Imposto do Selo em Moçambique: Guia Completo
Imposto do Selo em Moçambique: Guia Completo
Introdução
Ilustração a situação sobre o imposto, O Imposto do Selo é um imposto sobre o consumo, quesó
pode ser aplicado em atos não sujeitos ao pagamento de IVA. Encontra-se regulamentadono
Código do Imposto do Selo (CIS) e serve para financiar o Estado. No regime estãoinclusos os
tributos de IRPJ, CPP, PIS/PASEP, COFINS, IPI, CSLL, ICMS e ISS.
Objectivos:
Objetivo gera
Objetivo especifico:
IMPOSTO DO SELO
Incidência objectiva
Segundo o Artigo 1, Decreto n.º 6/2004, de 1 de Abril O Imposto do Selo incide sobre todos
osdocumentos, contratos, livros, papéis e actos designados na Tabela anexa a este Código,
delefazendo parte [Link] outros como:
Não estão sujeitas a imposto as operações abrangidas pela incidência do imposto sobre ovalor
acrescentado e dele não isentas.
Incidência subjectiva
Segundo o Artigo 2, Decreto n.º 6/2004, São sujeitos passivos do Imposto do Selo, asentidades
com interesse económico nas realidades referidas no artigo 1, suportando orespectivo encargo.
Para efeitos do disposto nos números anteriores, considera-se que o interesse económico
pertence:
g)Ao apostador, nas apostas e aos premiados nos prémios no caso dos jogos;
Segundo o Artigo 3, Decreto n.º 6/2004, afirma que, substitutos tributários sem prejuízodo
disposto no artigo anterior são também sujeitos passivos do Imposto do Selo, as
entidadeslegalmente incumbidas da sua liquidação e pagamento, conforme estabelece o artigo
14.
Territorialidade
Segundo o Artigo 4, Decreto n.º 6/2004, afirma que, aterritorialidade sem prejuízo
doestabelecido no presente Código e na Tabela que disponha em sentido diferente, o Imposto
do Selo recai sobre todos os factos referidos no artigo 1, ocorridos em território nacional.
Isenções subjetivas
Segundo o Artigo 5, Decreto n.º 6/2004, afirma que, as Isenções subjetivas estão isentas
doImposto do Selo, quando este constitua seu encargo nos termos do artigo 2, as
seguintesentidades:
a)O Estado;
d)As associações de utilidade pública a que se refere a Lei n.º 8/91, de 18 de Julho,devidamente
reconhecidas;
e)As associações de mera utilidade pública que prossigam predominantemente fins científicos
ou culturais.
Outras isenções
Segundo o Artigo 6, Decreto n.º 6/2004, outras isenções ficam também isentos deste Imposto:
b)As apólices referidas na tabela anexa, dos seguros dos ramos «Vida» e «Saúde»;
c)Os escritos de quaisquer contratos que devam ser celebrados no âmbito das operaçõesa
contado ou a prazo realizadas, registadas, liquidadas ou compensadas através da Bolsa de
Valores de Moçambique e que tenham por objeto, direta ou indiretamente,valores mobiliários;
d)Os empréstimos, incluindo os respectivos juros, concedidos por instituições de
créditomoçambicanas ou por fundos legalmente constituídos, a residentes que
desenvolvamatividades agrícola, silvícola, pecuária, pesca, comércio rural e industrial no
territórionacional;
i)Os títulos de dívida pública e respectivos juros, bem como a sua transmissão, emitidos para
financiamento do défice do Orçamento e da Tesouraria do Estado, bem como ostítulos de
Autoridade Monetária;
l)As apostas de jogos, não sujeitas ao imposto especial sobre o jogo, quando promovidos por
entidades se fins lucrativos;
n)As, doações e partilhas previstas nos artigos 3.2 e 3.3 da Tabela, feitas ao
cônjuge,descendentes e ascendentes;
Segundo o Artigo 7, Decreto n.º 6/2004, sempre que tenha lugar qualquer isenção, indicar-se-á
no documento ou titulo a disposição legal que concede.
Valor tributável
Segundo o Artigo 8, Decreto n.º 6/2004, O valor tributável do Imposto do Selo é o que resultada
Tabela, sem prejuízo do disposto no número seguinte.
Quando se fixe como valor do contrato, um preço a vigorar em data futura, o imposto será pago
de acordo com o preço corrente na data de formalização do acto.
No caso de não existir antecedentes ou não ser possível estimar o valor económico do ato,
oimposto será no valor fixo de 5 000 000,00MT.
Quando houver lugar a determinação do valor tributável por métodos indiretos serãoaplicadas
as regras dos impostos sobre o rendimento, com as necessárias adaptações.
Segundo o Artigo 11, Decreto n.º 6/2004,Correcção do valor tributável: Sem prejuízo dodisposto
no artigo 8, a Repartição de Finanças da área do domicílio do sujeito passivo podealterar o valor
tributável declarado sempre que, nos contratos de valor indeterminado ou nadeterminação da
equivalência em unidades monetárias nacionais de valores representados emespécie, não
tiverem sido seguidas as regras, respectivamente, dos artigos 8 e 10.
