Herbicida 2,4-D: Registro e Composição
Herbicida 2,4-D: Registro e Composição
COMPOSIÇÃO:
Sal de dimetilamina do ácido diclorofenoxiacético
(2,4-D)....................................................................................................................................806 g/L (80,6% m/v)
Equivalente ácido ................................................................................................................... 670 g/L (67,0% m/v)
Outros ingredientes ............................................................................................................ 421,6 g/L (42,1% m/v)
GRUPO O HERBICIDA
FORMULADORES:
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, República Popular da China
SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA S.A.
Endereço: Av. Parque Sul, 2138 - I Distrito Industrial, Maracanaú, CE, Brasil CEP
61939-000 - CNPJ 07.467.822/0001 -26
Registro no Órgão Estadual SEMACE 358/2018– DICOP - GECON
IMPORTADORES:
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua Industrial, nº 1, Parque Industrial, CEP 85.525-000, Mariópolis/PR
CNPJ: 10.486.463/0003-20
Cadastro Estadual n.1000322 ADAPAR/PR
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua das Castanheiras n°200, galpão 85, sala 06, Bairro Jardim São Pedro, CEP 13187-065 -
Hortolândia / SP
CNPJ: 10.486.463/0004-01
Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº1311
AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA.
Av. Cristóvão Colombo, 2955 – Salas 703/704 – Floresta – CEP: 90.560-003 – Porto Alegre/RS
CNPJ: 05.625.220/0001-24
Cadastro estadual n. 01448/04 – SEAPA/RS
AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA.
Rua Adolfo Zieppe Filho, S/N – Quadra 17 Setor 13 Anexo 01 Módulo G, Distrito Industrial Carlos Augusto Fritz,
CEP: 99500-000 – Carazinho/ RS
CNPJ: 05.625.220/0013-68
Cadastro Estadual n. 65/20 - SEAPA/RS
AGRO IMPORT DO BRASIL LTDA
ROD PR 090, KM 374 S/N – Lote 44-C-2 Módulo I, Bairro: Parque Industrial Nene Favoretto, CEP: 06421-400
Ibiporã/ PR, CNPJ: 05.625.220/0011-04
Rev20220721
Cadastro Estadual n. 1000021 ADAPAR/PR
UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A
Avenida Maeda, S/N, Distrito Industrial – Ituverava / SP
CNPJ: 02.974.733/0003-14
Cadastro Estadual n. 1049 CDA/SP
UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A
Avenida Adolfo Zieppe Filho, Quadra 17, Setor 13 – Carazinho / RS CNPJ:
02.974.733/0006-67
Cadastro Estadual n. 014261 SEAPA/RS
UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A
Avenida Euripedes Menezes, S/N, QD 04, MOD 14 ao 17, Armazem 1F, Parque Industrial -
Aparecida de Goiânia / GO
CNPJ: 02.974.733/0005-86
Cadastro Estadual n. 201000066005021
ALBAUGH AGRO BRASIL LTDA.
Rua Alexandre Dumas, 2220 – 7º andar – Chácara Santo Antônio – São Paulo/SP - CEP: 04717-004
CNPJ: 01.789.121/0001-27
Cadastro Estadual n. 4667 e 385 CDA/SP
GOPLAN S/A
Rua Antônio Lapa n° 606, EDA de Campinas, CEP: 13025-241 – Campinas/SP
CNPJ: 37.422.096/0001-96
Registro no órgão estadual n: 4296 CDA/SP
AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA
Rodovia BR 435, Km 113, s/nº, Zona Rural, CEP: 76997-000, Cerejeiras/RO
CNPJ: 77.294.254/0022-19
Registro no órgão estadual n: 0001655 IDARON/RO
AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA
Rodovia BR 364, s/nº, Km 20 Zona Rural, CEP: 78098-970, Cuiabá/MT
CNPJ: 77.294.254/0050-72
Registro no órgão estadual n: 20435 INDEA/MT
AGRÍCOLA ALVORADA S.A.
