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Exemplo de Entrevista Jornalística

O documento discute os conceitos e estruturas da entrevista e da notícia como gêneros jornalísticos. A entrevista é um diálogo entre um entrevistador e um entrevistado sobre determinado assunto. A notícia é uma informação nova sobre um fato ou evento de interesse público.

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Exemplo de Entrevista Jornalística

O documento discute os conceitos e estruturas da entrevista e da notícia como gêneros jornalísticos. A entrevista é um diálogo entre um entrevistador e um entrevistado sobre determinado assunto. A notícia é uma informação nova sobre um fato ou evento de interesse público.

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INSTITUTO AGRÁRIO DE BILIBIZA - OCUA

A ENTREVISTA E A NOTÍCIA

Isac Valentim Saíde

Chiúre - Ocua
Maio de 2024
2

ÍNDICE

Introdução...................................................................................................................................3
1. ENTREVISTA........................................................................................................................4
1.1. Conceito...........................................................................................................................4
1.2. Apresentação/contextualização........................................................................................4
1.3. Características da Entrevista............................................................................................5
1.4. Estrutura da Entrevista.....................................................................................................5
2. Notícia.....................................................................................................................................6
2.1. Conceito...........................................................................................................................6
2.2. Características da Notícia.................................................................................................6
2.3. Estrutura da Notícia..........................................................................................................7
Conclusão....................................................................................................................................8
Referencias..................................................................................................................................9
Apêndices..................................................................................................................................10
Exemplo de uma entrevista................................................................................................10
Exemplo de uma notícia....................................................................................................11
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Introdução
Os textos jornalísticos são os textos veiculados pelos jornais, revistas, rádio e televisão, os
quais possuem o intuito de comunicar e informar sobre algo. Nos dias atuais, o texto
jornalístico é provavelmente o gênero textual mais lido, pois possui o maior alcance nos
diversos setores da sociedade. Uma característica importante dos textos jornalísticos é sua
efemeridade, visto que favorecem o conhecimento de informações atuais com o propósito de
difundir o que acontece de novo.
O gênero jornalístico tem como principal característica a integração entre o leitor e o jornal,
sendo que essa modalidade requer um tipo específico de linguagem, chamada de linguagem
jornalística. Esta, por sua vez, é composta por algumas especificidades que têm objetivos bem
delimitados, partindo do pressuposto de que todos e todas devem compreender o conteúdo a
ser transmitido. Ser bem compreendido requer perícia com as palavras, pois não é interessante
para o gênero em questão ser alvo de ambiguidades e diferentes interpretações.

Portanto, o presente trabalho tem por objectivo debruçar sobre alguns dos géneros
jornalísticos tais como a notícia e a entrevista. De uma forma geral, a notícia é considerada
como tudo o que o público necessita saber, tudo o que o público deseja falar. Ela é uma
compilação de fatos e eventos de interesse ou importância para os leitores do jornal que a
publica [a notícia]. É uma informação nova e insólita sobre um assunto de interesse geral, de
que não se tinha conhecimento até então.

A entrevista, por outro lado, a entrevista tem a intenção de garantir uma aproximação maior
entre o leitor e os fatos relatados, trazendo o depoimento de quem está diretamente envolvido
no fato que é objeto da reportagem.
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1. ENTREVISTA
1.1. Conceito

Amaral (1982), conceitua “a entrevista como um dos gêneros textuais com função geralmente
informativa veiculado, sobretudo, pelos meios de comunicação: jornais, revistas, internet,
televisão, rádio, dentre outros”. Há diversos tipos de entrevistas dependendo da intenção
pretendida: a entrevista jornalística, entrevista de emprego, entrevista psicológica, a entrevista
social, dentre outras. Elas podem fazer parte de outros textos jornalísticos, por exemplo, a
notícia e a reportagem. Trata-se de um texto marcado pela oralidade produzido pela interação
entre duas pessoas, ou seja, o entrevistador, responsável por fazer perguntas, e o entrevistado
(ou entrevistados), quem responde às perguntas.

A entrevista é um texto que faz a transcrição, isto é, registra por escrito um diálogo sobre
determinado assunto entre alguém que pergunta - o entrevistador - e alguém que responde - o
entrevistado. Para ser publicado no jornal, o redator transforma em língua escrita o que foi
dito oralmente, em uma conversa, fazendo as adaptações necessárias, por exemplo,
suprimindo as hesitações, repetições e marcas da oralidade, (Silva, 2009).

