Criptomoedas
Índice
1- Compreender as criptomoedas
1.1- O que são criptomoedas?
2- Blockchain
2.1. - Como funciona a tecnologia Blockchain?
2.2. - Mining (Mineração)
3- Day trade
3.1- Ferramentas essenciais no Day Trade
3.2- Análise técnica
3.3- Qual o princípio por trás da análise técnica?
3.4- Tipos de gráficos da análise técnica
3.5- Como ler o gráfico de vela, ou candlestick chart?
3.6.- Stop-loss
4- ICO – Inicial Coin Offering (Oferta Inicial de Moeda Digital)
4.1- Criptomoedas versus Tokens
5- Tratamento Fiscal em IRS
6- Bibliografia
CRIPTOMOEDAS
1 – Compreender as criptomoedas
Ainda não há certezas absolutas de que as criptomoedas sejam triunfantes num
futuro próximo, quer como meio de pagamento, quer como uma forma de
financiamento de empresas, quer mesmo como instrumento financeiro.
O que se sabe hoje, é que há milhões de transações efetuadas com criptomoedas
e muitas pessoas e empresas a utilizá-las como meio de pagamento, como forma
de financiamento de empresas, sobretudo de novas empresas e também como
forma de aplicação financeira. As criptomoedas existentes atualmente já se contam
por milhares e a evolução parece imparável.
1.1. - O que são as criptomoedas?
As criptomoedas podem ser consideradas uma espécie de dinheiro eletrônico que
permite fazer pagamentos online num sistema peer to-peer, sem qualquer
intermediário financeiro.
O conceito “peer-to peer” significa que a transação não tem qualquer intermediário
financeiro. Quando efetuamos pagamentos online em locais físicos com cartões de
débito e de crédito, também estamos a utilizar o conceito de dinheiro eletrónico, mas
neste caso, há sempre uma instituição financeira que atua como intermediário entre
o comprador e o vendedor. E como intermediários que cobram as suas taxas de
prestação de serviços.
Nas criptomoedas esse intermediário não existe. Uma das grandes inovações das
criptomoedas, onde a Bitcoin alcança lugar de destaque, é assegurarem fiabilidade
e segurança nas transações sem um intermediário. Esta segurança é alcançada por
uma tecnologia chamada Blockchain, um algoritmo matemático que permite que o
controlo e “supervisão” não sejam efetuados por nenhuma entidade, mas pela
totalidade das pessoas envolvidas na rede.
Neste sistema eletrónico de transações, o pagador e o destinatário são suficientes
sem necessidade de intermediários, funcionando, de certa forma, como um
pagamento em dinheiro vivo.
No caso da Bitcoin, atualmente a criptomoeda mais relevante, a blockchain é a
tecnologia que permite verificar as marcas de água (por analogia às notas físicas)
das transferências peer-to-peer (transferências de carteira virtual para carteira
virtual). A vantagem aqui face aos vulgares pagamentos com cartões de débito e
cartões de crédito é que não há cobrança de taxas além de outras vantagens como
veremos a seguir.
Um dos conceitos fundamentais a reter na Bitcoin é a descentralização. Esta
descentralização é conseguida pela tecnologia da blockchain. Para um amador e
para quem ouve falar deste “mundo” pela primeira vez pode parecer estranho, mas
o que é facto, é que, graças a um algoritmo inventado algures por 2009, as
transferências são executadas por milhões de computadores espalhados pelo
mundo, que validam simultaneamente transferências em “bloco” de criptografia. Ou
seja, para garantir a segurança e fiabilidade e sobretudo que a transferência va para
o destinatário certo não é necessário uma entidade intermediária.
Pode-se dizer que uns computadores vigiam o trabalho de outros computadores e
desta forma validam verdades, ou criam a fiabilidade tão necessária em
pagamentos e transferências monetárias e também na guarda das bitcoins. Esta
segurança, infelizmente como todos tão bem sabemos, nem sempre é assegurada
pelas instituições financeiras em relação aos depósitos e outros produtos
financeiros.
