Pop Asf
Pop Asf
I. Introdução........................................................................................................08
II. Horário de trabalho..........................................................................................11
III. Normas e rotinas gerais...................................................................................12
IV. Manutenção e organização das salas em geral................................................14
V. Normas e rotinas para sala de acolhimento......................................................16
Atendimento de urgência e emergência...........................................................18
VI. Normas e rotinas para a sala de mapa, holter e eletrocardiograma..................20
VII. Normas e rotinas para sala de teste ergométrico.............................................24
1. Rotina para o teste ergométrico.......................................................................25
1. Checagens e testes........................................................................................60
2. Preparo de materiais e esterilização..............................................................61
57. Biossegurança...............................................................................................309
58. Inalação.........................................................................................................314
59. Oxigenoterapia com cateter nasal..................................................................317
60. Oxigenioterapia por máscara facial simples...................................................320
61. Conferência dos equipamentos de emergência.............................................323
62. Conferência do carro e emergência...............................................................327
63. Descarte de resíduos na unidade...................................................................333
64. Prevenção de quedas....................................................................................339
65. Aspiração de Vias Aéreas..............................................................................350
66. Sondagem nasoenteral..................................................................................356
67. Sondagem nasogástrica................................................................................362
68. Evasão...........................................................................................................368
INTRODUÇÃO
HORÁRIO DE TRABALHO
ENFERMEIRO RT 40 HORAS
ENFERMEIRO
AUXILIAR DE ENFERMAGEM
Finalidade:
Rotinas:
OBSERVAÇÕES:
Finalidade:
Realizar os exames diagnósticos de Mapa, Holter e ECG conforme solicitação médica.
Rotinas:
16. Após instalação dos aparelhos, deixar na pasta as solicitações dos pacientes que
irão retirar o aparelho no dia seguinte;
17. Repor material se necessário nos dias já informados;
18. Realizar eletrocardiograma de segunda a sexta a partir das 08:00 conforme
agenda;
19. Os impressos para solicitações dos exames deverão ser alocados em caixa
arquivo devidamente identificadas com o nome da sala e período após 90 dias,
deverão ser encaminhados para a gerência/administração, para o devido
armazenamento/arquivo.
20. Equipe de Enfermagem - Limpeza concorrente diária - Higienização diária e
sempre que necessário, de bancadas e superfícies com água e sabão e
desinfecção com álcool a 70%;
21. Serviço de Higiene – Limpeza terminal – Deverá ser feita semanalmente pela
equipe da empresa contratada.
Observação:
Finalidade:
Observações:
1. Ligar o ar condicionado;
2. Realizar o checklist de sala no início de cada plantão (anexo 1);
3. Realizar limpeza concorrente no início de cada plantão;
4. Preparar a sala separando o material que irá utilizar;
5. Conferir requisição médica;
6. Apresentar-se pelo nome e função para o paciente ou acompanhante, explicar o
procedimento e colocar-se à disposição;
7. Solicitar que o paciente retire e entregue ao acompanhante os objetos metálicos
e/ou eletrônicos ou guarde próximo ao seu corpo ou local apropriado;
8. Higienizar as mãos e calçar luvas de procedimento;
9. Solicitar ao paciente para abrir ou retirar as roupas da parte superior, expondo a
região torácica;
10. Preservar a privacidade do paciente, usando o biombo se necessário;
11. Realizar tricotomia, se necessário. Se realizar, retirar as luvas, higienizar as mãos
e calçar outro par de luvas de procedimento;
12. Higienizar a região torácica com gaze e álcool a 70%;
Observações:
Finalidade:
1.6. Se o exame for ecocardiograma, orientar o paciente para abrir ou retirar as roupas
da parte superior, expondo a região torácica, e peça que suba no divã utilizando a
escada de dois degraus. Se o exame for ultrassonografia, orientar e posicionar
confortavelmente o paciente de acordo com a área corpórea examinada. Se
necessário solicitar ao paciente para subir no divã utilizando a escada de dois degraus.
Se necessário, auxiliá-lo;
1.9. Ao término do exame ofertar papel toalha para o paciente retirar o excesso de gel
utilizado durante a ultrassonografia, se necessário, auxiliá-lo;
1.14. Ao final do plantão, entregar a agenda do dia para o enfermeiro responsável pelo
plantão.
2.4. Solicitar que o paciente retire e guarde os objetos metálicos e/ou eletrônicos
próximos ao corpo e guarde em local apropriado;
2.7. Solicitar a paciente para subir no divã utilizando a escada de dois degraus. Se
necessário, auxiliá-la;
2.21. Ao final do plantão, entregar a agenda do dia para o enfermeiro responsável pelo
plantão.
3.7. Solicitar a paciente para subir no divã utilizando a escada de dois degraus. Se
necessário, auxiliá-la;
3.8. Posicioná-la em decúbito dorsal com os braços para cima e as mãos na parte
superior da cabeça;
3.19. Ao final do plantão, entregar a agenda do dia para a enfermeira responsável pelo
plantão.
Observações:
Finalidade:
1. Admissão do paciente:
1.6. Higienizar as mãos e aferir pressão arterial e frequência cardíaca e anotar na ficha
própria. No caso de paciente diabético e insulino dependente, realizar glicemia capilar.
Se valores alterados, comunicar ao médico para analisar a possibilidade de realização
do exame ou seu cancelamento;
1.7. Solicitar que o paciente retire objetos metálicos, eletrônicos, prótese dentária e
outros pertences, e que sejam recebidos e conferidos pelo acompanhante;
2.4. Solicitar ao paciente para subir no divã utilizando a escada de dois degraus. Se
necessário, auxiliá-lo. Posicionar o paciente em decúbito lateral esquerdo;
Finalidade:
Realizar os exames diagnósticos de colposcopia conforme solicitação médica.
Rotinas:
17. Identificar os frascos de biópsia com o jogo de etiqueta disponível pelo laboratório
(uma etiqueta em cada frasco que foi coletado material, uma etiqueta na requisição
médica do exame e uma etiqueta no livro controle da unidade);
18. Preparar a sala para o próximo exame;
19. Ao final do plantão, encaminhar material para anatomopatológico conforme regras
institucionais;
20. Ao final do plantão, entregar a agenda do dia para o enfermeiro responsável pelo
plantão;
21. Arquivar a requisição médica do exame;
22. Ao final do procedimento realizar anotação no livro de controle de procedimentos
realizados;
23. Qualquer alteração deverá ser reportada a enfermeira do plantão;
24. Após a realização de exames realizar a limpeza terminal de enfermagem. Caso a
sala não for utilizada na semana, proceder à limpeza terminal as sextas;
25. Semanalmente a auxiliar ou técnico de enfermagem devem solicitar insumos e
materiais de acordo com protocolo institucional, verificar a data de validade e trocar
os frascos de álcool, identificando com a data de abertura e validade (07 dias);
26. Semanalmente o auxiliar ou técnico de enfermagem arquivam as requisições de
exames dentro da caixa arquivo;
27. Realizar colposcopia as terças feiras a partir das 07:00 conforme agenda;
28. Os impressos para solicitações dos exames deverão ser alocados em caixa
arquivo devidamente identificadas com o nome da sala e período após 90 dias,
deverão ser encaminhados para a gerência/administração, para o devido
armazenamento/arquivo.
29. Equipe de Enfermagem - Limpeza concorrente diária - Higienização diária e
sempre que necessário, de bancadas e superfícies com água e sabão e
desinfecção com álcool a 70%;
30. Serviço de Higiene – Limpeza terminal – Deverá ser feita semanalmente pela
equipe da empresa contratada.
Observação:
Finalidade:
Rotinas:
Observações:
Finalidade:
Rotinas:
Observações
Finalidade:
Realizar coleta dos exames laboratoriais para análise conforme solicitação médica.
Rotinas:
11. Identificar os frascos com o jogo de etiqueta disponível pelo laboratório (uma
etiqueta em cada frasco que foi coletado material, uma etiqueta na requisição médica
do exame e uma etiqueta no livro controle da unidade);
12. Entregar ao paciente o protocolo do exame e orientar a retirar o resultado no
mesmo local em 30 dias;
14. O enfermeiro deverá inserir todos os pacientes que realizaram coleta no sistema
GAL;
Observações:
1. As amostras de sangue são coletadas nas segundas feiras a partir das 07h00 e são
agendados 20 pacientes;
2. Qualquer alteração ou intercorrência comunicar imediatamente o enfermeiro de
plantão ou RT.
Finalidade:
Realizar o procedimento de implantação do DIU pelo Ginecologista auxiliado pela
enfermagem.
Rotinas:
3. Preparar a sala separando o material que irá utilizar, de acordo com a agenda do
dia;
4. Verificar a quantidade dos materiais descartáveis e medicações, e se necessário,
providenciar mais unidades;
5. Dispor materiais e medicações em mesa auxiliar;
6. Apresentar-se pelo nome e função para a paciente ou acompanhante, explicar o
procedimento e colocar-se à disposição;
7. Higienizar as mãos e calçar as luvas de procedimento;
8. Solicitar a paciente para retirar as roupas da parte inferior, expondo a região
genital;
9. Preservar a privacidade da paciente, usando o biombo se necessário;
10. Solicitar a paciente para subir no divã utilizando a escada de dois degraus. Se
necessário, auxiliá-la;
11. Posicioná-la em decúbito dorsal e acomodar as pernas da paciente nas perneiras;
12. Manter-se ao lado do paciente ou em local estratégico para auxiliar em eventuais
intercorrências durante o exame;
13. Após o procedimento, auxiliar a paciente a descer da maca;
14. Ao final do plantão, entregar a agenda do dia para o enfermeiro responsável pelo
plantão, repor impressos, imprimir a agenda do dia seguinte para confirmar a
presença das pacientes;
19. Caso a sala não for utilizada na semana, proceder a limpeza terminal as sextas;
20. Equipe de Enfermagem - Limpeza concorrente diária - Higienização diária e
sempre que necessário, de bancadas e superfícies com água e sabão e
desinfecção com álcool a 70%;
21. Serviço de Higiene – Limpeza terminal - Utilizar técnica estabelecida pela
empresa contratada, sendo que a periodicidade deverá ser – semanal.
Observações:
HOSPITALAR
Finalidade:
Rotinas:
Observações:
Finalidade:
Rotinas:
Observações:
ESTERILIZAÇÃO
Finalidade:
Rotinas:
1. Checagens e testes:
1.9. Realizar o teste de Bowie Dick, após arquivar em pasta específica. Caso haja
alguma alteração no teste comunicar imediatamente o enfermeiro.
2.5. Montar as caixas cirúrgicas e kits de acordo com o tipo e número de instrumentais
e peças. Atentar para colocar 01 integrador químico dentro de caixa ou no kit. Na
embalagem, colocar aproximadamente 10 cm de fita zebrada nas caixas cirúrgicas e
3 cm nos kits, e colocar etiqueta ou escrever na fita crepe data de esterilização, data
de validade, nome do material, quantidade de instrumentais e peças e nome do
profissional que preparou;
2.6. Montar as LAPs de acordo com o tipo de cirurgia e colocar um integrador químico
dentro. Após embalar, colocar aproximadamente 10 cm de fita zebrada;
Observação:
Finalidade:
Local onde se armazena o material estéril, para posterior distribuição aos diversos
setores da unidade.
Rotinas:
Observação:
PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS
PADRÃO
1. Abreviaturas:
ANVISA Agência nacional de vigilância sanitária
IRAS Infecção relacionada à assistência à saúde
2. Introdução:
Higiene das mãos é um termo geral, que se refere a qualquer ação de higienizar as
mãos para prevenir a transmissão de microrganismos e consequentemente evitar que
pacientes e profissionais de saúde adquiram IRAS.
3. Objetivos:
• Remoção de sujidade, suor, oleosidade, pêlos, células descamativas e microbiota
da pele, interrompendo a transmissão de infecções veiculadas ao contato;
prevenção e redução das infecções causadas pelas transmissões cruzadas.
4. Materiais:
• Sabão liquido;
• Porta papel toalha;
• Papel toalha descartável;
• Pia ou lavatório;
• Lixeira com tampa acionada com pedal.
5. Conteúdo:
Descrição Técnica:
Observação:
• Profissionais com lesões nas mãos ou dermatites, devem evitar o contato direto
com pacientes e a manipulação de instrumentos, aparelhos ou qualquer material
potencialmente contaminado.
6. Bibliografia Consultada:
• SOBECC- Práticas recomendadas – Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e
Centro de Material Esterilizado - 5°Edição Revisada e atualizada;
• BRASIL. Agência Nacional De Vigilância Sanitária – ANVISA. - Assistência
Segura: Uma Reflexão Teórica Aplicada à Prática. Série Segurança do Paciente e
Qualidade em Serviços de Saúde. Brasília, 2013;
• BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Higienização das mãos em
serviços de saúde/ Agência Nacional de Vigilância Sanitária. – Brasília: ANVISA,
2007.52 p. ISBN 978-85-88233-26-3 Vigilância Sanitária. 2;
• BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Segurança do Paciente em
Serviços de Saúde: Higienização das Mãos / Agência Nacional de Vigilância
Sanitária. Brasília: ANVISA, 2009.105p;
• Manual técnico: normatização das Rotinas e Procedimentos de enfermagem nas
Unidades Básicas de Saúde / Secretária da Saúde, Coordenação da Atenção
Básica. - 2ª Edição São Paulo: SMS, 2015.
• Oliveira, Reynaldo Gomes de. Blackbook - Enfermagem. Belo Horizonte: Editora
Blackook 1° Edição, 2016.
1. Abreviaturas:
ANVISA Agência nacional de vigilância sanitária
IRAS Infecção relacionada à assistência à saúde
2. Introdução:
Higiene das mãos é um termo geral, que se refere a qualquer ação de higienizar as
mãos para prevenir a transmissão de microrganismos e consequentemente evitar que
pacientes e profissionais de saúde adquiram IRAS.
3. Objetivos:
• Promover a remoção de microrganismos reduzindo a carga microbiana das mãos
com auxílio de um antisséptico;
• Qualidade do atendimento.
4. Materiais:
• Dispensador de solução alcoólico a 70% em líquido, gel ou espuma de uso
coletivo;
• Sabão liquido;
• Porta papel toalha;
• Papel toalha descartável;
• Pia ou lavatório;
• Lixeira com tampa acionada por pedal.
5. Conteúdo:
Descrição Técnica:
1. Aplicar na palma da Mão quantidade suficiente do produto para cobrir todas as
superfícies das mãos (quantidade recomendada é de acordo com o fabricante);
2. Friccionar as palmas das mãos entre si;
3. Friccionar a palma da mão direita com o dorso da mão esquerda entrelaçando
os dedos e vice e versa;
4. Friccionar a palma das mãos entre si com os dedos entrelaçados;
5. Friccionar o dorso dos dedos de uma mão com a palma da outra mão oposta,
segurando os dedos e vice e versa;
6. Friccionar o polegar esquerdo, com o auxílio da palma da mão direita, utilizando-
se movimento circular e vice e versa;
7. Friccionar as poupas digitais e unhas da mão direita contra a palma da mão
esquerda, fazendo movimento circular e vice e versa;
8. Friccionar os punhos com movimentos circulares;
9. Friccionar até secar naturalmente. Não utilizando o papel toalha.
Observação
• A higienização das mãos com álcool gel pode ser realizada 3 a 5 vezes (quando
não for possível higienizá-las com água e sabão);
• O álcool pode ser em forma liquida, gel, ou em espuma;
• Método que só pode ser utilizado de forma isolada quando a lavagem de mãos
não é obrigatória pelos critérios acima;
• Procedimento de curta duração (20 a 30 segundos).
6. Bibliografia consultada:
• SOBECC- Práticas recomendadas – Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e
Centro de Material Esterilizado - 5°Edição Revisada e atualizada;
Cicero Vicente Alves Esperança Santos de Abreu Dirce Ferreira dos Santos
1. Abreviaturas:
Microbiota Conjunto dos microrganismos que habitam em um ecossistema
2. Introdução:
É realizado para remoção de detritos, eliminação da microbiota transitória e redução
da microbiota residente das mãos. Recomenda-se o uso de escovas apropriadas
devendo ser descartáveis e com cerdas macias.
3. Objetivos:
• Eliminar a microbiota transitória da pele e reduzir a microbiota residente, além de
proporcionar efeito residual na pele do profissional. A antissepsia cirúrgica ou
preparo pré-operatório das mãos deve durar de três a cinco minutos para a
primeira cirurgia e de dois a três minutos para as cirurgias subsequentes.
4. Materiais:
• Lavatórios ou pias com torneiras ou comandos que dispensem o contato das mãos;
• Escova descartável impregnada com Clorexidine Degermante 2%;
• Campo de mão ou compressa estéril;
• Hamper com saco coletor.
5. Conteúdo:
Responsável: Médico, enfermeiro, técnico e auxiliar de enfermagem e
instrumentador cirúrgico.
Descrição Técnica:
1. Retirar os adornos (anéis, alianças, pulseiras, relógios e outros);
2. Abrir ou acionar a torneira e molhar as mãos, antebraços e cotovelos,
executando os seguintes passos;
3. Pressionar a parte impregnada com clorexidine degermante 2% da esponja
contra a pele e espalhar por todas as partes das mãos, antebraços e cotovelos;
4. Limpar sob as unhas com as cerdas da escova;
5. Friccionar as mãos, observando os espaços interdigitais e braço por 3 a 5
minutos (1ªcirurgia) e por 2 a 3 minutos (a partir da 2ª cirurgia), mantendo as
mãos acima dos cotovelos;
6. Enxaguar as mãos em água corrente, no sentido das mãos para os cotovelos,
retirando todo o resíduo do produto;
7. Fechar a torneira com o cotovelo, joelho ou pés se a torneira não possuir foto
sensor;
8. Enxugar as mãos com o campo de mão ou compressa estéril, com movimentos
compressivos, iniciando pelas mãos e seguindo pelos antebraços e cotovelos,
atentando para utilizar as diferentes dobras do campo ou compressa para
regiões distintas;
9. Desprezar o campo de mão ou compressa no saco coletor de Hamper;
Observação:
• Durante a escovação, as mãos devem ficar mais elevadas que os cotovelos para
que a água escorra em direção aos cotovelos antes de cair na pia.
6. Bibliografia Consultada:
• BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Higienização das mãos em
serviços de saúde/ Agência Nacional de Vigilância Sanitária. – Brasília: ANVISA,
2007.52 p. ISBN 978-85-88233-26-3 Vigilância Sanitária;
• BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Segurança do Paciente em
Serviços de Saúde: Higienização das Mãos. Agência Nacional de Vigilância
Sanitária. Brasília: ANVISA, 2009.105p;
• Manual técnico: procedimento e legislação para risco biológico – Biossegurança
na saúde nas SECRETÁRIA MUNICIPAL DE SAÚDE. Unidades Básicas de
Saúde/ Secretaria da Saúde, Coordenação da Atenção Básica. 2. ed. - São Paulo:
SMS, 2015. Atualizado em 2016;
• Oliveira, Reynaldo Gomes de. Blackbook - Enfermagem. Belo Horizonte: Editora
Blackook 1° Edição, 2016.
Cicero Vicente Alves Esperança Santos de Abreu Dirce Ferreira dos Santos
1. Abreviaturas:
2. Introdução:
É uma solução para desinfecção química de alto nível, de ação rápida de artigos
médico-hospitalares semi-críticos (aqueles que entram em contato com pele não
íntegra ou com mucosas), por meio de imersão.
3. Objetivos:
• Proceder à desinfecção de materiais de saúde prevenindo infecções.
4. EPIs:
• Avental impermeável longo de mangas compridas;
• Luvas grossas de borracha de cano longo;
• Luvas de procedimentos;
• Máscara;
• Óculo protetor;
• Gorro;
• Sapatos fechados impermeáveis.
5. Materiais:
• Recipiente grande de plástico transparente com tampa de uso exclusivo para essa
solução química;
• Falso tecido descartável;
• Solução de ácido peracético 0,2%;
• Fita reagente para controle da solução;
• Fita adesiva para identificação dos recipientes plásticos;
• Caderno de controle do registro da fita reagente.
6. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro, técnicos e auxiliares de enfermagem
Descrição Técnica:
Expurgo: Descontaminação prévia/ Limpeza
1. Higienizar as mãos com sabão liquido;
2. Vestir os EPI’s;
3. Forrar a bancada com falso tecido descartável;
4. Abrir o frasco do produto e adicionar o sachê inibidor de corrosão, homogeneizar
até que desapareçam todos os grumos, transferir a solução para o recipiente
plástico transparente com tampa em quantidade suficiente para cobrir todo
material a ser desinfetado;
5. O tempo de imersão dos artigos é de 3 a 5 minutos ou de acordo com a
orientação do fabricante;
6. Identificar o recipiente com fita adesiva com nome do produto, data do preparo,
validade do produto ativo (conforme orientação do fabricante), nome do
profissional (carimbo e assinatura) de quem fez o procedimento;
7. Monitorar e validar sua concentração, diariamente, por meio da fita teste
específica, conforme orientações do fabricante;
8. Imergir a fita teste na solução de ácido peracético, aguardar 30 segundos e após
fazer a validação com a legenda contida no frasco e anotar no caderno de
controle;
6. Bibliografia Consultada:
• Graciano, Kazuko Uchikawa; Psaltikidis, Arlete; Costa, Vera Regina de Paiva.
Central de material, limpeza, desinfecção e esterilização;
• APECIH. Associação Paulista de Epidemiologia e controle de Infecção relacionada
a assistência à saúde. Limpeza, desinfecção e esterilização de artigos, 2ª edição,
2010;
• Manual de Normas, Rotinas e Procedimentos de enfermagem. Secretaria da
Saúde, Coordenação de Atenção Básica. 2ª edição, São Paulo, SMS, 2015.
Cicero Vicente Alves Esperança Santos de Abreu Dirce Ferreira dos Santos
1. Abreviaturas:
EPI Equipamento de proteção individual
2. Introdução:
O detergente enzimático é um produto à base de enzimas, não é esterilizante. A
limpeza, desincrustação e remoção de resíduos orgânicos se fazem pela imersão dos
instrumentais e materiais ou utensílios. Atua através da quebra das moléculas,
retirando a sujidade.
3. Objetivos:
• Padronizar os procedimentos de limpeza com o uso de detergente enzimático;
• Facilitar a limpeza dos materiais e instrumentais ou utensílios removendo ou
amolecendo a matéria orgânica de acordo com a orientação do fabricante.
4. EPIs:
• Avental impermeável longo de mangas compridas;
• Luvas grossas de borracha antiderrapante de cano longo;
• Luvas de procedimento;
• Máscara;
• Gorro;
• Óculos protetor;
• Sapatos fechados.
5. Materiais:
• Recipiente exclusivo, grande de plástico preferencialmente transparente com
tampa;
• Papel toalha;
• Falso tecido descartável;
• Fita adesiva para identificação dos recipientes plásticos;
• Detergente enzimático;
• Escova de acordo com o tipo de material.
6. Conteúdo:
Responsável Enfermeiro, técnicos e auxiliares de enfermagem
Descrição Técnica:
1. Higienizar as mãos;
2. Identificar o recipiente com fita adesiva com o nome do produto, data de
validade, horário, nome e assinatura legível do profissional que fez o
procedimento e carimbo;
3. Utilizar os EPI;
4. Colocar o detergente enzimático em recipiente de plástico transparente;
5. Adicionar em ml o detergente enzimático conforme orientação do fabricante para
cada litro de água, o suficiente para cobrir o material a ser limpo;
6. O tempo de imersão varia conforme o fabricante para a remoção integral da
carga orgânica;
7. Após a remoção da matéria orgânica de qualquer artigo com detergente
enzimático, empregar o processo de limpeza mecânica e depois desinfecção ou
esterilização conforme o artigo (se for artigo crítico ou semicrítico).
7. Bibliografia Consultada:
• SOBECC – Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material
Esterilizado – Práticas Recomendadas – 5ª edição – São Paulo, 2009;
• Associação Paulista De Epidemiologia E Controle De Infecção Hospitalar
(APECIH). Limpeza, desinfecção e esterilização de artigos em Serviços de Saúde,
1ª ed. São Paulo 2010;
• BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Norma Regulamentadora – NR 6.
Equipamento de Proteção Individual – EPI. Brasília, 1983. Acesso: agosto/2010.
Disponível no endereço:
[Link] Acesso em
13/12/2018;
• Graciano, Kazuko Uchikawa; Psaltikidis, Arlete; Costa, Vera Regina de Paiva.
Central de material, limpeza, desinfecção e esterilização.
Cicero Vicente Alves Esperança Santos de Abreu Dirce Ferreira dos Santos
1. Abreviaturas:
POP Protocolo operacional padrão
2. Introdução:
O hipoclorito de sódio a 1% é um desinfetante para serviços de saúde à base de cloro.
Possui ação bactericida, atuando como elemento oxidativo em cadeias proteicas de
microrganismos.
3. Objetivos:
• É indicado para desinfecção de artigos não críticos como: plásticos, borracha,
máscara de inalação e chicotes, nebulizadores com traqueias e superfícies fixas
não metálicas.
4. EPIs:
• Avental impermeável longo de mangas compridas;
• Luvas grossas de borracha antiderrapante de cano longo;
• Luvas de procedimento;
• Máscara;
• Óculos protetor;
• Gorro;
• Sapatos fechados impermeáveis.
5. Materiais:
• Recipiente grande de plástico transparente opaco com tampa para a solução de
hipoclorito de sódio a 1%;
• Recipiente grande de plástico transparente com tampa, com água potável para
desimpregnação do hipoclorito de sódio a 1%;
• Falso tecido descartável ou papel absorvente que não solte partículas;
• Fita adesiva para identificação dos recipientes plásticos.
6. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro, técnico e auxiliar de enfermagem.
