QUESTÕES SOBRE REGULAMENTAÇÃO DA AVIAÇÃO CIVIL E
REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO DO AERONAUTA
REGULAMENTAÇÃO DA AVIAÇÃO CIVIL
1 – Os documentos que habilitam os tripulantes ao exercício das respectivas funções
são:
a) Licença – seguro – CHT
b) Licença – seguro – CMA
c) CHT – CMA – RG
d) Licença – CMA- CHT
2–O exercício legal das atividades aeronáuticas a bordo de aeronaves é estabelecido
por:
a) Certificados de Habilitação Técnica (CHT)
b) Certificado Médico Aeronáutico (CMA)
c) Certificados de Conhecimento Teórico (CCT)
d) Licenças de Tripulantes emitidas pela ANAC
3 – Cessadas as validades do CHT ou do CMA, o tripulante:
a) Perderá o direito de possuir o CHT ou o CMA
b) Terá seus certificados cassados por intermédio de inquérito administrativo
c) Ficará impedido de exercer suas atividades
d) Todas as anteriores estão corretas
4 – Na ocorrência de óbitos a bordo de aeronaves, o comandante deverá providenciar,
na próxima escala, o comparecimento:
a) Da autoridade policial
b) Da autoridade aeronáutica
c) De um médico para atestar o óbito do passageiro
d) Da autoridade sanitária para apurar a causa da morte
5 – No caso de companhias aéreas brasileiras que operem linhas internacionais, é
permitido o emprego de comissários estrangeiros, desde que:
a) Não ultrapasse o limite de 1/3 do número de comissários embarcados na
aeronave
b) Não ultrapasse o limite de 2/3 do número de comissários embarcados na
aeronave
c) Não ultrapasse o limite de 1/3 do efetivo de comissários da companhia aérea
d) Não ultrapasse o limite de 1/6 do número de comissários embarcados na
aeronave
6 – O comandante poderá delegar a outro membro da tripulação as atribuições que lhe
competem, menos as que estiverem relacionadas à:
a) Controle dos limites das horas de voo
b) Registros no diário de bordo
c) Alimentação a bordo da aeronave
d) Segurança de Voo
7 – Os brasileiros natos e naturalizados, devidamente habilitados e que exerçam funções
especificas a bordo de aeronaves são denominados:
a) Pilotos
b) Comissários
c) Agentes de Aeroporto
d) Tripulantes
8 – Caso o tripulante apresente uma enfermidade que o deixe incapaz permanentemente
para o voo, ele terá:
a) Sua licença cassada
b) Sua licença suspensa
c) Ficará impedido de exercer suas atividades
d) Seu certificado cassado
9 - Após decisão final em inquérito administrativo, ficou comprovado que o titular da
licença não possui idoneidade profissional, tampouco está capacitado para as funções
especificadas. Diante dessa situação, a autoridade da aviação civil brasileira poderá:
a) Cassar a licença
b) Suspender o titular por um prazo de até 180 (cento e oitenta dias), prorrogáveis
por igual período
c) Recolher os certificados até que fiquem sem validade.
