0% acharam este documento útil (0 voto)
5 visualizações9 páginas

Formação da Consciência na Teologia Católica

O documento discute a importância da formação da consciência segundo a teologia católica. A consciência é vista como um aspecto fundamental da natureza humana e desempenha um papel central na tomada de decisões morais. A formação da consciência envolve aprender os ensinamentos morais da Igreja e refletir sobre a Palavra de Deus, sendo um processo contínuo e essencial para viver de acordo com a vontade de Deus.

Enviado por

barmando2
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
5 visualizações9 páginas

Formação da Consciência na Teologia Católica

O documento discute a importância da formação da consciência segundo a teologia católica. A consciência é vista como um aspecto fundamental da natureza humana e desempenha um papel central na tomada de decisões morais. A formação da consciência envolve aprender os ensinamentos morais da Igreja e refletir sobre a Palavra de Deus, sendo um processo contínuo e essencial para viver de acordo com a vontade de Deus.

Enviado por

barmando2
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

Teologia

Importância da formação da consciência


Com origem no vocábulo latim conscientĭa (“com conhecimento”), a consciência é o ato
psíquico mediante o qual uma pessoa enxerga a sua presença no mundo. Por outro lado, a
consciência é uma propriedade do espírito humano que permite reconhecer-se nos atributos
essenciais.

A teologia Católica segrega que, e a consciência é o núcleo mais secreto e o santuário da pessoa.
Ela não é uma função, mas é a estrutura do ser humano e pode ser identificada com a essência do
ser humano. Ela revela, de modo admirável, a lei do imperativo categórico8 , que se cumpre pelo
amor a Deus e ao próximo (GS, 16).

“Na intimidade da sua consciência, a pessoa humana descobre uma lei que ela não impõe a si
mesma, mas a qual se vê obrigada a obedecer. Chamado a amar o bem e a evitar o mal, a voz da
consciência pode, quando necessário, falar-lhe ao coração mais especificamente: faz isto, evita
aquilo. Isto porque o homem tem no seu coração uma lei escrita por Deus. Obedecer a ela
constitui a verdadeira dignidade da pessoa, que será julgada de acordo com tal lei (Cfr. Rm. 2,15-
16).

A Igreja Católica ensina que a consciência é um aspecto importante da natureza humana e tem
um papel fundamental na tomada de decisões morais. A consciência é vista como a capacidade
de discernir o que é certo e errado, de acordo com os princípios da lei moral objetiva.

A Igreja enfatiza que a consciência não é apenas uma questão de opinião pessoal, mas sim uma
obrigação moral de buscar a verdade e agir de acordo com ela. A consciência deve ser formada e
informada pela lei moral objetiva, que é revelada por Deus.

A Formação da consciência

Há uma obrigação absoluta de obedecer a consciência. Por causa disso é importante a formação
da consciência. A consciência é bem formada quando é recta e verídica, quer dizer, quando
formula o seu juízo segundo o bem estabelecido pela sabedoria do criador. Para os crentes, a
formação da sua consciência deve basear-se no ensino diligente da Sagrada Escritura e na
doutrina da Igreja, pois, por Cristo, a Igreja Católica foi constituída mestra da verdade e, por
isso, ela tem a missão de fazer conhecer e ensinar a verdade que é Cristo. Ademais, pela sua
autoridade, ela declara e confirma os princípios morais que dimanam da natureza humana
(Concílio Vaticano II, D.H.,14).

Importância da formação da consciência


Para Molon (2003), o processo de formação da consciência, por meio da internalização, constitui
a subjetividade através das situações de intersubjetividade, possibilitadas pela mediação
simbólica, em que a linguagem assume papel principal na formação do sujeito. Nesse sentido,
podemos compreender o conceito de consciência em Vygotski como uma função de origem
social, em que os signos possuem papel imprescindível em sua formação. Sua transformação
implica em motivações mediadas por emoções, sentidos e significados, constituindo-se, dessa
forma, como um processo que filtra o mundo e coordena as ações humanas.

A formação da consciência é um processo fundamental para o desenvolvimento humano e social.


