Bula do Fungicida Alade - Syngenta
Bula do Fungicida Alade - Syngenta
Logomarca do produto
ALADE
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 07521
COMPOSIÇÃO:
N-[(1RS,4SR)-9-(dichloromethylene)-1,2,3,4-tetrahydro-1,4-methanonaphthalen-5-yl]-
3-(difluoromethyl)-1-methylpyrazole-4-carboxamide
(BENZOVINDIFLUPIR) ..................................................................... 60 g/L (6,0 % m/v)
(2RS,3RS;2RS,3SR)-2-(4-chlorophenyl)-3-cyclopropyl-1-(1H-1,2,4-triazol-1-yl)butan-2-
ol
(CIPROCONAZOL)......................................................................... 90 g/L (9,0 % m/v)
cis-trans-3-chloro-4-[4-methyl-2- (1H-1,2,4-triazol-1-ylmethyl)-1,3-dioxolan-2-yl]phenyl
4- chlorophenyl ether (DIFENOCONAZOL)..................................... 150 g/L (15,0 % m/v)
Outros ingredientes:...................................................................... 703 g/L (70,3 % m/v)
GRUPO C2 FUNGICIDA
GRUPO G1 FUNGICIDA
GRUPO G1 FUNGICIDA
1
ALADE
Bula completa – 18.03.2024
2
ALADE
Bula completa – 18.03.2024
FORMULADOR:
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rodovia Professor Zeferino Vaz, SP 332, s/nº,
km 127,5, Bairro Santa Terezinha - CEP: 13148-915- Paulínia/SP - CNPJ:
60.744.463/0010-80 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 453.
Chemark ZRT - Pf. 31. H-8182 Berhida, Peremarton Gyartelep – Hungria.
Syngenta S.A. - Carretera Via Mamonal km 6 - Cartagena-Colômbia.
Adama Brasil S/A - Rua Pedro Antônio de Souza, 400 Pq. Rui Barbosa - Londrina / PR
- CEP: 86031-610 - CNPJ: 02.290.510/0001-76 - Cadastro no ADAPAR/PR sob nº
003263.
Adama Brasil S/A - Avenida Júlio de Castilho, 2085 - Taquari / RS - CEP: 95860-000 -
CNPJ: 02.290.510/0004-19 - Cadastro no SEAPA/RS sob nº 1047/99.
Syngenta Chemicals Belgium B.V. - Rue de Tyberchamps, 37 - 7180, Seneffe –
Bélgica.
Tagma Brasil Indústria e Comércio de Prods. Químicos Ltda. – Av. Roberto
Simonsen, 1459 - Paulínia/SP - CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Cadastro na SAA/CDA/SP
sob nº 477.
Kubix Agroindustrial Ltda. - Rua Bonifácio Rosso Ros, 260, Bairro: Cruz Alta, CEP:
13348-790, Indaiatuba/SP – CNPJ: 47.754.052/0001-17 - Cadastro da empresa no
Estado (CDA) nº 4381.
Ouro Fino Química S.A. - Avenida Filomena Cartafina, 22335, Q.14, L 5 - Distrito
Industrial III - CEP: 38044-750 – Uberaba/MG - CNPJ: 09.100.671/0001-07 - Cadastro
IMA/MG sob nº 8.764.
Nº do Lote ou da Partida:
Data de Fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento:
Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil,
conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)
3
ALADE
Bula completa – 18.03.2024
INSTRUÇÕES DE USO:
DOSES
DOENÇAS
(p.c.) VOLUME
NÚMERO DE ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome Comum DE
mL APLICAÇÃO APLICAÇÃO
(Nome CALDA
Científico) p.c./ha (L/ha)
Iniciar as aplicações
preventivamente. Se necessário
reaplicar em intervalos de até 14
dias. Realizar no máximo 4
aplicações por ciclo da cultura. Se
forem necessárias mais aplicações,
Aplicação
complementar com fungicida(s) de
Terrestre:
outro(s) grupo(s) químico(s).
