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Iluminação Pública com Energia Solar

O documento discute sistemas autônomos de iluminação pública utilizando energia solar fotovoltaica. Ele descreve os componentes destes sistemas, incluindo placas solares, baterias e lâmpadas LED, e como eles funcionam para fornecer iluminação à noite usando energia armazenada durante o dia.
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Iluminação Pública com Energia Solar

O documento discute sistemas autônomos de iluminação pública utilizando energia solar fotovoltaica. Ele descreve os componentes destes sistemas, incluindo placas solares, baterias e lâmpadas LED, e como eles funcionam para fornecer iluminação à noite usando energia armazenada durante o dia.
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RESUMO

Há muitos séculos, que o Homem vem procurando formas de ter iluminação durante a
noite, assim como em espaços escuros. A iluminação pública está diretamente ligada ao
conforto das pessoas e à segurança nas vias públicas. Os principais objetivos são a
visibilidade do trajeto a percorrer, a prevenção de criminalidade e a iluminação de
monumentos, permitindo o seu embelezamento e destaque noturno.
As finalidades deste projeto são o estudo, o desenvolvimento e a análise da viabilidade
técnico-económica de sistemas autónomos de iluminação pública em estradas ou
caminhos rurais com energias renováveis, nomeadamente energia solar fotovoltaica,
aproveitando a energia remanescente para alimentar cargas nas zonas dentro das
localidades. Nos últimos anos tem-se procurado implementar medidas que levem a uma
maior eficiência energética, sendo isto possível com a utilização de novas tecnologias
de iluminação, como luminárias LED e/ou sistemas de controlo, gestão de IP e geração
de energia através de fontes solares fotovoltaicas.
INTRODUÇÃO

Com o aumento significativo do consumo de energia elétrica no contexto mundial,


surge um grande desafio pela humanidade em busca de soluções para essa demanda,
buscando cada dia soluções mais criativas que não causem tantos danos irreparáveis
ao meio ambiente e os ecossistemas.
A utilização da energia solar para iluminação pública traz diversas vantagens, ao
mesmo tempo em que gera economia financeira e protege o meio ambiente evitando
o consumo de energias não renováveis. Dentre outras vantagens podem-se destacar,
longa duração e com pouca manutenção, é uma iluminação muito econômica, traz
segurança à população onde não há iluminação pública.

O sistema alternativo de iluminação pesquisado consiste em um poste de iluminação


autônomo, composto basicamente de uma placa fotovoltaica, bateria de lítio e
luminária LED. Durante o dia a bateria é carregada através da placa fotovoltaica, e no
período da noite a energia armazenada na bateria é consumida pela luminária
produzindo certa quantidade de luz.
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

RADIAÇÃO SOLAR
A energia proveniente do Sol chega até o planeta Terra por meio de radiação
eletromagnética. A radiação é composta por ondas eletromagnéticas que possuem
frequências e comprimentos de onda diferentes.
A radiação solar ao atravessar a atmosfera terrestre até chegar ao solo ou módulos
fotovoltaicos sofre influência das diversas partículas de ar, poeira e obstáculos que ela
encontra pelo seu caminho. A radiação global compreende a soma da radiação difusa e
da radiação direta. A radiação difusa corresponde as ondas eletromagnéticas que
chegam indiretamente ao plano, resultado da difração na atmosfera e reflexão nas
partículas de ar e poeira. A radiação direta são as ondas que chegam em linha reta no
plano em direção ao Sol conforme ilustra a Figura 7. Existem equipamentos que são
capazes de medir a radiação solar, os mesmos são chamados de piranómetros.