A consciência é a capacidade que temos de reconhecer e compreender a realidade ao nosso redor,
bem como de refletir sobre nossas ações e suas consequências.

Uma consciência bem formada possibilita a tomada de decisões éticas e morais, baseadas em
princípios e valores que respeitam a dignidade humana e o bem comum. Ela nos permite
distinguir o certo do errado, o justo do injusto, e nos orienta a agir de forma responsável, tanto no
âmbito pessoal quanto nas relações sociais.

A formação da consciência tem um papel fundamental na construção de uma sociedade mais


justa e humana. Quando as pessoas são conscientes dos seus direitos e deveres, elas têm mais
condições de se posicionar diante das injustiças e desigualdades, contribuindo para a
transformação social. Além disso, uma consciência bem formada também nos aproxima da vida
interior, da espiritualidade e da busca pelo sentido da vida.

Uma consciência bem formada também nos torna mais capazes de lidar com os desafios e
dilemas éticos que enfrentamos em nossa vida cotidiana. Ela nos ajuda a tomar decisões
acertadas, mesmo diante de pressões e influências externas. Uma pessoa com uma consciência
bem formada é capaz de resistir à corrupção, ao preconceito e a qualquer forma de opressão.

Portanto, a formação da consciência é de suma importância para a construção de uma sociedade


mais justa, ética e humanizada. Ela nos torna cidadãos conscientes, capazes de agir de forma
responsável, solidária e crítica, contribuindo para o bem-estar coletivo e o alcance da justiça
social.

A Igreja Católica também destaca a importância da formação da consciência, que envolve a


aprendizagem dos ensinamentos morais da Igreja, a reflexão sobre a Palavra de Deus e o
discernimento da vontade de Deus através da oração. A formação da consciência é um processo
contínuo que requer o esforço pessoal de cada indivíduo.

A Igreja ensina que seguir a consciência corretamente é essencial para a pessoa viver em
conformidade com a vontade de Deus e alcançar a salvação. No entanto, a Igreja também
reconhece que a consciência pode ser influenciada por vários fatores, como a cultura, a educação
e as circunstâncias pessoais. Por isso, é importante que a pessoa busque a ajuda da Igreja e do
magistério para ajudá-la a discernir a verdade e agir corretamente.

No geral, a Igreja Católica ensina que a consciência é um dom de Deus e deve ser respeitada e
seguida, desde que esteja de acordo com a lei moral objetiva revelada por Deus.

Referencias bibligraficas

Autores Cristianos. MCMLXIX.. Madrid: Biblioteca de Autores Cristãos.

MOLON, S. I. (2003). Subjetividade e constituição do sujeito em Vygotsky. Petrópolis: Vozes.

Concílio Vaticano II (2002). Constituições, Decretos e Declarações. Coimbra: Gráfica de


Coimbra.

João Paulo II (1992). Catecismo da Igreja Católica. São Paulo: Editora

Manual de Fundamentos de Teologia Católica - UCM

1. Etimologia da Heresia?

Etimologicamente, a palavra heresia vem do latim: haeresis, que, por sua vez, vem do grego:
haíresis, significando significa “escolher”, “preferir” (LOPEZ, 1993). cisma, a recusa de
sujeição ao Sumo Pontífice ou da comunhão com os membros da Igreja a ele sujeitos (C.I.C,
2089).
2. Como a teologia catolica define a heresia?

No Catecismo da Igreja Católica, encontramos a seguinte definição: Chama-se heresia a negação


pertinaz, após a recepção do Batismo, de qualquer verdade que se deve crer com fé divina e
católica, ou a dúvida pertinaz a respeito dessa verdade; apostasia, o repúdio total da fé cristã.

Na mesmo ponto, a teologia católica define heresia como uma doutrina ou crença contrária aos
ensinamentos oficiais da Igreja Católica. Ela é considerada uma negação ou distorção da verdade
revelada por Deus e ensinada pela autoridade da Igreja. A heresia é vista como um obstáculo para
a salvação das almas, pois desvia as pessoas da fé verdadeira e do caminho correto para se
alcançar Deus. A Igreja Católica define e condena a heresia através de seus corpos doutrinários e
autoridades, como o Magistério e os Concílios.