Rua do Comércio n° 1549, Bairro: Parque Industrial, CEP: 78.850-000, Primavera do Leste/MT.
CNPJ: 04.854.422/0002-66
Registro no órgão estadual n: 20735 INDEA/MT
SINON DO BRASIL LTDA.
Avenida Carlos Gomes, 1340 – conj. 1001, CEP 90480-001 - Porto Alegre/RS
CNPJ: 03.417.347/0001-22
Número de registro do estabelecimento no Estado: 00001094/99 - SEAPA/RS
SINON DO BRASIL LTDA.
Rua Fioravante Mancino, 1560, sala 10 Cond. PIB,, CEP 13175-575 – Sumaré/SP
CNPJ: 03.417.347/0008-07
Cadastro Estadual n. 4269 CDA/SP
SINON DO BRASIL LTDA.
Rua Industrial 01, s/n, KM 196 -SALA 01, Parque Industrial, CEP: 85525-000 -Mariópolis/PR
CNPJ: 03.417.347/0009-80
Cadastro Estadual n. 1007920 ADAPAR/PR
SINON DO BRASIL LTDA.
Rodovia BR 285, KM 297, n° 7870, sala 01, Bairro José Alexandre Zachia, CEP 99042-800 – Passo Fundo / RS
CNPJ: 03.417.347/0004-75
Cadastro Estadual n. 82/10 - SEAPA/RS
SINON DO BRASIL LTDA.
Rua Igarapava 600, Quadra 19 - lote 59 A, Armazém A, Distrito Industrial III, CEP 38044-755, Uberaba/MG
CNPJ: 03.417.347/0010-13
Cadastro Estadual n. 15.874 IMA/MG
SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA.
Rua Doutor Rubens Gomes Bueno, 691 – Torre Sigma – CEP: 04730-000 – São Paulo/SP
CNPJ: 60.744.463/0001-90
Cadastro Estadual n. 001 – CDA/SP
SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA.
Rodovia Professor Zeferino Vaz, SP 332, S/N, Km 127,5, Bairro Santa Terezinha, CEP 13148-915 – Paulinia / SP CNPJ:
60.744.463/0010-80
Cadastro Estadual n. 453 – CDA/SP
AGRICONNECTION IMPORTADORA E EXPORTADORA DE INSUMOS AGRICOLAS LTDA
Rua. Floriano Peixoto, nº 475, sala 05 – Bairro: Centro, CEP: 78.700-040, Rondonópolis/MT
CNPJ: 39.496.730/0001-60
Cadastro Estadual n. 22402– INDEA/MT
ALTA – AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA.
Avenida Sete de Setembro, 4923, Bairro Batel, CEP: 80.240-000, Curitiba/PR,
Rev20220721
CNPJ:10.409.614/0001-85
Cadastro Estadual n.003483 ADAPAR/PR
ALTA – AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA.
Rua Projetada, 150, Armazém 1, Bairro Distrito Industrial, CEP: 78098-970, Cuiabá/MT,
CNPJ: 10.409.614/0004-28
Cadastro Estadual n.16630 INDEA/MT
ALTA – AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA.
ROD BR-285 Km 297, n° 7870, Bairro José Alexandre Zachia, CEP:99042-890, Passo Fundo/RS,
CNPJ: 10.409.614/0006-90
Cadastro Estadual n.93/17 SEAPA/RS
ALTA – AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA.
Rodovia Presidente Castelo Branco, 11100 Km 30,5 Modulo 5H, Bairro dos Altos, CEP: 06421-400, Barueri/SP,
CNPJ: 10.409.614/0003-47
Cadastro Estadual n. 1164 CDA/SP
ALTA – AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA.