Taxas
Segundo o Artigo 12, Decreto n.º 6/2004, diz que, As taxas do imposto são as constantes
daTabela anexa, em vigor no momento em que nasce a obrigação tributária.
Para os casos previstos no n ° 2 do artigo 6 é devido imposto à taxa dos actos constantes
doartigo 1 da Tabela, a aplicar sobre o valor do capital ou aumento do mesmo.
Liquidação e pagamento
Segundo o Artigo 13, Decreto n.º 6/2004, diz que, Nascimento da obrigação tributária:
Para efeitos das obrigações previstas no presente capítulo, a obrigação tributária considera-
seconstituída:
a)Nos actos e contratos, no momento da assinatura pelos outorgantes;
g)Nas letras e livranças em branco, no momento em que possam ser preenchidas nostermos da
respectiva convenção de preenchimento;
h)Nas operações de crédito, no momento em que forem realizadas; se o crédito for utilizado sob
a forma de conta corrente, descoberto bancário ou qualquer outro meioem que o prazo não
seja determinado nem determinável, no último dia de cada mês;
k)Nos livros, antes da sua utilização, salvo se forem utilizadas folhas a avulsasescrituradas por
sistema informático ou semelhante para utilização ulterior sob formade livro, caso em que o
imposto se considera devido nos sessenta das seguintes aotermo do ano económico ou da
secção da actividade;
m)Nos restantes casos, na data da emissão dos documentos, títulos e papéis ou daocorrência
dos factos;
n)Em caso de actos, contratos, documentos, títulos, livros, papéis e outros factos previstos na
Tabela anexa ao presente Código em que não intervenham a qualquer título pessoas colectivas
ou pessoas singulares no exercício de actividade decomércio, indústria ou prestação de serviços,
quando forem apresentados perantequalquer entidade pública.
Segundo o Artigo 14, Decreto n.º 6/2004, diz que, a liquidação e o pagamento do imposto
competem às seguintes entidades:
a)Notários, conservadores dos registos civil, comercial, predial e outras entidades públicas,
incluindo os estabelecimentos e organismos do Estado, relativamente aosactos, contratos e
outros factos em que sejam intervenientes, com a excepção doscelebrados perante notários
relativos a credito e garantias concedidos por instituiçõesde crédito, sociedades financeiras ou
outras entidades a elas legalmente equiparadas e por quaisquer outras instituições financeiras,
e quando, nos termos da alínea n) doartigo anterior, os contratos ou documentos lhes sejam
apresentados para qualquer efeito legal.
Segundo o Artigo 15, Decreto n.º 6/2004, diz que, Responsabilidade tributaria: Sem prejuízo do
disposto no artigo 14, são solidariamente responsáveis com o sujeito passivo pelo pagamento
do imposto as pessoas que, por qualquer outra forma, intervierem nos actos,contratos e
operações, ou receberem ou utilizarem os livros, papéis e outros documentos,desde que
tenham colaborado dolosamente na falta de liquidação ou arrecadação do imposto,ou, na data
daquela intervenção, recepção ou utilização, não tenham dolosamente exigido amenção a que
alude o n° 2 do artigo 17.
Tratando-se das operações referidas nas alíneas i) e j) do artigo anterior, a entidade a quem
osserviços são prestados é sempre responsável solidariamente com as entidades emitentes
dasapólices e com as instituições de crédito, sociedades financeiras e demais entidades
nelasreferidas.
Segundo o Artigo 16, Decreto n.º 6/2004, afirma que,forma de pagamento: O Imposto doSelo é
sempre pago por meio de guia.
O Imposto do Selo é pago pelas entidades a quem incumba essa obrigação nas Repartições
deFinanças ou qualquer outra entidade autorizada nos termos da lei até ao dia 20 do
mêsseguinte àquele em que a obrigação tributária se tenha constituído.
Nos documentos, títulos e livros sujeitos a imposto são mencionados o valor do imposto e adata
da liquidação.
Sempre que o imposto deva ser liquidado pelos serviços da administração tributária e
oquantitativo da liquidação não seja inferior a 100 000MT, o sujeito passivo será notificado para
efectuar o seu pagamento no prazo de quinze dias, na Repartição de Finanças da área aque
pertença o serviço liquidador.
O imposto devido pelas, operações aduaneiras é liquidado pelos serviços da Direcção Geraldas
Alfândegas e pago junto destes serviços, conjuntamente com outras imposiçõesaduaneiras,
sendo devidas.
Sempre que, por facto imputável ao sujeito passivo, for retardada a liquidação ou o pagamento
de parte ou da totalidade do imposto devido, acrescerão ao montante do imposto juros
compensatórios, de harmonia com o artigo 76 do Código do Imposto sobre oRendimento das
Pessoas Singulares.
