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Importância da Barragem dos Corredores

O documento discute os impactos socioambientais e econômicos da barragem dos Corredores no município de Campo Maior-PI. A barragem trouxe benefícios como irrigação das terras, mas também riscos como possíveis acidentes que podem afetar a população e o meio ambiente local.
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Importância da Barragem dos Corredores

O documento discute os impactos socioambientais e econômicos da barragem dos Corredores no município de Campo Maior-PI. A barragem trouxe benefícios como irrigação das terras, mas também riscos como possíveis acidentes que podem afetar a população e o meio ambiente local.
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A RELEVÂNCIA SOCIOAMBIENTAL DA BARRAGEM DOS

CORREDORES PARA O MUNICÍPIO DE CAMPO MAIOR, PIAUI


Gedeilson Lopes Costa
RECURSOS HÍDRICOS E OS IMPACTOS SOCIOAMBIENTAIS E
ECONOMICOS DAS BARRAGENS NO BRASIL Recursos hídricos e as bases
legais no Brasil

A Lei Nº 12.334, de 20 de setembro de 2010, estabeleceu a Política


Nacional de Segurança de Barragens (PNSB), regulamentando a segurança
das barragens no Brasil (BRASIL, 2012). Esta legislação surgiu em resposta ao
histórico de acidentes e à demanda de diversos setores da sociedade
envolvidos com atividades relacionadas a barragens (MEDEIROS, 2010).
Antes dessa lei, outras legislações, portarias e decretos já
abordavam a segurança de barragens. Exemplos incluem a Lei Nº 9.433, de 8
de janeiro de 1997, que instituiu a Política Nacional de Recursos Hídricos
(BRASIL, 1997), e a Lei Nº 9.984, de 17 de julho de 2000, que criou a Agência
Nacional das Águas (BRASIL, 2000).
A Lei Nº 12.334 é considerada um marco na prevenção de
incidentes e acidentes envolvendo barragens, ou na mitigação de suas
consequências (ARAÚJO, 2013). Seu principal diferencial é esclarecer a
responsabilidade do empreendedor em manter a segurança da barragem, além
de definir o órgão fiscalizador de acordo com o uso da estrutura. Este órgão
tem a competência e responsabilidade de elaborar regulamentações
complementares, se necessário. O objetivo principal da lei é garantir padrões
de segurança, reduzir a possibilidade de acidentes, regulamentar ações e
centralizar informações sobre a segurança das barragens.
Nava (2018) descreve o longo e difícil processo até a consolidação
de um arcabouço legal para a gestão da segurança de barragens no Brasil,
destacando que foram necessários 33 anos de ações e discussões. O amplo
debate entre diversas organizações governamentais dos setores de recursos
hídricos e irrigação, geração de energia e mineração, representantes da
sociedade civil, associações técnicas, órgãos de classe e comitês de bacias
hidrográficas resultou em uma lei que atende à diversidade de usos das
barragens. É importante notar que a Lei acompanha todas as fases de uma
barragem, regulamentando ações de segurança desde o planejamento até os
usos futuros.
A Lei especifica que a responsabilidade primária pela segurança da
barragem recai sobre o empreendedor – seja ele privado ou governamental,
com direitos sobre as terras onde se localizam a barragem e o reservatório, ou
que explore a barragem para benefício próprio ou coletivo. Este empreendedor
deve manter a barragem em condições adequadas e cumprir as normas e
regulamentos impostos pelo órgão fiscalizador (AGÊNCIA NACIONAL DAS
ÁGUAS, 2013).
Art. 4º. São fundamentos da Política Nacional de Segurança de
Barragens (PNSB): I- A segurança de uma barragem deve ser considerada em
todas as suas fases: planejamento, projeto, construção, primeiro enchimento e
vertimento, operação, desativação e usos futuros. III - O empreendedor é o
responsável legal pela segurança da barragem, devendo desenvolver ações
para garanti-la.
Art. 17. O empreendedor da barragem deve: I - Prover os recursos
necessários para garantir a segurança da barragem; II - Elaborar o projeto final
conforme construído para novos empreendimentos; III - Manter em bom estado
a documentação e informações relativas ao projeto, construção, operação,
manutenção, segurança e desativação da barragem; IV - Informar ao órgão
fiscalizador qualquer alteração que possa comprometer a segurança da
barragem; V - Manter um serviço especializado em segurança de barragem
conforme o Plano de Segurança da Barragem; VI - Permitir acesso irrestrito do
órgão fiscalizador e dos órgãos do Sistema Nacional de Defesa Civil (SINDEC)
à barragem e sua documentação de segurança; VII - Elaborar e atualizar o
Plano de Segurança da Barragem, seguindo recomendações das inspeções e
revisões periódicas de segurança; VIII - Realizar as inspeções de segurança
previstas no art. 9° desta Lei; IX - Elaborar revisões periódicas de segurança.
Para a classificação das barragens, são necessárias algumas
definições estabelecidas na Lei Nº 12.334/2010: Art. 2o. Para os efeitos desta
Lei, são estabelecidas as seguintes definições: I - Barragem: qualquer estrutura
em um curso de água para fins de contenção ou acumulação de substâncias
líquidas ou misturas de líquidos e sólidos, incluindo o barramento e as
estruturas associadas; II - Reservatório: acumulação não natural de água,
substâncias líquidas ou misturas de líquidos e sólidos; III - Segurança de
barragem: condição que visa manter a integridade estrutural e operacional da
barragem e preservar a vida, saúde, propriedade e o meio ambiente; IV -
Empreendedor: agente privado ou governamental com direito sobre as terras
onde se localizam a barragem e o reservatório, ou que explore a barragem
para benefício próprio ou coletivo; V - Órgão fiscalizador: autoridade pública
responsável pela fiscalização da segurança da barragem; VI - Gestão de risco:
ações normativas e medidas para prevenção, controle e mitigação de riscos;
VII - Dano potencial associado à barragem: dano que pode ocorrer devido a
rompimento, vazamento, infiltração no solo ou mau funcionamento de uma
barragem.
De acordo com a Agência Nacional das Águas (2016), o Brasil
possui 17.259 barragens classificadas da seguinte forma: 91% são de usos
múltiplos, seguidas por barragens de contenção de rejeitos (4%) e de geração
de energia elétrica (4%).

