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Herbicida 2,4-D: Registro e Composição

Direitos autorais
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DECORUM®, AMINESPRAY, CADMA, HEDONAL, HERBAKING

Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA sob n° 00115

COMPOSIÇÃO:
Sal de dimetilamina do ácido diclorofenoxiacético
(2,4-D)....................................................................................................................................806 g/L (80,6% m/v)
Equivalente ácido ................................................................................................................... 670 g/L (67,0% m/v)
Outros ingredientes ............................................................................................................ 421,6 g/L (42,1% m/v)

GRUPO O HERBICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO


CLASSE: Herbicida seletivo, de ação sistêmica
GRUPO QUÍMICO: Ácido Ariloxialcanoico
TIPO DE FORMULAÇÃO: CONCENTRADO SOLÚVEL (SL)

TITULAR DO REGISTRO (*):


RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Endereço: Av. Cristóvão Colombo, 2948, salas 1001, 1002 e 1003 - Bairro Floresta CEP:
90560-002 - Porto Alegre/RS
Fone: (51) 3237-6414 - Fax: (51) 3237-6414 - CNPJ: 10.486.463/0001-69
Número de registro do estabelecimento no Estado: 00001928/09 – SEAPA/RS
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:


2,4-D TÉCNICO RAINBOW - Registro MAPA nº 15.912
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, República Popular da China

FORMULADORES:
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, República Popular da China
SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA S.A.
Endereço: Av. Parque Sul, 2138 - I Distrito Industrial, Maracanaú, CE, Brasil CEP
61939-000 - CNPJ 07.467.822/0001 -26
Registro no Órgão Estadual SEMACE 358/2018– DICOP - GECON

IMPORTADORES:
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua Industrial, nº 1, Parque Industrial, CEP 85.525-000, Mariópolis/PR
CNPJ: 10.486.463/0003-20
Cadastro Estadual n.1000322 ADAPAR/PR
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua das Castanheiras n°200, galpão 85, sala 06, Bairro Jardim São Pedro, CEP 13187-065 -
Hortolândia / SP
CNPJ: 10.486.463/0004-01
Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº1311
AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA.
Av. Cristóvão Colombo, 2955 – Salas 703/704 – Floresta – CEP: 90.560-003 – Porto Alegre/RS
CNPJ: 05.625.220/0001-24
Cadastro estadual n. 01448/04 – SEAPA/RS
AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA.
Rua Adolfo Zieppe Filho, S/N – Quadra 17 Setor 13 Anexo 01 Módulo G, Distrito Industrial Carlos Augusto Fritz,
CEP: 99500-000 – Carazinho/ RS
CNPJ: 05.625.220/0013-68
Cadastro Estadual n. 65/20 - SEAPA/RS
AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA
ROD PR 090, KM 374 S/N – Lote 44-C-2 Módulo I, Bairro: Parque Industrial Nene Favoretto, CEP: 06421-400
Ibiporã/ PR, CNPJ: 05.625.220/0011-04

