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21. Paper de Estágio educação infantil
Pedagogia (Universidade Norte do Paraná)
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Baixado por Francisco Jacinto Alves Bezerra (franciscojacintoalvesbezerra@[Link])
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TÍTULO DO PAPER
Autor: LUCIENE FERNANDES DA SILVA ARAÚJO
Tutor externo: Liliane pereira Souza
Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI
Curso (3952) – Estágio pedagogia
19/06/2023
RESUMO
O relatório de estágio tem como objetivo apresentar as atividades
desenvolvidas durante o período de estágio supervisionado em pedagogia. O
estágio foi realizado em uma instituição de ensino, com o intuito de aprimorar
os conhecimentos teóricos adquiridos ao longo do curso e vivenciar a prática
pedagógica no contexto real da sala de aula.
Inicialmente, foi realizada uma revisão bibliográfica com base na obra
"Metodologia do trabalho acadêmico" de Tafner e Silva (2011), que ensinou
embasamento teórico para a compreensão dos conceitos e práticas
relacionadas à elaboração do relatório de estágio.
Palavras-chave: educação inclusiva, educação infantil, pratica pedagógica.
1 INTRODUÇÃO
O presente relatório de estágio tem como objetivo relatar as experiências
vivenciadas durante o estágio supervisionado em pedagogia, com foco na
temática da educação inclusiva. A educação inclusiva é um tema de extrema
conversão na contemporaneidade, pois busca garantir a igualdade de
oportunidades e o pleno desenvolvimento educacional de todos os alunos,
independentemente de suas diferenças e necessidades especiais.
A inclusão educacional tem como premissa o respeito à diversidade e a
valorização das singularidades de cada indivíduo, visando a construção de uma
sociedade mais justa e equitativa. Nesse contexto, o papel do pedagogo é
fundamental, pois ele atua como agente facilitador e mediador, promovendo a
adaptação curricular, o acolhimento e a implementação de estratégias
pedagógicas inclusivas.
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2 ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: FUNDAMENTAÇÃO TÉORICA
O presente relatório tem como objetivo relatar e refletir sobre minha
experiência de estágio na área de Pedagogia, com foco na Educação Inclusiva.
Durante o período de estágio, tive a oportunidade de vivenciar de forma prática
os desafios e as possibilidades de promover uma educação igualitária, que
valorize a diversidade e garanta o acesso e a participação plena de todos os
estudantes, independentemente de suas características e habilidades.
A Educação Inclusiva é um princípio fundamental, baseado no direito de
todos os indivíduos à educação de qualidade. Ela reconhece e valoriza a
diferença, promovendo a igualdade de oportunidades e o respeito à
singularidade de cada aluno. Nesse contexto, o papel do pedagogo é
fundamental, pois cabe a ele criar um ambiente acolhedor e adaptado, planejar
e implementar estratégias pedagógicas que atendam às necessidades de todos
os alunos e estimulem uma convivência harmoniosa e de respeito mútuo.
[Link]
asesociais/pedagogia/livro-educacao-inclusiva-com-os-pingos-nos-is
CARVALHO, Rosita. Educação Inclusiva com os pingos nos “is”. Porto
Alegre: Mediação, 2004. 176 p.
Este trabalho tem como objetivo desencadear uma reflexão sobre a educação
inclusiva na educação infantil, considerando a educação como um modelo educacional
inclusivo endossado por políticas públicas, mas ainda distante da realidade escolar. A
reflexão visa pensar as mudanças necessárias desde a educação infantil, pois esta é a
primeira etapa da educação básica e é um período crítico no desenvolvimento e no
processo de aprendizagem da criança com deficiência. A construção da escola
inclusiva desde a educação infantil envolve pensar seu espaço, tempo, profissionais,
recursos pedagógicos etc., voltando-se para o possível acesso, retenção e
desenvolvimento de alunos com deficiência.
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Carneiro, Relma Urel Carbone. Educação inclusiva na educação
infantil. Práxis Educacional, v. 8, n. 12, p. 81-95, 2012. Disponível em:
<[Link]
A educação inclusiva é uma educação de qualidade que deve ser oferecida pelo sistema
educacional a todas as crianças, jovens e adultos assegurando para isso recursos,
métodos de ensino, estratégias de ensino e, sobretudo, recursos humanos capacitados que
atuarão como docentes na Educação Infantil, nas séries iniciais do Ensino Fundamental e
como os gestores dos Sistemas de Ensino. Estes profissionais, formados no curso de
Pedagogia, poderão contribuir para a efetivação de uma sociedade genuinamente inclusiva
desde que dominem os campos teórico e prático de sua área, e que estes sejam
perpassados de atitudes sociais favoráveis à inclusão. Estas atitudes podem ser uma das
condições necessária.
FONSECA-JANES, Cristiane Regina Xavier. estudo das atitudes sociais e do currículo.