Outra das características da bitcoin é a privacidade que, ao que parece, esteve logo
no início como preocupação de quem a criou. Esta característica jamais deve ser
confundida como algo mais propício à ilicitude ou crime.
No modelo matemático de privacidade da Bitcoin, cada pessoa tem uma carteira
que tem um endereço público (um pouco à semelhança dos endereços de emails) e
as carteiras são visíveis.
Todos os utilizadores podem ver que a carteira A envia uma transferência para a
carteira B no montante de X. No entanto, a carteira A e a B são um código de
números e letras não identificando as pessoas ou empresas envolvidas
2 - Blockchain
O primeiro conceito a reter é que Bitcoin não é Blockchain.
Blockchain é uma tecnologia digital com base em algoritmos matemáticos que
permite assegurar as transferências de Bitcoins (ou outras criptomoedas). É uma
espécie de protocolo de segurança para pagamentos financeiros e transferências
sem necessitar de qualquer intermediário. A Bitcoin foi a primeira criptomoeda a
criar a sua Blockchain.
2.1. - Como funciona a tecnologia Blockchain?
Esta tecnologia visa a descentralização como medida de segurança. Uma vez
registrada a informação na Blockchain não é possível alterar essa informação.
Cada bloco é constituído pela informação que contém mais a informação do bloco
anterior. No caso da Bitcoin, por exemplo, estamos a falar de informação que
contém a identificação da carteira de origem da transferência, o montante da
transferência, e a identificação da carteira de destino da transferência. Quando um
bloco é criado é-lhe atribuído um código. Se algo muda num bloco, o seu código
muda e já não é o mesmo bloco.
Um bloco tem também a informação do bloco anterior. É este encadeamento que
permite encaixar os blocos de informação em cadeia, o que os torna tão seguros.
Esta tecnologia para validar que os códigos do novo bloco encaixam nos códigos do
bloco anterior tem o que é chamado de “proof of work”. Esta validação, no caso das
bitcoins, tem 10 minutos para processar a informação e validar o bloco anterior.
A descentralização que já aqui falámos é outra das características deste algoritmo
matemático. Interessante notar que para um amador, que quem quer que entre na
Blockchain, recebe uma cópia inteira de todo o histórico de transações da rede até
ao momento. Quando é produzido um novo bloco, ele é distribuído a toda a rede. Se
tudo estiver correto, cada novo bloco vai ser adicionado à Blockchain.
Assim, a Blockchain é uma base de dados distribuída e partilhada por milhares de
computadores em todo o mundo que validam a informação e por isso torna a
tecnologia tão segura e sem necessidade de intermediários. Quando alguém efetua
uma transferência de Bitcoin a um destinatário tem a certeza que essa transferência
vai chegar ao destinatário pretendido.
2.2. – Mining (Minerar)
Os mineiros usam o seu hardware (máquinas específicas, atualmente já não é
possível fazer mining com simples computadores ou portáteis) para processar o
algoritmo e realizar operações matemáticas encriptadas. Elas são processadas de
forma descentralizada de forma a encontrar “consenso” entre outros mineiros.
Isto obriga a quem quiser investir em mining, a comprar equipamentos (máquinas)
específicos relativamente caros, que estão ligados 24 horas e com consumos
energéticos elevados, além de que são barulhentos. Trata-se de um processo
matemático efetuado automaticamente.
Estas pessoas e até, eventualmente, sociedades investem em equipamentos
altamente qualificados, incidem em custos elevados de eletricidade para assegurar
que o sistema funcione na perfeição.
A sua remuneração consiste em receberem em Bitcoins em função da quantidade
de blocos processados e validados. Estamos a falar da obtenção de rendimentos
passivos, não sendo preciso fazer nada, nem fazer transferência de compra,
transferência de venda, monitorizar a evolução da cotação face ao Euro, apenas
deixar a máquina a trabalhar, para obter a remuneração em Bitcoins.