Rev20220721
Cadastro Estadual n. 1000021 ADAPAR/PR
UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A
Avenida Maeda, S/N, Distrito Industrial – Ituverava / SP
CNPJ: 02.974.733/0003-14
Cadastro Estadual n. 1049 CDA/SP
UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A
Avenida Adolfo Zieppe Filho, Quadra 17, Setor 13 – Carazinho / RS CNPJ:
02.974.733/0006-67
Cadastro Estadual n. 014261 SEAPA/RS
UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A
Avenida Euripedes Menezes, S/N, QD 04, MOD 14 ao 17, Armazem 1F, Parque Industrial -
Aparecida de Goiânia / GO
CNPJ: 02.974.733/0005-86
Cadastro Estadual n. 201000066005021
ALBAUGH AGRO BRASIL LTDA.
Rua Alexandre Dumas, 2220 – 7º andar – Chácara Santo Antônio – São Paulo/SP - CEP: 04717-004
CNPJ: 01.789.121/0001-27
Cadastro Estadual n. 4667 e 385 CDA/SP
GOPLAN S/A
Rua Antônio Lapa n° 606, EDA de Campinas, CEP: 13025-241 – Campinas/SP
CNPJ: 37.422.096/0001-96
Registro no órgão estadual n: 4296 CDA/SP
AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA
Rodovia BR 435, Km 113, s/nº, Zona Rural, CEP: 76997-000, Cerejeiras/RO
CNPJ: 77.294.254/0022-19
Registro no órgão estadual n: 0001655 IDARON/RO
AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA
Rodovia BR 364, s/nº, Km 20 Zona Rural, CEP: 78098-970, Cuiabá/MT
CNPJ: 77.294.254/0050-72
Registro no órgão estadual n: 20435 INDEA/MT
AGRÍCOLA ALVORADA S.A.
Rua do Comércio n° 1549, Bairro: Parque Industrial, CEP: 78.850-000, Primavera do Leste/MT.
CNPJ: 04.854.422/0002-66
Registro no órgão estadual n: 20735 INDEA/MT
SINON DO BRASIL LTDA.
Avenida Carlos Gomes, 1340 – conj. 1001, CEP 90480-001 - Porto Alegre/RS
CNPJ: 03.417.347/0001-22
Número de registro do estabelecimento no Estado: 00001094/99 - SEAPA/RS
SINON DO BRASIL LTDA.
Rua Fioravante Mancino, 1560, sala 10 Cond. PIB,, CEP 13175-575 – Sumaré/SP
CNPJ: 03.417.347/0008-07
Cadastro Estadual n. 4269 CDA/SP
SINON DO BRASIL LTDA.
Rua Industrial 01, s/n, KM 196 -SALA 01, Parque Industrial, CEP: 85525-000 -Mariópolis/PR
CNPJ: 03.417.347/0009-80
Cadastro Estadual n. 1007920 ADAPAR/PR
SINON DO BRASIL LTDA.
Rodovia BR 285, KM 297, n° 7870, sala 01, Bairro José Alexandre Zachia, CEP 99042-800 – Passo Fundo / RS
CNPJ: 03.417.347/0004-75
Cadastro Estadual n. 82/10 - SEAPA/RS
SINON DO BRASIL LTDA.
Rua Igarapava 600, Quadra 19 - lote 59 A, Armazém A, Distrito Industrial III, CEP 38044-755, Uberaba/MG
CNPJ: 03.417.347/0010-13
Cadastro Estadual n. 15.874 IMA/MG
SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA.
Rua Doutor Rubens Gomes Bueno, 691 – Torre Sigma – CEP: 04730-000 – São Paulo/SP
CNPJ: 60.744.463/0001-90
Cadastro Estadual n. 001 – CDA/SP
SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA.
Rodovia Professor Zeferino Vaz, SP 332, S/N, Km 127,5, Bairro Santa Terezinha, CEP 13148-915 – Paulinia / SP CNPJ:
60.744.463/0010-80
Cadastro Estadual n. 453 – CDA/SP
AGRICONNECTION IMPORTADORA E EXPORTADORA DE INSUMOS AGRICOLAS LTDA
Rua. Floriano Peixoto, nº 475, sala 05 – Bairro: Centro, CEP: 78.700-040, Rondonópolis/MT
CNPJ: 39.496.730/0001-60
Cadastro Estadual n. 22402– INDEA/MT
ALTA – AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA.
Avenida Sete de Setembro, 4923, Bairro Batel, CEP: 80.240-000, Curitiba/PR,
Rev20220721
CNPJ:10.409.614/0001-85
Cadastro Estadual n.003483 ADAPAR/PR
ALTA – AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA.
Rua Projetada, 150, Armazém 1, Bairro Distrito Industrial, CEP: 78098-970, Cuiabá/MT,
CNPJ: 10.409.614/0004-28
Cadastro Estadual n.16630 INDEA/MT
ALTA – AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA.
ROD BR-285 Km 297, n° 7870, Bairro José Alexandre Zachia, CEP:99042-890, Passo Fundo/RS,
CNPJ: 10.409.614/0006-90
Cadastro Estadual n.93/17 SEAPA/RS
ALTA – AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA.
Rodovia Presidente Castelo Branco, 11100 Km 30,5 Modulo 5H, Bairro dos Altos, CEP: 06421-400, Barueri/SP,
CNPJ: 10.409.614/0003-47
Cadastro Estadual n. 1164 CDA/SP
ALTA – AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA.
Rodovia Br 050 S/Nº KM 185 Galpão 10, Bairro Jardim Santa Clara, CEP: 38038-050, Uberaba/MG,
CNPJ: 10.409.614/0005-09
Cadastro Estadual n. 11.975 IMA/MG
ALTA – AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA.
Rod PR 090, Lote 44-C-2, Parque Industrial Nene Favoretto, CEP: 86.200-000, Ibiporã/PR
CNPJ: 10.409.614/0002-66
Cadastro Estadual n. 1000151
FIAGRIL LTDA.
Av. Da Produção, 2330-W - Quadra 999, Lote 26, Sala 01, CEP 78.455-000, Bairro Bandeirantes,
Lucas do Rio Verde/MT. CNPJ: 02.734.023/0013-99 Cadastro Estadual nº 21733 INDEA/MT
DKBR TRADING S.A.
Avenida Ayrton Senna da Silva, 600, Cond Torre Siena Andar 17 - Sala 1704 CEP 86.050-460, Gleba Fazenda
Palhano,
Londrina /PR
CNPJ n° 33.744.380/0001-28.
Registro no órgão estadual n: 1007743 ADAPAR/PR
DKBR TRADING S. A
Rod SPA 008/457, s/nº - Zona Rural - CEP: 19.640-000 - Iepê/SP
CNPJ: 33.744.380/0003-90
Cadastro Estadual n. 4303 CDA/SP
DKBR TRADING S. A
Av: Miguel Sutil, nº 6559, Bairro Alvorada, CEP: 78048-000 - Cuiabá/ MT
CNPJ: 33.744.380/0002-09
Cadastro Estadual n. 22058 – INDEA/MT
LONGPING HIGH-TECH BIOTECNOLOGIA LTDA.
Avenida das Nações Unidas, 12901 – sala 24 a 134, Bloco Torre Norte, Bairro: Brooklin Paulista, CEP: 04.578-910 -
São Paulo/SP
CNPJ: 08.864.422/0001-17
Nº do registro do estabelecimento no Estado: 4316 CDA/SP
LONGPING HIGH-TECH BIOTECNOLOGIA LTDA.
Rodovia MG 188, Fazenda Pombal, s/nº - Km 158 sentido esquerda, Bairro: Industrial, CEP: 38.600.972 –
Paracatu/MG
CNPJ: 08.864.422/0010-08
Nº do registro do estabelecimento no Estado: 16.657 IMA/MG
LONGPING HIGH-TECH BIOTECNOLOGIA LTDA.
Via Protestato Joaquim Bueno, s/nº- Km 3 - sala 05-Edifício Prédio 1 conj. Longping, Zona Rural, CEP: 75.920-000 –
Santa Helena de Goiás/GO
CNPJ: 08.864.422/0006-21
BRA DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA
Rua São José,550, Bairro Centro, CEP 13400-330, Piracicaba/SP.
CNPJ: n° 07.057.944/0001-44. Nº do registro do estabelecimento no Estado: CDA/SP Nº 879

Nº do lote ou partida:

Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM

Data de vencimento:

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS


EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE. É
Rev20220721
OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

Produto Importado

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III – PRODUTO


PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE

Cor da faixa: Azul intenso

Rev20220721
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO

INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:


DECORUM®, AMINESPRAY, CADMA, HEDONAL, HERBAKING é indicado para o controle de plantas
infestantes nas culturas de arroz (pós-emergência da cultura e plantas infestantes), café (jato dirigido nas
entrelinhas), cana-de-açúcar (pós-emergência da cultura e plantas infestantes), milho (plantio direto e pós-
emergência da cultura e plantas infestantes), soja (plantio direto), pastagens e trigo.

