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Prevenção e Controle de Perdas no Trabalho

O documento apresenta informações sobre prevenção e controle de perdas, abordando conceitos como hierarquia de controle de riscos e seus níveis, evolução do prevencionismo no trabalho, elementos para um bom gerenciamento de riscos e conteúdo programático sobre análises de riscos.

Enviado por

Jadna Paixão
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Prevenção e Controle de Perdas no Trabalho

O documento apresenta informações sobre prevenção e controle de perdas, abordando conceitos como hierarquia de controle de riscos e seus níveis, evolução do prevencionismo no trabalho, elementos para um bom gerenciamento de riscos e conteúdo programático sobre análises de riscos.

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P.C.

P
PREVENÇÃO E CONTROLE DE PERDAS II

Raimundo Junior
Engenheiro Ambiental
Engenheiro de Segurança do Trabalho
Objetivos
Objetivo
Dicas para aproveitar melhor o treinamento
Proporcionar aos alunos conhecimentos teóricos e práticos em
prevenção e controle de perdas. Levá-los a compreender os
princípios da prevenção de perdas.

Conhecer e saber identificar condições de riscos que geram


perdas. Desenvolver habilidades na identificação, controle e
prevenção de riscos de perdas dentro e fora da organização.
Conteúdo
Conteúdo Programático

1. Prioridades, Características e Classificação de Riscos;


2. Estudos e Elaboração de Mapas de Riscos;
3. Procedimentos e processos de gerenciamento de riscos:
MASP e PDCA;
3.1 Técnicas de Análise de controle de Riscos;
4. Técnicas de Incidentes Críticos – TIC;
5. Análise Preliminar de Riscos – APR;
6. Análise de Modos de Falhas e Efeitos – AMFE;
7. Análise de Árvore de Falha – AAF;
8. Análise de Operacionalidade – AO;
9. Análise de Confiabilidade – AC;
10. Análise de Fluxo;
P.C.P II

 A evolução e Conceituação
 As atividades inerentes ao ser humano, desde os primórdios, estão intrinsecamente
ligadas com um potencial de riscos. E, com relativa frequência, elas resultaram
em lesões físicas, perdas temporárias ou permanentes de capacidade para executar
as tarefas e morte. Nesse contexto, as atividades de caça e pesca, cruciais à
sobrevivência do homem primitivo, eram afetadas pelos acidentes que, muitas vezes,
diminuíam a capacidade produtiva devido a lesões físicas. Quando o homem das
cavernas se transformou em artesão, descobrindo o minério e os metais,
ele pôde facilitar seu trabalho pela fabricação das primeiras ferramentas.
E, dessa forma, surgiram as primeiras doenças do trabalho, provocadas pelos
materiais utilizados para confecção de artefatos e ferramentas.
 A informação mais antiga sobre a necessidade da segurança no trabalho,
alusiva à preservação da saúde e da vida do trabalhador, está registrada
num documento egípcio, o papiro Anastácius V, quando descreve as
condições de trabalho de um pedreiro: “Se trabalhares sem vestimenta,
teus braços se gastam e tu te devoras a ti mesmo, pois, não tens outro pão
que os seus dedos”. Assim, o homem evoluiu para a agricultura e o
pastoreio, alcançou a fase do artesanato e atingiu a era industrial, sempre
acompanhado de novos e diferentes riscos que afetam sua vida e saúde.
A evolução do prevencionismo