Qualquer um de nós pode ser “minerador”, desde que consiga adquirir uma
máquina necessária que seja recente ou usada e que, de preferência, tenha uma
área na casa que possibilite não ser incomodado pelo seu barulho. Grandes marcas
como a Samsung, por exemplo, estão a trabalhar em chips específicos para o
“mining”. Países com economias poderosas como a China e o Canadá são grandes
centros de “mining”. Estamos a falar de uma indústria que movimenta milhões em
todo o Mundo. Como vai evoluir, poucos se atrevem a antever.
O “mining” pode ser interessante como investimento a longo prazo. Se o objetivo é
mais fazer day trading, o “mining” não será a estratégia mais interessante.
3.- Day trade
Day trade é uma negociação, iniciada e encerrada no mesmo dia. Ela pode durar
algumas horas ou até mesmo poucos minutos e, por isso, exige toda a atenção e
dedicação do investidor.
É bastante comum que o day trade seja feito com ações.
Quem opera no day trade não está interessado em acompanhar o crescimento de
uma empresa a longo prazo, ao se tornar sócio dela por ter comprado ações. Pelo
contrário. O objetivo, na verdade, é lucrar com as movimentações diárias que
investe.
3.1.- Ferramentas essenciais no Day Trade
Para desenvolver estratégias lucrativas de day trade, os investidores devem
conhecer dois temas essenciais.
Um é a análise técnica, indicada para operações de curto prazo. O outro é o stop
loss, um mecanismo de gerenciamento de risco indispensável para limitar as perdas
com os negócios.
3.2.-Análise técnica
A análise técnica é uma ferramenta para avaliar investimentos e identificar
oportunidades de negociação. Baseia-se no estudo de gráficos e padrões históricos
de preços dos ativos, focando no comportamento passado para prever tendências
futuras.
Essa metodologia inclui a identificação de tendências, onde os padrões nos
gráficos indicam movimentos crescentes e decrescentes, além de suportes e
resistências que ajudam a prever pontos de entrada e saída no mercado. Day
Traders usam a análise técnica para decidir momentos de compra ou venda antes
de estabelecer estratégias.
3.3.-Qual o princípio por trás da análise técnica?
O princípio que orienta a análise técnica é considerar que todos os
acontecimentos, notícias e informações relevantes já estão refletidos nos preços
dos ativos, é chamado de “hipótese de eficiência” do mercado.
Essa hipótese sugere que os preços dos ativos refletem todas as informações
disponíveis publicamente e que é difícil obter uma vantagem consistente ao tentar
prever movimentos de preço com base em informações passadas ou atuais.
3.4.-Tipos de gráficos da análise técnica
Os modelos mais comuns de gráficos na análise técnica são o gráfico de
candlestick (vela) e o gráfico de linha. A principal diferença é que no candle é
possível encontrar informações adicionais, um detalhamento da movimentação de
preço entre cada intervalo medido.
3.5-Como ler o gráfico de vela, ou candlestick chart?
O gráfico de velas (candle) pode parecer assustador no início, pois possui mais
informações que os outros,porém para os experientes da análise técnica, as barras
verdes e vermelhas com seus traços ajudam a fornecer uma leitura de mercado
mais profunda.
Esta ferramenta é considerada indispensável para os analistas de gráficos. Deste
modo, é possível observar preços de abertura, fechamento, máximos e mínimos de
maneira objetiva. Tudo isto em uma única vela.
Cada vela (candle) representa um intervalo de tempo, que varia conforme a
seleção do usuário. As informações que desejamos extrair do gŕafico de candlestick
são:
Abertura: primeira transação ocorrida no intervalo de tempo.
Fechamento: última transação dentro do intervalo específico.
Máxima: cotação máxima atingida, mesmo que momentânea.
Mínima: menor preço negociado dentro do período.
3.6.-Stop-loss
Stop-loss é uma ferramenta importante na gestão de risco de operações com
criptomoedas. O conceito do stop-loss é que ele limita as perdas potenciais em uma
operação, estabelecendo um preço determinado para fechá-la automaticamente se
atingir esse preço.
