INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR MULTUPLO - IESM
KALINE DE SOUSA ALVES
AUTISMO E INCLUSÃO ESCOLAR
CAMPO MAIOR-PI
2024
KALINE DE SOUS ALVES
AUTISMO; INCLUSÃO ESCOLAR UM DOS GRANDE DESAFIO NA EDUCAÇÃO.
Trabalho de conclusão de curso apresentado ao
Curso de Licenciatura em Pedagogia do instituto de
Ensino Superior Múltiplo - IESM, como requisito
Para a obtenção do curso de Licenciatura em
Pedagogia.
Orientador (A): Marlucia Soares da Silva Sousa
CAMPO MAIOR – PI
2024
KALINEDE SOUSA ALVES
AUTISMO; INCLUSÃO ESCOLAR UM GRANDE DESAFIO NA EDUCAÇÃO.
Esta monografia foi julgada a aprovação para obtenção do grau de licenciatura, no curso
de pedagogia, faculdade de timo Iesm
Campo Maior (PI);________________de____________ de 2024
Banca Examinadora;
______________________________________________
Professora Eronildes Ibiapina Lima Matos
_________________________________
Professor(a) Convidado(o)
________________________________
Professor(a) Convidado(a)
CAMPO MAIOR-PI
IESM
KALINE DE SOUSA ALVES
AUTIMOS E INCLUSÃO ESCOLAR
Trabalho de Conclusâo de curso (tcc)
Apresentado a faculdade de educ-
Ação,no curso deLicenciatura =
Pedagogia
Faculdade IESM-TIMON
Orientadora; prof; Marlucia
CAMPO MAIOR PI
2024
DEDICATORIA
Dedico aos meus pais e principalmente a minha mãe, e aos pais de crianças autista do brasil, pela
dedicaçâo de cada um com essas criancas com autismo sâo crianças cheias de amor è puro
[Link] monografia está na homenagem de uma pessoa que não esta mais em vida, foi morra
com o senhor minha madrinha Regivalda de melo almeida alves que teve uma criança autista é nos
deixou como presente para sempre nois lembrar da boa pessoa que era, é nuca vamos esquela pois
a palavra amor é uma das que representa a mulher que ela foi aqui na terra.
AGRADECIMENTOS
Agradeço a minha mãe por sempre me apoiar ela e minha maior força diária, é meu pai é
meu irmão, Por poder ter chegado até aqui. É tudo que passei nesses anos na faculdade com muitas
dificuldades, mais enfim consegui.
‘’O estudo, a buscar da verdade e da beleza são domínios em que nos è consentido sermos crianças
por toda a vida”
- Albert Einstein.
RESUMO
O autismo esse trabalho buscar compartilhar o que e ele, seus principios pensadores, sua historia,
suas causas e seu deagnostico e seu tratamento. Um assunto que se trata de muitos pautas,sobre o
autismo hoje em dia, mais existe muito a falta de clareza perante ele. Muitos professorionais como
professores se deparam muito com criamças autistas e não sabem lidar com eles ou como inclui-las
eaumentar seu potencial. O objetivo da definição ou seja, clarificar o conceito de autismo, atividades
são sugeridas em inclusão. A pesquisa se desenvolveu atráves do levantamento bibliografico sobre
ser um assunto em alta é por trabalhar com crianças. O trabalhoesta dividido em qutro capítulos,
em definição sobre ele, sobre o seu diagnostico;a sua histotia em si ; sua causa relata sobre a
Educação Inclusiva e Educação espacial, easintervenções com crianças autismo em sala de aula, e no
ambiente escola .
O resultado da pesquisa fez com que eu ampliasse meu conhecimento, e fazendo uma fonte de
pesquisa para estudante e professores que lidam no dia a dia com crianças autistas emescolas.
PALAVRA CHAVE: AUTISMO È SUA INCLUSÂO.