 O início da Revolução Industrial em 1780, a invenção da máquina a vapor


por James Watts em 1776 e do regulador automático de velocidade em
1785, marcaram profundas alterações tecnológicas no mundo. Foi esse
avanço tecnológico que permitiu a organização das primeiras fábricas
modernas, a extinção das fábricas artesanais e o fim da escravatura,
significando uma revolução econômica, social e moral. Também foi com o
surgimento das primeiras indústrias que os acidentes de trabalho e as
doenças profissionais se alastraram, tomando grandes proporções. Os
acidentes de trabalho e as doenças eram provocados por substâncias e
ambientes inadequados devido às condições em que as atividades fabris se
desenvolviam. Grande, também, era o número de doentes e mutilados.
 Melhoras surgiram com trabalhadores especializados e treinados para
manusear equipamentos complexos que necessitavam cuidados especiais
para garantir maior proteção e melhor qualidade. Tentativas isoladas para
controlar os acidentes e doenças ocupacionais eram realizadas. Porém,
essa situação de acidentes e baixas perdurou até a Primeira Guerra
Mundial. Após a Primeira Guerra Mundial, surgem as primeiras tentativas
científicas de proteção ao trabalhador, com esforços voltados ao estudo das
doenças, das condições ambientais, do layout de máquinas, equipamentos
e instalações, bem como das proteções necessárias para evitar a
ocorrência de acidentes e incapacidades.
• O movimento prevencionista durante a Segunda Guerra Mundial, devido
a percepção de que a capacidade industrial dos países em luta seria o
ponto crucial para determinar o vencedor. Essa capacidade seria mais
facilmente adquirida com um maior número de trabalhadores em
produção ativa. A partir desse fato, a higiene e segurança do trabalho
transformou-se em uma função importante nos processos produtivos.
Nos países da América Latina a preocupação com os acidentes do
trabalho e doenças ocupacionais ocorreu mais tardiamente. No Brasil, os
primeiros passos surgem no início da década de 1930 sem grandes
resultados. Na década de 1970, o Brasil foi apontado como o campeão
em acidentes do trabalho.
Das etapas para um bom G.R

Elementos a serem aplicados na Prevenção de


Perdas.

 ANTECIPAÇÃO;

RECONHECIMENTO;

AVALIAÇÃO;

CONTROLE; Nas operações e Atividades


“In Loco”.
• A segurança do trabalho, para ser entendida como prevenção de
acidentes na indústria, deve preocupar-se com a preservação da
integridade física do trabalhador, mas também precisa ser considerada
como fator de produção. Os acidentes, provocando ou não lesão no
trabalhador, influenciam negativamente na produção através da perda de tempo
e outras consequências tais como: perdas materiais, diminuição da eficiência do
trabalhador acidentado ao retornar ao trabalho, aumento da renovação de mão
de obra, elevação dos prêmios de seguro de acidente e moral dos trabalhadores
afetada. As cifras correspondentes aos acidentes do trabalho representam um
entrave ao plano de desenvolvimento socioeconômico de qualquer país. Pois,
aparecem sob a forma de gastos com assistência médica e reabilitação dos
trabalhadores incapacitados, indenizações e pensões pagas aos acidentados ou
suas famílias, prejuízos financeiros decorrentes de paradas na produção, danos
materiais aos equipamentos, perdas de materiais, atrasos na entrega de produtos
e outros imprevistos que prejudicam o andamento normal do processo produtivo.
Hierarquia de Controle de riscos

 O que é e Quais são os níveis


 A segurança e saúde ocupacional são aspectos fundamentais em qualquer local de trabalho. Garantir um
ambiente seguro e saudável para os trabalhadores é uma responsabilidade compartilhada entre
empregadores, colaboradores e órgãos reguladores. Nesse contexto, a hierarquia de controle de riscos é
uma abordagem estruturada que busca eliminar ou reduzir os riscos presentes nas atividades laborais,
seguindo uma ordem de prioridade clara.