Descrição Técnica:
1. Higienizar as mãos;
2. Vestir os EPIs;
3. Colocar a solução de hipoclorito de sódio a 1% em recipiente grande de plástico
opaco ou conforme orientação do fabricante;
4. Identificar o recipiente com a fita adesiva com o nome do produto, data da
validade, nome, carimbo e assinatura do profissional que preparou a solução;
5. Não diluir a solução quando for a 1%;
6. Após retirar os materiais do recipiente do hipoclorito de sódio a 1%, imergi-los
em água para desimpregnação do material;
7. A solução de hipoclorito de sódio a 1% deve ser descartada a cada 6 horas;
8. Ler sempre as instruções do fabricante antes do uso de cada solução.
7. Bibliografia Consultada:
• Associação Paulista de Epidemiologia e controle de Infecção relacionada à
assistência à saúde. Limpeza, desinfecção e esterilização de artigos, 2ª edição,
2010;
• Manual de Normas, Rotinas e Procedimentos de enfermagem. Secretaria da
Saúde, Coordenação de Atenção Básica. 2ª edição, São Paulo, SMS, 2015.
Cicero Vicente Esperança Santos Dirce Ferreira dos Erivaldo José dos
Alves de Abreu Santos Santos
1. Abreviaturas:
2. Introdução:
O Glutaraldeído (Steranios®) é um desinfetante de alto nível de equipamentos
endoscópicos. Possui uma ação bactericida por desnaturação das proteínas e
alquilação dos ácidos nucléicos, fungicida, micobactericida e virucida em 10 minutos.
3. Objetivos:
• Proceder a desinfecção de endoscópios e colonoscópios.
4. EPIs:
• Avental impermeável longo de mangas compridas;
• Luvas de procedimentos;
• Luvas grossas de borracha de cano longo;
• Máscara;
• Óculo protetor;
• Gorro;
• Sapatos fechados impermeáveis.
Hospital Dia Rede Hora Certa Capela do Socorro PÁGINA 87 DE 370
Rua Cássio de Campos Nogueira, 2031 – CEP: 04829-310
Jardim das Imbuias - Tel. (11) 5929-5960
São Paulo - SP
MANUAL DE NORMAS, ROTINAS E POPS DE ENFERMAGEM
DO HOSPITAL DIA REDE HORA CERTA CAPELA DO SOCORRO
5. Materiais:
• Galão grande de plástico transparente com tampa rosqueada com a Solução de
Glutaraldeído a 2%;
• Recipiente (container) grande de plástico transparente com tampa;
• Falso tecido descartável ou pano limpo e macio que não solte partículas;
• Fita teste (tiras) de controle da concentração da solução;
• Fita adesiva;
• Caderno de controle do registro da fita reagente.
6. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro, técnicos e auxiliares de enfermagem
Descrição Técnica:
1. Higienizar as mãos;
2. Vestir os EPI’s;
3. Abrir o frasco do produto Glutaraldeído (Steranios 2%), despejar o conteúdo do
galão de 5 litros no recipiente de plástico transparente com tampa (container)
em quantidade suficiente para cobrir todo material a ser desinfetado;
4. Identificar o recipiente com fita adesiva com nome do produto, data do preparo,
validade do produto ativo (conforme orientação do fabricante), nome do
profissional (carimbo e assinatura) de quem fez o procedimento;
5. Lavar, enxaguar e secar todo equipamento que será imerso na solução, para
que não ocorra diluição do produto;
6. O tempo de imersão dos artigos é de 10 minutos ou conforme orientação do
fabricante;
7. Monitorar periodicamente a taxa de concentração de Glutaraldeído reativo em
solução, através do uso de fita reagente (tiras). Nas datas em que ocorrem os
exames de endoscopia e colonoscopia, ao iniciar o plantão, imergir a fita na
solução a ser testada por um segundo, eliminar o excesso de solução secando
rapidamente em papel absorvente, e proceder a leitura após 15 segundos ou de
acordo com o fabricante. A monitorização se dá através do método de imersão
Higiene do container
Descarte
Utilização Técnica:
1. Solução pronto uso, com estabilidade de até 30 dias;
2. Tempo de contato: 10 minutos ou de acordo com o fabricante;
3. Fazer uso de EPI;
4. Utilizar cuba apropriada que não tenha sido utilizada por outros produtos
químicos;
5. Manter o recipiente tampado;
Observações:
1. Não interpretar o resultado da fita teste após 30 segundos, pois pode levar a
erros de leitura. Ler o modo de usar, que pode variar conforme o fabricante;
2. O recipiente grande de plástico transparente com essa solução fica
acondicionado tampado na sala destinada a limpeza e desinfecção de
endoscópios e colonoscópios.
7. Bibliografia Consultada:
• Laboratoires ANIOS – 000382 = Steranios® 2%. BR – Version: 23/06/2015,
[Link]
Acessado em 22/03/2019.
Cicero Vicente Alves Esperança Santos de Abreu Dirce Ferreira dos Santos
1. Abreviaturas:
POP Procedimento operacional padrão
RHC Rede hora certa
EPI Equipamento de proteção individual
SO Sala operatória
CC Centro cirúrgico
2. Introdução:
A limpeza consiste na remoção da sujidade por meios físicos, químicos e/ou
mecânicos, para reduzir a população microbiana no ambiente e promover o bem-estar
dos pacientes.
A Sala Operatória é considerada um ambiente de área crítica:
Áreas Críticas: ambiente nos quais existe risco aumentado de transmissão de
infecção, onde se realizam procedimentos cirúrgicos com presença de fluidos
corpóreos, podendo causar infecção;
Limpeza Concorrente: É realizada diariamente antes do primeiro procedimento do
dia e nos intervalos entre uma cirurgia e outra utilizando álcool a 70%;
Em situações de isolamento de contato ou respiratório, os cuidados começam antes
do início da cirurgia. É aconselhável que a sala tenha o mínimo de material, para evitar
o aumento de área onde os microrganismos possam se depositar durante o ato
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cirúrgico. Depois do paciente ser encaminhado para unidade deverá ser feita a
limpeza terminal;
Limpeza Terminal: Trata-se de um processo de limpeza e desinfecção, tem por
objetivo a redução da sujidade e da população microbiana reduzindo a contaminação
ambiental. Aplica-se a superfícies horizontais e verticais. Deve ser realizada
diariamente após o término do último procedimento cirúrgico. É indicado que se inicie
do local mais limpo para o mais sujo, como teto, paredes, portas e chão. Deve ser
realizada pelo funcionário do serviço de higiene, usando EPIs adequados. A limpeza
de mobiliário, foco e equipamentos como monitores, aparelho de anestesia e mesa
cirúrgica deverá ser por profissionais de enfermagem, usando EPIs. Iniciar a limpeza
da sala de operação após a retirada do material sujo, incluído roupa e lixo.
Para superfícies com secreção, sangue e excreções de rompimento do saco de lixo:
Realizar a retirada das mesmas com papel toalha, colocar hipoclorito de sódio a 1%
no local onde estava a secreção. Aguardar por 10 minutos e proceder a limpeza. Usar
EPIs adequados.
3. Objetivos:
• A principal finalidade é manter a SO limpa, proporcionando segurança e conforto
ao paciente e aos profissionais;
• Zelar pelo bom funcionamento para evitar infecção cruzada.
4. EPIs:
• Luvas de procedimento;
• Avental.
5. Materiais:
• Compressas limpas;
• Almotolia descartável de álcool 70%;
• Sacos de hampers;
• Caixa de perfurocortante.
6. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro, técnico e auxiliar de enfermagem
Descrição Técnica:
1. Reunir material necessário para o procedimento;
2. Calçar as luvas de procedimento;
3. Desligar da tomada todos os equipamentos elétricos;
4. Retirar os materiais sujos utilizados em procedimentos cirúrgicos, instrumentais,
equipamentos e hampers e encaminhá-los para o expurgo e também os
perfurocortantes de responsabilidade da enfermagem;
5. Manusear os materiais perfurocortantes com atenção e desprezá-los em
recipiente próprio, rígido, impermeável lacrado após o uso;
6. Retirar o lixo e limpar o piso (funcionário do serviço de higiene);
7. Realizar a desinfecção com compressas umedecidas com álcool à 70% em todo
mobiliário e equipamentos (mesa cirúrgica, carro de anestesia, foco, mesas
auxiliares e leito do paciente), obedecendo a técnica do mais limpo para o mais
sujo;
8. Realizar a limpeza concorrente sempre antes da primeira cirurgia do dia, e
sempre após o término de cada cirurgia;
9. Certificar-se que não haja resíduos de sangue ou nenhum outro fluido corpóreo;
10. Ao terminar a limpeza proceder a montagem da SO de acordo com o
procedimento cirúrgico subsequente.
7. Bibliografia consultada:
• Limpeza, Desinfecção e Esterilização EM Serviços de Saúde. Associação Paulista
de Epidemiologia e Controle de Infecção relacionada a Saúde (APECIH) São Paulo
2010;
• Associação Paulista de Estudos e Controle de Infecção Hospitalar (APCIH)
Limpeza, desinfecção de artigos e áreas hospitalares e antissepsia. São Paulo, 2ª
edição. Revisada 2004;
Cicero Vicente Alves Esperança Santos de Abreu Dirce Ferreira dos Santos
1. Abreviaturas:
EPI Equipamento de proteção individual
% Porcentagem
ML Mililitro
2. Introdução:
O processo de limpeza consiste na remoção de sujidade visível aderida nas
superfícies, nas fendas, nas serrilhas, nas articulações e nos lumens de instrumentos,
dispositivos e equipamentos, por meio de um processo manual ou mecânico utilizando
sabão líquido e água. A limpeza de artigos tem como finalidade reduzir o número de
microrganismos e remover os resíduos (químicos, proteínas, sangue e endotoxinas)
e outros fragmentos orgânicos que aderem ao lúmen e na superfície externa dos
artigos.
3. Objetivos:
• Padronizar a limpeza de todos os artigos médicos;
• Garantir o manuseio e utilização segura dos insumos para a saúde dos
profissionais e para os pacientes diminuindo o risco de contaminação.
4. EPIs:
• Avental longo impermeável de manga longa;
• Luva grossa de borracha antiderrapante de cano longo;
• Luvas de procedimento;
• Máscara;
• Óculos protetor;
• Gorro;
• Sapatos fechados impermeáveis.
5. Materiais:
• Água
• Sabão líquido;
• Esponjas não abrasiva;
• Escovas com cerdas macias de tamanhos diferentes;
• Baldes;
• Papel toalha;
• Recipiente plástico resistente e opaco com tampa quando for hipoclorito de sódio
a 1%;
• Recipiente plástico resistente e transparente as soluções de detergente enzimático
e ácido peracético;
• Falso tecido descartável ou papel absorvente que não solte partículas;
• Armário fechado para acondicionamento do material utilizado na sala;
• Lixeira com tampa acionado por pedal;
• Detergente enzimático;
• Desinfetante ácido peracético ou hipoclorito de sódio a 1%;
• Álcool a 70% específico para superfícies;
• Papel grau cirúrgico ou crepado;
• Seladora;
• Seringa de 20 ml;
• Saco plástico de lixo branco e preto (20 litros);
• Caixa de perfurocortante.
6. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro, técnico e auxiliar de enfermagem.
Descrição Técnica:
1. Higienizar as mãos;
2. Utilizar os EPIs;
3. Sempre a primeira água para a lavagem do material deve ser fria tanto na
limpeza manual como na automatizada;
4. Os materiais novos devem ser limpos antes do primeiro uso, obedecendo ao
mesmo rigor de limpeza e desinfecção;
5. O material sujo precisa ser coberto durante o transporte para evitar
contaminação do ambiente;
6. Separar artigo por tipo instrumental, material plástico e borracha;
7. Diluir o detergente enzimático de acordo com orientação do fabricante;
8. Desmontar cuidadosamente todos os artigos e proceder à sua imersão em
recipiente plástico transparente com detergente enzimático para evitar
incrustação de matéria orgânica conforme orientação do fabricante;
9. Imergir todo instrumental e outros materiais na solução detergente e injetar essa
solução dentro dos lúmens dos mesmos com seringa de 20ml, mantendo a
solução em contato com os materiais conforme orientação do fabricante;
10. Após o tempo de imersão realizar a limpeza mecânica ou manual por meio de
escovas especificas para cada tipo de material usando detergente enzimático
ou sabão líquido;
11. Estabelecer frequência de limpeza e desinfecção das escovas e trocá-las
quando estiverem em más condições;
12. Enxaguar os artigos com água corrente até que o material esteja totalmente
limpo. Secar com ar comprimido, tecido absorvente que não solte partícula ou
ainda com pistola de ar;
7. Bibliografia Consultada:
• SOBECC – Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material
Esterilizado – Práticas Recomendadas – 5ª edição – São Paulo, 2009;
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1. Abreviaturas:
POP Procedimento operacional padrão
EPI Equipamento de proteção individual
2. Introdução:
O processo de limpeza de materiais consiste em reduzir a carga microbiana, a
remoção de sujidade visível orgânica e inorgânica aderida à superfície dos materiais,
nas fendas, nos lumens, dispositivos e equipamentos, por meio de processo manual
ou mecânico utilizando água e detergente.
Desinfecção é o processo de eliminação de microrganismos presentes em artigos e
superfícies, mediante a aplicação de agentes físicos ou químicos, porém com menor
poder letal que a esterilização, pois não destrói esporos.
3. Objetivos:
• Padronizar a limpeza e desinfecção de todos os materiais respiratórios;
• Garantir o manuseio e utilização segura dos insumos para a saúde dos
profissionais e para pacientes diminuindo o risco de contaminação.
4. EPIs:
• Avental impermeável longo e de mangas compridas;
• Luvas grossas de borracha antiderrapante de cano longo;
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• Luvas de procedimento;
• Máscara;
• Óculos protetor;
• Gorro;
• Sapatos fechados impermeáveis.
5. Materiais:
• Recipiente plástico grande transparente com tampa para o material limpo;
• Recipiente plástico grande transparente com tampa para o detergente enzimático;
• Recipiente plástico transparente com tampa para água potável;
• Recipiente plástico grande transparente com tampa para ácido peracético a 0,2%;
• Recipiente plástico grande transparente opaco com tampa para hipoclorito de
sódio a 1%;
• Álcool a 70%;
• Solução de hipoclorito de sódio a 1%;
• Solução de ácido peracético a 0,2%;
• Detergente enzimático ou sabão liquido;
• Falso tecido descartável ou papel toalha absorvente que não solte partículas;
• Esponja não abrasiva;
• Escovas de tamanhos diferentes;
• Fita reagente para controle da eficácia da solução química (ácido peracético);
• Papel grau cirúrgico;
• Seladora;
• Impresso de controle de ciclo para identificação dos recipientes plásticos com:
Nome do produto, data de validade, nome do funcionário, número do ciclo.
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6. Conteúdo:
Descrição Técnica:
Limpeza:
1. Higienizar as mãos e calçar luvas descartáveis;
2. Identificar o recipiente com o nome da solução que será utilizada, data de
validade, carimbo e assinatura;
3. Colocar os EPIs;
4. Imergir o material respiratório no detergente enzimático e deixar por no mínimo
5 minutos ou conforme orientação do fabricante;
5. Na falta do detergente enzimático, utilizar o sabão líquido e realizar a lavagem
minuciosa do equipamento;
6. Após o tempo de imersão, lavar o material com esponjas ou escovas macias de
acordo com o tamanho do material;
7. Estabelecer frequência de limpeza e desinfecção ou instituir tempo para troca
das esponjas e escovas;
8. Enxaguar os materiais respiratórios em água corrente;
9. Os materiais devem estar totalmente limpos e secos antes de serem imersos na
solução desinfetante;
10. Realizar secagem rigorosa com tecido absorvente ou papel toalha dos materiais
para não diluir o desinfetante;
11. Encaminhar os materiais para fazer a desinfecção.
Desinfecção:
12. Identificar o recipiente com o nome da solução que será utilizada, data de
validade, carimbo e assinatura;
13. Higienizar as mãos e calçar luvas de procedimento;
14. Inspecionar o material quanto à integridade, limpeza e funcionalidade;
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7. Bibliografia Consultada:
• Manual de Normas, Rotinas e Procedimentos de enfermagem. Secretaria da
Saúde, Coordenação de Atenção Básica. 2ª edição, São Paulo, SMS, 2015;
• Associação Paulista de Estudos de Infecção Hospitalar (APECIH), Limpeza
Desinfeção e Esterilização de Artigos em Serviços de Saúde São Paulo, 2010;
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1. Abreviaturas:
EPI Equipamento de proteção individual
RT Responsável técnico
2. Introdução:
A limpeza e desinfecção de produtos para a saúde é de essencial importância na
prevenção de processos infecciosos relacionados ao uso de laringoscópios.
3. Objetivos:
• Garantir a limpeza e desinfecção de cabos e lâminas de laringoscópio;
• Prevenir infecções relacionadas à assistência à saúde.
4. EPIs:
• Luvas de procedimentos;
• Máscara;
• Avental;
• Óculos.
5. Materiais:
• Água e sabão neutro;
• Álcool a 70%;
• Gazes;
• Lixeira com saco de lixo branco (infectante).
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6. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro, técnicos e auxiliares de enfermagem
Descrição Técnica:
1. Higienizar as mãos;
2. Vestir os EPI’s;
10. Secar as lâminas com gaze sem deixar umidade ao redor da lâmpada;
11. Realizar a desinfecção das lâminas com gaze umedecida com álcool a 70%;
12. Passar uma gaze umedecida em álcool a 70% em volta da lâmpada, esperar
secar e rosqueá-la na Lâmina do laringoscópio;
13. Montar o laringoscópio, testar o seu funcionamento e certificar-se que não há
sujidade ou umidade;
15. Retirar os EPI’s e descartá-los juntamente com as gazes em saco de lixo branco
(infectante);
[Link] as mãos;
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Observações:
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7. Bibliografia Consultada:
Hospital Dia Rede Hora Certa Capela do Socorro PÁGINA 109 DE 370
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1. Abreviaturas:
EPI Equipamento de proteção individual
RT Responsável técnico
2. Introdução:
A limpeza e desinfecção de produtos para a saúde é de essencial importância na
prevenção de processos infecciosos relacionados ao uso de esfigmomanômetros,
estetoscópios, termômetros e otoscópios.
Limpeza: é a remoção de sujidades orgânicas e inorgânicas, redução da carga
microbiana presente nos produtos para saúde, utilizando água, detergentes, produtos
e acessórios de limpeza, por meio de ação mecânica (manual ou automatizada),
atuando em superfícies internas (lúmen) e externas, de forma a tornar o produto
seguro para manuseio e preparado para desinfecção ou esterilização;
Desinfecção: É o processo de eliminação de microrganismos presentes em artigos e
superfícies, mediante a aplicação de agentes físicos e químicos. Possui um menor
poder letal que a esterilização, pois não destrói esporos.
A desinfecção é classificada em três níveis de ação: alto, intermediário e baixo.
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Artigos Não Críticos: São artigos ou produtos destinados ao contato com pele íntegra
e mesmo aqueles que não entram em contato com o paciente. Exigem processo de
limpeza e/ou desinfecção de baixo nível entre um uso e outro. Exemplos:
termômetros, esfigmomanômetros, estetoscópios e otoscópios.
3. Objetivos:
• Garantir a limpeza e desinfecção dos esfigmomanômetros, estetoscópios,
termômetros e otoscópios;
• Prevenir infecções relacionadas à assistência à saúde.
• Reduzir carga microbiana presente nos artigos.
4. EPIs:
• Avental;
• Luvas de procedimento;
• Máscara se necessário;
• Óculos protetor se necessário.
5. Materiais:
• Álcool a 70%;
• Detergente neutro;
• Gazes;
• Lixeira com pedal.
[Link]údo:
Responsável: Enfermeiro, Técnicos e Auxiliares de Enfermagem
Descrição Técnica:
Limpeza:
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Rua Cássio de Campos Nogueira, 2031 – CEP: 04829-310
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Observações:
Hospital Dia Rede Hora Certa Capela do Socorro PÁGINA 112 DE 370
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Hospital Dia Rede Hora Certa Capela do Socorro PÁGINA 113 DE 370
Rua Cássio de Campos Nogueira, 2031 – CEP: 04829-310
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8. Bibliografia Consultada:
Hospital Dia Rede Hora Certa Capela do Socorro PÁGINA 114 DE 370
Rua Cássio de Campos Nogueira, 2031 – CEP: 04829-310
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DO HOSPITAL DIA REDE HORA CERTA CAPELA DO SOCORRO
Cicero Vicente Alves Esperança Santos de Abreu Dirce Ferreira dos Santos
1. Abreviaturas:
EPI Equipamento de proteção individual
2. Introdução:
É o processo de limpeza e/ ou desinfecção de todas as áreas, objetivando a remoção
da sujidade e a redução da população microbiana. Com vista a reduzir a possibilidade
de infecção e contaminação ambiental. É realizada diariamente após o término do
último procedimento cirúrgico, que envolve limpeza (lavagem) de teto, paredes,
mobiliário e pisos.
Hospital Dia Rede Hora Certa Capela do Socorro PÁGINA 115 DE 370
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no local onde estava a secreção. Aguardar por 10 minutos e proceder a limpeza. Usar
EPIs adequados.
3. Objetivos:
• Promover um ambiente sempre limpo e livre de sujidade, diminuindo assim o risco
de infecção.
4. EPIs:
• Luvas de procedimento;
• Óculos protetor;
• Roupa privativa;
• Máscara;
• Botas de cano longo.
5. Materiais:
• Sabão líquido neutro;
• Compressas limpas;
• Álcool a 70%;
• Sacos de lixo infectante;
• Sacos de hampers;
• Caixa de perfurocortante.
6. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro, técnicos e auxiliares de enfermagem
Descrição Técnica:
1. Reunir todo o material;
2. Lavar as mãos e calçar luvas;
3. Colocar demais EPIs;
4. Desligar das tomadas todos os equipamentos elétricos;
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7. Bibliografia Consultada:
• Limpeza, Desinfecção e Esterilização EM Serviços de Saúde. Associação Paulista
de Epidemiologia e Controle de Infecção relacionada a Saúde (APECIH) São Paulo
2010;
• Associação Paulista de Estudos e Controle de Infecção Hospitalar (APCIH)
Limpeza, desinfecção de artigos e áreas hospitalares e antissepsia. São Paulo, 2ª
edição. Revisada 2004;
• Manual Técnico: Normatização das rotinas e procedimentos de enfermagem das
unidades básicas de saúde/secretaria da saúde, coordenação da Atenção básica
2ª edição. São Paulo: SMS, 2015.
Hospital Dia Rede Hora Certa Capela do Socorro PÁGINA 117 DE 370
Rua Cássio de Campos Nogueira, 2031 – CEP: 04829-310
Jardim das Imbuias - Tel. (11) 5929-5960
São Paulo - SP
MANUAL DE NORMAS, ROTINAS E POPS DE ENFERMAGEM
DO HOSPITAL DIA REDE HORA CERTA CAPELA DO SOCORRO
Cicero Vicente Alves Esperança Santos de Abreu Dirce Ferreira dos Santos
1. Abreviaturas:
EPI Equipamento de proteção individual
2. Introdução:
É um procedimento realizado diariamente em todas as salas e consultórios da unidade
de saúde com a finalidade de limpeza e organização do ambiente. Também é
realizada a reposição de insumos médicos hospitalares (sala de curativos, sala de
medicação, etc.).
3. Objetivos:
• Evitar a proliferação e disseminação de microrganismos responsáveis pelas
infecções relacionadas à assistência à saúde.
4. EPIs
• Luvas de procedimento;
• Óculo protetor.
Hospital Dia Rede Hora Certa Capela do Socorro PÁGINA 118 DE 370
Rua Cássio de Campos Nogueira, 2031 – CEP: 04829-310
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5. Materiais:
• Bandeja;
• Compressas limpas;
• Álcool a 70%.
6. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro, técnicos e auxiliares de enfermagem
Descrição Técnica:
1. Reunir material necessário para o procedimento na bandeja;
2. Higienizar as mãos;
3. Calçar as luvas de procedimento;
4. Desligar da tomada os equipamentos elétricos;
5. Realizar a desinfecção com compressas umedecidas com álcool a 70% em
todo mobiliário e equipamentos, obedecendo à técnica asséptica do mais
limpo para o mais sujo;
6. Desprezar as compressas em saco de lixo infectante;
7. Retirar as luvas e higienizar as mãos;
8. Organizar o ambiente.
Observações:
Hospital Dia Rede Hora Certa Capela do Socorro PÁGINA 119 DE 370
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7. Bibliografia Consultada:
• LIMPEZA, DESINFECÇÃO E ESTERILIZAÇÃO EM SERVIÇOS DE SAÚDE.
Associação Paulista de Epidemiologia e Controle de Infecção Hospitalar (APCIH),
São Paulo, 2010;
• APECIH – Associação Paulista de Estudos e Controle de infecção Hospitalar.
Monografia: Higiene, Desinfecção ambiental e Resíduos Sólidos em Serviços de
Saúde. São Paulo: APECIH, 2013;
• BASSO M. Abreu ES. Limpeza, desinfecção de artigos e áreas hospitalares e
antissepsia. 2ª ed. São Paulo: APECIH – Associação Paulista de Estudos e
Controle de Infecção Hospitalar, 2004. P 18-33;
• BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Segurança
do Paciente em Serviços de Saúde: Limpeza e Desinfecção de Superfícies.
Brasília: ANVISA, 2012.
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DO HOSPITAL DIA REDE HORA CERTA CAPELA DO SOCORRO
1. Abreviaturas:
EPI Equipamento de proteção individual
2. Introdução:
Consiste no descongelamento e limpeza interna e externa da geladeira de
medicações.
3. Objetivos:
• Manter a geladeira sempre limpa, possibilitando um adequado armazenamento
dos medicamentos.
