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Tiro de .40: Armamento e Munição

O documento descreve diferentes tipos de armamento, munição e tiro, incluindo classificação de armamento, tipo, emprego, princípio motor, funcionamento, carregamento e raiamento. Também define conceitos como calibre e analisa elementos e classificação de munições.
Direitos autorais
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Tiro de .40: Armamento e Munição

O documento descreve diferentes tipos de armamento, munição e tiro, incluindo classificação de armamento, tipo, emprego, princípio motor, funcionamento, carregamento e raiamento. Também define conceitos como calibre e analisa elementos e classificação de munições.
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OBS: RAIAS - são uma série de sulcos, em forma de

ARMAMENTO, espiral, com a finalidade de imprimir ao projetil


um movimento giratório, visando dar uma maior
MUNIÇÃO E TIRO estabilidade a sua trajetória
CALIBRE - medida do diâmetro interno do cano.
UD I
ASSUNTO A  Compreender os dados numéricos que
 Compreender a classificação do caracterizam o emprego do armamento.
armamento quanto: ao tipo, ao emprego, (CONCEITUAL)
ao princípio motor, ao funcionamento, ao É o conjunto de informações que caracterizam o
emprego da arma.
carregamento, ao raiamento.
Peso - Dado numérico importante, face a
(CONCEITUAL)
necessidade de seu conhecimento para o
TIPO: planejamento
De Porte - pequeno peso ou dimensão e pode ser Velocidade teórica de tiro - Nr de tiros que a arma
transportado no coldre; REVOLVER; pode bbexecutar em um minuto, não se levando
Portátil - de peso médio, podendo ser em conta o tempo gasto na pontaria e execução
transportado por um só homem, usando do tiro
bandoleira; FAL Velocidade prática de tiro - Nr de tiros que a arma
Não portátil - peso e volume grande, devendo ser pode executar em um minuto, levando se em
conduzida em viaturas ou divididas em fardos conta o tempo gasto na pontaria e preparação do
pelos homens; Mtr.50 M2 tiro
EMPREGO: Alcance máximo - é o maior alcance que se pode
Individual - age em proveito daquele que a obter com a arma
transporta e a aciona. Ex: FAL. Alcance de utilização - É o máximo de alcance
Coletiva - age em proveito de um grupo. Ex: Mtr obtido com as melhores condições de tiro da
7,62 M971 “MAG”. arma.
PRINCÍPIO MOTOR:
 Compreender o significado do calibre dos
Força muscular do atirador; revólver
diversos armamentos e munições.
Força de expansão dos gases; Ex: FAL
FUNCIONAMENTO: (CONCEITUAL)
CALIBRE - medida do diâmetro interno do cano.
Repetição - Sendo o princípio motor, a força
muscular do atirador, é exigida uma repetição da
ASSUNTO B
ação muscular do atirador. Ex: Revólver
 Identificar o conceito de munição. (FACTUAL)
Semi-automática - Após realizar o 1º disparo, ela
Corpo carregado com explosivo que pode ser
se prepara automaticamente para o segundo,
arremessado por uma arma e produzir dano
bastando pressionar novamente o gatilho. Ex:
contra pessoal, material ou objetivo militar. Ex.:
Pistola.
cartucho, granada, etc.
Automática - Aquela que, ao pressionarmos o
gatilho para atirar, o tiro só cessará quando  Analisar os elementos das munições.
liberarmos o gatilho. Ex: Mtr "MAG”. (CONCEITUAL)
O cartucho se constitui de:
CARREGAMENTO:
1) um projetil
Ante - carga - a munição é introduzida pela boca
do cano. Ex: Mrt 60 mm.
Retro - carga - a munição é introduzida pela
culatra (retaguarda). Ex: CSR
Mista - Alguns tipos de munição são introduzidos
pela culatra, outros tiros pela boca do cano. Ex:
FAL.
RAIAMENTO: 2) uma carga (pólvora)
Alma raiada - sua alma possui sulcos no interior do 3) um estojo e
cano. Ex: FAL 4) uma espoleta
Alma lisa - a alma não possui sulcos no interior do
cano. Ex: Mrt 60 mm.  Analisar a classificação das munições.
(CONCEITUAL)
A. Quanto ao lançamento: nível 6 - Munição somente com carga de
1) de projeção: quando a carga de lançamento propulsão.
não está integrada ao corpo a ser lançado, fazendo
a sua impulsão por detonação da carga explosiva.  Identificar o escalonamento dos depósitos de
São as munições utilizadas por obuseiros, munições. (FACTUAL)
canhões, morteiros, etc. Quanto à organização de  - depósito de unidade - Destinado a
seus elementos esta munição pode ser: estocar as dotações orgânicas e de
a) encartuchada: é a munição que reúne em instrução de uma unidade,
um só conjunto o corpo e o estojo, organizados estabelecimento ou repartição militar. Sua
em cartuchos. Pode ser: administração é da responsabilidade da
- engastada: é a que possui o estojo fixado organização militar a que atende;
rigidamente ao corpo do projétil. São as  - depósito de guarnição - Destinado a
munições para canhões, metralhadoras, fuzis, atender às necessidades das organizações
revólveres, pistolas, etc; militares de uma guarnição. Sua
- desengastada: é a que possui o estojo administração é encargo do comandante
separado do corpo do projétil, permitindo que da guarnição;
se ajuste à carga de lançamento, dentro do  - depósito regional - Destinado a atender
Estojo, antes do tiro. São, principalmente, as às necessidades das organizações militares
munições para obuseiro 105 mm. sediadas no território da região, cabendo
b) desencartuchada: é a que não possui ao comandante desta a responsabilidade
estojo, sendo as cargas de iniciação de de sua administração;
projeção e de lançamento montadas na arma  - depósito central - Destinado a suprir as
ou no corpo da munição oportunamente. São, necessidades em todo o território
principalmente, as munições de obuseiro 155 nacional. Sua administração é da
mm e de morteiro responsabilidade da Diretoria de
2) de propulsão: é aquela na qual a carga de Armamento e Munição
lançamento está integrada ao próprio corpo da  Distinguir depósito de munições de paiol de
munição a ser lançado, fazendo a sua impulsão munições. (CONCEITUAL)
pela queima da carga propelente. São as munições Depósito de munições: Designação dada ao
utilizadas por lança-rojão, lançadores de foguetes conjunto de instalações dotado de meios
e de mísseis, etc; destinados a receber munições, mantê-las
3) mista: é aquela na qual a carga de lançamento é estocadas em condições satisfatórias de
composta por uma carga de projeção e por uma conservação e segurança e distribuí-las segundo as
carga de propulsão; e necessidades dos órgãos ligados à sua cadeia de
4) sem carga de lançamento: são as granadas de suprimento.
