PROJETO EXECUTIVO DE RESTAURAÇÃO FLORESTAL / PRF
RODOPORTO JAMAPARÁ LTDA
SAPUCAIA - 2022
IDENTIFICAÇÃO DO PROPONENTE
1. ENQUADRAMENTO DO PROJETO
Razão da apresentação do PRF Nº do processo (se houver)
( ) AA ( ) TAC ( ) TCA ( ) PSA ( ) RL ( ) Voluntário ( ) Proc.
CL – Nº da Licença: ____________ 0800235-83.2022.8.19.0057
(x ) Outra: Ação Civil Pública
Legenda: AA: Autorização Ambiental; TAC: Termo de Ajustamento de Conduta; TCA: Termo
de Compromisso Ambiental; PSA: Pagamento por Serviços Ambientais;; RL: Reserva Legal;
CL: Condicionante de Licença.
1.1. IDENTIFICAÇÃO DO REQUERENTE / PROPRIETÁRIO / EMPREENDEDOR
Nome ou razão social do responsável
RODOPORTO JAMAPARÁ LTDA
RG CPF ou CNPJ
XXXXXXXXXXXXXX 08.883.805/0001-32
Endereço Município
ROD BR 116 E BR 393, S/N, TAQUARA SAPUCAIA
CEP Telefone E-mail
25.880-000 (32) 3462-9476
1.2. IDENTIFICAÇÃO DO ELABORADOR DO PROJETO (Responsável Técnico)
Nome ou razão social do responsável
NÉLIDA ABREU MARQUES
RG 828998947-49
Endereço Município
RUA MAJOR FAJARDO, 231, PORTO VELHO DO CARMO
CUNHA
CEP Telefone E-mail
28644-000 (22)981252215 bionelconsultoria@[Link]
Nome do conselho e n° do registro N° da ART
CRBio/02 - 42206 2-52626/22-E
IMPORTANTE: Inserir como anexo deste projeto cópia da ART devidamente assinada pelo
responsável técnico e pelo contratante.
1.3. DADOS DO IMÓVEL
Nome da propriedade
Parque Natural Municipal do Livramento
Endereço Município CEP
RJ 148 Carmo 28.640-000
Área total do imóvel (ha) Área total deste projeto (ha) Área total do compromisso
193,2 4,2 ha (ha) 4,2 ha
2. CARACTERIZAÇÃO DA ÁREA
2.1. DIAGNÓSTICO REGIONAL
Caracterização climática de Aw Precipitação média 101,75
Köppen (mm/ano)
Distribuição anual das chuvas (mm/mês)
J F M A M J J A S O N D
202 110 126 63 45 22 25 28 67 112 193 228
Distribuição das temperaturas médias mensais (°C)
J F M A M J J A S O N D
24,1 24,4 23,6 22,2 19,6 18,6 18,2 19,1 20,6 22 22,1 23,3
Insolação (orientação) Ventos Ventos Fracos
predominantes
Formação vegetal segundo o Manual Técnico da Vegetação Brasileira (IBGE)
FLORESTA ESTACIONAL SEMIDECIDUAL
Espécies vegetais endêmicas/ ameaçadas
Espécies vegetais predominantes da região
da região
Nome vulgar Nome científico Nome vulgar Nome científico
Pau-de-fumo, vassoura-preta Piptocarpha macropoda Baker Jacarandá da Bahia Dalbergia nigra (Vell.)
Allemao ex Benth.
Goiabeira, goiaba Psidium guajava L. Juçara, palmiteiro Euterpe edulis
Macaúba Acrocomia aculeata Lodd. Ex Jequitibá-açú Cariniana ianeirensis
Mart. [Link]
Urucum Bixa orellana L.
Pau-viola Cytharexyllum myrianthum
Cham.
Jaracatiá Jaracatia spinosa (Aubl.) A. DC.
Paineira Ceiba speciosa
Pau marfim Balfourodendron riedelianum
Engl.
Camboatã Picramnia ramiflora
Canafístula Cassia ferruginea Schrad. ex DC.
Marmelinho Diospyros inconstans
Pau d’alho Gallesia integrifólia (Spreng.)
