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Sintaxe da Imagem: Elementos Visuais

Este documento discute os elementos básicos da sintaxe visual como ponto, linha, forma, direção, tom, cor, textura, escala e dimensão. O documento explica como esses elementos estruturam a percepção visual e a composição de imagens.

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Sintaxe da Imagem: Elementos Visuais

Este documento discute os elementos básicos da sintaxe visual como ponto, linha, forma, direção, tom, cor, textura, escala e dimensão. O documento explica como esses elementos estruturam a percepção visual e a composição de imagens.

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1

A Sintaxe da Imagem
2

Lista de Figuras

Figura 1 - Equilíbrio espacial do objeto ...................................................................................... 6

Figura 2 - Esqueleto estrutural ................................................................................................... 6

Figura 3 - Lua .............................................................................................................................. 8

Figura 4 - Star Trails behind the Double Arch ............................................................................. 9

Figura 5 - Varal na chuva ............................................................................................................ 9

Figura 6 - Crochê ....................................................................................................................... 10

Figura 7 - Vitral ......................................................................................................................... 10

Figura 8 - All joins...................................................................................................................... 11

Figura 9 - Duplo arco-íris .......................................................................................................... 11

Figura 10 - Harmonia ................................................................................................................ 12

Figura 11 - Cores: ausência e presença .................................................................................... 12

Figura 12 - Matizes de cores ..................................................................................................... 13

Figura 13 - Tree ......................................................................................................................... 14

Figura 14 - Jasmim-manga ........................................................................................................ 15

Figura 15 - Bosque Marília, SP .................................................................................................. 15

Figura 16 - Felino ...................................................................................................................... 16


3

Sumário

1 A Sintaxe da Imagem ........................................................................................................... 4

1.1 O ponto ........................................................................................................................ 8

1.2 A linha .......................................................................................................................... 9

1.3 A forma ...................................................................................................................... 10

1.4 Direção ....................................................................................................................... 11

1.5 Tom ............................................................................................................................ 12

1.6 Cor .............................................................................................................................. 12

1.7 Textura ....................................................................................................................... 13

1.8 Escala.......................................................................................................................... 14

1.9 Dimensão ................................................................................................................... 15

1.10 Movimento ................................................................................................................ 15


4

1 A Sintaxe da Imagem

A tendência de relacionar a estrutura verbal e a visual é perfeitamente compreensível.


Os dados visuais têm três níveis distintos e individuais: o input visual, que consiste de miríades
de sistemas de símbolos; o material visual representacional, que identificamos no meio
ambiente e podemos reproduzir através do desenho, da pintura, da escultura e do cinema; e
a estrutura abstrata, a forma de tudo aquilo que vemos, seja natural ou resultado de uma
composição para efeitos intencionais. (DONDIS, 1997).

O nível representacional da inteligência visual é fortemente governado pela


experiência direta que ultrapassa a percepção. Aprendemos coisas das quais não podemos ter
experiência direta através dos meios visuais, de demonstrações e de exemplos em forma de
modelo. Ainda que uma descrição verbal possa ser uma explicação extremamente eficaz, o
caráter dos meios visuais é muito diferente do da linguagem, sobretudo no que diz respeito
a sua natureza direta. Não se faz necessária a intervenção de nenhum sistema de códigos para
facilitar a compreensão, e de nenhuma decodificação que retarde oentendimento. (DONDIS,
1997).

O nível abstrato é outra maneira de analisar esse sistema dúplice de visão é


reconhecer que tudo o que vemos e criamos compõe-se dos elementos visuais básicos que
representam a força visual estrutural, de enorme importância para o significado e poderosa
no que diz respeito à resposta. É uma parte inextricável de tudo aquilo que vemos, seja qual
for sua natureza, realista ou abstrata. (DONDIS, 1997).

Esta última acumula dentre todos os estímulos visuais e em todos os níveis da


inteligência visual, o significado pode encontrar-se não apenas nos dados representacionais,
na informação ambiental e nos símbolos, inclusive a linguagem, mas também nas forças
compositivas que existem ou coexistem com a expressão fatual e visual.

Muitos são os autores que reproduzem os princípios teóricos baseados na pintura


abstrata e na psicologia de Gestalt. A Linguagem da Visão, de Gyorgy Kepes (1944), Arte e
Percepção Visual, de Rudolph Arnheim (1954) e Sintaxe da Comunicação Visual, de Donis A.
Dondis (1973)19, os quais contêm e reproduzem todos os temas recorrentes das teorias
modernistas da comunicação visual e do design. Estes autores, assim como muitos outros,
5

compartilham os mesmos ideais de que o design é em sua essência uma atividade formal e
abstrata.