mão, as minas, as bombas, etc Paiol de munições: Construção especial destinada
B. Quanto ao efeito terminal: a estocagem prolongada de munições em ótimas
1) perfurante (por impacto, por explosão) condições de conservação e segurança
2) explosivo (de arrebentamento, de  Identificar os diversos tipos de cartuchos
fragmentação, de sopro) utilizados no fuzil de dotação. (FACTUAL)
3) químico (tóxico, fumígeno, incendiário) FUZIL:
4) pirotécnico (traçante, iluminativo e de  Perfurante ......................................................7,
sinalização) 62 Pf ( cor preta)
C. Quanto à trajetória:  Perfurante
1) balística (tensa e curva) Incendiária....................................7,62 PfI (cor
2) guiada (permite a correção de sua trajetória) verde)
D. Quanto à segurança para armazenamento,  Traçante .........................................................7,
manuseio, transporte e destruição: 62 Tr (vermelha)
nível 1 - Munição com agentes químicos,  Festim ............................................................7,
biológicos e nucleares; 62 Ft (cor branca)
nível 2 - Munição com cargas de projeção e de GRANADA DE BOCAL:
efeito;  Anti-pessoal ....................................Cor havana
nível 3 - Munição com cargas de propulsão e de / cinta vermelha
efeito;  Anti-carro ......................................Cor amarela
nível 4 - Munição somente com carga de efeito; / VO / cinta branca
nível 5 - Munição somente com carga de projeção;
 Incendiária .....................................................C III – A composição dos MT, que contém as Tarefas,
or cinza Condições de Execução e Padrões Mí nimos, que
 Exercício ........................................................Co são materializados pelas IT.
r preta ou azul IV – A medição do desempenho, que avalia o
desempenho individual e coletivo, segundo os
ASSUNTO C Padrões Mínimos estabelecidos para cada arma ou
 Identificar as características do armamento artefato.
coletivo da OM. (FACTUAL) ASSUNTO B

 Identificar as características do armamento  Analisar os módulos de tiro. (CONCEITUAL)


individual da OM. (FACTUAL) I - Instrução Preparatória para o Tiro (IPT). Tem a
FAL 7,62 M964: finalidade de fazer com que os instruendos se
TIPO: PORTÁTIL/ EMPREGO: INDIVIDUAL/ preparem para o tiro real. Para isso, devem aplicar,
FUNCIONAMENTO: SEMI-AUTOMÁTICO/ antecipadamente, a técnica (fundamentos de tiro)
FUNCIONAMENTO: FORÇA DE EXPANSÃO DOS e realizar precisamente o que foi ensinado e
GASES/ CAPACIDADE: 20 CARTUVHOS/ PESO: demonstrado durante as instruções teóricas e
4,200KG/ PESO CARREGADOR VAZIO: 250G/ práticas. Envolve praticar a manutenção “antes do
VELOCIDADE DO TIRO: 120 POR MIN(AUTOM) tiro” e “após o tiro”.
E 60 POR MIN(SEMI-AUTOM)/ VELOCIDADE
TEÓRICA DE TIRO: 650 POR MIN/ ALCANCE II - Teste da Instrução Preparatória (TIP). Após a
MÁXIMO: 3800M/ ALCANCE ÚTIL SEM realização da IPT, é executado o TIP, que
LUNETA: 600M representa uma verificação dos conhecimentos
obtidos na IPT. Os exercícios do TIP só serão
 Distinguir as principais características do realizados com os militares considerados aptos em
armamento individual e coletivo da OM. todas as oficinas da IPT. Seu objetivo é verificar se
(CONCEITUAL) as condições psicomotoras obtidas atingiram um
nível adequado de perícia para o início da
UD II
execução dos MT que se seguirão, reduzindo
ASSUNTO A
repetições, perda de tempo e consumo
desnecessário de munição real. A obtenção do
 - Identificar a finalidade das Instruções
Reguladoras de Tiro com o Armamento do padrão-mínimo em cada atividade do TIP é
Exército - IRTAEx. (FACTUAL) condição básica para que o instruendo inicie o
Regular o planejamento e a execução da instrução módulo seguinte: Tiro de Instrução Básico.
de tiro com o armamento em uso no Exército
III - Tiro de Instrução Básico (TIB). É o primeiro
Brasileiro, observando os princípios estabelecidos
tiro realizado com o armamento, após a realização
no Sistema de Instrução Militar do Exército
Brasileiro (SIMEB). da IPT e do TIP. É considerado como Instrução de
 Compreender a metodologia adotada pelo EB Desenvolvimento de Padrões. O TIB é realizado de
para o planejamento e para a execução dos acordo com as características específicas de cada
tiros dos diversos armamentos. armamento, conforme os exercícios de tiro
(CONCEITUAL) previstos. A execução deste Módulo, de acordo
A metodologia deve seguir uma sequência que com os padrões mínimos exigi dos, caracteriza a
permita a evolução na instrução individual e habilitação do militar ou guarnição para o
conduza o adestramento das frações para o emprego do armamento nas missões previstas nas
emprego eficiente e eficaz dos diversos bases doutrinárias.
armamentos e artefatos no Exército e seguem um
processo gradativo que engloba: IV - Tiro de Instrução Avançado (TIA). Faz parte de
I – O estabelecimento dos Objetivos Individuais de uma fase mais avançada das instruções de tiro.
