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Gerenciamento de Resíduos em Saúde

O documento apresenta um plano de gerenciamento de resíduos de serviços de saúde de um hospital, descrevendo os tipos de resíduos gerados, fluxos de segregação, armazenamento e coleta interna e externa, além de medidas de saúde e segurança.

Enviado por

Weslley Cosmo
Direitos autorais
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Gerenciamento de Resíduos em Saúde

O documento apresenta um plano de gerenciamento de resíduos de serviços de saúde de um hospital, descrevendo os tipos de resíduos gerados, fluxos de segregação, armazenamento e coleta interna e externa, além de medidas de saúde e segurança.

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Processo nº.

: 01/ 05
Nome do Processo: Plano de Gerenciamento de Resíduos de Revisão nº. : 01
Elaborado em: Março./2005
Serviços de Saúde
Revisado em: Julho//2006
Próx. Revisão: Julho./2007

PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE


SERVIÇOS DE SAÚDE

1
Sugerido por: Gestão da Qualidade Elaborado por: SESMT e SCIH
Aprovado por: Diretoria Clínica e Geral Endossado por: SESMT/CIPA e CCIH
Processo nº. : 01/ 05
Nome do Processo: Plano de Gerenciamento de Resíduos de Revisão nº. : 01
Serviços de Saúde Elaborado em: Março./2005
Revisado em: Julho/2006
Próx. Revisão: Julho/2007

Atualizações

REVISÃO Nº. Data: Alteração

00 Março / 2005 Primeira Versão


Autores SESMT e CCIH
Aprovado por: Diretoria Geral e Clínica
01 Julho/2006 Segunda Versão
Autores: Farmacêutica Isabel Apa. Modena
Enfa. Kelly Camarozano Machado
Aprovado por: Diretoria Geral e Clínica
02 Julho/2007 Próxima Revisão

2
Sugerido por: Gestão da Qualidade Elaborado por: SESMT e SCIH
Aprovado por: Diretoria Clínica e Geral Endossado por: SESMT/CIPA e CCIH
Processo nº. : O1/05
Nome do Processo: Plano de Gerenciamento de Resíduos de Revisão nº. : 01
Serviços de Saúde Elaborado em: Março./2005
Revisado em: Julho/2006
Próx. Revisão: Julho/2007

Sumário
Descrição Pág.
1. Introdução 5
2. Objetivo Principal 5
3. Objetivos Específicos 5
4. Identificação do Estabelecimento 5
5. Número de Leitos 5
6. Identificação dos Serviços Terceirizados 6
7. Estrutura 7
8. Responsável pelo Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos 7
9. Caracterização dos Resíduos Gerados 8
9.1 Grupo A 8
9.2 Grupo B 9
9.3 Grupo C 9
9.4 Grupo D 9
9.5 Grupo E 9
[Link]ção e Fluxo dos Resíduos Sólidos 9
[Link]ção, Manuseio e Acondicionamento 10
11.1 Grupo A 10
11.2 Grupo B 10
11.3 Grupo C 10
11.4 Grupo D 10
11.5 Grupo E 10
[Link] 11
12.1 Sala de Resíduos 11
[Link] Interna 11
13.1 Coleta Interna I 11
13.2 Coleta Interna II 11
[Link] e Utilização dos Resíduos Recicláveis 12
[Link] Externa 12
15.1 Resíduos Infectantes 12
15.2 Resíduos Comuns Não Recicláveis 12
15.3 Resíduos Recicláveis 12
15.4 Resíduos Químicos 12
15.5 Mercúrio Metálico 13
Quadro de Coleta Externa 13
[Link] Extra - Unidade 14

3
Sugerido por: Gestão da Qualidade Elaborado por: SESMT e SCIH
Aprovado por: Diretoria Clínica e Geral Endossado por: SESMT/CIPA e CCIH
Processo nº. : 01/ 05
Nome do Processo: Plano de Gerenciamento de Resíduos de Revisão nº. : 00
Serviços de Saúde Elaborado em: Março./2005
Revisado em: Março//2005
Próx. Revisão: Março./2006