E o texto é secundário, como um elemento adicional, acrescentado e integrado na


estrutura formal depois desta se encontrar estabelecida. Nestes domínios teóricos, a
percepção refere-se à experiência individual e subjetiva enquadradas por um corpo e por um
cérebro. Em concepção, as teorias estéticas baseadas na percepção favorecem o fator
sensorial, negligenciando o intelecto, sobrepondo a visão à leitura, a universalidade às
diferenças culturais, o instantâneo à mediação.

Segundo Arnheim (2002) o artista usa características da sintaxe visual para aprender
algo universalmente significativo no particular. Como “[...] acontece com frequência vermos
e sentirmos certas qualidades numa obra de arte sem poder expressa-las com palavras.”
(ARNHEIM, 2002, p. i2). A razão deste incômodo não se encontra no fato do uso da linguagem,
mas no fato de não conseguir fundir certas qualidades percebidas em categorias adequadas.

A análise perceptiva é sutil e podem ir muito além, as artes tradicionais acumulam


características individuais, bem como alguns aspectos diferenciados em manifestações.
“Longe de ser um registro mecânico de elementos sensórios, a visão prova ser uma
apreensão verdadeiramente criadora da realidade – imaginativa, inventiva, perspicaz e
bela.” (ARNHEIM, 2002, p. i5, grifo nosso).

Assim, toda percepção é pensamento, raciocínio, intuição, observação e invenção. Ou


seja, a visão, uma função orgânica que implica em determinar o lugar em um todo: localização
no espaço, posição, tamanho, claridade ou distância. A visualização de algo é uma tarefa
dinâmica, não á apenas um arranjo de objetos, cores, formas, movimentos e tamanhos. Estas
tensões são inerentes a qualquer percepção, uma vez que possuem “forças psicológicas”.

Intuitivamente, a percepção busca o equilíbrio espacial do objeto visualizado. Como se


pode demonstrar pela figura abaixo (Figura 1):
6

Figura 1 - Equilíbrio espacial do objeto

Fonte: DONDIS, 1997, p. 26.

No primeiro quadro, vê-se o círculo centralizado, há uma percepção do equilíbrio. Já


no segundo o círculo não está centralizado, há percepção do equilíbrio se desfaz. Conclui-se
então que “[...] as explorações informais mostram que o disco sofre influência não apenas das
bordas e do centro do quadrado, mas também da estrutura em cruz formada pelos eixos
vertical, horizontal e pelas diagonais.” (ARNHEIM, 2002, p. 5). Como demostra a Figura 2.

Figura 2 - Esqueleto estrutural

Fonte: ARNHEIM, 2002, p. 6.

O centro é o lugar exato de atração e repulsão, se estabelece através do cruzamento


destas quatro principais linhas estruturais. Outros pontos das linhas são menos fortes do que
o centro, mas exercem atração da mesma forma.

Onde quer que o disco se localize, será afetado pelas forças de todos os fatores
estruturais ocultos. A força e distância relativas destes fatores determinarão seu efeito na
configuração total. No centro todas as forças seequilibram e por isso a posição central conduz
ao repouso. Outra posição comparativamente estável pode ser encontrada, por exemplo,
movendo-se o disco ao longo da diagonal. O ponto de equilíbrio parece localizar-se pouco
mais próximo do ângulo do quadrado do que do centro, o que pode significar que o centro é
7

mais forte do que o ângulo e que esta preponderância deve ser compensada por maior
distância como se ângulo e centro fossem dois imãs de atrações diferentes. Em geral, qualquer
localização que coincida com um aspecto do esqueleto estrutural introduz um elemento de
estabilidade, o qual, naturalmente, pode ser contrabalançado por outros fatores. (ARNHEIM,
2002, p. 6).

Assim, acredita que a ver é a percepção da ação. A percepção é realmente um


campo contínuo de forças. É uma paisagem dinâmica, onde as linhas inclinam em ambas as
direções. Estas inclinações são centros de forças atrativas e repulsivas cuja influência se
estende aos arredores, dentro e fora dos limites da figura. Nenhum ponto da figura está livre
desta influência. Existem pontos "estáveis", mas sua estabilidade não significa ausência de
forças ativas. O "centro morto" não está morto, ou seja, não há nenhum impulso para
qualquer direção, se faz sentir quando atrações em todas as direções se equilibram. Para o
olho sensível o equilíbrio de tais pontos é animado de tensão. (ARNHEIM, 2002, p. 8).