Instrução (OII) e dos Objetivos de Adestramento Normalmente, é realizado na Fase da Instrução
(Obj Adst) para cada armamento e artefato; Individual de Qualificação (IIQ), como Instrução de
II – A estruturação de cada Módulo de Tiro, Desenvolvimento de Padrões. Neste módulo serão
resultado da interpretação de cada OII e Obj Adst, realizadas instruções de tiro com maior nível de
conforme a classificação geral do armamento e a dificuldade do que às executadas no TIB. A
finalidade de emprego de cada arma ou artefato.
habilitação do militar no TIA permite o
prosseguimento no módulo seguinte: Tiro de demais tipos de armamento, e terá continuidade o
Combate Básico (TCB). Após o TIA, o militar é programa de tiro TIA e TCB para aqueles dotados
considerado preparado para realizar o Teste de de fuzil.
Aptidão no Tiro (TAT).
A instrução de tiro dos oficiais de carreira e
V - Tiro de Combate Básico (TCB). Normalmente, temporários, subtenentes e sargentos de carreira
é realizado em sequência ao TIA, na Fase da e temporários, e cabos e soldados (EP), constitui-
Instrução Individual de Qualificação (IIQ) como se em manutenção de padrões e será realizada a
Instrução de Desenvolvimento de Padrões. Para os título de CTTEP, de acordo com os MT previstos
militares do Efetivo Profissional (EP), o TCB pode para o “pessoal que atira”, de cada IT
ser realizado, desde o início do ano de instrução,
A Instrução de Tiro de Desenvolvimento de
como Instrução de Manutenção de Padrões. Este
Padrões será conduzida, nos casos de necessidade
Módulo inclui exercícios de tiro em distâncias
de requalificação de pessoal do EP para a
maiores, com maior grau de dificuldade e em
ocupação de cargos vagos na OM, pela realização
situações que simulam o combate.
dos MT previstos para cada cargo.
VI - Tiro de Combate Avançado (TCA). O TCA é o
Durante o Período de Adestramento, os Obj Adst
módulo de maior complexidade e é realizado na
serão cumpridos por intermédio de Exercícios de
Fase de Adestramento Básico, em que as diversas
Tiro desenvolvidos em Módulo de Tiro de
frações desenvolvem a capacidade de serem
Combate Avançado (TCA), buscando o
empregadas de forma combinada, empregando o
desempenho coletivo da guarnição, a combinação
fogo e movimento. O TCA deve compor a
de fogos dentro de uma unidade tiro ou a
Instrução Preliminar dos Exercícios de Campanha
integração com outros sistemas. O TCA deve
correspondentes ao Adestramento Tático da
compor a Instrução Preliminar dos Exercícios de
Fração
Campanha correspondentes ao Adestramento
 Analisar as condicionantes relativas aos Tático da Fração.
módulos de tiro. (CONCEITUAL)
O MT é indivisível, sendo uma unidade didática  Compreender aspectos relativos à restrição
dimensionada para atingir o respectivo OII, por de munição para os módulos de tiro.
(CONCEITUAL)
intermédio da sucessão de exercícios adequados e
A quantidade de munição necessária ao Preparo
da repetição selecionada de outros. Assim o
do Exército Brasileiro é obtida pelo somatório da
módulo é indivisível. munição utilizada em todos os Módulos de Tiro
Os MT caracterizam-se pela definição de um (MT) desta Instrução Reguladora. Premissas
mínimo de exercícios. Estão dimensionados para consideradas:
I - Atenção à Concepção Estratégica do Exército,
atingir os seus objetivos com o menor dispêndio
principalmente no que diz respeito aos
de munição e tempo possíveis.
Grupamentos de Força
O tiro de fuzil e pistola são os principais tiros do II - Todos os esforços devem ser realizados para se
Exército e devem receber atenção especial do Cmt evitar restrições de munições no armamento leve
OM para sua consecução. III - A Instrução de Manutenção de Padrões de
Desempenho do EP tem prioridade, devendo ser
A instrução de tiro dos recrutas inicia com tiro de evitada sua redução. Inclui-se aqui o treinamento
fuzil, por se tratar de arma comum a todas as OM e a realização do TAT
e de uso de todos os cabos e soldados, dotados ou IV - Todos os recrutas deverão realizar, pelo
não. menos, o TIB e o TIA de fuzil
V - Sempre que possível, os sistemas de simulação
Os três primeiros Módulos de Tiro com fuzil, a IPT, devem ser utilizados. No entanto, deter minados
o TIP e o TIB, são realizados na Fase de Instrução MT não podem ser substituídos pelos simuladores
Individual Básica (IIB)
ASSUNTO C
No início da IIQ, quando cada recruta terá definido
o cargo para o qual será qualificado, terão início os  Identificar como o desempenho individual é
programas de tiro IPT, TIP, TIB, TIA e TCB dos avaliado. (FACTUAL)
Avaliado segundo os padrões-mínimos dos OII que I - Orientar os instrutores e monitores, na
regulam a IT de determinada arma ou engenho. busca dos meios mais adequados para a
obtenção dos objetivos, dentro do que
 Identificar aspectos relativos à suficiência do
prescreve esta IR
desempenho individual. (FACTUAL)
II – Fiscalizar o estrito cumprimento das regras
O padrão-mínimo inclui a realização satisfatória de
todos os índices de aprovação estabelecidos para de segurança previstas
os Exercícios e Sessões de Tiro III - desenvolver a motivação, autoconfiança e
 Identificar aspectos relativos à adequação o interesse pelo tiro, por intermédio da busca
técnica e à eficiência demonstradas pela incessante do autoaperfeiçoamento, inclusive
fração ou guarnição. (FACTUAL) com a participação dos militares em
é feita uma apreciação qualitativa que expressa a competições desportivas
obtenção de um número ou percentual mínimo de
 Analisar aspectos relativos à segurança da
impactos nos alvos ou áreas considerados. A
instrução de tiro. (CONCEITUAL)
menção obtida nesses MT será considerada na
O tiro é atividade cujo risco pode ser
avaliação do Adestramento de Sistema ou do
minimizado por meio do domínio da técnica
Adestramento Tático de Emprego
do armamento e da munição, daí a
 Compreender os parâmetros para a importância da IPT e dos simuladores.