APLICAÇAO EM PÓS-EMERGÊNCIA DAS CULTURAS E DAS PLANTAS INFESTANTES

PLANTAS INFESTANTES DOSE DO


CULTURA NÚMERO DE VOLUME DE CALDA
PRODUTO
Nome comum Nome científico APLIAÇOES
COMERCIAL

Fura-capa, picão, picão-preto Bidens pilosa Aplicação Terrestre: 200


Arroz 1 a 1,5 L/ha 1 a 400 litros/ha
Amendoim-bravo, leiteira Euphorbia heterophyla

Amendoim-bravo, café-do- Euphorbia heterophylla


diabo leiteira

Trapoeraba, marianinha, Commelina benghalensis Aplicação Terrestre: 200


Cana-de- mata-brasil 1 a 1,5 L/ha 1 a 400 litros/ha
açúcar
Corriola, corda-de-viola, Ipomea grandifolia
campainha

Guanxuma, mata-pasto, Sida rhombifolia


relógio

Apaga-fogo, corrente, Alternanthera tenella


periquito
Aplicação Terrestre: 200
Fura-capa, picão, picão-preto Bidens pilosa
a 400 litros/ha
Milho 1,5 L/ha 1
Amendoim-bravo, café-do- Euphorbia heterophylla
diabo, leiteira

Corriola, corda-de-viola, Ipomoea grandifolia


campainha
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
ARROZ IRRIGADO: Aplicar em pós-emergência com as plantas infestantes no estádio de 3 a 5 folhas. Fazer o tratamento com
pouca ou sem água de irrigação.
ARROZ DE SEQUEIRO: Aplicar após início do perfilhamento e antes do emborrachamento. Aplicar em pós-emergência das plantas
infestantes.
CANA-DE-AÇÚCAR: Pré-emergência (solo médio): Aplicar antes da emergência da cana-planta, quando o solo estiver úmido. Pós-
emergência: Aplicar em época quente quando a cana-planta atingir 30-60 cm de altura e em aplicação dirigida. Repetir a aplicação
após cada corte da cana em pós-emergência da cultura.
MILHO: Pós-emergência precoce: em área total, até quando a cultura do milho estiver no estágio de 5 folhas. Pós-emergência
tardia: com jato dirigido sobre as plantas infestantes evitando atingir o milho, quando a cultura atingir +/- 25 cm. Em todos os casos
deverá ser contatada a empresa fornecedora do híbrido.

Rev20220721
APLICAÇAO COM JATO DIRIGIDO NAS ENTRELINHAS

PLANTAS INFESTANTES DOSE DO


CULTURA NÚMERO DE VOLUME DE CALDA
PRODUTO
Nome comum Nome científico APLIAÇOES
COMERCIAL

Trapoeraba Commelina benghalensis


1 a 1,5 L/ha 1
Fura-capa, picão, picão-preto Bidens pilosa
Aplicação Terrestre: 200
Café
Malva-branca, guanxuma Sida cordifolia a 400 litros/ha
1 a 3 L/ha 1
Guanxuma, mata-pasto, Sida rhombifolia
relógio
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
CAFÉ: Aplicar através jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas infestantes e quando as mesmas
atingirem 5 a 10 cm de altura, sempre em época quente, logo após a arruação ou esparramação.
Usar sempre bicos de jatos em leque. Calcular a área a ser efetivamente tratada, adaptando a dose indicada por hectare, ao
tamanho da mesma.
Em geral, é recomendável utilizar estrutura de proteção (protetor tipo chapéu), de modo a evitar a possibilidade do jato atingir a
cultura.

APLICAÇÃO EM ÁREA DE PLANTIO DIRETO

PLANTAS INFESTANTES DOSE DO


CULTURA NÚMERO DE VOLUME DE CALDA
PRODUTO
Nome comum Nome científico APLIAÇOES
COMERCIAL

Apaga-fogo, corrente, Alternanthera tenella


periquito
Aplicação Terrestre: 200
Fura-capa, picão, picão-preto Bidens pilosa
a 400 litros/ha
Milho 1,5 L/ha 1
Amendoim-bravo, café-do- Euphorbia heterophylla
diabo, leiteira

Corriola, corda-de-viola, Ipomoea grandifolia


campainha

Fura-capa, picão, picão-preto Bidens pilosa


Aplicação Terrestre: 200
Trapoeraba Commelina benghalensis a 400 litros/ha
Soja 1 a 1,5 L/ha 1
Amendoim-bravo, café-do- Euphorbia heterophylla
diabo leiteira

ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
A aplicação deve ser feita antes da semeadura (plantio direto), visando o controle em pós-emergência das plantas infestantes
existentes na área, com altura de, no máximo, 10 cm.

APLICAÇÃO EM ÁREA TOTAL

PLANTAS INFESTANTES DOSE DO


CULTURA NÚMERO DE VOLUME DE CALDA
PRODUTO
Nome comum Nome científico APLIAÇOES
COMERCIAL

Rev20220721
Fedegoso, mata-pasto Senna obtusifolia

Malva-branca, guanxuma Sida cordifolia Aplicação Terrestre: 200


Pastagens 1 a 3 L/ha 1
a 400 litros/ha
Guanxuma, mata-pasto, Sida rhombifolia
relógio

Fura-capa, picão, picão-preto Bidens pilosa


Aplicação Terrestre: 200
Picão-branco, fazendeiro Galinsoga parviflora a 400 litros/ha
Trigo 1 a 1,5 L/ha 1
Amendoim-bravo, café-do- Euphorbia heterophylla
diabo leiteira

Nabo, nabiça Raphanus raphanistrum


ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
PASTAGENS: Aplicar por cobertura total em pós-emergência das plantas infestantes de folhas largas, existentes na área, com
altura de, no máximo, 50 cm.
TRIGO: Aplicar no período após o início do perfilhamento e antes do emborrachamento. Uso em pós-emergência das plantas
infestantes.

Realizar no máximo 1 aplicação durante o ciclo de cultura.


