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Flexão e Conjugação de Verbos

O documento descreve a flexão do verbo em português quanto ao modo e tempo, explicando as conjugações no indicativo, subjuntivo e imperativo, assim como as subdivisões do passado e futuro no indicativo.
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Flexão e Conjugação de Verbos

O documento descreve a flexão do verbo em português quanto ao modo e tempo, explicando as conjugações no indicativo, subjuntivo e imperativo, assim como as subdivisões do passado e futuro no indicativo.
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MORFOLOGIA

O VERBO - conjugação verbal I


GRAMÁTICA - SLIDE 019/2ª ANO
ENSINO MÉDIO
A FLEXÃO DO VERBO

O verbo flexiona-se em número, pessoa, modo e tempo.


Ele ainda pode ser conjugado segundo uma flexão de voz,
como as vozes ativa, passiva e reflexiva. Neste momento
de nosso estudo sobre o verbo, veremos sua flexão quanto
ao modo e tempo.
QUANTO AO MODO

Quanto ao modo, a flexão do verbo pode ocorrer em três instâncias


distintas:

•Modo indicativo - sempre que a frase estiver indicando uma


certeza de quem fala frente à ação que anuncia.

•Modo subjuntivo - sempre que for uma indicação de incerteza ou


condicionamento de quem fala frente a uma ação anunciada.

•Modo imperativo - sempre que for uma indicação de ordem ou


pedido.
QUANTO AO TEMPO

Quanto ao tempo, a flexão do verbo pode ocorrer para


indicar presente, passado ou futuro. Precisamos estar
atentos, pois no modo indicativo tanto o passado e o futuro
apresenta subdivisões semânticas, importantes de serem
aprendidas para não ocorrer equívocos quanto ao uso.
QUANTO AO TEMPO

O passado do indicativo apresenta três subdivisões:

1. Pretérito perfeito: é usado para indicar que o tempo da


ação iniciou e se completou totalmente no passado, sem
ser interrompida por nenhuma outra ação.
Veja que toda ação foi completada
no passado, sem sofrer interrupção
João comeu toda a pizza. por nenhuma outra.
QUANTO AO TEMPO

2. Pretérito imperfeito: é usado para indicar que o tempo da


ação iniciou, porém não se completou no passado, pois foi
interrompida por outra ação.

João comia toda a pizza Veja que toda ação não foi
completada no passado, pois
quando Elza chegou.
sofreu interrupção por outra, no
caso, Elza chegou.
QUANTO AO TEMPO
3. Pretérito mais-que-perfeito: é usado para indicar que
determinada ação aconteceu num passado anterior a de outra
ação também no passado.

João comera toda a pizza Veja que a ação de João já estava


c om pl et a quando a de Elza
quando Elza chegou. aconteceu.

Hoje, não é comum usarmos o pretérito mais-que-perfeito simples na linguagem oral;


costuma-se usar sua forma composta. Veja: João havia comido toda pizza quando Elza
chegou.
QUANTO AO TEMPO

O futuro do indicativo é subdividido em dois:

1) Futuro do presente: as frases no futuro do presente indicam uma


ação planejada no presente almejando que a mesma seja,
certamente, realizada em algum tempo específico do futuro.

Veja que a ação está planejada


para acontecer num tempo futuro,
Amanhã, chegaremos mais
uma vez que seu planejamento
cedo à reunião. acontece no presente.
QUANTO AO TEMPO

2) Futuro do pretérito: as frases no futuro do pretérito referem-se a


uma ação planejada para acontecer no futuro que, por qualquer
razão, foi frustrada por outro acontecimento.

Veja que a ação está planejada


para acontecer num tempo futuro,
Amanhã, chegaríamos mais
foi i nt errompida por outra e,
cedo à reunião. portanto, não acontecerá mais.
VERBO NO INFINITIVO

Em Língua Portuguesa, podemos usar, na frase, o verbo no


infinitivo. Ele poderá vir ou não conjugado, o que determina sua
classificação em pessoal (conjugado) e impessoal (não
conjugado). É importante observarmos as possibilidades de uso
tanto da forma pessoal e impessoal dos verbos para evitarmos
deslizes na escrita.
USO DO VERBO NO INFINITIVO IMPESSOAL

1) Ele é usado em locuções verbais.


Por ser uma locução verbal, não caberia
Vocês não podem falar assim. dizer: Vocês não podem falarem assim.

2) Quando um pronome oblíquo átono for o sujeito do infinitivo.

Deixe-os sair. Não caberia dizer: Deixe-os saírem.


USO DO VERBO NO INFINITIVO IMPESSOAL

3) Quando não há sujeito sendo referido pelo infinitivo.


Viver não refere-se a nada além de si,
Viver é melhor que sonhar. neste caso.

4) Quando adjetivos têm o infinitivo do verbo como


complemento.
Não caberia dizer: Situações impossíveis
Situações impossíveis de entender. de entenderem.
USO DO VERBO NO INFINITIVO PESSOAL

1) Quando o sujeito da oração principal é diferente do sujeito do


infinitivo.
Proíbo-vos de vos cobrardes com Nesse caso, não caberia: Proíbo-vos de
tanto rigor . vos cobrar com tanto rigor

2) Quando pretende-se indeterminar o sujeito, conjuga-se o


infinitivo em terceira pessoa do plural.
Dessa forma, o sujeito da frase ficou
Ouvi cantarem coisas piores. indeterminado.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

ABAURRE, Maria Luiza et al. Português - Língua, Literatura e Produção de texto. Vol. 1. São Paulo: Moderna,
2005.
ABAURRE, Maria Luiza et al. Português - Contexto, Interlocução e sentido. Vol. 1. São Paulo: Moderna, 2013.
AMARAL, Emília et al. Novo manual, nova cultural - Redação, Gramática, Literatura e interpretação de Texto.
São Paulo: Nova Cultural, 1991.
CEREJA, William Roberto. Português linguagens - literatura, produção de texto e gramática. Vol. 1. São Paulo:
Atual, 2005.
FARACO, Carlos Emilio et al. Língua Portuguesa - linguagem e interação. Vol. 1.São Paulo: Ática, 2011.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, Universidade Federal Tecnológica do Paraná. Literatura Brasileira. Curitiba: UFTP,
2010.
SANTOS, Danton Pedro dos et al. LITERATURA. Curitiba : IESDE Brasil S.A., 2008. [Livro do Professor] 360 p.
SAVIOLI, Francisco Platão. Gramática em 44 lições. São Paulo: Ática, 1986.

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