realização do Teste de Aptidão ao Tiro, para O uso do Equipamento de Proteção Individual
oficiais, subtenentes e sargentos da ativa do (EPI) (capacete, protetor auricular e óculos)
Exército. (CONCEITUAL) para o TIP e TIB de Fz e Pst é obrigatório
O TAT deverá, obrigatoriamente, ser precedido de O uso de capacete para o TAT é facultativo,
treinamento com a realização do TIA (Fuzil/Pistola) porém o protetor auricular e os óculos
O TAT deverá ser realizado anualmente, com o deverão ser utilizados do início ao fim da
resultado publicado no Boletim Interno da OM, atividade.
lançados os números de impactos obtidos e o
Para todos os demais tiros destas IR,
conceito correspondente
principalmente das armas coletivas, o uso do
O TAT é obrigatório para todos os militares da ativa
O índice mínimo ao militar da ativa corresponde capacete é obrigatório
ao conceito B. O uso de óculos de proteção é obrigatório em
estandes e recomendado em ambientes
ASSUNTO D abertos.
O protetor auricular é obrigatório no tiro em
 Identificar as atribuições dos comandantes estande e das armas coletivas.
nos diversos níveis relativas à instrução de É de competência do Comandante da OM a
tiro. (FACTUAL) presença de uma Equipe de Atendi mento Pré-
O Comandante da Unidade deverá designar o
Hospitalar (APH)
Oficial de Tiro da Unidade como encarregado
O COTER propõe as seguintes medidas, como
das instruções de tiro e da preparação dos
uma proposta para as Normas de Segurança
militares que estarão participando da
previstas para o Estande de Tiro:
condução do tiro.
I - Considere uma arma sempre como
O Comandante de Subunidade é o responsável
“carregada”;
direto pela instrução de tiro de seus
II - Não manuseie armas sem o conhecimento
comandados, devendo dedicar especial
sobre seu funcionamento;
atenção tendo em vista a importância e os
III - Manuseie a arma apenas no posto de tiro
riscos inerentes à atividade de tiro.
e quando não houver pessoas na linha de
Os comandantes, em todos os níveis, são
frente; gada”;
responsáveis pela fiscalização da instrução de
IV - Todos os Comandos serão dados pelo
tiro, inclusive no que se refere à
Oficial de Tiro;
documentação de instrução e administrativa.
V - Sob o comando “Linha de Tiro em
 Analisar aspectos relativos à condução da Segurança”, mantenha a arma “aberta” e
instrução de tiro (CONCEITUAL) “descarregada”
VI - No posto de tiro, mantenha a arma
sempre direcionada para o alvo;

UD III
ASSUNTO A
 Identificar as características do fuzil de
dotação. (FACTUAL)
FAL 7,62 M964:
TIPO: PORTÁTIL/ EMPREGO: INDIVIDUAL/
FUNCIONAMENTO: SEMI-AUTOMÁTICO/
FUNCIONAMENTO: FORÇA DE EXPANSÃO DOS
GASES/ CARREGAMENTO: MISTO/
RAIAMENTO: ALMA RAIADA/ CAPACIDADE: 20
CARTUVHOS/ PESO S/ CARREG.: 4,200KG/
PESO CARREGADOR VAZIO: 250G/
VELOCIDADE DO TIRO: 120 POR MIN(AUTOM)
E 60 POR MIN(SEMI-AUTOM)/ VELOCIDADE
TEÓRICA DE TIRO: 650 POR MIN/ ALCANCE
MÁXIMO: 3800M/ ALCANCE ÚTIL SEM  Relacionar as principais características do
LUNETA: 600M, COM LUNETA: 800M fuzil de dotação ao seu emprego. (FACTUAL)
O fuzil semi-automático é uma arma longa,
 Identificar os acessórios do fuzil de dotação. que utilizando a força de expansão dos gases,
(FACTUAL) realiza todas as operações de funcionamento
 Bandoleira: Utilizada para o menos o DESENGATILHAMENTO, o DISPARO e
transporte da arma (fig 01) a PERCUSSÃO.