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO..................................................................................................09
1. Definido autismo................................................................................11
1. 1. Conceito..........................................................................................11
1. [Link].............................................................................................14
2. Causas..................................................................................................18
2. 1. O funcionamento celebral no autismo...............................................19
2. 2. Diagnostico.........................................................................................24
3. Educaçâo Inclusiva..................................................................................26
3. 1. Educaçâo Especial...............................................................................28
4. Inclusâo de crianças autistas nas escolas................................................30
4. .1 Tipos de intervençoes..........................................................................30
4 .2 Como trabalhar com crianaças autistas................................................32
Considalaçoes finas.........................................................................................33
REFERENCIAS...................................................................................................34
Introdução
O trabalho sobre autismo e inclusão escolar, as causas, e seus tratamentos e como
encluir uma criança autista. A escolha sobre o tema veio atraves de experiencias com crianças
autista. Trabalhei em uma escola em que tive a oportunidade deentregir com uma criança autista.
Essa esperincia com a criança veio o interresse sobre o temao que e, como devemos trabalhar
com crianças autista, e com elas devem ser aceitas, e que se desenvolva.
O autismo e um transtorno que e considerado um grave transtorno tras prejuízo na parte da
adptação para lidar com essascrianças e preciso um profissional dotado de raciocinio apurado, Que
possa fazer uma elaboração de praticas de avaliação e intervenção, desenvolvendo o integral da
criança em diversos aspctos.
A busca sobre a poblemativa; Veio atraves da falta de clarez sobre o autismo ainda e muito grande.
Muitos profissionais da areade professores se deparam com crianças autistas, mais a falta de clareza
e muito grande ainda, não sabe incluila e fazer com que seu desenvolvimento na aprendizagem seja
maior. O objetivo me levou a definir; O conceito de autismo, apresentar sugestoes de atividades
para que o processo de inclusão seja mais facil.
A pesquisa reaalizada foi atráves do levantamento bliografico de publicaçoes sobre autismo, o
relato dessa experiencia, bem como o tratamento que tem sido dado ao tema.
O resultado dessa pesquisa si deu que crianças podem sim, se desenvolver de maneira
satisfatória em escolas regulares. O que precisa so ser aceita amadas e tendo uma boa estimulação
sobre elas. Receber uma criança que e portadora de necessidades especiais é um grande desafio. Se
for tratado de forma corretamente, vem ser um desafio positivo, e todos os envolvidos nesse
trabalho serão beneficiados.
Espero que esse trabalho possa ajudar a esclarecer sobre informações úteis para profissionas,
estudantes familiares que se deparam com crianças incriveis , que tem muito a nos ensinar.
1. Definição do Autismo
È um transtorno (TEA) que vem ser um distúrbio do neurodesenvolvimento em pessoas,
caracteriza-se por desenvolvemento atipico, como manifestaçoes de comportamentos, déficil na
comunicação social, comportamentos repetitivos,é estereotipados, podendo apresentar um
repertorio restrito de interesses e atividades.
1. 1 .2
Conceito
Segundo Leo Kanner(1943) descreveu o autismo como um problema humano que foi
descrito por ele. Em 1943 ele estudou pessoas que apresentavam uma incapacidade de
relacionar-se. Ele considerou esse problema como um ’’distúrbio autisticos do contato
afetivo’’. Caracterizou o autismo como obsessividade, estereotipias é ecolalia, sendo um
fenômeno de esquizofrênica. Com sua pesquisa descreveu as crianças de suas pesquisas que
apresentava um alheamento extremo de comportamentos difceis de lidar mais considerado
extremamente inteligente. O termo autismo para kenner é como um campo de
esquizofrenias.
kenner em 1949 passou a chamar de’’Autismo Infantil Precoce’’, descreveu as pessoas com esses
distúrbios com dificuldades no contato visual, tendo desejos obsessivo por a preservar as coisas e as
situações tendo uma fisionomia inteligente, e na comunicação entre as pessoas, e linguagem que
não tinha função comunicacional. Essa linguagem se caracterizou por inversão pronominal sendo
uma dificuldade de utilizar o pronome na primeira pessoa tendo inflexibilidade nas interações
sociais, é ecolalias tardia com trechos de comerciais ou fala de desenhos, e com ecolalia imediata
quando repete a frase ou a última palavra durante o diálogo.
