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Acentuação e Ortografia em Concursos

O documento discute regras de acentuação gráfica e ortografia da língua portuguesa, com exemplos de palavras antes e depois da reforma ortográfica de 2009. Também aborda pronomes oblíquos, colocações pronominais e verbos.
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Acentuação e Ortografia em Concursos

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Prof.

Mourão
A LINGUAGEM DOS CONCURSOS PÚBLICOS / ACENTUAÇÃO GRÁFICA / ORTOGRAFIA

A LINGUAGEM DOS CONCURSOS PÚBLICOS

 COERÊNCIA x COESÃO x CORREÇÃO GRAMATICAL

Obs.: Relações Semânticas Conjuntivas

ACENTUAÇÃO GRÁFICA

 Classificação das palavras quanto à posição da sílaba tônica:


 Oxítona
 Paroxítona
 Proparoxítona

REFORMA ORTOGRÁFICA

ALTERAÇÕES NAS REGRAS DE ACENTUAÇÃO

SERÃO ELIMINADOS OS ACENTOS DOS DITONGOS ABERTOS “ÉI” E “ÓI” NAS PALAVRAS PAROXÍTONAS:

EXEMPLIFICAÇÃO

ANTES DEPOIS

ASSEMBLÉIA ASSEMBLEIA
IDÉIA IDEIA
HERÓICA HEROICA
JIBÓIA JIBOIA
APÓIA APOIA
APÓIO APOIO

TAMBÉM NÃO SE USA MAIS O ACENTO AGUDO NO “I” E NO “U” TÔNICOS, QUANDO VIEREM DEPOIS DE UM DITONGO:

ANTES DEPOIS

BAIÚCA BAIUCA
BOCAIÚVA BOCAIUVA
CAUÍLA CAUILA
FEIÚRA FEIURA

NÃO TERÃO MAIS O ACENTO CIRCUNFLEXO AS PALAVRAS PAROXÍTONAS TERMINADAS EM “O” OU “E” DUPLO – “ÔO(S)” E
“ÊEM”:

ANTES DEPOIS

ABENÇÔO ABENÇOO
ENJÔO ENJOO
VÔO VOO
CRÊEM CREEM DÊEM DEEM
LÊEM LEEM
VÊEM VEEM DÔO DOO
MAGÔO MAGOO PERDÔO PERDOO
POVÔO POVOO

NÃO SE USA MAIS O ACENTO QUE DIFERENCIAVA OS PARES:

PÁRA (VERBO) PARA (PREPOSIÇÃO)


PÉLA (VERBO “PELAR”) PELA (“POR” + “A”)
PÉLO (VERBO “PELAR”) PÊLO (SUBSTANTIVO)
PÓLO (SUBSTANTIVO) POLO (“POR” + “LO”)

[Link]
Língua Portuguesa – Mourão
PÊRA (SUBSTANTIVO) PÉRA (“PEDRA”-SUBST.)

OBSERVAÇÃO: O SUBSTANTIVO ARCAICO “PÉRA”, DISPOSTO ACIMA, NÃO DEVE SER CONFUNDIDO COM “PERA”,
PALAVRA CONCEBIDA COMO PREPOSIÇÃO DE VALOR TAMBÉM ARCAICO.

ATENÇÃO

PERMANECE O ACENTO DIFERENCIAL EM ”PÔDE” E “PODE”, INDICIANDO QUE AQUELE REPRESENTA A FORMA DO
PRETÉRITO PERFEITO DO INDICATIVO DO VERBO “PODER” (AÇÃO PASSADA, CERTA E CONCLUÍDA), NA 3ª PESSOA DO
SINGULAR, JÁ ESTE É EXEMPLO DESTA MESMA FORMA VERBAL FLEXIONADA NO PRESENTE DO INDICATIVO (AÇÃO
SIMULTÂNEA AO MOMENTO DA FALA), TAMBÉM NA 3ª PESSOA DO SINGULAR.

EXEMPLIFICAÇÃO

ONTEM ELE NÃO PÔDE SAIR MAIS CEDO, MAS HOJE ELE PODE.

ATENÇÃO

PERMANECE O ACENTO DIFERENCIAL EM “PÔR” (VERBO) E “POR” (PREPOSIÇÃO).

EXEMPLIFICAÇÃO

VOU PÔR O LIVRO NA ESTANTE QUE FOI FEITA POR MIM.