 Bocal para Lançamento de Granada e  Citar as ferramentas para desmontagem e
Quebra-Chamas: É uma peça montagem (FACTUAL)
cilíndrica, perfurada simétrica e 2º escalão, composta de:
obliquamente em sua periferia e a) Chave de desmontagem de extrator;
fixada fortemente por atarraxamento b) Chave do anel regulador escape de gases;
à boca do cano (fig 02 - A) c) Chave de regulagem da massa de mira;
 Alça Para Lançamento de Granada: d) Chave para as molas recuperadoras;
Existe, como dotação para um certo e) 3 hastes para a vareta de limpeza;
número de armas, que é articulada f) 1 escova do cilindro de gases;
com o obturador do cilindro de gases g) 1 escova de limpeza do cano;
(Fig 2 - B). h) Calibrador do cano 7,80mm com punho;
 Reforçador Para Tiro de Festim: i) Calibrador de folga de carregamento
Utilizado para tiro com munição de advertência;
festim (fig 03). j) 1 punho de vareta de limpeza;
 Baioneta: É o acessório para k) Calibrador de folga de carregamento
transformar o fuzil arma de choque mínimo;
(fig 04). l) Calibrador do cano mínimo 7,57mm;
 Luneta Para Tiro Especial: É fixada m) Calibrador do cano 7,76mm;
numa tampa da caixa da culatra de n) Peça de ligação dos calibradores do cano à
forma especial, própria para receber vareta de limpeza;
esta luneta (fig 05). o) Alavanca abaixadora da mola do anel
regulador escape de gases
ASSUNTO B
 Citar as medidas preliminares para
desmontagem do fuzil. (FACTUAL)
travar a arma; retirar o carregador; Execução
de dois golpes de segurança; Inspecionar a
câmara;
 Desmontar o fuzil em 1º escalão.
(PROCEDIMENTAL)
 Identificar as partes e peças principais do 5ª OPERAÇÃO: Retirada do disparador (fig 31)
fuzil. (FACTUAL) - Gire o disparador 90 graus no sentido anti-
1) Carregador 2) Impulsor do ferrolho 3) Pino horário, efetuando uma leve pressão para trás,
do percussor 4) Mola do percussor 5) continuando o movimento para a retaguarda
Percussor 6) Ferrolho 7) Tampa da caixa da até liberá-lo da caixa da culatra.
culatra 8) Obturador do cilindro de gases 9) 6ª OPERAÇÃO: Retirada do registro de tiro e
Mola do êmbolo 10) Êmbulo segurança. (fig 32) - Gire o registro no sentido
 Montar o fuzil em 1º escalão. anti-horário até colocá-lo na vertical e retirá-lo
(PROCEDIMENTAL) pelo lado esquerdo.
 Desmontar o fuzil em 2º escalão. 7ª OPERAÇÃO: Retirada do martelo. (fig 33 a
(PROCEDIMENTAL) 38) - Com uma das mãos comprima o martelo
1ª OPERAÇÃO: retirar as placas do guarda- para baixo e com a outra pressione a tecla do
mão. (fig. 31 e 32) Desapertar o parafuso gatilho e vagarosamente conduza-o a sua
existente na parte anterior da placa direita, posição mais avançada, descomprimindo,
separando as placas e retirando-as de seus assim, sua mola.
apoios. 8ª OPERAÇÃO: Retirada do Gatilho
2ª OPERAÇÃO: desmontagem do extrator. (fig. Intermediário. (fig 39 e 40) - Com um toca-
33 e 34) pino, impelir o eixo do gatilho intermediário
1) Primeiro processo: utilizando a para a direita, ao mesmo tempo em que
chave de desmontagem do extrator. Encaixar a segura-se o gatilho intermediário entre os
chave na parte posterior do ferrolho, prender dedos polegar e indicador, para impedir que
a ponta da chave no orifício do impulsor do salte sob a ação de sua mola, continuando a
extrator. Forçando a alavanca à retaguarda, impelir o eixo, retire-o pela direita. Em
prende-se o impulsor do extrator, para liberar seguida, retire o gatilho intermediário.
a pressão da mola do impulsor, leva-se a 9ª OPERAÇÃO: Retirada do gatilho. (fig 41) -
alavanca da chave do extrator à frente, Empurre-o para cima, livrando-o do seu
retirando-se o impulsor do extrator. Separar o impulsor.
impulsor do extrator de sua mola. Fig. 33 - 10ª OPERAÇÃO: Retirada da mola e impulsor
Desmontagem do extrator - 1º processo. do gatilho intermediário. (fig 42) - Como a
2) Segundo processo: utilizando um última espiral da mola do gatilho
cartucho ou toca-pino. Introduzir a ponta do intermediário é aberta, extraí-la junto com o
cartucho no orifício do impulsor do extrator, impulsor do gatilho intermediário, com auxílio
comprimindo fortemente o impulsor e liberta- de uma chave de fenda ou da própria unha.
se o extrator com a precaução de evitar a 11ª OPERAÇÃO: Retirada das molas
distensão violenta da mola do impulsor. A recuperadoras. (Fig 43, 44 e 45) - Com auxílio
seguir, deixa-se sair de seu alojamento, com de uma chave de fenda, retire o parafuso da
cuidado, o impulsor do extrator e sua mola. chapa da soleira, observando que o mesmo
c) 3ª OPERAÇÃO: separar o cano-caixa da possui uma arruela dentada. Retire a chapa da
culatra da armação-coronha. Gire até o limite soleira.
máximo a armação e desparafuse a cavilha do 12ª OPERAÇÃO: Desmontagem do carregador.
eixo da armação. Utilizando a chave de fenda, (fig 46 a 49) - Com auxílio de um cartucho,
ou um culote de cartucho, empurre o eixo da toca-pino ou chave de fenda introduzida no
armação, da esquerda para a direita, orifício existente no fundo do carregador,
retirando-o em seguida. Separe o cano-caixa force-o para cima e para trás até que deslize
da culatra da armação-coronha para fora cerca de um centímetro.