DECORUM®, AMINESPRAY, CADMA, HEDONAL, HERBAKING é um herbicida de ação hormonal, que
provoca distúrbios diversos, levando espécies sensíveis à morte. Sua atividade mais intensa se manifesta em
plantas em fase de ativo crescimento. Pré-emergência: quando aplicado sobre o solo, afeta tanto gramíneas
como dicotiledôneas, havendo, todavia, diferenças de sensibilidade. Essa forma de aplicação permite em alguns
usos seletivos.
Pós-emergência: quando aplicado sobre as plantas, ocorre maior seletividade, sendo as gramíneas menos
sensíveis. A ação é mais intensa contra dicotiledôneas herbáceas.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:


ARROZ IRRIGADO:
Aplicar em pós-emergência com as plantas infestantes no estádio de 3 a 5 folhas. Fazer o tratamento com pouca
ou sem água de irrigação.
ARROZ DE SEQUEIRO:
Aplicar após início do perfilhamento e antes do emborrachamento. Aplicar em pós-emergência das plantas
infestantes.
CANA-DE-AÇÚCAR:
Pré-emergência (solo médio): Aplicar antes da emergência da cana-planta, quando o solo estiver úmido.
Pós-emergência: Aplicar em época quente quando a cana-planta atingir 30-60 cm de altura e em aplicação
dirigida. Repetir a aplicação após cada corte da cana em pós-emergência da cultura.
CAFÉ:
Aplicar através jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas infestantes e quando as
mesmas atingirem 5 a 10 cm de altura, sempre em época quente, logo após a arruação ou esparramação.
MILHO:
Pós-emergência precoce: em área total, até quando a cultura do milho estiver no estágio de 5 folhas. Pós-
emergência tardia: com jato dirigido sobre as plantas infestantes evitando atingir o milho, quando a cultura atingir
+/- 25 cm. Em todos os casos deverá ser contatada a empresa fornecedora do híbrido.
PASTAGENS:
Aplicar por cobertura total em pós-emergência das plantas infestantes de folhas largas, existentes na área, com
altura de, no máximo, 50 cm.
SOJA (Plantio Direto):

Rev20220721
A aplicação deve ser feita de 15 a 1 dia antes da semeadura (plantio direto), visando o controle em pós-
emergência das plantas infestantes de folhas largas existentes na área, com altura de, no máximo, 10 cm.
TRIGO:
Aplicar no período após o início do perfilhamento e antes do emborrachamento. Uso em pós- emergência das
plantas infestantes.

MODO / EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:

É PROIBIDA A APLICAÇÃO TRATORIZADA COM TURBINA DE FLUXO DE AR.

DECORUM®, AMINESPRAY, CADMA, HEDONAL, HERBAKING deve ser diluído em água e aplicado por
pulverização via terrestre, através de pulverizadores manuais, costais, motorizados, tratorizados O volume de
calda pode variar em função da modalidade do tratamento, da área efetivamente tratada, do porte e da
densidade das invasoras.

AS ATIVIDADES DE MISTURA, ABASTECIMENTO E APLICAÇÃO TRATORIZADA DE 2,4-d NÃO PODEM


SER REALIZADAS CUMULATIVAMENTE PELO MESMO INDIVÍDUO.

Aplicação Terrestre:
Utilizar pulverizadores tratorizado terrestre com pontas de pulverização em jato plano capaz de gerar gotas
grosas e muito grossas (superiores a 350 micras de diâmetro volumétrico), calibrado para volume de calda de
150 a 300 L/ha capaz de propiciar uma boa cobertura foliar as plantas daninhas alvo com densidade adequada
de gotas.
Em hipótese alguma é recomendada aplicação do DECORUM, AMINESPRAY, CADMA, HEDONAL,
HERBAKING com volume de calda inferior a 80 [Link]-1.
De modo geral, na recomendação de tecnologia de aplicação do DECORUM, AMINESPRAY, CADMA,
HEDONAL, HERBAKING os pulverizadores tratorizados devem estar equipados com pontas de gota plana com
indução de ar, tal como AIXR 110.05, espaçadas de 50 cm, angulados a 90º com relação ao solo, a 0,5 metros
acima do alvo, com taxa de 150 a 300 litros de calda de pulverização terrestre. A pressão de trabalho e
velocidade do pulverizador deverá ser selecionada em função do volume de calda e classe das gotas.
Na pulverização com DECORUM, AMINESPRAY, CADMA, HEDONAL, HERBAKING utilizar técnicas que
proporcionam maior cobertura do alvo. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e o catálogo do
fabricante de pontas de pulverização.
• Em caso de uso de outros equipamentos, providenciar uma boa cobertura de pulverização das plantas
daninhas

Observação: Tomar o máximo de cuidado nessas aplicações com culturas sensíveis nas proximidades
(algodão, hortaliças, uva, etc.), evitando-se qualquer tipo de deriva.

GERENCIAMENTO DA DERIVA:
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização
(independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais
importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). A presença de
culturas sensíveis nas proximidades, condições climáticas, equipamentos de pulverização e infestação podem
afetar o gerenciamento da deriva. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
Para se evitar a deriva, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. A
melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa
cobertura e controle (> 150 a 200 µm). Aplicando gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas
não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis.
Consulte um engenheiro agrônomo.
É obrigatória a utilização de tecnologia de redução de deriva nas culturas de café e cana-de-açúcar: de pelo
menos 55% para aplicação costal e de pelo menos 50% para aplicação tratorizada.
São proibidas taxas de aplicação costal superiores a 1,7 kg/ha de produtos à base de 2,4-D na cultura do café no
caso da impossibilidade de utilização de tecnologia de redução de deriva de pelo menos