ENERGIA RENOVÁVEL
A energia renovável é geralmente definida como a energia sustentável, proveniente de
recursos naturais para produzir eletricidade, tais como o sol, o vento, a água da chuva,
as ondas do mar, a biomassa e o calor da terra. A utilização das energias renováveis
conduz também a uma redução dos custos energéticos, pois a utilização da maioria dos
recursos renováveis é gratuita ou barata.
SOLAR FOTOVOLTAICA
Este sistema permite converter a radiação solar em energia elétrica através de células
fotovoltaicas. As células fotovoltaicas mais comuns são feitas de silício que passa por
um processo de dopagem para adquirir as características necessárias. A conversão da
energia solar em energia elétrica ocorre quando os fotões presentes na radiação solar
incidem o material semicondutor, assim os eletrões do semicondutor (o silício) são
excitados por uma fração dos fotões, para então os eletrões produzir uma diferença de
tensão e consequentemente uma corrente elétrica contínua. A associação de várias
células fotovoltaicas e sua ligação a uma bateria (em sistemas com armazenamento)
gera a energia elétrica que abastecerá o sistema, por um período, mesmo sem a presença
de sol. As células de silício são as mais tradicionais, mas também as mais caras por
conta do custo da etapa de purificação do silício. A célula fotovoltaica é a base de um
módulo fotovoltaico, sendo constituída por um material semicondutor, o silício, que
converte a radiação solar em corrente elétrica contínua.
Um sistema fotovoltaico é formado por módulos fotovoltaicos, e outros componentes
complementares do sistema tais como: Inversores; Baterias e componentes elétricos.
Quanto a energia solar fotovoltaica, teremos a conversão de energia a partir do efeito
fotovoltaico, convertendo-se directamente a luz captada do sol em energia eléctrica. De
acordo com Galdino e Pinho (2014, p.50), “a energia solar fotovoltaica é aquela obtida
pela conversão direta de luz em electricidade por intermédio do efeito fotovoltaico”. A
captação da luz solar é realizada a partir das placas fotovoltaicas instaladas nas
fachadas, telhados ou coberturas das instalações que farão uso da electricidade
produzida.
Existem outros tipos de células fotovoltaicas, como as tecnologias de película fina que
apresenta menor custo, mas em contra partida apresentam menor eficiência do que as de
silício. Este sistema apresenta algumas vantagens e desvantagens.
Vantagens:

 É possível geração de energia em sistemas isolados ou conectados a rede;


 Não emite gases de efeitos de estufas;
 Não provoca ruído, como no caso da energia eólica;
 Manutenção de fácil acesso.

Desvantagens:

 É necessária uma área grande, no caso de usinas solares, que permita as


orientações dos painéis sem o risco de sombreamento, que diminui a produção;
 Instabilidade na produção devido a condições climáticas, oque pode ser
contornado com o uso de baterias;
 Alto investimento inicial.

Um sistema fotovoltaico é formado por módulos fotovoltaicos, e outros componentes


complementares do sistema tais como: Inversores; Baterias, controladores e
componentes elétricos.
 Módulos fotovoltaicos são placas formadas por um conjunto de células
fotovoltaicas associadas eletricamente em série ou paralelo dependendo das
tensões ou correntes determinadas em projeto. O conjunto desses módulos é
chamado de gerador fotovoltaico e constituem a primeira parte do sistema, ou
seja, são os responsáveis pelo processo de captação da irradiação solar e a sua
transformação em energia eléctrica.