ATENÇÃO

PERMANECEM OS ACENTOS QUE DIFERENCIAM O SINGULAR DO PLURAL DO VERBOS “TER” E “VIR”, ASSIM COMO DOS
SEUS DERIVADOS (MANTER; DETER; RETER; CONTER; CONVIR; INTERVIR; ADVIR)

EXEMPLIFICAÇÃO

ELE TEM DOIS CARROS. / ELES TÊM DOIS CARROS.


ELE VEM DE SOROCABA. / ELE VÊM DE SOROCABA.
ELE MANTÉM A PALAVRA. / ELES MANTÊM A PALAVRA.
ELE CONVÉM AOS ESTUDANTES. / ELES CONVÊM AOS ESTUDANTES.
ELE DETÉM O PODER. / ELES DETÊM O PODER.
ELE INTERVÉM EM TODAS AS AULAS. / ELES INTERVÊM EM TODAS AS AULAS.

ATENÇÃO

É FACULTATIVO O USO DO ACENTO CIRCUNFLEXO PARA DIFERENCIAR AS PALAVRAS “FORMA” E “FÔRMA”. EM ALGUNS
CASOS, O USO DO ACENTO DEIXA A FRASE MAIS CLARA:

EXEMPLIFICAÇÃO

QUAL É A FORMA DA FÔRMA DO BOLO?

MORFOLOGIA
CLASSES ESSENCIAIS
(PRONOMES)

PRONOMES PESSOAIS (OBLÍQUOS)

1-) Quadro de reconhecimento pronominal

MATÉRIAS COMPLEMENTARES A ESTE CONTEÚDO

MORFOLOGIA + SINTAXE (PRONOMES OBLÍQUOS ÁTONOS NA CONDIÇÃO SINTÁTICA DE OBJETO/COMPLEMENTO


VERBAL)

[Link] 2
Língua Portuguesa – Mourão
 SINTAXE DO PERÍODO SIMPLES; TERMOS DAS ORAÇÕES; TERMOS INTEGRANTES: COMPLEMENTOS VERBAIS
(REGÊNCIA VERBAL)

 COMPLEMENTOS VERBAIS (TRADICIONAIS)

O.D 

O.I 

1-) Referiu-se a discentes do GRAMATICÃO.

2-) Gabaritou as provas de língua portuguesa.

MORFOLOGIA + SINTAXE (PRONOMES OBLÍQUOS ÁTONOS NA CONDIÇÃO SINTÁTICA DE OBJETO/COMPLEMENTO


VERBAL)

OBLÍQUOS COMO COMPLEMENTOS VERBAIS

1º GRUPO (OBJETOS DIRETOS)  O(S) / A(S)

2º GRUPO (OBJETO INDIRETO)  LHE(S)

3º GRUPO (OBJETO DIRETO OU INDIRETO)  ME / TE / SE / NOS / VOS

A-) Ofereceu-lhe o material do GRAMATICÃO!

B-) Encontrou-a no IAP durante a aula do GRAMATICÃO!

C-) Abordou-te no IAP para saber mais informações.

D-) Deu-te a apostila do GRAMATICÃO!

MATÉRIAS COMPLEMENTARES A ESTE CONTEÚDO

 SINTAXE DO PERÍODO SIMPLES; TERMOS DAS ORAÇÕES; TERMOS ACESSÓRIOS: ADJUNTO ADVERBIAL

 ADJUNTOS ADVERBIAIS

Obs.:

Agora, toda a nação concurseira, sem descuidar, resolveu, em um tempo bastante razoável e admissível, inscrever -se no
GRAMATICÃO.

Obs.: O adjunto adverbial como fator modificador de regência verbal.

COLOCAÇÕES PRONOMINAIS (BÁSICA & AVANÇADA)

BÁSICA = TERMINAÇÃO VERBAL

A-) R/S/Z + O(S) / A (S) = LO(S) / LA(S)

- Quis estes materiais = Qui-los

- Fez o combinado = Fê-lo

- Encontrar a gramatiqueira = Encontrá-la

Obs.: Fusão com objeto indireto

B-) NASALIZAÇÃO + O(S) / A(S) = NO(S) / NA(S)

- Dão os pdf’s = Dão-nos

[Link] 3
Língua Portuguesa – Mourão
- Viram as provas = Viram-nas

AVANÇADA

CASOS DE OBRIGATORIEDADE DE COLOCAÇÃO

ÊNCLISE

- Pediu-me informações acerca do GRAMATICÃO!