Harms
Ipê-mandioca Cybistax antisyphilitica
Aroeira Schinus terebinthifolius Raddi
Açoita-cavalo Luehea divaricata Mart.
Jacarandá da Bahia Dalbergia nigra (Vell.) Allemao
ex Benth.
Jatobá Hymenaea courbaril L.
Canelinha Nectandra megapotamica
(Espreng.) Mez
Barbatimão Stryphnodendron adstringens
Paratudo Hortia arborea
Sapucaia Lecythis pisonis
Jequitibá-rosa Cariniana estrellensis Kuntze.
Garapa Apuleia leiocarpa (Vogel)
[Link].
Jequitibá-branco Cariniana estrellensis (Raddi)
Kuntze.
Cedro Cedrela fissilis Vell.
Pitanga Eugenia uniflora L.
Juçara, palmiteiro Euterpe edulis Mart.
Jequitibá-açú Cariniana ianeirensis [Link]
Carrapateira Metrodorea nigra St. Hil.
Jabuticabeira, jabuticaba-sabará Myciaria jaboticaba (Vell.) O.
Berg.
Copaíba Copaifera langsdorffii
2.2. DIAGNÓSTICO DA ÁREA
Orientação geral das vertentes Vegetação/Uso predominante na área do projeto
Área de pastagem com espécie invasora - Brachiária
Microbacia/Bacia hidrográfica Região hidrográfica
RH IV - Piabanha Paraíba do Sul
Coordenadas em UTM da área a ser recuperada (DATUM Sirgas 2000)
Vértice Zona X Y
1 23K 741435.33070 7569187.920075
2 23K 741440.919138 7569240.886217
3 23K 741736.678761 7569236.288917
4 23K 741740.567532 7569172.117701
5 23K 741769.51406 7569104.73397
6 23K 741542.352808 7569120.65534
7 23K 741428.464809 7569125.400683
8 23K 741381.248743 7569116.859083
9 23K 741329.870073 7569113.767738
10 23K 741329.509582 7569135.865849
ANÁLISE DO SOLO (OPCIONAL)
Tipo de solo Data da análise
Resultados da análise química do solo (fertilidade)
pH MO P K Ca M CTC V B Cu Fe Mn Zn
Setor g
CaCl² [Link]³ [Link]³ --------- [Link]³ --------- % --------- [Link]³ ---------
IMPORTANTE: Insira nos anexos o(s) laudo(s) assinado(s)
Recomendação de adubação
Plantio Pós-plantio (adubação de cobertura)
N P K Outros Outros N P K Outros Outros
Setor
kg/ ha kg/ ha
A área está no interior ou na zona de amortecimento de Unidade de Em caso afirmativo, qual(is) UC`s? Parque Natural
Conservação (UC): ( x ) SIM ( ) Não Municipal do Livramento - Carmo - RJ
3. PLANTA DE SITUAÇÃO DA ÁREA (incluir a setorização proposta, caso exista)
Indicar: Áreas de Preservação Permanentes (APP), hidrografia, vias de acessos e remanescentes
de vegetação nativa.
Assinatura e carimbo do Responsável Técnico:
IMPORTANTE: Encaminhar via da planta em meio digital em formato shapefile no Datum
SIRGAS 2000
4. MÉTODO (indicar a área em hectares utilizada em cada técnica, se houver)
Setor PT EN CR¹ NU SD TR Outra² Esp. Dens. Subtotal
1 x 4,2
TOTAL 4,2
Legenda: PT: Plantio total; EN: Enriquecimento; CR: Condução da regeneração; NU: Nucleação;
SD: Semeadura direta; TR: Transplantio; Esp: espaçamento; Dens: Densidade de indivíduos/ha
¹ No caso de emprego de CR exclusivamente, favor preencher as informações do item 10 deste documento
(CONDIÇÕES ESPECÍFICAS PARA O USO EXCLUSIVO DA TÉCNICA DE CONDUÇÃO DA REGENERAÇÃO
NATURAL) ao final deste documento.
² Especifique aqui a técnica a ser utilizada: Modelo sucessional - Plantio com alternância sw espécies pioneiras e não
pioneiras na mesma linha
5. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS, DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS E DAS OPERAÇÕES DE CAMPO
Indicar: atividades como aceiros, cercamento, preparo do solo; capina, roçada, coroamento, coveamento, adubação,
plantio, combate à formigas, uso de condicionador de solo, replantio, dentre outras.
