Curso de Nutrição -04
Cadeira: Segurança Alimentar e Nutricional
Agostinho Júlio
Amussa Elivio
Bertinha Eugénio
Cátia Benedito
Dozanãe Maria
Aspectos Físicos Ligados ao Acesso aos Alimentos, Marcados de Comercialização
Agrícola
Quelimane, Setembro de 2023
Agostinho Júlio
Amussa Elivio
Bertinha Eugénio
Cátia Benedito
Dozanãe Maria
Aspectos Físicos Ligados ao Acesso aos Alimentos, Marcados de Comercialização
Agrícola
Trabalho em grupo de caráter avaliativo
a ser apresentado na cadeira de
Segurança Alimentar e Nutricional
lecionado pelo Dr. Inácio Xavier
Quelimane, Setembro de 2023
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Índice
Introdução........................................................................................................................................4
Objetivo Geral.................................................................................................................................4
Objetivos Específicos......................................................................................................................4
Metodologia.....................................................................................................................................4
Comercialização..............................................................................................................................5
Mercado...........................................................................................................................................5
Aspectos Físicos Ligados ao Acesso aos Alimentos, Marcados de Comercialização Agrícola......5
Evolução do Sistema da Comercialização.......................................................................................6
Comércio doméstico e Internacional...............................................................................................7
Comércio Doméstico e Internacional..............................................................................................8
Comércio Doméstico.......................................................................................................................9
O papel da Importação.....................................................................................................................9
Ajuda alimentar.............................................................................................................................10
O papel da Exportação...................................................................................................................11
Segurança alimentar.......................................................................................................................11
Importações comercias..................................................................................................................12
Papel da Comercialização..............................................................................................................13
Conclusão......................................................................................................................................13
Bibliografia....................................................................................................................................14
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Introdução
Os aspectos físicos ligados ao acesso aos alimentos e à comercialização agrícola desempenham
um papel crucial na segurança alimentar e no desenvolvimento econômico de uma região. Esses
aspectos incluem a disponibilidade de terras cultiváveis, o clima e as condições climáticas, a
infraestrutura de transporte, o acesso à água e a proximidade dos mercados. Esses fatores
influenciam diretamente a produção agrícola, a capacidade de armazenamento, o transporte e a
distribuição dos alimentos, afetando assim o acesso da população a uma alimentação adequada.
O entendimento desses aspectos físicos é essencial para abordar os desafios relacionados à
segurança alimentar e promover práticas agrícolas sustentáveis.
Objetivo Geral
Promover o acesso adequado da população a uma variedade de produtos alimentares.
Objetivos Específicos
Otimizar a infraestrutura de transporte e armazenamento;
Garantir a qualidade e segurança dos alimentos durante todo o processo de
comercialização;
Promover a equidade no acesso aos alimentos em diferentes regiões geográficas e
minimizar perdas e desperdícios na cadeia de abastecimento alimentar.
Metodologia
Para Gil (1999), o método científico é um conjunto de procedimentos intelectuais e técnicos
utilizados para atingir o conhecimento os aspectos físicos ligados ao acesso aos alimentos na
comercialização agrícola envolve análise de infraestrutura, logística e distribuição.
Além disso, também se considera a localização geográfica dos mercados, estrutura de
armazenamento e transporte, condições de embalagem e práticas de higiene na cadeia de
comercialização agrícola.
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Comercialização
Segundo BRANDT "entende-se por comercialização o desempenho de todas as atividades
necessárias ao atendimento das necessidades e desejos dos mercados, planejando a
disponibilidade da produção, efetuando transferência de propriedade de produtos, provendo
meios para a sua distribuição física e facilitando a operação de todo o processo de mercado".
Em outras palavras, é o desempenho de todas as funções ou atividades envolvidas na
transferência de bens e serviços do produtor ao consumidor final. Para que os bens e serviços
reflitam a preferência do consumidor, a comercialização começa antes da produção. Dessa
maneira, o termo "transferência" não significa apenas transporte, mas todas as demais operações
físicas e envolve as ações desde a aquisição dos insumos para a produção.