PRÓCLISE (HÁ QUE SE RECONHECER AS PARTÍCULAS ATRATIVAS)

- Estas nos indicaram o site do professor Mourão ( [Link]/ )!

- Todos se disporão a ajudar você nesta “caminhada” dos concursos !

- Em que pese nos desestimulem, seguiremos firmes em nossos propósitos.

- Aqueles que se submetem a concursos têm de “pagar o preço”!

- Hoje cedo a encontraram na sala do GRAMATICÃO!

RELATIVOS

CLASSIFICAÇÃO

REGRA GERAL

VARIÁVEIS (O QUAL; .../ CUJO; ... / QUANTO; ...)

INVARIÁVEIS (QUE / QUEM / ONDE / COMO / QUANDO)

ONDE x AONDE
ONDE=

AONDE=

- __________ ficaremos após a prova?

- __________ iremos após a prova?


QUANDO

- A época quando participamos do GRAMATICÃO foi muito proveitosa em termos de aprendizado!

EXCEÇÃO (CUJO(S) / CUJA(S))

 AO CONTRÁRIO DOS OUTROS PRONOMES, POSSUI CONCORDÂNCIA CATAFÓRICA.

EX.: Aqui está a prova de cujas questões não gostamos!

MATÉRIAS COMPLEMENTARES A ESTE CONTEÚDO

 SINTAXE DO PERÍODO COMPOSTO; ORAÇÕES SUBORDINADAS ADJETIVAS

1-) CLASSIFICAÇÃO E PROCEDIMENTO DE IDENTIFICAÇÃO

Obs.:
- Os gramatiqueiros que se submetem a concursos públicos “fecham” as provas de língua portuguesa !

[Link] 4
Língua Portuguesa – Mourão
VERBOS

VOCÁBULOS INDICATIVOS DE AÇÃO (VERBO SIGNIFICATIVO), ESTADO (VERBO DE LIGAÇÃO) OU FENÔMENO NATURAL
(VERBO SIGNIFICATIVO)
MODOS VERBAIS
INDICATIVO: Certeza; Afirmação

SUBJUNTIVO: Dúvida; incerteza; hipótese

IMPERATIVO: Ordem; conselho; pedido


TEMPOS DO INDICATIVO

PRESENTE 
PERFEITO 

PRETÉRITOS IMPERFEITO 

MAIS-QUE-PERFEITO 

PRESENTE 
FUTURO

PRETÉRITO 
TEMPOS DO SUBJUNTIVO

PRESENTE 
PERFEITO 

PRETÉRITOS IMPERFEITO 

MAIS-QUE-PERFEITO 

FUTURO 
FUNÇÕES ESPECÍFICAS DO “SE”

PRONOME APASSIVADOR (VOZES VERBAIS)

- Os gramatiqueiros gabaritaram a prova de língua portuguesa.

- A prova de língua portuguesa foi gabaritada pelos gramatiqueiros.

- Gabaritou-se a prova de língua portuguesa.

Obs.: Considerações a serem feitas sobre o critério de transposição de vozes verbais.

SINTAXE DO PERÍODO SIMPLES

(ESTUDO DOS DEMAIS TERMOS ORACIONAIS)

 TERMOS ESSENCIAIS

1-) ORAÇÃO SEM SUJEITO

Obs.:

[Link] 5
Língua Portuguesa – Mourão
1.1-) VERBOS HAVER; TER; FAZER; ..., REMETENDO A TEMPO DECORRIDO:

- Faz meses que estamos estudando no GRAMATICÃO .

1.2-) VERBO HAVER;TER, EQUIVALENDO/SUBSTITUÍVEIS POR EXISTIR:

- No próximo ano, haverá inúmeros editais para diversas áreas!

Obs.: PROCEDIMENTO DE TRANSFERÊNCIAS (DE PESSOALIDADE E DE IMPESSOALIDADE).

2-) ESPÉCIES DE SUJEITO (OCULTO x INDETERMINADO)

Obs.:
- __________ o simulado no site do professor Mourão!
(RESOLVER)

Obs.: “SE” como ÍNDICE DE INDETERMINAÇÃO DO SUJEITO.