4. EPIs:
• Luvas de procedimento;
• Óculo protetor;
• Avental descartável.
5. Materiais:
• Compressa limpa e seca;
• Detergente neutro;
• Álcool a 70%;
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6. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro, técnicos e auxiliares de enfermagem
Descrição Técnica:
1. Programar o dia de limpeza da geladeira;
2. Desligar a geladeira e abrir a porta até que o gelo se desprenda;
3. Higienizar as mãos;
4. Retirar os medicamentos e guardá-los na geladeira da farmácia;
5. Retirar o termômetro;
6. Calçar luvas de procedimento;
7. Após o descongelamento, realizar a limpeza interna e externa com compressa
umedecida em solução de água e detergente neutro, incluindo a borracha da
porta e o puxador;
8. Passar compressa umedecida com água para retirar o detergente;
9. Secar a geladeira com compressa limpa e seca, internamente e depois a área
externa;
10. Friccionar as superfícies internas e externas com álcool a 70%;
11. Retirar as luvas de procedimento e higienizar as mãos;
12. Recolocar o termômetro, religar a geladeira e manter a porta fechada para
alcançar a temperatura adequada (2 a 8°C);
13. Higienizar as mãos;
14. Retornar os medicamentos na geladeira;
15. Registrar no impresso próprio a data da limpeza, assinar e carimbar.
Observações:
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7. Bibliografia Consultada:
• BRASIL. ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária: Manual de Limpeza e
Desinfecção da ANVISA, 2010.
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Cicero Vicente Esperança Santos Dirce Ferreira Erivaldo José dos Santos
Alves de Abreu dos Santos
1. Abreviaturas:
EPI Equipamento de proteção individual
2. Introdução:
A desinfecção química é o processo de destruição de microrganismo utilizando-se
agente químico. É o processo de remoção de sujidade visível, seja ela orgânica ou
inorgânica realizada manualmente.
3. Objetivos:
• Realizar desinfecção de alto nível nos endoscópios e colonoscópios garantido a
segurança do paciente e evitando disseminação de microrganismos responsáveis
pelas infecções relacionadas à assistência à saúde;
• Definir metodologia para limpeza manual de forma sistematizada e padronizada;
• Extrair contaminantes orgânicos e inorgânicos após o término de cada
procedimento.
4. EPIs:
• Avental impermeável longo descartável de manga longa;
• Luvas de procedimento;
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5. Materiais:
• Recipiente grande de plástico transparente (container) com tampa para uso
exclusivo de detergente enzimático;
• Recipiente grande de plástico transparente (container) com tampa para uso
exclusivo de Glutaraldeído 2% (Steranios®);
• Recipiente grande de plástico transparente (container) com tampa para
armazenamento de material limpo (identificado como material limpo);
• Solução de Glutaraldeído 2% (Steranios®);
• Detergente enzimático;
• Escova de limpeza de abertura de canal;
• Escova de limpeza de canal;
• Escova com cerdas macias para limpeza externa;
• Compressas limpas e secas;
• Relógio;
• Ar comprimido e extensão;
• Seringa de 20 ml;
• Manômetro de teste de vazamento.
6. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro, técnicos e auxiliares de enfermagem
Descrição Técnica:
Pré-limpeza (na sala de exame):
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Limpeza manual
6. Higienizar as mãos;
7. Calçar luvas de procedimento;
8. Realizar o teste do Glutaraldeído (Steranios®) com a fita teste de concentração
da solução e anotar no caderno de controle, conforme POP Glutaraldeído;
9. Retirar as luvas;
10. Higienizar as mãos;
11. Separar materiais necessários à limpeza dos endoscópios e/ou colonoscópios;
12. Colocar EPIs;
13. Realizar a primeira lavagem do endoscópio e/ou colonoscópio sujo em água
corrente com auxílio de gaze, deixando que a água entre em todos os canais;
14. Secar o endoscópio e/ou colonoscópio externamente com compressa e retirar a
água dos canais com ar comprimido;
15. Imergir totalmente o endoscópio e/ou colonoscópio na solução de detergente
enzimático, por tempo determinado pelo fabricante;
16. Remover as válvulas, imergir na solução de detergente enzimático e escová-las;
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Desinfecção manual
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Lavadora ultrassônica:
1. Higienizar as mãos;
2. Calçar luvas de procedimento;
3. Ligar a lavadora ultrassônica na tomada;
4. Colocar água corrente na cuba da lavadora ultrassônica até o limite indicado pelo
fabricante;
5. Selecionar a opção aquecimento e ligar;
6. Ao término do processo, retirar a tampa da lavadora ultrassônica e adicionar
detergente enzimático, conforme orientação do fabricante;
7. Iniciar o processo de limpeza das pinças para biópsia;
8. Trocar a água com o detergente enzimático se houver sujidade. Caso faça a
troca, reiniciar o processo;
9. Ao término do plantão, desprezar a água com o detergente enzimático, higienizar
a cuba com água e sabão, e secar.
Limpeza das pinças para biópsia dos referidos exames nesta POP
1. Higienizar as mãos;
2. Calçar luvas de procedimento;
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Observações
7. Bibliografia Consultada:
• BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).
Resolução RDC Nº 15, de 15 de março de 2012. Dispõe sobre requisitos de boas
práticas para o processamento de produtos para saúde e dá outras providências.
Diário Oficial da União: Brasília. RDC 156 de 11 de agosto de 2008. RE 2605 e RE
2606;
• SOBECC – Práticas Recomendada – Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica
e Centro de Material Esterilizado – 5ª Edição revisada e atualizada – 2009;
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Cicero Vicente Alves Esperança Santos de Abreu Dirce Ferreira dos Santos
1. Abreviaturas:
EPI Equipamento de proteção individual
° Graus
% Porcentagem
2. Introdução:
Desinfecção: É o processo de eliminação de microrganismos presentes em artigos e
superfícies, mediante a aplicação de agentes físicos e químicos. Possui um menor
poder letal que a esterilização, pois não destrói esporos. A desinfecção é classificada
em três níveis de ação: alto, intermediário e baixo.
Por meios físicos: A desinfecção pelo calor é considerada de alto nível, podendo ser
utilizada em acessórios de assistência respiratória e outros utensílios, tais como:
comadre, papagaio, bacias e jarros.
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Artigos Críticos: São aqueles que penetram em tecidos estéreis e possuem alto risco
para aquisição de infecção. Esses artigos devem ser esterilizados para uso. Nesta
categoria estão incluídos, instrumentais cirúrgicos e odontológicos.
Artigos Semi Críticos: São artigos ou produtos que entram em contato com
membrana íntegra ou pele não íntegra; exigem desinfecção de alto nível. Exemplos
são nebulizadores, umidificadores, inaladores, circuitos respiratórios e endoscópios.
Artigos Não Críticos: São artigos ou produtos destinados ao contato com pele íntegra
e mesmo aqueles que não entram em contato com o paciente. Exigem processo de
limpeza e/ou desinfecção de baixo nível entre um uso e outro. Exemplos: termômetro
axilar, esfigmomanômetro, garrotes e comadres.
3. Objetivos:
● Padronizar o procedimento de desinfecção;
● Garantir o manuseio e utilização segura dos insumos para a saúde dos
profissionais e pacientes, diminuindo o risco de contaminação.
4. EPIs:
• Avental longo impermeável de manga longa;
• Luva grossa de borracha antiderrapante de cano longo;
• Luvas de procedimento;
• Máscara;
• Óculos protetor;
• Gorro;
• Sapatos fechados.
5. Materiais:
● Recipiente plástico resistente transparente com tampa para cada tipo de solução;
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● Recipiente plástico opaco resistente com tampa se for Hipoclorito de Sódio a 1%;
7. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro, técnicos e auxiliares de enfermagem
Descrição Técnica:
1. Higienizar as mãos;
2. Colocar EPI’s proporcionando barreira física entre o profissional e o agente
químico;
3. Realizar limpeza concorrente no início e término do plantão;
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8. Bibliografia Consultada:
• SOBECC – Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material
Esterilizado – Práticas Recomendadas – 5ª edição – São Paulo, 2009.
• Associação Paulista De Epidemiologia E Controle De Infecção Hospitalar
(APECIH). Limpeza, desinfecção e esterilização de artigos em Serviços de Saúde,
1ª ed. São Paulo 2010;
• BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Norma Regulamentadora – NR 6.
Equipamento de Proteção Individual – EPI. Brasília, 1983. Acesso: agosto/2010.
Disponível no endereço:
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[Link] Acesso em
13/12/2018;
• Manual técnico: normatização Rotinas e Procedimentos de enfermagem
Coordenação de Atenção Básica nas Unidades Básicas / Secretária da Saúde, da
Atenção Básica. 2ª edição – São Paulo: SMS, 2015;
• ANVISA. NR 32 Norma Regulamentadora aprovada pela Portaria do Ministério do
Trabalho e Emprego nº 485 de novembro de 2005. Segurança e Saúde no
trabalho em estabelecimentos de saúde;
• ANVISA. RDC nº 306 de 7 de dezembro de 2004. Dispõe sobre o regulamento
técnico para o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde;
• Coordenadoria de Vigilância em Saúde (COVISA). Informe Técnico nº 40. Central
de Material, Limpeza, Desinfecção e Esterilização. Unidades da Atenção Básica
da Secretaria Municipal de Saúde, São Paulo
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1. Abreviaturas:
Recipiente pequeno em forma de tubo contendo esporos de
microrganismos, utilizado como forma de teste para avaliação de
Tubete
crescimento de bactéria em material já esterilizado.
2. Introdução:
O indicador biológico tem forma de tubete contendo uma tira de papel com uma
população microbiana mínima de cem mil esporos secos e calibrados de Geobacillus
Stearothermophillus. É indispensável a garantia da qualidade do processamento do
material esterilizado. É um dado valioso porque é um indicador direto da letalidade do
ciclo de esterilização, mas é necessário saber o que um resultado positivo ou negativo
significa para este processo.
3. Objetivos:
• Monitorar a funcionalidade plena da autoclave e incubadora;
• Validar biologicamente o processo de esterilização.
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4. EPIs:
• Luvas de procedimento;
• Máscara;
• Óculos protetor;
• Sapatos fechados impermeáveis.
5. Materiais:
• Ampolas de teste biológico;
• Incubadora;
• Papel grau cirúrgico;
• Seladora;
• Papel crepado;
• Fita crepe;
• Controle de registro.
6. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro, Técnicos e Auxiliares de Enfermagem
Descrição Técnica:
1. Higienizar as mãos;
2. Ligar a incubadora com antecedência mínima de 1 hora;
3. Identificar a ampola com data e número do ciclo do material;
4. Embalar a ampola com grau cirúrgico ou papel crepado e colocar o integrador
químico no pacote;
5. Fechar o pacote de acordo com o papel disponível;
6. Colocar o pacote no meio da carga, alternando entre a porta e o fundo da
autoclave;
7. Realizar esterilização de acordo com o ciclo indicado;
8. Ao final, esperar esfriar por 10 minutos. Observar se a fita da etiqueta do
indicador biológico mudou da cor rosa para o marrom;
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7. Anexos:
Observe sempre a mudança da cor rosa para marrom na etiqueta da ampola
autoclavada.
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8. Bibliografia Consultada:
• ATTEST. Controle de resultados e manual de procedimentos do indicador
biológico Attest 1262. 3M®;
• RDC 15, de 15 de março de 2012, disponível em
[Link]
, acesso em 05/08/2018, São Paulo, SP;
• Manual de Norma de Rotinas e Procedimentos de Enfermagem- Atenção Básica
/ SMS-SP – 2ª ed.
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1. Abreviaturas:
RHC Rede hora certa
Cm Centímetro
2. Introdução:
A segurança do processo de esterilização depende de todas as fases do
processamento dos produtos para a saúde. A fase limpeza é fundamental para
garantir a qualidade deste processo. A esterilização pelo vapor saturado sob pressão
é o procedimento de esterilização de artigos realizados em autoclaves que oferece
maior segurança.
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3. Objetivos:
• Garantir o manuseio e utilização segura dos insumos para a saúde dos
profissionais e para os pacientes diminuindo o risco de contaminação;
• Garantir o procedimento adequado e padronizado de esterilização, estocagem e
acondicionamento dos artigos.
4. EPIs:
• Avental;
• Máscara;
• Luvas térmicas próprias para a retirada de material da autoclave;
• Luvas de procedimento;
• Gorro;
• Sapatos Fechados impermeáveis.
5. Materiais:
• Papel grau cirúrgico, campo em tecido, papel crepado e/ou manta polipropileno;
• Tesoura;
• Indicador químico classe 1 (fita adesiva “zebrada”) ou embalagem impregnada;
• Indicador químico classe 2- Teste de Bowie Dick;
• Indicador/integrador químico, para monitorar as condições específicas do ciclo de
esterilização;
• Indicador biológico;
• Caderno de registros do controle de esterilização;
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6. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro, Técnicos e Auxiliares de Enfermagem
Descrição Técnica:
1. Checar a autoclave quanto ao funcionamento elétrico e reservatório de água;
2. Higienizar as mãos e colocar as luvas de procedimento;
3. Proceder diariamente a limpeza da câmara interna e externa com água e
detergente, removendo o resíduo do detergente com pano umedecido com água;
4. O Primeiro ciclo do dia deve ser realizado na função F1-4 teste Bowie Dick;
colocar dentro da câmara da autoclave o pacote contendo o teste e
externamente ao pacote colocar um integrador biológico. Nessa função não se
pode colocar nenhum tipo de material, pois não esteriliza;
5. Ao final do ciclo abrir a autoclave e aguardar a saída do vapor e o resfriamento
do pacote com o teste;
6. Abrir o pacote e verificar se o teste de Bowie Dick foi efetivo (mudança de cor de
maneira uniforme); caso haja alguma alteração no teste comunicar o enfermeiro
responsável;
7. Arquivar o teste de Bowie Dick em pasta específica, registrar a data, ciclo e o
profissional responsável;
8. Somente após esse processo, iniciar a esterilização dos materiais médicos
hospitalares;
9. Antes de colocar os artigos dentro da autoclave verificar se nos pacotes consta
fita adesiva zebrada (10 cm de fita zebrada nas caixas cirúrgicas e 3 cm nos
kits);
10. Escolher o ciclo de acordo com o material a ser esterilizado (F1-1 esterilização
a 134°C materiais comuns e F1-6 esterilização a 121°C para materiais
termossensíveis);
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7. Bibliografia Consultada:
• Sociedade Brasileira de Enfermeiros de Centro Cirúrgico, Recuperação
Anestésica e Centro de Material e Esterilização (SOBECC). Práticas
Recomendadas. 5ª edição revisada e atualizada, 2009, São Paulo;
• Associação Paulista de Estudos de Infecção Hospitalar (APECIH). Limpeza,
Desinfecção e Esterilização de Artigos de Saúde, 1ª ed. 2010, São Paulo;
• ANVISA. NR 32 Norma Regulamentadora aprovada pela Portaria do Ministério do
Trabalho e Emprego nº 485 de novembro de 2005, Segurança e Saúde no trabalho
em estabelecimentos de saúde;
• ANVISA. RDC nº 306 de 7 de dezembro de 2004. Dispõe sobre o Regulamento
Técnico para o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde;
• Coordenadoria de Vigilância em Saúde (COVISA). Informe Técnico nº 40. Central
de Material, Limpeza, Desinfecção e Esterilização. Unidades da Atenção Básica
da Secretária Municipal de Saúde, São Paulo;
• Manual de Normas, Rotinas e Procedimentos de enfermagem. Secretaria da
Saúde, Coordenação de Atenção Básica. 2ª edição, São Paulo, SMS, 2015.
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1. Abreviaturas:
POP Procedimento operacional padrão
RHC Rede hora certa
SO Sala operatória
CC Centro cirúrgico
2. Introdução:
A equipe de enfermagem é responsável pela montagem da sala cirúrgica, para que
o procedimento cirúrgico possa ocorrer com segurança e tranquilidade, priorizando a
saúde do paciente.
3. Objetivos:
• Realização do ato cirúrgico e anestésico com técnica asséptica;
• Planejar e disponibilizar materiais, instrumentais e equipamentos necessários e
adequados para a realização da anestesia e cirurgia.
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4. Materiais:
• Caixas de instrumental dentro da data de validade de acordo com o procedimento
cirúrgico;
• Luvas de procedimentos se necessário;
• Materiais de almoxarifado e medicamentos.
5. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro, técnico e auxiliar de enfermagem
Descrição Técnica:
1. Higienizar as mãos com água e sabão liquido;
2. Calçar luvas de procedimentos se necessário;
3. Verificar a condição de limpeza da SO antes de equipá-la com os materiais,
instrumentais e equipamentos necessários para a realização da cirurgia
programada;
4. Certificar-se do mapa da cirurgia programada para a Sala de Operação (S.O)
sob sua responsabilidade;
5. Checar os lavabos e repor material de degermação das mãos para equipe
cirúrgica;
6. Providenciar os materiais descartáveis e medicações, também checar a
validade da esterilização e dos medicamentos;
7. Testar o funcionamento das tomadas elétricas de todos os equipamentos fixos
da SO (bisturi elétrico, aspirador, foco, mesa cirúrgica, negatoscópio e outros
que forem necessários);
8. Ler o pedido de cirurgia, certificando-se do tipo de cirurgia, idade do paciente,
aparelhos solicitados especiais;
9. Higienizar as mãos;
10. Dispor materiais e medicações em mesa auxiliar de acordo com a anestesia a
ser realizada;
11. Prover impressos utilizados na sala cirúrgica;
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6. Bibliografia Consultada:
• SOBECC – Sociedade Brasileira de Enfermagem de Centro Cirúrgico,
Recuperação Anestésica e Centro Material e Esterilização – Práticas
Recomendadas 5ª edição – São Paulo 2009;
• Manual técnico: normatização das rotinas e procedimentos de enfermagem nas
Unidades Básicas de Saúde / Secretária as Saúde, Coordenação da Atenção
Básica. 2ª edição - São Paulo: SMS, 2015.
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Cicero Vicente Alves Esperança Santos de Abreu Dirce Ferreira dos Santos
1. Abreviaturas:
SO Sala operatória
EPI Equipamento de proteção individual
CME Central de material e esterilização
S/N Se necessário
2. Introdução:
Paramentação cirúrgica é o processo específico e padronizado, que envolve técnicas
de degermação das mãos, vestimenta de avental ou roupas esterilizadas e calçar
luvas.
3. Objetivos:
Tem como objetivo a formação de barreira microbiológica contra penetração de
microrganismos no sítio cirúrgico, e do paciente oriundos dele mesmo, dos
profissionais, materiais, equipamentos e ar ambiente e consequentemente causar
infecções.
4. EPIs:
• Roupa privativa;
• Avental;
• Luvas estéreis;
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• Óculos protetor;
• Máscara;
• Propé;
• Gorro.
5. Materiais:
• Lavabo próximo a SO com torneira acionada por pé ou cotovelo;
• Compressas estéreis,
• Opa cirúrgica;
• Aventais descartáveis estéreis;
• Escova descartável impregnada com Clorexidine degermante a 2% ou escova
esterilizada.
6. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro, técnico e auxiliar de enfermagem
Descrição Técnica:
1. Colocar roupa privativa e EPIs (gorro e propés) ao entrar no centro cirúrgico. O
gorro deve cobrir todo cabelo;
2. Colocar a máscara e o óculos protetor, e realizar a degermação com escovação
das mãos. A máscara deve cobrir totalmente a boca, nariz e face.
3. Após o término da degermação com escovação das mãos, encaminhar-se para
a sala de cirurgia com os braços fletidos, elevados e afastados do corpo;
4. Na sala de cirurgia já estará aberto o LAP (pacote contendo campos e aventais),
cada avental possui no seu interior uma compressa;
5. Usar a compressa para secar as mãos, iniciando, pelos dedos, palma da mão,
dorso da mão e antebraço;
6. Iniciar a colocação do avental cirúrgico que é confeccionado com material
resistente e que tem fechamento atrás;
7. Segurar o avental pela parte superior, com o dedo indicador e o polegar de cada
mão, balançar suavemente para que se abra;
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7. Bibliografia Consultada:
• SOBECC Sociedade Brasileira de Enfermagem de Centro de Material,
Recuperação Pós-Anestésica e Centro de Material e Esterilização 5ª edição S.P.
2009;
• Manual de Normas e Rotinas, Centro Cirúrgico Centro de Material de
Esterilização. Centro Universitário de Lavras –MG – 2007.
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1. Abreviaturas:
EPI Equipamento de proteção individual
CM Centímetros
2. Introdução:
A caixa de perfurocortante acomoda objetos pontiagudos ou escarificantes (ex:
agulhas, bisturi, vidros quebrados, cateteres agulhados e lâminas de barbear).
3. Objetivos:
4. EPIs:
● Luvas de procedimento;
● Avental;
● Óculos de proteção.
5. Materiais:
● Caixa de perfurocortante;
● Suporte para caixa de perfurocortante.
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6. Conteúdo:
Responsável: Equipe Multiprofissional
Descrição Técnica:
Caixa perfurocortante:
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Transporte:
1. A enfermagem retira a caixa do suporte, fecha com fita crepe, acondiciona a caixa
no saco branco leitoso com símbolo de biossegurança e transporta até o expurgo;
Observações:
7. Bibliografia Consultada:
● BRÊTAS, Ana. PEREIRA, Ana. Gestão em unidades básicas de saúde. In:
COREN. Gestão em enfermagem: Ferramenta para prática segura. São Paulo:
Yendis, 2011.
● FELDMAN, Lilian. Gestão de risco: implicações para a prática. In: COREN. Gestão
em enfermagem: Ferramenta para prática segura. São Paulo: Yendis, 2011.
● São Paulo (SP). Secretaria Municipal da Saúde. Coordenação de Epidemiologia e
Informação - CEInfo. Painel de Monitoramento - SMS-SP | Documentos Básicos.
São Paulo: CEInfo,2012,147p.
● Manual de Normas, Rotinas e Procedimentos de enfermagem. Secretaria da
Saúde, Coordenação de Atenção Básica. 2ª edição, São Paulo, SMS, 2015;
● MOTTA, Ana Letícia Carnevalli. Normas, rotinas e Técnicas de Enfermagem. 6º
ed. Revisada. Iátria. São Paulo, SP. 2011, p. 133;
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1. Abreviaturas:
CME Central de material e esterilização
CC Centro cirúrgico
2. Introdução:
O arsenal do CC é o local onde se armazena material estéril, para posterior
distribuição nos setores. A entrada neste local deve ser restrita, com utilização de
roupa privativa.
3. Objetivos:
• Estocar material e manter os artigos estéreis durante o armazenamento;
• Garantir a integridade das embalagens e campos operatórios;
• Controlar a validade dos materiais.
4. Materiais:
• Caixas organizadoras;
• Prateleiras;
• Armários;
• Caneta vermelha para identificação do vencimento.
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5. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro, técnico e auxiliar de enfermagem
Descrição Técnica:
1. Higienizar as mãos;
2. Receber o material via monta carga limpa;
3. Conferir a identificação das caixas, data da esterilização e validade;
4. Conferir a integridade das embalagens e se estão totalmente secas;
5. Estocar os materiais após serem resfriados, em local arejado, com controle de
temperatura em torno de 25°C, sem presença de poeira e umidade. O local de
armazenamento deve ser específico para guarda de itens estéreis (não misturar
com outros itens);
6. Utilizar embalagens para materiais esterilizados claramente diferentes daquelas
utilizadas para materiais apenas desinfetados, para não haver uso equivocado;
7. Obedecer a regra de rodízio dos materiais, armazenando de acordo com a data
de vencimento (os que vencem primeiro à frente dos demais);
8. Não agrupar por meio de elástico ou presilhas/ clipes os materiais;
9. Não estocar produtos pesados sobre os mais leves;
10. Os produtos devem apresentar a embalagem íntegra: não apresentar umidade,
manchas, sujidade, selagem inadequada ou rompida, fissuras, rasgos,
perfurações, dobras ou amassamentos e rasuras na etiqueta;
11. Considerar contaminados produtos com embalagem comprometida, que caírem
no chão, e encaminhar para reprocessamento;
12. Estocar itens estéreis a uma distância de 20 a 25 cm do piso, de 45 cm do teto
e de 5 cm da parede;
13. Conferir diariamente a validade dos campos, materiais e caixas cirúrgicas, antes
do início do procedimento e retirar os vencidos e encaminhá-los para CME;
14. Checar a validade da esterilização do material semanalmente, caso não haja
procedimentos.
15. Limpar diariamente a área de estoque e dos carros ou das caixas de transporte.
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Observação:
6. Bibliografia Consultada:
• Manual Técnico: normatização das rotinas e procedimentos de enfermagem nas
unidades Básicas Saúde / Secretaria da Saúde, Coordenação da Atenção Básica.
2ª ed. São Paulo: SMS, 2015;
• SOBECC Práticas recomendadas para Centro Cirúrgico, Recuperação
Anestésica, e Centro de Material e Esterilização, 5ª ed. Revisada e atualizada, São
Paulo 2009;
• Informe Técnico Nº 40 Coordenação de Vigilância em Saúde – COVISA;
• Gerencia do Centro de Controle e Prevenção de Doenças – CCD.
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Cicero Vicente Alves Esperança Santos de Abreu Dirce Ferreira dos Santos
1. Abreviaturas:
EPI Equipamento de proteção Individual
SO Sala de operação
2. Introdução:
Após o término de cada procedimento cirúrgico, a circulante da sala, deverá retirar
primeiramente o material limpo que não foi usado (instrumentais, insumos e
equipamentos) sem contaminar e em seguida encaminhar o material sujo ao expurgo.
3. Objetivos:
• Deixar a sala operatória sempre organizada (com materiais, equipamentos etc.)
para os próximos procedimentos cirúrgicos.
4. EPIs:
• Luvas de procedimento;
• Óculos;
• Máscara de proteção;
• Avental.
