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A Escola como Organização Pedagógica

O documento discute os modelos de abordagem organizacional e gestão escolar, incluindo modelos biocráticos racionais, políticos, de sistema social e anárquicos. Também aborda a estrutura organizacional da escola, a burocracia e a administração descentralizada.
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A Escola como Organização Pedagógica

O documento discute os modelos de abordagem organizacional e gestão escolar, incluindo modelos biocráticos racionais, políticos, de sistema social e anárquicos. Também aborda a estrutura organizacional da escola, a burocracia e a administração descentralizada.
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Universidade Católica de Moçambique

Instituto de Educação à Distância

Tema: A Escola como uma organização Pedagógica

Nome: Stelio Dinis Tivane Tadeu

Código: 708243474

Curso: Licenciatura em ensino de Geografia


Disciplina: Praticas Pedagógicas I

i
Ano de Frequência: 1º Ano

Tete, Maio, 2024

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 Índice 0.5
Aspectos  Introdução 0.5
Estrutura
organizacionais  Discussão 0.5
 Conclusão 0.5
 Bibliografia 0.5
 Contextualização
(Indicação clara do 1.0
problema)
 Descrição dos
Introdução 1.0
objectivos
 Metodologia
adequada ao objecto 2.0
do trabalho
 Articulação e
domínio do discurso
académico
Conteúdo 2.0
(expressão escrita
cuidada, coerência /
coesão textual)
Análise e
 Revisão bibliográfica
discussão
nacional e
internacionais 2.
relevantes na área de
estudo
 Exploração dos
2.0
dados
 Contributos teóricos
Conclusão 2.0
práticos
Aspectos Formatação  Paginação, tipo e 1.0

ii
tamanho de letra,
paragrafo,
gerais
espaçamento entre
linhas
Normas APA 6ª
 Rigor e coerência das
Referências edição em
citações/referências 4.0
Bibliográficas citações e
bibliográficas
bibliografia

iii
Folha para recomendações de melhoria: A ser preenchida pelo tutor
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Índice
1 Introdução.................................................................................................................................4
1.1 Oblectivos..........................................................................................................................4
1.1.1 Objectivo geral...........................................................................................................4
1.1.2 Objectivos específicos................................................................................................4
1.2 Metodologias.....................................................................................................................4
2 A Escola como uma organização Pedagógica..........................................................................5
2.1 Estrutura organizacional da escola....................................................................................5
2.2 Modelos de abordagem organizacional.............................................................................5
2.2.1 O modelo biocrático racional.....................................................................................5
2.2.2 O modelo político.......................................................................................................6
2.2.3 O modelo de sistema social........................................................................................6
2.2.4 O modelo anárquico...................................................................................................7
2.2.5 A metáfora da anarquia organizada............................................................................8
2.2.6 A metáfora do caixote de lixo....................................................................................8
2.2.7 A metáfora da débil articulação..................................................................................8
2.2.8 Os modelos formais..................................................................................................10
2.2.9 Os modelos democráticos.........................................................................................10
2.2.10 Os modelos políticos................................................................................................11
2.2.11 Os modelos subjectivos............................................................................................11
2.2.12 Os modelos de ambiguidade.....................................................................................12
2.3 Modelos de gestão escolar...............................................................................................12
2.3.1 Modelos da gestão escolar........................................................................................12
2.4 Burocracia e administração descentralizada....................................................................13
2.4.1 Coordenadores de turnos..........................................................................................13
2.4.2 Gestão participativa..................................................................................................13
3 Conclusão...............................................................................................................................14
4 Referências bibliográficas......................................................................................................15

v
1 Introdução

A presente pesquisa insere-se no âmbito de trabalho do campo, pertencente a cadeira de Práticas


Pedagógicas I, na sua essência busca compreender a Escola como uma organização pedagógica
com um foco acrescido nos modelos de abordagem organizacional da escola.

De lembrar que a escola não pode ser compreendida unicamente como uma infraestrutura ou um
edifício, sendo uma organização social e complexa, ela é uma entidade de formação para
academia, onde vários actores interagem, buscando novas respostas às preocupações da vida
humana ela apresenta modelos de abordagem organizacional.