A hierarquia de controle de riscos estabelece uma série de medidas que devem ser tomadas para minimizar os
perigos e proteger os trabalhadores. Essas medidas são organizadas em diferentes níveis, cada um com seu
próprio grau de eficácia e impacto na prevenção de acidentes e doenças ocupacionais.
Neste artigo, iremos explorar em detalhes a hierarquia de controle de riscos e seus diversos níveis. Vamos
examinar cada nível de controle, entender sua aplicação prática e discutir exemplos relevantes.
Compreender a hierarquia de controle é fundamental para que as empresas possam tomar decisões
informadas sobre as melhores estratégias de segurança e saúde ocupacional, a fim de proteger seus
trabalhadores e cumprir as normas regulamentadoras.
Através da aplicação correta da hierarquia de controle de riscos, as organizações podem criar ambientes
de trabalho mais seguros, prevenir acidentes e doenças relacionadas ao trabalho, e promover uma
cultura de segurança que valoriza o bem-estar dos colaboradores.
O que é hierarquia de controle?

 A hierarquia de controle de riscos é um conceito amplamente


utilizado na área de segurança e saúde ocupacional, que
estabelece uma ordem de prioridade para a implementação de
medidas de controle visando a minimização dos riscos
presentes em um ambiente de trabalho.
Essa abordagem sistemática busca eliminar ou reduzir os riscos
em sua fonte, garantindo um ambiente mais seguro para os
trabalhadores.
A hierarquia de controle é composta por diferentes níveis, cada um
representando uma estratégia de controle que deve ser
considerada na sequência indicada. Os níveis da hierarquia, em
ordem de prioridade, são os seguintes:
 1. Eliminação: O nível mais eficaz e desejável é a eliminação do risco, ou seja, remover
completamente a fonte do perigo do ambiente de trabalho. Isso pode envolver a substituição de
um equipamento ou processo perigoso por uma alternativa mais segura ou a reorganização das
tarefas de forma a eliminar a exposição aos riscos.
 2. Substituição: Quando a eliminação do risco não é possível, o próximo nível é a substituição.
Nessa etapa, busca-se substituir o equipamento, material ou substância perigosa por algo
menos perigoso. Isso pode ser feito através da substituição de máquinas antigas por modelos
mais seguros, por exemplo.
 3. Controle de Engenharia: Se a eliminação ou substituição não forem viáveis, o controle de
engenharia é implementado. Essa medida envolve a modificação do ambiente de trabalho, dos
equipamentos ou dos processos, a fim de reduzir a exposição ao risco. Exemplos incluem o uso
de barreiras físicas, ventilação adequada, instalação de sistemas de segurança e automação de
processos.
 4. Controle Administrativo: Nesse nível, as medidas de controle são implementadas através de
procedimentos e práticas de trabalho. Isso pode incluir a definição de políticas, treinamentos,
criação de regras e procedimentos operacionais padrão, bem como a limitação de acesso a
áreas de risco.
 5. Equipamentos de Proteção Individual (EPIs): Caso as medidas anteriores não sejam
suficientes para eliminar ou controlar adequadamente os riscos, a última linha de defesa é o uso
de EPIs. Os EPIs são dispositivos de proteção individual, como capacetes, luvas, óculos de
segurança, protetores auriculares, entre outros, que são fornecidos aos trabalhadores para
reduzir sua exposição a riscos específicos.
Do objetivo

O objetivo principal da hierarquia de controle de riscos é garantir a


segurança e saúde dos trabalhadores em um ambiente de trabalho.
Ela oferece uma estrutura clara e sistemática para identificar,
avaliar e abordar os riscos presentes nas atividades laborais,
seguindo uma ordem de prioridade.
A hierarquia de controle busca eliminar ou reduzir os riscos de
forma eficaz, seguindo uma abordagem progressiva que prioriza
ações que possam eliminar o risco na sua fonte. Se a eliminação
não for possível, a hierarquia direciona a substituição por algo
menos perigoso.
Caso a substituição não seja viável, medidas de controle de
engenharia são aplicadas para modificar o ambiente de trabalho e
os processos a fim de reduzir a exposição aos riscos. Se ainda
assim o risco persistir, medidas administrativas são implementadas,
como a criação de procedimentos e treinamentos adequados.
Por fim, se todas as medidas anteriores não forem suficientes, o uso
de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) é adotado como última
opção.
Ao seguir essa hierarquia, as organizações têm como objetivo alcançar um
ambiente de trabalho seguro e saudável, minimizando os riscos e
prevenindo acidentes, lesões e doenças ocupacionais.
O foco está na prevenção, controle e redução dos riscos, proporcionando
condições adequadas para que os trabalhadores desempenhem suas
atividades de maneira segura.
Além disso, a hierarquia de controle de riscos também contribui para o
cumprimento das legislações e regulamentações de segurança e saúde
ocupacional, promovendo a conformidade legal e a responsabilidade social
das empresas.
Em resumo, o objetivo da hierarquia de controle de riscos é estabelecer
uma abordagem estruturada e sistemática para a minimização dos riscos,
protegendo os trabalhadores, prevenindo acidentes e promovendo um
ambiente de trabalho seguro e saudável.
Agindo na
Causa Raiz