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5. Materiais:
• Hamper;
• Caixa de perfurocortante;
• Caixa plástica com tampa (material limpo);
• Caixa plástica com tampa (material sujo).
6. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro, técnicos e auxiliares de enfermagem
Descrição Técnica:
1. Higienizar as mãos;
2. Utilizar os EPIs;
3. Colocar o material estéreo, medicamentos e os descartáveis não utilizados no
procedimento cirúrgico dentro de uma caixa de material limpo com tampa
transportando em mesa com rodas para a farmácia ou arsenal no CME;
4. Retirar gazes compressas e materiais cortantes da mesa cirúrgica, como:
Agulhas, lâminas de bisturi descartando-as em caixas de perfurocortantes
sempre obedecendo a linha pontilhada;
5. Reunir os campos de tecido no hamper e certifique-se da não existência de
instrumentais entre eles, antes de encaminhar os tecidos para o expurgo;
6. Retirar instrumentais das mesas, contar o número de peças, separar em suas
caixas próprias e observar a integridade dos mesmos;
7. Reunir as pinças e peças avulsas e encaminhar o material sujo em caixa
plástica com tampa transportando em mesa com rodas para o expurgo;
8. Aspirar os líquidos restantes como soro, antisséptico ou fluidos corpóreos (não
desprezar nos hamper ou no lixo);
9. Retirar os acessórios dos aparelhos como canetas e placa do bisturi elétrico,
frascos de aspiração, conexões e encaminhar ao expurgo;
10. Recolher as roupas sujas acondicionando-as em sacos plásticos devidamente
fechados no hamper e encaminhá-lo para o expurgo;
11. Retirar as luvas, higienizar as mãos e calçar novo par de luvas;
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Observações:
• As pinças delicadas devem ser separadas das mais pesadas para evitar danos
durante o transporte até o expurgo;
• Acondicionar e transportar as pinças abertas dentro de suas próprias caixas até
o expurgo, com exceção da pinça Backhaus;
• Ao término de cada cirurgia deverá ser realizada a limpeza concorrente da sala;
• Ao final de todos procedimentos cirúrgicos deverá ser realizada limpeza
terminal.
7. Bibliografia Consultada:
• SOBECC – Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material
Esterilizado – Práticas Recomendadas – 5ª Edição – São Paulo, 2009;
• POSSARI, J. F. Centro cirúrgico: planejamento, organização e gestão. 5 ed. São
Paulo: Iátria, 2011. P.: 206-207.
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1. Abreviaturas
CC Centro cirúrgico
CME Central de material e esterilização
EPI Equipamento de proteção individual
2. Introdução:
3. Objetivos:
• Padronização de rotinas de recebimento e entrega da rouparia fornecida pela
empresa de Lavanderia;
• Padronização da rotina interna sobre o armazenamento, distribuição e uso no
Centro Cirúrgico.
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4. EPIs:
• Avental;
• Luvas de procedimento;
• Óculos de proteção;
• Máscara descartável.
5. Materiais:
• Carro de roupa limpa (gaiola);
• Sacos de hamper;
• Container (roupa suja).
6. Conteúdo:
Descrição:
Recebimento de roupa limpa
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1. As roupas que foram utilizadas são embaladas dentro de sacos plásticos (sacos
para hamper) amarrados no local de origem;
2. São encaminhados para o expurgo e colocadas em container específico de
roupa suja;
3. Posteriormente o técnico ou auxiliar de enfermagem recebe o funcionário da
lavanderia que deve estar uniformizado, com crachá e deverá acompanhá-lo
até o expurgo para retirada dos sacos de roupas sujas;
4. Após a retirada das roupas sujas, o técnico ou auxiliar de enfermagem deve
lavar as mãos calçar luvas de procedimento e realizar limpeza concorrente no
container;
5. Manter o expurgo limpo e organizado.
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Observações:
7. Bibliografia Consultada:
• Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Processamento de roupas em
serviços de saúde: prevenção e controle de riscos / Agência Nacional de Vigilância
Sanitária. Brasília: ANVISA, 2009;
• Como instituir um programa de controle de infecção hospitalar APECIH -
Associação Paulista de Estudos e Controle de Infecção Hospitalar – São Paulo –
2007.
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1. Abreviaturas:
EPI Equipamento de proteção individual
EPC Equipamento de proteção coletiva
PP Precaução padrão
2. Introdução:
É um conjunto de medidas aplicadas no atendimento de todos os pacientes
(independente de diagnóstico). Devem ser utilizadas quando houver risco de contato
com: Sangue, todos os fluidos corpóreos, secreções e excreções, pele não integra e
mucosas; Exceto, suor e lágrima.
Quando houver sangue em urina, fezes e vômitos passa a ser infectante.
3. Objetivos:
• Descrever as principais recomendações para a prevenção de infecções nos
profissionais da área da saúde, relacionando patógenos, vias de transmissão e
precauções a serem adotadas para a prevenção de infecção.
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5. Conteúdo:
Responsável: Todos os Profissionais da Saúde
Descrição:
1. Higienização das mãos
• Deve ser realizada antes e após contato com paciente, e entre dois
procedimentos realizados no mesmo paciente;
• Higienizar as mãos com água e sabonete líquido, ou friccionar as mãos com
álcool a 70% se não estiverem visivelmente sujas;
• Utilizar álcool gel antes e após o contato com qualquer paciente, após a
remoção das luvas, e após o contato com sangue ou secreções.
2. Uso de Luvas
• Utiliza-se luvas, sempre que houver risco de contato com sangue, secreções e
excreções ou líquidos corpóreos;
• Calce-as imediatamente antes do contato com o paciente e retire-as logo após
o uso, higienizando as mãos em seguida;
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3. Uso de Avental
• Utiliza-se avental, sempre que houver risco de contato com a pele ou roupa do
profissional com sangue, secreções e excreções e líquidos corpóreos.
6. Ambiente
• Estabelecer e garantir procedimentos de rotina para a limpeza e
descontaminação das superfícies ambientais, que incluem camas, colchões,
grades, mobiliários dos quartos, equipamentos de cabeceiras e superfícies.
Pisos e paredes devem receber limpeza sistemática com agua e sabão. A
aplicação de desinfetantes deve ser feita após a limpeza e sempre que houver
derramamento ou respingos de matéria orgânica em pisos e paredes.
8. Materiais perfurocortantes
• Deve haver educação quanto ao uso e descarte destes materiais;
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9. Etiqueta respiratória
• Pacientes que apresentem tosse devem ser orientados a cobrir a boca com
lenço de papel;
• A higienização deve ser enfatizada após o manejo de lenços contaminados
com secreção respiratória. Pacientes sintomáticos respiratórios devem ser
alocados separadamente dos demais, pelo menos a 1 metro de distância. O
paciente deve descartar o lenço em lixo infectante e depois higienizar as mãos.
6. Bibliografia Consultada:
• APECIH. Precauções e Isolamento. 2º Ed. 2012;
• BRÊTAS, Ana. PEREIRA, Ana. Gestão em unidades básicas de saúde. In:
COREN. Gestão em enfermagem: Ferramenta para prática segura. São Paulo:
Yendis, 2011;
• FELDMAN, Lilian. Gestão de risco: implicações para a prática. In: COREN. Gestão
em enfermagem: Ferramenta para prática segura. São Paulo: Yendis, 2011;
• Precaução Padrão, Precaução De Contato E Precauções Respiratórias.
Disponível em: [Link]/servicosaude/controle/precaucoes_a3.pdf.
Acesso em 14/02/2019;
SALLES, Carmen. SILVA, Arlete. Gestão de resíduos de serviços de saúde. In:
COREN. Gestão em enfermagem: Ferramenta para prática segura. São Paulo:
Yendis, 2011.
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1. Abreviaturas:
SpO2 Saturação periférica de oxigênio
FA Ficha de atendimento
% Porcentagem
2. Introdução:
A oximetria de pulso é um recurso não invasivo, usado para medir o percentual de
oxigênio ligado à hemoglobina nos vasos pulsantes. Oferece o valor da saturação de
oxigênio em SpO2. A oximetria de pulso permite a avaliação e a detecção de uma
hipoxemia em tempo real e alerta para a mudança brusca de oxigenação no corpo do
paciente. Portanto, o nível de saturação esperado de oxigênio do sangue equivale a
98%.
3. Objetivos:
• Monitorar continuamente o nível de saturação do oxigênio no sangue contribuindo,
assim, para a vigilância eficaz do paciente. Isto é feito através de um sensor
especial que é colocado em um dedo ou lóbulo da orelha e conectado a um módulo
computadorizado, ou por aparelho digital sem necessidade de módulo
complementar;
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4. Materiais:
• Gaze ou algodão;
• Álcool 70% ou swab;
• Sensor para oximetria;
• Cabo intermediário;
• Monitor ou visor;
• Removedor de esmalte.
5. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro, Auxiliar e Técnico de Enfermagem
Descrição Técnica:
1. Chamar o paciente pelo nome, confirmar o nome completo, data de nascimento
e apresentar-se, explicando o procedimento que será realizado;
2. Orientar o paciente e/ou acompanhante quanto ao procedimento;
3. Higienizar as mãos com água e sabão ou álcool gel;
4. Colocar o paciente em posição confortável, sentado com o antebraço e a mão
voltada para baixo;
5. Escolher e preparar a região em que será colocado o sensor;
6. Remover sujidade ou excesso de suor da região escolhida como o dedo das
mãos, pés ou lóbulo da orelha;
7. Remover o esmalte das unhas dos dedos dos pacientes;
8. Ligar o monitor;
9. Manter alarmes acionados e em limites adequados;
10. Manter vigilância da área na qual o sensor foi colocado;
11. Realizar alternância do local do posicionamento do sensor no paciente que está
em observação;
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12. Interpretar os dados e anotar em impresso próprio FA, prontuário e/ou folha de
sinais vitais;
13. Quando a saturação em crianças e adultos estiver < 92%, encaminhar o
paciente para sala de emergência para que seja melhor acompanhado conforme
protocolo (ACCR);
14. O enfermeiro deverá comunicar o médico quando o paciente apresentar
saturação baixa;
15. Realizar as anotações de enfermagem com data, hora e procedimentos feitos
com a assinatura legível, número do COREN e carimbo.
6. Bibliografia Consultada:
• KNOBEL, E. Terapia Intensiva Enfermagem. Atheneu: São Paulo, 2006;
• CINTIA, E. A. Assistência de Enfermagem ao paciente gravemente enfermo. 2ª ed.
Atheneu: São Paulo, 2008;
• POTTER P.A.; PERRY A.G. Fundamentos de Enfermagem. 6 ed., Rio de Janeiro.
Guanabara Koogan, 2006.
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1. Abreviaturas:
ECG Eletrocardiograma
S/N Se necessário
FC Frequência Cardíaca
2. Introdução:
A monitorização cardíaca é o emprego de eletrodos acoplados ao cabo do monitor
cardíaco no qual se visualiza o potencial elétrico gerado pelo coração. A monitorização
é realizada para todos os pacientes que apresentem alterações hemodinâmicas ou
pulmonares com complicações.
3. Objetivos:
• Manter a visualização contínua da atividade elétrica (ritmo e frequência) do
coração através de um equipamento, sendo possível também a detecção da
pressão arterial;
• Avaliar a evolução do quadro clínico do paciente na sala de emergência;
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4. EPIs:
• Avental;
• Luvas de procedimento.
5. Materiais:
• Monitor de ECG, monitor do cardioversor ou monitor multiparâmetro;
• Cabo de ECG; três ou cinco derivações;
• Eletrodos;
• Álcool a 70% ou swab com álcool;
• Gel condutor s/n;
• Aparelho de barbear s/n.
6. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro, auxiliar e técnico de enfermagem
Descrição Técnica:
1. Chamar o paciente pelo nome, confirmar o nome completo, data de nascimento
e apresentar-se, explicando o procedimento que será realizado;
2. Orientar o paciente e/ou acompanhante quanto ao procedimento;
3. Orientar o paciente a retirar todos os objetos de metal, no caso de inconsciência
ou mobilidade física prejudicada, o profissional deverá fazer a vistoria e retirar
estes objetos;
4. Higienizar as mãos;
5. Calçar as luvas de procedimento;
6. Realizar tricotomia na região do tórax, se necessário;
7. Realizar a antissepsia do local com álcool a 70%;
8. Ligar o monitor;
9. Verificar os cabos e conectores que podem variar de 3 ou 5 derivações;
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7. Bibliografia Consultada:
• SCHELL, Hildy M; PUNTILLO, Kathleen A. Segredos em Enfermagem na Terapia
Intensiva. Trad. Regina Garcez – Porto Alegre. Artmed, 2005 pág. 35-37;
• KNOBEL, E. Terapia intensiva Enfermagem. Atheneu: São Paulo, 2006;
• Manual de Normas, Rotinas e Procedimentos de enfermagem. Secretaria da
Saúde, Coordenação de Atenção Básica. 2ª edição, São Paulo, SMS, 2015.
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Cicero Vicente Alves Esperança Santos de Abreu Dirce Ferreira dos Santos
1. Abreviaturas:
FA Ficha de atendimento
2. Introdução:
A antropometria não é apenas um método de obtenção de medidas corporais de
indivíduos, mas é um olhar atento para o estado nutricional, permitindo uma ação
precoce, quando constatada alguma alteração. São medidas que irão subsidiar ações
voltadas para promoção e assistência à saúde tanto individual quanto coletiva.
3. Objetivos:
• Detectar variações patológicas do peso;
• Melhorar a condução terapêutica do paciente pediátrico, adulto e idoso;
• Padronizar o procedimento de mensuração de peso.
4. Materiais:
• Balança infantil – mecânica ou eletrônica;
• Balança de Adulto com régua antropométrica vertical acoplada;
• Papel toalha.
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5. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro, técnico e auxiliar de enfermagem.
Descrição Técnica:
Crianças menores de 02 anos
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Observações:
6. Bibliografia Consultada:
• BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de
Atenção Básica. Orientações para a coleta e análise de dados antropométricos em
serviços de saúde;
• Norma Técnica do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional - SISVAN /
Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção
Básica. – Brasília: Ministério da Saúde, 2011. 76 p.: il. – (Série G. Estatística e
Informação em Saúde).
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1. Abreviaturas:
T Temperatura
°C Graus Celsius
2. Introdução:
Temperatura corpórea é o equilíbrio entre o calor produzido pelo organismo e o calor
dissipado para o ambiente, mediado pelo centro termorregulador (hipotálamo). A febre
é a reação do organismo diante de uma determinada agressão que pode ser de
origem infecciosa, neurogênica, desidratação ou tóxica.
3. Objetivos:
• Aferir a temperatura corporal dando subsídio para intervenções diagnósticas e
medicamentosas;
• Padronizar procedimento de aferição da temperatura corporal.
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4. Materiais:
• Álcool a 70%;
• Bolas de Algodão;
• Termômetro digital;
• Bandeja.
5. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro, técnico e auxiliar de enfermagem
Descrição Técnica:
1. Chamar o paciente, confirmar o nome e apresentar-se, explicando o
procedimento que será realizado;
2. Higienizar as mãos com água e sabão ou gel alcoólico;
3. Colocar o paciente em posição deitada ou sentada;
4. Realizar desinfecção do termômetro com algodão embebido em álcool a 70%;
5. Colocar o termômetro digital na região axilar com o sensor em contato direto na
pele do paciente, pedindo para o mesmo comprimir o braço;
6. Aguardar a emissão do sinal sonoro que indica que a aferição terminou;
7. Retirar o termômetro e realizar a leitura da temperatura;
8. Realizar desinfecção do termômetro com algodão embebido em álcool a 70%;
9. Higienizar as mãos;
10. Documentar o valor obtido na folha de controle ou prontuário do paciente;
11. Comunicar o resultado ao médico ou enfermeiro em caso de alteração.
6. Bibliografia Consultada:
• LYNN P. Manual de habilidades de Enfermagem clínica de Taylor. Porto Alegre:
Artmed,300-302.2012;
• CARMAGNANI, Maria I. S. et al. Procedimentos de enfermagem - guia prático. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009;
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1. Abreviaturas:
EPI Equipamento de proteção individual
SN Se necessário
% Porcentagem
2. Introdução:
A aferição da glicemia capilar consiste da punção puntiforme nas polpas digitais dos
dedos dos membros superiores, com equipamento apropriado (lanceta). Importante
no auxílio ao controle e avaliação de pacientes diabéticos e para atender
imediatamente os quadros clínicos cuja sintomatologia seja sugestiva de hipoglicemia
e hiperglicemia em pacientes suspeitos e diagnosticados com diabetes e/ou outra
patologia que provoque a disfunção da insulina endógena.
3. Objetivos:
• Padronizar o procedimento de monitorização da glicemia capilar;
• Detectar alterações no nível de glicose sanguínea.
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4. EPIs:
• Luvas de procedimento;
• Óculos de proteção.
5. Materiais:
• Bandeja ou Cuba Rim;
• Algodão;
• Álcool a 70%;
• Fita teste;
• Lanceta descartável ou agulha 13x4,5 estéril (s/n);
• Glicômetro / Glicosímetro;
• Caixa de perfurocortante.
6. Conteúdo
Responsável: Enfermeiro, Técnico e Auxiliar de Enfermagem
Descrição Técnica:
1. Chamar o paciente pelo nome, confirmar o nome completo, data de nascimento
e apresentar-se, explicando o procedimento;
2. Orientar o paciente e/ou acompanhante quanto ao procedimento que será
realizado, lembrando que apesar de baixo risco que ele oferece, há sempre o
desconforto decorrente da perfuração necessária para obter a gota de sangue;
3. Higienizar as mãos com água e sabão ou gel alcoólico;
4. Calçar luvas de procedimento;
5. Ligar o glicosímetro e introduzir a fita reagente, conforme orientação do
fabricante;
6. Fazer assepsia do local com algodão levemente embebido em álcool a 70%, e
deixar secar completamente antes de iniciar o teste;
7. Puncionar a face lateral da polpa digital do dedo com a lanceta ou agulha, sem
ordenhar o local da punção;
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Observação:
7. Bibliografia Consultada:
• Manual técnico: normatização das Rotinas e Procedimentos de enfermagem nas
Unidades Básicas de Saúde / Secretária da Saúde, Coordenação da Atenção
Básica. - 2ª Edição São Paulo: SMS, 2015;
• MOTTA, Ana Letícia Carnevalli. Normas, rotinas e Técnicas de Enfermagem. 6º
ed. revisada. Iátria. São Paulo, SP. 2011, pag. 133.
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1. Abreviaturas:
FR Frequência respiratória
2. Introdução:
É o número de vezes que a pessoa respira por minuto (um ciclo completo). Observa-
se a expansibilidade e retração da parede torácica e abdominal. Segundo PALOMO,
2007; POTTER, 2009, Frequência respiratória é o mecanismo que o corpo utiliza para
troca de gases entre a atmosfera e o sangue, e entre o sangue e as células.
Terminologia:
3. Objetivos:
• Verificar a eficiência do processo respiratório quanto à frequência, amplitude e
ritmo dos movimentos ventilatórios;
• Monitorar a frequência do paciente com comprometimento das vias aéreas
superiores e inferiores, dando subsídios às intervenções diagnósticas e
medicamentosas.
4. Materiais:
• Relógio de pulso ou de parede que tenha mostrador de segundos.
5. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro, auxiliar e técnico de enfermagem
Descrição Técnica:
1. Chamar o paciente, confirmar o nome completo, data de nascimento e
apresentar-se, explicando o procedimento que será realizado;
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6. Bibliografia Consultada:
• CARMAGNANI, Maria I. S. et al. Procedimentos de enfermagem - guia prático. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009;
• LYNN P. Manual de habilidades de Enfermagem clínica de Taylor. Porto Alegre:
Artmed,300-302.2012;
• Manual de Normas, Rotinas e Procedimentos de enfermagem. Secretaria da
Saúde, Coordenação de Atenção Básica. 2ª edição, - São Paulo: SMS, 2015.
• POTTER P.A.; PERRY A.G. Fundamentos de Enfermagem. 7 ed., Rio de Janeiro:
Elsevier, 2009;
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1. Abreviaturas:
FA Ficha de atendimento
PA Pressão arterial
HA Hipertensão arterial
2. Introdução:
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3. Objetivos:
• Avaliar a condição física do sistema cardiovascular e fornecer dados para
determinar o estado de saúde do (a) paciente;
• Padronizar o procedimento da aferição da pressão arterial.
4. Materiais:
• Bandeja;
• Esfigmomanômetro aneroide digital tamanho adequado ao paciente ou aparelho
multiparâmetros;
• Estetoscópio;
• Álcool gel e/ou 70% ou água e sabão líquido;
• Relógio com marcação de segundos;
• Algodão;
• FA para anotação.
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5. Conteúdo:
Responsável: Médico, enfermeiro, técnico e auxiliar de enfermagem.
Descrição Técnica:
Preparo do paciente:
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Observações:
• Não aferir quando houver punção venosa na fossa cubital, líquidos sendo
infundidos, fístula arteriovenosa, mastectomia, lesões de pele, plegia e
cateterismo;
• A higiene do manguito deve ser realizada com álcool a 70%;
• É fundamental a adequação do tamanho do manguito em crianças e obesos;
• Caso o método palpatório seja utilizado, insuflar lentamente apenas até 180
mmHg;
• Caso sejam necessárias novas medidas, desinsuflar o manguito e aguardar de
1 a 2 min para realizar nova mensuração.
6. Bibliografia Consultada:
• Guia completo de procedimentos e competências de enfermagem / Anne Griffin
Perry, Patrícia A. Potter, Paul L. Desmarais. 8. Ed – Rio de Janeiro: Elsevier, 2015;
• Técnicas de UTI / coordenação Rosangela Jeronimo, Aline Cheregatti, São Paulo:
Rideel, 2010;
• Arquivos Brasileiros de Cardiologia, Sociedade Brasileira de Cardiologia Volume
107, Nº 3, Supl. 3, setembro 2016. 7° DIRETRIZ BRASILEIRA DE HIPERTENSÃO
ARTERIAL.
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1. Abreviaturas:
BPM Batimentos por minuto
FA Ficha de Atendimento
2. Introdução:
É a verificação da frequência e da intensidade dos batimentos cardíacos, podendo ser
verificados nas artérias superficiais através da palpação para avaliar condições
hemodinâmicas do paciente e detectar arritmias cardíacas. A ausência do pulso pode
indicar uma oclusão arterial. A avaliação do pulso inclui a determinação da frequência
de pulso e a análise de sua qualidade, que inclui ritmo e força.
A frequência cardíaca pode ser aferida através da palpação das artérias: Braquial,
Carótida, Temporal, Femoral, Poplítea, Pediosa ou Apical (com auxílio do
estetoscópio: denominado Pulso Apical);
3. Objetivos:
• Detectar precocemente desvios de anormalidade das batidas do coração, indicar
variações de ritmo, amplitude e frequência cardíaca.
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• Adulto: 60 a 100 bpm (Normocardica), menor que 60 bpm (Bradicardia), maior que
100 bpm (Taquicardia);
• Abaixo de 07 anos: 80 a 120 bpm (Normocardica);
• Superior a 07 anos: 70 a 90 bpm (Normocardica);
• Puberdade: 80 a 95 bpm (Normocardica).
4. Materiais:
• Relógio de pulso ou de parede que tenham analógico para demonstrar os
segundos;
• Estetoscópio;
• Algodão embebido em álcool;
• Caneta e papel.
5. Conteúdo:
Responsável Médico, enfermeiro, auxiliar e técnico de enfermagem.
Descrição Técnica:
1. Reunir o material;
2. Chamar o paciente, confirmar o nome e apresentar-se, explicando o
procedimento que será realizado;
3. Higienizar as mãos com água e sabão ou gel alcoólico;
4. Orientar o paciente para deitar ou sentar;
5. Observar o grau de agitação do paciente e, se for necessário, esperar
de 5 a 10 minutos antes de verificar o pulso;
6. Pedir que o paciente relaxe e não fale durante a verificação;
7. Colocar as polpas digitais dos dedos médio e indicador sobre uma artéria
superficial, comprimindo-a levemente. Não usar o dedo polegar, pois sua
pulsação poderá ser confundida com a do paciente;
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6. Bibliografia Consultada:
• MANUAL TÉCNICO: normatização das rotinas e procedimentos de enfermagem
nas Unidades Básicas de Saúde / Secretaria da Saúde, Coordenação da Atenção
Básica/Estratégia Saúde da Família. 2. ed. - São Paulo: SMS, 2012. 126 p. – (Série
Enfermagem);
• POTTER P.A.; Perry A.G. Fundamentos de Enfermagem. 7 ed., Rio de Janeiro:
Elsevier, 2009.
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1. Abreviaturas:
FA Ficha de atendimento
2. Introdução:
A antropometria não é apenas um método de obtenção de medidas corporais de
indivíduos, mas é um olhar atento para o estado nutricional, permitindo uma ação
precoce, quando constatada alguma alteração. São medidas que irão subsidiar ações
voltadas para promoção e assistência à saúde tanto individual quanto coletiva.
3. Objetivos:
• Padronizar o procedimento para todos os pacientes (crianças/adultos e idosos);
• Fornecer parâmetros para avaliação do estado nutricional, condições de saúde,
crescimento e desenvolvimento do paciente.
4. Materiais:
• Lençol descartável;
• Papel toalha;
• Fita métrica ou régua antropométrica horizontal para crianças de 0 a 2 anos;
• Antropômetro vertical (deve ser fixado numa parede lisa sem rodapé);
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• Álcool a 70%;
• Álcool gel.
5. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro, técnico e auxiliar de Enfermagem.
Descrição Técnica:
Crianças menores de 02 anos:
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6. Bibliografia Consultada:
• BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de
Atenção Básica. Orientações para a coleta e análise de dados antropométricos em
serviços de saúde: Norma Técnica do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional
- SISVAN / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de
Atenção Básica. – Brasília: Ministério da Saúde, 2011. 76 p.: il. – (Série G.