Mercado
Refere-se a uma área, na qual compradores e vendedores tem as facilidades para negociar um
com o outro e onde as forças de oferta e demanda atuam de modo a determinar os preços. O
tamanho desta área é limitado pelo sistema de comunicação, transporte e características do
produto. Por exemplo, produtos com grandes volumes ou perecíveis apresentam um mercado
com área mais restrita.
É dentro desta visão ampla do que se chama de setor de comercialização, desde os insumos para
a agricultura até o produto para consumo final, que se desenvolveu o conceito de Agribusiness,
termo cunhado por dois economistas norte-americanos (Ray Goldberg e John H. Davis) num
congresso sobre distribuição de alimentos, marcando definitivamente a forma moderna de pensar
a agricultura. Agribusiness seria a soma do setor de comercialização (insumos e produtos) e da
própria agricultura (produção).
Aspectos Físicos Ligados ao Acesso aos Alimentos, Marcados de Comercialização Agrícola
Os aspectos físicos ligados ao acesso aos alimentos e à comercialização agrícola incluem a
infraestrutura de transporte, armazenamento adequado, condições de refrigeração, proximidade
de mercados e distribuição eficiente.
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Além dos aspectos físicos, outros fatores importantes incluem a disponibilidade de terras
agrícolas, acesso a água para irrigação, condições climáticas favoráveis, tecnologia agrícola,
práticas de manejo sustentável e políticas governamentais que promovam a produção e
distribuição de alimentos.
Outras ideias importantes estão relacionadas à logística de transporte, como estradas de boa
qualidade, redes de distribuição eficientes, infraestrutura de armazenamento e refrigeração ao
longo da cadeia de suprimentos, bem como a implementação de políticas que incentivem a
produção agrícola local e a redução do desperdício de alimentos.
Evolução do Sistema da Comercialização
A análise histórica do desenvolvimento das atividades de comercialização auxilia explicar alguns
conceitos e instituições contemporâneas, principalmente no caso específico do Brasil, onde
segmentos ainda muito primitivos, se mantém ao lado de setores ultramodernos.
Historicamente, a comercialização apresentou seis estágios:
a) Auto-suficiência (econômica dentro do grupo).
b) Produção de excedente para o mercado local (era medieval).
c) Produção de excedente para o mercado externo (era mercantilista).
d) Melhoria na produção da utilidade de forma (revolução industrial).
e) Empresariado voltado para o setor de consumo.
f) Empresariado voltado para o "marketing".
BREIMEYER classifica a evolução do processo de comercialização em quatro estágios:
a) Auto-suficiência
b) Organização agrária
c) Organização Agrícola
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d) Organização Industrial
No primeiro estágio, mesmo os mais elementares tipos de mercado eram inexistentes. A auto-
suficiência era obtida dentro do grupo social.
A característica dos três primeiros estágios é que os recursos produtivos e a demanda eram
variáveis puramente exógenas, onde o mercado não funcionava como coordenador das atividades
de produção.
Conforme COELHO, a natureza exógena da produção e da demanda juntamente com a doutrina
de uma economia auto-regulada veio a perder substância no último estágio de evolução do
sistema de comercialização. Neste estágio, o advento de unidades econômicas integradas e o uso
intensivo de capita vieram reduzir, substancialmente, não somente o papel do mercado como
regulador da economia mas também a "separação" anteriormente existente entre produção e
demanda.
Comércio doméstico e Internacional
O comércio doméstico refere-se à troca de bens e serviços dentro do mesmo país, enquanto o
comércio internacional envolve a compra e venda de bens e serviços entre diferentes países.
Ambos desempenham um papel importante na economia global, promovendo o crescimento
econômico, a especialização e o acesso a uma variedade maior de produtos.
No comércio doméstico, as transações ocorrem dentro das fronteiras de um único país e são
reguladas pelas leis e políticas desse país. Essas transações podem envolver a venda de produtos
agrícolas, manufaturados, serviços e outros bens entre empresas e consumidores dentro do
mesmo mercado nacional.