Definições...
Definições

O QUE É PERIGO ? O QUE É RISCO?

E uma fonte ou situação que A expectativa dano ou


pode causar dano ou perda. perda, determinada por
severidade e probabilidade.

O QUE É CONTROLE?

São medidas tomadas para


minimizar e ou eliminar
perdas ou danos.
Definições / LEMBRETE!

O QUE É CONDIÇÃO O QUE É ATO


INSEGURA? INSEGURO?
E toda condição física ou E toda ação que uma
ambiental que tem pessoa faz que tem
potencia de gerar danos potencial de gerar dano ou
ou perda. perda.

O QUE É ACIDENTE?

E um e um evento que
causou ou poderia
causar danos ou perdas.
EX: queda de uma
ferramenta de diferente
nível
Definições

Perigo
Risco = -----------
Controle
Conhecer o processos e técnicas para identificação de perigos, analise e
controle de riscos e sua importância na prevenção de incidentes.

Identificando
os perigos

Avaliando
Escopo de os riscos
trabalho

Monitorando o Controlando
risco risco
Definições

Recomendações para uma boa identificação de perigos:

Defina um ponto seguro para a observar


Observe as condições e posições e atividades da turma
Converse com a turma / operadores reconhecendo as boas praticas e corrigindo
atos e condições preocupantes.
Registre suas avaliações
Informe os responsáveis
Identificação de perigos

Ao observar as pessoas leve em consideração :

 Posição / postura
 Transito de pessoas
 Trabalhos simultâneos
 Linha de fogo / barreiras
 Colocação de mão / dedo
 Uso de EPI
Identificação de perigos

Ao observar as condições da área de trabalho leve em conta:

Movimentação de veículos e equipamentos


Proteção de maquinas
Ruído, vapor, goteiras ou derrames, iluminação
Sinalização
Dispositivos de bloqueio, barreiras
Cadeados
Classificação de perigos

Perigo pela sua origem

Operacionais ou Processo Industriais


Ergonômicos

Físicos
Químicos
Naturais

Biológicos
Mecânicos

Eletricos
Classificação de perigos

Perigo por sua conseqüência


Incêndios

Desmoronamento Afogamentos

Explosões

Vazamentos
Lesões

Eletrocussões
Intoxicação
Atropelamento e Colisões

Doenças ocupacionais
Trabalhos em grupos
Centro de treinamento de contratadas Vale
Analise de riscos

O QUE É RISCO?
Identifican
do os
A expectativa de um
perigos evento (dano ou perda),
Avaliando determinada pelo
Escopo de produto da severidade
os riscos das consequencias pela
trabalho probabilidade de
ocorrencia.

Monitoran Controlan
do o risco do risco
Técnica Matriz de Risco
Técnica de controles de riscos

Mais eficaz
Projeto
1 – Eliminação do A eliminação de uma condição ou situação de
perigo perigo (eliminação de tintas em metais pesados ,
montagem de plataforma de trabalho no chão)
2 – Substituição Redução de tamanho das embalagens por
do perigo exemplo de 60 kg para 23 kg.
Dispositivo de
3 – Isolamento do Retirar um compressor de um local para segurança
perigo diminuir o nível ruído, instalar barreiras fixas
, promover ventilação exaustora adequada

4 - Solução de A colocação de chaves de segurança ,


Engenharia comandos bi amuais, sensores de presença ,
cortinas de luz.

