ DE:
Mofirèfún Eegún, mal agradecido, a pessoa não agradece o que se
faz por ela.
REFRÃO: De que aqui nasce o frango e ao nascer, o bico inclina
para a terra, e depois forma a guerra, com aquele que lhe deu a
vida.
Na confiança esta o perigo.
Viver de ilusões, morrer de desenganos.
O homem que não provou a adversidade é mais infeliz.
A avareza rompe o saco.
Por uma ambição desonesta se pode perder a vida.
O dinheiro não faz tudo na vida.
NASCEU:
O relaxamento, a desobediência e a insistência. A ambição
exagerada nas pessoas.
A ética.
MARCA (ESTABELECE):
Amarração de mulher
Defeitos na vista. A pessoa vê de perto porém de longe não vê
nada.
FALA :
De mulher que dê dinheiro
De que por esse Ifá se triunfa mais de noite que de dia
De que tem que definir de que não se pode estar com a vítima e
com o
verdugo.
A pessoa está doente por dentro, o ignora e logo se desencadea.
De que aqui a ameixeira entrou em teimosia com o poço e tratou de
envergonhá-lo, esquecer que vivia frondoso graças a umidade que o
poço lhe proporcionava. De que este Odù representa a Òrúnmìlà na
terra. Com somente marcá-lo no piso se está representando ao mesmo
Òrúnmìlà.
De que sua mãe não criou você.
De que você sem perceber pode descobrir um segredo sobre sua vida
que mantém oculto.
De que aqui o homem vive escravo dos desejos e dos caprichos da
mulher, pois ela o tem trabalhado.
Se é mulher, tem dois maridos e nenhum serve. Seu marido teve
muitas mulheres.
RECOMENDAÇÕES
Cuide a vista que pode ficar cego
Cuidado que uma mulher lhe pode proporcionar a morte
EWÉ DO ODÙ
Beldroega da costa
NOTA: Para mais informações ver o livro “As 101 Ewé de Ozain no
quarto de santo” de Marcelo Madan. RELAÇÃO DE PÀTAKI
1. A traição ao rei
2. Aikú o escravo de Òbàtála
3. A ambição e a traição de Ògúndá Òyèkú
4. A maldição de Ọya ao filho de Şàngó
5. O poço e a ameixeira
6. Aquele que causa a morte com sua vida pagava
7. O vendedor de flores
8. Onde Òrúnmìlà demonstrou que as leis podiam matar o inocente.
OBRAS (TRABALHO COM O SANTO) COM ÒGÚNDA ÒYÈKÚ
Quando receba kuanado se coloca a Ògún um Adá para contra-arrestar
o araye. Quando se dá um Òbúko a Ògún, se assa uma perna e se
coloca a Ògún, depois se senta diante de Ògún com um prato e uma
igba e vai cortando a carne dessa perna e se vai jogando em ambos
recipientes, comendo e picando. Se dão dois adié a Òşùn a Ìyánsán,
se limpa com elas depois se cozinham com tripas e tudo. A pessoa se
limpa com um aşó aperí, tudo vai ao rio.
Ẹbọ Ebomísi: fazer omíero de Ewé malvate (tipo de erva) com èyébale
de Ẹiyelé. Ẹ bọ: (Para resolver problemas)
Se colocam 16 bolinhos a Òrúnmìlà durante 16 dias, se levam ao rio
com 16 centavos, a pessoa se dará um banho com jobo o dia que leve
os bolinhos ao rio. No rio quando se entregam os bolinhos se pedi a
Òrúnmìlà o que a pessoa quer.
Ẹbọ: Àkúko, Ẹiyelé méjì, Àşo ara, Àşo timbè lara, eku, eje, oyin,
Àgbado, epo, opolopo Owó.
Ẹbọ: Àkúko fifesju, adié méjì, agogo, eku, eja, Àgbado, opolopo
Owó.
Ẹbọ: Àkúko, facão, faca, paşan méta, eran malu, otín, gbogbo ere,
vinho seco, terra de dois lugares, Èbìtì, eku, eja, Àgbado, epo,
oyin, opolopo Owó.