Silva (2009), enfatiza que a entrevista possui uma função social muito importante, sendo
essencial para a difusão do conhecimento, a formação de opinião e posicionamento crítico da
sociedade, uma vez propõe um debate sobre determinado tema, onde o discurso direto é sua
principal característica.
“Ou seja, as palavras proferidas pelo entrevistado e o entrevistador são transcritas de
maneira fidedigna e, portanto, pode haver muitas marcas de oralidade bem como
observações (geralmente entre parênteses) que descrevem as ações de ambos, por
exemplo: (risos). No entanto, é notório um tipo de formalismo nas entrevistas, exposto
pela linguagem utilizada entre ambos, com apresentação de um discurso coerente”,
(Silva (2009), p.56).

1.2. Apresentação/contextualização

Segundo Sousa (2002), “a entrevista deve ter informações que caracterizem e contextualizem
o entrevistado. É um texto breve que introduz um pouco a carreira do entrevistado, a função
que desempenha no trabalho, a formação escolar etc.” É uma pesquisa prévia que o
entrevistador faz sobre a pessoa que vai entrevistar para que os espectadores saibam sobre as
5

atividades do entrevistado. Mesmo sendo oral, na apresentação, o vocabulário costuma ser


mais formal, já que os veículos de comunicação adequam a linguagem de acordo com o
entrevistado e o público.

a) Entrevistador

É a pessoa que estuda sobre a vida do entrevistado, pesquisando sobre o que a pessoa fez, em
que área fez e o que continua fazendo. Compara a trajetória do entrevistado, elabora e faz as
perguntas a ele. Para que se faça uma boa entrevista, deve-se conhecer muito bem o
entrevistado e o tema no qual ele atua para não criar um mero bate-papo sem relevância.

b) Entrevistado

Na entrevista, o entrevistado é a pessoa a quem as perguntas são direcionadas. Essa pessoa é


escolhida de acordo com o programa ou o tema do veículo de comunicação. Desta maneira,
são chamadas pessoas que entendem sobre um tema específico ou que já trabalham na área
escolhida, dando informações particulares, profissionais e até mesmo a própria opinião.

1.3. Características da Entrevista

a) Textos informativos e/ou opinativos;


b) Presença do entrevistador e do entrevistado;
c) Linguagem dialógica e oral;
d) Marca do discurso direto e da subjetividade;
e) Mescla da linguagem formal e informal.

1.4. Estrutura da Entrevista

Para produzir uma entrevista esteja atento à sua estruturação:


i. Escolha do Tema
A entrevista pode ser um texto em que você vá utilizar para dar consistência a um outro
trabalho, ou mesmo, para conhecer melhor o trabalho de outra pessoa. Seja qual for o tema
escolhido, por exemplo, o novo livro do escritor, fica claro que ele deverá comparecer à
entrevista.
ii. Elaboração de Roteiro Feito
A escolha do tema e do entrevistado, é muito importante a elaboração de um roteiro de forma
que o entrevistador o tenha em mãos na hora da entrevista. Além disso, pesquise, analise e
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estude sobre o tema, pois como a entrevista garante a presença de alguém, podem surgir
outras perguntas durante o processo, a partir das respostas do entrevistador. O roteiro deverá
ter um objetivo claro e ser apresentado em formas de perguntas e cuidado para que não fique
muito longo, no entanto, tenha outras perguntas em mente se for necessário.

iii. Título
Se necessário, coloque um título na entrevista. Ele norteará melhor o objetivo delimitando o
tema proposto, bem como seduz o leitor à sua leitura. Por exemplo: Entrevista com Eduardo
Pereira: apontamentos sobre sua nova obra. Se necessário faça uma introdução (que pode ser
curta), mas que informe o leitor do que será discutido. Nesse caso, apresente o assunto que
será discutido, bem como o perfil do entrevistado e sua experiência profissional.
iv. Revisão
A parte final é tão importante quanto a inicial. Afinal, não adianta ter as ideias e apresenta-las
de maneira informal, ou seja, um texto que não abrigue coerência e coesão.

2. Notícia

2.1. Conceito

A notícia é categoria central do jornalismo (e de uma possível ciência jornalística),


entendendo-a não somente como um gênero. Silva (2009) propõe um conceito expandido de
notícia, que responda à particularidade do objeto de estudo do jornalismo e condiga com as
características observáveis da prática jornalística.

“Notícia é a socialização de quaisquer informações de caráter público, atual e singular e que


atendem a diferentes interesses”. É uma informação nova e insólita sobre um assunto de
interesse geral, de que não se tinha conhecimento até então (Silva, 2009, p.13).

“É a informação atual, verdadeira, carregada de interesse humano e capaz de despertar a


atenção e a curiosidade de grande número de pessoas” (Amaral, 1982).