Já o comércio internacional envolve a troca de bens e serviços entre diferentes países. Isso ocorre
por meio da importação (compra de bens e serviços de outros países) e exportação (venda de
bens e serviços para outros países). O comércio internacional permite que os países se
especializem na produção daquilo em que possuem vantagens comparativas, promovendo
eficiência econômica e crescimento.
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Ambos os tipos de comércio são importantes para a economia global, pois promovem o
intercâmbio de recursos, diversificação de produtos, acesso a mercados mais amplos e
oportunidades de negócios.
Além disso, o comércio doméstico geralmente é impulsionado pela demanda interna e pelas
preferências dos consumidores dentro de um país. Já o comércio internacional é influenciado por
fatores como acordos comerciais, tarifas, barreiras comerciais, políticas cambiais e diferenças
nas leis e regulamentações entre os países. Ambos os tipos de comércio têm impactos
significativos na economia, no emprego e no desenvolvimento sustentável.
Comércio Doméstico e Internacional
A função do comércio tende a disponibilizar alimentos provenientes das áreas produtoras de
excedentes às áreas deficitárias. Em Moçambique, a região sul-onde existe uma forte procura -e
deficitária devido a dois factores: o alto grau de urbanização da região e às condições climáticas
pouco favoráveis para a agricultura combinada com solos pobres. Encontapartida, as regiões
centro e norte, com excedentes agrícolas apresentam pouca procura.
O modelo do abastecimento é o seguinte:
Os excedentes da região norte são escoados maioritariamente para os países vizinhos
No início das colheitas, a região centro abastece a região sul (províncias de Inhambane, Gaza e
Maputo)
A forte procura das zonas urbanas da região sul (cidades de Maputo e Matola principalmente) é
satisfeita com importações de África do Sul e Swazilândia.
O maior volume das transações realizado por numerosos comerciantes informais.
Nos últimos anos, devido a restruturação do sistema alfandegário, a forte fiscalização nas
fronteiras da região sul e o melhoramento na rede de estradas, muitos comerciantes informais
optaram por realizar compras dentro do território nacional, avançando até a província da
Zambézia, enquanto anos atrás chegavam só até as províncias de Sofala e Manica a procura de
produtos para o seu transporte para o sul dos pais.
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Comércio Doméstico
A política agrária de Moçambique tem os seguintes objectivos:
Desenvolver as actividades agrícolas para atingir a segurança alimentar através da diversificação
da produção, fornecimento de matéria-prima de origem agrícola às indústrias nacionais e para
exportação, com base no uso sustentável dos recursos sem descuidar considerações de igualdade
social
No processo de atingir estes objectivos, foram identificados alguns problemas incluindo fraca
rede comercial, ajuda alimentar de distribuição gratuita que interfere com a comercialização
agrícola, centros produtores não integrados aos centros de consumo devido às fracas
infraestruturas em transportes e rodoviárias.
A disponibilidade de alimentos nos centros consumidores é realizada por comerciantes formais e
informais. Estudos realizados indicam que os comerciantes informais são mais numerosos e mais
eficientes. Ao mesmo tempo, analisando o comportamento deste sector, se observa que estão
dentro do sistema comercial por falta de outras oportunidades de emprego e o seu compromisso
para a actividade é baixo; por tanto, investimentos a longo prazo para este grupo corre-se o risco
de não obter os resultados desejados.
Em referência aos comerciantes formais, que pagam licenças para realizar as suas actividades, o
aumento da concorrência por parte dos informais e “falta de acesso ao crédito são os principais
obstáculos para expandir as suas actividades. Financiamento a curto prazo permitiria comprar
produtos agrícolas dos camponeses e ao mesmo tempo colocar produtos industrializados.
Consideração deve-se dar a comparticipação no outorgamento do crédito para facilitar o seu
acesso.
O papel da Importação
Em Moçambique o crescimento da população é estimado em 2.7 % por ano. A produção
alimentar não acompanha esse crescimento. Estudos realizados pelo Instituto Internacional de
Pesquisas Alimentares (IFPRI) indicam que até ao ano 2020 muitos países da África Sub-sariana
incluindo Moçambique continuarão dependentes das importações para garantir a sua segurança
alimentar.