3. Num parágrafo dizer até que ponto a heresia é compreensão falsa da verdade.

A heresia pode ser entendida como uma compreensão falsa da verdade em questões religiosas,
filosóficas ou ideológicas. Quando alguém adota uma heresia, significa que está interpretando de
maneira equivocada os princípios fundamentais de uma crença, distorcendo ou negando aspectos
essenciais dessa verdade. A heresia se baseia em interpretações pessoais, erradas ou distorcidas,
que vão contra o ensinamento oficial de uma determinada tradição ou religião. Compreender a
verdade exige um estudo aprofundado e uma análise cuidadosa das fontes e textos sagrados, bem
como um conhecimento sólido dos princípios doutrinários. A heresia, por outro lado, é o
resultado de uma interpretação superficial, desinformada ou iludida da verdade, o que pode levar
a uma compreensão distorcida e, muitas vezes, prejudicial dos ensinamentos e valores essenciais
de uma fé ou ideologia. Portanto, é importante diferenciar entre as interpretações corretas e as
heréticas para manter uma compreensão precisa e genuína da verdade.

Referencias bibliograficas

Moura, A. [Link] (S/d). Mestrando pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências das Religiões da
Universidade Federal da ParaíbaUFPB. Membro do VIDELICET - Estudos em Intolerância,
Diversidade e Imaginário, vinculado ao PPGCR/UFPB
Mitos sobre a orientação sexual

A nossa sociedade é, ainda, muito marcada por mitos e crenças relacionados com a sexualidade,
que foram resistindo ao passar dos anos, apesar dos muitos estudos que já foram feitos,
mostrando que não passam de opiniões deturpadas e de conceitos falsos, que podem ter
repercussões graves nas vivências e no desenvolvimento dos indivíduos.

Um dos mitos bastante conhecido é o do ‘macho latino’. Este mito leva muitos homens a ter
representações como aquelas que são apresentadas por Sena (in
[Link]
01_k.htm): um verdadeiro homem tem relações sexuais com muita frequência; sexo sem
orgasmo nunca pode ser bom; o que satisfaz a mulher é a potência do pénis; a mulher pode
duvidar da virilidade do homem sempre que este não consegue a erecção durante o acto sexual;
um homem que não satisfaça a mulher é um fracasso.

Segundo Duran & Cristina, referido por Lourenço e Vasques (in


[Link] vivemos ainda num
mundo machista, existindo a ideia de que cabe ao homem a responsabilidade do funcionamento
sexual eficiente e se tal não acontece ele menospreza-se. Por outro lado, a mulher é vista como
aquela que deve satisfazer o homem, deve ser romântica e saber reprimir os seus impulsos
sexuais naturais. Prevalece, ainda, a ideia de que uma mulher deve ser delicada, meiga e frágil.

Os pais, como primeiros e importantes agentes de socialização, contribuem de forma


significativa para que os seus filhos interiorizem, desde cedo, representações sobre a diferença,
muitas vezes exagerada, entre homens e mulheres. “Os bebés do sexo masculino têm cobertores
azuis e do feminino, rosa. Espera-se que os meninos brinquem com camiões […] e soldados
[…]; as meninas recebem bonecas e utensílios de cozinha. Os meninos devem ser masculinos –
activos, agressivos, durões, ousados e dominadores –, mas as meninas tem de ser femininas –
delicadas, emocionais, doces e submissas” (Schaefer, 2006).

Os mitos que a nossa sociedade alimenta sobre a homossexualidade são, também, um exemplo
do referido anteriormente, como os salientados por Berdún (2002):

1. “Os homossexuais masculinos são mais efeminados e as lésbicas são «Maria rapaz».
2. Um homossexual quer ser mulher.
3. A sexualidade das mulheres lésbicas é incompleta, já que falta algo fundamental, o pénis.
4. Nos casais homo, um faz sempre o papel de mulher e o outro de homem.
5. Homossexualidade pode tratar-se psicologicamente.
6. Os homossexuais são os primeiros infectados pela SIDA
7. Os homossexuais abusam das crianças.
8. O sexo anal é a prática principal dos homens homo.”