A aplicação do stop-loss é simples, o investidor apenas precisa definir o valor que
deseja limitar como perda potencial e o sistema automaticamente encerrará a
operação quando atingir esse preço. Isso permite ao investidor fazer uma gestão
mais segura de seus recursos, evitando perdas excessivas e manter seu capital
para futuras operações.
4 - ICO – Inicial Coin Offering (Oferta Inicial de Moeda Digital)
Uma Inicial Coin Offering (ICO) é outro conceito do lançamento de uma nova
moeda no mercado das criptomoedas. Este conceito pode ser interessante para o
financiamento de startups e Portugal tem sido conveniente no ecossistema das
startups e ainda bem que assim é.
Pode ser utilizado como alternativa ao capital de risco, burocrático e com mais
votos por parte dos investidores e fornecedores. Emitem-se tokens, sendo uma
parte vendida e colocada à disposição dos compradores/investidores. Claro que
aqui, o risco pode ainda ser maior. Há um documento chamado de white-paper que
é uma espécie de carta de intenções na qual a empresa detalha aquilo a que se
propõe, quem é, e como pretende alcançar os objetivos. Basicamente, o que
qualquer empresa faz quando se pretende financiar nos mercados.
A empresa deve também explicar os detalhes da sua ICO bem como as
valorizações e quantidades de tokens que pretende disponibilizar. Os investidores
podem comprar tokens com Bitcoin ou outra moeda que a ICO aceite. Obviamente
que o investidor espera que o projeto tenha sucesso e que possa vender os seus
tokens com maior valor. Basicamente o mesmo que faz uma sociedade de capital de
risco, só que aqui a valorização será de uma moeda digital. No entanto, uma ICO
não é o equivalente à aquisição de ações na OPA (Oferta Pública de Ações).
Aqui o que está em causa, é a aquisição de um token de uma nova moeda digital
que será transacionável dentro da estrutura da empresa. Ao contrário das OPA, o
investidor não fica com uma parte da empresa (ainda que pequena, no caso dos
pequenos investidores), nem dá direito aos lucros no caso de eles surgirem.
Em síntese, comprar uma criptomoeda de uma ICO significa ter tokens
transacionáveis dentro do sistema aplicativo que essa empresa desenvolve. Claro
que há risco elevado, mas também há potencial de valorização se a aposta for
efetuada com conhecimento da empresa. Uma ICO será o equivalente ao
financiamento coletivo, o que se recebe em troca são tokens digitais que serão
transacionáveis no futuro e valorizados quanto maior o sucesso da empresa.
Vantagens da ICO para a Empresa
Na empresa uma ICO tem a vantagem de poder financiar-se sem recurso aos
mecanismos tradicionais de financiamento (financiamentos bancários, emissão de
obrigações, Ofertas Públicas de Aquisição, Capital de Risco).
Uma ICO é fácil de montar e rápida, mas tem de contar com pessoas
especializadas e um orçamento para a comunicação.
Outra grande vantagem é que os donos da empresa (acionistas) levantam o
dinheiro sem abdicar de participação na empresa porque, o token não é uma ação.
Por outro lado, não é também um crédito, pelo que não há reembolso.
Vantagens da ICO para o investidor
Para o investidor, pessoa individual, tem a vantagem de poder investir pequenos
montantes de dinheiro. É difícil a um particular poder investir numa start-up. Este
mecanismo digamos que democratiza o capital de risco, embora já existam
plataformas online (raize, por exemplo) que permitem igualmente o investimento em
empresas com pequenas somas de dinheiro, mas nesse caso estamos a falar de
empréstimos com taxas de juro de acordo com o rating de risco.
Numa ICO, o investidor entra logo no lançamento da startup, ou seja, qualquer
pessoa pode investir numa startup que, de repente, pode ter um grande sucesso e
rentabilizar exponencialmente o investimento.
