Terapia Metaphon para Distúrbios Fonológicos

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Este documento descreve o modelo de terapia fonológica Metaphon, que visa desenvolver a consciência metalinguística de crianças com distúrbios fonológicos. O modelo consiste em duas fases, a…

Consciência metalinguística

TERAPIA FONOAUDIOLÓGICA
 Consciência da natureza ou da função da
PARA O DISTÚRBIO
linguagem
FONOLÓGICO
 Desenvolve-se concomitantemente à própria
linguagem

 Influencia positivamente o desenvolvimento


O MODELO METAPHON
fonológico

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Consciência metalinguística TERAPIA METAPHON

 Consciência dos segmentos linguísticos  FINALIDADES:

desenvolvem-se progressivamente:  Desenvolver a consciência do contraste natural


dos sons da fala
 Identificação de sílabas
 Consciência que esses contrastes transmitem
 Unidades intra-silábicas como onset e rima
significado

 Fonemas  Consciência de que a ordem dos sons pode


variar na palavra

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TERAPIA METAPHON TERAPIA METAPHON – Aplicação Prática

 CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES  2 fases:


 Prepara a criança com informação específica sobre a
 FASE I – facilitar o conhecimento da natureza
natureza do contraste alvo e
contrastiva dos fonemas (consciência fonológica)
 Sobre como contrastes semelhantes podem ser
 FASE II – demonstrar a importância desses
realizados
contrastes para uma comunicação efetiva
 Facilita a mudança gradual do sistema fonológico por
(consciência comunicativa)
meio da participação da criança como solucionador
ativo do problema.

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TERAPIA METAPHON – FASE I TERAPIA METAPHON – FASE I

 4 níveis CONCEITO

 Conceito  Desenvolver um vocabulário sobre o contraste em


questão compartilhado entre criança e terapeuta
 Som
 Termos comprido/curto para o contraste
 Fonema
fricativa/plosiva (Atividade: pregar rabos compridos e
 Palavra curtos nos gatos)

 Barulhento /silencioso para o contraste sonoro/surdo

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TERAPIA METAPHON – FASE I TERAPIA METAPHON – FASE I

FONEMA
SOM
 Compreensão do contraste em questão é transferida para os sons
 Traços do contraste em questão em sons não da fala

verbais  Produção espontânea de sons constrativos da fala

 Atividades:  Introdução de cartões ilustrativos com figuras referentes ao

 sopro comprido e curto em uma flauta contraste para auxiliar a criança a produzir um determinado
som
 Vibração com e sem barulho
 Cartão com a frente de uma casa – som anterior (bilabial ou
alveolar) deve ser produzido ao invés de um som posterior (velar)

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TERAPIA METAPHON – FASE I TERAPIA METAPHON – FASE II

A criança deve indicar a distinção entre as figuras que representam um par

PALAVRA mínimo

 seleciona-se uma figura que contenha um membro do par mínimo


 A criança é apenas ouvinte
 o falante nomeia a figura
 A criança deve ouvir palavras com contrastes mínimos e
 ouvinte indica qual das palavras do par ele ouviu apontando para um
dizer se a palavra ouvida inicia com som barulhento
cartão resposta
(sonoro) ou silencioso (surdo)
 coloca-se o cartão do falante em atividades do tipo fase I:

Se a criança fez a distinção entre bola e gola, o cartão poderia ser


comparado à frente ou ao fundo de uma casa (zona de articulação /b/ e /g/).

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TERAPIA METAPHON – FASE II TERAPIA METAPHON – FASE II

ESTÁGIO FINAL – NÍVEL DE SENTENÇA OBJETIVOS DA FASE II:

 Os pares mínimos são colocados em uma sentença:  transferência do conhecimento metafonológico adquirido na fase I
para situações reais de comunicação
 HOJE O DIA ESTÁ …………….?
 construir a consciência de que a produção pode não estar
(a criança deve completar com quente ou pente)
refletindo a intenção comunicativa

 desenvolver a consciência de que é possível alterar ou reparar a


produção para que a comunicação possa ser mais efetiva.

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