Não menos frequentes são os falsos mitos relacionados com a primeira relação sexual. Entre eles
destaco os expostos pela autora atrás citada:

 “A primeira relação completa é muito dolorosa para a mulher.


 A rapariga tem de sangrar, se não o fizer, é porque não é virgem.
 O rapaz é que tem de tomar a iniciativa na hora de fazer amor e de decidir o momento.
 É impossível ficar grávida na primeira vez.
 Para os rapazes, a primeira vez não é importante.”

Culturalmente estão, também, enraizados ideias erróneas sobre a menstruação.”Um dos tabus
mais divulgados é o que relaciona a menstruação com a impureza ou como sendo algo
prejudicial. Em algumas zonas rurais pensa-se, ainda, que se uma mulher com a menstruação
tocar as frutas em tempo de colheita, estas ficaram estragadas em poucas horas, ou se ela se
aproximar do vinho em fermentação, este ficará azedo” (Berdún, 2002).

Referências bibliograficas

Berdún, L.(2002). Na tua casa ou na minha. Porto: Areal Editores.

Schaefer, R.(2006). Sociologia. São Paulo: McGraw-Hill.

[Link]
01_k.htm
What is the difference between past simple and past continuos

The main difference between the past simple and the past continuous tense is how they express
the past actions or events:

1. Past Simple (also known as Simple Past):


 Used to describe completed actions in the past.
 Indicates an action that happened at a specific time in the past.
 Often used for single or one-time actions. Example: "She cooked dinner last night."

1. Past Continuous (also known as Past Progressive):

 Used to describe ongoing actions in the past.


 Indicates an action that was in progress at a specific time in the past.
 Often used for actions that were happening simultaneously or for a longer duration in
the past. Example: "She was cooking dinner when I arrived."

In summary, the past simple focuses on completed and specific actions in the past, while the past
continuous emphasizes ongoing actions that were happening at a certain point in time.

Past continuous and past simple

The past simple shows us that an action was in the past, not in the present. Regular past simple
verbs have -ed at the end (e.g. called, played, arrived). Irregular verbs have a different form,
usually with a different vowel sound (e.g. wake → woke, break → broke, feel → felt).

a) My parents called me yesterday.


b) I woke up early this morning.
c) Sam played basketball when he was at university.

We make the negative with didn't and the infinitive verb.


a) My parents didn't call me yesterday.
b) I didn't wake up early this morning

We make the question form with did and then the subject and infinitive verb.
a) Did you wake up early this morning?
b) Did Sam play basketball when he was at university?
Past continuous

The past continuous shows us that the action was already in progress at a certain time in the past.

What were you doing at 8 p.m. last night? I was studying.

This means that I started studying before 8 p.m. and I continued after 8 p.m.

The past continuous can also show that an activity was in progress for some time, not just for a
moment.

We were cleaning the house all morning.

We make the past continuous with was or were and the -ing form of the verb.

a) She couldn't come to the party. She was working.


b) Three years ago, we were living in my home town.
c) I tried to give him some advice, but he wasn't listening.
d) What were you doing this time last year?

Past continuous and past simple

When we use these two tenses together, it shows us that the past simple action happened in the
middle of the past continuous action, while it was in progress.

While I was studying, I suddenly felt sleepy.

We often use these tenses to show an action interrupting another action.

a) I broke my leg when I was skiing.


b) As I was going to work, I saw an old friend.
c) We were watching television when the power went off.

Can you see a difference in the meaning of these two sentences?

a) When the guests arrived, Jane was cooking dinner.


b) When the guests arrived, Jane cooked dinner.
In the first one, Jane started cooking dinner before the guests arrived. We know that because it
uses the past continuous. In the second sentence, the guests arrived first and then Jane started
cooking.

Bibliographic references

1. [Link]
simple
2. Manual de Inglês - UCM

Você também pode gostar