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O balanço histórico apresentado na Parte 1 ilustra que em Moçambique o balanço nacional de
alimentos assim como o global é normalmente negativo. Isto significa que a produção nacional
não é suficiente para cobrir as necessidades internas em alimentos e por outro lado as
importações feitas também não tem sido completamente suficientes para cobrir as necessidades
em alimentos para o povo moçambicano. Contudo, as importações de alimentos jogam um papel
importante para a redução do défice alimentar em Moçambique.
Ajuda alimentar
Durante muitos anos Mozambique dependeu da comunidade internacional para cobrir o déficit
na disponibilidade de alimentos.
O tipo de ajuda alimentar era de duas formas, nomeadamente:
Ajuda alimentar para o mercado: os produtos eram vendidos nos mercados e as receitas obtidas
eram utilizadas em projectos de desenvolvimento.
Ajuda alimentar gratuita: para ser distribuídas às populações afectadas por calamidades
naturais. Os alimentos podiam ser distribuídos gratuitamente ou dentro do esquema de
programas "comida pelo trabalho”. Para evitar a dependência, nos últimos anos o governo
favorece fortemente esta ultima modalidade. Este tipo de programa é implementado nas áreas
rurais para descorajar a migração rural -urbano em períodos de emergência.
A importação desempenha um papel importante na economia, permitindo que os países tenham
acesso a bens e serviços que não são produzidos internamente ou que são mais baratos de serem
adquiridos no exterior. A importação também promove a diversificação de produtos, estimula a
concorrência no mercado interno e pode fornecer insumos essenciais para a indústria e o setor de
serviços.
Além disso, a importação pode ajudar a suprir a demanda interna por produtos quando a
produção nacional não é suficiente para atender às necessidades dos consumidores. Isso permite
que os países se beneficiem da especialização e se concentrem na produção de bens e serviços
nos quais possuem vantagens comparativas, enquanto importam produtos que podem ser mais
eficientemente produzidos por outros países.
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A importação também estimula o comércio internacional, fortalecendo as relações econômicas
entre os países e promovendo o intercâmbio de conhecimentos, tecnologias e culturas. Além
disso, a importação pode ajudar a reduzir custos de produção e consumo, aumentando assim o
bem-estar dos consumidores e impulsionando o crescimento econômico.
Além dos benefícios econômicos, a importação pode desempenhar um papel crucial no
fornecimento de produtos essenciais, como alimentos, medicamentos e recursos naturais, que
podem não estar disponíveis em quantidade suficiente ou com qualidade adequada internamente.
Isso ajuda a garantir a segurança alimentar, o acesso a medicamentos e o desenvolvimento de
setores dependentes de matérias-primas importadas. No entanto, é importante que os países
também busquem equilibrar suas importações com políticas que promovam a produção nacional
e a diversificação econômica.
O papel da Exportação
O desenvolvimento das exportações requer muita consideração referente a padronização da
qualidade, infraestruturas de transporte (em termos de estrada e veículos), etc. A questão a
analisar é que o rendimento gerado do comércio de exportação deve estar sujeito a regulamentos
e impostos governamentais.
As exportações de mercadorias como: crustáceos, castanha e amêndoa de caju, algodão,
madeiras, açúcar, copra e desperdiço de metais contribuem para o crescimento da economia
nacional, porém, o desequilíbrio
Segurança alimentar
Entre o valor das exportações e as importações é grande
Nos últimos anos, culturas de rendimentos anuais tomaram um forte impulso na produção
camponesa. O algodão é feito através de contratos entre camponeses e companhias que
fomentam esta cultura. A cultura de tabaco, com um forte mercado no Malawi é uma importante
fonte de rendimentos nos distritos fronteiriços.
A exportação desempenha um papel fundamental na economia, permitindo que os países vendam
seus produtos e serviços no mercado global. Isso ajuda a impulsionar o crescimento econômico,
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gerar empregos e aumentar a renda nacional. A exportação também pode promover a
especialização produtiva, permitindo que os países se concentrem em setores nos quais possuem
vantagens comparativas, como recursos naturais, habilidades específicas ou tecnologia avançada.