Rodovia Br 050 S/Nº KM 185 Galpão 10, Bairro Jardim Santa Clara, CEP: 38038-050, Uberaba/MG,
CNPJ: 10.409.614/0005-09
Cadastro Estadual n. 11.975 IMA/MG
ALTA – AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA.
Rod PR 090, Lote 44-C-2, Parque Industrial Nene Favoretto, CEP: 86.200-000, Ibiporã/PR
CNPJ: 10.409.614/0002-66
Cadastro Estadual n. 1000151
FIAGRIL LTDA.
Av. Da Produção, 2330-W - Quadra 999, Lote 26, Sala 01, CEP 78.455-000, Bairro Bandeirantes,
Lucas do Rio Verde/MT. CNPJ: 02.734.023/0013-99 Cadastro Estadual nº 21733 INDEA/MT
DKBR TRADING S.A.
Avenida Ayrton Senna da Silva, 600, Cond Torre Siena Andar 17 - Sala 1704 CEP 86.050-460, Gleba Fazenda
Palhano,
Londrina /PR
CNPJ n° 33.744.380/0001-28.
Registro no órgão estadual n: 1007743 ADAPAR/PR
DKBR TRADING S. A
Rod SPA 008/457, s/nº - Zona Rural - CEP: 19.640-000 - Iepê/SP
CNPJ: 33.744.380/0003-90
Cadastro Estadual n. 4303 CDA/SP
DKBR TRADING S. A
Av: Miguel Sutil, nº 6559, Bairro Alvorada, CEP: 78048-000 - Cuiabá/ MT
CNPJ: 33.744.380/0002-09
Cadastro Estadual n. 22058 – INDEA/MT
LONGPING HIGH-TECH BIOTECNOLOGIA LTDA.
Avenida das Nações Unidas, 12901 – sala 24 a 134, Bloco Torre Norte, Bairro: Brooklin Paulista, CEP: 04.578-910 -
São Paulo/SP
CNPJ: 08.864.422/0001-17
Nº do registro do estabelecimento no Estado: 4316 CDA/SP
LONGPING HIGH-TECH BIOTECNOLOGIA LTDA.
Rodovia MG 188, Fazenda Pombal, s/nº - Km 158 sentido esquerda, Bairro: Industrial, CEP: 38.600.972 –
Paracatu/MG
CNPJ: 08.864.422/0010-08
Nº do registro do estabelecimento no Estado: 16.657 IMA/MG
LONGPING HIGH-TECH BIOTECNOLOGIA LTDA.
Via Protestato Joaquim Bueno, s/nº- Km 3 - sala 05-Edifício Prédio 1 conj. Longping, Zona Rural, CEP: 75.920-000 –
Santa Helena de Goiás/GO
CNPJ: 08.864.422/0006-21
BRA DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA
Rua São José,550, Bairro Centro, CEP 13400-330, Piracicaba/SP.
CNPJ: n° 07.057.944/0001-44. Nº do registro do estabelecimento no Estado: CDA/SP Nº 879
Nº do lote ou partida:
Data de vencimento:
Produto Importado
Rev20220721
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO
Rev20220721
APLICAÇAO COM JATO DIRIGIDO NAS ENTRELINHAS
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
A aplicação deve ser feita antes da semeadura (plantio direto), visando o controle em pós-emergência das plantas infestantes
existentes na área, com altura de, no máximo, 10 cm.
Rev20220721
Fedegoso, mata-pasto Senna obtusifolia
Rev20220721
A aplicação deve ser feita de 15 a 1 dia antes da semeadura (plantio direto), visando o controle em pós-
emergência das plantas infestantes de folhas largas existentes na área, com altura de, no máximo, 10 cm.
TRIGO:
Aplicar no período após o início do perfilhamento e antes do emborrachamento. Uso em pós- emergência das
plantas infestantes.
DECORUM®, AMINESPRAY, CADMA, HEDONAL, HERBAKING deve ser diluído em água e aplicado por
pulverização via terrestre, através de pulverizadores manuais, costais, motorizados, tratorizados O volume de
calda pode variar em função da modalidade do tratamento, da área efetivamente tratada, do porte e da
densidade das invasoras.