Rev20220721
55%.
Não permitir que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e
outras fontes d’água, criações e áreas de preservação ambiental.
O aplicador deve tomar alguns cuidados na hora da aplicação como:
Controlar o diâmetro de gotas- Técnicas gerais Volume: Use ponta de pulverização de maior vazão para
aplicar o maior volume de calda possível, considerando necessidades práticas. Pontas de pulverização com
vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não
melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de
vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de bico: Use o modelo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas de
pulverização, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de
pulverização de baixa deriva.
Altura da barra: Para equipamento de solo, regule a altura da barra para a menor possível, de forma a obter
uma cobertura uniforme reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. A barra deve permanecer
nivelada com cultura, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos. Ventos: O potencial de deriva
aumenta com a velocidade do vento, inferior a 3 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 10 km/h.
No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e o tipo de Equipamento, determinam, o potencial de
deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver vento forte, acima de 10 km/h, ou em condições
de vento inferiores a 5 km/h.
Temperatura e umidade: Em condições de clima quente e seco, regule o equipamento de aplicação para
produzir gotas maiores a fim de reduzir o efeito da evaporação. Visando este objetivo, recomenda-se
pulverização sob a temperatura inferior a 30°C, umidade relativa do ar acima de 50%. Inversão térmica: O
potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do
ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral.
Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em
noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas no pôr-do-sol e
frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo.
No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento de fumaça
originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral
indica a presença de uma inversão térmica; enquanto, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento
ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Condições climáticas: No momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a melhor interceptação
das gotas de pulverização pelas folhas das plantas daninhas alvo com a menor evaporação possível das gotas
no trajeto entre orifício da ponta de pulverização e o alvo biológico, com menor deslocamento horizontal possível
(deriva) e evitando condições de inversão térmica (deslocamento vertical).
Visando este objetivo, recomenda-se pulverização sob a temperatura inferior a 28°C, umidade relativa do ar
acima de 70% e velocidade do vento entre 5 e 10 km/h, na ausência de orvalho com presença de luz solar,
evitando período de chuva de até 6 horas após a aplicação.
A definição dos equipamentos de pulverização terrestre e dos parâmetros mais adequados a tecnologia de
aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais sob a orientação do engenheiro agrônomo.
Para a cultura da cana-de-açúcar e café, utilizar de tecnologia de redução de deriva de pelo menos 50% para
aplicação tratorizado, sendo necessário consultar um engenheiro agrônomo e o catálogo do fabricante de pontas
de pulverização.
Para as aplicações com DECORUM, AMINESPRAY, CADMA, HEDONAL, HERBAKING manter bordadura de,
no mínimo, 10m metros livres de aplicação costal e tratorizado. A bordadura deve ter início no limite externo da
plantação em direção ao seu interior sendo obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros,
bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 500 metros do limite externo da plantação.
Observações: Condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado
com os padrões e ventos locais e como eles afetam a deriva.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Temperatura: Máxima de 28ºC. Umidade
relativa do ar: Mínima de 70%.
Velocidade do vento: Superior a 5 e inferior a 10 km/h
Observações locais deverão ser feitas visando reduzir as perdas por derivas ou volatilização. Em aplicações
com qualquer tipo de equipamento, observar as condições climáticas recomendadas,

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considerando que a umidade relativa do ar é o fator mais importante, já que determina uma maior ou menor
evaporação

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Arroz e trigo: Não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento. Café:
30 dias.
Cana-de-açúcar: Não determinado por ser de uso em pós-emergência até 3 (três) meses após o plantio ou
corte.
Milho: Não determinado por ser de uso desde a fase de pré-emergência até o milho atingir uma altura de 25 cm.
Soja: Uso permitido somente em pré-plantio. O intervalo de segurança para a soja é não determinado quando o
agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
Pastagens: Uso não alimentar.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:


Não entrar nas áreas tratadas antes da secagem completa da calda (mínimo 24 horas após a aplicação). Caso
necessite de entrar antes do período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs), vestimenta
hidrorrepelente e luvas.

Observe na tabela abaixo os intervalos de reentrada específicos para as culturas e durações de atividades de
reentrada.

Aplicação Tratorizado
Culturas Tempo de atividade Medidas Necessárias(1) Intervalo de Reentrada
(horas) (dias)
2h Vestimenta Simples 24 horas
Milho e Soja
8h Vestimenta Simples 18 dias
2h Vestimenta Simples 05 dias(3)
Pastagem
8h Vestimenta Simples 23 dias(3)
2h Vestimenta Simples 24 horas
Arroz
8h Vestimenta Simples 14 dias
2h Vestimenta Simples e luvas 13 dias
Cana-de-açúcar
8h Vestimenta Simples e luvas 31 dias(2)
2h Vestimenta Simples 02 dias
Trigo
8h Vestimenta Simples 20 dias
2h Vestimenta Simples 24 horas(4)
Café
8h Vestimenta Simples 24 horas(4)

(1) A entrada na cultura no período anterior ao intervalo de reentrada somente deve ser realizada com a
utilização pelos trabalhadores de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e os
equipamentos de proteção individual (EPI) vestimenta hidrorrepelente e luvas.
(2) Necessária a utilização pelos trabalhadores, após o intervalo de reentrada, de vestimenta simples de
trabalho (calça e blusa de manga longa) e luvas como equipamento de proteção individual (EPI) para
se realizar qualquer trabalho nas culturas de cana-de-açúcar após a aplicação de produtos contendo
2,4-D.
(3) Mantido em 24 horas para as situações de aplicações individuais nas plantas que se quer eliminar.
(4) Mantido em 24 horas pela ausência relevante de contato na reentrada.
A entrada na cultura no período anterior ao intervalo de reentrada somente deve ser realizada com a
utilização pelos trabalhadores de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de

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manga longa) e os equipamentos de proteção individual (EPI) vestimenta hidrorrepelente e luvas.
(5) Necessária a utilização pelos trabalhadores, após o intervalo de reentrada, de vestimenta simples de
trabalho (calça e blusa de manga longa) e luvas como equipamento de proteção individual (EPI) para
se realizar qualquer trabalho nas culturas de cana-de-açúcar após a aplicação de produtos contendo
2,4-D.
(6) Mantido em 24 horas para as situações de aplicações individuais nas plantas que se quer eliminar.
(7) Mantido em 24 horas pela ausência relevante de contato na reentrada.

LIMITAÇÕES DE USO:
• Uso exclusivamente agrícola.
• O produto deve ser utilizado somente nas culturas para as quais está registrado, observando o intervalo de
segurança para cada cultura.
• Não aplicar o produto quando houver possibilidade de atingir diretamente, ou por deriva, espécies de plantas
úteis suscetíveis, tais como: culturas dicotiledôneas, hortaliças, ornamentais, bananeiras.
• Todo equipamento usado para aplicar o DECORUM®, AMINESPRAY, CADMA, HEDONAL, HERBAKING
deve ser descontaminado antes de outro uso. Recomenda-se, se possível, utilizá-lo exclusivamente para
aplicações com formulações que contenham 2,4-D.
• O produto pode apresentar fitotoxicidade para cereais, quando a aplicação é feita antes do perfilhamento ou
após a elongação, e para milho quando a aplicação é feita fora do período recomendado.
• O produto em contato com sementes pode inibir a sua germinação.
• DECORUM®, AMINESPRAY, CADMA, HEDONAL, HERBAKING não deve ser misturado com óleos,
espalhantes adesivos e outros adjuvantes, pois isso diminui a seletividade do produto.
• Aplicar apenas sobre plantas infestantes em estádio de crescimento ativo, não submetidas a qualquer
“stress” como frio excessivo, seca ou injúrias mecânicas.
• Para uso na cultura do milho, verificar junto às empresas produtoras de sementes a existência de cultivares
sensíveis ao 2,4-D.
• Para uso na cultura do café, fazê-lo de modo a não permitir o contato do produto com as folhas da cultura.
• Para a cultura de soja, seu uso é permitido somente em pré-plantio.
• Não aplicar em plantas infestantes com altura superior a 10 cm e número de folhas maior que 10.
• Para aplicação em cereais durante o inverno, em temperatura baixa, o efeito do produto é muito lento, o que
pode levar a resultados insatisfatórios, especialmente em época chuvosa.