Ramularia 100 a 200
Utilizar as doses mais baixas sob
L/ha
ALGODÃO 350 a 750 4 condições de menor pressão da
(Ramularia areola)
doença e utilização de variedades
Aplicação
tolerantes. Já as doses maiores,
Aérea:
utilizar em situações de maiores
20 a 40
pressões da doença (utilização de
L/ha
variedades mais suscetíveis e/ou
histórico da doença na região),
associado a condições climáticas
favoráveis ao desenvolvimento do
fungo.
Iniciar as aplicações
preventivamente. Se necessário
reaplicar em intervalos de até 14
dias. Realizar no máximo 4
aplicações por ciclo da cultura. Se
forem necessárias mais aplicações,
Aplicação
complementar com fungicida(s) de
Terrestre:
outro(s) grupo(s) químico(s).
Mancha-preta 200 a 400
Utilizar as doses mais baixas sob
L/ha
condições de menor pressão da
AMENDOIM (Pseudocercospora 375 a 750 4
doença e utilização de variedades
personata) Aplicação
tolerantes. Já as doses maiores,
Aérea:
utilizar em situações de maiores
20 a 40
pressões da doença (utilização de
L/ha
variedades mais suscetíveis e/ou
histórico da doença na região),
associado a condições climáticas
favoráveis ao desenvolvimento do
fungo.
Iniciar as aplicações
Antracnose preventivamente. Se necessário
Aplicação
reaplicar em intervalos de até 14
(Colletotrichum pisi) Terrestre:
dias. Realizar no máximo 3
100 a 200
aplicações por ciclo da cultura. Se
L/ha
forem necessárias mais aplicações,
ERVILHA 350 a 750 3
complementar com fungicida(s) de
Aplicação
Cercosporiose outro(s) grupo(s) químico(s).
Aérea:
Utilizar as doses mais baixas sob
20 a 40
(Cercospora condições de menor pressão da
L/ha
longissima) doença e utilização de variedades
tolerantes. Já as doses maiores,
4
ALADE
Bula completa – 18.03.2024
DOSES
DOENÇAS
(p.c.) VOLUME
NÚMERO DE ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome Comum DE
mL APLICAÇÃO APLICAÇÃO
(Nome CALDA
Científico) p.c./ha (L/ha)
utilizar em situações de maiores
pressões da doença (utilização de
Mancha-angular variedades mais suscetíveis e/ou
histórico da doença na região),
(Phaeoisariopsis
associado a condições climáticas
griseola)
favoráveis ao desenvolvimento do
fungo.
Iniciar as aplicações
preventivamente. Se necessário
reaplicar em intervalos de até 14
Antracnose dias. Realizar no máximo 3
(Colletotrichum aplicações por ciclo da cultura. Se
lindemuthianum) forem necessárias mais aplicações,
Aplicação
complementar com fungicida(s) de
Terrestre:
outro(s) grupo(s) químico(s).
100 a 200
Utilizar as doses mais baixas sob
L/ha
condições de menor pressão da
FEIJÃO 350 a 750 3
doença e utilização de variedades
Aplicação
tolerantes. Já as doses maiores,
Aérea:
utilizar em situações de maiores
Mancha-angular 20 a 40
pressões da doença (utilização de
L/ha
(Phaeoisariopsis variedades mais suscetíveis e/ou
griseola) histórico da doença na região),
associado a condições climáticas
favoráveis ao desenvolvimento do
fungo.
Iniciar as aplicações
Antracnose preventivamente. Se necessário
reaplicar em intervalos de até 14
(Colletotrichum dias. Realizar no máximo 3
truncatum) aplicações por ciclo da cultura. Se
forem necessárias mais aplicações,
Aplicação
complementar com fungicida(s) de
Terrestre:
outro(s) grupo(s) químico(s).
Cercosporiose 100 a 200
Utilizar as doses mais baixas sob
L/há
FEIJÃO- (Cercospora condições de menor pressão da
350 a 750 3
CAUPI canescens) doença e utilização de variedades
Aplicação
tolerantes. Já as doses maiores,
Aérea:
utilizar em situações de maiores
20 a 40
pressões da doença (utilização de
L/ha
Mancha-angular variedades mais suscetíveis e/ou
histórico da doença na região),
(Phaeoisariopsis associado a condições climáticas
griseola) favoráveis ao desenvolvimento do
fungo.