Panorama dos Impactos socioambientais na construção de barragens

Barragens são estruturas de engenharia projetadas para controlar ou


limitar o fluxo de água, rejeitos e detritos, sendo utilizadas globalmente para
solucionar diversos problemas (COMITÊ BRASILEIRO DE BARRAGENS,
2017). Entretanto, essas obras podem representar riscos sociais e ambientais,
devido à possibilidade de falhas no projeto, manutenção e operação, além de
estarem sujeitas a eventos naturais adversos, como terremotos e enchentes
raras (Comissão Temporária da Política Nacional de Segurança de Barragens,
2016). Mesmo com a implementação adequada de legislações,
regulamentações, normas técnicas e medidas de segurança, os riscos
associados a fenômenos naturais intensos permanecem.
O rompimento de barragens é um desastre frequente no Brasil e no
mundo. Entre 1915 e 2016, aproximadamente 2.254 pessoas morreram
globalmente devido a acidentes com barragens (CENTER FOR SCIENCE IN
PUBLIC PARTICIPATION, 2016). No Brasil, de acordo com a International
Commission on Large Dams (2014), 31 pessoas morreram em acidentes com
barragens de rejeitos (Tabela 1).
Kreuzer (2005 apud MENESCAL, 2009) observa que barragens,
entre as estruturas civis perigosas, têm um dos maiores níveis de incerteza em
seu desempenho. A possibilidade de rupturas representa riscos significativos
para a população e o meio ambiente, muitas vezes desconhecidos pelos
afetados. Cerri (2006) define risco como a probabilidade de ocorrência de
danos a uma população (pessoas ou bens materiais), sendo uma condição
potencial para acidentes.
R = P (ƒA) * C (ƒV) * g-1
Onde o nível de risco R é a probabilidade P de um fenômeno físico
(ou perigo) A ocorrer em um local e tempo específicos, com determinadas
características (localização, dimensões, processos e materiais envolvidos,
velocidade e trajetória); causando consequências C (às pessoas, bens e/ou
ambiente) em função da vulnerabilidade V dos elementos expostos; podendo
ser alterado pelo grau de gerenciamento g (NOGUEIRA, 2006). A Associação
Brasileira de Normas Técnicas (2009) na NBR ISO 31000:2009 define risco
como o efeito da incerteza nos objetivos, acrescentando que "o risco é
expresso em termos de uma combinação de consequências de um evento
(incluindo mudanças nas circunstâncias) e a probabilidade associada de
ocorrência. A incerteza é o estado, mesmo que parcial, de deficiência das
informações relacionadas a um evento, sua compreensão, conhecimento, suas
consequências ou probabilidade" (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS
TÉCNICAS-ABNT, 2009).
A Codificação Brasileira de Desastres classifica desastres causados
por rompimento de barragens como tecnológicos e relacionados a obras civis
(CENTRO NACIONAL DE GERENCIAMENTO DE RISCOS E DESASTRES-
CENAD, 2012). Contudo, muitos acidentes com barragens no mundo foram
causados por fenômenos naturais intensos, como grandes tempestades e
terremotos, que comprometeram a estrutura das barragens (Tabela 2).
De acordo com Davies e Martin (2009), desastres globais
relacionados a rejeitos de mineração estão ligados ao aumento da demanda
por minerais nos mercados globais. Após um período de 24 a 36 meses de
aumento nos preços dos minérios, ocorre um aumento nas taxas de desastres
relacionados a grandes barragens de rejeitos. Bowker e Chambers (2015)
observaram um recente aumento nas taxas de desastres graves e muito graves
causados por falhas de barragens de rejeitos, atribuindo essa tendência às
tecnologias modernas que permitem a exploração de reservas com menores
concentrações de minério, mas gerando um volume muito maior de rejeitos.
Eles destacam os custos bilionários para a sociedade associados a esses
desastres e a necessidade urgente de mudanças nos sistemas de
regulamentação para enfrentar essa tendência global.