1.1 Oblectivos

1.1.1 Objectivo geral


 Compreender a Escola como uma organização Pedagógica;

1.1.2 Objectivos específicos


 Descrever a função da escola enquanto uma organização social;
 Identificara actores da escola como uma organização da escola na organização da escola;
 Reconhecer a importância da escola como como uma organização Pedagógica.

1.2 Metodologias

Para a concretização deste trabalho, usou-se metodologia de pesquisa bibliográfica que irá expor
de forma mais clara uma visão a respeito de análise do impacto ambiental resultante na má gestão
dos recursos naturais.

E por sua vez a pesquisa bibliográfica Segundo Gil (1946), “e desenvolvida com base em
Material já elaborado, constituído principalmente de livros e artigos Científicos” (p.44).

A principal vantagem da pesquisa bibliográfica reside no facto de permitir ao investigador a


cobertura de uma gama de fenómenos muito mais amplo do que aquelas que poderia pesquisar
diretamente.

4
2 A Escola como uma organização Pedagógica

A escola não pode ser compreendida como unicamente como uma infraestrutura fica ou um
edifício, sendo uma organização social e complexa, ela é uma entidade de formação para
academia, onde vários atores interagem, buscando novas respostas às preocupações da vida
humana.

De acordo com Libâneo (2003), “a escola é um meio indispensável de elevação de nível cultural,
de formação para a cidadania e de desenvolvimento de conhecimentos e capacidades para o
enfrentamento das condições da vida” (p,20).

Outrossim concordando com a postura do autor conclui que é um centro de recreação de novas
acções, formação de homem para os desafios da vida, é o centro de amizade onde um membro se
dedica a favor do outro e as suas a coesa devem ir em consonância com os interesses da
comunidade.

2.1 Estrutura organizacional da escola

Segundo Libâneo (2003) a esturra organizacional “é o modelo estabelecido das relações entre os
componentes ou as partes duma organização”.

Existe diferentes tipos de estrutura organizacionais que corresponde igualmente a diferentes


instituições com vista a facilitar a coordenação das actividades a elas inerentes. As estruturas são
apresentadas por meio dum organograma ou uma descrição.

2.2 Modelos de abordagem organizacional

Per-Erik Ellström (2007) define e propôs quatro teorias para a escola como organização,
denominadas: burocrático racional, política, sistema social e anárquica. A cada face
organizacional são associadas suposições ou concepções vinculadas à realidade das organizações,
num arranjo de conceitos de bases descritivas e analíticas.

5
2.2.1 O modelo biocrático racional

Conforme sustenta Lima (2011), a burocracia em sentido weberiano:

Constitui o modelo mais racional, aquele que afasta erros, afectos e sentimentos consegue gerar
estabilidade, previsibilidade e eficiência por força das normas e dos controlos fazendo com que a
acção organizacional decorra supostamente segundo os padrões normativos e as regras legais
estabelecidas (p. 24).

É conceitualmente associado à verdade, ao pensamento e ao trabalho orientado e, em termos de


estruturação organizacional, voltado para tecnologias/ procedimentos e objectivos claros, certos e
partilhados.

2.2.2 O modelo político

Segundo Ellström (2007), “é conceitualmente associado a poder, conflito e força e, em termos de


estruturação organizacional, voltado para objectivos conflituosos, obscuros e não partilhados,
apesar de baseado em tecnologias e procedimentos claros” (p. 452).

Lima (1992), revela que “a diversidade de interesses e de ideologias, a inexistência de objectivos


consistentes e partilhados por todos, a importância do poder, da luta e do conflito, e um tipo
específico de racionalidade a racionalidade política” (p. 59).

Na perspectiva de Eugénio (2011), modelo político “é um ambiente organizacional bastante


identificado com as concepções de sistema político é o das Instituições de Educação Superior”.

Entre outras realidades, pela naturalidade da existência dos conflitos entre indivíduos e grupos
lutando pelo poder e pelas tensões e contradições decorrentes da estruturação académica.

2.2.3 O modelo de sistema social

De acordo com Ellström (2007), modelo de sistema social “é conceitualmente associado à


confiança, aprendizagem e colaboração e, em termos de estruturação organizacional, voltado para
tecnologias e procedimentos não claros (ambíguos), com objectivos certos e partilhados” (p.
452).
6
Em oposição tanto ao modelo racional quanto ao modelo político, o modelo de sistema social vê
os processos organizacionais como respostas adaptativas espontâneas a problemas internos e
externos, ao invés de acções intencionais.