5
ALADE
Bula completa – 18.03.2024
DOSES
DOENÇAS
(p.c.) VOLUME
NÚMERO DE ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome Comum DE
mL APLICAÇÃO APLICAÇÃO
(Nome CALDA
Científico) p.c./ha (L/ha)
Iniciar as aplicações
preventivamente. Se necessário
reaplicar em intervalos de até 14
Antracnose dias. Realizar no máximo 3
(Colletotrichum aplicações por ciclo da cultura. Se
Aplicação
truncatum) forem necessárias mais aplicações,
Terrestre:
complementar com fungicida(s) de
100 a 200
outro(s) grupo(s) químico(s).
L/ha
Utilizar as doses mais baixas sob
FEIJÃO-
350 a 750 3 condições de menor pressão da
FAVA
doença e utilização de variedades
tolerantes. Já as doses maiores,
Mancha-angular utilizar em situações de maiores
pressões da doença (utilização de
(Phaeoisariopsis Aplicação
variedades mais suscetíveis e/ou
griseola) Aérea:
histórico da doença na região),
20 a 40
associado a condições climáticas
L/ha
favoráveis ao desenvolvimento do
fungo.
Iniciar as aplicações
preventivamente. Se necessário
reaplicar em intervalos de até 14
dias. Realizar no máximo 3
aplicações por ciclo da cultura. Se
Aplicação forem necessárias mais aplicações,
Antracnose Terrestre: complementar com fungicida(s) de
100 a 200 outro(s) grupo(s) químico(s).
(Colletotrichum L/ha Utilizar as doses mais baixas sob
GRÃO-DE- capsici / 350 a 750 3 condições de menor pressão da
BICO
Colletotrichum Aplicação doença e utilização de variedades
truncatum) Aérea: tolerantes. Já as doses maiores,
20 a 40 utilizar em situações de maiores
L/ha pressões da doença (utilização de
variedades mais suscetíveis e/ou
histórico da doença na região),
associado a condições climáticas
favoráveis ao desenvolvimento do
fungo.
6
ALADE
Bula completa – 18.03.2024
DOSES
DOENÇAS
(p.c.) VOLUME
NÚMERO DE ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome Comum DE
mL APLICAÇÃO APLICAÇÃO
(Nome CALDA
Científico) p.c./ha (L/ha)
Iniciar as aplicações
preventivamente. Se necessário
reaplicar em intervalos de até 14
dias. Realizar no máximo 3
aplicações por ciclo da cultura. Se
Aplicação forem necessárias mais aplicações,
Antracnose Terrestre: complementar com fungicida(s) de
100 a 200 outro(s) grupo(s) químico(s).
(Colletotrichum L/ha Utilizar as doses mais baixas sob
LENTILHA capsici / 350 a 750 3 condições de menor pressão da
Colletotrichum Aplicação doença e utilização de variedades
truncatum) Aérea: tolerantes. Já as doses maiores,
20 a 40 utilizar em situações de maiores
L/ha pressões da doença (utilização de
variedades mais suscetíveis e/ou
histórico da doença na região),
associado a condições climáticas
favoráveis ao desenvolvimento do
fungo.
Iniciar as aplicações
preventivamente. Se necessário
Ferrugem reaplicar em intervalos de até 14
(Puccinia substriata) dias. Realizar no máximo 2
Aplicação aplicações por ciclo da cultura. Se
Terrestre: forem necessárias mais aplicações,
100 a 200 complementar com fungicida(s) de
L/ha outro(s) grupo(s) químico(s).
Mancha-foliar Utilizar as doses mais baixas sob
(Pyricularia condições de menor pressão da
MILHETO 250 a 750 2
grisea) doença e utilização de variedades
tolerantes. Já as doses maiores,
utilizar em situações de maiores
Aplicação pressões da doença (utilização de
Aérea: variedades mais suscetíveis e/ou
Helmintosporiose 20 a 40 histórico da doença na região),
(Exserohilum L/ha associado a condições climáticas
turcicum) favoráveis ao desenvolvimento do
fungo.
