MARIA LUIZA DE MORAES SALLES CORTES GRECCHI
LAUDO DE CONSTATAÇÃO DE PLANTIO
TERMO DE COMPROMISSO DE COMPENSAÇÃO AMBIENTAL TCCA 010/2021
PROTOCOLO 2285/2021
TERMO DE COMPROMISSO DE COMPENSAÇÃO AMBIENTAL TCCA 029/2022
PROTOCOLO 18441/2022
DEZEMBRO DE 2023
ÍNDICE
Item Descrição Página
01 IDENTIFICAÇÃO DA CONTRATANTE 02
02 OBJETIVO 03
03 ÁREA 03
04 SOLO 05
05 TOPOGRAFIA 07
06 RECUPERAÇÃO DOS DANOS 07
07 PREPARO DA ÁREA 08
08 COMBATE AS FORMIGAS 08
09 OBTENÇÃO DAS MUDAS 09
10 COVEAMENTO 09
11 ADUBAÇÃO 10
12 COMBINAÇÃO DE ESPÉCIES 11
13 ÉPOCA DO PLANTIO 12
14 REPLANTIO 13
15 MANUTENÇÃO 13
16 BIBLIOGRAFIA 14
1 - IDENTIFICAÇÃO DA CONTRATANTE
Contratante MARIA LUIZA DE MORAES SALLES CORTES GRECCHI
Nome Fantasia: ---
Endereço: RUA IRMÃ SERAFINA Nº. 919
Complemento: APARTAMENTO 102
Bairro: CENTRO CEP: 13.015-201
Cidade: CAMPINAS UF: SP
C.P.F.: 096.744.718-63
IE *** Fone: --- CNAE: ---
Atividade: ---
E-mail ---
Site ***
REFERÊNCIA: TERMO DE COMPROMISSO DE COMPENSAÇÃO
AMBIENTAL – TCCA 010/2021
PROTOCOLO 2285/2021
TERMO DE COMPROMISSO DE COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – TCCA
029/2022
PROTOCOLO 18441/2022
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2 - OBJETIVO
Apresentar a SEDDEMA – Secretaria de Defesa e Desenvolvimento do
Meio Ambiente de Paulínia o presente relatório, com o objetivo de demonstrar
que a Sra. MARIA LUISA SALLES CORTES GRECCO cumpriu o TCCA
(Termo de Compromisso de Compensação Ambiental) nº 010/2021, em razão
da solicitação de supressão de 50 (cinquenta) exemplares arbóreos sendo de
espécie exóticas (leucenas) devidamente autorizados pela autorização
058/2021, a compensação foi realizada com o plantio de 250 mudas de
espécies nativas. E TCCA (Termo de Compromisso de Compensação
Ambiental) nº 029/2021, em razão da solicitação de supressão de 52
(cinquenta) exemplares arbóreos sendo de espécie exóticas (leucenas)
devidamente autorizados pela autorização 155/2022, a compensação foi
realizada com o plantio de 260 mudas de espécies nativas.
3 - ÁREA - ASPECTOS TÉCNICOS
A área em questão situa-se no município de Paulínia (SP), com
coordenadas em UTM
Longitude – 277777.82 m E
Latitude - 7480516.11 m S
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Local do plantio
ESTADO DE SÃO PAULO MUNICIPIO DE PAULÍNIA
PROPRIETÁRIA: MARIA LUIZA DE MORAES SALLES CORTES GRECCHI
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4 - SOLO.
A área de influência do empreendimento é formada pelos seguintes tipos de
solos: Podzólicos Vermelho-Amarelos Distróficos e Eutróficos (PVA);
Latossolos Vermelho-Amarelos Háplicos (LVA); Latossolos Roxos Distróficos
(LV); Gleissolos Háplicos (GX) e em menor escala Cambissolos Háplicos (CX).
A Bacia do Rio Piracicaba é formada por dois grandes grupos de solos de
maior expressão, os Podzólicos Vermelho-Amarelos e os Latossolos Vermelho-
Amarelos.
Os Latossolos Roxos e os Latossolos Vermelhos Escuros ocorrem em áreas
relativamente menores e os Cambissolos, as areias quartzosas e os
Gleissolos, ou solos hidromórficos, com ocorrências esparças em algumas
áreas apenas.
Os Podzólicos Vermelho-Amarelos Distróficos são encontrados principalmente
na Sub-bacia do Atibaia e Jaguari em regiões de relevo ondulado a fortemente
ondulado e montanhoso, apresentando acidez média /alta além de baixa
fertilidade natural. Os Podzólicos Vermelho-Amarelos Eutróficos ocorrem em
uma extensa área ao centro da Sub-bacia do Rio Jaguari, apresentando ao
contrário do anterior, boa fertilidade natural.