Estatística e Informação em Saúde);
• Manual de Normas, Rotinas e Procedimentos de enfermagem. Secretaria da
Saúde, Coordenação de Atenção Básica. 2ª edição, São Paulo, SMS, 2015.
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MANUAL DE NORMAS, ROTINAS E POPS DE ENFERMAGEM
DO HOSPITAL DIA REDE HORA CERTA CAPELA DO SOCORRO
Cicero Vicente Esperança Santos Dirce Ferreira dos Sebastião Alves Paraizo
Alves de Abreu Santos
1. Abreviaturas:
EPI Equipamento de proteção individual
° Graus
% Porcentagem
ML Mililitro
FA Ficha de atendimento
2. Introdução:
A via intramuscular é utilizada para administrar medicamentos irritantes, por ser
menos dolorosa, considerando-se que existe menor número de terminações nervosas
no tecido muscular profundo. O volume a ser administrado deve ser de até 4ml,
considerando a massa muscular, que varia de acordo com a idade, localização e
estado nutricional.
Para crianças na faixa etária de 0 a 3 anos o melhor é o músculo vasto lateral da coxa,
pois são constituídos de maior massa muscular e apresentam menor quantidade de
vasos sanguíneos e nervos. O volume a ser administrado varia de 0,5 a 2 ml.
É o procedimento realizado para tratar / prevenir qualquer tipo de lesão de cutânea.
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3. Objetivos:
Administrar mediante prescrição médica, medicamentos que não podem ser
absorvidos diretamente pela mucosa gástrica;
Proporcionar absorção mais rápida de medicamentos, devido à maior vascularização
do músculo.
4. EPIs:
• Avental;
• Luva de procedimento;
• Óculos de Proteção.
5. Materiais:
• Bandeja ou cuba rim;
• Seringa de 3 a 5 ml;
• Agulha 40 x 12 (para aspiração);
• Agulha 25x7, 25x8,30x7 ou 30x8 (para aplicação);
• Micropore;
• Algodão ou Swab;
• Álcool a 70%;
• Material para curativo;
• Caixa de perfurocortante.
6. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro, Técnicos e Auxiliares de Enfermagem
Descrição Técnica:
1. Conferir a prescrição médica com nome do paciente, local onde se encontra e
checar os 11 certos;
• Paciente certo;
• Aspecto da medicação;
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• Validade da medicação;
• Compatibilidade do medicamento;
• Direito de recusar o medicamento;
• Orientações ao paciente;
• Anotação correta;
• Medicamento certo;
• Dose certa;
• Via certa;
• Hora certa.
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16. Com o dedo indicador e polegar da mão não dominante, esticar a pele afastando
o tecido subcutâneo ou fazer a prega profunda no local selecionado entre os
dedos;
16. Com a mão dominante, inserir a agulha num ângulo de 90º em relação ao
músculo;
17. Soltar o músculo e segurar a seringa com a mão não dominante, aspirar
lentamente o êmbolo da seringa com a mão dominante e certifique-se de que
não atingiu nenhum vaso sanguíneo; (nessa situação deve-se trocar o local de
aplicação);
18. Injetar lentamente o conteúdo da seringa, empurrando o êmbolo com a mão
oposta à que segura a seringa;
19. Retirar a agulha com único movimento, rápido e firme;
24. Orientar o paciente quanto aos efeitos colaterais, cuidados pós aplicação e
liberá-lo;
25. Lavar a bandeja com água e sabão, secar com papel toalha e higienizá-la com
álcool a 70%;
26. Retirar as luvas de procedimento;
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carimbo do profissional;
30. Proceder a anotação em ficha de produção;
Observações:
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7. Bibliografia Consultada:
• BERALDO, Marisa; LUNA, Patrícia. Manual de Normas, Rotinas e Procedimentos
- Coordenação de Atenção Básica do Município de SP – Prefeitura SP, 05/2015.
pág. 129;
• BRUNNER, Lillian Sholtis. Prática de Enfermagem. Rio de Janeiro, Ed. Guanabara
Koogan - 7ª edição, volume 2 - 2003. Pag .673 – 677;
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1. Abreviaturas:
EPIs Equipamento de proteção individual
°C Graus Celsius
% Porcentagem
ML Mililitro
FA Ficha de atendimento
IM Intramuscular
2. Introdução:
A administração de medicamentos por via intramuscular é um procedimento
frequentemente realizado na prática de enfermagem, que envolve uma série de
decisões complexas relacionadas ao volume a ser injetado, medicação a ser usada,
técnica de administração, seleção do local e dispositivo. Deve-se avaliar o músculo
de cada paciente a fim de selecionar o comprimento da agulha e o medicamento a ser
administrado para que se garanta a transposição do tecido subcutâneo. O vasto lateral
está localizado na região anterolateral da coxa, não evidenciando nesta área grandes
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3. Objetivos:
• Administrar o medicamento diretamente na massa muscular do lactente ou
criança;
• Utilizar técnica segura para a administração de medicamentos em lactentes e
crianças de até dois anos de idade e eventualmente em adultos quando
necessário.
4. EPIs:
• Avental;
• Luvas de procedimento;
• Óculos de Proteção.
5. Materiais:
• Bandeja ou cuba rim;
• Algodão ou Swab;
• Álcool a 70%;
• Seringa descartável de 3 ou 5 ml conforme o volume a ser injetado;
• Agulha 40x12 para aspiração;
• Agulha 25/7, 30x7 ou 30x8 para aplicação (comprimento, calibre compatível com
a massa muscular e solubilidade do liquido a ser injetado);
• Micropore® e fita adesiva;
• Caixa de perfurocortante.
6. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro, Técnicos e Auxiliares de Enfermagem
Descrição Técnica:
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1. Conferir a prescrição médica com nome do paciente, local onde ele se encontra
e checar os 11 certos;
• Paciente certo;
• Aspecto da medicação;
• Validade da medicação;
• Compatibilidade do medicamento;
• Direito de recusar o medicamento;
• Orientações ao paciente;
• Anotação correta;
• Medicamento certo;
• Dose certa;
• Via certa;
• Hora certa;
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13. Orientar o responsável sobre o procedimento que será realizado, lembrando que
apesar de baixo risco que a injeção oferece, sempre há desconforto decorrente
da perfuração;
14. Posicionar o paciente de forma adequada ao procedimento;
15. Avaliar e delimitar a área de aplicação;
16. Realizar a antissepsia da pele com a mão dominante, realizando sempre
movimentos no mesmo sentido utilizando-se, para tanto, de uma bola de
algodão embebida em álcool a 70%, que não deve ser encharcada para evitar
que escorra pela pele;
17. Firmar o músculo utilizando dedo indicador e o polegar da mão não dominante;
com a mão dominante segurar o corpo da seringa;
18. Introduzir a agulha lentamente, num só movimento, em ângulo de 90°, com bisel
posicionado em lateral, seguindo anatomicamente as fibras musculares na
região do terço médio do músculo vasto lateral da coxa;
19. Aspirar lentamente, se refluir sangue, retirar a agulha do local, desprezar todo
material e reiniciar o procedimento. Se não houver refluxo de sangue continuar
o procedimento normalmente;
20. Soltar a prega;
21. Injetar a medicação lentamente;
22. Ao término da introdução do líquido, retirar a agulha/seringa com movimento
rápido e preciso, comprimindo o local com algodão. Não massagear e observar
a presença de edema, hematoma ou sangramento no local;
23. Realizar curativo oclusivo local com algodão e micropore;
24. Orientar o responsável quanto a possíveis reações;
25. Deixar o ambiente em ordem;
26. Descalçar as luvas e realizar a higienização das mãos;
27. Checar prescrição médica com data, horário, assinar com letra legível e
carimbar;
28. Realizar anotação de enfermagem no prontuário ou FA do paciente: via de
administração, horário e intercorrências.
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Observação:
7. Bibliografia Consultada:
• Enfermagem prática. Procedimentos de Enfermagem. Reichmann & Autores
Editores Ltda. Volume II, p. 499 – 502;
• Manual técnico: normatização das rotinas e procedimentos nas de enfermagem
nas Unidades Básicas de Saúde / Secretária da Saúde, Coordenação da Atenção
Básica. 2ª edição – São Paulo: SMS, 2015.
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1. Abreviaturas:
FA Ficha de atendimento
° Graus
2. Introdução:
Medicamentos sublinguais são comprimidos que se desintegram ao serem colocados
sob a língua. Após dissolverem, são rapidamente transferidos à corrente sanguínea
diretamente das membranas mucosas da boca, permitindo a rápida absorção dos
componentes e evitando que a potência do remédio seja diminuída, algo que ocorre
no metabolismo após a primeira passagem no estômago e fígado. Os médicos podem
recomendar os medicamentos sublinguais para o tratamento de certas condições
emergenciais ou se o paciente tiver dificuldades em engolir ou digerir os comprimidos.
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3. Objetivos:
• Auxiliar no tratamento utilizando a mucosa oral como via de absorção para efeito
mais rápido ou em situações em que o medicamento via oral é inativado pelo suco
gástrico.
4. EPIs:
• Luvas de procedimento.
5. Materiais:
• Bandeja;
• Copo descartável.
6. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro / Técnicos e Auxiliares de Enfermagem
Descrição Técnica:
1. Conferir a prescrição médica com nome do paciente, local onde ele se encontra
e checar os 11 certos:
● Paciente certo;
● Aspecto da medicação;
● Validade da medicação;
● Compatibilidade do medicamento;
● Direito de recusa do medicamento;
● Orientações ao paciente;
● Anotação correta;
● Medicamento certo;
● Dose certa;
● Via certa;
● Hora certa.
2. Higienizar as mãos com álcool gel;
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Observação:
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7. Bibliografia Consultada:
• COSTA, Alexia. Os 9 certos na administração segura de medicamentos pela
enfermagem. Disponível em: [Link]
administracao-segura-de-medicamentos-pela-enfermagem/. Acessado em:
26/12/2018;
• Secretaria Municipal Da Saúde. Manual técnico: normatização das rotinas e
procedimentos de enfermagem nas Unidades Básicas de Saúde / Secretaria da
Saúde, Coordenação da Atenção Básica. 2. ed. - São Paulo: SMS, 2014. 162 p. –
(Série Enfermagem);
• Prefeitura Municipal De Campinas. Secretaria Municipal de Saúde. Manual de
normas e rotinas de procedimentos para Enfermagem. Campinas/SP, 2009;
• CARMAGNANI, Maria I. S. et al. Procedimentos de enfermagem: guia prático. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009;
• NERI, E.D.R, et al. Protocolos de preparo e administração de medicamentos:
pulsoterapia e hospital dia. – Fortaleza: Universidade Federal do Ceará, Hospital
Wlater Cantídio, 2008. 32p.
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1. Abreviaturas:
FA Ficha de Atendimento
S/N Se necessário
POP Procedimento operacional padrão
CM Centímetro
% Porcentagem
ML Mililitro
EPI Equipamento de proteção individual
1. Introdução:
É a administração de medicamentos no tecido subcutâneo, cuja absorção é mais lenta
do que a via intramuscular. Doses pequenas são recomendadas, variando entre 0,5
ml a 1ml.
Considerações importantes:
• Os locais indicados para administração da medicação subcutânea são: Face
anterior do antebraço, região subescapular e abdômen;
• Utilizar esta via para administração de insulina, heparina e algumas vacinas;
• A quantidade aconselhada é de até 3 ml.
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2. Objetivos:
• Utilizar a via subcutânea para aplicação de medicamentos, quando indicado na
terapêutica do paciente;
• Proporcionar uma absorção mais lenta.
3. EPIs:
• Luvas de procedimento.
4. Materiais
• Bandeja;
• Seringa de 1ml;
• Agulha para aspiração;
• Agulha 13 x 4,5;
• Bolas de Algodão;
• Álcool etílico a 70%;
• Medicamento prescrito;
• Curativo oclusivo compatível;
• Coletor para perfurocortantes.
5. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro, Técnicos e Auxiliares de Enfermagem
Descrição Técnica:
1. Conferir a prescrição médica com nome do paciente, local onde ele se encontra
e checar os 11 certos;
● Aspecto da medicação;
● Validade da medicação;
● Compatibilidade do medicamento;
● Direito de recusar o medicamento;
● Orientações ao paciente;
● Anotação correta;
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● Medicamento certo;
● Dose certa;
● Via certa;
● Hora certa.
2. Higienizar as mãos;
3. Separar o material;
16. Aspirar lentamente o êmbolo da seringa para certificar-se de que não atingiu
nenhum vaso sanguíneo; se ocorrer essa situação, trocar o local de aplicação
e a medicação;
17. Injetar lentamente o medicamento com a mão oposta que segura a seringa;
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23. Lavar a bandeja com água e sabão, secar com papel toalha e higienizá-la
com álcool a 70%;
24. Higienizar as mãos;
Observação:
● O ângulo de aplicação dependerá do tamanho e diâmetro da agulha:
Ângulo de 90º: agulha 13 X 4,5 ou 13 X 3,8;
Ângulo de 45º: agulha 20 X 6/7 ou 25x7.
6. Bibliografia Consultada:
• BERALDO, Marisa; LUNA, Patrícia. Manual de Normas, Rotinas e Procedimentos
- Coordenação de Atenção Básica do Município de SP – Prefeitura SP, 05/2015.
Pág. 129;
• BRUNNER, Lillian Sholtis. Prática de Enfermagem. Rio de Janeiro, Ed. Guanabara
Koogan - 7ª edição, volume 2 - 2003. Pág. .673 – 677;
• Manual técnico: normatização das rotinas e procedimentos nas de enfermagem
nas Unidades Básicas de Saúde / Secretária da Saúde, Coordenação da Atenção
Básica. 2ª edição – São Paulo: SMS, 2015;
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1. Abreviaturas:
EPI Equipamento de proteção individual
ML Mililitro
S/N Se necessário
FA Ficha de atendimento
2. Introdução:
Consiste na administração de medicamentos pela boca para serem absorvidos no
trato gastrointestinal (estômago e intestino) sob a forma de comprimidos, drágeas,
cápsula, líquidos, suspensão, óleos, granulados e pós. Para preparo da medicação
usa-se a técnica limpa. A maioria das drogas de administração oral é feita para serem
ativadas no estômago e absorvidas através da mucosa gástrica.
3. Objetivos:
• Auxiliar no tratamento, utilizando o trato gastrointestinal para a absorção do
medicamento;
• Melhorar a segurança do paciente minimizando erros na administração de
medicamentos por via oral;
• Fornecer subsídios para implementação e acompanhamento da terapêutica
medicamentosa.
Hospital Dia Rede Hora Certa Capela do Socorro PÁGINA 222 DE 370
Rua Cássio de Campos Nogueira, 2031 – CEP: 04829-310
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São Paulo - SP
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4. EPIs:
• Luvas de procedimento S/N.
5. Materiais:
• Bandeja;
• Copos graduados S/N;
• Material acessório: seringa, conta-gotas ou copo dosador;
• Medicação prescrita;
• Água filtrada;
• Papel Toalha.
6. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro / Técnicos e Auxiliares de Enfermagem
Descrição Técnica:
1. Conferir a prescrição médica com nome do paciente, local onde ele se encontra
e checar os 11 certos:
● Paciente certo;
● Aspecto da medicação;
● Validade da medicação;
● Compatibilidade do medicamento;
● Direito de recusar o medicamento;
● Orientações ao paciente;
● Anotação correta;
● Medicamento certo;
● Dose certa;
● Via certa;
● Hora certa.
2. Higienizar as mãos;
3. Separar a medicação evitando tocar com as mãos no medicamento. Usar a
Hospital Dia Rede Hora Certa Capela do Socorro PÁGINA 223 DE 370
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Observações:
Hospital Dia Rede Hora Certa Capela do Socorro PÁGINA 224 DE 370
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Equivalência de medidas:
1 colher de sopa = 15 ml
1 colher de sobremesa = 10 ml
1 colher de chá = 5 ml
1 colher de café = 3 ml
1 ml = 20 gotas
1 gota = 3 microgotas
7. Bibliografia Consultada:
• BRUNNER, Lilian Sholtis. Práticas de Enfermagem. Rio de Janeiro. Ed.
Guanabara Koogan, 7º ed. Vol.2. 2003;
• Manual de Normas, Rotinas e Procedimentos de enfermagem. Secretaria da
Saúde, Coordenação de Atenção Básica. 2ª edição, São Paulo, SMS, 2015;
• MOTTA, Ana Letícia Carnevalli. Normas, rotinas e técnicas de Enfermagem. 6º ed.
revisada. Iátria. São Paulo, SP. 2011, pag. 133.
Hospital Dia Rede Hora Certa Capela do Socorro PÁGINA 225 DE 370
Rua Cássio de Campos Nogueira, 2031 – CEP: 04829-310
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1. Abreviaturas:
EPI Equipamento de proteção individual
Cm Centímetros
% Porcentagem
°C Graus Celsius
EV Endovenosa
FA Ficha de atendimento
IV Intravenosa
SN Se necessário
2. Introdução:
A via intravenosa é utilizada quando se deseja uma ação rápida e/ou imediata do
medicamento ou quando outras vias não são propícias. As soluções administradas
por essa via devem ser cristalinas, não oleosas e sem flocos em suspensão. Locais
indicados: Veia Basílica, Cubital Mediana, Antibraquial, entre outras. São veias
calibrosas facilmente acessíveis.
Hospital Dia Rede Hora Certa Capela do Socorro PÁGINA 226 DE 370
Rua Cássio de Campos Nogueira, 2031 – CEP: 04829-310
Jardim das Imbuias - Tel. (11) 5929-5960
São Paulo - SP
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3. Objetivos:
• Administrar medicamentos que irritam o tecido muscular;
• Obter efeito sistêmico rápido;
• Melhorar a segurança do paciente minimizando erros na administração de
medicamento;
• Padronizar condutas relacionadas às técnicas de medicamentos por via
endovenosa.
4. EPIs:
• Luvas de procedimento.
5. Materiais:
• Bandeja;
• Cadeira, maca ou divã;
• Suporte para braço;
• Algodão ou Swab;
• Álcool a 70%;
• Micropore;
• Garrote;
• Seringas descartáveis;
• Agulhas 40x12;
• Frasco da medicação prescrita;
• Etiqueta para identificar o medicamento s/n;
• Suporte de soro s/n;
• Equipo de macro ou microgotas (conforme medicação prescrita);
• Cateter sobre agulha ou Cateter agulhado adequado (s) ao calibre da veia do
paciente;
• Caixa de perfurocortante;
• Curativo pronto oclusivo.
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6. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro / Técnicos e Auxiliares de Enfermagem
Descrição Técnica:
1. Conferir a prescrição médica com nome do paciente, local onde ele se encontra
e checar os 11 certos;
● Aspecto da medicação;
● Validade da medicação;
● Compatibilidade do medicamento;
● Direito de recusar o medicamento;
● Orientações ao paciente;
● Anotação correta;
● Medicamento certo;
● Dose certa;
● Via certa;
● Hora certa.
2. Higienizar as mãos;
3. Separar o frasco ou a ampola e fazer a limpeza dele com algodão embebido em
álcool 70%; Nos casos de frasco ampola retirar a proteção metálica com auxílio de
um pedaço de algodão ou extrator de grampos e após, fazer antissepsia;
4. Escolher as seringas conforme a necessidade do medicamento prescrito e via de
administração;
5. Abrir a embalagem da seringa e conectar a agulha para aspirar o medicamento,
observando técnica asséptica, protegendo-a em sua embalagem original;
6. Quebrar a ampola, envolvendo-a com um pedaço de algodão ou gaze,
pressionando-a com os dedos indicador e polegar da mão dominante;
7. Aspirar o medicamento (se for necessário diluir, certificar-se do movimento para
homogeneização);
8. Desprezar a ampola ou frasco ampola na caixa de perfurocortante;
9. Não deixar o ar no cilindro, trocar a agulha se necessário, proteger a agulha com
embalagem;
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28. Lavar a bandeja com água e sabão, secar com papel toalha e higienizá-la com
álcool a 70%;
29. Retirar as luvas de procedimento;
30. Higienizar as mãos;
31. Realizar anotação de enfermagem e checagem da administração do
medicamento na prescrição médica em Ficha de Atendimento (F.A.) contendo
horário da realização do procedimento, local da administração, assinatura e
carimbo;
32. Proceder anotação em ficha de produção;
❖ Jelco:
Observações:
● Orientar o paciente a não utilizar com esforços o membro em que recebeu a
aplicação por pelo menos uma hora;
● Não realizar medicações sem assinatura e carimbo na prescrição.
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7. Bibliografia Consultada:
• Manual de Normas, Rotinas e Procedimentos de enfermagem. Secretaria da
Saúde, Coordenação de Atenção Básica. 2ª edição, São Paulo, SMS, 2015;
• Volpato, Andrea Cristine Bressane; Passos, Vanda Cristina dos Santos. Técnicas
Básicas de Enfermagem. Martinari, 4 ed., São Paulo. p. 411-415.
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1. Abreviaturas:
FA Ficha de atendimento
2. Introdução:
As anotações de enfermagem fornecem dados que irão subsidiar o enfermeiro no
estabelecimento do plano de cuidados / prescrição de enfermagem; suporte para
análise reflexiva dos cuidados ministrados; respectivas respostas do paciente e
resultados esperados e desenvolvimento da evolução de enfermagem (Cofen, 2016).
Assim, a anotação de enfermagem é fundamental para o desenvolvimento da
Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE), pois é fonte de informações
essenciais para assegurar a continuidade da assistência.
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3. Objetivos:
• As anotações de enfermagem têm como objetivo assegurar a comunicação entre
os membros da equipe de saúde e possibilitar a continuidade do processo de
trabalho multiprofissional, garantindo segurança para o paciente e respaldo do
ponto de vista legal e ético (DRAGANOV & REICHERT,2007).
4. Materiais:
• Prontuário, FA ou impresso padronizado;
• Caneta azul ou preta;
• Carimbo pessoal (com nome do profissional, categoria e número de registro no
conselho de classe).
5. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro, técnico e auxiliar de enfermagem.
Descrição Técnica:
Admissão:
1. Nome completo do paciente, data, hora da admissão;
2. Condição de chegada (ambulatório, maca ou cadeira de rodas);
3. Presença do acompanhante ou responsável;
4. Queixas relacionadas ao motivo da procura pelo serviço ou internação para
procedimento e condições de higiene;
5. Procedimentos e cuidados, tais como: sinais vitais, punção de acesso venoso,
e outros;
6. Orientações prestadas.
Pré-operatório:
1. Data e horário da admissão;
2. Acompanhante maior de 18 anos (nome e assinatura);
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Intra - operatório:
1. Data e horário da admissão em sala cirúrgica e término da cirurgia;
2. Procedimentos/cuidados realizados conforme tipo de cirurgia, tais como
monitorização, mensuração de sinais vitais, posicionamento, tipo de anestesia,
localização de incisões e placa de bisturi, registro de peças para
anatomopatológico se tiver).
Pós-operatório:
1. Data e horário da admissão na RPA;
2. Procedimentos e cuidados, tais como monitorização, mensuração de sinais
vitais, posicionamento, administração de medicamentos conforme prescrição
médica, oferta e aceitação da dieta, micção e outros;
3. Orientações prestadas.
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Alta:
1. Data e horário da saída;
2. Condições da saída (deambulando, maca, cadeira de rodas);
3. Acompanhado (com quem), sozinho;
4. Procedimentos/cuidados realizados, conforme prescrição ou rotina institucional
(mensuração de sinais vitais, retirada de dispositivos);
5. Orientações prestadas.
Óbito:
1. Assistência prestada durante a constatação;
2. Data e horário do óbito;
3. Identificação do médico que constatou o óbito;
4. Comunicação do óbito ao setor responsável, conforme rotina institucional;
5. Procedimentos post-mortem (retirada de dispositivos, identificação do corpo);
6. Encaminhamento do corpo para necrotério, caso não haja, acomodar o corpo
em local adequado.
7. Preencher as documentações relacionadas ao SVO ou IML para liberação do
corpo.
Como anotar:
1. A anotação deve ser clara, objetiva, precisa, com letra legível e sem rasuras;
2. Não usar corretivo, por ser um documento legal. Se fizer anotações erradas,
colocar entre vírgulas a palavra digo e anotar logo em seguida o texto correto.
Se a anotação errada for extensa, escrever com letra de imprensa e maior do
que a escrita anteriormente a palavra “Sem efeito” registrando logo em seguida
o horário que aquela anotação estava errada;
3. Escrever as palavras por extenso;
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6. Bibliografia Consultada:
• Conselho Federal De Enfermagem. Resolução Cofen n°358, de 15 de outubro de
2009. Brasília: COFEN, 2009;
• VOLPATO, Andrea Bressane. Técnicas Básicas de Enfermagem. Martineri, 4ª ed,
São Paulo. P. 76-79.
• Guia de boas práticas de enfermagem na atenção básica: norteando a gestão e a
assistência / Rosana Aparecida Garcia ... [et al.]. – São Paulo: COREN -SP, 2017.
• BRASIL. COREN (Conselho Regional de Enfermagem) DIR/001 de 18 janeiro de
2000. Normatiza no Estado de São Paulo os princípios gerais para ações que
constituem a documentação de enfermagem. São Paulo: 2000 janeiro 18
[2005setembro 10]. Disponível:
[Link]
• BRASIL. COFEN (Conselho Federal de Enfermagem) nº 191 de 31 de maio de
1996. Dispõe sobre a forma de anotação e o uso de inscrição ou autorização,
pelo número pessoal de enfermagem. Rio de Janeiro; maio 31 [2005 setembro
10]. Disponível em: http/[Link]/Legislação/soluções/res [Link].