Iniciar as aplicações
Mancha-de-
preventivamente. Se necessário
phaeosphaeria
reaplicar em intervalos de até 14
(Phaeosphaeria dias. Realizar no máximo 2
maydis) Aplicação aplicações por ciclo da cultura. Se
Terrestre: forem necessárias mais aplicações,
100 a 200 complementar com fungicida(s) de
Ferrugem L/ha outro(s) grupo(s) químico(s).
MILHO 250 a 750 2 Utilizar as doses mais baixas sob
(Puccinia polysora) Aplicação condições de menor pressão da
Aérea: doença e utilização de variedades
20 a 40 tolerantes. Já as doses maiores,
Cercosporiose L/ha utilizar em situações de maiores
pressões da doença (utilização de
(Cercorpora zeae- variedades mais suscetíveis e/ou
maydis) histórico da doença na região),
associado a condições climáticas
7
ALADE
Bula completa – 18.03.2024
DOSES
DOENÇAS
(p.c.) VOLUME
NÚMERO DE ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome Comum DE
mL APLICAÇÃO APLICAÇÃO
(Nome CALDA
Científico) p.c./ha (L/ha)
favoráveis ao desenvolvimento do
Helmintosporiose fungo.
(Exserohilum
turcicum)
Ferrugem asiática
(Phakopsora
pachyrhizi)
Iniciar as aplicações
Oídio preventivamente sempre em
associação com fungicidas de
(Microsphaera diffusa) modos de ação diferentes. Se
necessário reaplicar em intervalos
de 14 dias. Realizar no máximo 2
Aplicação aplicações por ciclo da cultura. Se
Antracnose Terrestre: forem necessárias mais aplicações,
100 a 200 complementar com fungicida(s) de
(Colletotrichum L/ha outro(s) grupo(s) químico(s).
SOJA truncatum) Utilizar as doses mais baixas sob
2
350 a 750 Aplicação condições de menor pressão da
Aérea: doença e utilização de variedades
Mancha-Alvo 20 a 40 tolerantes. Já as doses maiores,
L/ha utilizar em situações de maiores
(Corynespora
pressões da doença (utilização de
cassiicola)
variedades mais suscetíveis e/ou
histórico da doença na região),
Doenças de Final de associado a condições climáticas
Ciclo: favoráveis ao desenvolvimento do
Septoria fungo.
(Septoria glycines)
Crestamento foliar
(Cercospora
kikuchii)
8
ALADE
Bula completa – 18.03.2024
DOSES
DOENÇAS
(p.c.) VOLUME
NÚMERO DE ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome Comum DE
mL APLICAÇÃO APLICAÇÃO
(Nome CALDA
Científico) p.c./ha (L/ha)
Iniciar as aplicações
Podridão dos grãos preventivamente à doença. Se
e sementes necessário reaplicar em intervalos
Anomalia das vagens de 14 dias. Realizar no máximo 2
aplicações por ciclo da cultura. Se
(Diaporthe forem necessárias mais aplicações,
ueckerae/miriciae) complementar com fungicida(s) de
(Diaporthe longicolla) outro(s) grupo(s) químico(s).
(Colletotrichum Utilizar as doses mais baixas sob
truncatum) condições de menor pressão da
(Colletotrichum doença e utilização de variedades
cliviicola/clivae) tolerantes. Já as doses maiores
(Cercospora utilizar em situações de maiores
flagelaris) (Fusarium pressões da doença (utilização de
incarnatum) variedades mais suscetíveis e/ou
(Fusarium equiseti) histórico da doença na região),
(Fusarium associado a condições climáticas
proliferatum) favoráveis ao desenvolvimento do
fungo.