Aplicação Terrestre:
Utilizar pulverizadores tratorizado terrestre com pontas de pulverização em jato plano capaz de gerar gotas
grosas e muito grossas (superiores a 350 micras de diâmetro volumétrico), calibrado para volume de calda de
150 a 300 L/ha capaz de propiciar uma boa cobertura foliar as plantas daninhas alvo com densidade adequada
de gotas.
Em hipótese alguma é recomendada aplicação do DECORUM, AMINESPRAY, CADMA, HEDONAL,
HERBAKING com volume de calda inferior a 80 [Link]-1.
De modo geral, na recomendação de tecnologia de aplicação do DECORUM, AMINESPRAY, CADMA,
HEDONAL, HERBAKING os pulverizadores tratorizados devem estar equipados com pontas de gota plana com
indução de ar, tal como AIXR 110.05, espaçadas de 50 cm, angulados a 90º com relação ao solo, a 0,5 metros
acima do alvo, com taxa de 150 a 300 litros de calda de pulverização terrestre. A pressão de trabalho e
velocidade do pulverizador deverá ser selecionada em função do volume de calda e classe das gotas.
Na pulverização com DECORUM, AMINESPRAY, CADMA, HEDONAL, HERBAKING utilizar técnicas que
proporcionam maior cobertura do alvo. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e o catálogo do
fabricante de pontas de pulverização.
• Em caso de uso de outros equipamentos, providenciar uma boa cobertura de pulverização das plantas
daninhas
Observação: Tomar o máximo de cuidado nessas aplicações com culturas sensíveis nas proximidades
(algodão, hortaliças, uva, etc.), evitando-se qualquer tipo de deriva.
GERENCIAMENTO DA DERIVA:
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização
(independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais
importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). A presença de
culturas sensíveis nas proximidades, condições climáticas, equipamentos de pulverização e infestação podem
afetar o gerenciamento da deriva. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
Para se evitar a deriva, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. A
melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa
cobertura e controle (> 150 a 200 µm). Aplicando gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas
não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis.
Consulte um engenheiro agrônomo.
É obrigatória a utilização de tecnologia de redução de deriva nas culturas de café e cana-de-açúcar: de pelo
menos 55% para aplicação costal e de pelo menos 50% para aplicação tratorizada.
São proibidas taxas de aplicação costal superiores a 1,7 kg/ha de produtos à base de 2,4-D na cultura do café no
caso da impossibilidade de utilização de tecnologia de redução de deriva de pelo menos
Rev20220721
55%.
Não permitir que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e
outras fontes d’água, criações e áreas de preservação ambiental.
O aplicador deve tomar alguns cuidados na hora da aplicação como:
Controlar o diâmetro de gotas- Técnicas gerais Volume: Use ponta de pulverização de maior vazão para
aplicar o maior volume de calda possível, considerando necessidades práticas. Pontas de pulverização com
vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não
melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de
vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de bico: Use o modelo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas de
pulverização, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de
pulverização de baixa deriva.
Altura da barra: Para equipamento de solo, regule a altura da barra para a menor possível, de forma a obter
uma cobertura uniforme reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. A barra deve permanecer
nivelada com cultura, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos. Ventos: O potencial de deriva
aumenta com a velocidade do vento, inferior a 3 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 10 km/h.
No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e o tipo de Equipamento, determinam, o potencial de
deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver vento forte, acima de 10 km/h, ou em condições
de vento inferiores a 5 km/h.
Temperatura e umidade: Em condições de clima quente e seco, regule o equipamento de aplicação para
produzir gotas maiores a fim de reduzir o efeito da evaporação. Visando este objetivo, recomenda-se
pulverização sob a temperatura inferior a 30°C, umidade relativa do ar acima de 50%. Inversão térmica: O
potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do
ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral.
Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em
noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas no pôr-do-sol e
frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo.
No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento de fumaça
originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral
indica a presença de uma inversão térmica; enquanto, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento
ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Condições climáticas: No momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a melhor interceptação
das gotas de pulverização pelas folhas das plantas daninhas alvo com a menor evaporação possível das gotas
no trajeto entre orifício da ponta de pulverização e o alvo biológico, com menor deslocamento horizontal possível
(deriva) e evitando condições de inversão térmica (deslocamento vertical).
Visando este objetivo, recomenda-se pulverização sob a temperatura inferior a 28°C, umidade relativa do ar
acima de 70% e velocidade do vento entre 5 e 10 km/h, na ausência de orvalho com presença de luz solar,
evitando período de chuva de até 6 horas após a aplicação.
A definição dos equipamentos de pulverização terrestre e dos parâmetros mais adequados a tecnologia de
aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais sob a orientação do engenheiro agrônomo.
Para a cultura da cana-de-açúcar e café, utilizar de tecnologia de redução de deriva de pelo menos 50% para
aplicação tratorizado, sendo necessário consultar um engenheiro agrônomo e o catálogo do fabricante de pontas
de pulverização.
Para as aplicações com DECORUM, AMINESPRAY, CADMA, HEDONAL, HERBAKING manter bordadura de,
no mínimo, 10m metros livres de aplicação costal e tratorizado. A bordadura deve ter início no limite externo da
plantação em direção ao seu interior sendo obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros,
bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 500 metros do limite externo da plantação.
Observações: Condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado
com os padrões e ventos locais e como eles afetam a deriva.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Temperatura: Máxima de 28ºC. Umidade
relativa do ar: Mínima de 70%.
Velocidade do vento: Superior a 5 e inferior a 10 km/h
Observações locais deverão ser feitas visando reduzir as perdas por derivas ou volatilização. Em aplicações
com qualquer tipo de equipamento, observar as condições climáticas recomendadas,
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considerando que a umidade relativa do ar é o fator mais importante, já que determina uma maior ou menor
evaporação
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Arroz e trigo: Não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento. Café:
30 dias.
Cana-de-açúcar: Não determinado por ser de uso em pós-emergência até 3 (três) meses após o plantio ou
corte.
Milho: Não determinado por ser de uso desde a fase de pré-emergência até o milho atingir uma altura de 25 cm.
Soja: Uso permitido somente em pré-plantio. O intervalo de segurança para a soja é não determinado quando o
agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
Pastagens: Uso não alimentar.
Observe na tabela abaixo os intervalos de reentrada específicos para as culturas e durações de atividades de
reentrada.
Aplicação Tratorizado
Culturas Tempo de atividade Medidas Necessárias(1) Intervalo de Reentrada
(horas) (dias)
2h Vestimenta Simples 24 horas
Milho e Soja
8h Vestimenta Simples 18 dias
2h Vestimenta Simples 05 dias(3)
Pastagem
8h Vestimenta Simples 23 dias(3)
2h Vestimenta Simples 24 horas
Arroz
8h Vestimenta Simples 14 dias
2h Vestimenta Simples e luvas 13 dias
Cana-de-açúcar
8h Vestimenta Simples e luvas 31 dias(2)
2h Vestimenta Simples 02 dias
Trigo
8h Vestimenta Simples 20 dias
2h Vestimenta Simples 24 horas(4)
Café
8h Vestimenta Simples 24 horas(4)
(1) A entrada na cultura no período anterior ao intervalo de reentrada somente deve ser realizada com a
utilização pelos trabalhadores de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e os
equipamentos de proteção individual (EPI) vestimenta hidrorrepelente e luvas.