4ª OPERAÇÃO: Desmontagem da maça de  Identificar as partes e peças principais do
mira. (fig 30) a) Antes de iniciar a fuzil. (FACTUAL)
desmontagem da maça de mira, devemos Placas do guarda-mão - Impulsor do extrator,
atarraxá-la completamente com a chave de mola do extrator e extrator - Cavilha - Eixo da
maça de mira, contando o número de “Clicks”, armação - Cano-caixa da culatra - Maça de
o que permitirá encontrar a regulagem exata mira - Engrazador - Mola da maça de mira -
na ocasião da montagem. b) Em seguida, Disparador - Registro de tiro e segurança -
desatarraxá-la completamente e retirá-la Estojo da mola do martelo - Mola do martelo -
juntamente com o engrazador e a mola da Haste guia da mola do martelo - Placa suporte
maça de mira. Observe que os ressaltos do dos eixos - Eixo do martelo - Martelo - Gatilho
engrazador ficam para cima. intermediário e eixo - Gatilho - Mola e
impulsor do gatilho intermediário - Parafuso seu alojamento, fazendo-o girar ligeiramente
da chapa da soleira - Chapa da soleira - para cima até conseguir a perfeita
Armação-coronha - Mola recuperadora - coincidência do seu olhal com o orifício de
Parafuso das molas recuperadoras - Fundo do passagem do eixo da armação, existente na
carregador - Corpo do carregador - Mola do caixa da culatra
carregador - Transportador do carregado 8ª OPERAÇÃO: Montagem da Maça de Mira -
 Montar o fuzil em 2º escalão. Reponha a mola e o engrazador, com seus
(PROCEDIMENTAL) ressaltos para cima. Recoloque a maça de mira
1ª OPERAÇÃO: Montagem do Carregador. - e atarraxe-a totalmente, sempre observando
Reponha a mola do transportador diante do se o engrazador está alinhado em seu
gancho anterior e nos ganchos posteriores alojamento. Desaparafuse, contando o
logo em seguida. Reponha o transportador no número de "Clicks" que havia registrado na
carregador e comprima a mola, repondo o desmontagem.
fundo do carregador. 9ª OPERAÇÃO: Montagem do Cano-Caixa da
2ª OPERAÇÃO: Montagem das molas Culatra e Armação-Coronha. - Una o conjunto
recuperadoras. - Reponha a mola interior na cano-caixa da culatra ao conjunto armação
exterior. Coloque a haste na extremidade coronha, sem desalinhar o disparador.
anterior da mola. Introduza as molas no seu Introduza o eixo da armação pelo lado direito,
alojamento na coronha. Coloque o parafuso e pressionando-o, ao mesmo tempo que, com
a arruela lisa na chave em "T". Introduza a um balanço lateral do conjunto cano-caixa da
haste especial na extremidade posterior das culatra, facilite a introdução do eixo. Introduza
molas e comprima-as atarraxando o parafuso a cavilha do eixo da armação pelo lado
completamente. Aparafuse a chapa da soleira. esquerdo e atarraxe-o totalmente.
3ª OPERAÇÃO: Montagem da Mola e Impulsor 10ª OPERAÇÃO: Montagem do Extrator -
do Gatilho Intermediário. - Reponha a mola do Coloque a mola do extrator em seu impulsor.
gatilho intermediário (espira mais longa) no Reponha o conjunto em seu alojamento e,
corpo do gatilho e coloque o impulsor na com auxílio da chave do extrator ou de um
mola. cartucho, pressione o impulsor do extrator
4ª OPERAÇÃO: Montagem do Gatilho. - para trás, até que consiga colocar o extrator,
Recoloque o gatilho, atentando, para sua quando poderá aliviar a pressão sobre o
posição correta em frente ao seu impulsor. 5) impulsor, possibilitando a ida do mesmo à
5ª OPERAÇÃO: Montagem do Gatilho frente. CUIDADO: Não deixe o impulsor saltar
Intermediário. - Reponha o gatilho por ação de sua mola que é de forte pressão.
intermediário corretamente à frente do seu 11ª OPERAÇÃO: Montagem do cilindro de
impulsor, mantendo-o aí com os dedos gases
polegar e indicador esquerdo. - Agindo sobre 12ª OPERAÇÃO: Montagem das Placas do
o gatilho intermediário, comprima-o para Guarda-Mão. - Preparar o suporte para
retaguarda e pela direita, introduza o eixo do receber as placas do guarda-mão. - Encaixar as
gatilho intermediário placas e aparafusá-las.
6ª OPERAÇÃO: Montagem do Martelo e  Executar a manutenção do fuzil.
Registro de Tiro e Segurança. - Pela direita (PROCEDIMENTAL)
coloque o eixo e o martelo, ficando este  Citar as medidas complementares. (FACTUAL)
último avançado na posição desengatilhada. 1ª MEDIDA: Engatilhar a arma. Trazer a
Recoloque a placa suporte dos eixos do alavanca de manejo à retaguarda e soltá-la;
registro de tiro e segurança. "Recoloque o 2ª MEDIDA: Destravar a arma. Colocar o
registro de tiro e segurança" na posição registro de tiro e segurança na posição "R";
vertical e, pressionando-o contra a armação, 3ª MEDIDA: Desengatilhar a arma. Pressionar
rebata-o até a posição "S". Verifique se a placa a tecla do gatilho.
suporte dos eixos, agora fixada, está 4ª MEDIDA: Travar a arma.
realmente retendo os eixos. Reúna as peças 5ª MEDIDA: Colocar o carregador
do impulsor do martelo (introduza a haste- ASSUNTO C
guia na mola e ambas no estojo). Recoloque o  Explicar as fases do funcionamento do fuzil.
impulsor do martelo com cuidado e depois (CONCEITUAL)
pressione o martelo para trás, engatilhando-o.