É necessário iniciar as aplicações
em até 25 dias após a emergência
Quebramento das da cultura e preventivamente à
hastes doença. Se necessário reaplicar
em intervalos de 14 dias. Realizar
(Diaporthe no máximo 2 aplicações por ciclo
ueckerae/miriciae) da cultura. Se forem necessárias
(Diaporthe longicolla) mais aplicações, complementar
(Colletotrichum com fungicida(s) de outro(s)
truncatum) grupo(s) químico(s).
(Colletotrichum Utilizar as doses mais baixas sob
cliviicola/clivae) condições de menor pressão da
(Cercospora doença e utilização de variedades
flagelaris) (Fusarium tolerantes. Já as doses maiores,
incarnatum) utilizar em situações de maiores
(Fusarium equiseti) pressões da doença (utilização de
(Fusarium variedades mais suscetíveis e/ou
proliferatum) histórico da doença na região),
associado a condições climáticas
favoráveis ao desenvolvimento do
fungo.
Antracnose Iniciar as aplicações
preventivamente. Se necessário
(Colletotrichum
reaplicar em intervalos de até 14
graminicola)
Aplicação dias. Realizar no máximo 2
Terrestre: aplicações por ciclo da cultura. Se
Cercosporiose 100 a 200 forem necessárias mais aplicações,
L/ha complementar com fungicida(s) de
SORGO (Cercospora 250 a 750 2 outro(s) grupo(s) químico(s).
sorghi) Aplicação Utilizar as doses mais baixas sob
Aérea: condições de menor pressão da
20 a 40 doença e utilização de variedades
Ferrugem L/ha tolerantes. Já as doses maiores,
utilizar em situações de maiores
(Puccinia purpurea)
pressões da doença (utilização de
variedades mais suscetíveis e/ou
9
ALADE
Bula completa – 18.03.2024
DOSES
DOENÇAS
(p.c.) VOLUME
NÚMERO DE ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome Comum DE
mL APLICAÇÃO APLICAÇÃO
(Nome CALDA
Científico) p.c./ha (L/ha)
histórico da doença na região),
Helmintosporiose associado a condições climáticas
favoráveis ao desenvolvimento do
(Exserohilum
fungo.
turcicum)
MODO DE APLICAÇÃO:
ALADE deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água, para as
culturas registradas.
A boa cobertura de todos os tecidos da parte aérea das plantas é fundamental para o
sucesso de controle das doenças, independente do equipamento utilizado (terrestre ou
aéreo). Desta forma o tipo e calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento da
cultura, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem
balizar o volume de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a ser utilizado.
Aplicação terrestre:
Aplicação foliar: A pulverização deve ser realizada, a fim de assegurar uma boa
cobertura foliar da cultura.
O equipamento de pulverização deverá ser adequado para a cultura, de acordo com a
forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado;
turbo atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido. Os tipos de bicos podem
ser de jato cônico vazio ou jato plano (leque), que proporcionem um tamanho de gota
com DMV (diâmetro mediano volumétrico) entre 150 a 400 µm (micrômetro) e uma
densidade de gotas mínima de 20 gotas/cm2. A velocidade do trator deverá ser de
acordo com a topografia do terreno. A pressão de trabalho deve estar de acordo com
as recomendações do fabricante do bico utilizado, variando entre 100 a 1.000 Kpa (= 15
a 150 PSI).
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte
tratada.
Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte
aérea da cultura.
Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30°C, com umidade relativa acima de
50% e ventos de 3 a 15 km/hora.
Aplicação aérea:
A pulverização deve ser realizada a fim de assegurar uma boa cobertura foliar das
culturas citadas na bula.
Utilizar barra com um volume de 20 a 40 litros de calda por ha. Usar bicos apropriados
para esse tipo de aplicação, como por exemplo, hidráulicos ou atomizadores que gerem
gotas médias.
10
ALADE
Bula completa – 18.03.2024
Aplicação via drones agrícolas: O produto ALADE pode ser aplicado através de drones
agrícolas em todas as culturas recomendadas, devendo estes ser adequados para cada
tipo de cultura e alvo, provido de pontas, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho
corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma
boa cobertura das plantas. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas
condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos, seguindo todas as
orientações e normativas do MAPA e ANAC.