(2) Necessária a utilização pelos trabalhadores, após o intervalo de reentrada, de vestimenta simples de
trabalho (calça e blusa de manga longa) e luvas como equipamento de proteção individual (EPI) para
se realizar qualquer trabalho nas culturas de cana-de-açúcar após a aplicação de produtos contendo
2,4-D.
(3) Mantido em 24 horas para as situações de aplicações individuais nas plantas que se quer eliminar.
(4) Mantido em 24 horas pela ausência relevante de contato na reentrada.
A entrada na cultura no período anterior ao intervalo de reentrada somente deve ser realizada com a
utilização pelos trabalhadores de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de
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manga longa) e os equipamentos de proteção individual (EPI) vestimenta hidrorrepelente e luvas.
(5) Necessária a utilização pelos trabalhadores, após o intervalo de reentrada, de vestimenta simples de
trabalho (calça e blusa de manga longa) e luvas como equipamento de proteção individual (EPI) para
se realizar qualquer trabalho nas culturas de cana-de-açúcar após a aplicação de produtos contendo
2,4-D.
(6) Mantido em 24 horas para as situações de aplicações individuais nas plantas que se quer eliminar.
(7) Mantido em 24 horas pela ausência relevante de contato na reentrada.
LIMITAÇÕES DE USO:
• Uso exclusivamente agrícola.
• O produto deve ser utilizado somente nas culturas para as quais está registrado, observando o intervalo de
segurança para cada cultura.
• Não aplicar o produto quando houver possibilidade de atingir diretamente, ou por deriva, espécies de plantas
úteis suscetíveis, tais como: culturas dicotiledôneas, hortaliças, ornamentais, bananeiras.
• Todo equipamento usado para aplicar o DECORUM®, AMINESPRAY, CADMA, HEDONAL, HERBAKING
deve ser descontaminado antes de outro uso. Recomenda-se, se possível, utilizá-lo exclusivamente para
aplicações com formulações que contenham 2,4-D.
• O produto pode apresentar fitotoxicidade para cereais, quando a aplicação é feita antes do perfilhamento ou
após a elongação, e para milho quando a aplicação é feita fora do período recomendado.
• O produto em contato com sementes pode inibir a sua germinação.
• DECORUM®, AMINESPRAY, CADMA, HEDONAL, HERBAKING não deve ser misturado com óleos,
espalhantes adesivos e outros adjuvantes, pois isso diminui a seletividade do produto.
• Aplicar apenas sobre plantas infestantes em estádio de crescimento ativo, não submetidas a qualquer
“stress” como frio excessivo, seca ou injúrias mecânicas.
• Para uso na cultura do milho, verificar junto às empresas produtoras de sementes a existência de cultivares
sensíveis ao 2,4-D.
• Para uso na cultura do café, fazê-lo de modo a não permitir o contato do produto com as folhas da cultura.
• Para a cultura de soja, seu uso é permitido somente em pré-plantio.
• Não aplicar em plantas infestantes com altura superior a 10 cm e número de folhas maior que 10.
• Para aplicação em cereais durante o inverno, em temperatura baixa, o efeito do produto é muito lento, o que
pode levar a resultados insatisfatórios, especialmente em época chuvosa.
AVISO AO USUÁRIO:
O produto deve ser exclusivamente utilizado de acordo com as recomendações desta bula. A RAINBOW
DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA. não se responsabiliza por perdas ou danos resultantes do uso deste produto
de modo não recomendado especificamente pela bula. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. O usuário
assume todos os riscos associados ao uso não recomendado.
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VIDE MODO DE APLICAÇÃO.