Os juros referidos no número anterior serão contados dia a dia, a partir do dia imediato
aotermo do prazo para a entrega do imposto ou, tratando-se de retardamento da liquidação, a
partir do dia em que o mesmo se iniciou, até à data em que for regularizada ou suprida a falta.
Só poderá ser liquidado o Imposto do Selo até ao fim do quinto ano seguinte ao da
ocorrênciado facto gerador do imposto, devendo a correspondente liquidação ser notificada,
dentro domesmo prazo, ao contribuinte.
O registo das operações e actos a que se refere o número anterior é efectuado de forma
aevidenciar:
a)O valor das operações e dos actos realizados sujeitos a imposto, segundo o artigoaplicável da
Tabela;
As pessoas que nos termos dos Códigos do IRPC e do IRPS não estejam obrigadas a possuir
contabilidade organizada, bem como os serviços públicos, quando obrigados à liquidação
eentrega do Imposto do Selo nos cofres do Estado, devem possuir registos adequados
aocumprimento das alíneas do número anterior.
Segundo o Artigo 20, Decreto n.º 6/2004, afirma que, Declaração anual das entidadespública:
Os serviços, estabelecimentos e organismos do Estado e das autarquias locais,incluindo os
dotados de autonomia administrativa ou financeira e ainda que personalizados,as associações e
federações de municípios, bem como outras pessoas colectivas de direito público, as pessoas
colectivas de utilidade pública e as empresas públicas remetem àsRepartições de Finanças da
respectiva área a declaração a que se refere o artigo 18.
O mesmo decreto Artigo 21, diz que, Elaboração de questionários,Os serviços daAdministração
Tributária poderão enviar às pessoas singulares ou colectivas e serviços públicos questionários
quanto a dados e factos de carácter específico relevantes para ocontrolo do Imposto do Selo
que devem ser devolvidos, depois de preenchidos e assinados,no prazo que lhes for assinalado,
o qual não poderá ser inferior a dez dias úteis.
O mesmo decreto Artigo 22, diz que, Cautela fiscal: Quando, em processo judicial, semostre não
terem sido cumpridas quaisquer obrigações previstas no presente Código directaou
indirectamente relacionadas com a causa, deve o oficial judicial, no prazo de dez dias,
comunicar a infracção à Repartição de Finanças da área da ocorrência do facto tributário, para
efeitos da aplicação do presente Código.
O mesmo decreto Artigo 23, diz que, Títulos de crédito emitidos no estrangeiro: Os títulosde
crédito emitidos no estrangeiro não podem ser sacados, aceites, endossados, pagos ou por
qualquer modo negociados em território nacional sem que se mostre cobrado o
respectivoimposto.
O mesmo decreto Artigo 24, diz que, Legalização dos livros: Não podem ser legalizados oslivros
sujeitos a Imposto do Selo enquanto não for liquidado o respectivo imposto, nemefectuada a
menção a que obriga o n.° 2 do artigo 17.
O mesmo decreto Artigo 25, diz que, Contratos de arrendamento: As entidades no artigo 2,
bem como os locadores que, sendo pessoas singulares, não exerçam actividades de
comércio,industria ou prestação de serviços, são obrigadas a comunicar a Repartição de
Finanças daárea da situação do prédio, os contratos de arrendamento, subarramento e
respectivas promessas, bem como as suas alterações.
A comunicação referida no número anterior é efectuada até ao fim do mês seguinte ao doinício
do arrendamento, subarrendamento, das alterações ou, no caso de promessa,
dadisponibilização do bem locado.
Disposições diversas
O mesmo decreto Artigo 27, diz que, Cheques: A impressão dos cheques é feita
pelasinstituições de crédito para uso das entidades emitentes que nelas tenham
disponibilidades.
Em cada instituição de crédito haverá um registo dos cheques impressos contendo número
deseries, número de cheques de cada serie, total de cheques de cada impressão, data d
recepçãode cheques impressos, impostos do selo devido e data e local do pagamento.
O mesmo decreto Artigo 28, diz que, letras e livranças: As letras emitidas obedecerão
aosrequisitos previstos na lei uniforme rélativa a letras e livranças.
A aquisição das letras é efectuada mediante requisição de modelo oficial que contém
aidentificação fiscal da entidade adquirente, bem como da tipografia, ficando esta
sujeitarelativamente ao registo e comunicação às mesmas obrigações aplicáveis à impressão
dasfacturas com as adaptações necessárias.
As entidades que emitam letras e editem livranças devem possuir registo onde conste onúmero
sequencial, a data de emissão e o valor da letra ou livrança, bem como o valor e adata de
liquidação do imposto.
O mesmo decreto Artigo 30, diz que, Restituição do imposto: Sem prejuízo do disposto
nosartigos anteriores, os sujeitos passivos podem solicitar reembolso do imposto
indevidamente pago no prazo de cinco anos contados a partir da data do pagamento.