A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de drone utilizado, procurando manter
média de 2 metros acima do topo da planta, ou menor quando possível. A largura da
faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave
e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com
equipamentos que serão empregados na aplicação, sendo recomendado o uso de gotas
com diâmetro médio. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.
Quando utilizar aplicações via drones agrícolas obedecer às normas técnicas de
operação previstas na Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) pelo regulamento
brasileiro de aviação civil especial (RBAC) nº 94 e pelas diretrizes e orientações do
Ministério da Agricultura (MAPA).
11
ALADE
Bula completa – 18.03.2024
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Culturas Dias
Algodão 30
Amendoim 30
Ervilha 15
Feijão 15
Feijão-caupi 15
Feijão-fava 15
Grão-de-bico 15
Lentilha 15
Milheto 30
Milho 30
Soja 30
Sorgo 30
LIMITAÇÕES DE USO:
Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de
Área de Preservação Permanente, observando as distâncias mínimas por eles
definidas. Nunca aplique este produto em distâncias inferiores a 30 metros de corpos
d’água em caso de aplicação terrestre, e 250 metros em caso de aplicação aérea. E
12
ALADE
Bula completa – 18.03.2024
utilize-se sempre das Boas Práticas Agrícolas para a conservação do solo, entre elas a
adoção de curva de nível em locais de declive e o plantio direto.
Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma
ação importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência:
monografia da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de
exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de
destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser
diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso
de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador.
13
ALADE
Bula completa – 18.03.2024
GRUPO C2 FUNGICIDA
GRUPO G1 FUNGICIDA
GRUPO G1 FUNGICIDA
Como prática para retardar a queda de eficácia dos fungicidas ao fungo causador da
ferrugem-asiática-da-soja, seguem algumas recomendações:
14
ALADE
Bula completa – 18.03.2024
• Semear a soja com a densidade de plantas que permita bom arejamento foliar,
o que permitirá maior penetração e melhor cobertura do fungicida;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas
práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, uso de sementes sadias,
adubação equilibrada, manejo da irrigação do sistema, outros controles culturais
etc.
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais
suscetíveis do agente causador de doenças a ser controlado;
• Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação
recomendados;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das
principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação
técnica da aplicação de fungicidas;
• Realizar o monitoramento da doença na cultura;
• Adotar estratégia de aplicação preventiva;
• Respeitar intervalo máximo de 14 dias de intervalos entre aplicações;
• Realizar, no máximo, o número de aplicações do produto conforme descrito em
bula;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das
principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de
aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de
fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade
Brasileira de Fitopatologia (SBF: [Link]), Comitê de Ação à
Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: [Link]), Ministério da
Agricultura e Pecuária (MAPA: [Link]).
GRUPO C2 FUNGICIDA
GRUPO G1 FUNGICIDA
GRUPO G1 FUNGICIDA
15
ALADE
Bula completa – 18.03.2024
PRECAUÇÕES GERAIS:
16
ALADE
Bula completa – 18.03.2024
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que
outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
• Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): Macacão com tratamento
hidrorrepelente com mangas e calças compridas passando por cima do punho das
luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, viseira facial e
luvas de proteção para produtos químicos.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico
responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas
coletivas de segurança.
17
ALADE
Bula completa – 18.03.2024
Nocivo se ingerido
Nocivo se inalado
Provoca queimaduras graves à
PERIGO pele e lesões oculares graves
Provoca lesões oculares graves
Pode provocar reações
alérgicas na pele
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto
e ventilado.
