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Anovulação Crônica e Hiperandrogenismo

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Estágio Supervisionado em

SMII Saúde da Mulher II

Anovulação Crônica
Hiperandrogênica
Ovários Micropolicísticos sem
hiperandrogenismo

Discente: Evellyn Guimarães Farias


Orientadora: Profa. Cristianne Carvalho
SUMÁRIO

01 Conceitos iniciais 04 Diagnóstico

02 Fisiopatologia 05 Tratamento

03 Clínica 06 Complicações
01 CONCEITOS INICIAIS
CONCEITOS INICIAIS E
EPIDEMIOLOGIA
A anovulação crônica hiperandrogênica é
considerada uma das endocrinopatias mais
frequentes em mulheres durante o menacme.

Tem sua prevalência variando de 6 a 20% - a


depender dos critérios utilizados.

As principais características clínicas desta


síndrome são a presença de hiperandrogenismo,
com diferentes graus de manifestação clínica e a
anovulação crônica, na ausência de outros
diagnósticos específicos.

(FEBRASGO, 2023)
4
Fisiopatologia aplicada à
02
prática clínica
HIPERSECREÇÃO DE LH
ENTÃO É SÓ DOSAR O LH?

Aumento da biossíntese de
andrógenos nas células da
Aumento na teca
pulsatilidade do Aumento da amplitude
GnRH e frequência do LH LH/FSH aumentado leva a
redução da atividade da
aromatase nas células da
granulosa

AMBIENTE INTRAOVARIANO HIPERANDROGÊNICO

(BERGA et al, 1993; FEBRASGO, 2023)


6
FATORES ENDÓCRINOS

RESISTÊNCIA À INSULINA
HIPERINSULINEMIA

SHBG

LH > FSH Duas células, duas gonadotrofinas.


Adaptado de Barbieri, 2023.

(FEBRASGO, 2023; BARBIERI et al, 2023)


7
FATORES ENDÓCRINOS
FATORES GENÉTICOS FATORES EPIGENÉTICOS

RESISTÊNCIA À INSULINA
HIPERINSULINEMIA
A prevalência de SOP em mães e irmãs de
Influência ambiental, fatores
mulheres com SOP é de 20 a 40%.
comportamentais - dieta e estilo de vida - e
Há diferentes genes envolvidos na gênese da
SHBG fenotípicas distintas. fatores psicológicos, que diferem entre as
síndrome → expressões
diversas etnias.

LH > FSH Figura 1: Duas células, duas gonadotrofinas.


Adaptado de Barbieri, 2023.

(FEBRASGO, 2023; BARBIERI et al, 2023)


8
CICLO VICIOSO

O aumento dos níveis de LH Há acúmulo de folículos


leva a hiperestimulação das atrésicos que produzem
células da teca que produzem androgênios.
androgênios e a queda dos
valores de FSH leva a parada
da maturação folicular em SOP
estágios intermediários.

O aumento de androgênios faz com que mais estrona seja


produzida ocorrendo aumento da relação LH/FSH.

(FEBRASGO, 2023; BARBIERI et al, 2023)


9
Manifestações
02
Clínicas
DISFUNÇÃO MENSTRUAL

Ambiente Intraovariano Aumento estrona periférica


Hiperandrogênico Retrocontrole inadequado do HHO

PARADA DO DESENVOLVIMENTO FOLICULAR


ANOVULAÇÃO CRÔNICA
INFERTILIDADE

(FEBRASGO, 2023; WILLIAMS, 2020) 11


HIPERANDROGENISMO: SINAIS CLÍNICOS

HIRSUTISMO

Sinal clínico muito frequente.


70-80% dos casos estão
associados a SOP.
Idiopático é o segundo tipo
mais frequente.

Hirsutismo vs. Hipertricose

(FEBRASGO, 2023; AZULAY, 2021) 12


HIPERANDROGENISMO: SINAIS CLÍNICOS

HIRSUTISMO ALOPECIA FRONTAL

Sinal clínico muito frequente. Sinal raro de hiperandrogenismo.


70-80% dos casos estão Excluir anemia, tireoidopatias e
associados a SOP. doenças autoimunes.
Idiopático é o segundo tipo
mais frequente.