Para Lima (1992), o modelo de sistema social valoriza especialmente o estudo da organização
informal, dos processos de integração, de interdependência e de colaboração, admitindo a
existência de consenso entre os objectivos (os objectivos são „dados‟ e não constituem matéria
de discussão), este modelo é pautado pelos factores sociais como: ideologias e normas (p. 60).

2.2.4 O modelo anárquico

Lima (1992), refere que “o modelo de anarquia organizada desafia o modelo bem instalado da
burocracia racional, “não por procurar sobrepor-se-lhe, mas por procurar competir com ele na
análise de certos fenómenos e de certos componentes das organizações” (p. 77).

É conceitualmente associado: à insensatez, ao jogo e à aleatoriedade e, em termos de estruturação


organizacional, voltado para tecnologias e procedimentos não claros (ambíguos), com objectivos
conflituosos, obscuros e não partilhados.

As instituições de educação representam adequado espaço organizacional para a investigação do


modelo anárquico, considerando a realidade da condição de objectivos mal definidos e ambíguos,
cuja interpretação acontece sob divergências de interesses, quase sempre num cenário de
incerteza de resultados. A conceituação de anarquia deve ser considerada como abordagem
organizacional capaz de agregar um colectivo de dimensões afins encontradas nas organizações
escolares.

Costa (1996), sustenta que “diversos processos organizativos (planificação, tomada de decisões,
avaliação, certificação) desenvolvidos pela escola “mais do que tecnologias decorrentes de
pressupostos de eficiência ou de eficácia organizacionais, assumem um carácter essencialmente
simbólico” (p. 90).

7
Em síntese, o modelo anárquico é um recurso interpretativo quando existe falta de clareza de
objectivos e há conflitos, paralelamente com ambiguidades relacionadas a procedimentos e
tecnologias organizacionais.

Ellström (2007), esclarece que “o modelo anárquico é descrito através de três de suas mais bem
conhecidas noções como um ponto de partida” (p. 453).

2.2.5 A metáfora da anarquia organizada

Criada por Cohen et all. (1972), para caracterizar as organizações com preferências e objectivos
inconsistentes e não claramente definidos, cujos procedimentos organizacionais e tecnológicos
sejam obscuros ou pouco compreendidos pelos seus membros, e quando as participações dos
membros são fluidas.

Na prática, nas instituições de educação, por mais fortes que sejam os sistemas de controlo da
administração, existem alguns graus de autonomia que são usufruídos pelos atores académico.

2.2.6 A metáfora do caixote de lixo

É associada a um método explicativo para a tomada de decisões com base na figura de caixotes
de lixo em que os problemas e soluções da organização são despejados pelos participantes, não
existindo, necessariamente, relação de conexão entre os problemas e as soluções, diferindo,
assim, das concepções clássicas de forma de tomada de decisões.

Cohen, March e Olsen (1972) explicitam o modelo como oportunidade de escolha num ambiente
onde vários tipos de problemas e soluções são apresentados pelos participantes.

Para Lima (1992):

A imagem tem como vantagem chamar a atenção para a falta de intencionalidade de certas acções
organizacionais, um “modelo no qual as soluções resultam frequentemente de um conjunto de
elementos relativamente independentes e desligados uns dos outros, ou mesmo de elementos
acidentais” (p. 75).

8
2.2.7 A metáfora da débil articulação

Na concepção dessa metáfora, os elementos de uma organização são, apenas, fracamente


conectados uns aos outros, ou seja, constituem-se em um “sistema debilmente articulado.

Weick (1976), afirma que:

As escolas são (loosely coupled), ou seja, são organizações debilmente acopladas, uma vez que não
existem racionalidade e eficiência nos trabalhos de coordenação, bem como as vinculações entre os
vários níveis de sua estruturação, rotinas e procedimentos são frágeis, havendo até desarticulação
entre os diferentes elementos da estrutura, que, apesar de aparentemente integrados, na realidade
funcionam isoladamente resguardando seus próprios interesses.

De forma normativa, a teorização da imagem de acoplamento débil ainda não ocupa lugar
superior nas teorias sociais, no entanto as acções organizacionais nem sempre seguem o rito da
racionalidade burocrática, tampouco são desenvolvidas de forma conectada e articulada.