Fase de implantação
Atividade Descrição
1- Controle de Formigas: O combate deve ser feito na área de
Preparo da área para plantio
plantio e em um raio de 100 metros ao redor da área plantada.
O controle deverá ser feito antes do revolvimento do solo, ou seja,
antes de se iniciar o preparo do solo para o plantio das mudas.
Recomenda-se o uso e iscas granuladas à base de Sulfuramida ou
Fipronil. Tais iscas podem ser encontradas comercialmente nas
formas granulada solta e granulada acondicionada (saquinhos de 10
gramas, conhecidos como MIP´s- micro porta iscas), devendo ser
distribuídas pela área para que as formigas as levem para dentro do
formigueiro. Trata-se do método mais utilizado atualmente no
combate a formigas cortadeiras em florestas, tanto comerciais como
nativas plantadas, devido à facilidade de aplicação, à baixa
toxicidade, aos bons resultados de controle obtidos com a sua
aplicação, pois degradam-se mais rapidamente no solo, entretanto,
para não haver riscos à fauna deve-se atentar para o uso de
porta-iscas adequado como MIP´s (micro porta iscas). A dosagem
recomendada é de 10,0 g de isca/m2 de terra solta, quando
observada a presença de formigueiros na área ou em áreas
adjacentes ao plantio.
2- Coroamento: o coroamento consiste na remoção (manual) ou
controle (químico) de toda e qualquer vegetação que existe em um
raio de no mínimo 50 cm ao redor da muda ou indivíduo
regenerante que se deseja conduzir, para evitar a competição por
água, luz e nutrientes com a vegetação herbácea. O coroamento
ocorrerá sempre que necessário, principalmente na estação chuvosa.
3- Marcação das covas - o espaçamento deverá ser de 0,40 x 0,40 x
0,40 cm.
1- O plantio deverá ser realizado no final do mês de outubro - final
do período seco no município.
Plantio
2- Adubação no momento do plantio - O fertilizante a ser utilizado
deverá ser misturado previamente ao solo antes do plantio.
Deverá ser utilizado 200 gramas/cova do fertilizante N:P:K 6:30:6
ou outro equivalente com elevado teor de Fósforo (P). O adubo deve
ser incorporado ao solo retirado durante o coveamento e
reintroduzido na cova.
3- As mudas a serem plantadas, devem seguir o espaçamento de 3
metros entre linhas e 2 metros entre plantas na mesma linha.
4- Logo após o plantio deverá acontecer a rega.
Fase de manutenção
Atividade Descrição
Para eliminar a vegetação indesejada, deve-se realizar a capina
sempre que necessário, principalmente na estação chuvosa,
eliminando as ervas invasoras e daninhas que surgirem em um raio
de 50 centímetros em torno do núcleo formado pelas mudas. O
Coroamento material gerado pela capina deve permanecer no solo como
cobertura morta, pois esta cobertura auxilia na redução da
temperatura do solo, mantém a umidade, reduz o escoamento da
água e contribui para o aumento do teor de matéria orgânica do solo
e da atividade microbiana.
A adubação de cobertura deve ser realizada tanto para incremento
do desenvolvimento dos indivíduos plantados, quanto para os
indivíduos regenerantes, não diferindo na metodologia adotada.
Deve-se proceder a adubação de cobertura no início da próxima
estação chuvosa após o plantio. A adubação deve ser feita na área de
Adubação de Cobertura coroamento, próxima à muda. A formulação utilizada será de NPK
20-5-20, na quantidade de 200 gramas/árvore. Após a adubação,
este deve ser coberto com terra.
Para que a adubação não favoreça o crescimento de plantas
invasoras, a aplicação do adubo deverá ser realizada após a capina
ou sob condições de baixa infestação de mato.
Sempre que necessário deve-se realizar a irrigação das mudas,
Irrigação especialmente em épocas de estiagens. Por ser uma operação cara, é
recomendado o plantio em época chuvosa.
Deve ser realizado até 45 dias depois do plantio, realizando-se a
irrigação dessas mudas com 4 a 5 litros de água por cova, caso haja
Replantio necessidade. Não é necessário fazer a adubação de base
novamente.A substituição deve ser preferencialmente por mudas da
mesma espécie.