Portanto, toda a experiência visual, em qualquer nível e de qualquer maneira em que


ela se dê, é composta por os elementos básicos,

[...] a fonte compositiva de todo tipo de materiais e mensagens visuais, além de


objetos e experiências: o ponto, a unidade visual mínima, o indicador e marcador
de espaço; a linha, o articulador fluido e incansável da forma, seja na soltura
vacilante do esboço seja na rigidez de um projeto técnico; a forma, as formas
básicas, o círculo, o quadrado, o triângulo e todas as suas infinitas variações,
combinações, permutações de planos e dimensões; a direção, o impulso de
movimento que incorpora e reflete o caráter das formas básicas, circulares,
diagonais, perpendiculares; o tom, a presença ou a ausência de luz, através da qual
enxergamos; a cor, a contraparte do tom com o acréscimo do componente
cromático, o elemento visual mais expressivo e emocional; a textura, óptica ou
tátil, o caráter de superfície dos materiais visuais; a escala ou proporção, a medida
e o tamanho relativos; a dimensão e o movimento, ambos implícitos e expressos
com a mesma frequência. (DONDIS, 1997, p. 23, grifo nosso).

São esses os elementos visuais e a partir deles possuímos a matéria-prima para todos
os níveis de inteligência visual. Sendo a partir deles que se planejam e expressam todas as
variedades de manifestações visuais, objetos, espaços e conhecimentos. Assim, cria-se a
necessidade da construção de um conhecimento mais aprofundado sobre a estrutura básica
de uma linguagem visual, para que nos próximos capítulos, algumas questões sejam mais bem
esclarecidas.
8

1.1 O ponto

É a unidade de comunicação visual mais simples e irredutivelmente mínima. Na


natureza, a profundidade é a formulação mais comum, sendo que em estado natural, a reta
ou o quadrado constituem uma raridade. “Quando qualquer material líquido é vertido sobre
uma superfície, assume uma forma arredondada, mesmo que esta não simule um ponto
perfeito.” (DONDIS, 1997, p. 49). Perceba nos exemplos nas Figuras 3 e 4:

Figura 3 - Lua

Fonte: Autora, 2006.

Como vemos, há um direcionamento no olhar. A Lua, distante do olhar transforma-se


em ponto dentro de uma superfície neutra. Já quando vistos, os pontos se ligam, sendo,
portanto, capazes de dirigir o olhar (Figura 4).
9

Figura 4 - Star Trails behind the Double Arch

Fonte: Dr. RawheaD, 2007.

1.2 A linha

Quando os pontos estão tão próximos entre si que se torna impossível identificá-los
individualmente, aumenta a sensação de direção, e a cadeia de pontos se transforma em
outro elemento visual distintivo: a linha. Veja a Figura 5.

Figura 5 - Varal na chuva

Fonte: Autora, 2011.

Também se define a linha como um ponto em movimento, pois, quando fazemos


uma marca contínua, o procedimento se resume em marcar os pontos sobre uma superfície
e movê-lo segundo uma determinada trajetória, de tal forma que as marcas assim formadas
10

se convertam em registro. As linhas podem ser curvas, formar desenhos e formas. (DONDIS,
1997).

1.3 A forma

A linha descreve uma forma. Na linguagem das artes visuais, a linha articula a
complexidade da forma. Existem três formas básicas: o quadrado, o círculo e o triângulo
equilátero. Todas as formas básicas são figuras planas e simples, fundamentais, que podem
ser facilmente descritas e construídas, tanto visual quanto verbalmente. A partir de
combinações e variações infinitas dessas três formas básicas, derivamos todas as formas
físicas da natureza e da imaginação humana. (DONDIS, 1997). Observe as figuras 6, 7 e 8.

Figura 6 - Crochê

Fonte: Autora, 2011.

Figura 7 - Vitral

Fonte: Autora, 2007


11

Figura 8 - All joins

Fonte: Autora, 2011

O quadrado é uma figura de quatro lados, com ângulos retos (90°) rigorosamente
iguais nos cantos e lados que têm exatamente o mesmo comprimento. O círculo é uma
figura continuamente curva, cujo contorno é, em todos os pontos, equidistante de seu ponto
central. Já o triângulo equilátero é uma figura de três lados cujos ângulos e lados são todos
iguais.

1.4 Direção

Todas as formas básicas expressam três direções visuais básicas e significativas: o


quadrado, a horizontal e a vertical; o triângulo, a diagonal; o círculo, a curva. Cada uma das
direções visuais tem um forte significado associativo e é um valioso instrumento para a criação
de mensagens visuais. (DONDIS, 1997). A direção pode ser observada na Figura 9, com a
representação de uma curva.

Figura 9 - Duplo arco-íris

Fonte: Autora, 2007.


12

1.5 Tom

A tonalidade está ligada com luz. As margens com que se usa a linha para representar
um esboço rápido ou um minucioso projeto mecânico aparecem, na maior parte dos casos,
em forma de justaposição de tons, ou seja, de intensidade da obscuridade ou claridade de
qualquer coisa vista.

A visão por sigmas nervosos faz sua função pela presença ou à ausência relativa de luz,
mas a luz não se irradia com uniformidade no meio ambiente, seja ela emitida pelo Sol, pela
Lua ou por alguma fonte artificial. As variações de luz ou de tom são os meios pelos quais
distinguimos oticamente a complexidade da informação visual do ambiente. (DONDIS, 1997).
Veja a Figura 10.