- Vive-se mal nos “grandes centros”!

- Tratou-se de provas das mais complexas.

- Fica-se nervoso após a publicação do edital.

Obs.: Critério de concordância verbal (obrigatoriedade flexional) a ser observado envolvendo esta condição do “se”.

 TIPOLOGIA DO PREDICADO

1-) VERBAL 

2-) NOMINAL 

3-) VERBO-NOMINAL 
APLICABILIDADE

A-) Estamos ansiosos pela publicação do edital do certame.

B-) Adquira cursos no site do professor Mourão: [Link]/ !

C-) Inúmeros candidatos andam ansiosos com as previsões para este ano!

 TERMOS INTEGRANTES

 COMPLEMENTO NOMINAL (REGÊNCIA NOMINAL POR COMPLEMENTAÇÃO)

Obs.: Critérios facilitadores para o procedimento de identificação deste tipo de funçã o.

- Temos necessidade de cursos como o GRAMATICÃO.

 ADJUNTOS ADNOMINAIS (REGÊNCIA NOMINAL POR DETERMINAÇÃO)

Obs.: Critérios facilitadores para o procedimento de identificação deste tipo de função.

- Estas cinco provas difíceis da banca excluíram os candidatos despreparados!

 TERMOS ACESSÓRIOS

1-) VOCATIVO

Obs.: Critérios facilitadores para o procedimento de identificação.

Obs.: Critérios de empregabilidade de pontuação.

- Mourão, sorteia uma “bolsa” de um de seus cursos do site!

2-) APOSTO (CLASSIFICAÇÕES PRINCIPAIS)

2.1-) EXPLICATIVO

2.2-) ENUMERATIVO

[Link] 6
Língua Portuguesa – Mourão
- O site do professor Mourão, [Link]/, concentra todas as ofertas de cursos on-line dele.

- Desejo isto aos meus “pupilos”: muitas aprovações em certames.

- Não descuidem, no estudos, das seguintes três matérias: língua portuguesa; produção textual e redação oficial!

ESTUDO DA CRASE (CASOS ESPECÍFICOS)

 CASOS DE OCORRÊNCIA OBRIGATÓRIA

1) Nos adjuntos adverbiais de modo, de lugar e de tempo femininos.

- Depois resolveremos questões de língua portuguesa.

- Saiu às pressas após a realização da prova do concurso!

- Devemos entrar à esquerda para chegarmos ao local de provas.

2) Diante do pronome relativo que ou da preposição de, quando for fusão da preposição a com o pronome demonstrativo a,
as (= aquela, aquelas).

- Aludiu à que se matriculou no GRAMATICÃO. / Fez referência à de camisa do GRAMATICÃO.

3) Diante dos pronomes relativos a qual, as quais, quando o verbo ou o nome da oração subordinada adjetiva exigir a
preposição “a”.

-Esta é a matéria à qual tivemos acesso no site do professor Mourão.

 CASOS DE NÃO-OCORRÊNCIA

01) Quando o a estiver no singular, diante de uma palavra no plural.

- Referiu-se a candidatas do GRAMATICÃO mais preparadas que ela.

02) Diante de palavras masculinas

- Comprou os cursos do site do professor Mourão ([Link]ã[Link]/) a prazo!

- Obs.: Ocorrerá acento grave, mesmo diante de palavras masculinas, quando ficarem subentendidas as expressões “à
moda de” ou “à maneira de”

- Vestiu-se à Versace!

- Solucionou as questões de língua portuguesa à Mourão!

03) Diante de VERBOS; PRONOMES OU ARTIGOS (INDEFINIDOS); PRONOMES PESSOAIS DO CASO RETO; PRONOMES
DEMONSTRATIVOS (QUE NÃO “AQUELE(S); AQUELA(S); AQUILO); PRONOMES DE TRATAMENTO; PALAVRAS FEMININA
REPETIDAS; PRONOMES RELATIVOS (“QUE; QUEM; CUJA(S)”)

- Eis a candidata do GRAMATICÃO a quem fizemos alusão.

- Aqui está o certame a cuja prova referimo-nos!

- Este é o material do professor Mourão a que tivemos acesso após a aula dele!

- Cara a cara é que sabemos quem é quem!