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1. Abreviaturas:
EPI Equipamento de proteção individual
s/n Se necessário
SF Soro fisiológico
% Porcentagem
2. Introdução:
Tipos de curativo: O tipo de curativo a ser realizado varia de acordo com a natureza,
a localização e o tamanho da ferida. Em alguns casos é necessária uma compressão,
em outra lavagem exaustiva com solução fisiológico e outros exigem imobilização com
ataduras. Nos curativos em orifício de drenagem e os de fístulas entéricas, a proteção
da pele em torno da lesão é o objetivo principal.
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3. Objetivos:
• Reduzir carga microbiana, promover meio favorável a cicatrização;
• Drenar exsudato, promover conforto e aliviar a dor;
• Manter temperatura ideal para estimular a regeneração celular e proteger contra
agentes externos que possam dificultar o processo de cicatrização.
4. EPIs:
• Avental;
• Luvas de procedimento;
• Luvas estéreis;
• Óculos de proteção;
• Máscara;
• Gorro.
5. Materiais:
• Compressas de gazes estéreis;
• Atadura de rayon estéril se necessário;
• Atadura de crepe;
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6. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro, auxiliar e técnico de enfermagem
Descrição Técnica:
1. Identificar-se para o paciente e/ou acompanhante;
2. Orientar o paciente e/ou acompanhante quanto ao procedimento;
3. Reunir o material e levá-lo próximo ao paciente;
4. Trazer o SF 0,9% aquecido e levá-lo próximo ao paciente;
5. Garantir a privacidade do paciente, expondo apenas a área a ser tratada, e abrir
o biombo s/n;
6. Higienizar as mãos;
7. Calçar as luvas de procedimento e outros EPIs necessários;
8. Fazer assepsia com algodão umedecido em álcool a 70% no local do frasco de
SF 0,9% aquecido onde será feita a perfuração.
9. Perfurar a parte superior do frasco de SF 0,9% com agulha 40X12 (sentir a
temperatura do soro colocando um pouco no dorso da mão antes de utilizá-lo);
10. Umedecer o curativo com SF 0,9% para facilitar sua remoção, e desprezá-lo na
lixeira infectante;
11. Avaliar o curativo anterior, bem como a lesão;
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7. Bibliografia Consultada:
• BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de
Atenção Básica. Procedimentos / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à
Saúde, Departamento de Atenção Básica. Brasília: Ministério da Saúde, 2011;
• Secretaria Municipal De Saúde. Manual técnico: normatização das Rotinas e
Procedimentos de enfermagem nas Unidades Básicas de Saúde / Secretária da
Saúde, Coordenação da Atenção Básica. - 2ª Edição São Paulo: SMS, 2015.
• SANTOS, J.B.D.; PORTO, S. G.; SUZUKI, L. M.; SOSTIZZO, L. Z.; ANTONIAZZI,
J. L. Hospital das Clínicas de Porto Alegre, RS. Avaliação e tratamento de feridas:
Orientações aos profissionais de saúde. 2011.
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1. Abreviaturas:
s/n Se necessário
SF Soro fisiológico
% Porcentagem
EPI Equipamento de Proteção Individual
SMS Secretaria Municipal de Saúde
2. Introdução:
Curativo é um meio terapêutico que consiste na limpeza e aplicação de uma cobertura
na ferida quando avaliado e prescrito pelo profissional médico, com a finalidade de
promover a cicatrização e prevenir a contaminação ou infecção.
3. Objetivos:
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4. EPIs:
● Avental;
● Luvas de procedimento;
● Luvas estéreis s/n;
● Óculos de proteção;
● Máscara;
● Gorro.
5. Materiais:
● Compressas de gazes estéreis;
● Compressa de algodão tipo Zobec se necessário;
● Atadura de rayon estéril se necessário;
● Atadura de crepe;
● Soro fisiológico 0,9% morno (aquecido);
● Álcool a 70%;
● Coberturas padronizadas pela SMS, prescritas pelo médico;
● Agulha 40X12;
● Lâmina de bisturi n°23 com cabo se necessário;
● Kit curativo (uma pinça anatômica, uma pinça Kelly reta e uma tesoura Íris);
● Esparadrapo, fita crepe e/ou Micropore®;
● Mesa auxiliar ou bandeja;
● Biombo s/n;
● Tesoura;
● Bolas de algodão;
● Lixeiras com pedal (lixo comum e infectante).
6. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro, auxiliar e técnico de enfermagem
Descrição Técnica:
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7. Bibliografia Consultada:
• BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de
Atenção Básica. Procedimentos / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à
Saúde, Departamento de Atenção Básica. Brasília: Ministério da Saúde, 2011;
• Secretaria Municipal De Saúde. Manual técnico: normatização das Rotinas e
Procedimentos de enfermagem nas Unidades Básicas de Saúde / Secretária da
Saúde, Coordenação da Atenção Básica. - 2ª edição São Paulo: SMS, 2015.
• SANTOS, J.B.D.; PORTO, S. G.; SUZUKI, L. M.; SOSTIZZO, L. Z.; ANTONIAZZI,
J. L. Hospital das Clínicas de Porto Alegre, RS. Avaliação e tratamento de feridas:
Orientações aos profissionais de saúde. 2011.
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Cicero Vicente Esperança Santos Dirce Ferreira dos Sebastião Alves Paraizo
Alves de Abreu Santos
1. Abreviaturas:
EPI Equipamento de proteção individual
SD Cartão de memória
2. Introdução:
É um exame que realiza a gravação do traçado eletrocardiográfico contínuo do
paciente em 24 horas. Auxilia no diagnóstico e no controle do tratamento de doenças
cardíacas. Para tanto, o aparelho é acoplado a um cinto, com o qual o paciente
permanece por 24 horas, podendo fazer as suas atividades normalmente. Além disso,
durante esse período, o paciente deve preencher um diário para auxiliar o médico no
laudo do exame.
3. Objetivos:
• Avaliação de todos os eventos eletrocardiográficos que envolvem arritmias,
taquiarritmias, bradiarritmias, bloqueios de condução inter e intraventriculares,
correlacionando com as atividades e os sintomas referidos e anotados pelo
paciente em determinados momentos com possíveis alterações
eletrocardiográficas;
• Diagnóstico médico.
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4. EPIs:
• Luvas de procedimento.
5. Materiais:
• Gravador digital de holter;
• Leitor holter;
• Cartão secure digital (cartão SD);
• Bolsa suporte de holter (capanga);
• Cabo paciente 04 vias;
• Eletrodos descartáveis;
• Pilhas recarregáveis ou descartáveis;
• Carregador de pilhas;
• Cinto ou atadura de crepe;
• Fita adesiva Micropore® média;
• Gazes;
• Álcool a 70%;
• Divã;
• Computador;
• Impressora;
• Aparelho de barbear, se necessário;
• Água e sabão líquido, se realizar tricotomia;
• Lixeira com pedal.
6. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro, auxiliar e técnico de enfermagem.
Descrição Técnica:
1. Preparar a sala separando o material para a colocação do aparelho;
2. Verificar se o cabo do paciente está em bom estado de uso e se as pilhas estão
com carga plena;
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MANUAL DE NORMAS, ROTINAS E POPS DE ENFERMAGEM
DO HOSPITAL DIA REDE HORA CERTA CAPELA DO SOCORRO
Hospital Dia Rede Hora Certa Capela do Socorro PÁGINA 249 DE 370
Rua Cássio de Campos Nogueira, 2031 – CEP: 04829-310
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MANUAL DE NORMAS, ROTINAS E POPS DE ENFERMAGEM
DO HOSPITAL DIA REDE HORA CERTA CAPELA DO SOCORRO
Retirada do aparelho
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7. Bibliografia Consultada:
• Manual Do Usuário Cardiolight. Gravador digital de holter. Cardios, 2016 -
Disponível em: [Link]
Acessado em 13/12/2018.
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Cicero Vicente Esperança Santos Dirce Ferreira dos Sebastião Alves Paraizo
Alves de Abreu Santos
1. Abreviaturas:
2. Introdução:
É o exame que mede a pressão arterial 24 horas durante a vigília e o sono, coletando
e gravando os dados da pressão arterial sistólica, diastólica e da frequência cardíaca.
3. Objetivos:
• Analisar o comportamento da pressão arterial não somente durante a vigília e o
sono, como também durante eventuais sintomas como tontura, dor no peito e
desmaio. Além disso, possibilita a avaliação da eficácia do tratamento anti-
hipertensivo.
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4. Materiais:
• Luvas de procedimento;
• Monitor de MAPA;
• Manguito de MAPA;
• Cabo leitor de MAPA;
• Pilhas recarregáveis ou descartáveis;
• Carregador de pilhas;
• Cinto ou atadura de crepe;
• Bolsa para MAPA (capanga);
• Gazes;
• Malha ortopédica;
• Álcool a 70%;
• Esparadrapo.
5. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro, auxiliar e técnico de enfermagem.
Descrição Técnica:
1. Preparar a sala separando o material para a colocação do aparelho;
2. Conferir requisição médica;
3. Chamar paciente pelo nome e sobrenome e explicar o procedimento;
[Link] ao paciente as receitas dos medicamentos que faz uso, caso o mesmo
não tenha trazido, solicitar que traga no dia seguinte, para preencher na ficha do
exame;
[Link] ao paciente que sente em uma cadeira, e se necessário, auxiliá-lo;
[Link] no computador o programa Dyna-MAPA;
[Link] no menu exames, novo e ok;
[Link] o nome do paciente, ok, nome do médico solicitante e ok;
[Link] campo editar nº do exame, mantenha o nº que o sistema sugere e clique em
ok;
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Observação:
Retirada do aparelho
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6. Bibliografia Consultada:
• MANUAL DO USUÁRIO Dyna-MAPA. Cardios, 2016 - Disponível em:
[Link] Acessado em: 17/12/2018.
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MANUAL DE NORMAS, ROTINAS E POPS DE ENFERMAGEM
DO HOSPITAL DIA REDE HORA CERTA CAPELA DO SOCORRO
Cicero Vicente Alves Esperança Santos de Abreu Dirce Ferreira dos Santos
1. Abreviaturas:
Clamps (cardioclip) ou Eletrodo utilizado como terminal para conectar um circuito elétrico
pás a uma parte metálica ou não metálica ou solução aquosa.
s/n Se necessário
° Graus
ECG Eletrocardiograma
FA Ficha de atendimento
2. Introdução:
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3. Objetivos:
• Analisar o ritmo cardíaco;
• Avaliar a condução do estímulo através do sistema de condução elétrica do
coração e das suas cavidades;
• Avaliar a integridade ou anormalidades do sistema de condução;
• Detectar eventuais sobrecargas das cavidades cardíacas e zonas
correspondentes à ausência de atividade elétrica.
4. Materiais:
• Eletrocardiógrafo;
• Álcool a 70%;
• Eletrodos reutilizáveis com ventosa e clamps plásticos e/ ou eletrodos
descartáveis;
• Luvas de procedimentos;
• Material de tricotomia descartável ou aparelho de barbear descartável s/n;
• Papel toalha;
• Gazes ou algodão seco;
• Lençol (para cobrir o paciente);
• Papel para registro do exame;
• Gel hidrossolúvel;
• Biombo s/n.
5. Conteúdo:
Responsável Enfermeiro, técnico e auxiliar de enfermagem
Descrição Técnica:
1. Testar o eletrocardiógrafo, assegurando que ele esteja ligado;
2. Checar a presença e integridade do cabo de força, fio terra, cabo do paciente,
braçadeira, eletrodos ou peras;
3. Apresentar-se ao paciente e ao acompanhante;
4. Explicar o procedimento que vai ser realizado ao paciente e ao acompanhante;
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5. Solicitar que o paciente retire metais do corpo como: moeda, celular, anel,
gargantilhas, cinto, brincos, sutiã com sustentação de aço;
6. Solicitar ao paciente que exponha o tórax, punhos e tornozelo;
7. Certificar-se de que não há contato do paciente com as partes metálicas do leito
e se ele retirou todos os metais do corpo;
8. Assegurar a privacidade do paciente com biombo;
9. Baixar a cabeceira a 0° exceto casos contraindicados;
10. Orientar o paciente a deitar-se, evitar movimentar-se, tossir ou conversar
enquanto o ECG está sendo registrado, a fim de evitar interferências;
11. Conferir a identidade do paciente com a ficha de atendimento, nome e data de
nascimento;
12. Higienizar as mãos;
13. Calçar as luvas de procedimento;
14. Limpar a pele do paciente com álcool 70%, desengordurando o local de contato
com os eletrodos ou peras;
15. Se necessário realizar tricotomia nas áreas com maior concentração de pelos;
16. Colocar braçadeiras ou eletrodos descartáveis nos membros conforme
determinado, usando gel hidrossolúvel ou outro material de condução (conforme
orientação do fabricante);
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Observação:
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6. Bibliografia Consultada:
• Manual de Normas, Rotinas e Procedimentos de enfermagem. Secretaria da
Saúde, Coordenação de Atenção Básica. 2ª edição, São Paulo, SMS, 2015;
• MOTTA, Ana Letícia Carnevalli. Normas, rotinas e Técnicas de Enfermagem. 6º
ed. Revisada. Iátria. São Paulo, SP. 2011, p. 133.
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1. Abreviaturas:
IAM Infarto Agudo do Miocárdio
TE Teste Ergométrico
2. Introdução:
Método diagnóstico de doenças cardiovasculares, de determinação prognóstica,
avaliação da resposta terapêutica, da tolerância ao esforço e de sintomas compatíveis
com arritmias ao exercício.
3. Objetivos:
• Avaliar resposta clínica, hemodinâmica, autonômica, eletrocardiográfica,
metabólica e eventualmente ventilatória ao exercício.
Contraindicação:
Gerais: Embolia pulmonar; enfermidade aguda, febril ou grave; limitação física ou
psicológica; intoxicação medicamentosa; distúrbio hidroeletrolíticos e metabólicos não
corrigidos.
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4. EPIs:
Luvas de procedimentos.
5. Materiais:
• Folha de sulfite;
• Estetoscópio;
• Esfigmomanômetro
• Almotolia com álcool a 70%;
• Aparelho de barbear;
• Eletrodos descartáveis
• Papel toalha;
• Papel lençol;
• Gaze não estéril;
• Gel condutor.
6. Conteúdo:
Responsável Médico e equipe de enfermagem.
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Descrição Técnica:
Orientação ao paciente/ Familiares:
Explicar o procedimento ao paciente, pedindo sua ajuda para obter um melhor
resultado dando atenção a possíveis queixas sinalizando o médico da sala se
necessário.
Descrição do procedimento:
1. Acolher o paciente, conferir a solicitação do exame e a ficha de atendimento;
2. Verificar se o paciente está apto a fazer o exame, se fez suspensão de
medicamentos conforme orientação médica com antecedência, se está com
roupa adequada para o exame (calça confortável e tênis). Caso não esteja no
preparo adequado o paciente possivelmente será reagendado.
3. Acomodar o paciente na sala pré-exame;
4. Higienizar as mãos;
5. Calçar luvas de procedimento;
6. Orientar o paciente sobre o exame;
7. Verificar a pressão arterial, peso, altura e se faz uso de medicações contínuas
e anotar na ficha de atendimento (Anamnese);
8. Limpar a pele do tórax, com gaze e álcool a 70%, nos pontos onde serão fixados
os eletrodos. Se necessário fazer tricotomia;
9. Monitorizar o paciente com eletrodos nas seguintes localizações:
• V-1. Quarto espaço intercostal direito na margem direita do esterno, (Na
linha do Mamilo);
• V-2. Quarto espaço intercostal esquerdo do esterno, (Na linha do mamilo);
• V-3. Deve ser posicionado entre o V-2 e o V- 4;
• V-4. Deve ser posicionado no Quinto espaço intercostal na linha
Hemiclavilar;
• V-5. Dever ser posicionado na Linha axilar anterior no mesmo nível que o
V-4;
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• V-6. Deve ser posicionado na linha média axilar ao mesmo nível que o V-4
e o V-5;
• M-A – (Azul); Esterno superior;
• BD= Braço direito; linha média clavicular direita;
• BE= Braço esquerdo; linha média clavicular esquerda;
• PD= Perna direita (Equivale); posicionar na região abdominal inferior a
última costela direita;
• PE= Perna esquerda (Equivale); posicionar na região abdominal inferior a
última costela esquerda;
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13. Após orientação médica, retirar os cabos do tórax do paciente, deixar que
coloque suas roupas e orientar para aguardar a entrega do resultado do seu
exame no hall de espera;
14. Após confecção do resultado do exame entregar ao paciente.
15. Ao término de todos os procedimentos anotarem a produção diária no livro ATA
que fica dentro da sala, contabilizando os números de pacientes que foram
agendados, pacientes que realizaram o exame, encaixes, faltas e outras
informações relevantes;
16. Passar as informações diariamente ao enfermeiro responsável pelo setor e ao
responsável pelo faturamento. (DIÁRIAMENTE).
17. Lembrando que essas informações/Valores devem ser EXATAMENTE
IGUAIS, pois influenciam diretamente na produção diária e mensal;
18. Fazer a limpeza concorrente da sala e equipamentos, repor os materiais
necessários manter a organização e comunicar a equipe de limpeza para a
limpeza terminal;
19. Pedidos de materiais deverão ser feitos antecipadamente obedecendo aos
critérios internos;
20. Organizar a sala.
Observações:
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7. Bibliografia Consultada:
• Normatização de técnicas e equipamentos para realização de exames em
ergonometria e ergoespirométrica. Arqui. Bras. Cardiol. [online]. 2003, vol.80, n.4
[cited 2016-10-19],PP.457-464;
• Meneghelo RS, Araujo CGS, Stein R, Mastrocolla LE, Albuquerque PF, Serra SM,
etal/Sociedade Brasileira de Cardiologia. lll Diretrizes da Sociedade Brasileira de
Cardiologia sobre Teste Ergométroco. Arq Bras Cardiol 2010;95(5 Sulpl 1):1-26.
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1. Abreviaturas:
POP Protocolo operacional padrão
FA Ficha de atendimento
BO Boletim de ocorrência
2. Introdução:
Nascimento e morte são fenômenos universais e acontecimentos únicos da
experiência humana. A morte é o cessar da vida, difícil para o próprio indivíduo, sua
família, amigos e as pessoas que cuidam dele.
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3. Objetivos:
• Manter o corpo limpo e identificado, evitar a saída de odores e secreções, e dispor
o corpo em posição adequada antes da rigidez cadavérica.
4. EPIs:
• Avental de mangas compridas;
• Luvas de procedimentos;
• Máscara;
• Óculos de proteção;
• Sapatos fechados impermeáveis.
5. Materiais:
• Rolo de fita crepe;
• Biombo, se necessário;
• Hamper;
• Algodão ou gaze;
• Fita crepe ou micropore;
• Atadura de crepe de 15cm ou 20 cm;
• Lâmina de bisturi ou tesoura;
• Cobertura descartável para cadáver com tamanho adequado;
• Lençol descartável ou de tecido;
• Etiquetas para identificação do corpo;
• Saco plástico descartável.
6. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro, técnico e auxiliar de enfermagem.
Descrição Técnica:
1. Higienizar as mãos;
2. Vestir os EPI’s;
3. Colocar biombo, se necessário;
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Enfermeiro:
1. Fazer anotação de Enfermagem em prontuário ou FA descrevendo o ocorrido
no momento do óbito com detalhes do atendimento, os cuidados pós óbito e o
encaminhamento do corpo, com data, horário, assinatura e carimbo;
2. Solicitar a equipe de limpeza e higiene que realize limpeza terminal na sala;
3. Digitar o rol de pertences do cadáver, imprimir em duas 02 vias, entregar ao
familiar/acompanhante e solicitar que assine o recebimento, anexando em
prontuário ou FA esta via assinada;
4. No caso de cadáver sem familiar/acompanhante, digitar o rol de pertences do
cadáver, imprimir em duas 02 vias, anexar 01 via em prontuário ou FA, e a outra
anexar no saco plástico com os pertences do mesmo.
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o óbito, data e hora da retirada do corpo pelo SVO ou IML, número da viatura e
nome do motorista do SVO ou IML.
“Permitir que a família permaneça algum tempo junto ao seu ente querido,
antes de envolver o corpo na cobertura de óbito”
Observações:
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7. Bibliografia Consultada:
• ROSS, Elisabeth Kubler. Sobre a Morte e o Morrer. Traduzido por Paulo Menezes.
4ª Tiragem. Ed. Fontes, 2005, p. 12 – 13;
• POTTER, Patrícia A; PERRY, Anne G. Grande Tratado de Enfermagem Prática
Clínica e Prática Hospitalar. 3º ed. Ed. Santos São Paulo, 1998, p.388 – 399;
• RIBEIRO, M. C.; BARALDI, S.; SILVA, M. J. P. A percepção da equipe de
enfermagem em situação de morte: ritual do preparo do corpo “pós-morte”. Rev.
Esc. Enfermagem., v. 32, n. 2, p. 117-23, 1998.
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1. Abreviaturas:
RCP Ressuscitação cardiopulmonar
s/n Se necessário
2. Introdução:
Parada cardiorrespiratória é a interrupção súbita da circulação sistêmica, da
atividade mecânica ventricular e ventilatória, que pode ser reversível por intervenção
imediata, mas leva à morte na sua ausência.
Ressuscitação Cardiopulmonar é um conjunto de manobras realizadas durante uma
PCR, com o objetivo de manter artificialmente a circulação de sangue ao cérebro e a
outros órgãos vitais até o retorno da circulação espontânea.
Diagnóstico
• Inconsciência;
• Ausência de movimentos ventilatórios (apneia) ou respiração agônica (gasping);
• Ausência de pulso central.
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3. Objetivos:
• Capacitar todos profissionais de saúde para atendimento de suporte básico de vida
em urgências e emergências;
• Reconhecimento precoce de sinais de parada cardiorrespiratória (PCR);
• Administrar RCP de alta qualidade.
4. EPIs:
• Avental;
• Luvas de procedimento;
• Óculos de proteção.
5. Materiais:
• Carro de emergência;
• Desfibrilador;
• Gel condutor;
• Ambú com reservatório de oxigênio;
• Materiais para intubação orotraqueal s/n.
6. Conteúdo:
Responsável: Médico, enfermeiro, auxiliar e técnico de enfermagem
Descrição Técnica:
1. Cadeia de sobrevivência
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2. Vigilância e prevenção
• Avaliar sinais e sintomas.
3. Reconhecimento
• Verifique se a vítima responde;
• Ausência de ventilação ou apenas gasping (ou seja, sem ventilação normal);
• Nenhum pulso sentido em 10 segundos (A verificação da ventilação e do pulso
pode ser feita simultaneamente, em menos de 10 segundos);
4. Acionamento
• Acione o serviço médico de emergência ou o time de ressuscitação assim que
constatar que a vítima não responde ou depois que identificar parada
respiratória ou PCR;
• Se estiver sozinho, chamar ajuda, deixe a vítima e acione o serviço médico de
emergência e obtenha um DEA/monitor/desfibrilador antes de iniciar a RCP;
• Do contrário, peça que alguém acione o serviço e inicie a RCP imediatamente:
Use o DEA/monitor/desfibrilador assim que estiver disponível.
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5. Verificação do pulso
• Verifique se há pulso por 10 segundos no máximo;(carotídeo em adulto);
• Se pulso ausente: aplicar RCP (começar com compressões torácicas e
executar ciclos de 30 compressões e 2 ventilações) até a chegada do
DEA/monitor/desfibrilador;
• Se pulso presente, mas sem ventilação: abra a via aérea e aplique ventilação
de resgate (1 ventilação a cada 5 ou 6 seg. em adultos) Verifique novamente
se há pulso a cada 2 min.
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6. Sequência de atendimento
7. Compressões
• Inicie a RCP com 30 compressões torácicas;
• Comprima com força (pelo menos 5 cm) e rapidez (100-120/min) e aguarde o
retorno total do tórax;
• Minimize interrupções nas compressões;
• Evite ventilações excessiva;
• Alterne as pessoas que aplicam as compressões a cada 2 minutos ou antes se
houver cansaço;
• Sem via aérea avançada, relação compressão-ventilação de 30:2.
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9. Ventilação
• Administre ventilações que produzam elevação do tórax, Solte totalmente;
permita exalação entre as ventilações. Após 2 ventilações, reinicie
imediatamente as compressões torácicas. Cada insuflação deve durar cerca de
1 segundo.
10. Desfibrilação
• Coloque e use o DEA /monitor/ desfibrilador assim que ele estiver disponível.
Minimize interrupções nas compressões torácica antes e após o choque. Se
não houver necessidade de choque, e após a administração de qualquer
choque, reinicie imediatamente a RCP, começando com compressões
torácicas.
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Observações:
7. Bibliografia Consultada:
• America Heart Associacion. Suporte Básico de Vida para profissionais de
saúde. ILCOR, 2015;
• American Heart Association (AHA) - Manual 2015 de Atendimento
Cardiovascular de Emergência;
• Guidelines 2015 RCP e ACE;
• Atualização, American Heart Association (AHA) 2017, 2018.
• Manual de enfermagem em emergências. 1. ed. São Paulo: Atheneu Editora,
2014.
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1. Abreviaturas:
EPI Equipamento de proteção individual
2. Introdução:
Consiste na retirada de fios, colocados para aproximar as bordas de uma lesão, com
intuito de facilitar a cicatrização.
3. Objetivos:
• Retirar os pontos cirúrgicos após o processo de cicatrização.
4. EPIs:
• Avental;
• Luvas de procedimento.