d) Cassar os certificados do titular da licença
10 – Sempre que o titular de licença específica apresentar indícios comprometedores de
sua aptidão técnica, ou suas condições de saúde se degradarem de forma que fique
incapacitado para a atividade aérea, ele poderá ser submetido a novos exames médicos
ou técnicos:
a) Somente após o vencimento dos certificados
b) Somente com autorização do operador da aeronave
c) Após o término do procedimento administrativo
d) Mesmo que os certificados ainda estejam válidos
11 – Tripular uma aeronave com o Certificado de Habilitação Técnica (CHT) vencido
pode acarretar em:
a) Suspensão do tripulante por 24 (vinte e quatro) meses
b) Detenção ou Apreensão da Aeronave
c) Multa e Interdição da Aeronave
d) Cassação do Certificado
12 - Permitir que a tripulação seja composta por aeronauta, sem as habilitações que a
profissão exige, é infração imputável à (ao):
a) Concessionária ou permissionária de serviços aéreos
b) Proprietário da aeronave
c) Comandante da aeronave
d) Todas as alternativas anteriores
13 - Quando o tripulante pratica, reiteradamente, infrações graves, ele estará sujeito à:
a) Multa de até 1000 (um mil) valores de referência
b) Cassação do Certificado de Habilitação Técnica (CHT)
c) Suspensão do Certificado de Habilitação Técnica (CHT)
d) Todas as anteriores
14 – O Certificado Médico Aeronáutico (CMA) exigido para que um comissário de voo
exerça suas atividades é o de:
a) Primeira Classe
b) Segunda Classe
c) Terceira Classe
d) Nenhuma das Anteriores
15 – Transportar carga, material perigoso ou proibido sem as devidas precauções e
autorizações, acarretará em:
a) Multa e cassação da licença do tripulante
b) Cassação do certificado e detenção da aeronave
c) Suspensão dos documentos da aeronave
d) Multa e interdição da aeronave
16 - O Código Brasileiro de Aeronáutica, ao tratar da responsabilidade civil, estabelece
que, para garantir uma eventual indenização de riscos futuros em relação a tripulantes,
passageiros, cargas, dentre outros, todo proprietário/operador de aeronave é obrigado a:
a) Estabelecer os valores dos bens para eventual indenização
b) Pedir autorização à ANAC para realizar o transporte
c) Contratar Seguro
d) Depositar em juízo o valor correspondente aos bens transportados
17 – A prática do crime de contrabando acarretará ao aeronauta infrator a pena de:
a) Cassação do Certificado
b) Multa e Suspensão do Certificado
c) Cassação da Licença de Voo
d) Suspensão do Certificado
18 – No caso da pena de suspensão do Certificado, o aeronauta ficará impossibilitado de
exercer suas funções:
a) Por noventa dias
b) Por trinta dias
c) Por cento e cinquenta dias
d) Por cento e oitenta dias, prorrogáveis por igual período
19 – Todo transporte cujos pontos de partida, intermediário e final sejam realizados em
território nacional, será considerado:
a) Nacional
b) Doméstico
c) Internacional
d) Aéreo Regular
20 – Para que ocorra a cassação da CHT, é preciso que ocorra um procedimento interno
chamado:
a) Procedimento administrativo
b) Sindicância
c) Exames Médicos e de Proficiência Técnica
d) Inquérito Administrativo, sendo assegurado ao envolvido ampla defesa e
contraditório.
21 – Segundo a Lei 7565/86, os tripulantes são passíveis das seguintes punições:
a) Somente cassação
b) Multa e suspensão
c) Multa, suspensão e cassação
d) Interdição, apreensão e multa
22 – O alijamento de coisas a bordo de aeronaves dependerá de prévia permissão da
autoridade competente, exceto:
a) Quando a aeronave estiver sobrevoando rios e mares
b) Quando se tratar de aero propaganda
c) Quando a aeronave sobrevoar áreas desabitadas
d) Em situações de emergência
23 – Em caso de pouso forçado ou de emergência, o proprietário ou possuidor do solo
não poderá opor-se à retirada da aeronave ou sua partida, desde que:
a) Autorizado pela autoridade competente
b) O comandante seja responsável pela operação
c) A autoridade policial local autorize
d) Seja-lhe dada garantia de reparação dos danos
24 – Salvo permissão especial, nenhuma aeronave poderá voar no espaço aéreo
brasileiro, aterrissar no território subjacente ou dele decolar, a não ser que tenha:
a) Sido registrada no Registro Aeronáutico Brasileiro e porte os certificados de
Aeronavegabilidade e Propriedade
b) Autorização expedida pelos órgãos de controle de Tráfego Aéreo
c) Certificados de matrícula e marcas de nacionalidade
d) Marcas de matrícula e de nacionalidade e esteja munida dos respectivos