[Link] de Emergência 14
17.1 Elevadores / Energia Elétrica 14
17.2 Recursos Humanos 14
17.3 Interrupção do Serviço de Coleta Externa 15
[Link]úde e Segurança do Trabalhador 15
18.1 Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional 15
18.2 Ações Preventivas da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 15
18.3 Ações Preventivas do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar 15
[Link] de Implantação do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos
dos Serviços de Saúde – PGRSSS. 16
[Link]êndice 16
21. Anexos 16

4
Sugerido por: Gestão da Qualidade Elaborado por: SESMT e SCIH
Aprovado por: Diretoria Clínica e Geral Endossado por: SESMT/CIPA e CCIH
Nome do Processo: Plano de Gerenciamento de Resíduos de Processo nº. : 01/ 05
Serviços de Saúde Revisão nº. : 01
Elaborado em: Março./2005
Revisado em: Julho/2006
Próx. Revisão: Julho./2007

1-INTRODUÇÃO

Tendo em vista o correto gerenciamento de resíduos o Hospital de Ensino- FUABC elaborou o PGRSS que
tem como prioridade reduzir o volume dos resíduos gerados e a incidência de acidentes ocupacionais, dentre
outros benefícios à Saúde Pública e ao Meio Ambiente, constituindo um conjunto de procedimentos de gestão,
planejados e implementados a partir de bases científicas e técnicas, normativas e legais, com o objetivo de
minimizar a produção de resíduos e proporcionar aos resíduos gerados, um encaminhamento seguro, de forma
eficiente, visando à proteção dos trabalhadores, a preservação da saúde pública, dos recursos naturais e do
meio ambiente.

2-OBJETIVO PRINCIPAL

Uniformizar as ações de Gerenciamento dos Resíduos de Saúde de acordo com a RDC n° 306 de 07 de
Dezembro de 2004, eliminando ou reduzindo os riscos de infecção e de contaminação por produtos tóxicos e
ou rejeitos radioativos para garantia da preservação da saúde pública e do meio ambiente.

3-OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Promover:

a) A redução do volume de resíduos infectantes,tóxicos e radioativos;


b) A redução de incidência de acidentes ocupacionais;
c) Contribuir para redução dos índices de infecção em serviços de saúde;
d) Estimular a reciclagem e compostagem dos resíduos comuns não contaminados;
e) Aumentar a vida útil dos aterros sanitários;
f) Preservar a saúde pública e os recursos naturais;
g) A formação e capacitação de recursos humanos envolvidos no gerenciamento.

4-IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO

. Atividade: Prestação de Serviço Médico Hospitalar, funcionamento ininterrupto.

Dados da empresa: ******************

5-NÚMEROS DE LEITOS:
- Total geral de Leitos:.......................... 130 (Centro e Trinta)

5
Sugerido por: Gestão da Qualidade Elaborado por: SESMT e SCIH
Aprovado por: Diretoria Clínica e Geral Endossado por: SESMT/CIPA e CCIH
Processo nº. : 01/ 05
Nome do Processo: Plano de Gerenciamento de Resíduos de Revisão nº. : 01
Serviços de Saúde Elaborado em: Março./2005
Revisado em: Julho/2006
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6-IDENTIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS TERCEIRIZADOS

.Atividade: Banco de Sangue


Colsan-Sociedade Beneficente de Coleta de Sangue
Rua Silva Jardim,470 – Centro –SBCampo-SP
CEP 09715-090
Fone: 4345-4011 / Ramal: 234
Responsável: Dr. José Augusto Barreto – Diretor Superintendente

.Atividade: Nutrição e Dietética


SP Alimentação e Serviços Ltda
Rua Silva Jardim, 470 – Centro –SBCampo- SP
CEP 09715-090
Fone: 4345-4011 / Ramal: 211
Responsável: Fabiana

.Atividade: Hemodinâmica
ABC Imagem Hemodinâmica e Radiologia Vascular S/C Ltda.
Rua Silva Jardim, 504 – Centro –SBCampo-SP
CEP 09715-090
Fone: 43352955
Responsável: Dr. Marcelo José C. Cantarelli - Sócio Diretor
Dr. André Luiz Guimarães Comara - Sócio Diretor