Riscos das ICO´s
Não devemos evitar a realidade, os riscos também são muito grandes. O
desconhecimento de quem está por detrás das ICO´s, pode levar ao investimento
em empresas fantasma, fraudes, além do risco inerente ao investimento numa
start-up que, como sabemos, têm taxas de sucesso baixas. É necessário investigar
muito, bom senso, tempo e intuição para o negócio.
A incerteza jurídica é outro risco, dado que a regulamentação é inexistente. A
volatilidade é um grande risco conhecido do investimento em tokens que serão
transacionados não em USD e Euros, mas em Bitcoins ou Ethers (a moeda da
Ethereum) para só depois, serem tocados por USD ou Euros.
Imaginemos o cenário em que um investidor aposta num ICO que vê a cotação do
token subir, mas como depois vai transacionar o token em Bitcoins, pode ver o
ganho anulado se a cotação da Bitcoin baixar face ao Euro ou ao USD. Estamos,
pois, a falar de um grande risco.
Ou seja, não basta ter intuição de que o projeto vai ter sucesso e que o respetivo
token vai valorizar. É preciso também antecipar e contar com a valorização da
cotação da bitcoin face ao Euro ou USD.
No entanto, quando o risco é muito grande, o potencial de ganhos exponenciais
também está lá.
Estamos, pois, perante um investimento muito complexo que exige investigação,
conhecimentos técnicos e tempo.
Existem já ICO´s, por exemplo em França, de empresas ligadas às novas
tecnologias que angariaram dezenas de milhões de euros em ICO´s, tendo emitido
tokens aos seus investidores.
4.1. - Criptomoedas versus Tokens
Os termos técnicos são muitos e estranhos sendo uma matéria que está em
constante evolução. De facto, criptomoedas e tokens não são a mesma coisa.
Assim, criptomoedas como a Bitcoin são moedas baseadas na sua própria
Blockchain.
Tokens são unidades de valor alojadas em blockchains de outras criptomoedas.
Por exemplo, quando uma empresa lança um ICO ,com a criação de uma moeda no
protocolo (protocolo ERC-20) do Ethereum são tokens. Estas moedas usam a
Blockchain do Ethereum (também ela uma moeda) para serem transacionadas.
Podemos, pois afirmar que há criptomoedas como a Bitcoin e a Ethereum que têm
a sua própria tecnologia Blockchain e outras moedas que não a têm, ficando
alojadas em Blockchains de outras moedas.
5.- Tratamento Fiscal em IRS
Já existem muitos Portugueses e residentes fiscais em território nacional a
comprarem criptomoedas em plataformas que propagam, muitas delas com
algoritmos automatizados de procura de otimização de aplicações. Como já
abordado anteriormente o risco de perda parcial ou total dos montantes é muito
elevado, mas o potencial de ganhos consideráveis é também muito elevado.
Coloca-se sempre a questão do tratamento fiscal destas operações em sede de
IRS.
Existe uma Informação Vinculativa que afirma que as criptomoedas ou "moedas
virtuais" não são, tecnicamente, consideradas "moeda" por não disporem de curso
legal ou de poder liberatório em Portugal, no entanto, as mesmas podem ser
trocadas, com proveito, por moeda real (sejam euros, dólares, ou outra), junto de
empresas especializadas para o efeito, sendo o valor, face à moeda real, o
determinado pela procura online das criptomoeda.
Assim, as criptomoedas podem gerar diferentes tipos de rendimentos tributáveis:
-Por ganhos obtidos com compra e venda de unidades monetárias virtuais / troca ao
câmbio do momento de criptomoeda por moeda real (qualquer que ela seja).
-Por obtenção de comissões pela prestação de serviços relacionados com a
obtenção ou curso normal da criptomoeda.
-Por ganhos derivados de vendas de produtos ou serviços em criptomoeda.
6-Bibliografia
[Link]
[Link]
[Link]
[Link]
[Link]
[Link]
es-contabilisticas-e-fiscais/