- Encaminhou-se a uma concurseira do GRAMATICÃO!

- Dirigiu-se a Vossa Excelência após a oitiva.


- Preferiu estudar intensamente a descansar como todos o fazem!

- Dedicou-se a esta prova por elaborada por Mourão!

- Direcionou o material a ela.

 CASOS DE OCORRÊNCIA FACULTATIVA (ESPECÍFICOS)

Após a preposição até, é facultativo o uso da preposição a, portanto, caso haja substantivo feminino à frente, a ocorrência d e
crase será facultativa.

[Link] 7
Língua Portuguesa – Mourão
Encaminhou-se até a recepção do IAP!

Diante de pronomes possessivos femininos adjetivos, é facultativo o uso do artigo, então, quando houver a preposição a,
será facultativa a ocorrência de crase.

- Teve acesso a sua ficha de matrícula no GRAMATICÃO.

SINTAXE – PARTE 02
PERÍODO COMPOSTO
(CONCORDÂNCIA VERBAL & PONTUAÇÃO)

Obs.: Considerar também para questões sobre tal tema os seguintes conteúdos já estudados: Funções do “SE” (Índice de
Indeterminação do Sujeito e Pronome Apassivador).

CONCORDÂNCIA ENVOLVENDO O VERBO “SER”

Obs.: Critério de prioridade de concordância a ser observado ante o emprego de determinados núcleos.

- Ninguém __________ “tábua de salvação” na vida do outro!


(SER)

- Nada __________ bondades vindo de políticos!


(SER)
CONCORDÂNCIA VERBAL ENVOLVENDO SUJEITOS PARTITIVOS

Obs.: Atentar para o critério de concordância facultativa com o núcleo indicativo de “expressão quantitativa” (principal) ou
com o de expressão nominal (secundário), representado geralmente por substantivo ou pronome.

A MAIORIA, BOA PARTE, GRANDE QUANTIDADE

- A maioria dos gramatiqueiros __________ consciente(s) de sua condição.


(SER)

CONCORDÂNCIA ENVOLVENDO ORAÇÕES COM VALOR SINTÁTICO DE SUJEITO (SUJEITO ORACIONAL): ORAÇÃO
SUBORDINADA SUBSTANTIVA SUBJETIVA

- É importante que estudemos com Mourão no GRAMATICÃO !

PONTUAÇÃO - ESTUDO DA VÍRGULA (CASOS ESPECÍFICOS)

Obs.: .: Considerar também para questões sobre tal tema os seguintes conteúdos já estudados: Adjunto Adverbial
Deslocado; Orações Subordinadas Adjetivas; Vocativo e Apostos.

1-) Oração intercalada

O GRAMATICÃO, “extensivão” presencial de língua portuguesa que Mourão ministra aos sábados, é um “diferencial” para os
candidatos.

2-) Para indicar a elipse verbal

- Acesse o site ( [Link]/ ) do professor Mourão agora; ou, depois; o importante é que o faça!

Obs.: Critério de supressão de pontuação a ser observado, caso o termo elíptico seja transcrito no enunciado.

3-) Termos coordenados componentes de uma enumeração


Encontrei, no site professor Mourão ( [Link]/ ), cursos voltados a CEBRASPE; IBFC e FGV.

“ DIFÍCIL NÃO SERÁ CONVIVER COM AS DERROTAS, MAS, ANTE A INÉRCIA À QUAL NOS SUBMETAMOS
VOLUNTARIAMENTE, PIOR SERÁ DORMIR E ACORDAR COM A CRUEL DÚVIDA DA POSSIBILIDADE DE VITÓRIA!”

LUTEMOS E ACREDITEMOS SEMPRE NOS NOSSOS SONHOS E EM NÓS MESMOS! QUE DEUS NOS ABENÇOE NESTA E EM
OUTRAS JORNADAS DA VIDA!

[Link] 8
Língua Portuguesa – Mourão
Professor Mourão
ANEXO-01

 TIPOLOGIAS/SEQUÊNCIAS/GÊNEROS TEXTUAIS (ESSENCIAIS)

 S E QUÊ NC IAS D IS C URS IVAS

Uma sequência textual é o conjunto de elementos (palavras) que po ssibilita que um texto tenha
características narrativas, descritivas, argumentativas e/ou injuntivas. Desse modo, as sequências podem
determinar se o texto será predominantemente do tipo narrativo, descritivo, argumentativo ou injuntivo.