.Atividade: Diagnóstico por Imagem


Dr. Ghelfond Diagnóstico Médico Ltda.
Rua Silva Jardim,470 – Centro –SBCampo-SP
CEP 09715-090
Fone: 4345-4011 / Ramal:244
Responsável: Dr. Charles Ghelfond

.Atividade: Unidade de Hemodiálise


CENE – Centro Nefrológico do ABC S/C Ltda.
Rua Silva Jardim,40 – Centro –SBCampo-SP
CEP 09715-090
Fone: 4345-3768
Responsável: [Link] Rinaldi dos Santos – Diretor Técnico

6
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Aprovado por: Diretoria Clínica e Geral Endossado por: SESMT/CIPA e CCIH
Processo nº. : 01/05
Nome do Processo: Plano de Gerenciamento de Resíduos de Revisão nº. : 01
Serviços de Saúde Elaborado em: Março./2005
Revisado em: Julho//2006
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.Atividade: Manutenção em Equipamentos Hospitalares


IACHS – Instituto Adm. Hospitalar e Ciência da Saúde
Rua Silva Jardim, 470 – Centro –SBCampo-SP
CEP 09715-090
Fone: 4345-4011 Ramal: 253
Responsável: [Link]áudio José Allgayer – Diretor Presidente

.Atividade: Laboratório de Análises Clinicas


Pasteur-Laboratório de Análises Clinicas Ltda.
Rua, Silva Jardim,470 – Centro
São Bernardo do Campo – São Paulo
CEP 09715-090 - Fone: 4345-4011 – Ramal: 215
Responsável: Dr. Fernando José Silva

.Atividade: Farmácia
Home Care - Medical Ltda.
Rua, Silva Jardim,470 – Centro
São Bernardo do Campo – São Paulo
CEP 09715-090 - Fone: 4345-4011 – Ramal: 210
Responsável: Sr. Renato Pereira Junior
RG 14.984.290-5

. Atividade: Lavanderia
Atmosfera – Gestão e Higienização de Têxteis
Rua, Projetada, 628 – Serraria
Diadema – São Paulo
CEP 09981-070 - Fone: 4057-8800
Responsável: Engº. Flávio Lima Delorenzo
RG 28.051.839-0

7. ESTRUTURA

Área Total do terreno: 3.935,21M2


Área Construída: 4.153,21M2

8. RESPONSÁVEIS PELO PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS

7
- Responsável Técnico pelo Estabelecimento
Dr. Walter Cordoni Filho – Diretor Geral
RG 5.069.339 CRM 27703-7

Sugerido por: Gestão da Qualidade Elaborado por: SESMT e SCIH


Aprovado por: Diretoria Clínica e Geral Endossado por: SESMT/CIPA e CCIH
Processo nº. : 01/ 05
Nome do Processo: Plano de Gerenciamento de Resíduos de Revisão nº. : 01
Elaborado em: Março./2005
Serviços de Saúde
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- Responsável Técnico pelo PGRSS

Dr. Alexandre Veloso (Presidente)


CRM: 85311
Médico Infectologista

Dr. Artur Prado Marsicano


CRM 18.319
Médico do Trabalho

- Responsável Operacional do PGRSS

Assistente de Diretoria: Margarete Dantas de Menezes


Farmacêutica Isabel Aparecida de Modesti Modena - CRF:11237
Enfermeira da CCIH: Kelly Camarozano Machado- COREN:0082174
Técnico de Segurança Almir Barbosa dos Santos MTE-49.408
Representante da Empresa Lifemed: Engenheiro Marcelo Gonçalves

9. CARACTERIZAÇÃO DOS RESÍDUOS GERADOS DE ACORDO COM A RDC 306

9.1 Grupo A-

Identificado pelo Símbolo de Substâncias Infectantes, constante na NBR 7500 da ABNT com rótulo fundo
branco, desenho e contornos preto.