O mesmo decreto Artigo 31, diz que, Compensação do imposto: Se depois de efectuada
aliquidação do imposto pelas entidades referidas nas alíneas a) a e) do n.° 1 do artigo 14 for
anulada a operação ou reduzido o seu valor tributável em consequência de erro ou
invalidade,as entidades poderão efectuar a compensação do imposto liquidado e pago até à
concorrênciadas liquidações e entregas seguintes relativas ao mesmo número ou ponto da
tabela.
-A compensação do imposto referida nos números anteriores deve ser efectuada no prazo
deum ano, contado a partir da data que o imposto se torna devido.
Disposições finais
Segundo o Artigo 32, Decreto n.º 6/2004, afirma que, Assinatura de documento: Asdeclarações,
relações e comunicações são assinadas pelas entidades obrigadas à suaapresentação ou pelos
seus representantes ou por gestor de negócios, devidamenteidentificados.
O mesmo decreto Artigo 33, diz que, Envio pelo correio: As declaraçoés previstas neste Código,
assim como quaisquer outros elementos declarativos ou informativos que devam ser enviados à
Administração Tributária, podem ser remetidas pelo correio.
No caso previsto nos números anteriores, a remessa deve ser efectuada de modo que
arecepção ocorra dentro do prazo fixado, considerando-se cumprido o prazo desde que se
prove que a remessa se faz com uma antecedência mínima do cinco dias ao do termo do prazo.
Conclusão
Em virtude dos factos mencionados anteriormente, ficou claro que O imposto de selo é,
portanto, um dos impostos cobrados pelo Estado Moçambicano e que serve, basicamente, para
o financiar. Tratando-se de imposto devido por operações de crédito ou garantias prestadas por
um conjunto de instituições de crédito ou de sociedades financeiras, aliquidação do imposto
pode ser efetuada globalmente por qualquer daquelas entidades, sem prejuízo da
responsabilidade, nos termos gerais, de cada uma delas em caso deincumprimento.
Bibliografia
A União Africa reconheceu oito Comunidades Económicas Regionais (REGs), cumprindo com o
artigo 19 do Acto Constitutivo da União Africana (UA), “Racionalização das REGs”. Os Chefes
de Estado e de Governo da União Africana, reunidos na sua 7ª sessão ordinária de 1 e 2 de
Julho de 2006, reconheceram as seguintes comunidades: Comunidade Económica da África do
Oeste (CEDEAO); Mercado Comum da África Oriental e Austral (COMESA); Comunidade
Económica dos Estados da África Central (CEEAC); Autoridade Intergovernamental para o
Desenvolvimento (IGAD); União do Magrebe Árabe (UMA); Comunidade dos Estados Sahelo-
Saharianos (CEN-SAD); Comunidade da África Oriental (CAE) e Comunidade de
Desenvolvimento da África Austral (SADC) na qual abordaremos como tema do trabalho a que
nos compete desenvolver com mais ênfase no desenrolar do trabalho.
Este processo de integração é bem rudimentar. Consiste apenas em assegurar níveis tarifários
preferenciais entre os países membros do grupo, ou seja, passarão a trabalhar com tarifas
inferiores às cobradas de países terceiros. De igual modo há redução ou eliminação de
barreiras alfandegárias para o comércio dentro da zona integrada.
"Nas discussões desenvolvidas no GATT, considera-se que um acordo comercial, para ser
considerado uma Zona de Livre Comércio, deve abarcar pelo menos 80% dos bens
comercializados entre os países membros, ou seja, devem ser eliminadas as barreiras que
atingem pelo menos 80% dos produtos." Afirmam FLORÊNCIO e ARAÚJO (1996:26)
c) União Aduaneira – UA
Consiste em uma Zona de Livre Comércio, dotada também de uma Tarifa Externa Comum. No
caso, aplica-se uma mesma tarifa para os produtos importados provenientes de países
terceiros. Segundo a história, nos diz que esta forma de integração tornou-se conhecida já no
século XIX, pela Zollverein, que culminou na união do Reino da Prússia a outros Estados
alemães menores, antes da unificação de 1871.
"Historicamente, o caso certamente mais famoso desse gênero de integração foi a Zollverein
(que em alemão significa exatamente União Aduaneira), planejada e desenvolvida na década
de 1850 por Otto von Bismarck, e que proporcionou a base econômica para a unificação
política da Alemanha." afirmam: FLORÊNCIO e ARAÚJO (1996:26)
Este tipo de integração não prevê apenas a livre circulação de bens, como é o caso da União
Aduaneira, mas também a livre circulação de serviços, capitais e mão-de-obra. Além disso, o
Mercado Comum pressupõe a coordenação de políticas macroeconômicas, de maneira que
todos os países membros sigam os mesmos parâmetros para fixar suas taxas de juros e
câmbios e na definição de sua política fiscal.
e) União Econômica e Monetária – UEM
Esta é a última fase do estágio da integração económica e mais completo, com a subsistência
de um livre comércio, eliminação das barreiras comerciais; uma tarifa externa comum; livre
circulação de capital, serviços e mão-de-obra; harmonização das políticas fiscais e monetárias
e finalmente uma moeda comum. Este estágio não obstante da U.E, ainda não foi alcançado
na sua essência por uma outra integração regional. Sendo este a mais elevada etapa da
integração.