1. S equênci a n arrat i va

A sequência narrativa é construída basicamente de verbos que expressam ação e encadeiam causas
e consequências, revelando a interação de elementos (personagens, por exemplo) para a realização de fatos.

Observe o texto:

Trecho de “A C art om ant e, cont o de Machado de Assi s:

"C amilo pegou-lhe nas mãos, e olhou para ela sério e fixo. Jurou que l he queri a m ui t o, que os seus sust os
pareciam de criança; em todo o caso, quando tivesse algum receio, a m el hor cart om ant e era el e m esm o.
D epois, repreendeu-a; disse-lhe que era imprudente andar por essas casas. Vilela podia sabê -l o, e depoi s...
— Qual saber! t i ve m ui t a caut el a, ao ent rar na casa.
— Onde é a casa?
— Aqui perto, na Rua da Guarda Velha; não passava ninguém nessa ocasião. Descansa; eu não sou m al u ca."

( “A C artomante”, de Machado de Assis)


2. S equênci a descri t i va

A sequênci a descri t i va , por sua vez, também pode possuir elementos como a seqüência narrativa,
tendo como marca de distinção a não i nt eração desses elementos para a realização de fatos.

Leia:

"A P olícia Militar encontrou, na manhã de sexta-feira (18/05), o corpo da vítima. E l a era m agra, com
m ei a al t ura, ol hos cast anhos e cabel os l ongos e l oi ros.

O trecho pode ser considerado descritivo. Percebemos o uso do verbo de ligação (verbo ser), e, em
verde, os adjetivos. Assim, o trecho se utiliza de uma descrição obj et i va , pois se at ent a às caract erí st i cas
fí si cas da vítima para informar o seu leitor da maneira mais realista possível, por meio da l i nguagem
denot at i va.

Nos olhos castanhos de Luísa, eu via brasa. Ela estava em fúria, e eu, cada vez mais enlouquecido de
am or. O que eu poderia fazer? Absolutamente nada. Eu era o homem que dest rui u a sua vi da. E ra i sso que
passava pela cabeça dela. Tenho certeza! Voltemos à Luísa: ela me encara va . Ol hos fi rm es, arregal ados,
faí scas. D e m i nha part e: m edo, t em or, am or … O que eu poderi a fazer?

No trecho, os verbos destacados ajudam na visualização e construção da cena. Em verde, temos os


adj et i vos que caracterizam ambas as personagens envolvidas n a cena. Em determinados momentos,
percebemos que termos como “brasa” e “faísca” são m et áforas para se referir ao comportamento da
personagem Luísa, que, por algum motivo, estava enfurecida. Dessa maneira, temos o uso da descri ção
subj et i va , isto é, a presença da l i nguagem conot at i va no texto."

3. S equênci a argum ent at i va

Para um texto ser caracterizado como argumentativo, é necessário a predominância da disposição


lógica de indícios, suposições, deduções e opiniões que busquem respaldar uma verdade pot encial. Portanto,
necessário um conjunto de sequênci as argum ent at i vas .

Acompanhe o fragmento de um texto:

S egue exemplo de texto argumentativo ao qual foi at ri buí da “nota máxima” pela banca examinadora:

[Link] 9
Língua Portuguesa – Mourão
O fi lme “Cine Hollywood” narra a chegada da primei ra sala de cinema na cidade de C rato, interi or do
C eará. Na obra, os m oradores do até então vilarejo nordestino têm suas vidas modificadas pela moderni dade
que, naquele contexto, se traduzia na exibição de obras cinematográfi cas. D e m anei ra anál oga à hi st ó ri a
fi ctícia, a questão da democratização do acesso ao cinema, no Brasil, ainda enfrent a probl em as no que di z
respeito à exclusão da parcela socialmente vulnerável da sociedade. Assim, é lícito afirmar que a post ura do
E st ado em relação à cultura e a negligência de part e das em presas que t rabal ham com a “sét i m a art e”
cont ri buem para a perpet uação desse cenári o negat i vo.