O autismo se considerar o autismo como um transtorno do desenvolvimento, com dificuldades na
socialização, na comunicação no aprendizado, chamado também de tríade, esse transtorno é
considerado global no seu desenvolvimento (TGD).
A definição mais recente de autismo é consiste, pois na sua presença de um desenvolvimento é
comprometido é sendo acentualmente anormal na interação social e na comunicação com um
repertório nele de muito restrito de atividades e de muitos interesses. Esse distúrbio vem ser de um
comportamento, o autismo a apresenta em seu conceito uma tríade de
dificuldades;
*Dificuldade para interagir socialmente, como manter o contato visual, identificar expressões fáceis.
e compreender gestos comunicativos, expressar as próprias emoções e fazer amigos. Dificuldade na
comunicação, caracterizado por uso repetitivo da linguagem e dificuldade para iniciar e manter um
diálogo. *Como o autismo atinge principalmente a
comunicação e a linguagem, essas dificuldades serão mais visíveis no desenvolvimento das
habilidades sociais, dificuldade na falar linguagem, comunicação não verbal e comportamento
inflexível por exemplo.
*Dificuldade na imaginação, se caracteriza por uma rigidez e uma inflexibilidade e se estende a
várias áreas do pensamento da pessoa autista, na sua linguagem e em seu
comportamento. No
aspecto do autismo é possível vermos crianças que elas não se comunicam de forma verbal e em
casos que são mais severos que não possuem expressão alguma ou com expressões que são
incompreensíveis.
Comportamentos tipicos de crianças que são autista;
- A presenta um apego a objetos;
- Não se mistura com crianças;
- Não atendem quando são chamadas;
- Não gosta de mudanças de rotinas ;
- Não mantem contato visual;
- Podem não realizar o sorriso social;
- Não imitam;
- Dificuldades de transcrições;
- Não compartilham interação;
- Não buscam atenção;
- Dificuldade na interação .
FONTE; [Link]
1 .2 1HISTÒRIA
1. O autismo vem da palavra grego autos, que significa si mesmo, que traduz uma condição do
ser humano. O autismo é um estado de onde o individuo vive para si mesmo, uma condição
onde o mesmo está imerso em si próprio. Quem deu o nome do transtorno foi Eugen Bleuler
em 1911 é tentou descrever como ‘’fuga da realidade retraimento interior dos pacientes
acometidos de esquizofrenia’’. Segundo a pesquisa, publicada periódico cientifico Molecular
Psychiatry, a idade avançada do pai da mãe ou ambos aumenta o risco de autismo. 1 Lei n
12.764, de 27 de dezembro de 2012, considerado como pessoa com deficiência os indivíduos
com transtornos do espectro autista.
O autismo é um problema psiquiátrico que costuma ser identificado entre crianças de 1 ano e meio
3 anos, embora os sinais iniciais ás vezes aparecem já nos primeiros messes de vida.
2 CAUSAS
Muitos estudos e pesquisas foram desenvolvidos para chega na conclusão sobre a causa do autismo.
A maior pesquisa que se deu do autismo foi com a ligação do nome autismo com genes,seu nome
vem do projeto Genoma que vem do autismo (Autism Gemome) da Aliança para a pesquisa sobre
Autismo. A questão genética é predominante nesse aspcto,uma vez que as pesquisas ja
identificaram mais de mil genes com relacionados ao surgimento da condução, por isso se manifesta
de maneiras tão diversas entre os individuos no aspctro; cada um deles tem uma formação genética
única.
A etiologia do transtorno do espeto autista ainda pertencem desconhecida, Evidencias cientificas
apontam que não há uma causa única mais sim a interação de fatores parecem estar relacionados ao
TEA, porém é importante ressaltar que ‘’risco aumentado’’ não é o mesmo que causa fatores de
risco ambientais.