A1- Culturas de Laboratório e meios de cultura; resíduos resultantes de assistência humana, portadores ou
suspeitos de conter agentes classe de risco IV , microorganismo com relevância epidemiológica e risco de
disseminação ou causador de doença emergente ou de mecanismo de transmissão desconhecida.
Bolsas contendo sangue ou hemocomponentes rejeitadas por contaminação ou por má conservação ou com
prazo de validade vencido e aquelas oriundas de coleta incompleta.
Sobras de amostras de laboratório, contendo sangue ou líquidos corpóreos, recipientes e materiais resultantes
do processo de assistência à saúde, contendo sangue ou líquidos corpóreos na forma líquida.
A4- Kits de linhas arteriais, endovenosas e dialisadores.
Filtros de ar e gases aspirados de área contaminada.
Sobras de amostra de laboratório e seus recipientes contendo fezes, urina e secreções proveniente de pacientes
que não contenham e nem sejam suspeitos de conter agentes de risco IV, e nem apresentem relevância
Epidemiológica e risco de disseminação ou microorganismo causador de doença emergente que seja
epidemiologicamente importante ou cujo mecanismo de transmissão seja desconhecido ou com suspeita de
contaminação com prions.
8
Recipientes e materiais resultantes do processo de assistência à saúde que não contenha sangue ou líquidos
corpóreos na forma livre.
Bolsas transfusionais vazias ou com volume residual pós-transfusão.
São gerados por semana, aproximadamente, 649 kg de resíduos deste grupo.

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Aprovado por: Diretoria Clínica e Geral Endossado por: SESMT/CIPA e CCIH
Processo nº. : 01/ 05
Nome do Processo: Plano de Gerenciamento de Resíduos de Revisão nº. : 01
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9.2 Grupo B
Resíduos contendo substâncias químicas que podem apresentar risco à saúde Pública ou ao meio ambiente
dependendo de suas características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade e toxicidade.

B- Produtos hormonais e produtos antimicrobianos; citostáticos, antineoplásicos, imunossupressores,


antiretrovirais e resíduos e insumos farmacêuticos dos medicamentos controlados pela portaria 344/98 e suas
atualizações. Resíduos de saneantes, desinfetantes e desinfestantes.
Produtos considerados perigosos, conforme classificação da NBR 10004 da ABNT (tóxicos, corrosivo,
inflamáveis e reativos)
São gerados por semana, aproximadamente, 30 kg de resíduos deste grupo.

9.3 Grupo C

O H.E. não gera resíduos classificados neste grupo.

9.4 Grupo D
Resíduos que não apresentem risco biológico, químico ou radiológico à Saúde ou Meio Ambiente

Papel de uso sanitário e fralda, absorventes ,higiênicos , peças descartáveis de vestuário, resto alimentar de
pacientes, material utilizado em anti-sepsia e hemostasia de venóclises, equipo de soro e outros similares não
classificados. Sobras de alimentos e do preparo de alimentos. Resto alimentar de refeitório. Resíduos
provenientes das áreas administrativas. Resíduos de varrição, flores, podas e jardins. Resíduos de gesso
provenientes de assistência à saúde.
São gerados por semana, aproximadamente, 2724 kg de resíduos deste grupo, sendo 2017 Kg referente a
resíduos não recicláveis e 707 Kg de resíduos recicláveis.

9.5 Grupo E
Materiais perfurocortantes ou escarificantes, tais como: lâminas de barbear, agulhas, escalpes, pontas
diamantadas, lâminas de bisturi, lancetas, tubos capilares, lâminas e lamínulas, espátulas, e todos os utensílios
de vidros quebrados.
São gerados por semana, aproximadamente, 200 kg de resíduos deste grupo.

10- GERAÇÃO E FLUXO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS

Planta Anexa

9
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Aprovado por: Diretoria Clínica e Geral Endossado por: SESMT/CIPA e CCIH
Processo nº. : 01/ 05
Nome do Processo: Plano de Gerenciamento de Resíduos de Revisão nº. : 01
Serviços de Saúde Elaborado em: Março./2005
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11-SEGREGAÇÃO, MANUSEIO E ACONDICIONAMENTO

Segregação: de acordo com a RDC 306 de 07 de Dezembro de 2004.