2010. 228 f. Tese (doutorado) - Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Filosofia e
Ciências de Marília, 2010. Disponível em: <[Link]
A inclusão dos alunos com deficiência no ensino regular tem sido cada vez mais
discutida. O objetivo do presente ensaio é problematizar as relações entre escola e
família, partindo da educação especial, sob a perspectiva da educação inclusiva, isto é,
para todos, independentemente de quaisquer particularidades. Para tal, partimos da
reflexão sobre alguns aspectos históricos em relação às pessoas com deficiência e seus
processos de escolarização. Em um segundo momento, refletimos sobre a complexa
dinâmica do preconceito e dos estereótipos no jogo de constituição da subjetividade, para,
a seguir, pensar nos pressupostos básicos da educação inclusiva e nos entraves entre
família e escola, perpassados pelas políticas públicas educacionais. Concluímos que a
diversidade presente na educação inclusiva não é um favor aos grupos historicamente
excluídos, mas uma luta pela humanização de todos nós. Luta essa que necessariamente
passa pela assunção e superação de preconceitos e estereótipos de todos os envolvidos,
uma vez que o convívio com a diferença é um esforço coletivo.
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Artigos • Psicol.,Ciênc. Prof. (Impr.) 35 (4) • Dez 2015
• [Link]
Este artigo pretende desenvolver um estudo sobre como ocorre a Educação
Inclusiva para os alunos do Ensino Fundamental I e II em uma escola do município
de São Paulo. Serão abordadas questões complexas como classes heterogêneas e
numerosas, falta de estagiários para o acompanhamento dos alunos com
Necessidades Educacionais Especiais e como a rotina de profissionais se altera
quando – muitas vezes – contam com o aluno de Inclusão em sua aula e – ao mesmo
tempo – devem cumprir suas atividades e garantir a aprendizagem de todos. Fazem
parte deste trabalho um histórico sobre a Educação Inclusiva no Brasil, levantamento
sobre as implantações de Políticas de Atendimentos a Crianças e Adolescentes com
Necessidades Educacionais Especiais no Sistema Municipal de Ensino em São
Paulo, bem como uma abordagem realizada com os profissionais no campo
pedagógico. Pretende-se demonstrar que a Inclusão é uma realidade crescente a
cada ano letivo.
SILVA, Claudio Marques da; PEREIRA, Ermenilda Fernandes. A Educação
Inclusiva no Ensino Fundamental I e II como se dá a Educação Inclusiva na
EMEF Prof. Aldo Ribeiro Luz. Revista Acadêmica Integra/Ação, [S.l.], v. 1,
n. 1, june 2017. ISSN 2594-4878. Disponível em:
<[Link]
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3 VIVÊNCIA DO ESTÁGIO
Durante o período de estágio na Escola tive a oportunidade de vivenciar
de perto a rotina da Educação Infantil e refletir sobre diversos aspectos
relacionados à minha área de concentração em Pedagogia. A interação com as
crianças, a observação das práticas educativas e a aplicação dos
conhecimentos teóricos foram experiências enriquecedoras que receberam
significativamente para a minha formação profissional.
Um dos aspectos que mais me chamaram atenção durante o estágio foi
a importância da afetividade no processo de aprendizagem das crianças.
Através da observação das emoções entre os pais e os alunos, pude constatar
como o afeto é fundamental para criar um ambiente acolhedor e estimulante,
que propicia o desenvolvimento cognitivo e sócio emocional das crianças. Essa
constatação está em consonância com a fundamentação teórica estudada ao
longo do curso, que destaca a importância da afetividade no contexto
educacional.
Outro aspecto que me marcou foi o símbolo do lúdico na Educação
Infantil. Durante o estágio, pude presenciar como as atividades lúdicas são
eficazes para envolver as crianças no processo de aprendizagem, promovendo
o desenvolvimento de habilidades cognitivas, motoras e sociais. Por meio de
brincadeiras, jogos e atividades recreativas, as crianças criaram maior
engajamento e interesse nas propostas educativas, consolidando o
embasamento teórico sobre a importância do lúdico na educação.
Além disso, a diversidade presente na sala de aula também despertou
minha atenção e reflexões. Por meio do convívio com crianças de diferentes
origens culturais, pude vivenciar a importância de promover uma educação
inclusiva e valorizar a diversidade. As reflexões teóricas sobre educação
inclusiva e práticas pedagógicas adequadas para atender às necessidades de
cada criança ganharam ainda mais significado ao presenciar o processo de
acolhimento e valorização das diferenças na prática.
Uma experiência marcante durante o estágio foi a realização de projetos
temáticos, nos quais os alunos tiveram a oportunidade de explorar diferentes
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conteúdos de forma integrada e significativa. Ao participar da elaboração e
execução desses projetos, pude constatar como essa abordagem pedagógica
favorece a interdisciplinaridade e o desenvolvimento de habilidades
transversais, como a pesquisa, a autonomia e a criatividade. Essa experiência
alinhada com as teorias estudadas sobre a importância da contextualização e
da integração de saberes na prática educacional.