2 .1 O funcionamento cerebral no autismo
A neurociência que estuda os cérebros humanos, nosso cérebro é formado por uma por poção do
sistema nervoso central está dividido em quatro partes, Já o cérebro de um autista tem áreas onde
seu processamento é mais fraco, não melhor é nem pior, simplesmente diferente. As áreas
correspondente as vias táteis mais afetados nos autismo são o lobo temporal medula e tálamo.
Pesquisas sugerem que durante o desenvolvimento do sistema nervoso dessas pessoas, ocorreu um
número excessivo de neurônicos nessas vias, fazendo assim com que o cérebro fosse
sobrecarregado de sensações. Contudo as diferenças na forma de coletar e interpretar as
informações tornam nosso mundo muito caótico e confuso. Refere-se a uma série de complexos
distúrbios do neurodesenvolvimento, todos caracterizados por padrões repetitivos comportamento
e dificuldades com conexão social e interação.
2 .2 Diagnostico
O diagnostico de uma pessoa com autismos deve ser realizado por um especialista, sendo um
médico, ou psiquiatra ou neuropsiquiatra infantil ou psicólogo. O diagnostico clínico é baseado na
observação direta do comportamento do paciente e de entrevistas com os pais, Os especialistas
também contam com instrumentos de rastreios, como testes e escalas, que são realizadas quando
há suspeita de TEA, esclarece o neuropsicólogo do cuidado de perto.
A idade que possa tomar o diagnostico para pessoas TEA de 2 a 3 anos de idade, o nome do
diagnostico é Dos citados, a risperidona e aripiprazol são os únicos medicamentos com indicação da
Food and Drug Administration (FDA) dos Estados Unidos para os sintomas relacionados ao
transtorno do aspectro autista(TEA). Oscriterios do diagnostico do autismo são os movimentos
motores estereotipados ou repetitivo, uso de objetos ou fala ( por exemplo, estereotipias motoras
simples, alinhamento de brinquedos ou objetos móveis, ecolalia, frases idiossincráticas). Para que o
diagnostico seja realizado com sucesso é muito importante que o profissional seja experiente no
assunto tratato sobre a criança que vem ser o autismo, que possa entender sobre os
comportamentos infantis de forma geral.
Vimos as causas e seu diagnostico no proximo capitulo vamos para o périodo escolar de uma criança
que é autista. É vou falar sobre as diferenças entre educação inclusiva e educação especial, e sobre a
percepção de como o aluno com autismo tem sido acolhido nas escolas de educação regular.
3 Educação Inclusiva
Nesse capitulo vamos veremos a educação inclusiva e a educação especial a diferença entre elas é
seus objetivos. A educação inclusiva surgiu em diferentes momentos e contextos, especialmente a
partir da década de 90 quando ocorreu a conferencia mundial de educação especial, em 1994 foi
proclamada a declaração de Salamanca que ‘’define as politicas, princípios e praticas de educação
especial e influi nas politicas públicas da educação’’ (UNESCO, 1994). A partir dai, passou-se a
considerar a inclusão de estudantes com as necessidades de educação especial, tanto no espaço
social, quanto em salas que são espaço regular, com uma forma mais avançada na democratização
das oportunidades educacionais, e a escola regular passou a representar o local primordial onde a
integração de crianças com necessidades especiais poderia ser concretizada. Mas somente nos anos
2000 que foi implantada uma política denominada “Educação inclusiva’’.