5. Materiais:
• Tesoura íris;
• Gaze;
• Pinça Kelly ou Anatômica ou dente de Rato ou kocher;
• Luvas de Procedimento;
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6. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro, técnicos e auxiliares de enfermagem
Descrição Técnica:
1. Preparar a sala separando o material que irá utilizar;
2. Chamar o paciente pelo nome e sobrenome e explicar o procedimento;
3. Preparar o material (abrir kit de retirada de pontos usando técnica asséptica e
colocar o cabo das pinças voltadas para a borda proximal do campo);
4. Higienizar as mãos e calçar as luvas de procedimento;
5. Expor a região da retirada de pontos, proporcionando privacidade ao paciente;
6. Realizar antissepsia do local de retirada dos pontos - umedecer a gaze com SF
0,9% promovendo a limpeza do local, a partir da incisão cirúrgica (área menos
contaminada), se a ferida estiver limpa, deverá ser iniciada a limpeza no sentido de
dentro para fora);
7. Tracionar o ponto pelo nó e cortá-lo, com a tesoura ou bisturi, em um dos lados
junto ao nó;
8. Realizar retirada dos pontos alternadamente, e proceder a retirada total no caso
de não haver alterações;
9. Colocar os pontos retirados sobre uma gaze para conferência e após desprezá-
los;
10. Fazer leve compressão no local com gaze seca;
11. Encaminhar kit curativo ao expurgo;
12. Retirar as luvas e higienizar as mãos;
13. Realizar anotação de enfermagem no prontuário conforme legislação
profissional;
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7. Bibliografia Consultada:
• Secretaria Municipal Da Saúde. Manual técnico: normatização das rotinas e
procedimentos de enfermagem nas Unidades Básicas de Saúde / Secretaria da
Saúde, Coordenação da Atenção Básica. 2. ed. - São Paulo: SMS, 2014. 162 p. –
(Série Enfermagem).
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Rua Cássio de Campos Nogueira, 2031 – CEP: 04829-310
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MANUAL DE NORMAS, ROTINAS E POPS DE ENFERMAGEM
DO HOSPITAL DIA REDE HORA CERTA CAPELA DO SOCORRO
Cicero Vicente Alves Esperança Santos de Abreu Dirce Ferreira dos Santos
1. Abreviaturas:
EPI Equipamento de proteção individual
s/n Se necessário
2. Introdução:
Tricotomia é a raspagem dos pelos em determinada região do corpo com a finalidade
de preparar o paciente para cirurgia, curativos e procedimentos.
3. Objetivos:
• Preparar a pele do paciente para execução de cirurgia, curativos e outros
procedimentos.
4. EPIs
• Óculos protetor;
• Avental;
• Luvas de procedimento.
5. Materiais:
• Aparelho de barbear descartável;
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6. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro, técnicos e auxiliares de enfermagem
Descrição Técnica:
1. Higienizar as mãos;
2. Reunir o material a ser utilizado na bandeja;
6. Apresentar-se ao paciente e explicar o procedimento que será realizado;
7. Respeitar a privacidade do paciente, usando biombo se necessário;
8. Calçar as luvas;
9. Posicionar o paciente;
10. Expor a área a ser tricotomizada para verificar as condições da pele;
11. Umedecer a região com água e sabonete líquido, com o uso de gazes, até
formar espuma abundante;
12. Raspar os pelos no sentido da sua inserção, evitando pressionar o aparelho
contra a pele prevenindo irritação e/ou cortes;
13. Tracionar a pele com auxílio de gazes ao passar o aparelho para evitar cortar o
paciente e facilitar a raspagem;
14. Limpar a região para retirar os pelos com o auxílio de gaze seca;
15. Enxugar a região com papel toalha;
16. Desprezar o aparelho de barbear na caixa de perfurocortante e o restante do
material no lixo infectante;
17. Retirar as luvas e higienizar as mãos;
18. Registrar o procedimento no prontuário ou impresso próprio conforme legislação
profissional.
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7. Bibliografia Consultada:
• VOLPATO, Andréa Cristina Bressane; Passos, Vanda Cristina dos Santos.
Técnicas Básicas de enfermagem. Martinari. 4 ed. São Paulo, 2015;
• OLIVEIRA, J. F. Manual de Procedimentos Operacionais Padrão (POP) de
Enfermagem - Tricotomia. Secretaria Municipal de Campinas. SP, 2014;
• POTTERE, Patrícia. PERREY, Anne. Procedimentos e Competências de
enfermagem. 8°ed. Rio Janeiro: Elsevier, 2015;
• Manual de Normas, Rotinas e Procedimentos de enfermagem. Secretaria da
Saúde, Coordenação de Atenção Básica. 2ª edição, São Paulo, SMS, 2015.
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1. Abreviaturas:
FA Ficha de atendimento
Cm Centímetros
EPI Equipamento de proteção individual
PVPI Iodopovidona ou povidona-iodo
S/N Se necessário
SVD Sondagem vesical de demora
% Porcetagem
SAE Sistematização da assistência de enfermagem
2. Introdução:
É a introdução de um cateter estéril através da uretra até bexiga, com o intuito de
esvaziamento vesical. Este procedimento é indicado para a obtenção de urina
asséptica para exame, descompressão da bexiga em pacientes com retenção
urinária, monitoramento do débito urinário de horário, no diagnóstico das patologias
traumáticas do trato urinário, em reparos cirúrgicos e no pós operatório, em pacientes
inconscientes , para instalar medicação no interior da bexiga, para mensurar a urina
residual e nos casos de bexiga neurogênica, por falta de controle esfincteriano
adequado, entre outras indicações.
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3. Objetivos:
4. EPIs:
• Óculos de proteção;
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• Máscara;
• Luvas de procedimento;
• Luva estéril;
• Avental.
5. Materiais:
• Pacote de cateterismo vesical esterilizado contendo cuba rim, cuba redonda, gaze,
pinça Cheron ou Pean, campo fenestrado;
• Cateter vesical (cateter de Folley de 2 ou 3 vias conforme prescrição médica) de
tamanho adequado ao paciente, observando idade, peso, altura;
• Bolsa coletora de urina (sistema fechado);
• Seringa de 20 ml;
• Seringa de 10 ml;
• Agulha 40 x12 para aspiração;
• Solução tópica antisséptica (PVPI tópico) ou clorexidina aquosa à 0,2% para
pacientes alérgicos;
• Soro fisiológico;
• Água destilada;
• Geleia anestésica;
• Filme transparente ou micropore;
• Lençol descartável;
• Saco plástico para lixo (branco);
• Biombo, s/n;
• Material para higiene íntima (toalha ou gaze, sabão líquido, jarro com água morna);
• Se houver necessidade de geleia anestésica, a mesma pode ser prescrita pelo
enfermeiro.
6. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro
Descrição Técnica:
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23. Segurar o pênis com uma gaze, com a mão não dominante, mantendo-o
perpendicular ao abdome;
24. Afastar o prepúcio com o polegar e o indicador da mão não dominante. Essa
mão deve permanecer imóvel no local até o término do procedimento;
25. Com a pinça montada com gaze e solução antisséptica, fazer antissepsia,
obrigatoriamente, do meato uretral para a periferia (trocar as luvas se usar
material descartável);
26. Injetar a geleia anestésica na uretra com a seringa e pressionar a glande de 30
a 60 segundos, a fim de evitar o refluxo da geleia;
27. Com a mão dominante, inserir suavemente o cateter até a sua bifurcação (18 a
20 cm) com movimentos circulares, mantendo o pênis elevado
perpendicularmente, e baixá-lo lentamente facilitando a passagem na uretra
bulbar;
28. Diante de resistência, não tentar inserção forçada do cateter;
29. Após o retorno da urina, insuflar o balão e tracionar delicadamente a sonda até
encontrar resistência. Observar o retorno da urina;
30. Remover o excesso de geleia da glande e recobri-la com o prepúcio, a fim de
evitar edema da mesma;
31. Fixar o cateter na parte inferior do abdome com micropore para o lado onde
estiver a bolsa coletora, ou na região hipogástrica (profilaxia de fístulas uretrais);
32. Orientar o paciente quanto aos cuidados com o cateter e a bolsa coletora: não
elevar a bolsa coletora acima do nível vesical e comunicar em caso de sinais
inflamatórios;
33. Recolher o material e retirar as luvas;
34. Higienizar as mãos;
35. Realizar anotações de enfermagem no prontuário ou na FA do paciente com
data, horário, procedimento realizado, número da sonda utilizada, aspecto da
urina, quantidade drenada, intercorrências e orientações dadas. Carimbar e
assinar com letra legível;
36. Deixar o ambiente e o material em ordem;
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Observações:
• Luvas de procedimento;
• Recipiente para lixo;
• Máscara e óculos.
Técnica de Retirada:
1. Explicar, orientar o paciente sobre o procedimento a ser realizado;
2. Na troca da sonda de demora, clampear a sonda, em uso, 20 minutos antes de
preparar o material para a retirada dela;
3. É importante, antes de proceder a troca da sonda, investigar junto ao paciente
como foi a última troca, ou seja, quais foram as intercorrências.
4. Preparar o material a ser utilizado;
5. Higienizar as mãos;
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6. Calçar as luvas;
7. Remover a fita de fixação da sonda, cuidadosamente;
8. Desinflar totalmente, o balão com auxílio da seringa;
9. Remover lentamente o cateter;
10. Realizar higiene íntima;
11. Organizar o ambiente;
12. Retirar as luvas e higienizar as mãos;
13. Registrar todo procedimento executado em prontuário ou FA, o tempo de
permanência da sonda e alterações existentes;
14. Desprezar o resíduo em local apropriado;
Observações:
• Após a retirada da sonda vesical de demora, deve-se orientar o aumento da
ingestão hídrica e estimular o paciente a realizar micção espontânea ainda na
unidade, e só assim ser liberado para o seu domicílio.
7. Bibliografia Consultada:
• Manual de Normas, Rotinas e Procedimentos de enfermagem. Secretaria da
Saúde, Coordenação de Atenção Básica. 2ª edição, São Paulo, SMS, 2015;
• MOTTA, Ana Letícia Carnevalli. Normas, rotinas e Técnicas de Enfermagem. 6º
ed. revisada. Iátria. São Paulo, SP, 2011;
• BRASILEIRO, Marislei de Souza Espindola. Procedimentos Operacionais
Padrão: Semiologia e Semiotécnica em Enfermagem. Goiânia, 2013.
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1. Abreviaturas:
CVA Cateterismo vesical de alívio
SF Soro Fisiológico
FA Ficha de Atendimento
cm Centímetros
SAE Sistematização da assistência de enfermagem
EPI Equipamento de proteção individual
PVPI Iodopovidona ou povidona-iodo
S/N Se necessário
SVD Sondagem vesical de demora
% Porcentagem
2. Introdução:
É a introdução de um cateter estéril através da uretra até bexiga, com o intuito de
esvaziamento vesical. Este procedimento é indicado para a obtenção de urina
asséptica para exame, descompressão da bexiga em pacientes com retenção urinária,
monitoramento do débito urinário de horário, no diagnóstico das patologias
traumáticas do trato urinário, em reparos cirúrgicos e no pós operatório, em pacientes
inconscientes , para instalar medicação no interior da bexiga, para mensurar a urina
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Rua Cássio de Campos Nogueira, 2031 – CEP: 04829-310
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3. Objetivos:
• Alívio imediato do paciente na excreta da urina e tratar as incontinências e retenção
urinária;
• Coleta de amostras de urina para exame.
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4. EPIs:
• Luvas de procedimento;
• Luvas estéreis;
• Óculos de proteção;
• Máscara;
• Gorro;
• Avental.
5. Materiais:
• Pacote de cateterismo vesical esterilizado contendo cuba rim, cuba redonda, gaze,
pinça Cheron ou Pean, campo fenestrado;
• Cateter vesical (cateter de Folley de 2 ou 3 vias conforme prescrição médica) de
tamanho adequado à paciente, observando idade, peso e altura);
• Bolsa coletora de urina (sistema fechado);
• Seringa de 20 ml para assepsia;
• Seringa de 10 ml;
• Agulha 40x12 para aspiração;
• Solução tópica antisséptica (PVPI tópico) ou clorexidina aquosa à 0,2% para
pacientes alérgicos;
• Soro fisiológico;
• Água destilada;
• Geleia anestésica;
• Filme transparente ou micropore;
• Lençol descartável;
• Saco plástico para lixo (branco);
• Biombo, s/n;
• Material para higiene íntima (toalha ou gaze, sabão líquido, jarro com água morna);
• Se houver necessidade de geleia anestésica, ela pode ser prescrita pelo
enfermeiro.
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6. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro
Descrição Técnica:
1. Explicar o procedimento e sua finalidade a paciente;
2. Promover um ambiente iluminado;
3. Higienizar as mãos;
4. Vestir avental, colocar máscara, óculos e calçar as luvas para procedimento;
5. Preservar a privacidade da paciente e usar o biombo s/n;
6. Encaminhar a paciente para a higiene íntima, caso seja possível a mesma
realizá-la;
7. Realizar a higiene íntima com água e sabão líquido ou outro produto para
higiene, caso não tenha sido realizada previamente;
8. Colocar a paciente em posição ginecológica, protegendo-a com lençol;
9. Retirar as luvas de procedimento;
10. Higienizar as mãos;
11. Abrir com técnica asséptica o pacote do cateterismo sobre o leito, entre as
pernas da paciente, em posição diagonal com a ponta próxima à região glútea;
12. Colocar sobre o campo as seringas, agulhas e as gazes. Abrir o invólucro do
cateter vesical, colocando-o na cuba rim;
13. Colocar o antisséptico na cuba redonda;
14. Abrir a embalagem do coletor, colocando a ponta da extensão sobre o campo;
15. Realizar assepsia da ampola de água destilada com álcool á 70%;
16. Abrir a ampola de água destilada e deixá-la sobre a mesa de cabeceira;
17. Colocar a geleia anestésica;
18. Calçar as luvas estéreis com técnica asséptica;
19. Aspirar a água destilada com a seringa e agulha com auxílio de outra pessoa
s/n, e colocá-la sobre o campo;
20. Testar o balão e válvula do cateter introduzindo a quantidade de água
recomendada pelo fabricante;
21. Conectar a extensão do coletor à sonda;
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Cateterismo de Alívio:
1. Retirar o cateter (terminado a drenagem) e anotar o volume urinário;
2. Colher amostra de urina, se necessário.
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Materiais:
• Seringa de 20 ml;
• Pacote de gaze;
• Avental e luvas de procedimento;
• Máscara e óculos;
• Recipiente para lixo.
Técnica de Retirada:
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Observações:
7. Bibliografia Consultada:
• Manual de Normas, Rotinas e Procedimentos de enfermagem. Secretaria da
Saúde, Coordenação de Atenção Básica. 2ª edição, São Paulo, SMS, 2015;
• MOTTA, Ana Letícia Carnevalli. Normas, rotinas e Técnicas de Enfermagem. 6º
ed. revisada. Iátria. São Paulo, SP. 2011, p. 112;
• BRASILEIRO, Marislei de Souza Espíndola. Procedimentos Operacionais Padrão:
Semiologia e Semiotécnica em Enfermagem. Goiânia, 2013.
Hospital Dia Rede Hora Certa Capela do Socorro PÁGINA 300 DE 370
Rua Cássio de Campos Nogueira, 2031 – CEP: 04829-310
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1. Abreviaturas:
2. Introdução:
Equipamento eletrônico utilizado em procedimentos cirúrgicos, para corte e
coagulação de tecidos.
3. Objetivos:
• Orientar o seu uso e manuseio, para evitar queimaduras devido ao mau uso do
equipamento. Tem a finalidade de coagular, dissecar e fulgurar (coagulação
artificial).
4. EPIs:
• Avental;
• Luvas de procedimento.
5. Materiais:
• Bisturi elétrico;
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Rua Cássio de Campos Nogueira, 2031 – CEP: 04829-310
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• Pedal;
• Cabo da placa isolante;
• Placa isolante descartável ou permanente (adulto ou infantil);
• Caneta de bisturi esterilizada;
• Gel.
6. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro, técnicos e auxiliares de enfermagem
Descrição Técnica:
1. Higienizar as mãos;
2. Conectar o bisturi na rede elétrica;
3. Verificar se o fio da placa neutra não está rompido, se a placa é adequada ao
eletrocautério disponível na sala e se o sistema de alarme de desconexão da placa
está funcionando;
4. Retirar substâncias inflamáveis, tais como antissépticos da proximidade do
paciente;
5. Calçar as luvas;
6. Colocar a placa com gel após o paciente estar na correta posição (deitado ou
sentado com placa na panturrilha) e zelar para que não haja deslocamento da peça
quando houver mudança de posição. Proibido o posicionamento da placa em pele
lesionada, áreas com saliência óssea, próteses metálicas, tatuadas (principalmente
de coloração avermelhada) e com excesso de pelos;
[Link] o plug do cabo da placa afastado do corpo do paciente para não causar
lesões de pele em decorrência da pressão;
8. Colocar a placa de retorno o mais próximo possível do local de cirurgia;
9. Manter o paciente sobre uma superfície seca, sem contato com partes metálicas
da mesa de cirurgia;
10. Conectar o cabo da placa no bisturi;
11. Aguardar que o cirurgião forneça a extensão da caneta do bisturi e conectá-la
ao equipamento;
Hospital Dia Rede Hora Certa Capela do Socorro PÁGINA 302 DE 370
Rua Cássio de Campos Nogueira, 2031 – CEP: 04829-310
Jardim das Imbuias - Tel. (11) 5929-5960
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Observação:
• Iniciar o uso de bisturi elétrico a partir de baixas potências tanto para o corte
como para coagulação aumentando valores até o ponto desejado.
7. Bibliografia Consultada:
• Protocolo Operacional Padrão: Normas e Rotinas da Enfermagem. Produzido pelo
Serviço de Educação em Enfermagem da Divisão de Enfermagem do HC-UFTM-
Uberaba, 2016. 241p;
• SOBECC – Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material
Esterilizado – Práticas Recomendadas – 5ª Edição – São Paulo, 2009;
• Associação Paulista de Epidemiologia e Controle de Infecção relacionada a
Assistência a Saúde (APECIH) Limpeza; Desinfecção e Esterilização de artigos
em serviços de saúde, São Paulo – 1ª edição.
Hospital Dia Rede Hora Certa Capela do Socorro PÁGINA 303 DE 370
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Alves de Abreu Paraizo
1. Abreviaturas:
SAEP Sistematização da Assistência de Enfermagem Peri operatória
2. Introdução
Paciente cirúrgico é todo o paciente que será submetido a algum procedimento
cirúrgico. No caso de Hospital dia, será submetido a pequeno e/ou médio
procedimento. O paciente deve ser recebido com gentileza e cordialidade para aliviar
suas apreensões e ansiedade.
3. Objetivo
• Prestar serviços de enfermagem especializados aos pacientes em seguimento
cirúrgico com vistas à promoção do restabelecimento da saúde;
• Prestar assistência de enfermagem na chegada do paciente à unidade cirúrgica;
Hospital Dia Rede Hora Certa Capela do Socorro PÁGINA 304 DE 370
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4. EPIs:
• Luvas de procedimentos;
• Gorro;
• Propés;
• Roupa privativa.
5. Materiais:
• Álcool 70%;
• Algodão ou gaze;
• Kit punção venosa;
• Termômetro;
• Impresso – Sistematização da Assistência de Enfermagem Peri operatória;
• Pulseira de Identificação;
• Roupa específica para o paciente que será operado;
• Prontuários do paciente de acordo com o mapa, contendo exames pré-operatórios;
• Impressos para compor o prontuário do paciente;
• Estetoscópio e esfigmomanômetro;
• Oxímetro digital;
• Glicosímetro com tiras reagentes e lancetas.
6. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro, técnicos e auxiliares de enfermagem
Descrição Técnica:
Admissão
Hospital Dia Rede Hora Certa Capela do Socorro PÁGINA 305 DE 370
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Hospital Dia Rede Hora Certa Capela do Socorro PÁGINA 306 DE 370
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Centro cirúrgico
• Na sala de cirurgia antes da indução anestésica, aplicar o checklist de cirurgia
segura.
Alta
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Observação:
8. Referências Bibliográficas:
• Enfermagem em Centro Cirúrgico e Recuperação Anestésica, 2ª edição, 2016
Editora Manole;
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1. Abreviaturas:
CC Centro Cirúrgico
CME Central de Material e Esterilização
EPI Equipamento de Proteção Individual
EPC Equipamento de Proteção Coletiva
FIE Ficha de Investigação Epidemiológica
UVIS Unidade de vigilância em Saúde
HIV Vírus da imunodeficiência humana
VHB Vírus da hepatite B
VHC Vírus da hepatite C
SAE Serviço de assistência especializada
SINAN Sistema de informação de agravos de notificação
CAT Comunicação de acidente de trabalho
RH Recursos humanos
2. Introdução:
A Biossegurança nos serviços de saúde visa reduzir o risco de transmissão de
microrganismos a partir de fontes conhecidas ou não, propondo a utilização de
precauções padrão. As precauções padrão incluem o uso de barreiras, como os EPI’s
e EPC’s, que devem ser aplicadas toda vez que houver a possibilidade de contato
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com sangue, secreções, excreções e/ou fluídos corpóreos, de pele não íntegra e
mucosas, com exceção do suor.
3. Objetivos:
• Oferecer fundamentos sobre biossegurança para que os profissionais possam
reduzir os riscos de exposição a materiais biológicos e agravos infecciosos.
4. Conteúdo:
Responsável: Todo Profissional que tem contato direto com paciente
Descrição:
Exposição a material de risco de acidente biológico:
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1. Lavar abundantemente o local com água e sabão. O contato com pele íntegra
possivelmente não constitui situação de risco;
2. Após exposição da mucosa lavar com soro fisiológico 0,9% ou água corrente
em abundância, repetindo a operação por várias vezes;
3. Não fazer espremedura do local ferido, pois há um aumento da área lesada e,
consequentemente, aumento da exposição ao material infectante;
4. Não usar soluções irritantes como hipoclorito de sódio;
5. Se o profissional se acidentar com o paciente tendo sorológica desconhecida,
aconselhar o paciente a colher material para realização das sorologias (HIV,
VHB e VHC);
6. Encaminhar o funcionário ao centro de referência SAE Dutra para realização de
teste rápido e iniciar profilaxia;
7. Realizar o acompanhamento sorológico do funcionário acidentado por 6 meses
(data do acidente, 6 semanas, 3 meses e 6 meses);
8. A recusa do profissional acidentado em realizar as sorologias ou profilaxias
específicas quando indicadas ou o acompanhamento sorológico, deve ser
registrada em prontuário funcional;
9. O funcionário deve ser atendido nas primeiras 2 horas após o acidente e no
máximo, até 72 horas após o acidente;
10. A indicação terapêutica deve ser cautelosa e precisa.
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Notificação
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5. Bibliografia Consultada:
• Secretaria da Saúde de São Paulo. Manual técnico: procedimento e legislação
para risco biológico – Biossegurança na saúde nas Unidades Básicas de Saúde/
Secretaria da Saúde, Coordenação da Atenção Básica. 2. ed. - São Paulo: SMS,
2015. Atualizado em 2016 104 p. – (Série Enfermagem).
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1. Abreviaturas:
FA Ficha de Atendimento
SF Soro Fisiológico
O2 Oxigênio
2. Introdução:
Consiste na administração de oxigênio em concentração superior de pressão à
encontrada na atmosfera ambiental ou na administração de drogas diretamente ao
trato respiratório.
3. Objetivos:
● Umidificar as vias aéreas, fluidificar secreções da membrana mucosa do trato
respiratório facilitando sua expulsão e ajudar no tratamento medicamentoso de
doenças, reduzindo o esforço ventilatório e prevenindo lesões causadas por
hipóxia.
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4. EPIs:
● Luvas de procedimento;
● Máscara.
5. Materiais:
● Bandeja;
● Máscara e reservatório para inalação;
● Extensão de látex;
● Régua ou torpedo de oxigênio ou ar comprimido;
● Fluxômetro;
● Frasco ampola de SF 0,9%;
● Seringa descartável de 10ml;
● Agulha 40 x 12;
● Medicamento prescrito (se houver);
● Toalha descartável;
● Prescrição médica.
6. Conteúdo:
Responsável Enfermeiro, Técnico e Auxiliar de Enfermagem
Descrição Técnica:
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Observações:
7. Bibliografia Consultada:
● Manual de Normas, Rotinas e Procedimentos de enfermagem. Secretaria da
Saúde, Coordenação de Atenção Básica. 2ª edição, São Paulo, SMS, 2015;
● MOTTA, Ana Letícia Carnevalli. Normas, rotinas e Técnicas de Enfermagem. 6º
ed. Revisada. Iátria. São Paulo, SP. 2011, p. 133.
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Cicero Vicente Esperança Santos Dirce Ferreira dos Sebastião Alves Paraizo
Alves de Abreu Santos
1. Abreviaturas:
EPI Equipamento de proteção individual
O2 Oxigênio
% Porcentagem
SF Soro fisiológico
° Graus
2. Introdução:
A oxigenoterapia refere-se à administração de oxigênio suplementar, com o objetivo
de aumentar ou manter a saturação de oxigênio acima de 90%, corrigindo assim os
danos causados pela hipoxemia. A administração de O2 numa concentração de
pressão superior à encontrada na atmosfera ambiental é utilizada para corrigir e
atenuar a deficiência de O2 ou hipóxia, aplicada tanto em situações clínicas agudas
quanto crônicas. O Cateter nasal permite um fluxo de 1-5 L/min.
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3. Objetivos:
• Aumentar a quantidade de O2 carreado no sangue pelas hemoglobinas até o
tecido.
4. EPIs:
• Luva de procedimento.
5. Materiais:
• Bandeja;
• Umidificador;
• Tubo extensor;
• Cateter nasal (adulto ou pediátrico);
• Água destilada (se prescrito);
• Fluxômetro;
• Micropore®;
• Gaze;
• Ampola de SF0,9% se necessário.
6. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro, técnicos e auxiliares de enfermagem
Descrição Técnica:
1. Higienizar as mãos;
2. Reunir o material a ser utilizado na bandeja;
3. Apresentar-se ao paciente e explicar o procedimento que será realizado;
4. Montar umidificador em régua de gases própria, com fluxômetro;
5. Conectar o cateter nasal a extensão e este ao umidificador;
6. Elevar a cabeceira do leito entre 30 à 45º;
7. Higienizar as mãos e calçar as luvas;
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Observação:
• Realizar revezamento do cateter nasal nas narinas a cada 8 horas e observar
integridade e o fluxo do cateter.
7. Bibliografia Consultada:
• Protocolo Operacional Padrão: Oxigenoterapia Hospitalar em Adultos e Idosos -
Unidade de Reabilitação do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do
Triângulo Mineiro – Uberaba: EBSERH – Empresa Brasileira de Serviços
Hospitalares, 2015;
• Oxigenioterapia. Disponível em [Link]
geral/doencas/oxigenoterapia/. Acesso em: 03/12/2018.
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Cicero Vicente Esperança Santos Dirce Ferreira dos Sebastião Alves Paraizo
Alves de Abreu Santos
1. Abreviaturas:
EPIs Equipamento de proteção individual
O2 Oxigênio
% Porcentagem
SF Soro fisiológico
° Graus
2. Introdução:
A oxigenoterapia consiste na administração de O2 numa concentração de pressão
superior à encontrada na atmosfera ambiental para corrigir e atenuar deficiência de
O2 ou hipóxia, aplicada tanto em situações clínicas agudas quanto crônicas. Permite
fluxos mais altos de 4 a 15L/min, sendo que na literatura visa-se utilizar essa máscara
com um fluxo até 8 L/min.
3. Objetivos:
• Aumentar a quantidade de O2 carreado no sangue pelas hemoglobinas até o
tecido.
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4. EPIs:
• Luvas de procedimento.
5. Materiais:
• Bandeja;
• Frasco com água destilada;
• Frasco de nebulização;
• Máscara de nebulização;
• Traquéia;
• Fluxômetro;
• Seringa de 20 ml.
6. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro, técnicos e auxiliares de enfermagem
Descrição Técnica:
1. Higienizar as mãos;
2. Reunir o material a ser utilizado na bandeja;
3. Apresentar-se ao paciente e explicar o procedimento que será realizado;
4. Elevar a cabeceira do leito entre 30 à 45º;
5. Abrir o reservatório do nebulizador e colocar água destilada até o nível indicado
e fechar;
6. Conectar o nebulizador em régua de gases própria, com fluxômetro;
7. Higienizar as mãos e calçar as luvas;
8. Segurar a traqueia/máscara e abrir/regular o fluxômetro, conforme prescrição
médica. Verifique se há borbulhamento no frasco;
9. Posicionar a máscara na face do paciente e encaixar o elástico;
10. Manter oximetria de pulso, observando por alguns minutos a saturação e
avaliando quanto a alívio dos sinais e sintomas, comunicando ao enfermeiro ou
médico a aferição da saturação;
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Observação:
7. Bibliografia Consultada:
• Protocolo Operacional Padrão: Oxigenoterapia Hospitalar em Adultos e Idosos –
Unidade de Reabilitação do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do
Triângulo Mineiro – Uberaba: EBSERH – Empresa Brasileira de Serviços
Hospitalares, 2015.
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Cicero Vicente Alves Esperança Santos de Abreu Dirce Ferreira dos Santos
1. Abreviaturas:
EPI Equipamento de Proteção Individual
2. Introdução:
É a verificação de todos os equipamentos a serem utilizados no atendimento de
emergência.
3. Objetivos:
• Conferir diariamente o correto funcionamento dos equipamentos de uso em
atendimentos de urgência e emergência, bem como mantê-los organizados,
realizando o registro em planilha específica.
4. Materiais:
• Checklist sala de emergência.
5. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro, técnico e auxiliar de enfermagem
Descrição:
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Observação:
Hospital Dia Rede Hora Certa Capela do Socorro PÁGINA 324 DE 370
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Anexo 1 - Checklist
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6. Bibliografia Consultada:
• BRASIL, Ministério da Saúde. Organização do material de emergência nos
serviços de unidades de saúde. Orientação da direção geral de saúde, Brasília,
2011.
• Manual técnico: normatização das rotinas e procedimentos nas de enfermagem
nas Unidades Básicas de Saúde / Secretária da Saúde, Coordenação da Atenção
Básica. 2ª edição – São Paulo: SMS, 2015;
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Rua Cássio de Campos Nogueira, 2031 – CEP: 04829-310
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Cicero Vicente Alves Esperança Santos de Abreu Dirce Ferreira dos Santos
1. Abreviaturas:
2. Introdução:
É a verificação de todos os medicamentos e materiais existentes no carro de
emergência.
3. Objetivos:
• Conferir semanalmente a validade e o lote dos medicamentos e materiais de uso
em atendimentos de emergência e providenciar a substituição dos mesmos.
4. Materiais
• Checklist do Carro de Emergência ( anexos 1 e 2 ).
5. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro, técnico e auxiliar de enfermagem
Descrição:
1. Verificar semanalmente a presença e o número do lacre antes de abrir o carro
de emergência para conferência;
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Observações:
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Anexo 1 – Checklist
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Hospital Dia Rede Hora Certa Capela do Socorro PÁGINA 330 DE 370
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Hospital Dia Rede Hora Certa Capela do Socorro PÁGINA 331 DE 370
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Anexo 2 – Checklist
6. Referências Bibliográficas:
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Cicero Vicente Alves Esperança Santos de Abreu Dirce Ferreira dos Santos
1. Abreviaturas:
RDC Resolução da Diretoria Colegiada
EPI Equipamento de Proteção Individual
PC Perfurocortante
2. Introdução:
Resíduo hospitalar é todo tipo de lixo proveniente do atendimento a pacientes,
materiais descartados por farmácias, hospitais, clínicas, postos de saúde, estúdios
de tatuagem, laboratórios de análises clínicas e demais organizações que produzem
quaisquer tipos de resíduos contendo secreções ou contaminações com restos
cirúrgicos humanos ou animais ou de qualquer estabelecimento de saúde.
De acordo com a Resolução RDC nº 306/2004 revisada pela RDC 222/2018,
os resíduos hospitalares são classificados como:
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3. Objetivos:
• Separar, acondicionar e identificar resíduos em embalagens adequadas para
coleta, transporte, armazenamento e disposição final. Deve ser de acordo com o
tipo do resíduo e os limites de enchimento devem ser obedecidos.
4. EPIs:
• Avental;
• Luvas de procedimentos;
• Máscara comum;
• Óculos.
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5. Materiais:
• Saco plástico branco com sinal de infectante;
• Caixa de perfurocortante;
• Saco plástico preto.
6. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro, Técnico e Auxiliar de Enfermagem
Descrição Técnica:
• Grupo A:
1 Utilizando os EPI’s, após o manejo com materiais que contenham resíduos com
presença de agentes biológicos que, por suas características, podem apresentar
risco de infecção, por exemplo: subgrupo A1 descarte de vacinas de
microrganismos vivos ou atenuados;
2 Deve desprezar os resíduos em lixeira com saco plástico branco leitoso, sacos
devem estar identificados com simbologia da substância infectante. É proibido o
esvaziamento dos sacos ou seu reaproveitamento;
3 Utilizando o pedal da lixeira para abertura da tampa, o profissional deve
desprezar o material de forma que os mesmos preencham até 2/3 do volume da
embalagem, possibilitando que esta seja amarrada com um nó acima do
conteúdo, para evitar o transbordamento na hora da coleta;
4 O procedimento precisa ser realizado de forma a não permitir rompimento.
• Grupo D:
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• Grupo E:
Hospital Dia Rede Hora Certa Capela do Socorro PÁGINA 336 DE 370
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Observação:
7. Bibliografia Consultada:
• Associação Paulista de Epidemiologia e Controle de Infecção Relacionada a
Assistência à Saúde (APECIH), Higiene, Desinfecção Ambiental e Resíduos
Hospital Dia Rede Hora Certa Capela do Socorro PÁGINA 337 DE 370
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Hospital Dia Rede Hora Certa Capela do Socorro PÁGINA 338 DE 370
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1. Abreviaturas:
EPI Equipamento de proteção individual
2. Introdução:
Queda é o deslocamento não intencional do corpo para um nível inferior à posição
inicial, provocado por circunstâncias multifatoriais, resultando ou não em dano.
Considera-se queda quando o paciente é encontrado no chão ou quando, durante o
deslocamento, necessita de amparo, ainda que não chegue ao chão (MINISTERIO
DA SAUDE, 2013).
A queda pode ocorrer da própria altura, da maca, cadeira de rodas, poltrona, esteira,
trocador de fraldas, incluindo vaso sanitário. Dano é o comprometimento da estrutura
ou função do corpo e/ou qualquer efeito deletério dele oriundo, incluindo-se doenças,
dano ou lesão, sofrimento, incapacidade ou disfunção e morte. Pode, assim, ser físico,
social ou psicológico.
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Medidas gerais:
• O Hospital Dia da Rede Hora Certa Capela do Socorro adota medidas gerais para
a prevenção de quedas de todos os pacientes, independente do risco. Essas
medidas incluem a criação de um ambiente de cuidado seguro conforme legislação
vigente.
Medidas específicas:
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3. Objetivos:
• Padronizar condutas de avaliação de riscos através do Protocolo de Prevenção de
Quedas do Hospital Dia da Rede Hora Certa Capela do Socorro;
• Prevenir e reduzir a incidência de queda de pacientes e de danos decorrentes
desse evento, por meio da implementação de medidas que contemplem a
avaliação de risco do paciente, garantam o cuidado multiprofissional em um
ambiente seguro, e promovam a educação do paciente, familiares e profissionais;
• Nortear o atendimento imediato pós-queda;
• Fornecer indicadores para estratégias de segurança e melhoria da assistência à
saúde;
• Proporcionar atendimento assistencial efetivo, sistematizado, seguro e qualificado
aos pacientes e familiares.
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4. EPIs
• Avental;
• Luvas de procedimento;
• Óculos de proteção;
• Máscaras (se necessário).
5. Materiais
• Cadeira de rodas;
• Maca com grades;
• Pulseiras de identificação com bolinha vermelha.
6. Conteúdo:
Responsável: Equipe Multidisciplinar (Médico, enfermeiro, técnico/Auxiliar
em enfermagem)
Descrição Técnica:
Descrição das ações da Equipe do setor
Hospital Dia Rede Hora Certa Capela do Socorro PÁGINA 342 DE 370
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Enfermeiro:
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Rua Cássio de Campos Nogueira, 2031 – CEP: 04829-310
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Auxiliar/Técnico de Enfermagem:
Médico:
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Resultados Esperados:
1. Evitar as ocorrências;
2. Reduzir as complicações ocasionadas pela queda;
3. Promover a sensibilização da importância da segurança do paciente na
instituição;
4. Elevar o nível de segurança dos pacientes durante a internação.
Observações:
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Nome:_____________________________________________Data:____/____/_____
SUS:__________________________Prontuário:_________
Setor: ________________Hora do evento: ____:____Sexo: M ( ) F( ) Idade: ______anos
Houve dano ao paciente?
( ) Não houve dano
( ) Dano não grave (que não requer observação extra ou medicamentos)
( ) Dano grave (com perda da capacidade funcional que requer remoção para Hospital de
referência)
Necessitou de avaliação médica devido à queda?
( ) Sim ( ) Não
Foi necessário algum procedimento em decorrência da queda?
( ) Sim ( ) Não qual? ( ) curativo ( ) transferência para outro hospital
Condições do paciente antes da queda:
( ) orientado/alerta, consciente ( ) agitado ( ) deambulação limitada ( )visão comprometida
( ) pós-operatório ( )desacompanhado ( ) uso de bengala, óculos ( ) em uso de
medicamentos que afetam o equilíbrio
( ) outros: ____________________________________
Risco do meio ambiente:
( ) Piso com irregularidades, falhas, molhado ou encerado
( ) Iluminação inadequada
( ) outros:____________________________________
Local da queda:
( ) Ambulatório ( ) Centro Cirúrgico ( ) banheiro ( ) escadas ( ) cama ( ) cadeira (
) maca ( ) outros: ____________________________
( ) Outro setor: Qual?___________________________
Fator desencadeante da queda:
( )escorregão ( ) desmaio ( ) tropeço ( ) paresia ou fraqueza de membros ( ) convulsão
( ) tontura/vertigem
( ) outros:_______________________________________
Destino: Alta ( ) Transferência ( ) Óbito ( ) Outro ( ) ______________
Horário:_____:______
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8. Bibliografia Consultada:
• Ministério da Saúde/ Anvisa/ Fiocruz. Anexo 1: Protocolo de Prevenção de
Quedas. Programa Nacional de Segurança do Paciente. 2013;
• Conselho Regional de Enfermagem do Estado de São Paulo (COREN-SP). 10
Passos para segurança do paciente. São Paulo, SP: COREN-SP;2010;
• Perry, Potter - Guia complete de procedimentos e competências de
enfermagem/Anne Griffin, Patrícia A. Potter - 8. Ed. - Rio de Janeiro: Elsevier,
2015;
• Protocolo/quedas: prevenção e atendimento imediato – Núcleo de Protocolo
Assistências Multiprofissionais do HFTM, Uberaba, 2017;
• BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE/ANVISA/FIOCRUZ. Protocolo prevenção de
quedas, 2013.
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1. Abreviaturas:
EPI Equipamento de proteção individual
SN Se necessário
SF Soro fisiológico
Fio² Fração de oxigênio inspirado
IOT Intubação oro traqueal
SpO2 Saturação capilar periférica de oxigênio
FR Frequência respiratória
FC Frequência cardíaca
PA Pressão arterial
EAP Edema Agudo de Pulmão
DPOC Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica
2. Introdução:
É uma técnica para a remoção de secreções respiratórias e manutenção da ventilação
e oxigenação em pacientes submetidos ou não à ventilação mecânica, apresentando
dificuldade para expelir secreções voluntariamente.
Este procedimento envolve a inserção de um cateter de sucção dentro da traqueia e
a aplicação de uma pressão negativa para remoção de secreções.
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No caso de presença de rolha, instilar SF0,9% (até 5ml) por via intrabronquica para
promover fluidificação, mobilizar as secreções e estimular a tosse, sendo este
procedimento é privativo do enfermeiro ou fisioterapeuta.
3. Objetivos:
• Manter as vias aéreas permeáveis;
• Reestabelecer as trocas gasosas melhorando a oxigenação arterial e pulmonar;
• Prevenir infecção.
4. EPIs:
• Avental;
• Luva estéril:
• Luvas de procedimento;
• Óculos de proteção,
• Gorro;
• Máscara cirúrgica;
5. Materiais:
• Fluxômetro para aspiração;
• Fonte de vácuo e oxigênio;
• Frasco de aspiração;
• Extensão de silicone;
• Sonda de aspiração 14 ou 16 (adulto), 8 ou 10 (pediátrico);
• Ampola de SF 0,9%;
• Ressuscitador manual de respiração (Ambú);
• Gaze estéril;
• Biombo s/n;
• Cânula de Guedel;
• Oxímetro de pulso.
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6. Conteúdo:
Descrição Técnica:
1. Preparar o material;
2. Orientar o paciente e/ou acompanhante sobre o procedimento;
3. Garantir a privacidade do paciente com biombo s/n;
4. Posicionar o paciente de acordo com a orientação da enfermeira após a ausculta
pulmonar;
5. Higienizar as mãos com sabão liquido;
6. Monitorar a oximetria de pulso;
7. Posicionar-se ao lado do leito de forma que a mão não dominante fique mais
próxima à fonte de vácuo;
8. Colocar EPIs (gorro, óculos, máscara e avental descartável);
9. Abrir o invólucro sem retirar o cateter totalmente (preservando a sua
esterilidade) e conectá-lo à extensão ligada ao frasco coletor;
10. Encher a cuba rim ou redonda com SF 0,9%;
11. Regular o vácuo do aspirador antes de iniciar o procedimento;
12. Hiperoxigenar o paciente antes do procedimento e reoxigenar antes de cada
nova aspiração, de acordo com a orientação da enfermeira e se houver
indicação médica;
13. Calçar luvas de procedimento na mão não dominante e a luva estéril na mão
dominante. Considerar contaminada a mão não dominante. O papel da luva
estéril deve ser colocado sobre o peito do paciente para deixar a sonda e a
conexão Y do circuito protegida;
14. Segurar o cateter com a mão dominante e o látex com a mão não dominante;
15. Ligar o aspirador;
16. Fechar o cateter de aspiração com o polegar da mão dominante;
17. Introduzir o cateter de aspiração na cânula cerca de 5 cm (endotraqueal), ou até
encontrar resistência (possivelmente a carina traqueal);
18. Fechar a conexão Y com o polegar da mão dominante;
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Observação:
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Coloração da secreção
Espessura / Quantidade
• Fluída (fisiológico)
• Semi – espessa
• Espessa
• Pequena (+)
• Média (++)
• Grande (+++)
1º Aspiração endotraqueal
2° Aspiração nasofaríngea
3° Aspiração orofaríngea
• Sempre limpar a sonda com compressa de gazes estéril da parte proximal para
distal sem contaminar.
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6. Bibliografia Consultada:
• [Link]
_Operacionais_Padrao_POP_Enfermagem_2016.pdf acessado em 03/07/2019;
• Manual técnico: normatização das rotinas e procedimentos nas de enfermagem
nas Unidades Básicas de Saúde / Secretária da Saúde, Coordenação da Atenção
Básica. 2ª edição – São Paulo: SMS, 2015;
• [Link]
s_SEE2013.pdf acessada em 05/07/2019;
• Secretaria da Saúde de São Paulo. Manual técnico: procedimento e legislação
para risco biológico – Biossegurança na saúde nas Unidades Básicas de Saúde/
Secretaria da Saúde, Coordenação da Atenção Básica. 2. ed. - São Paulo: SMS,
2015.
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1. Abreviaturas:
SNE Sonda Nasoenteral
EPIs Equipamento de proteção individual
2. Introdução:
O conhecimento da anatomia é importante para a realização dos procedimentos de
passagem de sondas pelo trato digestório e prevenção de complicações relacionadas
à introdução do dispositivo.
Denominada por passagem de sonda pós-pilórica (Dubbhoff em adultos; Freka,
Nutritube e/ou Pedtube em crianças e bebê na pediatria através da introdução de um
dispositivo de poliuretano (ou outro material, por exemplo: silicone), pela cavidade
nasal ou oral, posicionada no fundo gástrico na cavidade duodenal ou jejunal.
Indicações:
Preconiza-se sondagem com posicionamento pós-pilórico indicado para pacientes que
necessitam de suporte nutricional de forma contínua ou intermitente pela sonda ou
administração de medicamentos.
● Aporte calórico/Nutricional;
● Gastroparesia;
● Hérnia de hiato de grande extensão;
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Contraindicação:
3. Objetivos:
● Atender as necessidades básicas de alimentação e hidratação do paciente;
● Sistematizar a passagem de sonda de enteral, através da cavidade nasal/oral nos
pacientes adulto e pediátricos;
● Promover a segurança dos pacientes.
4. EPIs:
• Luva estéril;
• Luvas de procedimento;
• Máscara;
• Avental;
• Óculos.
5. Materiais:
• Bandeja inox;
• Sonda de Dobbhoff, maleável, radiopaca, com fio-guia e extremidade com peso de
tungstênio, que permite a migração da sonda;
• Seringa de 20ml (para adultos);
• Pacote de gazes não estéreis;
• Anestésico em gel;
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6. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro
Descrição Técnica:
Pré-procedimento:
Descrição do Procedimento:
3. Higienizar as mãos;
4. Preparar material e ambiente;
5. Paramentar-se adequadamente;
6. Certificar-se da identificação do paciente (conferindo dois itens de identificação,
por exemplo, nome completo e data de nascimento);
7. Explicar ao paciente/família os benefícios, riscos e objetivos do procedimento;
8. Assegurar a privacidade do paciente com biombos;
9. Posicionar o paciente confortavelmente sentado ou na posição de fowler;
10. Verificar a integridade da mucosa nasal;
11. Realizar higiene nasal;
12. Medir a sonda da ponta do nariz ao lóbulo da orelha, do lóbulo da orelha até o
apêndice xifoide e acrescentar cerca de 20cm, a fim de permitir que a sonda
migre até o local desejado (duodeno ou jejuno);
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Pós-procedimento:
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Observações:
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6. Bibliografia Consultada:
• Waitzberg Dl, Dias MCG, Isosaki M. Passagem de sonda nasoenteral. In___.
Manual de boas práticas em terapia nutricional, enteral e parenteral. São Paulo:
Atheneu, 2014. P.291-4;
• Anziliero F, Corrêa APA, Silva BA, Soler BED, Batassini E, Beghetto MG.
Nasoenteral tube: factors associated with delay between indication and use in
emergency services. Rev Bras Enferm [Internet]. 2017;70(2):326-34. DOI:
[Link]
• Neto AS, Dias RD, Velasco IT. Procedimentos em emergências. 2ed. Barueri, SP:
Manole 2016 p. 166-72;
• Kavakli AS; Ozturk NK; Karaveli A; Onuk AA, Ozyurek L; Inanoglu K. Comparac¸ão
de diferentes métodos de inserc¸ão de sonda nasogástrica em pacientes
anestesiados e intubados. Rev Bras Anestesiol. 2017;67(6):578-583.
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1. Abreviaturas:
SNG Sonda Nasogástrica
EPIs Equipamento de proteção individual
COFEN Conselho federal de enfermagem
ML Mililitro
° Graus
EPI Equipamento de proteção individual
2. Introdução:
O conhecimento da anatomia é importante para a realização dos procedimentos de
passagem de sondas pelo trato digestório e prevenção de complicações relacionadas
à introdução do dispositivo.
Por se tratar de um procedimento invasivo e que envolve riscos ao paciente, a
sondagem deve ser prescrita pelo médico e no âmbito da equipe de enfermagem,
atribuição privativa do enfermeiro na execução, regulamentado pela Resolução
COFEN n. 453, de 16/01/2014.
Indicações:
● Intoxicações exógenas;
● Vômitos;
● Obter amostras de secreções para testes diagnósticos;
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Contraindicações:
3. Objetivos:
● Drenar o conteúdo gástrico;
● Realizar lavagem gástrica;
● Prevenir complicações no pós-operatório gastrintestinal;
● Medir resíduo gástrico.
4. EPIs:
• Luvas de procedimento;
• Avental;
• Máscara.
5. Materiais:
• Bandeja;
• Sonda de Levine 12 a 20 (calibre de acordo com a idade do paciente);
• Seringa de 20ml (para adultos);
• Anestésico em gel;
• Fita adesiva para fixação da sonda;
• Estetoscópio;
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6. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiro
Descrição Técnica:
1. Verificar na prescrição médica a indicação da sondagem;
2. Revisar o histórico do paciente para condições nasais que contraindiquem a
passagem da sonda pelo nariz (nesse caso faz-se a passagem pela cavidade
oral);
3. Avaliar o estado mental do paciente; explicar o procedimento ao paciente
(mesmo inconsciente);
4. Realizar a higienização das mãos;
5. Avaliar as narinas verificando algum fator que contraindique sua passagem
(obstrução nasal, desvio de septo acentuado, presença de secreção);
6. Avaliar a capacidade do paciente para deglutição;
7. Realizar a higienização das mãos;
8. Calçar as luvas de procedimento;
9. Realizar a desinfecção da bandeja com álcool a 70%;
10. Separar o material necessário para o procedimento na bandeja;
11. Levar a bandeja até a unidade do paciente e colocá-la na mesa de cabeceira;
12. Assegurar a privacidade do paciente com biombos se necessário;
13. Colocar o paciente em posição sentada ou elevar a cabeceira da cama a 45º,
colocando o lençol sobre o tórax (pacientes com rebaixamento do nível de
consciência colocar a cabeceira da cama no mínimo a 30º);
14. Verificar o uso de prótese dentária (devem ser retiradas com o consentimento
do paciente);
15. Solicitar ao paciente que faça, ou fazer por ele a higiene das narinas;
16. Realizar a medida da sonda (da ponta do nariz ao lóbulo da orelha, do lóbulo
da orelha até o apêndice xifoide, acrescentando 2 cm marcados com fita
adesiva);
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Cuidados Relacionados:
• Cianose, tosse e dispneia são indicativas de que a sonda está sendo dirigida
para o trato respiratório (retirar a sonda imediatamente);
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Observações:
7. Bibliografia Consultada:
• Anziliero F, Corrêa APA, Silva BA, Soler BED, Batassini E, Beghetto MG.
Nasoenteral tube: factors associated with delay between indication and use in
emergency services. Rev Bras Enferm [Internet]. 2017;70(2):326-34. DOI:
[Link]
• Kavakli AS; Ozturk NK; Karaveli A; Onuk AA, Ozyurek L; Inanoglu K. Comparação
de diferentes métodos de inserção de sonda nasogástrica em pacientes
anestesiados e intubados. Rev Bras Anestesiol. 2017;67(6):578-583.
• Neto AS, Dias RD, Velasco IT. Procedimentos em emergências. 2ed. Barueri, SP:
Manole 2016 p. 166-72;
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Cicero Vicente Alves Esperança Santos de Abreu Dirce Ferreira dos Santos
1. Abreviaturas:
EV Evasão
2. Introdução:
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3. Objetivos:
• Compartilhar tais informações com a equipe do Hospital dia Rede Hora Certa
(Recepção, Enfermagem, Médicos e Assistente Social e gerencia) para que seja
intensificado o acompanhamento dos vulneráveis e com risco de evasão.
4. Materiais:
• Prontuário do paciente.
5. Conteúdo:
Responsável: Enfermeiros, Técnico e Auxiliares de Enfermagem
Descrição Técnica:
Enfermeiro:
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6. Bibliografia Consultada:
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