AVISO AO USUÁRIO:
O produto deve ser exclusivamente utilizado de acordo com as recomendações desta bula. A RAINBOW
DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA. não se responsabiliza por perdas ou danos resultantes do uso deste produto
de modo não recomendado especificamente pela bula. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. O usuário
assume todos os riscos associados ao uso não recomendado.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM


UTILIZADOS:
Os EPI’s visam proteger a saúde dos trabalhadores e reduzir o risco de intoxicação decorrente de exposição aos
agrotóxicos. Para cada atividade envolvendo o uso de agrotóxicos é recomendado o uso de EPI’s específicos
descritos nas orientações para preparação da calda, durante a aplicação, após a aplicação, no descarte de
embalagens e no atendimento aos primeiros socorros.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:

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VIDE MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:


VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,


RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À
PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS


IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DA RESISTÊNCIA:


Quando herbicidas com o mesmo modo de ação são utilizados repetidamente por vários anos para controlar as
mesmas espécies de plantas infestantes nas mesmas áreas, biótipos resistentes de plantas infestantes, de
ocorrência natural, podem sobreviver ao tratamento herbicida adequado, propagar e passar a dominar a área.
Esses biótipos resistentes de plantas infestantes podem não ser controlados adequadamente. Práticas culturais
como cultivo, prevenção de escapes que cheguem a sementar, e uso de herbicidas com diferentes modos de
ação na mesma safra ou entre safras, pode ajudar a retardar a proliferação e possível dominância de biótipos
de plantas infestantes resistentes a herbicidas.
Como prática de manejo da resistência de plantas daninhas e para evitar alguns problemas com a resistência,
seguem algumas recomendações:
 Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo O para o controle do mesmo alvo,
quando apropriado;
 Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas;
 Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com as recomendações descritas na
bula do produto;
 Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
para o manejo da resistência, bem como para orientação técnica da aplicação de herbicidas.
Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultadas e, ou,
informados para a Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: [Link]), para a
Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: [Link]-
[Link]), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: [Link]).

GRUPO O HERBICIDA

O produto DECORUM, AMINESPRAY, CADMA, HEDONAL, HERBAKING é composto por 2,4-D, que apresenta
mecanismo de ação dos mimetizadores de auxina, pertencente ao Grupo O, segundo classificação internacional
do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:


O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência das
plantas daninhas e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de controle. A
integração de métodos de controle: (1) cultural (rotação de culturas, variação de espaçamento e uso de
cobertura verde), (2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada, inundação, cobertura não viva e cultivo
mecânico), (3) controle biológico e (4) controle químico tem como objetivo mitigar o impacto dessa interferência
com o mínimo de danos ao meio ambiente.

MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO E SIGA AS INSTRUÇÕES CONTIDAS NA BULA E RÓTULO. USE OS
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRODUTO PERIGOSO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Necessário a utilização pelos trabalhadores de vestimentas simples de trabalho (calça e blusa de

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manga longa) e os equipamentos de proteção individual (EPI) vestimenta hidrorrepelente e luvas no caso de
reentrada anterior aos intervalos recomendados.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamento ou com defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• Realizar as atividades de mistura, abastecimentos e aplicação tratorizado de 2,4-D pelo mesmo indivíduo.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:


• Produto extremamente irritante para os olhos.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as instruções descritas em primeiros socorros e
procure rapidamente o serviço médico de emergência.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de maneira a evitar respingos.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas
passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas de borracha; avental
impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe
P2 e P3); máscara provida de filtros adequados; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e
luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:


• É PROIBIDA A APLICAÇÃO TRATORIZADA COM TURBINA DE FLUXO DE AR.
• Evite, o máximo possível, o contato com a área tratada.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre
a última aplicação e a colheita).
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas
passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável;
máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3); máscara
provida de filtros adequados; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
• Em caso de indisposição durante a aplicação, pare a atividade imediatamente e procure auxílio médico.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:


• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final
do período de reentrada.
• Adotar medidas que dificultem a entrada em áreas tratadas de transeuntes e residentes.
• Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os
equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais.

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• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação.
• Os equipamentos de proteção individual devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas,
macacão, luvas e máscara.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas
e avental impermeável.
• Faça a manutenção e lavagem dos medicamentos de proteção após cada aplicação do produto.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão impermeável
com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em
função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

Provoca lesões oculares graves


PERIGO

Nocivo se ingerido

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo,
bula e/ou receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa
de lado. Não dê nada para beber ou comer.
OLHOS: ATENÇÃO: ESTE PRODUTO É IRRITANTE AOS OLHOS. Em caso de contato, lave com muita
água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
PELE: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
INALAÇÃO: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis

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- INTOXICAÇÕES POR DECORUM®,
AMINESPRAY, CADMA,
HEDONAL, HERBAKING -
INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico Ácido ariloxialcanoico

Classe Categoria 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO


toxicológica

Vias de Oral, dérmica, ocular e inalatória.