 Banco de baterias é constituído por uma quantidade calculada de elementos


conectados em série e/ou em paralelo, que fornecerão a potência demandada
pelas cargas, no período de autonomia em que devem funcionar sem receber
recarga do arranjo fotovoltaicos nos períodos sem insolação. Bateria é um
conjunto de células ou vasos electroquímicos, conectados em série ou em
paralelo, capazes de armazenar energia eléctrica na forma de energia química
por meio de um processo electroquímico de oxidação e redução que ocorre no
seu interior” (GALDINO E PINHO, 2014, p.164). Quando uma bateria
carregada é conectada à uma carga eléctrica, ocorre o processo reverso, ou seja,
uma corrente contínua é produzida pela conversão de energia química em
energia eléctrica. O banco de baterias, é um dos principais componentes de um
sistema fotovoltaico. Seja ele autônomo ou híbrido, a aplicação dos
acumuladores de energia pode ser diversa. Além disso, são responsáveis por
garantir a confiabilidade do sistema gerador durante o período desejado de
fornecimento.
 Controlador de carga, de acordo com Galdino e Pinho (2014, p.203),
“Controladores de carga são componentes críticos em SFI (sistemas
fotovoltaicos isolados), pois, caso venham a falhar, a bateria poderá sofrer danos
irreversíveis”. Eles devem ser projectados considerando-se as especificidades
dos diversos tipos de bateria, uma vez que um controlador é projetado para uma
bateria de Chumbo-cálcio selada pode não operar eficientemente com uma
bateria de Chumbo-antimônio não selada. Da mesma forma, controladores
projetados para baterias de Chumbo-ácido podem não ser adequados para as de
Níquel-Cádmio e assim por diante. De acordo com os autores anteriormente
citados, “controladores de carga são dispositivos utilizados na maioria dos SFI
com o objectivo de proteger a bateria (ou banco de baterias) contra cargas e
descargas excessivas, aumentado a sua vida útil”. Designações do tipo:
gerenciador de carga, regulador de carga ou regulador de tensão, também são
comuns e algumas vezes referem-se a controladores de carga com diferentes
níveis de sofisticação. Os controladores devem desconectar o gerador
fotovoltaico quando a bateria atingir carga plena e interroper o fornecimento de
energia quando o estado de carga da bateria atingir um nível mínimo de
segurança.

 Inversores de acordo com Galdino e Pinho (2014, p.216), “existe uma


diversidade grande de tipos de inversores em função das peculiaridades de suas
aplicações, muitas vezes eles fazem parte de equipamentos maiores, como no
caso de acionamentos electrônicos para motores de indução”. No caso de
sistemas fotovoltaicos, os inversores podem ser divididos em duas categorias em
relação ao tipo de aplicação: SFI (Sistema fotovoltaico isolado) e SFCR
(sistemas fotovoltaicos conectados à rede). Embora os inversores para SFCR
compartilham os mesmos princípios gerais de funcionamento que os inversores
para SFI, eles possuem características específicas para atender as exigências das
concessionárias de distribuição em termos de segurança e qualidade injetada na
rede. Segundo os autores anteriormente citados, “o inversor é um dispositivo
electrônico que fornece energia eléctrica em corrente alternada a partir de uma
fonte de energia eléctrica em corrente contínua”. A energia de corrente contínua
pode ser proveniente, por exemplo, de baterias, células a combustível ou
módulos fotovoltaicos. A corrente alternada de saída deve ter amplitude,
frequência e conteúdo harmônico adequados as cargas a serem alimentadas.
Adicionalmente, no caso de sistemas conectados à rede eléctrica a tensão de
saída do inversor deve ser sincronizada com a tensão da rede. De modo geral,
inversores para conexão à rede com potências individuais de até cerca de 5kW
têm saída monofásica. A partir dessa potência é mais comum a utilização de
inversores com saída trifásica, ou inversores monofásicos em associação
trifásica.
SISTEMA DE ILUMINAÇÃO
A iluminação passou por diversas transformações ao decorrer dos anos. Atualmente, os
projectos vão além do simples facto de iluminar. O serviço passou a exigir protocolos e
normas técnicas que potencializem a luminosidade e visibilidade em áreas públicas. Por
esse motivo, quanto maior a qualidade dos pontos de iluminação, como as luminárias
LED, maior é o nível de segurança dessas áreas e o bem-estar da população, pois tratar
da paisagem noturna é também discutir os efeitos ambientais dos projectos de
iluminação. A iluminação é essencial à qualidade de vida, atuando como instrumento
de cidadania, permitindo aos habitantes desfrutar, plenamente, do espaço público no
período noturno.
Desde as lâmpadas incandescentes até aos LEDs, vários tipos de lâmpadas foram sendo
desenvolvidas para uso nos sistemas de iluminação, melhorando a sua eficiência e
outras características luminotécnicas.