Para FLORÊNCIO e ARAÚJO (1996:26): "Ela ocorre quando existe uma moeda única e uma
política monetária inteiramente unificada, conduzida por um banco Central Comunitário."
Percebe-se portanto que a integração económica é constituída por diversas etapas ou estágio
sucessivas de um processo gradual, na qual cada estágio
Moeda Única
Meta
Resultados e Impacto
Embora a data prevista para o lançamento de uma Moeda Única esteja a vários anos da sua
concretização, o Comité Director dos Sistemas de Pagamento da SADC desenvolveu uma
proposta para o estabelecimento de um sistema destinado a facilitar a liquidação e o
pagamento transfronteiriço. Este sistema permitiria a liquidação das operações de pagamento
numa local central e basear-se-ia numa moeda única. Este sistema-modelo será inicialmente
testado nos actuais países da Zona Monetária Comum que utilizam o Rand sul-africano (África
do Sul, Lesoto, Namíbia e Suazilândia) e, se for bem sucedido, estará pronto a ser implementado
nos restantes Estados-Membros da SADC à medida que a região avançar no seu processo de
integração.
Desafios
Actualmente, o maior desafio para alcançar este objectivo, e qualquer um dos marcos de
integração mais avançados em termos económicos, é a falta de clareza em torno da questão dos
países que são membros de mais de uma união aduaneira. Só quando esta questão for resolvida
é que a SADC poderá avançar com a sua agenda de integração económica regional.
União Monetária
Meta
Designa-se por União Monetária quando dois ou mais países alcançam a convergência
macroeconómica, estabilizam e harmonizam os sistemas cambiais, liberalizam as transacções de
capitais e de contas correntes e adoptam abordagens orientadas para o mercado na condução
da política monetária. O estabelecimento da União Monetária na região da SADC é um dos
objectivos primordiais do Protocolo da SADC sobre o Comércio e um marco fundamental nos
esforços para uma integração mais profunda na SADC.
Os planos para a criação da União Monetária na SADC são apoiados pelo Comité de
Governadores dos Bancos Centrais da SADC, que lidera a cooperação entre os bancos centrais
da região. Esta cooperação visa reforçar a cooperação monetária regional através da reforma
dos sistemas de pagamento, compensação e liquidação; harmonização dos quadros
operacionais jurídicos para os bancos centrais e implementação das melhores práticas
bancárias.
Resultados e Impacto
Embora a criação da União Monetária da SADC não esteja prevista até 2016, na melhor das
hipóteses, estão a ser registados progressos consideráveis na preparação das condições para a
sua introdução:
Operacionalização dos sistemas de compensação e liquidação de pagamentos - o Sistema de
Liquidação por Bruto em Tempo Real foi desenvolvido para modernizar as liquidações de
pagamentos transfronteiriços e foi implementado em 12 Estados-Membros da SADC.
Desafios
Não obstante os progressos positivos nesta área, o Comité de Governadores dos Bancos
Centrais enfrentou desafios em termos de capacidade de recursos humanos e financiamento,
resultando em atrasos de alguns dos projectos destinados a facilitar a cooperação e
harmonização no sector bancário na SADC.
Mercado Comum
Meta
Um Mercado Comum consiste num acordo entre dois ou mais países que elimina todas as
barreiras comerciais entre si, estabelece barreiras tarifárias e não tarifárias comuns para os
importadores, e permite também a livre circulação de mão-de-obra, capital e serviços entre si.
Não obstante os actuais atrasos na concretização dos marcos precedentes, a SADC está a
trabalhar arduamente para superar os desafios apresentados pela União Aduaneira, com o
objectivo a longo prazo de criar um Mercado Comum.
Desafios
A SADC enfrenta actualmente dois grandes desafios à medida que os níveis de integração
avançam da Zona de Comércio Livre, passando pela União Aduaneira e em direcção a um
Mercado Comum:
Regras de Origem
Num mundo globalizado, é cada vez mais importante que os Estados-Membros da SADC
harmonizem estas práticas, a fim de assegurar a sua coerência.
União Aduaneira
Meta
Uma União Aduaneira ocorre quando um grupo de países que criou uma zona de comércio livre
acorda numa pauta aduaneira externa comum e numa política comercial externa comum.