7ª OPERAÇÃO: Montagem do Disparador. -
Introduza o dente do disparador e leve-o ao
 Explicar as finalidades da IPT. (CONCEITUAL)
tem a finalidade de fazer com que os
instruendos preparem-se para o tiro real. Para
isso, devem aplicar a técnica(Fundamentos de
Tiro) e realizar exatamente o que foi ensinado
e demonstrado durante as instruções teóricas
e práticas.
 Citar e Identificar as oficinas da IPT.
(FACTUAL)
OFICINA NR 01: PONTARIA
- 1ª Fase: Tomada da Linha de Mira e da Linha
de Visada. Nesta fase os militares executam,
em sistema de rodízio, dois trabalhos: um com
a barra de pontaria e o outro com a arma.
- 2ª Fase: Constância da Pontaria. Nesta fase
os militares executam, em sistema de rodízio,
primeira mente o trabalho e, depois, atuam
auxiliando na execução do trabalho
OFICINA NR 02: POSIÇÕES DE TIRO
- Demonstração e prática da empunhadura e
das posições de tiro deitada, ajoelhada e de
x pé
- Execução correta da empunhadura e das
posições de tiro com fuzil
OFICINA NR 03: CONDUTA COM O
ARMAMENTO
Esta oficina é executada em duas fases:
- 1ª Fase: Manejo do Armamento(Mnj Armt).
- 2ª Fase: Manutenção do Armamento(Mnt
Armt)
OFICINA NR 04: ACIONAMENTO DO GATILHO
 Executar a IPT do fuzil de dotação.
(PROCEDIMENTAL)
ASSUNTO E
 Identificar as normas de segurança.
 Identificar as operações de manejo. (FACTUAL)
(FACTUAL) 1) O tiro somente é iniciado mediante ordem.
a. Municiar o Carregador: Consiste em 2) Não é permitido fumar.
introduzir o cartucho no carregador. 3) As séries somente se movimentam
b. Alimentar a Arma: Colocar o carregador mediante ordem da torre de controle.
municiado na arma. 4) Qualquer pessoa que observe a ocorrência
c. Engatilhar: Trazer a alavanca de manejo de um ato atentatório à segurança deve
completamente a retaguarda, e, logo após, comandar “SUSPENDER FOGO”.
deixar que a mesma vá à frente. 5) Em momento algum a arma da linha de
d. Travar: Colocar o registro de tiro e fogo tem seu cano voltado em direção à outra
segurança na posição “S”. que não a do alvo.
e. Destravar: Colocar o registro de tiro 6) Jamais pergunte se uma arma está
segurança na posição “R” ou “A”. carregada, verifique você mesmo.
f. Disparar: Pressionar a tecla do gatilho. 7) Jamais deixe uma arma carregada ao
 Identificar os incidentes de tiro do fuzil. alcance de alguém.
(FACTUAL) 8) Atire em alvos apropriados e nunca em
objetos que duvide que possam causar
 Sanar os incidentes de tiro mais comuns do ricochetes.
fuzil. (PROCEDIMENTAL) 9) Jamais aponte sua arma para alguém, esteja
ASSUNTO D carregada ou não; faça a hipótese de que a
todo momento um tiro está saindo do cano.
10) Quando um grupo de atiradores estiver 1ª OPERAÇÃO - Colocar o CANO; 2ª
executando tiro real, deverá haver sempre OPERAÇÃO - Colocar o TUBO-GUIA e a MOLA
alguém encarregado do controle dos mesmos RECUPERADORA; 3ª OPERAÇÃO - Montar o
por mais experientes que eles sejam. FERROLHO na ARMAÇÃO; 4ª OPERAÇÃO -
UD V Colocar a MANGA DO CANO; 5ª OPERAÇÃO -
ASSUNTO A Colocar o ESTOJO DA MOLA RECUPERADORA.
 Identificar as características da pistola de  Montar a pistola em 1º escalão.
dotação. (FACTUAL) (PROCEDIMENTAL)
Aspectos Classificatórios:  Executar a manutenção da pistola.
Tipo: De porte/ Emprego: Individual/ Princípio (PROCEDIMENTAL
motor: Força de expansão dos gases/ ASSUNTO C
Funcionamento: Semi-automática/  Explicar as fases do funcionamento da
Carregamento: Retrocarga/ Raiamento: 04 pistola. (CONCEITUAL)
(quatro) raias da esquerda para a direita/
calibre: 9mm
Dados Numéricos:
Peso: 1,090 Kg com carregador vazio/
Velocidade teórica de tiro: 20 (vinte) tiros por
minuto/ Velocidade prática de tiro: 16
(dezesseis) tiros por minuto/Alcance máximo:
1.500 m/ Alcance de utilização: 50 m
 Identificar os acessórios da pistola de
dotação. (FACTUAL)
Vareta e escova de limpeza/ Apresenta
incorporado ao punho a presilha para cordão
de segurança ou alça para fiador.
 Relacionar as principais características da
pistola de dotação ao seu emprego.
(FACTUAL
ASSUNTO B
 Citar as medidas preliminares da
desmontagem da pistola. (FACTUAL)
RETIRAR O CARREGADOR; EXECUTAR 02
(DOIS) GOLPES DE SEGURANÇA; INSPECIONAR
A CÂMAR e TRAVAR A ARMA
 Desmontar a pistola em 1º escalão.