certificados de Matrícula e Aeronavegabilidade
25 – O surgimento do direito aeronáutico deveu-se à necessidade de:
a) Permitir o uso das aeronaves para viagens internacionais
b) Normatizar os regulamentos de tráfego aéreo
c) Coordenar as relações internacionais do transporte aéreo de carga
d) Regulamentar o emprego do avião, após ser considerado veículo de transporte
aéreo
26 – O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos tem como sigla:
a) CENIPA
b) CIPAA
c) SIPAER
d) DIPAA
27 – Em caso de acidente, a guarda da aeronave e de seus destroços, objetivando
preservar indícios e evidências, é de responsabilidade:
a) Do SRPV da área
b) Do CENIPA
c) Da autoridade policial local
d) Do proprietário ou operador da aeronave
28 - O inspetor da Agência Nacional de Aviação Cível é conhecido como:
a) ASV
b) OSV
c) DOV
d) INSPAC
29 - Sempre que o voo se realize de acordo com as normas vigentes, ninguém poderá
opor-se, em razão de propriedade na superfície, a (ao):
a) Decolagem
b) Arremetida
c) Pouso
d) Sobrevoo
30 - Considera-se situadas no território do estado de sua nacionalidade, onde quer que
se encontrem, as aeronaves:
a) Comerciais limitadas
b) Públicas e Militares
c) Públicas e Privadas
d) Comerciais e Privadas
31 – Os aeródromos civis são classificados em:
a) Públicos e privados
b) Civis e militares
c) Domésticos e internacionais
d) Particulares e públicos
32 – Uma aeronave estrangeira poderá sobrevoar o espaço aéreo brasileiro desde que:
a) Exista acordo bilateral entre os países
b) Exista autorização do governo brasileiro
c) Exista autorização do comandante da aeronave
d) Seja autorizado pelo operador da aeronave
33 – A homologação e registro das aeronaves brasileiras é feita no:
a) ANAC
b) DECEA
c) RAB
d) CBA
34 – O transporte aéreo regular no Brasil pode ser:
a) Regional, doméstico e internacional
b) Regional, doméstico e nacional
c) Hidroviário, particular e doméstico
d) Doméstico e internacional
35 – Uma aeronave privada brasileira sobrevoando a cidade de Londres será
considerada em território:
a) Londrino
b) Brasileiro
c) Inglês
d) Internacional
36 – As normas relativas ao transporte de passageiros, malas postais e bagagens estão
previstas no:
a) Código Brasileiro de Aeronáutica
b) Código Civil
c) Lei do Aeronauta
d) Contrato de Transporte
37 – Os certificados de habilitação técnica, bem como o certificado médico
aeronáutico vigoram por prazos estabelecidos. Já as licenças:
a) Precisam de renovação a cada 24 meses
b) São válidas até os 60 anos do tripulante
c) Possuem caráter permanente
d) Apresentam o mesmo prazo de validade dos certificados
38 – O Certificado Médico Aeronáutico (CMA) é documento imprescindível para
obtenção:
a) CCP e CHT
b) CCT e Licença
c) Licença e CHT
d) Licença e CPP
39 – A contratação de instrutores estrangeiros, admitidos como tripulantes, em caráter
provisório, pela falta de instrutores brasileiros, não poderá exceder a:
a) 03 meses
b) 05 meses
c) 1 ano
d) 06 meses
40 – Das alternativas abaixo, qual a única atribuição que o Comandante não poderá
delegar aos demais membros da tripulação?
a) Guarda de documentos
b) Transporte de valores
c) Transporte de armas de passageiros
d) Segurança de Voo
NOVA LEI DO AERONAUTA
1 – O empregador deverá assegurar acomodações adequadas para o descanso do
aeronauta, caso o período de reserva seja superior a:
a) 04 horas
b) 05 horas
c) 03 horas
d) 06 horas
2 – De acordo com a nova lei do aeronauta, os tripulantes são classificados em:
a) Tripulantes de voo e técnico
b) Tripulante comercial e de cabine
c) Tripulantes de voo e de cabine
d) Tripulante técnico e comercial
3 – De acordo com a nova lei do aeronauta, o tripulante não poderá exceder ao seguinte
número de sobreavisos:
a) Não há limites
b) 08 mensais
c) 08 mensais e dois semanais
d) 06 mensais
4 – De acordo com a nova lei do aeronauta, o número de reservas que o tripulante
poderá ter em sua escala de voo será:
a) 04 mensais
b) 08 mensais
c) 12 mensais
d) Não há limites mensais para o número de reservas
5 – Em uma jornada, seguindo a nova lei do aeronauta, o limite de horas de voo para
tripulações mínima e simples é de:
a) 09h30min
b) 08h
c) 12h
d) 08h30min
6 – Quando o tripulante exercer suas atividades em diferentes tipos de aeronaves, como
por exemplo, a jato e convencional, deverá ser observado, com relação aos limites de
horas de voo:
a) O maior limite previsto na lei