Além disso, a exportação contribui para o desenvolvimento de relações comerciais
internacionais, a transferência de conhecimentos e tecnologia e a diversificação da economia.
Além dos benefícios econômicos, a exportação também desempenha um papel importante na
promoção da imagem e reputação de um país no cenário internacional. Ao exportar produtos de
alta qualidade, inovação e sustentabilidade, um país pode fortalecer sua marca e atrair
investimentos estrangeiros. A exportação também pode ajudar na obtenção de receitas em moeda
estrangeira, equilibrando a balança comercial e fortalecendo a estabilidade econômica. Além
disso, a exportação pode impulsionar o desenvolvimento de setores relacionados, como logística,
transporte e serviços associados ao comércio internacional.
Outro acréscimo importante é que a exportação pode proporcionar oportunidades de crescimento
para as empresas, permitindo que elas alcancem novos mercados e diversifiquem suas fontes de
receita. Isso pode aumentar a competitividade das empresas, impulsionar a inovação e estimular
o desenvolvimento de novos produtos e serviços. Além disso, a exportação pode ajudar a criar
empregos e melhorar as condições econômicas em uma nação, ao impulsionar o investimento e o
desenvolvimento de infraestrutura.
Importações comercias
Este tipo de importações é realizado por grandes comerciantes, os principais produtos
importados são arroz, milho e trigo. As companhias moageiras também importam matéria-prima
para o seu processamento.
Existem também numerosos pequenos comerciantes, os chamados comerciantes ambulantes que
realizam importações em pequenas quantidades de farinha de milho e açúcar, principalmente.
Um forte dispositivo alfandegário foi montado nos postos fronteiriços para travar a importação
de açúcar dos países vizinhos e proteger a incipiente industria açucareira nacional.
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Papel da Comercialização
A comercialização deve facilitar a responder os problemas econômicos "o que" e "quanto"
produzir, "quando", "como" e "onde" distribuir os produtos, e sob que "forma". Em outras
palavras, isto significa:
Orientar a Produção, ou seja, transmitir aos produtores sobre uma demanda existente.
Orientar o Consumo, através da promoção, visando aumentar a demanda (exemplo: soja na
alimentação humana).
Conclusão
Em conclusão, os aspectos físicos, como a disponibilidade de terras cultiváveis, o clima, a
infraestrutura de transporte e o acesso à água, desempenham um papel fundamental no acesso
aos alimentos e na comercialização agrícola. Esses fatores influenciam a produção, o
armazenamento, o transporte e a distribuição dos alimentos, afetando diretamente a segurança
alimentar e o desenvolvimento econômico. É essencial considerar esses aspectos ao desenvolver
políticas e estratégias que promovam a sustentabilidade agrícola, a diversidade alimentar e o
acesso equitativo aos alimentos para garantir uma alimentação adequada para todos.
Outro acréscimo importante é a necessidade de considerar a sustentabilidade ambiental ao
abordar os aspectos físicos ligados ao acesso aos alimentos e à comercialização agrícola. A
proteção dos recursos naturais, como solos férteis e água limpa, é essencial para garantir a
produção contínua de alimentos. Além disso, práticas agrícolas sustentáveis, como o uso
eficiente dos recursos, a conservação da biodiversidade e a mitigação das mudanças climáticas,
são fundamentais para enfrentar os desafios futuros relacionados à segurança alimentar. Ao levar
em consideração os aspectos físicos e a sustentabilidade ambiental, podemos promover um
sistema alimentar resiliente e equitativo.
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Bibliografia
BRANDT, S. A. Comercialização agrícola . Piracicaba-SP : Livroceres, 1980. 195 p.
COELHO, C.U.F; LINS, L. dos. S. Teoria da Contabilidade: abordagem contextual, histórica e
gerencial. São Paulo: Atlas, 2010.
GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. [Link]. São Paulo: Atlas, 1999.
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