GRUPO O HERBICIDA
O produto DECORUM, AMINESPRAY, CADMA, HEDONAL, HERBAKING é composto por 2,4-D, que apresenta
mecanismo de ação dos mimetizadores de auxina, pertencente ao Grupo O, segundo classificação internacional
do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO E SIGA AS INSTRUÇÕES CONTIDAS NA BULA E RÓTULO. USE OS
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRODUTO PERIGOSO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Necessário a utilização pelos trabalhadores de vestimentas simples de trabalho (calça e blusa de
Rev20220721
manga longa) e os equipamentos de proteção individual (EPI) vestimenta hidrorrepelente e luvas no caso de
reentrada anterior aos intervalos recomendados.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamento ou com defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• Realizar as atividades de mistura, abastecimentos e aplicação tratorizado de 2,4-D pelo mesmo indivíduo.
Rev20220721
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação.
• Os equipamentos de proteção individual devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas,
macacão, luvas e máscara.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas
e avental impermeável.
• Faça a manutenção e lavagem dos medicamentos de proteção após cada aplicação do produto.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão impermeável
com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em
função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
Nocivo se ingerido
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo,
bula e/ou receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa
de lado. Não dê nada para beber ou comer.
OLHOS: ATENÇÃO: ESTE PRODUTO É IRRITANTE AOS OLHOS. Em caso de contato, lave com muita
água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
PELE: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
INALAÇÃO: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis
Rev20220721
- INTOXICAÇÕES POR DECORUM®,
AMINESPRAY, CADMA,
HEDONAL, HERBAKING -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Toxicocinética 2,4-D: é rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal com pico plasmático entre 10
minutos a 24 horas dependendo da dose e da formulação.
A taxa de absorção é relacionada à dose com absorção mais rápida a baixas doses. Absorç de
ésteres de 2,4-D é mais lenta que a das formas ácidas ou
sais, entretanto, as taxas de excreção são similares. A
taxa de absorção inalatória também é rápida.
A absorção dérmica foi de 10% e após administração intravenosa, a absorção foi de
100%. É amplamente distribuído e não bioacumula.
Estudos em humanos mostram que a taxa de depuração plasmática de 2,4-D
administrada oralmente segue a cinética de primeira ordem com
excreção urinária de (10,2 - 28,4) horas. A farmacocinética seguindo absorção dérmica é diferente do
que na exposição oral. Níveis plasmáticos alcançam um platô e declinam mais rapidamente seguindo
a rota oral. A depuração plasmática de 2,4-D segue uma cinética bifásica começando 8 horas após a
administração da dose com meia-vida para vários tecid de (0,6 - 2,3) horas da primeira fase e (25,7 –
29) horas na segunda fase.
Após absorvido, o 2,4-D sobre hidrolização enzimática formando conjugados ácidos de
2,4-D, entre (0 – 27%) da dose administrada. O 2,4-D não é
metabolizado a intermediários reativos. A excreção do 2,4-D é predominantemente pela via urinária,
sendo secretada pelos túbulos proximais.
A taxa de excreção urinária é inversamente proporcional à dose.
Após administração oral de 5mg de 2,4-D em humanos, 77% da dose foi excretado em 96 horas e
(87 – 100%), eliminado pela urina em 6 dias.
A excreção urinária incrementa mais lentamente seguindo exposição dérmica que a oral. O
importante rota de excreção em trabalhadores expostos é a perspiração. Após exposição d horas,
2,4-D foi detectado na perspiração por 2 semanas e na urina por 5 dias.
Mecanismos de 2,4-D é primariamente irritante, mas foi relatado um caso de alterações degenerativas células
toxiciade cerebrais e toxicidade do sistema nervoso cerebral. Com muitas poucas exceçõe toxicidade relativa
das e formas éster de 2,4-D são bastante similares às da forma ácida. 2 usa sistemas de transporte
ativo para entrar nos tecidos e cruzar a barreira hematoencefá Apesar de penetrar pouco no sistema
nervoso, o 2,4-D atinge níveis tóxicos. A altas dose sistema de transporte responsável pelo efluxo de
2,4-D do cérebro é inibido. Além disso, d vascular tem sido reportado em ratos exposto a altas doses
de 2,4-D, o qual pode facilit influxo devido ao comprometimento da barreira hematoencefálica.