(PROCEDIMENTAL)
 Identificar as partes e peças principais da
pistola. (FACTUAL)
1ª - Carregador 2ª - Estojo da Mola
Recuperadora 3ª - Manga do Cano 4ª -
Chaveta de Fixação do Cano 5ª - Armação 6ª -
Mola Recuperadora 7ª - Tubo-Guia da Mola
Recuperadora 8ª - Cano 9ª - Ferrolho
 Identificar as operações de montagem e
desmontagem da pistola. (FACTUAL)
DESMONTAGEM:
1ª OPERAÇÃO - Retirar o ESTOJO DA MOLA
RECUPERADORA; 2ª OPERAÇÃO - Retirar a
MANGA DO CANO; 3ª OPERAÇÃO - Retirar a
CHAVETA DE FIXAÇÃO DO CANO; 4ª
OPERAÇÃO - Separar o FERROLHO DA
ARMAÇÃO; 5ª OPERAÇÃO - Retirar o TUBO-
GUIA e a MOLA RECUPERADORA; 6ª
OPERAÇÃO - Retirar o CANO
MONTAGEM:
ASSUNTO E
 Identificar as normas de segurança.
(FACTUAL)
 Executar os procedimentos adotados no
estande de tiro. (PROCEDIMENTAL)
 Identificar as medidas de proteção e
conservação do meio ambiente quando da
utilização do estande de tiro. (FACTUAL)
 Executar o tiro de instrução básico – TIB – da
pistola de dotação, conforme previsto nas
IRTAEx. (PROCEDIMENTAL)
 Executar a manutenção do armamento, antes
e após sua utilização no tiro.
(PROCEDIMENTAL)

 Executar o manejo correto da pistola.


(PROCEDIMENTAL)
 Identificar os incidentes de tiro da pistola.
(FACTUAL)
 Sanar os incidentes de tiro mais comuns da
pistola. (PROCEDIMENTAL)
ASSUNTO D
 Executar a IPT da pistola de dotação.
(PROCEDIMENTAL)
UD VI Toda espoleta deve ser manuseada com o máximo
ASSUNTO A cuidado, devido à sensibilidade do seu explosivo;
 Identificar os tipos de granadas de mão No manuseio das espoletas deve-se evitar: CALOR,
existentes. (FACTUAL) CHOQUE e FRICÇÃO;
Quanto à natureza da carga, as granadas de mão As espoletas não devem ser expostas diretamente
podem ser: ao calor (21º C);
a) Explosivas; b) Químicas; c) Iluminativas; d) De Se alguém deixar cair uma granada acionada
exercício; e e) Lastradas. acidentalmente, deve-se apanhar a granada e
 Identificar as características das granadas de lançá-la numa direção de segurança, procurando
mão existentes. (FACTUAL) um abrigo. Caso não haja abrigo, deitar-se
GRANADAS DE MÃO EXPLOSIVAS (DEF E OFEN); rapidamente;
DEF Age, principalmente, pelo estilhaçamento de Não retirar o grampo de segurança antes de estar
seu invólucro (principal ação). OFEN Age, pronto para o lançamento;
primordial pela onda explosiva resultante da Após retirar o grampo, não afrouxar a mão que
detonação de sua carga de arrebentamento. empunha a granada;
GRANADAS DE MÃO QUÍMICAS (lacrim., incend. e No lançamento de granadas químicas, contendo
fulmíg.): São empregadas para causar baixas, gases tóxicos ou irritantes, a assistência deve ficar
inquietar, provocar incêndios e produzir fumaça num raio de 180 m do ponto de arrebentamento,
de cobertura e / ou sinalização devidamente equipada;
GRANADAS DE MÃO ILUMINATIVAS: São as que Não espoletar uma granada em depósitos que
possuem uma carga iluminativa que, acionada, contenham explosivos ou a menos de 100m de
ilumina uma área desejada. edifícios vizinhos.
GRANADAS DE MÃO DE EXERCÍCIO: São as que  Executar o manejo correto da granada de
contêm uma pequena carga de sinalização de mão. (PROCEDIMENTAL)
pólvora negra. Facilitam a instrução de arremesso  Identificar os incidentes de tiro da granada de
e permitem demonstrações de funcionamento das mão. (FACTUAL)
espoletas.  Sanar os incidentes de tiro mais comuns da
granada de mão. (PROCEDIMENTAL)
 Identificar as partes principais da granada de ASSUNTO B
mão. (FACTUAL)  Identificar as normas de segurança.
CORPO, CARGA E DISPOSITIVO DE (FACTUAL)
ACIONAMENTO(ESPOLETA)  Executar os procedimentos adotados no
 Explicar o funcionamento da granada de manuseio e no lançamento das granadas no
mão. (CONCEITUAL) estande de tiro. (PROCEDIMENTAL)
a. Retirando-se o GRAMPO DE SEGURANÇA o  Identificar as medidas de proteção e
capacete passa a permanecer junto à granada conservação do meio ambiente quando da
devido ao seu encaixe no dispositivo de utilização do estande de tiro. (FACTUAL)
acionamento e também pela palma da mão do  Identificar as técnicas de execução do
lançador que mantém pressionado o capacete de lançamento da granada de mão. (FACTUAL)
encontro à granada  Executar a IPT da granada de mão.
b. Quando lançada, ao perder o contato com a (PROCEDIMENTAL)
mão do lançador, o capacete é ejetado pela ação
da mola do dispositivo de percussão,
possibilitando que o percussor atinja a cápsula
num movimento circular.
A cápsula por sua vez quando percutida, gera uma
onda de choque que é transmitida ao retardo-
detonador. Vencido seu tempo de queima, o
retardo-detonador gera uma onda de choque,
maior que a da cápsula, que atinge a carga
explosiva, acionando-a.
 Citar as regras de segurança no manejo da
granada de mão. (FACTUAL)
Nenhum homem deverá lançar granadas reais sem
antes demonstrar eficiência no lançamento de
granadas inertes;

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