O Objetivo da declaração; Seu objetivo é informar sobre políticas e guias ações governamentais, de
organizações internacionais ou agencias nacionais de auxílio, organizações não governamentais e
outras instituições na implementação da declaração de Salamanca sobre princípios, política e prática
em educação especial. Em 2003 é implementado pelo MEC 0 Programa Educação Inclusiva; direito á
diversidade, com vista a apoiar a transformação do sistema de ensino em sistemas de ensino em
sistemas educacionais inclusivos, promovendo um amplo processo de formação de gestores e
educadores nos municípios brasileiros para a garantia do direito de acesso de todos a escolaridade, a
oferta do atendimento educacional especializado a garantir da acessibilidade. Vemos no papel o
significado é muito bonito mais a realidade e outra nas escolas. Os sistemas que compõem o grupo
escolar estão montados a partir de um pensamento que recorta a realidade de hoje em dia, que
permite dividir alunos em normais e deficientes, no ensino em regular e especial, os professores em
especialistas é marca por uma visão que seja determinada, mecanicista, formalista, reducionista, é
que seja do próprio pensamento científico moderno, que ignora o subjetivo, é afetivo, é criador,
A educação vem ser aquela que garante a qualidade de ensino educacional a cada um de seus
alunos, reconhecendo e respeitando a diversidade e respondendo a cada um de acordo com suas
potencialidades e necessidades, sem os quais não conseguimos romper como velho modelo escolar
para produzir a reviravolta que a inclusão propõe.
Fonte; FuzileirosNavaisLegenda;
Marinhadivulgadaeditaldeconcursopúblicoem1.680vagasparafuzileirosnavaisfoto; Marinhado
Brasil\Divulgada.
3 .1 Educação Especial
Vimos que a Educação inclusiva abrange muito além do que as pessoas com alguma deficiência, ela
visa garantir direitos igualitários às pessoas excluídas da sociedade. Já a escola de educação especial
é aquela que é organizada exclusivamente para atender alunos que são classificados como
portadores de necessidades educacionais especiais.
Pessoas especiais; é aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental,
intelectual ou sensorial, os quais, em interação plena e efetiva na sociedade em igualdade de
condição com demais pessoas.
Na política Educacional de educação especial na perspectiva da educação inclusiva tem como
objetivo assegurar a inclusão escolar de alunos com deficiência, transtorno globais do
desenvolvimento e altas habilidades, superdotação, orientado os sistemas de ensino para garantir;
acesso ao ensino regular, com participação, aprendizagem e continuidade nos níveis mais elevados
do ensino; transversalidade da modalidade de educação especial desde a educação infantil até a
educação superior; oferta do atendimento educacional especializado; formação de professores para
atendimento educacional especializado e demais profissionais da educação para a inclusão. Ela foi
criada pelo governo federal brasileiro em 2008, a política nacional de educação espacial na
perspectiva da educação inclusiva é um importante marco regulatório para a garantia da matrícula
das pessoas com deficiência na escola comum. Tem uma grande importância para os alunos
especiais pois dessa forma, podemos constatar, que as políticas públicas da educação especial
inclusiva, tem o compromisso de assegurar as ações e interações que visam proporcionar um melhor
aprendizado para os alunos deficientes e que as mesmas contribuem para uma escola cada vez mais
igualitária.
Os princípios da política nacional de educação especial são;
Equitativa, inclusiva e com aprendizado ao longo da vida, voltada para os educandos com
deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação. Ela é um
movimento mundial pela educação inclusiva é uma ação política, cultural social e pedagógica,
desencadeada em defesa do direito de todos os estudantes de estarem juntos, aprendendo e
participando, sem nenhum tipo de discriminação.
As politicas de Inclusão são;
- Adaptação de mobilidade urbana
- Ações de inclusão para pessoas com deficiência intelectual
- Implementação de medidas de acessibilidade física e digita.
A educação especial foram sancionada a lei (Lei 14.624) que realiza o uso nacional da fita com
desenho de girassóis como símbolo de identificação das pessoas com deficiências ocultas. A normal
foi publicada na edição do diário oficial da união (DOU).
Na minha experiencia com aluno autista percebi que, a troca entre os colegas de sala é importante e
significativa. Ajuda bastante a criança a completar uma atividade especifica, de acordo com
deficiência que o aluno apresentar. É importante é muito educativo a forma como a escola citada
inclui. Tambem achei importante é muito educativo a forma como a escola citada. Todos os dias os
professor no acolimento na fila para entrar para a sala de aula, é nela apresenta o que vai ser ffeito
durante o periodo da aula, tudo o que vai ser trabalhado commúsicas de acolhiemto, que
geralmente são solitadas por elas mesmo.