11.1 Grupo A

Os resíduos desta classificação são segregados na origem e desprezados da seguinte maneira: os resíduos
infectantes são desprezados diretamente em saco branco, sendo fechados ao atingirem 2/3 da sua capacidade e
colocados em outro saco branco leitoso com rótulo fundo branco, desenho e contornos preto,com a
identificação pelo símbolo de substância infectante constante na NBR 7500 da ABNT.
O fechamento dos sacos é realizado através de lacre específico, pelo funcionário de higienização hospitalar
(GUIMA).

11.2 Grupo B

São segregados na origem e desprezados em recipientes específicos em material plástico rígido, identificado
com rótulo de acordo com exig^ncias da CETESB Ao atingir 2/3 de sua capacidade o recipiente deverá ser
fechado.

11.3 Grupo C

O H.E. não gera resíduos classificados neste grupo.

11.4 Grupo D

Os resíduos desta classificação são segregados de duas formas: os resíduos recicláveis são recolhidos no
local de orígem e desprezados em saco plástico de cor azul; os resíduos não recicláveis são recolhidos no
local de origem e desprezados em sacos plásticos cor preta, sendo lacrados quando atingem 2/3 de sua
capacidade e recolhidos em períodos pré-determinados.
Os sacos são etiquetados, com etiqueta padronizada para identificar o setor de orígem, a data e o plantão.

11.5 Grupo E

Perfuro-cortantes são embalados em recipientes rígidos compatíveis com as características físico-quimicas dos
produtos, de forma a evitar o transbordamento do conteúdo. Quando o volume da caixa atinge a linha
demarcatória, esta é fechada, identificada e colocada dentro de um saco plástico ,branco leitoso, com
simbologia de material infectante, conforme determina a NBR 7500 da ABNT.
As caixas são identificadas com o setor de origem e data.
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Processo nº. : 01/ 05


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Serviços de Saúde
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12- ARMAZENAMENTO

Vide a localização da Sala de Resíduos e do Abrigo nas plantas baixas, em anexo.

12.1-Sala de Resíduos

São construídas em alvenaria, devidamente rebocadas e com acabamento em azulejos.O piso é constituído de
material lavável e anti-derrapante; porta de acesso devidamente sinalizada e com ventilação forçada.

13- COLETA INTERNA

13.1 Coleta Interna I

É a coleta realizada dentro da unidade pelo funcionário de limpeza e consiste no recolhimento do resíduo e no
seu transporte até a Sala de Resíduos.
A coleta interna I é efetuada de acordo com a necessidade da unidade geradora.(do setor de orígem, até a sala
de resíduos (expurgos)).
O procedimento é realizado de forma a não permitir o rompimento dos recipientes.
Os resíduos acondicionados em sacos plásticos são retirados das lixeiras, lacrados e encaminhados para a Sala
de Resíduos (expurgo) da unidade geradora.
Os resíduos recicláveis são armazenados em Containers fechados, destinado a estes materiais, localizado no
piso térreo, na parte externa do hospital.
O papelão é desprezado nos setores geradores sendo desmontados e remetido diretamente para ao abrigo.

13.2 Coleta Interna II

O transporte é realizado da Sala de Resíduos (expurgo) até o Abrigo Externo. A retirada dos materiais
recolhidos e armazenados nas Salas de Resíduos das unidades é executada por coletor, dentro de carro em
PVC, lavável com bordas arredondadas e identificação, com tampa de dreno para lavagem, conforme a ABNT
12810.
O transporte da Sala de Resíduos para o Abrigo Externo é realizado em 8 períodos distintos utilizando-se os
elevadores, que permanecem interditados no período da coleta e posteriormente são submetidos à limpeza
terminal. São utilizados dois carros distintos, um para resíduos comuns e outro para resíduos infectantes.
É obrigatório o uso de luva de PVC cano longo; uniforme, avental impermeável, máscara e bota de PVC.
Os vidros recicláveis são desprezados nos setores geradores em recipientes rígidos e acondicionados em saco
plástico azul (lixo reciclado).