b) O menor limite previsto na lei
c) Ficará a critério do operador da aeronave
d) Os limites são iguais para todos os tipos de aeronaves
7 – A critério exclusivo do comandante e de acordo com o previsto na nova lei do
aeronauta, os limites da jornada de trabalho poderão ser ampliados em até:
a) 60 minutos
b) 70 minutos
c) 85 minutos
d) 45 minutos
8 – O trabalho realizado pelo tripulante de voo ou de cabine, contado desde a saída de
sua base até o seu regresso, é denominado:
a) Viagem
b) Jornada
c) Trajeto casa-trabalho-casa
d) Horas de voo
9 – O período ininterrupto, após uma jornada, em que o tripulante fica desobrigado da
prestação de qualquer serviço, é denominado:
a) Folga
b) Férias
c) Repouso
d) Dispensa médica
10 – O período não inferior a 24 (vinte e quatro) horas consecutivas em que o tripulante,
em sua base contratual, sem prejuízo da remuneração, está desobrigado de qualquer
atividade relacionada com seu trabalho, é denominado:
a) Férias
b) Folga
c) Repouso
d) Sobreaviso
11 – O deslocamento do tripulante de sua base, por período mínimo de 30 (trinta) dias e
não superior a 120 (cento e vinte) dias, para prestação de serviços temporários, sem
mudança de domicílio, seguido de retorno à base tão logo cesse a incumbência que lhe
foi atribuída, é denominado:
a) Transferência permanente
b) Curso extracurricular
c) Transferência provisória
d) Férias
12 – O deslocamento do tripulante de sua base, por período superior a 120 (cento e
vinte) dias, com mudança de domicílio, é denominado:
a) Transferência permanente
b) Transferência provisória
c) Licença remunerada
d) Férias
13 – O tempo mínimo de repouso de uma tripulação que cumpriu uma jornada de
trabalho de mais de 15 (quinze) horas deverá ser de:
a) 15 horas
b) 19 horas
c) 26 horas
d) 24 horas
14 - O período não inferior a 3 (três) horas e não excedente a 12 (doze) horas em que o
tripulante permanece em local de sua escolha à disposição do empregador, devendo
apresentar-se no aeroporto ou em outro local determinado, no prazo de até 90 (noventa)
minutos, após receber comunicação para o início de nova tarefa, é denominado:
a) Reserva
b) Início da Jornada de Trabalho
c) Sobreaviso
d) Deslocamento
15 - A duração do trabalho do tripulante de voo ou de cabine, contada entre a hora da
apresentação no local de trabalho e a hora em que ele é encerrado, é denominada:
a) Viagem
b) Jornada
c) Tempo de Voo
d) Hora de Voo
16 – O conjunto de tripulantes de voo e de cabine que exercem função a bordo de
aeronave tem a denominação de:
a) Aeronautas
b) Aeroviários
c) Tripulação
d) Mecânicos de Voo, pilotos e comissários
17 – O período compreendido desde o início do deslocamento, quando se tratar de
aeronave de asa fixa, ou desde a partida dos motores, quando se tratar de aeronave de
asa rotativa, até o momento em que, respectivamente, se imobiliza a aeronave ou se
efetua o corte dos motores, ao término do voo, é denominado:
a) Jornada
b) Viagem
c) Hora de voo ou tempo de voo
d) Deslocamento a serviço
18 – O período em que o tripulante de voo ou de cabine permanece à disposição, por
determinação do empregador, no local de trabalho, é denominado:
a) Sobreaviso
b) Treinamento
c) Reunião previamente agendada
d) Reserva
19 – Na falta de tripulantes de voo brasileiros, instrutores estrangeiros poderão ser
admitidos em caráter provisório, por período restrito ao da instrução, de acordo com
regulamento exarado pela autoridade de aviação civil brasileira e desde que não
ultrapasse o período de:
a) 04 meses
b) 08 meses
c) 12 meses
d) 06 meses
20 – É o auxiliar do comandante, encarregado da operação e do controle de sistemas
diversos, conforme especificação dos manuais técnicos da aeronave e recebe a
denominação de:
a) Mecânico de Voo
b) Co-piloto
c) Navegador
d) Radioperador
21 – É o piloto responsável pela operação e pela segurança da aeronave, exercendo a
autoridade que a legislação lhe atribui;
a) Comandante
b) Co-piloto
c) Mecânico de Voo
d) Navegador
22 – Assinale a alternativa INcorreta:
a) Uma tripulação pode ser classificada como mínima, simples, composta ou de
revezamento.
b) A tripulação de revezamento só poderá ser empregada em voos internacionais.
c) Um tipo de tripulação só poderá ser transformado na origem do voo e até o
limite de 3 (três) horas, contadas a partir da apresentação da tripulação
previamente escalada.
d) Entende-se por base contratual o local onde o aeronauta exerce suas atividades.