Impulsionado pela necessidade de aumentar as trocas comerciais e o desenvolvimento
económico na região, este marco centra-se na liberalização comercial e financeira, no
desenvolvimento industrial competitivo e diversificado e no aumento do investimento na
região. Todos estes elementos abrem caminho para a próxima etapa no quadro de
implementação do Plano Estratégico Indicativo de Desenvolvimento Regional no que diz
respeito aos Marcos de Integração - um Mercado Comum da SADC.
A data prevista para a criação de uma União Aduaneira incluída no Plano Estratégico Indicativo
de Desenvolvimento Regional foi 2010.
Resultados
Estes atrasos na implementação da União Aduaneira da SADC implicam que as seguintes etapas
na cadeia de marcos de integração sofrerão atrasos, incluindo o Mercado Comum e a União
Monetária da SADC.
Impacto
Embora a União Aduaneira da SADC ainda não tenha sido estabelecida, é possível apontar
outros exemplos regionais para mostrar os impactos da cooperação em matéria aduaneira e
comercial:
O Protocolo da SADC sobre Comércio inclui acordos especiais para produtos ou indústrias da
região que são “sensíveis” às forças do mercado externo, incluindo preços de mercado
artificialmente baixos. O Acordo sobre o Açúcar (Anexo VII) inclui medidas destinadas a reforçar
a cooperação e o apoio aos produtores de açúcar regionais.
apoio aos produtores de açúcar da África Austral foi concedido sob a forma de acesso
preferencial à União Aduaneira da África Austral (SACU), que é composta pelo Botswana,
Lesoto, Namíbia, África do Sul e Suazilândia. Os Estados-Membros da SADC com um excedente
de açúcar são autorizados a exportar uma parte acordada do excedente de açúcar para os
países membros da SACU sem pagar quaisquer direitos aduaneiros (com isenção de direitos). A
quantidade de açúcar que cada Estado-Membro da SADC pode exportar para a SACU é
proporcional à porção do Estado-Membro do excedente total de açúcar da SADC.
Desafios
A transição proposta da Zona de Comércio Livre da SADC para uma União Aduaneira da SADC
apresenta uma série de desafios que podem impedir o progresso. O primeiro grande desafio é o
estabelecimento de uma única Pauta Aduaneira Externa Comum (por vezes referida como CET),
o que é complicado pelo facto existirem actualmente na SADC 11 políticas tarifárias individuais
que terão de convergir para um regime tarifário único e uniforme. Este será um processo
complexo de negociação.
Meta
O Protocolo da SADC sobre o Comércio (2005), tal como alterado, prevê a criação de uma Zona
de Comércio Livre na Região da SADC até 2008 e os seus objectivos consistem em liberalizar
ainda mais o comércio intra-regional de bens e serviços; garantir uma produção eficiente;
contribuir para a melhoria do clima dos investimentos nacionais, transfronteiriços e
estrangeiros; e reforçar o desenvolvimento económico, a diversificação e a industrialização da
região.
Resultados
A Zona de Comércio Livre da SADC foi concretizada em Agosto de 2008, quando um programa
faseado de reduções tarifárias, iniciado em 2001, resultou na satisfação de condições mínimas
para a criação da Zona de Comércio Livre - 85% do comércio intra-regional entre os Estados
parceiros atingiu a taxa de direitos nula.
Embora as condições mínimas tenham sido cumpridas, a liberalização tarifária máxima só foi
alcançada em Janeiro de 2012, quando o processo de redução tarifária para produtos sensíveis
foi concluído.
Para os países abrangidos pela União Aduaneira da África Austral (SACU), este processo foi
concluído em Janeiro de 2007. Para Moçambique, o processo só estará concluído em 2015, no
que diz respeito às importações da África do Sul.
Treze dos quinze Estados-Membros da SADC fazem parte da Zona de Comércio Livre, enquanto
Angola e a República Democrática do Congo permanecem fora.
Impacto
Como proporção do comércio total da SADC, as trocas comerciais intra-SADC registaram apenas
um crescimento de 15,7% para 18,5% no mesmo período.
Uma vez que o processo de eliminação de tarifas sobre produtos sensíveis está em curso até
2012, existe ainda potencial para uma maior expansão do comércio intra-SADC, uma vez que a
maioria dos produtos da lista sensível, tais como têxteis e vestuário, couro e produtos de couro,
é constituída por produtos altamente comercializados.
Monitorização
[Link]ÇÃO
[Link]
[Link]:
[Link]íficos:
[Link]
A Fundação Calouste Gulbenkian foi e continua a ser uma instituição vocacionada para a
cooperação nos domínios das suas actividades. Dando especial atenção à duração artística esta
instituição ten realizado acções de grande envergadura na promoção e na colaboração em todos
os géneros de iniciativas, particularmente nas que visem a dignificação do ensino e da cultura
em Portugal e no mundo.
Considerando a grande importância das artes da música, no âmbito dos diferentes níveis de
ensino não será possível abordar a temática em estudo SRM salientar obpaoel fundamental e
impulsionar manifestado por esta fundação, através da pessoa de Madalena Perdigão (1981),
quanto a implementação do ensino artístico em Portugal.