Impactos socioambientais e econômicos da barragem dos Corredores


no município de Campo Maior-PI
Ao norte do anverso, na direção N-S ou NW-SE, estende-se o vale
assimétrico do rio Longá e seus dois principais afluentes, o Surubim e o
Jenipapo. Este vale é esculpido em afloramentos areníticos e silto-argilosos
característicos (Devoniano e Carbonífero inferior). Conhecido como Baixada de
Campo Maior, é mais amplo na seção ocidental da costeira, onde é drenado
pelo rio Longá, que flui de SE para NW até a confluência dos três cursos
d’água. Nesta depressão, o fundo é relativamente plano, com altitudes variando
entre 90 e 115 metros.
A baixa resistência à erosão deve-se ao facies predominantemente
detrítico dos afloramentos paleogênicos, resultando numa depressão de
aspecto simples, desenvolvida principalmente sobre unidades arenosas e silto-
argilosas das formações Longá e Poti. No norte, o relevo é bastante dissecado
devido ao forte encaixe do rio Longá e seus principais afluentes, apresentando
declives acentuados, superiores a 20º e 25º, ao longo das vertentes dos vales.
Nas porções superiores, essas vertentes frequentemente exibem formas
morfológicas características, com cornijas de relevo monoclinal.
Atualmente, o entalhe dos principais cursos d’água e seus tributários
contribui significativamente para a forte dissecação da região, especialmente
em afloramentos de rochas brandas, como arenitos com intercalações
argilosas. Os ecossistemas brasileiros estão distribuídos em sete domínios
fitogeográficos, segundo Fernandes (2000), com os Cerrados ocupando 23,7%
do território nacional, ocorrendo de forma contínua ou em manchas, muitas
vezes devido à intervenção humana.
Os primeiros estudos sobre a vegetação do nordeste brasileiro
datam do século XIX. Propostas iniciais de classificação foram feitas por Karl
Friedrich Philip von Martius (1839) e George Gardner (1889, citados por Rizzini,
1963; Ferri, 1980). Vários sistemas de classificação foram propostos por Rizzini
(1963), Andrade-Lima (1981), Ferri (1980) e Fernandes e Bezerra (1990). No
entanto, esses sistemas muitas vezes criam confusão, pois se baseiam em
critérios diversos, dificultando comparações (Fernandes e Bezerra, 1990).
Desde a década de 1980, o uso do sensoriamento remoto tem
permitido novas abordagens, com extração de informações que sustentam
técnicas modernas de mapeamento e classificação da vegetação. A
heterogeneidade e dinâmica da paisagem são compreendidas e caracterizadas
com base em cartas temáticas geradas a partir do processamento de imagens
(CREPANI et al., 2000). No Nordeste, com uma área de 154.867.200 ha, o
Cerrado é o segundo maior domínio florístico-vegetacional, cobrindo
94.046.100 ha (62%) no semiárido e 58.821.100 ha fora do semiárido (MELO
NETO et al., 1992). No Brasil, 5,9% dos cerrados estão no Piauí,
correspondendo a 11.856.866 ha deste domínio (CASTRO, 1994).
O clima semiárido da região confere aos cerrados marginais do
Nordeste características particulares, refletindo sua posição em relação ao
núcleo do Cerrado no Brasil Central. Segundo Castro (1994a, 1994b), os
cerrados do Brasil podem ser agrupados em cinco categorias baseadas em
comparações florístico-geográficas: cerrados de São Paulo, do Planalto
Central, do Nordeste, do Pantanal e do litoral. Outra classificação considera a
latitude e altitude: cerrados de baixa altitude (0-500 m), de média altitude (500-
900 m) e de alta altitude (900-1.200 m).
Os cerrados do litoral assentam sobre rochas terciárias do Grupo
Barreiras (FIGUEIREDO; FERNANDES, 1987; GUERRA, 1980). Segundo
Castro (1994a, 1994b), a flora dos cerrados tem uma ampla distribuição
geográfica, contribuindo para a classificação da flora do cerrado como "areal".
Este bioma funciona como centro de endemismo e diversidade, com
substituição constante de espécies devido à deficiência hídrica anual e
variações de temperatura (Richardson, 1978, citado por CASTRO; MARTINS,
1999).
A flora do Piauí, ocupando áreas ecotonais marginais ao Cerrado