23 – Assinale a alternativa Incorreta:
a) Jornada é a duração do trabalho do tripulante de voo ou de cabine, contada entre
a hora da apresentação no local de trabalho e a hora em que ele é encerrado.
b) Reserva é o período em que o tripulante de voo ou de cabine permanece à
disposição, por determinação do empregador, no local de trabalho.
c) Folga é o período não inferior a 24 (vinte e quatro) horas consecutivas em que o
tripulante, em sua base contratual, sem prejuízo da remuneração, está
desobrigado de qualquer atividade relacionada com seu trabalho.
d) Folga é o período não inferior a 12 (doze) horas consecutivas em que o
tripulante, em sua base contratual, sem prejuízo da remuneração, está
desobrigado de qualquer atividade relacionada com seu trabalho.
24 – Assinale a alternativa INcorreta:
a) A folga só terá início após a conclusão do repouso da jornada, e seus horários de
início e término serão definidos em escala previamente publicada.
b) As férias anuais do tripulante serão de 30 (trinta) dias consecutivos.
c) Repouso é o período ininterrupto, após o término da viagem, em que o tripulante
fica desobrigado da prestação de qualquer serviço.
d) A hora de trabalho noturno, para efeito de jornada, será computada como de 52
(cinquenta e dois) minutos e 30 (trinta) segundos.
25 - Para efeitos da Nova Lei do Aeronauta, considera-se noturno:
a) o período de tempo de voo realizado entre as 18 (dezoito) horas de um dia e as 6
(seis) horas do dia seguinte, considerado o fuso horário oficial da base contratual
do tripulante.
b) o período de tempo de voo realizado entre as 18 (dezoito) horas de um dia e as 6
(seis) horas do dia seguinte, considerado o fuso horário do local onde estiver o
tripulante.
c) O período compreendido entre o por e o nascer do sol.
d) A partir das 18h.
26 - Aos tripulantes são assegurados os seguintes limites mensais e anuais de horas de
voo:
a) 80 (oitenta) horas de voo por mês e 800 (oitocentas) horas por ano, em aviões a
jato;
b) 85 (oitenta e cinco) horas de voo por mês e 850 (oitocentas e cinquenta) horas
por ano, em aviões a jato;
c) 80 (oitenta e cinco) horas de voo por mês, 260 (duzentas e sessenta) trimestrais e
850 (oitocentas e cinquenta) horas por ano, em aviões a jato;
d) 90 (noventa) horas de voo por mês e 900 (novecentas) horas por ano, em aviões
a jato;
27 – Assinale a alternativa CORRETA:
a) A remuneração dos tripulantes poderá ser fixa ou ser constituída por parcela fixa
e parcela variável.
b) O período de tempo em solo entre etapas de voo em uma mesma jornada não
será remunerado, uma vez que o tripulante poderá descansar.
c) O limite de jornada de uma tripulação simples é de 11 (onze) horas.
d) O contrato de trabalho do aeronauta é firmado entre o operador da aeronave e o
trabalhador, podendo ser verbal ou formalizado por prestação de serviço.
28 – Assinale a alternativa CORRETA:
a) Um tipo de tripulação só poderá ser transformado na origem do voo e até o
limite de 04 (quatro) horas, contadas a partir da apresentação da tripulação
previamente escalada.
b) A tripulação de revezamento só poderá ser empregada em voos internacionais.
c) A tripulação de revezamento poderá ser empregada em voos internacionais e,
excepcionalmente, em voos domésticos.
d) O copiloto é o substituto eventual do comandante em todos os tipos de
tripulação.
29 – Assinale a alternativa CORRETA:
a) A duração do trabalho dos tripulantes de voo ou de cabine não excederá a 44
(quarenta e quatro) horas semanais e 176 (cento e setenta e seis) horas mensais.
b) Será observado o limite máximo de 3 (três) madrugadas consecutivas de
trabalho, e o de 6 (seis) madrugadas totais no período de 168 (cento e sessenta e
oito) horas consecutivas, contadas desde a apresentação do tripulante.
c) O tripulante não possui limite de sobreavisos mensais em sua escala de trabalho.
d) O tripulante possui o limite de 08 (oito) reservas mensais em sua escala de
trabalho.