Saturação da uniã proteína plasmática também pode contribuir.
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Sintomas e sin População de risco: indivíduos portadores de doença hepática, renal, cardiovasc
clínicos dermatológica, convulsões e neuropatias.
Sinais e sintomas
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Sintomas e sinais Efeitos crônicos: exposição crônica pode levar a alterações do sistema nerv central
clínicos no controle da função motora, dermatite de contato, hepatotoxicidad cirrose, astenia,
tonturas, alterações gastrointestinais e cardiovascula hipersialorreia, incremento da
sensibilidade auditiva e gosto doce na b Baseados em estudos que mostraram efeitos
na tireoide e nas gôna seguindo exposição ao 2,4-D, existe atualmente uma
preocupação em rela ao potencial de desregulação endócrina, sendo necessários
novos estudo suspeito de causar efeitos reprodutivos e sobre o desenvolvimento. Não
genotóxico nem mutagênico, entretanto, devido à preocupação com
carcinogenicidade do produto com bases em estudos epidemiológicos ant realizados
em humanos, novos estudos prospectivos de coorte foram realiza sobre associação
entre 2,4-D e sarcoma de tecido mole e linfoma não-Hodg com resultados
conflitantes. Os estudos epidemiológicos mais ant
descreviam a associação com esses tumores; os mais recentes, confo revisão da
IARC/WHO apontam que a carcinogenicidade seja devido à prese de contaminantes
do produto, especialmente a dioxina, IARC/WHO class atualmente o 2,4-D como
possível carcinogênico (grupo 2B).
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gasometria), eletrólitos, ECG, etc. Manter internação por no mínimo 24 h após o
desaparecimento dos sintomas.
Efeitos sinérgicos Em ovelhas tem se demonstrado sinergismo tóxico entre o Picloram 2,4-D.
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Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos Agudos:
• DL50 oral (ratos fêmeas): 500 mg/kg
• DL50 dérmica em ratos > 4000 mg/kg
• CL50 inalatória (ratos machos e fêmeas): não foi determinada nas condições do teste
• Irritação Dérmica: A substância-teste quando aplicada na pele dos animais causou sinais clínicos de irritação
como eritema e edema grau 1 entre 1 a 72 horas após a exposição do produto. Todos os sinais clínicos de
toxicidade voltaram a normalidade entre 24 horas até 7 dias após o início da exposição.
• Irritação Ocular: A substância-teste quando aplicada no olho dos animais de laboratório causou sinais clínicos de
toxicidade severa como: Opacidade Irreversível grau 4 na córnea; Hiperemia, Edema e Secreção irreversível.
PRODUTO PROVOCA LESÃO OCULAR GRAVE.
• Sensibilização cutânea: Não sensibilizante.
O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa (teste de Ames) nem no
teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos.
Efeitos crônicos:
Estudo crônico realizado em animais de laboratório durante 2 anos, apresentou NOEL de 1 mg/kg/dia. Em doses
de 45 mg/kg/dia, os rins de animais testados neste estudo tiveram aumento de peso. O ingrediente ativo 2,4-D
também foi testado em camundongos por período de dezoito meses não apresentando evidências de
carcinogênese. O ingrediente ativo de 2,4-D não apresentou evidência de teratogênese ou efeitos reprodutivos
sobre a prole quando testado em animais, bem como não foi considerado mutagênico tanto “in vivo” quanto “in
vitro”. A Ingestão Diária Aceitável (IDA) do 2,4-D é 0,01 mg/Kg/dia, baseado no NOEL de 1,0 mg/kg/dia
encontrado no estudo dietário em cães e no fator de segurança de 100.
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• Não execute a aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos)
metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e
cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação
suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas.
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LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI´s – Equipamentos de
Proteção Individual – recomendados nas precauções no manuseio do produto.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do
tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos.
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
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Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será
facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano
após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
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agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros
materiais.
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