exposição

Toxicocinética 2,4-D: é rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal com pico plasmático entre 10
minutos a 24 horas dependendo da dose e da formulação.
A taxa de absorção é relacionada à dose com absorção mais rápida a baixas doses. Absorç de
ésteres de 2,4-D é mais lenta que a das formas ácidas ou
sais, entretanto, as taxas de excreção são similares. A
taxa de absorção inalatória também é rápida.
A absorção dérmica foi de 10% e após administração intravenosa, a absorção foi de
100%. É amplamente distribuído e não bioacumula.
Estudos em humanos mostram que a taxa de depuração plasmática de 2,4-D
administrada oralmente segue a cinética de primeira ordem com
excreção urinária de (10,2 - 28,4) horas. A farmacocinética seguindo absorção dérmica é diferente do
que na exposição oral. Níveis plasmáticos alcançam um platô e declinam mais rapidamente seguindo
a rota oral. A depuração plasmática de 2,4-D segue uma cinética bifásica começando 8 horas após a
administração da dose com meia-vida para vários tecid de (0,6 - 2,3) horas da primeira fase e (25,7 –
29) horas na segunda fase.
Após absorvido, o 2,4-D sobre hidrolização enzimática formando conjugados ácidos de
2,4-D, entre (0 – 27%) da dose administrada. O 2,4-D não é
metabolizado a intermediários reativos. A excreção do 2,4-D é predominantemente pela via urinária,
sendo secretada pelos túbulos proximais.
A taxa de excreção urinária é inversamente proporcional à dose.
Após administração oral de 5mg de 2,4-D em humanos, 77% da dose foi excretado em 96 horas e
(87 – 100%), eliminado pela urina em 6 dias.
A excreção urinária incrementa mais lentamente seguindo exposição dérmica que a oral. O
importante rota de excreção em trabalhadores expostos é a perspiração. Após exposição d horas,
2,4-D foi detectado na perspiração por 2 semanas e na urina por 5 dias.

Mecanismos de 2,4-D é primariamente irritante, mas foi relatado um caso de alterações degenerativas células
toxiciade cerebrais e toxicidade do sistema nervoso cerebral. Com muitas poucas exceçõe toxicidade relativa
das e formas éster de 2,4-D são bastante similares às da forma ácida. 2 usa sistemas de transporte
ativo para entrar nos tecidos e cruzar a barreira hematoencefá Apesar de penetrar pouco no sistema
nervoso, o 2,4-D atinge níveis tóxicos. A altas dose sistema de transporte responsável pelo efluxo de
2,4-D do cérebro é inibido. Além disso, d vascular tem sido reportado em ratos exposto a altas doses
de 2,4-D, o qual pode facilit influxo devido ao comprometimento da barreira hematoencefálica.
Saturação da uniã proteína plasmática também pode contribuir.

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Sintomas e sin População de risco: indivíduos portadores de doença hepática, renal, cardiovasc
clínicos dermatológica, convulsões e neuropatias.

Exposição Aguda: após intoxicação por 2,4-D em humanos pode ocorrer:

Sinais e sintomas

Dérmica Irritação, exantema; não é sensibilizante.

Ocular Extremamente irritante (ácido e sais)

Inalatória Leve irritação

Oral Náusea, vômito, diarreia e enterocolite hemorrágica e sinto


sistêmicos.

Sistêmica Fatiga, astenia, anorexia, sudorese profusa, sensação queimação


na língua, faringe, tórax e abdômen, febre e:
a) Sintomas neurológicos – a baixas doses: vertigem, de
cabeça, mal-estar, alteração de marcha, disme anestesia e
parestesias; a doses elevadas: alteração regulação da
temperatura corporal (hipnoterapia ambientes frios e
febre em ambientes quentes), contraç musculares, espasmos,
fasciculações, fraqueza profu hiporeflexia, polineurite, paralises
flácida, convulsões com sem opistótono, hipotonia ou hipertonia,
relaxamento esfíncteres, nistagmus, midríase,
hipotensão, cho letargia, coma; reações
idiossincráticas neuropát periféricas com ou sem
dor intensa.
b) Taquicardia, bradicardia, anormalidades
eletrocardiograma, assistolia, outras disritmias, hipoten
miocardite tóxica; bradipneia, insuficiência respirat
hiperventilação, edema pulmonar e pneumonia; albuminúr
porfiria; insuficiência renal devido à rabdomiólise, impotê sexual
(por semanas a meses); hipocalcemia, hipocalem hipofosfatemia
e alterações ácido-base (acidose metabóli trombocitopenia,
leucopenia; espasmos musculares, rig muscular, elevação da
CPK e rabdomiólise; hipoglicemia.
c) Óbito: Pode decorrer de parada cardiorrespiratória devi
arritmias ou pneumonia.

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Sintomas e sinais Efeitos crônicos: exposição crônica pode levar a alterações do sistema nerv central
clínicos no controle da função motora, dermatite de contato, hepatotoxicidad cirrose, astenia,
tonturas, alterações gastrointestinais e cardiovascula hipersialorreia, incremento da
sensibilidade auditiva e gosto doce na b Baseados em estudos que mostraram efeitos
na tireoide e nas gôna seguindo exposição ao 2,4-D, existe atualmente uma
preocupação em rela ao potencial de desregulação endócrina, sendo necessários
novos estudo suspeito de causar efeitos reprodutivos e sobre o desenvolvimento. Não
genotóxico nem mutagênico, entretanto, devido à preocupação com
carcinogenicidade do produto com bases em estudos epidemiológicos ant realizados
em humanos, novos estudos prospectivos de coorte foram realiza sobre associação
entre 2,4-D e sarcoma de tecido mole e linfoma não-Hodg com resultados
conflitantes. Os estudos epidemiológicos mais ant
descreviam a associação com esses tumores; os mais recentes, confo revisão da
IARC/WHO apontam que a carcinogenicidade seja devido à prese de contaminantes
do produto, especialmente a dioxina, IARC/WHO class atualmente o 2,4-D como
possível carcinogênico (grupo 2B).

Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clí


compatível. Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxica aguda,
trate o paciente imediatamente.
Observação: O 2,4-D pode ser detectado na urina, entretanto não é de v diagnóstico.
Os níveis séricos não correlacionam com o quadro clínico.

Tratamento Antídoto: não há antídoto específico.