30 – O período de repouso que um tripulante possui após uma jornada de 14 horas é de:
a) 12 horas
b) 24 horas
c) 16 horas
d) 18 horas
31 - O período de repouso que um tripulante possui após uma jornada de 16 horas é de:
a) 24 horas
b) 16 horas
c) 17 horas
d) Varia com a escala mensal publicada
32 - O período de repouso que um tripulante possui após uma jornada de 12 horas é de:
a) 13 horas
b) 12 horas
c) 17 horas
d) O operador da aeronave que decide o repouso.
33 - As empresas brasileiras, quando estiverem prestando serviço aéreo internacional,
poderão utilizar comissários de voo estrangeiros, desde que o número destes não
exceda:
a) a 1/3 (um terço) dos comissários de voo a bordo da mesma aeronave.
b) a 1/3 (um terço) dos comissários de voo do efetivo da cia aérea.
c) a 2/3 (dois terços) da tripulação do voo.
d) A metade dos comissários embarcados no voo internacional.
34 – É a determinada na forma da certificação de tipo da aeronave, homologada pela
autoridade de aviação civil brasileira, sendo permitida sua utilização em voos locais de
instrução, de experiência, de vistoria e de traslado. Esta tripulação recebe a
denominação de:
a) Tripulação simples
b) Tripulação mínima
c) Tripulação operacional
d) Tripulação para instrução
35 – É a tripulação constituída de uma tripulação simples, acrescida de um comandante,
de um mecânico de voo, quando o equipamento assim o exigir, e de, no mínimo, 25%
(vinte e cinco por cento) do número de comissários de voo. Esta tripulação é chamada:
a) Tripulação de revezamento
b) Tripulação mínima
c) Tripulação composta
d) Tripulação simples acrescida de extras
36 - Os limites da jornada de trabalho poderão ser ampliados em 60 (sessenta) minutos,
a critério exclusivo do comandante da aeronave, na seguinte hipótese:
a) Aleatoriamente
b) Para ganhar hora extra
c) Espera demasiadamente longa, fora da base contratual, em local de espera
regular intermediária, ocasionada por condições meteorológicas desfavoráveis e
trabalho de manutenção não programada;
d) Para adiantar a programação do dia seguinte
37 - Qualquer ampliação dos limites das horas de trabalho deverá ser comunicada, em
no máximo _________ horas após a viagem, pelo comandante ao empregador, que, no
prazo de __________ dias, comunicará a autoridade de aviação civil brasileira.
a) 72 – 20
b) 24 – 10
c) 36 – 15
d) 24 – 15
38 - É assegurada alimentação ao tripulante que esteja em situação de reserva ou em
cumprimento de uma programação de treinamento entre os seguintes horários:
a) entre as 12 (doze) e as 14 (catorze) horas e entre as 19 (dezenove) e as 21 (vinte
e uma) horas.
b) entre as 13 (treze) e as 14 (catorze) horas e entre as 20 (vinte) e as 21 (vinte e
uma) horas.
c) entre as 15 (quinze) e as 16 (dezesseis) horas e entre as 21 (vinte e uma) e as 22
(vinte e duas) horas
d) varia de acordo com a escala do tripulante e o tempo voado no mês.
39 – No caso de uma transferência provisória, o tripulante deve ser comunicado pelo
empregador com uma antecedência mínima de:
a) 60 dias
b) 45 dias
c) 30 dias
d) 15 dias
40 - No caso de uma transferência permanente, o tripulante deve ser comunicado pelo
empregador com uma antecedência mínima de:
a) 60 dias
b) 45 dias
c) 30 dias
d) 15 dias
41 - O pagamento da remuneração das férias será realizado até ____ dias antes de seu
início.