Fase de monitoramento
Atividade Descrição
Manter uma área de 50cm sempre limpo, em torno das mudas.
Limpeza das coroas Deverá ser realizado sempre que necessário.
Retirar qualquer especie competidora, de forma a favorecer o
Controle de competidores
crescimento rápido e saudável das mudas.
Combate às formigas Deverá ser feito bimestralmente.
A adubação de cobertura deverá ser realizada a cada 6 (seis) meses.
Adubação de cobertura A formulação utilizada será de NPK 20-5-20, na quantidade de 200
gramas/árvore.
6. ESPÉCIES VEGETAIS A SEREM EMPREGADOS NO PROJETO (exceto para CR)
Síndrome de Grupo
N° Nome científico Nome vulgar Setor Quantidade de mudas
dispersão ecológico
Pau-de-fumo, Piptocarpha
vassoura-preta macropoda P 1 184
Baker
Goiabeira, goiaba Psidium
P 1 184
guajava L.
Macaúba Acrocomia
P 1 184
aculeata
Lodd. Ex
Mart.
Urucum Bixa
P 1 184
orellana L.
Pau-viola Cytharexyllu
m
P 1 184
myrianthum
Cham.
Jaracatiá Jaracatia
spinosa
P 1 184
(Aubl.) A.
DC.
Paineira Ceiba
P 1 184
speciosa
Pau marfim Balfouroden
dron
P 1 184
riedelianum
Engl.
Camboatã Picramnia
P 1 184
ramiflora
Canafístula Cassia
ferruginea
P 1 184
Schrad. ex
DC.
Marmelinho Diospyros
P 1 184
inconstans
Pau d’alho Gallesia
integrifólia
P 1 184
(Spreng.)
Harms
Ipê-mandioca Cybistax
antisyphilitic P 1 184
a
Aroeira Schinus
terebinthifoli P 1 184
us Raddi
Açoita-cavalo Luehea
divaricata P 1 184
Mart.
Jacarandá da Dalbergia
Bahia nigra (Vell.)
P 1 184
Allemao ex
Benth.
Jatobá Hymenaea
P 1 184
courbaril L.
Canelinha Nectandra
megapotami
ca P 1 184
(Espreng.)
Mez
Barbatimão Stryphnoden
dron P 1 184
adstringens
Paratudo Hortia
C 1 292
arborea
Sapucaia Lecythis
C 1 292
pisonis
Jequitibá-rosa Cariniana
estrellensis C 1 292
Kuntze.
Garapa Apuleia
C 1 292
leiocarpa
(Vogel)
[Link].
Jequitibá-branco Cariniana
estrellensis
C 1 292
(Raddi)
Kuntze.
Cedro Cedrela
C 1 292
fissilis Vell.
Pitanga Eugenia
C 1 292
uniflora L.
Juçara, palmiteiro Euterpe
C 1 292
edulis Mart.
Jequitibá-açú Cariniana
ianeirensis C 1 292
[Link]
Carrapateira Metrodorea
nigra St. C 1 292
Hil.
Jabuticabeira, Myciaria
jabuticaba-sabará jaboticaba
C 1 292
(Vell.) O.
Berg.