Os Latossolos Vermelho-Amarelos Háplicos, comumente encontrados nas Sub-
bacias do Atibaia e Jaguari nas regiões de Itatiba, Atibaia e Bragança Paulista,
sob relevo ondulado a fortemente ondulado, tem drenagem boa e acentuada,
são profundos e muito profundos, de textura argilosa, acidez e saturação de
alumínio elevada e de baixa fertilidade natural.
Os Latossolos Roxos Distróficos apresentam textura argilosa e muito argilosa,
profundo a muito profundo, acentuadamente drenado de baixa fertilidade
natural, encontrado geralmente sob relevo suave ondulado e plano no centro
da Bacia de Piracicaba. Apesar da baixa fertilidade natural são solos muito bem
aproveitados com adubação e calagem, visto que ocorrem em áreas com
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ótimas condições para mecanização e por possuírem características físicas
geralmente boas.
Cambissolos Háplicos ocorrem na Sub-bacia do Atibaia e do Jaguari sob
relevo forte ondulado, em áreas relativamente pequenas. Os Gleissolos
ocorrem em diversos trechos, geralmente ao longo de cursos d’água, em áreas
geralmente planas.
Com exceção dos Podzólicos Vermelho-Amarelos Eutróficos que
apresentam fertilidade média e boa, ainda que localizados em uma área de
relevo fortemente ondulado e montanhoso, os solos da Bacia apresentam baixa
saturação de bases trocáveis e baixa fertilidade natural, aliada frequentemente
à elevada acidez e, em alguns casos, a elevados níveis de alumínio tóxico.
Esses fatores somados ao relevo da área fazem com que a capacidade de uso
desses apresente maior restrição e seu aproveitamento agrícola. Em
compensação as características físicas dos solos, com poucas exceções, são
boas, apresentam textura, estrutura, drenagem e profundidade boas,
normalmente propícios ao crescimento de raízes.
Existem áreas relativamente extensas na Bacia, com boas condições
para o uso agrícola, pois a baixa fertilidade dos solos, a elevada acidez e
saturação de alumínio, podem ser corrigidos pela aplicação de corretivos e
fertilizantes, principalmente nas áreas onde o relevo não apresenta
declividades muito acentuadas. Devido a isso a região é intensamente
cultivada, apresentando extensas áreas plantadas com cana-de-açúcar, citros,
diversas culturas anuais, hortaliças e frutíferas.
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5 – TOPOGRAFIA
A área onde será plantada as mudas, caracteriza-se com topografia irregular,
pois parte da área está inserida em talude te terra.
6 - RECUPERAÇÃO DOS DANOS
O processo de reflorestamento visa a Recuperação ambiental da área, onde
nos locais mais úmidos prevalecerão gramíneas e outras espécies
características destes ambientes e em terreno firmes e lençol freático mais
profundo, espécies mais adaptadas a estas condições.
Para a execução da recomposição floristica será adotado o método de
Sucessão Secundária Induzida. Este método tem como principio básico o uso
de espécies vegetais pertencentes a estágios sucessionais distintos,
manejados com o propósito de favorecer o estabelecimento da dinâmica de
sucessão natural. Nessa combinação, grupos de espécies com exigências
complementares, principalmente quando a necessidade de luz, são associados
de tal forma que as espécies de estágios iniciais (pioneiras) sejam sombreadas
das espécies de estágios finais (não pioneiras), recobrindo rapidamente a área,
tutorando o crescimento, debilitando as gramíneas e provendo o intercambio de
sementes. O processo de sucessão natural pode levar muito tempo até que as
espécies climaxes se instalem. Assim sendo e procurando diminuir o tempo de
recuperação ambiental da área a ser reabilitada, será utilizado o método da
sucessão secundária induzida, contemplando todos os estágios sucessionais
simultaneamente no ato do plantio.