E m pri m ei ro pl ano, evi denci a -se, por part e do E st ado, a ausênci a de pol í t i cas públ i cas
suficientemente efetivas para democratizar o acesso ao cinema no país. E ssa lógica é comprovada pelo papel
passivo que o Ministério da Cultura exerce na adm i ni st ração do paí s. Inst i t uí do para ser um órgão que
promova a aproxi m ação de brasi l ei ros a bens cul t urai s, t al m i ni st éri o i gnora ações que poderi am ,
pot encialmente, fomentar o contato de classes pouco privilegiadas ao mundo dos filmes, como a dist ri bui ção
de i ngressos em instituições públicas de ensino básico e passeios escolares a salas de cinema. Desse modo, o
Governo atua como agente perpetuador do processo de exclusão da popul ação m ai s pobre a esse t i po de
ent ret eni m ent o. Logo, é subst anci al a m udança desse quadro.

Out rossim, é imperativo pontuar que a negl i gênci a de em presas do set or — com o produt oras,
di stribuidoras de filmes e cinemas — também colabora para a di fi cul dade em dem ocrat i zar o acesso ao
ci nema no Brasil. Isso decorre, principalmente, da postura capitalista de grande parte do empresariado desse
segmento, que prioriza os ganhos financeiros em detrimento do impacto cultural que o cinema pod e exercer
sobre uma comunidade. Nesse sentido, há, de fato, uma visão elitista advinda dos donos de salas de exibi ção,
que muitas vezes preci fi cam i ngressos com val ores aci m a do que cl asses popul ares podem pagar.
C onsequent em ent e, a popul ação de bai xa rend a fi ca i m pedi da de frequent ar esses espaços.

É necessário, portanto, que medidas sejam tomadas para facilitar o acesso democrático ao cinema no
paí s. P osto isso, o Ministério da Cultura deve, por meio de um amplo debate ent re E st ado, soci edade ci vi l ,
Agência Nacional de Cinema (ANCINE) e profissionais da área, lançar um Plano Nacional de Democrat i zação
ao C inema no Brasil, a fim de fazer com que o m ai or núm ero possí vel de brasi l ei ros possa desfrut ar do
uni verso dos filmes. Tal plano deverá focar, principalm ente, em destinar certo percentual de i ngressos para
pessoas de baixa renda e estudantes de escol as públ i cas. Adem ai s, o Governo Federal deve t am bém ,
m ediante oferecimento de incentivos fiscais, incentivar os cinemas a reduzirem o cust o de seus i ngressos.
D essa maneira, a situação vivenciada em “Cine Hollywood” poderá ser vi sual i zada n a real i dade de m ai s
brasileiros. A redação é de um candidato de Fortaleza (CE) e foi publicada pelo G1.

4. S equênci a exposi t i va

O texto expositivo é um tipo textual que t em como principal objetivo transmitir uma mensagem da form a m ai s
cl ara possí vel . E l e é descri t i vo, preci so, escl arecedor e com preensí vel .

No texto expositivo, esses elementos fazem com que o leitor tenha informações suficientes para compreender
o assunto ou interpretar os dados. Art i gos ci ent í fi cos, not í ci as são alguns dos inúmeros exemplos de texto
expositivo que estão presentes no nosso cotidiano. Mas para identificá -lo é preciso conhecer os elementos que
fazem parte dele.

Não faz juízo de val or – As considerações feitas por quem escreveu são feitas com base nos dados coletados.

E xem pl os de t ext o exposi t i vo:

• Resum o de art i go :

“E st e artigo tem como objetivo discutir a estrutura e o funcionamento da Educação Bási ca no Brasi l , assi m
com o ressaltar a necessidade de um ensino básico de qual i dade para o desenvol vi m en t o da soci edade.
Levando em consideração as m udanças contínuas do mundo globalizado, esse est udo t am bém se propõe a
si t uar o papel das mídias e tecnologias de informação e comunicação, como uma das ferramentas capazes de
pot enci al i zar a aprendi zagem em sal a de aul a.”

( S ANTOS, Esther. A Educação Básica no Brasil : desafios e possibilidades do mundo globalizado.)

Em um resumo de artigo, alguns el em ent os estão sempre present es, como o obj et i vo e consi derações a
respeito do tema. O resumo serve para apresentar ao leitor sobre o que aquele conteúdo se refere, e é a partir

[Link] 10
Língua Portuguesa – Mourão
dele que as pessoas decidem se vão ler ou não. Se ele estiver confuso ou de difícil interpretação, é provável
que as pessoas não se interessem.