Tratamento: medidas de descontaminação, tratamento sintomático e suporte. Deve
ser evitado o contato de produto com os olhos, pele e rou contaminadas.
Exposição Oral:
Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto:
• Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário.
1. Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto (a hora).
Proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito lat esquerdo ou
por intubação endotraqueal.
2. Contraindicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias alteração
de consciência em pacientes não-intubados; corrosivos hidrocarbonetos; risco de
hemorragia ou perfuração gastrointestinal.
• Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminu absorção
sistêmica deles, se administrado log após a ingestão (1 hora)
1. Dose: suspensão (240mL de água/30g de carvão), Dose: 25 a 100g adultos, 25
a 50g em crianças de (1-12) anos e 1g/kg em < 1 ano;
• Não provocar vômito.
• Convulsões: indicado benzodiazepínicos IV: Diazepam (adultos = 5-10 crianças =
0,2 - 0,5mg/kg, e repetir a cada 10-15 minutos) ou Loraze (adultos = 2-4mg;
crianças = 0,05 - 0,1mg/kg). Considerar Fenobarbita Propofol na recorrência das
convulsões em > 5 anos.
• Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias ár permeáveis:
aspirar secreções, administrar oxigênio e intubar se necess Atenção especial para
parada respiratória repentina, hipotensão e arritm Uso de ventilação assistida se
requerido. Monitorar oxigenação (oximetria

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gasometria), eletrólitos, ECG, etc. Manter internação por no mínimo 24 h após o
desaparecimento dos sintomas.

Tratamento • Alcalinização da urina: pode ajudar a estimular a eliminação do produto e d ser


considerado em intoxicações graves.
• Arritmias cardíacas: instruir monitoramento cardíaco, ECG e admini oxigênio.
Avaliar hipóxia, acidose e distúrbios eletrolíticos. Lidocaín amiodarona são
geralmente os agentes de primeira linha no tratamento arritmias. Amiodarona deve
ser dado com precaução se substâncias prolongam o intervalo QT e/ou causam
taquicardia ventricular do tipo torsa de pointes estão envolvidas na intoxicação.
Ritmo instável requer imed cardioversão.
• Manter observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento sintomas.

Contra A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e pneumonite


indicações química.

Efeitos sinérgicos Em ovelhas tem se demonstrado sinergismo tóxico entre o Picloram 2,4-D.

Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e


tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicoló
(RENACIAT/ANVISA/MS)
ATENÇÃO
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos
de Notificação Compulsória.
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS).
Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).

Telefone de Emergência da Empresa: 0800-701 0450


Endereço Eletrônico da Empresa: [Link]
Correio Eletrônico da Empresa: rainbowbrasil@[Link]

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:


A taxa de absorção dérmica em ratos é altamente variável dependendo da forma química, veículo e espécie
animal. Em ratos, picos tissulares são alcançados entre 10 minutos a 8 horas dependendo da dose administrada.
2,4-D tem sido detectado no fígado, rim e pulmões de várias espécies de animais. Níveis no cérebro são baixos,
entretanto, alcançam níveis de toxicidade. 2,4-D passa a barreira placentária em ratos, camundongos e suínos e é
encontrado no útero, placenta, feto e líquido intrauterino. O metabolismo depende da dose administrada e da
espécie animal. Baixas doses em ratos mostram meia vida de 0,5 - 0,8 horas. Estudos realizados em animais de
laboratório mostram que o 2,4-D é excretado principalmente através da urina (84 a 94% do administrado de 2,4-D)
e a eliminação fecal como via secundária de excreção (2 a 11%). Apenas uma pequena fração de 2,4-D
administrado foi encontrada nos tecidos e carcaça (0,4 a 3,0%) após 48 horas. Também foi excretado no leite das
ratas durante o período de lactação.

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Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos Agudos:
• DL50 oral (ratos fêmeas): 500 mg/kg
• DL50 dérmica em ratos > 4000 mg/kg
• CL50 inalatória (ratos machos e fêmeas): não foi determinada nas condições do teste
• Irritação Dérmica: A substância-teste quando aplicada na pele dos animais causou sinais clínicos de irritação
como eritema e edema grau 1 entre 1 a 72 horas após a exposição do produto. Todos os sinais clínicos de
toxicidade voltaram a normalidade entre 24 horas até 7 dias após o início da exposição.
• Irritação Ocular: A substância-teste quando aplicada no olho dos animais de laboratório causou sinais clínicos de
toxicidade severa como: Opacidade Irreversível grau 4 na córnea; Hiperemia, Edema e Secreção irreversível.
PRODUTO PROVOCA LESÃO OCULAR GRAVE.
• Sensibilização cutânea: Não sensibilizante.

O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa (teste de Ames) nem no
teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos.

Efeitos crônicos:
Estudo crônico realizado em animais de laboratório durante 2 anos, apresentou NOEL de 1 mg/kg/dia. Em doses
de 45 mg/kg/dia, os rins de animais testados neste estudo tiveram aumento de peso. O ingrediente ativo 2,4-D
também foi testado em camundongos por período de dezoito meses não apresentando evidências de
carcinogênese. O ingrediente ativo de 2,4-D não apresentou evidência de teratogênese ou efeitos reprodutivos
sobre a prole quando testado em animais, bem como não foi considerado mutagênico tanto “in vivo” quanto “in
vitro”. A Ingestão Diária Aceitável (IDA) do 2,4-D é 0,01 mg/Kg/dia, baseado no NOEL de 1,0 mg/kg/dia
encontrado no estudo dietário em cães e no fator de segurança de 100.

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:


• Este produto é
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I) ( )
Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
(X) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
• Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir
principalmente águas subterrâneas.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamento.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a
contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e
do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

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• Não execute a aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos)
metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e
cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação
suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO


CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros
materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE:


• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a empresa Rainbow Defensivos Agrícolas LTDA. - telefones de
emergência: (11) 3526-3526 e SUATRANS - CECOE: 0800 117 2020.
• Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos
protetor e máscara com filtro).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, impedindo que o produto atinja bueiros, drenos ou corpos
d’água e siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e
coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser
utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua
devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
indicado acima.
Corpos d´água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas
dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
produto envolvido.
• Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do
vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE


EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

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LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI´s – Equipamentos de
Proteção Individual – recomendados nas precauções no manuseio do produto.

• TRÍPLICE LAVAGEM (Lavagem Manual):


Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento,
adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-o na posição
vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• LAVAGEM SOB PRESSÃO:


Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do
tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos.
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:


O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens
cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Esta embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:


No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.

Rev20220721
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será
facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano
após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA – NÃO CONTAMINADA

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:


O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na
nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:


A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela
Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O


FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA


EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:


Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do
telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:


O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os

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agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros
materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE ESTADUAL, DO DISTRITO FEDERAL


OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

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