Copaíba Copaifera
C 1 292
langsdorffii
7. CRONOGRAMA DETALHADO
Fase de implantação
Anos Ano 1 Ano 2 Ano 3 Ano 4
Atividade Setor 1º 2º 3º 4º 1º 2º 3º 4º 1º 2º 3º 4º 1º 2º 3º 4º
tri tri tri tri tri tri tri tri tri tri tri tri tri tri tri tri
Controle de
x x
Formigas
Coroamento x
Adubação x
Plantio x
Irrigação x
Fase de manutenção
Anos Ano 1 Ano 2 Ano 3 Ano 4
Atividade Setor 1º 2º 3º 4º 1º 2º 3º 4º 1º 2º 3º 4º 1º 2º 3º 4º
tri tri tri tri tri tri tri tri tri tri tri tri tri tri tri tri
Controle de
x x x x
Formigas
Irrigação x x
Adubação x x
Replantio x x
Controle de
x x
espécies exóticas
Fase de monitoramento
Anos Ano 1 Ano 2 Ano 3 Ano 4
Atividade Setor 1º 2º 3º 4º 1º 2º 3º 4º 1º 2º 3º 4º 1º 2º 3º 4º
tri tri tri tri tri tri tri tri tri tri tri tri tri tri tri tri
Limpeza das
x x x x x x x x
coroas
Controle de
x x x x x x x x
competidores
Combate às
x x x x
formigas
Adubação x x x x
8. REGISTRO FOTOGRÁFICO (insira fotos da área do projeto)
Legenda:Visão lateral esquerda para o Legenda:Visão lateral direita Legenda: Visão lateral direita para o mar
mar
9. EQUIPE TÉCNICA
Nome Função Formação N° registro de classe
Nélida Abreu Marques Projeto Bióloga 42206 - CRBio-02
IMPORTANTE: Incluir nos anexos a cópia da carteira profissional da equipe técnica
Assinatura e carimbo do Responsável Técnico
10 08 2022
Data: ____/____/_____.
NELIDA ABREU Assinado de forma digital por
NELIDA ABREU
MARQUES:828998 MARQUES:82899894749
Dados: 2022.08.11 11:23:03
94749 -03'00'
___________________________________________________
10. CONDIÇÕES ESPECÍFICAS PARA O USO EXCLUSIVO DA TÉCNICA DE
CONDUÇÃO DA REGENERAÇÃO NATURAL
No caso do emprego exclusivo da técnica de condução da regeneração natural na área do
projeto, o elaborador deverá considerar o disposto no artigo 10 da Resolução INEA n° 143
de 14 de junho de 2017.
“Artigo 10 - Para a proposição de projetos que utilizem
exclusivamente a técnica de condução da regeneração natural de
espécies nativas, os proponentes deverão demonstrar nos projetos
executivos, a partir dos dados de campo e informados pelo
restaurador, que os parâmetros avaliados na área do projeto
atendam as seguintes condições:
I – densidade de indivíduos arbóreos superior a 600 indivíduos
por hectare; e
II - riqueza de espécies arbóreas igual ou superior a 3 espécies.
Parágrafo único: Caso a área a ser restaurada não atenda as
condições especificas dispostas nos incisos I e II, do caput, a
restauração poderá ser realizada mediante combinação da técnica
de condução da regeneração natural de espécies nativas com
outras técnicas dispostas no art. 7°.”
Descrição geral da metodologia de levantamento prévio da vegetação regenerante:
Intensidade amostral:
O número de parcelas utilizadas no levantamento prévio da vegetação regenerante deve
ser o mesmo utilizado no monitoramento das áreas a serem restauradas e calculado
conforme a fórmula a seguir:
IA = (AP-1) + 5, onde:
IA – intensidade amostral (número de parcelas);
AP – área do projeto (hectares);
Resultado do Levantamento:
I - Densidade de indivíduos arbóreos:
II - Riqueza de espécies arbóreas:
11. ANEXOS
Insira: lista de documentos requeridos, outras informações e observações relevantes
Bibliografia
[Link] > Brasil >Rio de Janeiro >Armação dos Búzios
<[Link] Acesso em
01/08/2022
Base de Dados Geoespaciais <Portal GEOINEA - Instituto Estadual do Ambiente> Acesso
em 12/07/2022
Rio de Janeiro (Estado). Secretaria Estadual do Ambiente. O estado do ambiente: indicadores
ambientais do Rio de Janeiro / Organizadoras: Júlia Bastos e Patrícia Napoleão. – Rio de
Janeiro: SEA; INEA, 2011.
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. INSTRUÇÃO NORMATIVA. SETEMBRO DE
2008
Livro Vermelho da Flora Endêmica do Estado do Rio de Janeiro | Organização Gustavo
Martinelli...[et al.] . -- Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro: SEA – Secretaria
de Estado do Ambiente: Andrea Jakobsson Estúdio, 2018.
Manual Técnico da Vegetação Brasileira. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística -
IBGE. 2012
IBGE <[Link] Acesso em 08/08/2022
Planeje seu plantio. Iandebo Florestal <[Link] Acesso em
09/08/2022