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IMPLANTAÇÃO
7 – PREPARO DA ÁREA
Para se alcançar o objetivo de recuperar essa área trazendo-a condição mais
próxima possível da original, deve-se atentar para os aspectos mencionados a
seguir:
- A reintegração da área a paisagem dominante da região –
Levantamentos florísticos dos fragmentos presentes na área de
implantação do projeto e/ou nas áreas adjacentes;
- O controle dos processos erosivos – sistematização do terreno,
limpeza da área (retirada de materiais estranhos e substituição de solo
nas covas);
- A recuperação da flora;
8 - COMBATE AS FORMIGAS
O combate as formigas deve ser feito antes do plantio das mudas e ter
continuidade pelo menos um ano após a implantação. A época mais indicada é
entre os meses de julho e setembro, percorrendo sempre a área em busca de
novos formigueiros. Este procedimento trará um maior aproveitamento das
mudas plantadas evitando que muitas se percam devido ao ataque sofrido
comumente por estes insetos.
A utilização de iscas granuladas em pequenos saquinhos (micro iscas) é a
mais indicada. Elas combatem com eficiência as formigas e não causam danos
à fauna local.
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Os saquinhos são distribuídos nas áreas de acordo com orientações do
fabricante. Normalmente se faz a aplicação de 6g de isca granulada por metro
quadrado.
9 – OBTENÇÃO DAS MUDAS
Obtenção de mudas serão adquiridas em viveiros credenciados e certificados
pela Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo, mais próximo
possível das áreas de revegetação da Área de Preservação Permanente a fim
de resguardar o material genético regional, sendo a origem do material relatada
nos documentos de compra de mudas
10 – COVEAMENTO
As covas terão dimensões mínimas de 40 x 40 cm de abertura e 40 cm de
profundidade. O espaçamento recomendado é de 3,0 x 3,0 metros entre
espécies pioneiras, sendo colocado uma espécie secundaria ou clímax no
centro entre quatro pioneiras, que é a distância média entre adultas em
condições naturais. Não há necessidade de um espaçamento rigoroso, isto
facilitará o trabalho e produzirá uma mata mais semelhante a natural. Todavia,
pode-se utilizar cordas com 3,0 metros de comprimento e estacas para marcar
as covas.
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A figura a seguir ilustra o procedimento para abertura das covas:
Muda
Calcário misturado com solo
+ esterco de vaca
11 – ADUBAÇÃO
Será realizada a avaliação da fertilidade do solo a partir da análise de rotina
feita no Departamento de Fertilidade do Solo da Faculdade de Ciências
Agrárias e Veterinária de Jaboticabal UNESP. Para fins de projeto e orçamento
consideramos a utilização de 150g de calcário por cova recomendado para
prover uma correção do solo. O calcário deverá ser misturado com um solo
argiloso de aterro, preferencialmente, em substituição ao solo retirado da cova
(60 dias antes do plantio). O esterco de gado curtido deverá ser misturado, na
proporção de 20 litros por cova, 30 dias antes do plantio. No ato do plantio
deverá ser misturado com terra da cova, cerca de 150g de mistura de adubo na
formulação 10: 10: 10 de NPK. Será feita uma adubação de cobertura com 50g
de sulfato de amônia, 90 (noventa) dias após e no ano seguinte, antes do início
da estação chuvosa (outubro/novembro).
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12 - COMBINAÇÃO DE ESPÉCIES
O plantio deverá ser feito com espécies alternadas. A finalidade desta técnica é
permitir que as espécies que se desenvolvem bem inicialmente a pleno sol
beneficiem aquelas que necessitam de sombra em se período inicial para
também se desenvolverem de forma satisfatória. A maneira mais pratica de
dispor as mudas no campo é alternando uma linha de espécies pioneiras com
outra de espécies secundárias e clímax.
Para facilitar a execução desse procedimento é aconselhável que as mudas
sejam separadas de acordo com os grupos a que pertencem, em dois lotes
distintos. Dessa maneira leva-se a quantidade necessária de cada tipo para o
preenchimento de uma linha de plantio de cada vez. O plantio obedecerá ao
formato de quincôncio, ou seja, cada muda de espécies pioneiras se
posicionará no centro de um quadrado composto por 4 mudas de espécies
pioneiras. Em plantios experimentais realizados mostram que a melhor
combinação na implantação de uma floresta nativa consiste em 50% de
espécies pioneiras e 50% não pioneiras.