Distinguindo-se por ter sido a pessoa que mais dinamizou o meio cultural português, naa
ultimas décadas foi directora do serviço de música desta instituição. Fundadora d directora do
serviço de Animação, Criação Artística e Educação pela Arte (ACARTE) pautou toda a sua acção
nos círculos musical e artístico (Sousa, 1999). No âmbito das temáticas que envolvem o livro
Sistema De Ensino Em Portugal (1981), Madalena Perdigão escreveu um capítulo sobre o
fenómeno da Educação Artística, no contexto do sistema de ensino português afirmando: as
artes não têm lugar nas universidades portuguesas a não ser em termos de passado como
história, o que sendo importante obviamente não basta(p.288).
Cristina Bruto da Cruz refere-se a sua iniciação no mundo musical da seguinte forma: comecei a
estudar música na Gulbenkian com 4 anos porque os mwua país entendiam que a música era
fundamental na educação.
A rítmica de Emile Jacques Dalcroze tem como base fundamental a formação da pessoa humana
através do movimento e do Ritmo-Eurítmica, isto é, o movimento perfeitamente coordenado
entre a parte intelectual e os seus músculos. É uma metodologia de formação musical activa, na
qual a aprendizagem da música ae faz com a participação de todo corpo, sendo a linguagem
musical compreendida através do movimento corporal, desenvolvendo-s2 as psicomotricidade e
a criatividade (Sousa, 2015, p.56).
Baseada na obra de Thomas Schields, grande inovador e autor de obras didácticas para crianças
e seu convite iniciou a criação de uma metodologia de educação para crianças (Dias e Giráldez,
2007), esta metodologia a que chamamos Metodologia WARD tem muito de ai, da sua
experiência pedagógica, da sua pesquisa e da sua certeza, e sobretudo da importância da
música na educação. Teve contactos com Emile Jacques Dalcroze inspirando-se nos seus
princípios rítmicos.
Esta metodologia está organizada para quatro níveis, ou anos, em cada um dos quais se
trabalham as seguintes matérias:
• Vocalização;
• Entoação;
• Ritmo;
• Notação;
Em Portugal esta metodologia teve a sua implementação através do instituto Júlia d’Almendra,
tal como nos referiu em entrevista pessoas Idalete Giga professora e grande impulsionadora e
divulgadora desta nova visão do ensino e aprendizagem da música para crianças.
A metodologia Ward foi introduzida em Portugal pela professora Júlia d’Almendra na década de
cinquenta. (Idalete, 1999).
Partindo da recolha da música tradicional da Hungria nos meios rurais, depois de analisada nos
aspectos musical e literário, Zöltan Kodäly criou um novo estilo de música erudita húngara que
rapidamente passou a ser transmitida às escolas do estado e as salas de concertos (Sousa,
2015, p.70).
Esta metodologia tem como princípios a formação musical da criança que no seu ponto de vista
deve iniciar-se no ventre da avó- como referida em entrevista pessoal a professora Cristina Brito
da Cruz (Sousa, 1999).
Dando uma importância primordial à formação musical através do canto uma das formas de
desenvolvimento da capacidade intelectual da criança nos aspectos social e cognitivo, tem
como principais objectivos:
Esta metodologia teve sua implementação em Portugal através da professora Cristina Brito da
Cruz. Zöltan Kodály transmitiu os princípios da sua filosofia de uma educação musical para um
povo cujo objectivo consistia também em consolidar uma identidade nacional. Esta
metodologia continua a ter uma importante divulgação e aceitação em Portugal.
Os princípios fundamentais desta metologia não partem da matéria nem dos instrumentos, mas
sim dos princípios da vida que unem a música e o ser humano merecendo especial importância
o movimento e a voz (Willems, 1970).
A concepção da Metodologia Willems a música é uma linguagem e tal como a língua materna
necessita de uma interiorização anterior à sua prática, baseada na audição-desenvolvimento
sensorial que implica uma retenção e diversos propósitos re reprodução dessa linguagem.
(Sousa, 2015, p.80).
Maria Teresa Ferreira de Macedo afirmou: pessoalmente senti-me de tal forma sensibilizada
que na primeira oportunidade fui para a suíça estudar com o próprio professor Willems.
Homem de vasta cultura e de pensamento (não propriamente um filósofo), defendia teorias e
um ideal artístico e de vida que procurava firmemente transmitir.
• Melodia;
• Criatividade;
• Jogo;
• Improvisação e instrumental.
Foi a partir da observação directa das experiências das crianças nos jardins-de-infância que Carl
Orff elaborou os seus princípios pedagógicos (Sousa, 1999). A criação destes métodos não se
refere a um método mas sim a um sistema amplo e aberto para a educação.
Acerca das suas experiências práticas com estes princípios metodológicos, e em entrevista
pessoal, Maria de Lurdes Marins afirmou o seguinte:
Eu penso que Orff se situa muito mais ao nível de princípios de Orff do que propriamente de
um método.