Durante o estágio, também pude refletir sobre os desafios enfrentados
pelos pais, como a falta de recursos materiais e a necessidade de adaptação
constante às demandas da turma. Essas possibilidades me levaram a
compreender a importância da resiliência e do comprometimento do educador,
buscando alternativas criativas e adaptando-se às diferentes situações.
Em suma, a vivência do estágio em Pedagogia na Educação Infantil
proporcionou-me a oportunidade de aprofundar os conhecimentos teóricos,
relacionando-os com a prática educativa. Os aspectos que mais me chamaram
atenção, como a importância da afetividade, do lúdico, da diversidade e dos
projetos temáticos, foram fundamentais para enriquecer minha visão sobre a
pedagogia na primeira infância. Essa experiência fortaleceu minha intenção de
que a Educação Infantil desempenhasse um papel crucial na formação das
crianças, construindo as bases para seu desenvolvimento integral.
4 IMPRESSÕES DO ESTÁGIO (CONSIDERAÇÕES FINAIS)
A experiência de estágio em Pedagogia na Educação Infantil trouxe
inúmeras contribuições para a minha constituição como futura docente. Uma
vivência prática no ambiente educacional, aliada aos conhecimentos teóricos
adquiridos ao longo do curso, fortaleceu minha identidade profissional e
ampliou minha compreensão sobre o papel do educador na formação das
crianças.
Uma das principais contribuições dessa experiência foi o aprimoramento
das habilidades de planejamento e execução de atividades pedagógicas.
Durante o estágio, tive a oportunidade de elaborar planos de aula, selecionar
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materiais didáticos adequados e desenvolver estratégias de ensino que
estimulassem o aprendizado das crianças. Essa prática me permitiu
compreender a importância de um planejamento cuidadoso e flexível, capaz de
atender às necessidades individuais dos alunos e promover sua participação
ativa no processo educativo.
Além disso, a interação constante com as crianças adquiriu o
desenvolvimento da habilidade de mediação pedagógica. Ao observar as
necessidades e interesses dos alunos, pude adaptar as atividades propostas,
estimular sua autonomia e auxiliá-los na construção do conhecimento. Aprendi
a ser um facilitador, estabelecendo um ambiente propício para a aprendizagem,
encorajando o diálogo e promovendo o desenvolvimento integral dos
estudantes.
A experiência de estágio também contribuiu para o aperfeiçoamento da
capacidade de lidar com a diversidade presente na sala de aula. Ao conviver
com crianças de diferentes origens culturais, aprendi a superar e controlar
singularidades, buscando estratégias inclusivas que atendassem às
necessidades de cada aluno. Essa experiência foi fundamental para a
construção de uma postura ética e comprometida com a promoção da
equidade e da justiça social no contexto educacional.
Além das habilidades técnicas e pedagógicas, a experiência de estágio
também contribuiu para o desenvolvimento de habilidades sócio emocionais. A
interação com as crianças, suas famílias e os demais profissionais da escola
adquiriu o aprimoramento da empatia, da capacidade de trabalho em equipe e
da comunicação efetiva. Aprendi a cultivar relações positivas e respeitosas,
firmando parcerias que visavam ao bem-estar e ao desenvolvimento integral
dos estudantes.
Por fim, essa experiência de estágio na Educação Infantil reforçou minha
paixão pela docência. Ao presenciar o impacto que a educação pode ter na
vida das crianças, senti-me motivado e inspirado a seguir essa carreira com
entusiasmo e dedicação. Percebi que ser um educador vai além de transmitir
conhecimentos, é um compromisso de cultivar valores, despertar potencial e
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contribuir para a formação de cidadãos críticos, criativos e comprometidos com
a sociedade.
Em suma, o estágio em Pedagogia na Educação Infantil trouxe valiosas
contribuições para minha constituição como docente.
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REFERÊNCIAS
"Metodologia do trabalho acadêmico" de Tafner e Silva (2011),
Carneiro, Relma Urel Carbone. Educação inclusiva na educação infantil. Práxis
Educacional, v. 8, n. 12, p. 81-95, 2012. Disponível em:
<[Link]
[Link]
s/pedagogia/livro-educacao-inclusiva-com-os-pingos-nos-is
CARVALHO, Rosita. Educação Inclusiva com os pingos nos “is”. Porto Alegre:
Mediação, 2004. 176 p.
BRASIL. Resolução CEB. Resolução nº 2, de 7 de abril de 1998. Institui as
Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental. Brasília, DF:
abril de 1998. Disponível em: <[Link]
rceb02_98.pdf>. Acesso em: 5 jun. 2018.
DI PALMA, Márcia Silva. Organização do trabalho Pedagógico. Curitiba:
IBPEX, 2008
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ANEXO
Registro de Frequência
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