a) 30 (trinta)
b) 15 (quinze)
c) 02 (dois)
d) 05 (cinco)
42 – De acordo com a nova Lei do Aeronauta, o mínimo de folgas previsto para o
aeronauta é de:
a) 10 (dez) dias
b) 09 (nove) dias
c) 08 (oito) dias
d) 12 (doze) dias
43 - De acordo com a nova Lei do Aeronauta, o mínimo de folgas previsto para o
aeronauta empregado no serviço de transporte aéreo público regular e não regular
é de:
a) 10 (dez) dias
b) 09 (nove) dias
c) 08 (oito) dias
d) 12 (doze) dias
44 – Uma tripulação de revezamento é composta de:
a) uma tripulação simples acrescida de um comandante, de um mecânico de voo,
quando o equipamento assim o exigir, e de, no mínimo, 25% (vinte e cinco por
cento) do número de comissários de voo.
b) uma tripulação simples acrescida de um comandante, de um piloto, de um
mecânico de voo, quando o equipamento assim o exigir, e de 50% (cinquenta
por cento) do número de comissários de voo.
c) Tripulantes de acordo com o previsto na forma da certificação do tipo de
aeronave, e homologada pela autoridade de aviação civil brasileira.
d) uma tripulação mínima acrescida, quando for o caso, dos tripulantes necessários
à realização do voo.
45 – Assinale a alternativa CORRETA:
a) escala, no mínimo mensal, divulgada com antecedência mínima de 5 (cinco)
dias, determinando os horários de início e término de voos, serviços de reserva,
sobreavisos e folgas, sendo vedada a consignação de situações de trabalho e
horários não definidos;
b) escala, no mínimo semanal, divulgada com antecedência mínima de 2 (dois)
dias, determinando os horários de início e término de voos, serviços de reserva,
sobreavisos e folgas, sendo vedada a consignação de situações de trabalho e
horários não definidos;
c) escala, no mínimo mensal, divulgada com antecedência mínima de 5 (cinco)
dias, determinando os horários de início e término de voos, serviços de reserva,
sobreavisos e folgas, podendo existir a consignação de situações de trabalho e
horários não definidos;
d) escala, no mínimo semanal, divulgada com antecedência mínima de 5 (cinco)
dias, determinando os horários de início e término de voos, serviços de reserva,
sobreavisos e folgas, sendo vedada a consignação de situações de trabalho e
horários não definidos;
46 – A jornada de trabalho será considerada encerrada:
a) Com o regresso do tripulante a sua base contratual;
b) Com a total imobilização da aeronave, após o pouso.
c) 30 (trinta) minutos após a parada final dos motores, no caso de voos domésticos,
e 45 (quarenta e cinco) minutos após a parada final dos motores, no caso de voos
internacionais.
d) 30 (trinta) minutos após a parada final dos motores, no caso de voos domésticos
e internacionais.
47 – Assinale a alternativa INcorreta:
a) Quando ocorrer o cruzamento de 3 (três) ou mais fusos horários em um dos
sentidos da viagem, o tripulante terá, na base contratual, o repouso acrescido de
2 (duas) horas por cada fuso cruzado.
b) A hora de reserva será paga na mesma base da hora de voo.
c) As horas de sobreaviso serão pagas à base de 1/3 (um terço) do valor da hora de
voo.
d) Quando ocorrer o cruzamento de 3 (três) ou mais fusos horários em um dos
sentidos da viagem, o tripulante terá, na base contratual, o repouso acrescido de
1 (uma) hora por cada fuso cruzado.
48 – Sobre a remuneração, assinale a alternativa correta:
a) O tripulante extra a serviço não terá direito à remuneração.
b) A empresa pagará a remuneração do trabalho não realizado por motivo alheio à
vontade do tripulante, se outra atividade equivalente não lhe for atribuída.
c) As frações de hora não serão computadas para efeito de remuneração.
d) Quando em voo, a alimentação deverá ser servida em intervalos máximos de 3
(três) horas.
49 – Os limites de horas de voo e de pousos em uma mesma jornada de trabalho, para
uma tripulação composta, serão de:
a) 11 (onze) horas de voo e 5 (cinco) pousos.
b) 12 (doze) horas de voo e 6 (seis) pousos.
c) 8 (oito) horas de voo e 4 (quatro) pousos
d) 7 (sete) horas sem limite de pousos.
50 - A regra é que o contrato de trabalho possua prazo indeterminado para sua vigência,
entretanto, em alguns casos o mesmo poderá ser por prazo determinado, mas não poderá
ser superior a:
a) 03 anos
b) 04 anos
c) 02 anos
d) 01 ano