Dispositivo de alarme
5 - Sistemas
administrativos Permissões especificas , Procedimentos,
treinamentos APR dos trabalhos.

6 - Uso de EPI
Uso de luvas para trabalhos com acido

Menos
eficaz
AÇÕES
DETALHAMENTO
Monitorando riscos
• INSPEÇÕES
• AUDITORIAS
• INSPEÇÃO DE PREVENÇÃO DE PERDAS E FATALIDADES

Identifican
do os
perigos
Avaliando
Escopo de os riscos
trabalho

Monitoran Controlan
do o risco do risco
Técnicas de Identificação e Análise de
Riscos e Perigos
APR - Análise Preliminar de Risco
Lista de Verificação

HAZOP
Análise de Segurança do Trabalho
Série de Risco

Análise de Árvore de Falhas/Causas

APT
Observação Planejada do Trabalho

ART

Diagrama de Ishikawa

Mapa de Risco

35
Exercite a Percepção de Riscos

36 Estudo de Caso
O Iceberg

Fatalidades
Lesões
Doenças Ocupacionais
Atuação Danos aos meio ambiente PERDAS
Danos materiais
Reativa Perda de produto

Eventos sem lesão

Registros em ferramentas pró-ativas


Atuação
(Práticas e Condições Inseguras)
Pró-Ativa
A Pirâmide de Acidentes
FATALIDADE - C/
AFASTAMENTO
1
SAF
(RWC + FAC )
10
ACIDENTES MATERIAIS
30
QUASE ACIDENTES
600

6000 DESVIOS + FERRAMENTAS DE SST


AÇÕES
SISTÊMICAS
A Pirâmide de Acidentes / Bird
A Origem das Perdas

4%
Devido a fatores
diversos

96%
Devido ao comportamento e
atitude das pessoas
GERENCIAMENTO - PDCA
GERENCIAMENTO - MASP
Método de Análise e Solução de Problemas
APR / ART
CONCEITOS
Conceitos
Dicas para aproveitar melhor o treinamento
Análise Preliminar de Risco

Desenvolvimento de uma estimativa qualitativa ou


quantitativa do risco de um determinado processo ou
tarefa, com base em técnicas específicas para
identificação dos possíveis cenários acidentais, suas
frequências e consequências associadas.

HAZOP
Análise de Risco da Tarefa (ART / APR)
Técnica de identificação de riscos / impactos
ART ambientais envolvidos nas etapas de uma
atividade ou tarefa, com o propósito de servir
APR aos envolvidos para sua realização de forma
segura e sustentável.
Conceitos
Dicas para aproveitar melhor o treinamento
Objetivo

Apresentar sistemática para análise das condições de riscos / impactos ambientais de


uma determinada tarefa, suas consequências e identificar medidas (dispositivos e/ou
equipamentos) apropriadas para eliminar, minimizar ou controlar esses riscos.

Aplicação

Aplica-se a toda atividade não rotineira e rotineira que não possui procedimento
baseado em análise de risco ou etapas que não estejam contempladas no procedimento,
para atividades realizadas por empregados próprios e de empresas contratadas que
atuam nas organizações.
Conceitos
Tarefa
Trabalho prescrito, ou seja, àquilo que o trabalhador deve realizar.

Atividade
Trabalho efetivamente realizado e refere-se ao modo como a pessoa realmente realiza sua
tarefa

Situação de Risco (Perigo ou Situação de Perigo)


Fonte de danos potenciais ou situação potencialmente capaz de causar danos em termos de
incidentes pessoais, materiais, ambientais e doenças ocupacionais.