11
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Processo nº. : 01/ 05
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14. DESTINO E UTILIZAÇÃO DOS RESÍDUOS RECICLÁVEIS

O H.E. fornece a título de doação, resíduos de papel, papelão, plástico, vidro e metal para a instituição: Centro
de Ecologia e Cidadania Refazendo.
O líquido revelador de Raio X é retirado pela empresa Refina Metalquímica Ltda.; na Rua Itaguara, 274 –
Jabaquara – SP.
Cadastro CETESB – 635-000780-9 – Código do IBGE – 11.19.00-0.
Nº de Licença de Funcionamento 101431. Data Lic. Certificado 19/05/1999. CNPJ 52512639/0001-50 –
Inscr. Estadual 311008311-110.

15- COLETA EXTERNA

15.1 Resíduos Infectantes

Estes resíduos são coletados pela empresa: ATT – Ambiental, localizada na Rua Cel. Arthur de Paula Ferreira,
42 – Bairro Assunção – SBC. – Licença de Instalação nº 124086/99, Licença de funcionamento nº 098152/99.
CNPJ / MF 01.101.456/0001-00, diariamente no período noturno, em caminhões baús impermeabilizados.

15.2 Resíduos Comuns Não Recicláveis

Estes resíduos são coletados pela empresa: VEGA Engenharia Ambiental, localizada à Rua Tietê, 232,
[Link] – SBCampo – CEP 09741-320 – Tel: 4368-7008 – CGC 01.832.326/0008-14, três vezes por
semana, no período noturno, em caminhões compactadores.

15.3 Resíduos Recicláveis

Estes resíduos são coletados pela Empresa VEGA Engenharia Ambiental, diariamente (exceto aos domingos)
no período da manhã e tarde, em caminhões específicos para a coleta de recicláveis.

15.4 Resíduos Químicos

Estes resíduos são coletados mensalmente pela Empresa SILCON Ambiental LTDA, localizada na Avenida
Angélica, n° 2632, conjunto CJ 82, Consolação- São Paulo. CEP-01228-200; Telefone (011) 3217-5777-
CNPJ- n°50.856.251/0001-40- CETESB sob o n° 442-3385-6 em Mauá/SP.

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15.5 Mercúrio Metálico e Lâmpadas Fluorescentes

Estes resíduos de mercúrio metálico e lâmpadas fluorescentes,quando existentes na instituição, são coletados
pela Empresa APLIQUIM Equipamentos e Produtos Químicos LTDA, localizada na Rua Brigadeiro
Tobias,356, 11° Andar- CEP: 01032-000- São Paulo-SP; Telefone (011)3313-1277, Cadastro na CETESB:
513-00006-8- Paulínea.

A Coleta externa é realizada de acordo com o quadro abaixo:

Tipo de Tipos de Veículos EPIs Freqência e Transporte Destino


Coleta Horário
Infectante Caminhão Baú Uniforme,luvas, Diariamente a ATT Fornos de
impermeabilizado botas e máscaras noite Ambiental, Microondas
Tecnologia e da Empresa
Tratamento
Químico Utilitários Uniforme,luvas, Mensalmente Silcon Incinerador
Fechados botas e máscaras Ambiental

Comum Caminhões Uniforme,luvas, 2ª feira a domingo VEGA Aterro


Compactadores botas a noite Engenharia Sanitário
Ambiental LARA
Recicláveis Caminhões Uniforme,luvas, 2ª feira a sábado VEGA Centro de
específicos botas pela manhã Engenharia Ecologia e
Ambiental Cidadania
Refazendo
Mercúrio Carro Luvas, Máscara de De acordo com o APLIQUIM Reciclagem
Metálico e Carvão ativado volume (máximo
Lâmpadas 40Kg ou
fluorescentes aproximadamente
200 lâmpadas

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16-TRATAMENTO EXTRA-UNIDADE

Os resíduos do grupo A (infectante), coletados pela empresa ATT, são processados em equipamento com
tratamento por microondas, vapor úmido e trituração, em fornos de microondas da própria empresa modelo
HG-A-250 S –Sanitec(fabricação americana). As ondas de ultra-som provocam a desinfecção dos mesmos e é
enviado aos aterros sanitários licenciados (Aterro Lara); localizado na Estrada Guaraciaba 1985, Bairro
Sertãozinho, Mauá e o Aterro Anaconda, localizado na Estrada Velha Santa Izabel-Mogi Km 3, Bairro
[Link] Dutra-Km 190.