Fonte;PechakuchaPresentation;Educaçãoespecial.
4 Inclusão de crianças autistas nas escolas
Nesse capítulo apresentar alternativas de como pode ser possível incluir uma criança autista na
escolar regelar.
O respeito sobre as diferenças nossas e essencial para nós humanos, sabemos que somos
totalmente diferentes a outras pessoas em muitos aspectos, e nenhum dele deve ser ignorado.
Antes de qualquer interação dentro de uma escola o afeto sempre vem em primeiro lugar. Não é
possível um bom ensinamento se não houver um laço de carinho é amor entre os alunos. É
fundamental a carga efetiva para a superação de qualquer dificuldade é de aprendizagem.
4 .1 Tipos de interação
Intervenção existem três que são mais utilizadas com crianças autistas, o ABA, o TEACH e os PECS.
ABA - É uma sigla língua inglesa para Applied Behavior Analysis, é uma ciência da aprendizagem que
estuda os comportamentos humanos que são socialmente. Dessa forma seu principal objetivo é
entender, analisar e explicar as relações entre os comportamentos humanos como ambiente e
aprendizagem. As intervenções em ABA são realizadas com contexto de pesquisa cientifica.
Inúmeros são os estudos que dão suporte a essa prática, por isso, ela vem sendo amplamente
utilizada, especialmente no tratamento de pessoas com autismo. Esse tipo de intervenção é feita de
maneira estruturada, focando nos comportamentos alvo de intervenção, o que em sua maioria
envolve comportamentos inadequados.
O objetivo principal é o método busca promover o desenvolvimento em áreas-chaves, como
linguagem, habilidades sociais, autonomia pessoal e comportamentos adaptativos. Além disso,
busca reduzir comportamentos problemáticos, como agressão, estereotipias e autolesões.
Fonte;transtonodoEspectroAutismo-TEA
TEACCH – O método TEACCH ( treatmentand of Autisticand Related Communication Handicapped
Childen), que traduzido em português significa tratamento em educação para autista e crianças com
deficiências relacionadas á comunicação, é um programa de intervenção terapêutica educacional e
clinico, conforme afirma Schwsraztman (1995).
O TEACCH é um modelo de intervenção que por meio de uma ‘’estrutura externa’’, organização de
espaço, materiais e atividades, permite criar mentalmente ‘’estruturas internas’’ que devem ser
transformadas pela própria criança em estratégia e, mais tarde, autorizadas de modo a funcionar
fora da sala de aula em ambientes menos estruturados.
TEACCH, ele e um programa educacional e clínico como uma prática predominante na pedagógica
criando a partir de um projeto de pesquisa que buscou observar profundamente os
comportamentos das crianças autistas em diferentes situações e frente a diferentes estímulos.
O principal objetivo do TEACCH é desenvolver a autonomia da pessoa com TEA através da aquisição
de habilidade comunicativas, interação social de forma a incentivar o poder de escolha.
Fonte;ActividadesparaEducióninfantil.
PECS – O (Picture Exchange Communiation System - PECS) é um sistema de comunicação que
ressalta a relação interpessoal, em que ocorreu um ato comunicativo entre o indivíduo com
dificuldades de fala e um adulto, por meio de trocas de figuras. O uso desse sistema de comunicação
por troca de figuras (PECS) é muito comum na comunidade autista. Trata-se de um conjunto de
figuras ou imagens ao qual o autismo tem fácil acesso, e usa para se comunicar.
Seu método consiste em seis fases e começa ensinando um indivíduo a dar uma única figura de um
item ou ação desejada a um ‘’parceiro de comunicação’’ que imediatamente honre a troca como um
pedido.
Ele e mais utilizado com crianças que não se comunicam de forma verbal ou com aquelas que se
comunicam, mais de forma menos eficiente. Ele ajudar a criança que posa a perceber que se
comunicar é a forma mais rápida de conseguir o que se deseja, faz com que os problemas de
conduta sejam mais reduzidos rapidamente, esse método é bem aceito em vários lugares do mundo
porque não demanda muito material, é bem fácil de se aprender.