18
ALADE
Bula completa – 18.03.2024
(1 mg/kg p.c.). Os picos plasmáticos se deram entre 2-4 horas após dose
única baixa (1 mg/kg p.c.) e 6-24 horas após dose única alta (40 mg/kg
p.c.). A exposição sistêmica após a dose única foi 1,5 a 5 vezes maior em
machos do que em fêmeas, com relação dose-dependente. As
concentrações mais elevadas foram encontradas no fígado, glândula
harderiana, rins, glândulas adrenais, tireoide e tecido adiposo; após
exposição a doses repetidas, houve maior concentração no fígado, rins,
adrenais e tireoide. O benzovindiflupir foi extensivamente metabolizado,
sendo as principais vias de metabolização a N-desmetilação e
hidroxilação, com conjugação subsequente. As vias e taxas de excreção
foram semelhantes para machos e fêmeas com mais de 90% da dose
excretada pelas fezes (bile) e de 6 a 7% pela urina. A maior parte da dose
foi excretada em 24-48 horas, sendo menos de 7% encontrado nos
tecidos após 48 horas. Assim, espera-se baixo potencial de
bioacumulação.
19
ALADE
Bula completa – 18.03.2024
20
ALADE
Bula completa – 18.03.2024
21
ALADE
Bula completa – 18.03.2024
22
ALADE
Bula completa – 18.03.2024
Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: 2.000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: > 2.000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: > 1,17 mg/L.
Corrosão/Irritação cutânea: Em teste de irritação dérmica in vitro desenvolvido em
modelo de pele humana reconstruída, a média da viabilidade celular foi de 4,2%. O
produto foi considerado como irritante dérmico para esse modelo experimental.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Em estudo de irritação ocular realizado em 1
coelho, o animal apresentou, vermelhidão (score: 1,7) reversível em até 21 dias;
quemose (score: 1), reversível em até 7 dias; irite (score: 1) reversível em até 14 dias e
opacidade na córnea (score: 1,7), não reversível dentro do período de observação de
21 dias. O produto foi classificado como irritante ocular pelo GHS.
Sensibilização cutânea em cobaias (Linfonodo local): O produto foi considerado
sensibilizante dérmico.
23
ALADE
Bula completa – 18.03.2024
Efeitos crônicos:
Benzovindiflupir: No estudo de dois anos em ratos (dieta), foi observado, nas maiores
doses (machos e fêmeas: 30,2 e 27,4 mg/kg p.c.), redução do consumo de ração e do
ganho de peso corpóreo, aumento de peso do fígado (machos) e achados
histopatológicos hepáticos com alterações não-neoplásicas adaptativas e degenerativas
(NOAEL 4,9 mg/kg p.c.). No estudo de 80 semanas em camundongos, houve redução
transitória do peso dos machos e, mais evidentemente em machos do que em fêmeas,
hiperplasia da mucosa do cólon e ceco (machos e fêmeas: 26,2 e 29,3 mg/kg p.c.;
NOAEL 7,6 mg/kg p.c.). Em ambos os estudos, não foi detectado aumento da incidência
de lesões neoplásicas relacionadas ao tratamento ou consideradas relevantes para
humanos. Além disso, o benzovindiflupir não foi considerado genotóxico pelos ensaios
de genotoxicidade in vivo e in vitro. O estudo de toxicidade reprodutiva de duas gerações
em ratos resultou em redução do consumo de ração e do peso corpóreo em todas as
gerações na maior dose (machos e fêmeas: 44,3 e 20 mg/kg p.c., respectivamente); nos
filhotes da geração F2, o baixo peso ainda foi associado ao atraso na separação
prepucial dos machos na dose de 44,3 mg/kg p.c. Em ambos os sexos (machos: F0 e
F1; fêmeas: F1 e F2), houve aumento do peso relativo do fígado, acompanhado de
hipertrofia centrolobular apenas em machos; nas fêmeas, depósitos sutis de glicogênio
hepático (F0 e F1) foram vistos nas doses de 8,3 e 20 mg/kg p.c. (NOAEL parental e
filhotes: 7,3 mg/kg p.c.; NOAEL reprodução, machos e fêmeas: 40,5 e 20 mg/kg p.c.).
No estudo do desenvolvimento em ratos, os efeitos fetais foram secundários à
toxicidade materna na dose de 30 mg/kg p.c.; já em coelhos, não houve efeito nos
filhotes, apenas redução de peso materno nas doses de 20 e 35 mg/kg p.c. (NOAEL
materno e do desenvolvimento para ratos e coelhos, respectivamente: 15 e 35 mg/kg
p.c.). Pelos estudos acima descritos, o benzovindiflupir não foi considerado teratogênico
ou tóxico para a reprodução nas doses recomendadas para aplicação no campo.