Figura 10 - Harmonia

Fonte: Autora, 2006.

1.6 Cor

A cor está impregnada na informação. A cor é uma fonte de valor inestimável para os
comunicadores e além de atribuir significados simbólicos para as cores.

Figura 11 - Cores: ausência e presença

Fonte: Autora, 2011.


13

A cor possui três dimensões que podem ser definidas e medidas. Matiz ou croma é a
cor em si e existe em número superior a cem. Cada matiz tem características individuais ou os
grupos ou categorias de cores compartilham efeitos comuns. Existem três matizes primários
ou elementares: amarelo, vermelho e azul. (DONDIS, 1997). Veja a Figura 12.

Cada um representa qualidades fundamentais: o amarelo é a cor mais próxima da luz


e do calor; o vermelho é a mais ativa e emocional; o azul é passivo e suave. O amarelo e o
vermelho tendem a expandir-se; o azul, a contrair-se. Quando são associadas através de
misturas, novos significados são obtidos. (DONDIS, 1997).

Figura 12 - Matizes de cores

Fonte: DONIS, 1997, p. 67.

Na Figura 12, as cores primárias (amarelo, vermelho e azul) e as cores secundárias


(laranja, verde e violeta) aparecem invariavelmente. Também são comuns que nele se incluam
as misturas adicionais de pelo menos doze matizes, ou seja, das três principais cores é possível
obter múltiplas variações de matizes. (DONDIS, 1997).

1.7 Textura

A textura é o elemento visual que se compara ao tato. Podemos apreciar e reconhecer


a textura tanto através do tato quanto da visão, ou ainda mediante uma combinação de
ambos. É possível que uma textura não apresente qualidades táteis, mas apenas óticas, como
no caso das linhas de uma página impressa, dos padrões de um determinado tecido ou dos
traços superpostos de um esboço.
14

Onde há uma textura real, as qualidades táteis e óticas coexistem não como tom e cor,
que são unificados em um valor comparável e uniforme, mas de uma forma única e específica,
que permite à mão e ao olho uma sensação individual, ainda que projetemos sobre ambos um
significado associativo. (DONDIS, 1997). Veja a Figura 13.

Figura 13 - Tree

Fonte: Autora, 2011

1.8 Escala

Todos os elementos visuais são capazes de modificar e definir uns aos outros. O
processo constitui, em si, o elemento daquilo que chamamos de escala. A cor é brilhante ou
apagada, dependendo da justaposição, assim como os valores tonais relativos passam por
enormes modificações visuais, dependendo do tom que lhes esteja ao lado ou atrás. (DONDIS,
1997). Veja a Figura 14.
15

Figura 14 - Jasmim-manga

Fonte: Autora, 2010.

1.9 Dimensão

A dimensão existe no mundo real. A perspectiva tem fórmulas exatas, com regras
múltiplas e complexas. Recorre à linha para criar efeitos, mas sua intenção final é produzir
uma sensação de realidade. Há algumas regras e métodos bastante fáceis de demonstrar. Só
há um ponto de fuga no qual um plano desaparece. (DONDIS, 1997). Veja a Figura 15.

Figura 15 - Bosque Marília, SP

Fonte: Autora, 2010

1.10 Movimento

Como no caso da dimensão, o elemento visual do movimento se encontra mais


frequentemente implícito do que explícito no modo visual. Contudo, o movimento talvez
seja uma das forças visuais dominantes da experiência humana. (DONDIS, 1997). Veja a
Figura 16.
16

Figura 16 - Felino

Fonte: Autora, 2010

Até aqui, vemos que por meio do desenvolvimento das novas tecnologias, a produção
de imagens digitais se situa em um intenso crescimento. Quem nunca tirou capturou uma
imagem pelo celular? Ou pela câmera? Há diversos dispositivos no mercado que, quando
utilizados, armazenam e reproduzem nossas imagens. Todas essas expressões imagéticas
necessitam de uma recuperação eficiente, caso contrário, se viverá em uma desordem digital
(ou informacional).

Não obstante, as formas de representação para este tipo de recurso têm soluções
estratégicas e metodológicas para o tratamento informacional, até mesmo com novas
funcionalidades para os usuários comuns do sistema, como a atribuição de representações
responsáveis pela recuperação da informação: as tags.

No mesmo sentido, as propriedades visuais poderiam identificar e compor formas de


recuperação e de representação destas imagens. Desta forma, esse capítulo subsidia os dois
próximos capítulos nas discussões e análises teórico/práticas sobre representação (os
metadados) e Recuperação da Imagem Baseada em Conteúdo (CBIR) que paralelamente se
relacionam com a Ciência da Informação e com a Ciência da Computação.

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