Central, apresenta uma diversidade significativa. Segundo Oliveira et al. (1997),
a caatinga cobre 37% do território piauiense, com 33% de cerrado e 19% de
áreas de transição. Os ecótonos, zonas de transição entre biomas, são
sensíveis indicadores de mudanças climáticas (WEAVER; ALBERTSON,
1956). No Piauí e Maranhão, o cerrado ocorre com fisionomias de campo sujo,
campo cerrado, cerrado sensu stricto e cerradão, influenciadas por fatores
naturais e antrópicos.
Estudos pioneiros sobre os cerrados do Piauí incluem trabalhos de
Rizzini (1963, 1976) e levantamentos da flora lenhosa por Barroso e Guimarães
(1980) e Castro (1984). Trabalhos subsequentes, como os de Goergen (1986)
e Jenrich (1989), focaram em critérios ecológicos para uso agrícola das áreas
de cerrado. Castro (1994a) destacou os cerrados do Nordeste como cerrados
marginais distais, enfatizando sua posição como supercentro de
biodiversidade.
Treze levantamentos florísticos e fitossociológicos realizados por
Castro et al. (1998) caracterizam os cerrados do Piauí, situados entre latitudes
3º58’ e 8º51’ S e longitudes 41º43’ e 45º15’ W, com altitudes de 70 m a 430 m,
temperatura média de 26,3ºC a 27,0ºC, precipitação anual de 1.217 mm a
1.709 mm e deficiência hídrica entre 365 mm/a e 560 mm/a. O clima, segundo
o método de Thornthwaite e Mather (1995), varia de subúmido seco a
subúmido úmido, conferindo aos solos características como concreções,
plintita, petroplintita e cores variegadas devido às oscilações do nível freático e
deficiência de nutrientes.
A Bacia do Parnaíba apresenta uma vegetação influenciada pela
floresta Amazônica, os Cerrados do Planalto Central e a Caatinga (DUQUE,
1980; BLACK, 1971; RIZZINI, 1963; EMPERAIRE, 1989, 1991). Esta região é
uma área de transição ecológica, com grande distribuição em áreas de
transição (Fernandes, 2000; Emperaire, 1989; Castro, 2003). As fisionomias e
arranjos estruturais da vegetação dos cerrados resultam da heterogeneidade
fisiográfica, solo e relevo, além da influência de incêndios, geralmente
acidentais e relacionados a práticas locais de limpeza para plantio
(EMBRAPA/SPI, 1996).
Os fatores climáticos, juntamente com o relevo e as litologias,
desempenham um papel crucial no controle das três regiões fitoecológicas
presentes: Floresta Aberta Decídua, Zona de Contato Cerrado-Caatinga e
Floresta Densa. Na Zona de Contato Cerrado-Caatinga, destaca-se a
Depressão de Campo Maior, que possui áreas elevadas e terrenos alagadiços.
A vegetação dos cerrados é caracterizada por troncos retorcidos e lignificados,
com fendas ou sulcos, distribuídos em vastos campos. Existem dois estratos
estruturais distintos: um herbáceo-subarbustivo e outro arbustivo-arbóreo. Uma
característica marcante é a folhagem esclerófila, espessa, obtusa e
semicaducifólia, mais evidente no período seco.
O substrato sedimentar, geralmente de idade Terciária, apresenta
solos profundos, vermelho-amarelados, porosos e bem drenados, facilitando
uma forte lixiviação. Esses solos são arenosos, argilosos e siltosos, submetidos
a um clima sazonal que condiciona o baixo teor de matéria orgânica
(COUTINHO, 1978, 2002).
A retração dos cerrados, causada pela ação antrópica, deve-se
principalmente à falta de consciência ambiental e ao desconhecimento da sua
alta diversidade, além da expansão da fronteira agrícola. A fitossociologia,
como técnica estatística de caracterização da vegetação, permite estudar as
relações biológicas entre as espécies e seu comportamento, sendo
fundamental para a taxonomia (RIZZINI, 1997; ANDRADE, 2003).
Compreender as inter-relações e correlações entre solo e vegetação é
essencial para entender o comportamento desses componentes do meio.
Coutinho (2002) considera o Cerrado como um "complexo de
formações oreádicas" (ABREU; CASTRO, 2004), com suas fisionomias
variando de campo limpo a cerrado. As fisionomias savânicas, como campo
sujo, campo cerrado e cerrado sensu stricto, posicionam-se entre as formas
extremas florestal (cerradão) e campestre (campo limpo).

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