2.5.1. Tipos de lâmpadas

 Incandescente
A lâmpada incandescente transforma energia elétrica em luminosa e térmica, emitindo
mais calor do que luz, sendo seu rendimento de apenas 6% em energia visível, sendo o
restante transformado em calor. Tem durabilidade de até mil horas, pois o filamento se
torna mais fino conforme acontece o aquecimento até o momento em que o mesmo se
rompe, fazendo com que a lâmpada se queime. Sua aplicação é preferencialmente
residencial, por sua temperatura de cor agradável (amarelada) e total reprodução de cor.

Figura . Lâmpada incandescente.


 Fluorescente
As lâmpadas fluorescentes, também conhecidas como lâmpadas eletrônicas, apresentam
alta eficiência (de 50 a 80 lm/W), podem durar acima de 10 mil horas e têm baixo
consumo de energia. Produz a emissão de raio ultravioleta (UV). A parede interna da
lâmpada é pintada com pó de fósforo, e, quando os raios UV atravessam essa pintura,
eles são transformados em luz visível. Com a evolução das lâmpadas, a pintura é feita
hoje com o trifósforo nas três cores básicas (vermelho, verde e azul), o que resulta em
maior fidelidade de reprodução de cores. As fluorescentes de 26 milímetros têm vida
útil de 16 mil horas, aproximadamente. São utilizadas em áreas comerciais ou
residenciais.

Figura . Lâmpada fluorescente.

 Fluorescentes Tubulares
Possuem as mais diferentes alternativas de cor de luz adequadas a cada tipo de
aplicação, além de determinar a qualidade e quantidade de luz e a eficiência na
reprodução de cor. São encontradas versões Standard (com eficiência energética de até
70 lm/W ( lúmens/watts que é a unidade que mede a eficiência luminosa), 28
temperatura de cor entre 4.100 e 6.100K e índice de reprodução de cor de 85%) e
Trifósforo (eficiência energética de até 100 lm/W, temperatura de cor entre 4.000 e
6.000K e índice de reprodução de cor de 85%). Seu desempenho pode ser otimizado
com reatores.
Figura . Lâmpada Tubular.

 Fluorescentes Compactas
São utilizadas para as mais variadas atividades, seja comercial, institucional ou
residencial, com as seguintes vantagens: consumo de energia inferior ao da tubular,
durabilidade dez vezes maior, desenho moderno e leve; aquecem menos o ambiente; e
reproduz as cores em até 85% de fidelidade com tonalidade de cor adequada para cada
ambiente, com opções entre 2.700K (aparência de cor semelhante às incandescentes) a
4.000K (aparência de cor mais branca).

Figura . Lâmpada Compacta.

 Lâmpadas halógenas
As lâmpadas halógenas têm um funcionamento semelhante ao das
incandescentes, mas são nomeadas assim por possuírem halogêneo em sua
constituição. Apresentam a vantagem de conseguirem recuperar o calor
libertado, reduzindo a necessidade de eletricidade para manter a sua
iluminação, e assim também é considerada uma alternativa mais
econômica para as lâmpadas incandescentes. Neste tipo de lâmpada é
possível conseguir uma vida útil de até 4000 horas e um rendimento de cerca
de 25 lm/W.

Figura . Lâmpada Halógena.

 Led
O díodo emissor de luz, ou Light Emitting Diode (LED), após anos sendo utilizado
apenas como indicador luminoso de aparelhos, como rádio, televisão e computadores,
agora transforma-se em fonte de luz visível. Trabalha em baixa tensão, entre 10 e 24
volts e seu consumo é de, em média, um watt, o que o torna bastante econômico.
As lâmpadas de LED são consideradas o tipo de lâmpada mais tecnológica disponível
no mercado. Sua tecnologia converte energia elétrica diretamente em energia luminosa,
através de pequenos chips incorporados, com relação a sua vida útil, é extremamente
alta em relação aos outros tipos de lâmpadas, cerca de 50mil horas, dispensando
manutenção em curto tempo. Outro benefício que se destaca é a não emissão de
radiações infravermelhas e ultravioletas. No entanto, uma das grandes desvantagens da
LED é o seu custo elevado. Os circuitos existentes para a dimerização da lâmpada a
LED ainda são muito pouco difundidos no mundo, e, portanto não está em
comercialização de larga escala nos dias atuais somente em projetos de automação
residencial para iluminação inteligente.
Figura . Lâmpada LED.