. Os resíduos do grupo B (químicos), são coletados e incinerados pela empresa Silcon Ambiental, à Rua
Ruzzi, n° 350, Bairro Sertãozinho- Mauá- São Paulo-SP, CEP- 09370-840.

O Mercúrio Metálico e lâmpadas fluorescentes são coletados pela Empresa APLIQUIM, onde sofrem um
tratamento prévio, para posterior reciclagem.

. Os resíduos do grudo D, não recicláveis, são coletados pela empresa VEGA- Engenharia Ambiental e
encaminhados para o aterro Lara localizado conforme descrição acima.

. Os resíduos do grupo D recicláveis, são coletados pela empresa VEGA-Engenharia Ambiental e


encaminhados para o Centro de Ecologia e Cidadania Refazendo, localizado na Rua Batuira, nº 256- Bairro
Assunção - SBC

17-ESQUEMA DE EMERGÊNCIA

17.1- Elevadores/Energia Elétrica

Na quebra do elevador destinado ao transporte vertical dos resíduos, existe outro elevador que pode atender
esse serviço.
Caso ocorra falta de energia elétrica, os geradores de emergência alimentam os circuitos dos [Link]
uma falha total no sistema dos elevadores, os resíduos poderão ser transportados pela escada.

17.2- Recursos Humanos

Para a coleta II, a escala de serviço é de 02 (dois) funcionários, porém caso 0l (um) ou os 02 (dois) faltem,os
demais funcionários envolvidos na coleta I, estão aptos a realizá-la.

14
Sugerido por: Gestão da Qualidade Elaborado por: SESMT e SCIH
Aprovado por: Diretoria Clínica e Geral Endossado por: SESMT/CIPA e CCIH
Processo nº. : 01/ 05
Nome do Processo: Plano de Gerenciamento de Resíduos de Revisão nº. : 01
Serviços de Saúde Elaborado em: Março./2005
Revisado em: Julho//2006
Próx. Revisão: Julho./2007

17.3- Interrupção do Serviço de Coleta Externa

Em caso de interrupção do serviço de coleta externa pelas empresas mencionadas no item 15, o Hospital tem
capacidade para armazenar os resíduos por um período de:
Reciclado: 1(um) dia;
Comum: até 04 (quatro) dias.
Infectante: até 2 (dois)dias.
Tóxico-químico: 45 (quarenta e cinco) dias.
Caso a interrupção seja maior que os dias descritos conforme a categoria dos resíduos, será acionado o
serviço de outras empresas coletoras pelo hospital.

18 – SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHADOR

18.1- Ações Preventivas do SESMT

. Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional (Realização de Exames: Admissional, Periódicos,


Mudança de Função, Retorno ao Trabalho e Demissional)
. Investigação e Análises de Acidentes; propondo medidas preventivas e corretivas
. Formação, organização e orientação da CIPA.
. Reuniões Mensais da CIPA
. Realização da Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho – SIPAT
. Cursos sobre Prevenção da AIDS, Dengue, Lombalgia e cuidados com Pérfuro-Cortantes
. Apresentação mensal de Estatística dos Acidentes.
. Orientação de segurança ao acidentado
. Curso Teórico e Prático de Prevenção e Combate à Incêndio – Brigada de Incêndio – H.E.
. Orientação e divulgação do Programa de Vacinação Contra a Hepatite B extensivo a todos os funcionários,
inclusive, terceirizados.