2.2. Características da Notícia

Segundo Silva (2009, p.14), a notícia tem as características abaixo:


a) Texto de cunho informativo;
b) Textos descritivos e/ou narrativos;
c) Textos relativamente curtos;
d) Veiculado nos meios de comunicação;
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e) Linguagem formal, clara e objetiva;


f) Textos com títulos (principal e auxiliar);
g) Textos em terceira pessoa (impessoais);
h) Fatos reais, atuais e cotidianos.

2.3. Estrutura da Notícia

Amaral (1982), afirma que geralmente as notícias seguem uma estrutura básica classificada
em:

a) Título Principal e Título Auxiliar

A notícia é formada por dois títulos, ou seja, um principal, também chamado de Manchete,
que sintetiza o tema que será abordado, e outro um pouco maior, o qual auxilia o
entendimento do título principal, ou seja, é um recorte do assunto que será explorado.

b) Lead

Lead – corresponde ao primeiro parágrafo do texto, que pode ou não ser destacado
graficamente e que deverá conter as informações essenciais, respondendo, sempre que
possível às perguntas: - Quem? (quem participa na notícia) - O quê? (o que aconteceu,
acontece ou vai acontecer) - Onde? (local onde aconteceu) - Quando? (dia, hora). Trata-se de
um parágrafo em que todas as informações que estarão contidas na notícia deverão aparecer.

c) Corpo da Notícia

Corpo da notícia – corresponde aos restantes parágrafos do texto. É o desenvolvimento da


notícia, no qual deverão estar as respostas às questões: - Como? (contar como aconteceu a
notícia) - Porquê? (porque aconteceu a notícia). Nessa parte, será apresentada a notícia com
descrições mais detalhadas.

O jornalista deve evitar os adjetivos, utilizando sobretudo os substantivos e os verbos. O


jornalista não deve dar a sua opinião sobre o que escreve; deve limitar-se a contar o que
aconteceu. Não se dá opiniões, nem sugestões; não se avalia, nem se lamenta. Quando a
notícia é sobre uma disputa entre pessoas ou instituições, o jornalista deve mostrar a opinião
dos dois, para deixar que o leitor decida sobre quem tem razão. Numa notícia, tudo se escreve
sempre do mais importante para o menos importante. Uma notícia escreve-se sempre na 3ª
pessoa. Quando não se presenciou, recorre-se a fontes diversas ou a citações, tendo sempre o
cuidado de indicar que os dados estão de acordo com as referidas fontes. A linguagem deve
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ser simples e clara, para que todas as pessoas a possam entender. Deve-se transmitir o
máximo de informações num mínimo de palavras. A linguagem deve ser atrativa e de fácil
entendimento, (Mesquita, 2014).

Conclusão
Depois da produção deste trabalho, pode-se concluir que todo o jornal, seja ele impresso,
digital ou televisivo, apresenta-nos uma série de informações. Para isso, é preciso que haja
uma organização dos assuntos de acordo com seus temas, que variam entre economia, mundo,
desporto, cultura, cotidiano etc.

Pode se dizer que a notícia é categoria central do jornalismo (e de uma possível ciência
jornalística), entendendo-a não somente como um gênero. Um artefacto linguístico que
representa determinados aspectos da realidade, resulta de um processo de construção onde
interagem fatores de natureza pessoal, social, ideológica, histórica e do meio físico e
tecnológico, é difundida por meios jornalísticos e comporta informação com sentido
compreensível num determinado momento histórico.

Entretanto, no gênero entrevista, o entrevistado apresenta marcas da oralidade no discurso, ou


seja, ele costuma gesticular e apresentar indagações ou repetições de palavras enquanto fala;
pois está elaborando o raciocínio em tempo real. Diferentemente da entrevista oral, a
entrevista escrita não tem a necessidade de registrar as pausas e repetições que o entrevistado
apresenta; sendo assim, a entrevista escrita pode ser editada.
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Referencias
AMARAL, L. Jornalismo, matéria de primeira página. Rio de Janeiro/Fortaleza: Tempo
Brasileiro – Universidade Federal do Ceará, 1982.

MESQUITA, G.B. A audiência potente e as novas relações no jornalismo. Estudos em


Jornalismo e Mídia, Florianópolis, 2014.

SILVA, Gislene. O fenômeno noticioso: objeto singular, natureza plural. Estudos em


Jornalismo e Mídia, 2009.

SOUSA, Jorge Pedro. Por que as notícias são como são? Construindo uma teoria da Notícia,
2002.
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Apêndices
Exemplo de uma entrevista

Programa “AWONA DIÁLOGO”

PLURALISMO & DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Análise de qualidade de governação autárquica, caso do Município de Nacala-Porto


Entrevistador: sejam bem-vindos a mais uma edição do Awona diálogo, um espaço de interação e governação
participativa que tem como objectivo reforçar a capacidade de participação ativa do cidadão, na planificação e
monitoria de programas de governação autárquica. Nesta edição, contamos com o nosso comentador residente, o
Dr. Arsénio Francisco Cuco, Mestre em ciências políticas. E hoje vamos fazer análise do município de Nacala-
Porto e passo a convidá-lo. Muito boa tarde Entrevistado e seja bem-vindo ao nosso diálogo.