24
ALADE
Bula completa – 18.03.2024
25
ALADE
Bula completa – 18.03.2024
Este produto é:
26
ALADE
Bula completa – 18.03.2024
LAVAGEM DA EMBALAGEM
27
ALADE
Bula completa – 18.03.2024
28
ALADE
Bula completa – 18.03.2024
TRANSPORTE:
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável,
no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
29
ALADE
Bula completa – 18.03.2024
30
Benzovindiflupir was tested in long-term studies showing non-neoplastic liver changes but no carcinogenicity or genotoxicity. Ciproconazole led to benign and malignant liver tumors in mice, but mechanistic studies indicate its non-genotoxic carcinogenicity is not relevant to humans. Both chemicals were assessed for chronic toxicity, with precautionary NOAEL levels established to ensure safe use based on comprehensive toxicological profiles .
The product is classified as Category 4 for toxicology, indicating it is slightly toxic. Environmentally, it falls under Class II, meaning it is considered very hazardous to the environment. These classifications impact its agricultural use by necessitating strict adherence to application guidelines to minimize harm, such as respecting buffer zones around water bodies (30 meters for ground applications and 250 meters for aerial applications) and following specified application limits to reduce the risk of resistance and environmental contamination .
The product's Class II environmental hazard rating demands strict adherence to application regulations to safeguard biodiversity. Buffer zones of at least 30 meters for terrestrial and 250 meters for aerial applications are mandated to protect aquatic ecosystems. Compliance with these regulations aids in reducing the risk of contamination and consequential harm to non-target species, thereby contributing to conservation efforts .
The potential health risks from residues relate to exceeding Maximum Residue Limits (MRL), especially in export scenarios where different countries have varying thresholds. Ensuring residue levels within permissible limits involves following precise application guidelines and safety intervals. The product's benign toxicological classification suggests low direct toxicity, but mismanagement can lead to increased residual risks. Compliance with standards and regulations is vital for minimizing health risks associated with chemical residues .
The safety interval after application varies by crop—30 days for cotton, peanuts, and several others, while peas and beans have a 15-day interval. Fitotoxicity is avoided if label instructions are followed closely, minimizing unintended harm to the crops. Adherence to safety intervals ensures crop residues fall within legal limits, essential for both domestic standards and international trade .
To ensure human safety, one must avoid re-entering treated areas until the product has dried, typically four hours post-application. If early entry is needed, personal protection equipment (PPE) is required. The safety interval varies for different crops, such as 30 days for cotton and peanuts and 15 days for peas and beans. It is crucial to avoid exposure by adhering to Good Agricultural Practices, and distance regulations from water bodies must be followed during applications .
Safe disposal of the product's packaging involves triple rinsing to prevent contamination. The containers must be punctured, rendered unusable, and either recycled or disposed of in accordance with local regulations to minimize environmental impact. Adhering to proper disposal protocols protects ecosystems from chemical residue leaching into water sources or soil .
For cotton, the product should be applied at doses of 350 to 750 mL/ha to manage Ramularia. Applications should be done preventively with a maximum of four applications per growth cycle at intervals of up to 14 days, using lower doses under less disease pressure and higher doses in severe conditions . For peanuts, the product targets black spot caused by Pseudocercospora personata, with the same dosing and application strategy as cotton. It is essential to complement with fungicides from different chemical groups if additional applications are needed .
Resistance management strategies highlight the need for rotating the product with fungicides from different action groups to avoid building resistance. The repeated use of fungicides with the same mechanism can lead to resistant pathogen strains, diminishing effectiveness. Implementing integrated pest management (IPM) practices and adhering to recommended application frequencies ensures sustainable effectiveness and mitigation of resistance development .
No interactions between ciproconazole and difenoconazole have been reported in humans according to available data. Despite being used together in agro-products, their combination has not elicited additional safety concerns beyond those individually associated with each chemical .