Fonte;PinemPsicopedagogia.
4.2 Como trabalhar com a criança autista
As crianças autistas necessitam aprender o nome e a função correta dos objetivos. O professor deve
desenvolver isso com calma e paciência.
Nas escolas inclusivas a educação deve ter momentos individuais com cada criança em sala que
tenhas recursos. Esse ensino em sala deve se repetir dia a pós dia, de maneira lúdica e agradável
para não se torna momentos cansativos.
Para as crianças autista não é tão importante a capacidade acadêmica mais, sim a aquisição, de
habilidades sociais e a autonomia (CUNHA, 2012).
O professor pode esta propondo atividades que possa estimular a imaginação e a criatividade, como
formas de desenhos, ativadaividades com cores, bricadeiras lúdica que possa envolver o conteudo
que eles possa aprender, fazer um conjunto de uma aula diverdida é que as crianças possar apreder,
trabalhar com a subjetividade que seja um objetivo claro é com funcionalidade.
Enquanto o aluno com autismo não adquire a autonomia que precisa, é importante que ele
permaneça sobre o auxílio de um profissional capacitado ou um psicopedagogo; alguém que de o
suporte ao professor em sala de aula. (CUNHA,2012).
Segundo CUNHA é importante;
- Penetrar no mundo do autista;
- Concentra-se no contato visual;
- Trazer sempre o olhar do autista para as atividades que ele esta fazendo;
- Entender-se com as brincadeiras de autismo;
- Procurar sempre enriquecer a comunicação;
- Mostra a cada palavra uma ação e a cada ação uma palavra;
- Tornar hábitos cotidianos agradáveis;
- Fazer tudo com serenidade, mas com voz clara é firme;
- Executar uma atividade de cada vez;
- Trabalhar a função simbólica por meio de livros, contação de historias, musicas, artes e
outros canais sensoriais;
- Privilégios vínculos afetivos.
Na minha experiência é preciso uma infraestrutura para poder incluir uma criança autista em uma
escolar regular.
Tudo que aprendi sobre o autismo foi através de cursos que busquei. A rotina fez eu perceber que o
que eles mais gostam e não gostam assim, planejamento das aulas é a adaptação.
Considerações Finais
Nesse trabalho está abordado o autismo e a inclusão escolar. abordei os aspectos, para uma boa
compreensão sobre o que e o autismo. Escrevi sobre a história do autismo, causas, o funcionamento
cerebral do autismo, sobre o diagnóstico e por quem pode ser feito.
Minha conclusão sobre crianças autistas, não e tão difícil trabalhar com crianças autistas, mas temos
que entendê-los é fazer que se desenvolva bem no ambiente escolar é fazendo com o que todos
possar aprender.
0 objetivo da proposta que era esclarecer o autismo e mostrar que essas crianças podem sim se
desenvolver de maneira que seja satisfatória em escolas que são regulares, basta serem aceitas é
amada é estimulada, apesar de ser um grande desafio, se for tratado corretamente o resultado será
positivo.
Esse trabalho foi essencial para o meu conhecimento como futura educadora, me tornando
conhecedora mais ainda do que já sabia sobre essas crianças que precisa de um pouco de paciência
para ter bons resultados, esses conhecimentos que vou levar para o resto da vida.
Referencias
Leo kenner. Conceito de autimo. Autistic disturbances of affective contact. Nervous Child. 1943.
Eugen Bleuler. Sobre a história do autismo, 1911.
Pesquisa Molecular Psychiatry; foi divulgada em 2020.
Pesquisa; [Link]
Pesquisa; http\\[Link]. br.
Tipos de intervenção no autismo. ABA. [Link]
TEACCH, tipos de intervenções no autismo, https; \\[Link]
PECS tipos de intervenções no autismo, https;\\[Link].
Como trabalhar com crianças autista (CUNHA); https;\\[Link]