Partindo das ideias da Orff-Schulwerk (obra escolar de Carl Orff), a pedagogia de Nos Wuytack
baseia-se em princípios de actividade, criatividade, comunidade e totalidade. Desenvolvendo
uma música elementar que forma uma unidade com a palavra e o movimento, propõe a
integração das expressões verbal, musical e corporal.
Pretende-se que a criança partícipe numa música de conjunto em que se combina a voz como
meio de expressão do ser humano, os instrumentos Orff na criação e interpretação musicais e o
corpo através do movimento, da mímica e da dança (Sousa, 1999). Nas suas canções o rítmo, o
espírito da melodia, a improvisação, a linguagem gestual, a alegria de cantar e de fazer
movimento são elementos básicos.
Esta metodologia tem sido aplicada de forma abrangente em vários países do mundo,
descobrindo-se que através dela se encontram caminhos inovadores e motivadoras para a
didáctica da música. Considera-se que uma forma excelente de preparar os alunos para as aulas
de instrumentos, além do factor lúdico e alegre que faz emergir dentro e for a dos muros das
salas de aula. No seu meio local todos os jardins de infância e escolas do 1º ciclo utilizaram esta
metodologia até a década de noventa.
Criada para o estudo do violino esta metodologia é Hône também adaptada e transferida para o
ensino e aprendizagem do piano. Tem como princípios fundamentais a aprendizagem da música
através da audição, da repetição e da imitação, isto é, da visualização e da repetição de
experiências.
[Link] DE KURTAG
a)Princípios e orientações metodológicas
Martenot criou uma metodologia de ensino de educação musical para crianças a partir das suas
experiências com o som, tento inventado em 1928 um instrumento musical com o nome de
Ondes Musicales também conhecido por Ondes Martenot (Sousa, 1999). Os princípios básicos
desta metodologia assentam nos seguintes parâmetros:
Mateiro e Ilari (2013) afirmam que para poderem compreender as ideias de Murray Schafer, se
destacam três eixos fundamentais que são indicadores dos horizontes do seu pensamento:
• Relação som/ambiente, Murray Schafer situa o foco central do seu interesse na palavra
sundscape, que traduzida nos países da língua latina significa paisagem sonora;
• Confluência das artes, este eixo constitui-se num ideal cultivado por Schafer e num novo
género por ele criado: Teatro de Confluência que significa encontro com todas as artes.
Segundo Mateiro e Ilari (2013) no teatro as artes são subordinadas à palavra, enquanto
na ópera essa hierárquia é mais ouenos invertida mas não menos desproporcional;
• Relação de arte com o sagrado, Schafer fala da relação do homem com o sentido do
sagrado e da transcendência (Mateiro e Ilari, 2013).
De acordo com Clara Pereira Coutinho (2013), a investigação é uma actividade de natureza
cognitiva que consiste num processo sistemático, flexível e o objectivo de indagação e que
contribui para explicar e compreender os fenómenos sociais. Segundo Holloway(1999) descreve
que os estudos qualitativos consideram que há uma relação dinâmica entre o mundo real e o
sujeito, ou seja, um vínculo indissociável entre o modo objectivo e s subjectividade do sujeito
que não pode ser traduzido em números.
c)Análise categorial
Esta fase da investigação surge quando o investigador na posse de todos os seus elementos de
recolha de dados pretende proceder à sua reorganização recorrendo então aos processos de
categorização. Para Laurence Bardin, na sua obra Análise de Conteúdo (1997), a partir do
momento em que a análise de conteúdo decide codificar o seu material deve produzir um
sistema de categorias. A categorização tem como primeiro objectivo favorecer por condensação
uma representação simplificada dos dados brutos (Jardim, 1977, p. 119).
[Link]ÃO
O ensino da música tem sido objecto de sucessivas alterações desde os anos 20 do século
passado até praticamente os dias de hoje, nem sempre essas medidas terão sido acertadas.
O principio fundamental em que deve assentar programa de ensino é que a música não é um
luxo, a música faz parte da educação. Evidentemente é preciso um grande investimento no
ensino da música pois não podemos continuar a dizer que, dado que trata da formação de
crianças no jardim de infância ou no 1º ciclo do ensino básico, podemos disponibilizar
professores com pouca formação e poucas habilitações. O importante é a formação de quadros
muito bem organizados em qualidade em quantidade.
Temos que deixar de pensar que compete apenas aos professores o papel de serem sempre eles
a darem todas disciplinas. As aulas de músicas de e ser dadas por especialistas capazes de dar
respostas as enumeras necessidades que tenham haver com música.
[Link]ÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
SOUSA, R, M, (2015), Metodologias do Ensino da Música para Crianças, Pedagogos,
Teorias,odeloa e Experiências, Investigação Científica Aplicada a Didáctica da Musica,
Portugal, II ed.