Muitas relações entre organizações e destas com os ambientes, as relações entre unidades da
hierarquia, bem como entre as pessoas, acontecem em contextos “debilmente acoplados”, deste
modo, diversas acções, na prática, são reacções ao processo organizacional, configurando uma
débil articulação entre as intenções, actividades e acções.

Na compreensão de Weick (1976), “devido aos vínculos frouxos entre directrizes planejadas e as
acções dos membros da organização não deve causar estranheza o fato de os resultados nunca
acontecerem da forma como é esperado.

No entender Orton e Weick, (1990), “que a concepção de sistemas fracamente acoplados não tem
sido aplicada nas organizações com o poder interpretativo de que a teoria dispõe, nesse contexto,
entendem que o conceito é amplamente utilizado e diversamente compreendido”.

Cabe ainda destacar, como referencial, os conceitos de imagens das organizações educativas,
derivados das investigações de Bush, (1986) cujos resultados foram sistematizados originalmente
em 5 (cinco) propostas teóricas organizacionais de gestão educacional:

 Os modelos formais
9
 Democráticos
 Políticos
 Subjectiva e de ambiguidade;
 Aplicáveis

De acordo com as especificidades e tipos das instituições de educação, entendendo-se gestão


educacional como campo de estudo e de prática voltada param o desempenho funcional das
organizações educativas.

Essas 5 (cinco) perspectivas foram definidas em função da abrangência e tipologia das


instituições educacionais, conforme estudos efectivados em escolas primárias, secundárias e
faculdades.

2.2.8 Os modelos formais

Que constituíram a base inicial da teoria da administração escolar, representam um conceito


utilizado para congregar teorias e abordagens similares, que imprimem destaque à estrutura
oficial da organização concebidas como sistemas hierárquicos em que os chefes buscam a
consecução de objectivos e tomam decisões usando, predominantemente, meios racionais.

A autoridade dos dirigentes é legitimada por suas colocações formais na estrutura da organização.
Por outro lado, deve ser ressaltado que os modelos formais apresentam limitações quanto: ao
confronto da autoridade oficial dos líderes com a autoridade dos professores; ao
comprometimento da hierarquia em face do saber profissional do staff; ao comprometimento da
racionalidade do processo de tomada de decisão diante das especificidades das relações
interpessoais; e ao confronto entre objectivos oficiais gerais e objectivos de sectores e dos
indivíduos.

2.2.9 Os modelos democráticos

Considera Bush (1986), “que a essência da democracia é a participação na tomada de decisões”.


Compreendem e integram conceitos que entendem que as políticas e o processo de tomada de
decisões nas organizações devem ocorrer por meio da busca do consenso. O poder é partilhado

10
entre membros da organização apresentam características de amplitude normativa, participação,
repartição de autoridade e procedimentos de administração colegiada.

São limitações dos modelos democráticos: concepção muito normativa; as dificuldades inerentes
à construção de consensos; a dependência da motivação pela participação dos membros dos
coligados; a subordinação do ideal democrático à realidade do poder burocrático; o descuido para
com o surgimento de conflitos; a falta de experiência e conhecimentos dos participantes do
processo para a tomada de decisões; e, ainda, a premissa de tempo para desenvolvimento
adequado do processo participativo de tomada de decisão.

2.2.10 Os modelos políticos

Assumem o conflito como situação natural e o poder resulta das coligações dominantes,
sobrepondo-se ao dos líderes formais. Nesses modelos, as políticas e decisões das organizações
resultam de um processo de negociação e disputa, enquanto os objectivos organizacionais são
instáveis e ambíguos.

Na percepção de Bush (1986), “os grupos de interesse desenvolvem e formam alianças na


convergência de objectivos políticos específicos”.

São consideradas limitações desse modelo: a viabilidade da construção de consensos e de práticas


colaborativas, subjugada pela ênfase no conflito, o que concorre, também, para a roteirização
organizacional pela falta da visão de novas realidades; e possível descuido da acção institucional
em decorrência do foco na importância atribuída aos grupos de interesse.

2.2.11 Os modelos subjectivos

Entendem as organizações como unidades complexas e criações das pessoas que as integram, e
também reflectem diferentes significados e percepções em função da subjectividade e
experiências dos seus membros.