2.5.2. Medidas de eficiência e poupança energética na iluminação


A adoção de tecnologias energeticamente eficientes não deve, sob nenhuma hipótese,
prejudicar o conforto e a satisfação dos utilizadores. Na sua forma mais simples, um
sistema de iluminação eficiente pode ser obtido através da otimização de duas variáveis,
o tempo de utilização e a potência instalada.
Com o aumento do preço da energia, o que tem levado elevadas faturas de energia,
surge a necessidade de adoção de medidas de eficiência e poupança energética.
Começaram a surgir novos intervenientes, novas tecnologias e variadas soluções, todas
prometendo, mais ou menos, poupança de energia e, consequentemente, redução de
custos. Umas passam por tirar o que existe e colocar novos equipamentos enquanto
outras passam por aproveitar o que existe, substituindo um ou mais componentes para
uma maior poupança de energia.
2.5.3. Substituição de equipamentos pelos mais eficientes
A primeira coisa que se pensa quando se quer obter eficiência ao nível de uma luminária
de iluminação é substituir a lâmpada por uma que garanta a mesma luminância, mas
tenha uma eficiência energética superior. Isto vem a ser feito nos últimos anos, tendo
sido substituídas as lâmpadas convencionais por uma nova aposta no mercado mundial
que são as lâmpadas ou luminárias LED. Isto permite eficiência através da poupança da
diferença de energia consumida entre as duas tecnologias.
ILUMINAÇÕES PÚBLICAS POR LÂMPADA LED

Segundo Santos (2016), o avanço dos LEDs no campo da iluminação nos últimos
anos teve grandes avanços, pois possibilitaram a utilização em amplos tipos de
equipamentos para iluminação. Tanto tiveram mudanças na iluminação residencial
como também na iluminação pontual. Com esse mesmo autor utilização de LEDs na
iluminação públicas se obtém várias vantagens:

Economia: O maior gasto dos municípios com iluminação está em áreas públicas
ruas e praças. Essa comprovação foi feita através de um projeto com a substituição de
200 lâmpadas de vapor de mercúrio por luminária LED. Uma simples alteração
obteve um resultado de aproximadamente 30 megawatts por ano de economia
(SANTOS, 2016).

Sustentabilidade: A sustentabilidade é uma questão de necessidade hoje em dia,


tanto na iniciativa pública quanto a privada, na escolha de projeto para iluminação. A
tecnologia dos LEDs que se refere a apenas uma luminária pode evitar a emissão de
até 400 quilos de dióxido de carbono no ar. Quando somados por todas existentes se
obtém um valor muito significativo. Atualmente 25% de emissões de CO2 é causada
pela iluminação pública, embora a iluminação de LED não seja muito barata,
entretanto é a que menos causa impacto ambiental (SANTOS, 2016).

Manutenção: A vida útil de uma instalação LED é muito maior quando se compara a
lâmpadas fluorescentes, mesmo se gastando mais a princípio por uma iluminação
LED, esse custo é sanado ao médio e longo prazo (SANTOS, 2016).
Segurança: Conseguem ter um conforto visual melhor com os LEDs na iluminação
pública com isso se conseguem ter melhor desempenho visual no ambiente. Que nos
dá um índice de reprodução de cores (IRC) muito melhor. A iluminação mesmo a
noite fica mais nítido a visualização, podendo evitar atropelamentos, assaltos,
acidentes nas ruas (SANTOS, 2016).

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