Quadro 1: Espécies Arbóreas Nativas com Potencial de Uso
Nome vulgar Nome científico Grupo ecológico
Aleluia Senna multijuga Pioneira
Guapuruvu Schizolobium parahyba Pioneira
Mulungu Erytrina velutina Pioneira
Paineira Chorisia speciosa Pioneira
Mamica de porca Zanthoxylum rhoifolium Pioneira
Aroeira pimenteira Schinus terebentifolius Pioneira
Falso barbatimão Cassia leptophylla Pioneira
Bracatinga Mimosa scabrella Pioneira
Trema Trema micrantha Pioneira
Mutamba Guazuma ulmifolia Pioneira
Pata de boi Bauhinia forficata Pioneira
Pau pombo Tapirira guianensis Pioneira
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Dedaleiro Lafonesia pacari Pioneira
Pessegueiro bravo Prunus sellowii Pioneira
Sesbania Sesbania sesban Pioneira
Guatambu Aspidosperma parvifolium Clímax exigentes de luz
Canela casca preta Ocotea sylvestris Clímax exigentes de luz
Canelinha Nectandra rígida Clímax exigentes de luz
Cedro Cedrela fissilis Clímax exigentes de luz
Açoita cavalo Luhea achropylla Clímax exigentes de luz
Louro pardo Cordia trichotoma Clímax exigentes de luz
Cambará Vernonia discolor Clímax exigentes de luz
Guaperê Lamononia ternata Clímax exigentes de luz
Ipê da serra Tabebuia alba Clímax exigentes de luz
Jatobá Hymeneae coubaril Clímax tolerantes à
Canjarana Cabralea canjerana Clímax tolerantes à
Tarumã vitex polygama Clímax tolerantes à
Jequitibá Cariniana sp. Clímax tolerantes à
Ipê rosa Tabebuia avellanedae Clímax tolerantes à
13 - ÉPOCA DO PLANTIO
O plantio deverá ocorrer aproveitando-se o máximo o período das chuvas. A
concentração maior de chuva (80%) é verificada nos meses de outubro a abril
e uma de grande extensão todas as mudas terão este beneficio
indistintamente. O plantio será no início da estação das chuvas nos meses de
dezembro e janeiro.
É importante lembrar que as mudas são produzidas em sacos plásticos e que a
retirada dos mesmos para o plantio é fundamental importância para o seu bom
desenvolvimento no campo. Não são recomendadas mudas produzidas em
tubetes pelo baixo porte e pequeno desenvolvimento do sistema radicular.
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14 - REPLANTIO
O replantio tem como objetivo não permitir que ocorra um espaçamento muito
grande entre as plantas promovido pela morte ou não adaptação de uma muda.
Ela deverá ser substituída por outra da mesma espécie ou por outra do mesmo
grupo.
15 - MANUTENÇÃO
As atividades de manutenção têm como objetivo proporcionar boas condições
para o desenvolvimento ideal das mudas levadas ao campo.
A roçagem, coroamento e a capina manual livrarão as mudas daqueles
competidores que impedem ou dificultam o estabelecimento da espécie
desejada.
O combate a formiga é uma das etapas mais importante de todo o processo,
pois as mudas por possuírem material vegetal tenro são fortemente atacadas, o
que tem se tornado a causa de grande parcela de insucessos em
florestamentos e reflorestamentos.
A manutenção é realizada até o 2º ano após o plantio e consta de limpeza com
enxada num raio de 60 cm (sessenta) centímetros em volta da muda
(coroamento) periodicamente e uma adubação de cobertura com fonte de
Nitrogênio (N).
Assinado de forma digital por
MAURO MAURO RODRIGUES DA
RODRIGUES DA SILVA:28916710820
Dados: 2023.12.09 17:05:38
SILVA:28916710820 -03'00'
__________________________________
Mauro Rodrigues da Silva
Engenheiro Ambiental
Eng. de Segurança do Trabalho
Especialista em Direito Mineral
CREA SP 5069275861
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16 - BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
Baider,C 1994. O banco de semente e de plântulas na sucessão de Mata
Atlântica,
São Paulo. Dissertação de Mestrado. Universidade Estadual de São Paulo,
São Paulo.
Bernacci, L. C. & Leitão Filho, H. F. 1996. Flora fanerogâmica da floresta da
Fazenda São Vicente, Campinas, SP. Revista Brasileira de Botânica 19(2):
149-164
Bertoni, J. E. A. & Martins, F. R. 1987. Composição floristica de uma floresta
ripária na Reserva Estadual de Porto Ferreira. SP. Acta Botânica Brasílica 1
(1): 17-26
Koeppen, W. 1948. Climatologia. Ed. Fundo de Cultura Econômica, México –
Buenos Aires.
Santin, D. A. 1999. A vegetação remanescente do município de campinas
(SP): mapeamento, caracterização fisionômica e floristica, visando a
conservação. Tese de Doutorado. Universidade Estadual de Campinas,
Campinas
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Relatório Fotográfico Da
Constatação De Plantio
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PROTOCOLO 2285/2021
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