18.2- Ações Preventivas da CIPA- Comissão Interna de Prevenção de Acidentes

. Reuniões Mensais da CIPA


. Colaboração na realização da Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho – SIPAT
. Acompanhamento na Investigação e Análises de Acidentes; propondo medidas preventivas e corretivas

18.3- Ações Preventivas do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar

- A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA e o Serviço de Controle de Infecção Hospitalar –


SCIH, estão constantemente, promovendo atividades que visam alertar os funcionários quanto à
prevenção de acidentes com materiais pérfuro-cortantes e exposição à matéria orgânica.
- Também é responsabilidade desses setores, juntamente com o SESMT, definir os Equipamentos de
Proteção Individual – EPI. – necessário para a proteção dos funcionários, bem como, os Equipamentos
Coletivos necessários para o descarte dos materiais pérfuro-cortantes.
- Vacinação promovidas pela CCIH para os funcionários (Hepátite B, dupla Adulto, Gripe)
15
- Implantação de Normas e Rotinas relacionadas à Precauções Padrão e Isolamentos.

Sugerido por: Gestão da Qualidade Elaborado por: SESMT e SCIH


Aprovado por: Diretoria Clínica e Geral Endossado por: SESMT/CIPA e CCIH
Processo nº. : 01/ 05
Nome do Processo: Plano de Gerenciamento de Resíduos de Revisão nº. : 01
Serviços de Saúde Elaborado em: Março./2005
Revisado em: Julho//2006
Próx. Revisão: Julho./2007

19 – CRONOGRAMA DAS ATIVIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS NO PERÍODO DE


JULHO/2006 A JULHO/2007

NOME DA ATIVIDADE DESENVOLVIDA DATA REALIZAÇÃO


Reuniões ordinárias Semestral
Reciclagem de funcionários Semestral
Elaboração de treinamento para reciclagem dos funcionários 12 a 15 setembro/2006
Treinamento dos funcionários 20/08 a 22/09/2006
Elaboração de treinamento para reciclagem dos funcionários 12 a 15 fevereiro/2007
Treinamento dos funcionários 19/02 a 12/03/2007
Integração dos funcionários novos Junto c/ Integração H.E.
Treinamento Admissional Admissão de funcionário
Revisão e solicitação de novas lixeiras Setembro/2006 e
março/2007

20 – APÊNDICE

. SESMT – Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho.


. PCMSO – Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional.
. CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.
. H.E. – Hospital de Ensino.
. SIPAT – Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho.
. PGRSSS – Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos do Serviço do Saúde.
. SCIH- Serviço de Controle de Infecção Hospitalar

21- ANEXOS

Sugerido por: Gestão da Qualidade Elaborado por: SESMT e SCIH


Aprovado por: Diretoria Clínica e Geral Endossado por: SESMT/CIPA e CCIH

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Nome do Processo:  Plano de Gerenciamento de Resíduos de
Serviços de Saúde
Processo nº. :
            01/ 05
Revisão nº. :
Sugerido por:
Gestão da Qualidade
Elaborado por:
SESMT e SCIH
Aprovado por:
Diretoria Clínica e Geral
Endossado por:
SESMT/CI
Sugerido por:
Gestão da Qualidade
Elaborado por:
SESMT e SCIH
Aprovado por:
Diretoria Clínica e Geral
Endossado por:
SESMT/CI
Sugerido por:
Gestão da Qualidade
Elaborado por:
SESMT e SCIH
Aprovado por:
Diretoria Clínica e Geral
Endossado por:
SESMT/CI
Sugerido por:
Gestão da Qualidade
Elaborado por:
SESMT e SCIH
Aprovado por:
Diretoria Clínica e Geral
Endossado por:
SESMT/CI
Sugerido por:
Gestão da Qualidade
Elaborado por:
SESMT e SCIH
Aprovado por:
Diretoria Clínica e Geral
Endossado por:
SESMT/CI
Sugerido por:
Gestão da Qualidade
Elaborado por:
SESMT e SCIH
Aprovado por:
Diretoria Clínica e Geral
Endossado por:
SESMT/CI
-  Responsável Técnico pelo Estabelecimento
    Dr. Walter Cordoni Filho – Diretor Geral
    RG  5.069.339       CRM 27703-7
Recipientes e materiais resultantes do processo de assistência à saúde que não contenha sangue ou líquidos
corpóreos na forma
Sugerido por:
Gestão da Qualidade
Elaborado por:
SESMT e SCIH
Aprovado por:
Diretoria Clínica e Geral
Endossado por:
SESMT/CI

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