Risco
É a combinação da severidade da consequência de um evento ou exposição perigosa com a
frequência de ocorrência desta consequência.

Medida de Controle
Toda aquela que deve ser implementada a fim de reduzir a frequência de ocorrência ou a
severidade das consequências de cada situação de risco identificada.

46
Explicando Melhor

Situação de Risco Risco

Fonte de danos potenciais ou situação Medida de capacidade que uma situação de


potencialmente capaz de causar danos em risco tem de se transformar em um acidente.
termos de incidentes pessoais, materiais, resultante da combinação entre a frequência de
ambientais e doenças ocupacionais. ocorrência e a magnitude das perdas ou danos
(conseqüência).

Situação de Fonte de
Risco Risco
Risco FxC

Consequência
Interação
ETAPAS
Etapas – APR / ART

• Identificação da tarefa a ser analisada;


1

• Definição do escopo da tarefa a ser analisada;


2

• Dividir a tarefa em passos;


3

• Realizar o preenchimento da APR OU ART;


4

• Executar a atividade atendendo as medidas de


5 controle identificadas.
PONTOS DE
ATENÇÃO
Elaborando a APR / ART

Deve-se sempre elaborar ART para:

 Tarefas desenvolvidas por duas ou mais


pessoas, pertencentes ou não a mesma
equipe de trabalho, que estejam
atuando simultaneamente no mesmo
ambiente, e para as quais seja
importante a comunicação dos riscos
existentes, analisando as
interferências com as tarefas de outras
pessoas ou equipes.
 Tarefas rotineiras que NÃO possuam
procedimento (PRO) baseado em
análise de risco formal;
 Para as tarefas rotineiras que possuam
procedimento específico, a ART pode
ser elaborada como forma de
complemento do procedimento.
 Tarefas não rotineiras
COMO PREENCHER
O FORMULÁRIO?
VALE

ART
Aplicação da APR/ART
A ART divide-se em três
etapas:

 Etapa 01
Planejamento

 Etapa 02
Análise Complementar de
Riscos

 Etapa 03
Assinaturas
Aplicação da APR / ART
Etapa 01 [Planejamento]

 A equipe de elaboração deve


preencher os campos da tarefa a
ser realizada, observando as
recomendações de segurança a
serem tomadas.
 Existindo dúvidas, a equipe deverá
consultar normas ou instruções
que regulam a tarefa.
Aplicação da APR/ART
Etapa 02 [Análise Complementar de Riscos]

 Esta etapa deverá ser preenchida


no momento em que a equipe for
em campo, quando identificados
riscos que não foram mapeado na
Etapa 01;
 Esta etapa deverá ser realizada
por empregados treinados;
 Sempre que esta etapa for realizada, todos os
executantes deverão realizar a leitura do novo (s)
passo (s) e assinar a Etapa 03;
 O campo motivo deverá ser
utilizado para descrever o que
motivou a inserir novo (s) passo (s)
na tarefa.
Aplicação da APR/ART
Etapa 3 [ Assinaturas]

 Deverá ser preenchido na primeira


divulgação;
 Quando um empregado for inserido
no decorrer da tarefa, o mesmo
deverá realizar a leitura e assinar
informando data que ingressou na
tarefa;
 Sempre que a ART for revisada
através da utilização da Etapa 02,
todos os executantes deverão
assinar a Etapa 03.
Fluxo do Processo Aprendizado
Organizacional

Identificar Classificar Comunicar


Receber
informações
do evento Classificar
lesão
Classificar Realizar
severidade do comunicação
Mitigar perdas FAC
evento do evento
MTC
RWC
Leve, Moderada,
LWC
Grave, Crítica,
FAT
Catastrófica

Tratar Registrar e divulgar


Analisar
Implementar Registrar causas Conduzir
ações e verificar e ações e divulgar reunião de Coletar
eficácia resultados da análise de evidências
análise causas
5 Porquês
APOLLO

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