As organizações são manifestações das percepções individuais derivadas de seus conhecimentos


e valores. São consideradas limitações dos modelos subjectivos: serem fortemente prescritivos

11
em função de reflectir as crenças e atitudes dos seus defensores; parecerem “anti-teorias”
comparativamente aos “verdadeiros” modelos de análise; não oferecerem orientação para a
acção, tornando-os de pouca utilidade para os administradores; e, em termos de perspectiva,
parece haver tantas organizações quantos os indivíduos que as integram.

2.2.12 Os modelos de ambiguidade

Estão associados à teorias de imprevisibilidade e de objectivos organizacionais não bem


definidos, próprio das organizações complexas como escolas. Os modelos ambíguos assumem
que a turbulência é um dos factores dominantes das organizações, que não há clareza e
compreensão quanto aos procedimentos e que a participação, na tomada de decisão, é fluida em
função dos interesses dos membros.

Segundo Bush (1986), “uma característica é a prevalência de decisões não planejadas, em função
da inexistência de metas estabelecidas”.

Quando surge um problema, é escolhida uma solução a ser implementada e oportunamente


avaliada são limitações dos modelos de ambiguidade: exagero de imprevisibilidade nas
organizações educativas; dificuldade na conciliação de perspectivas de ambiguidade com as
estruturas e procedimentos regular existentes nas instituições de educação; inadequação para
organizações estáveis; pouca sustentação prática aos líderes nas organizações educativas; e
conflito entre objectivos específicos e gerais.

2.3 Modelos de gestão escolar

De acordo com o Chiavennato, (1979), Gestão escolar “é a forma como administrar a escola
como um todo. Para um desenvolvimento educacional, onde o profissional responsável da área
deve observar as necessidades e particularidades e cada sector, promovendo uma melhoria no
desenvolvimento das actividades”.

A gestão escolar envolve vários sectores como por exemplo gestão pedagógica, gestão
administrativa, gestão financeira e gesto de eficiência.

12
2.3.1 Modelos da gestão escolar

Burocracia e administração centralizada

Neste modelo e de gestão escolar a tomada de decisões e o panejamento são centralizadas na


direcção da escola.

2.4 Burocracia e administração descentralizada

Neste modelo as tarefas são divididas entre mais pessoas. É facto de que a orientação do director
ainda é essencial, mais outros profissionais tem mais autonomia no panejamento monitoramento
e tomada de decisões relacionadas a diferentes áreas.

2.4.1 Coordenadores de turnos

O modelo de coordenadores para solucionar imprevistos elege profissionais que ficarão


responsáveis por liar com questões do dia-a-dia para evitar impactos negativos na rotina escolar.

2.4.2 Gestão participativa

Envolve toda a comunidade escolar, sejam gestores, professores estudantes. Porem todos precisa
saber sobre a situação da instituição e engajados para melhor tomada de decisões para uma
possível melhoria. Não existe melhor modelo de gestão em relação ao outro visto que cada escola
possui uma realidade que lhe difere da outra, apenas requer analisar o método que melhor se
adapta e que pode trazer melhores resultados.

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3 Conclusão

Com base neste trabalho conclui-se que a escola não pode ser compreendida unicamente como
uma infraestrutura ou um edifício, sendo uma organização social e complexa, ela é uma entidade
de formação para academia, onde vários actores interagem, buscando novas respostas às
preocupações da vida humana ela apresenta modelos de abordagem organizacional como
burocrático racional, política, sistema social e anárquica.

Antes da educação colonial, a sociedade moçambicana já detinha uma educação tradicional que
se baseava na transmissão de conhecimentos e técnicas acumuladas na prática produtiva, onde
inculcava o seu código de valores políticos, morais, culturais, sociais e religiosos através dos ritos
de iniciação, pelo dogma, pela superstição e pela magia.

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4 Referências bibliográficas

 Bresser, T. (2003), Organização Burocrática. ed. São Paulo, Brazil.


 Brito, C. (1989). Gestão Escolar Participada, Texto Editora.
 Cohen, March, D e Olsen, (1972), leadership and Ambiguity: the American College
presedent. New York.
 Costa, J, A, (1996), Imagens organizacionais da Escola, 1ª Edição, Porto, Portugal.
 Golias, M. (1999). Manual de Educação Básica 5ª ed. Maputo, Diname.
 Lima. L. C, (2011) Escola como organização e participação na organização escolar. Braga,
Portugal.

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