• Notícia

“Bat i da ent re carro e ôni bus dei xa um j ovem feri do em S al vador.”

Um j ovem ficou gravemente ferido após um acidente envolvendo um carro e um ônibus de transporte coleti vo,
em S alvador. O acidente aconteceu na manhã desta quinta-feira (25). A batida foi regi st rada no ret orno da
Avenida Otávio Mangabeira, orla da Boca do Ri o. O m ot i vo do aci dent e ai nda est á sendo i nvest i gado.
O j ovem de 28 anos que dirigia o veículo, ficou preso às ferragens do carro. Ele cons egui u ser ret i rado pel o
C orpo de Bombeiros e levado ao hospital uma hora depois pelo Serviço de Atendi m ent o Móvel de Urgênci a
( S AMU) .
D uas cri anças t am bém ocupavam o veí cul o m as só t i veram feri m ent os l eves.
D e acordo com o motorista de ônibus, o carro tentou fazer uma manobra para fugir do semáforo. Nenhum dos
passagei ros se feri ram no aci dent e.

“Batida entre carro e ônibus deixa duas pessoas feridas em Salvador”

Geralmente, o t í tulo contém a informação principal da notíci a . Essa estratégia é utilizada para fazer com que o
leitor tenha interesse e continue a leitura. Ao l ongo da narrat i va, o l ei t or consegue responder à essas
pergunt as:

O que aconteceu?
Onde aconteceu?
Quem sofreu ou praticou a ação?
Como aconteceu?
Por que aconteceu?

Al ém dessas informações básicas, o texto também traz elementos que foram desenrolados l ogo após a ação
pri nci pal , com o o est ado do m ot ori st a e out ros personagens envol vi dos.

4. S equênci a i nj unt i va

Comum em manuais de aparelhos eletrônicos e em receitas culinár ias, a sequência injuntiva prioriza a
presença de verbos no imperativo com o intuito de ori entar o leitor, por m ei o de com andos , na realização de
tarefas.

Manual de Inst ruções

Instalação: Prefira sempre os serviços da Rede de Assi st ênci a Técni ca Brast em p p ara real i zar desde a
i nst al ação at é a m anut enção de seus produt os com t ranqui l i dade e segurança.

1° passo: Veja se a tomada onde o produto será instalado tem o novo padrão pl ugue, segundo o INME TRO.

2° passo: Verifique se a tensão da rede elétrica no local de instal ação é a m esm a i ndi cada na et i quet a do
pl ugue da sua l avadora.

3° passo: Nunca altere ou use o cabo de força de maneira diferent e da recom endada. S e o cabo de força
est i ver dani fi cado, cham e a Rede de S ervi ços Brast em p para subst i t uí -l o.

4° passo: Verifique se o l ocal de i nst al ação possui as condi ções adequadas i ndi cadas no Manual do
C onsumidor:-A pressão da água para abastecimento deve corresponder a um nível de 2 a 80 m acima do ní vel
da t ornei ra;

- Recomenda-se que haja uma tornei ra excl usi va p ara a corret a i nst al ação da m anguei ra de ent rada;

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Língua Portuguesa – Mourão
ANEXO – 02

RELAÇÕES SEMÃNTICAS CONJUNTIVAS

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Língua Portuguesa – Mourão
ANEXO - 03

 SINTAXE DO PERÍODO SIMPLES (ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS)

- CLASSIFICAÇÃO E RECONHECIMENTO

São chamadas assim porque exercem função sintática própria de substantivo em relação à oração principal, ou seja, função de
sujeito, predicativo, objeto direto, objeto indireto, complemento nominal, aposto etc. São iniciadas normalmente pelas
conjunções integrantes que ou se.

1) Predicativo

– O anúncio lamentável era a aposentadoria dele. = O anúncio lamentável era que ele se aposentaria.

2) Objeto direto

– Ninguém desejou sua aposentadoria. = Ninguém desejou que se aposentasse.

3) Objeto indireto

– Avisei-o de sua aposentadoria. = Avisei-o de que deveria aposentar-se.

4) Complemento nominal

– Estava receoso de sua aposentadoria. = Estava receoso de que se aposentasse.

5) Aposto

– Hoje o atleta só deseja isto: sua aposentadoria. = Hoje o atleta só deseja isto: que se aposente.

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