Entrevistado: muito boa tarde a todos, é um prazer estar aqui para discutir sobre um tema que interessa muitos
no nosso dia-a-dia.

Entrevistador: sim, Dr. As autarquias do nosso país, tem vindo a registar um aumento gradual, daquilo que são
as responsabilidades como município, para melhorar serviços da comunidade. Portanto, que avaliação faz em
relação ao desempenho da autarquia de Nacala-Porto?

Professor Arsénio Cuco: deixam-se só tentar mostrar duas coisas fundamentais que são importantes na ciência
política, quando falamos da democracia. É preciso ter em conta que a essência da democracia se tivermos que
seguir no sentido etimológico da palavra, que significa o governo do povo, é que a participação do jovem na
comunidade política, é fundamental aí podemos questionar o grau de participação das pessoas nessa comunidade
política, pode ser de menor ou maior grau de participação, dependendo do sistema político permite que as
pessoas participarem da discussão.

Entrevistador: gostaria que o professor falasse sobre a questão do envolvimento dos cidadãos sem olhar nas
cores partidárias.

Entrevistado: esta deve ser a essência da democracia, porque estamos que quando há uma eleição o voto da
maioria é que impera, mas o governante deve ser governante de todos, agora resta saber se o que o presidente do
conselho municipal esta a dizer em termos de participação de cidadãos de outras cores partidárias, constitui ou
não verdade, porque se nos pararmos e recuarmos um pouco para a historia, sabemos muito bem que fomos
inundados ao longo do tempo de uma serie de áudios que mostravam clivagens acredito seu próprio partido
assim como do povo.

Entrevistador: últimas considerações, Professor.

Entrevistado: o que posso dizer é que, é importante que a Orphad e Awona continue a contribuir positivamente
para que haja uma boa governação das autarquias na nossa província. A Orphad é uma das organizações civis
que pode contribuir de forma significativa para que os governantes das autarquias locais podem de alguma forma
ter uma boa prestação de serviços, a partir dos comentários que vamos fazendo ao longo do tempo. Uma vez que
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este diálogo, abrange a todos, partindo dos próprios presidentes dos concelhos autárquicos, os representantes da
sociedade civil assim como os próprios munícipes, muito obrigado.

Entrevistador: muito obrigado a todos os internautas, e ate a próxima edição do Awona diálogo.

Exemplo de uma notícia

JORNALISTAS EXPULSOS E AGRESSÕES À PORTA DO CONGRESSO DA MOÇAMBICANA RENAMO

De acordo com imagens transmitidas em direto pelos órgãos de comunicação social a


partir de Alto Molócue, província da Zambézia, onde decorre o congresso, os
jornalistas foram retirados do local, entre ameaças visíveis de elementos da
organização, para o exterior do perímetro, que por sua vez é guardado por um forte
dispositivo policial.
Os jornalistas acompanhavam a entrada no congresso - que vai escolher hoje o
presidente do partido - de Manuel de Araújo, autarca de Quelimane, Zambézia,
membro da comissão política e um dos mais populares membros da Renamo, que
teve dificuldades para passar pelo cordão policial.
“A polícia fez um juramento de respeitar a Constituição da República e eles devem
saber respeitar a Constituição da República. Nenhum elemento da polícia tem o
direito de encostar num membro de um partido, neste caso um congressista. Eu sou
um congressista, eu tenho o direito a estar lá na sala. Ou não fizeram o trabalho de
casa ou têm outras tarefas. Tenho muita pena, é uma vergonha”, disse Manuel de
Araújo, depois de passar pelo cordão policial.
À entrada do recinto do congresso registaram-se tumultos e agressões, por parte de
elementos da organização do congresso e alegadamente pessoas que
acompanhavam Manuel de Araújo, para travar a passagem daqueles, como foi
possível verificar nas imagens em direto.
As ameaças e expulsões dos jornalistas acreditados para o evento seguiram-se à
tentativa de confirmar a entrada de Manuel de Araújo na tenda do congresso, cerca
das 16:30 locais (15:30 em Lisboa).
Algumas fontes indicam que este reforço na segurança da Renamo prende-se com
receios de uma possível tentativa de entrada no espaço de apoiantes do deputado
Venâncio Mondlane, que apresentou a sua candidatura à liderança do partido, a qual
foi rejeitada.
Fonte: Maputo, Lusa (16/05/2016)

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