Hirsutismo vs. Hipertricose

(FEBRASGO, 2023; AZULAY, 2021) 13


HIPERANDROGENISMO: SINAIS CLÍNICOS

HIRSUTISMO ALOPECIA FRONTAL ACNE VULGAR

Sinal clínico muito frequente. Sinal raro de hiperandrogenismo. A sua patogênese considera 4
70-80% dos casos estão Excluir anemia, tireoidopatias e fatores: hiperceratose,
associados a SOP. doenças autoimunes. produção excessiva de sebo,
Idiopático é o segundo tipo proliferação do
mais frequente. Propionibacterium acnes
comensal e inflamação.
Hirsutismo vs. Hipertricose

(FEBRASGO, 2023; AZULAY, 2021) 14


HIPERANDROGENISMO: FISIOPATOLOGIA
O CICLO DE FUNCIONAMENTO DO FOLÍCULO PILOSO SE DÁ EM TRÊS
FASES: ANÁGENA, TELÓGENA E CATÁGENA.

EXCESSO DE ATIVIDADE DA 5-ALFA-REDUTASE → NÍVEIS


ELEVADOS DE DI-HIDROTESTOSTERONA (DHT)

(WILLIAMS, 2020; AZULAY, 2021) 15


ESCALA FERRIMAN GALLWEY

Especialmente para fins de pesquisa.


Mas a FEBRASGO incentiva o uso em
consultas ambulatoriais.

São atribuídos pontos de 1-4 para cada


região.

(FEBRASGO, 2023; WILLIAMS, 2020) 16


ESCALA DE LUDWIG

Área de calvície mínima e cabelo com


pouco volume. Ocorre pequena perda de
densidade na risca central.

O alargamento da linha mediana já está


bem aparente. Por isso, o couro cabeludo
está bem visível.

Nível avançado. A densidade dos fios é


bem baixa. No entanto, é o grau de calvície
mais raro em mulheres. Há rarefação em
região frontotemporal.
(Figura: Universidade de São Paulo - USP, 2021)

(FEBRASGO, 2023; WILLIAMS, 2020) 17


REPERCUSSÕES METABÓLICAS
RESISTÊNCIA À
TRÍADE LIPÍDICA
INSULINA
Redução do HDL

Transformação do LDL
Liberação de Ac. Graxos Livres Menor supressão na síntese de VLDL em partículas de menor
diâmetro e maior
densidade

Redução da lipoproteina-lipase Lipemia pós-prandial


Aumento da lipase hepática

Acantose Nigricans
(FEBRASGO, 2023; WILLIAMS, 2020) 18
REPERCUSSÕES METABÓLICAS
SÍNDROME METABÓLICA
RESISTÊNCIA À
CIRCUNFERÊNCIA ABDOMINAL Mulheres ≥ 88 cm Homens ≥ 102 cm LIPÍDICA
TRÍADE
INSULINA
Redução do HDL
PRESSÃO ARTERIAL ≥130 ou ≥ 85 mmHg
Transformação do LDL
TRIGLICERÍDEOS ≥150 em partículas de menor
Liberação de Ac. Graxos Livres Menor supressão na síntese de VLDL
diâmetro e maior
HDL - COLESTEROL Mulheres ≤ 50 mg/dl densidade
Homens ≤ 40 mg/dl
Redução da lipoproteina-lipase Lipemia pós-prandial
Aumento da lipase hepática
GLICEMIA DE JEJUM ≥ 100 mg/dl

(Diretriz Brasileira de Diagnóstico e Tratamento da Síndrome Metabólica, 2017)

19
03 Diagnóstico
CRITÉRIOS DIAGNÓSTICOS

Hiperandrogenismo Clínico e/ou Hiperandrogenismo: hirsutismo


laboratorial com índice de Ferriman-Gallwey
Oligo-amenorreia maior ou igual a 8
Critérios USG Contagem folicular ao ultrassom:
12 ou mais foliculos com diametro
Rotterdam (2003; 2012). entre 2-9mm, num mesmo ovario.
Oligo-amenorreia.
Presença de pelo menos 2 dos 3
critérios, nenhum obrigatório.
Excluir outras causas de
hiperandrogenismo.

(FEBRASGO, 2023)
21
CRITÉRIOS DIAGNÓSTICOS

Hiperandrogenismo Clínico e/ou Obrigatório Hiperandrogenismo,


laboratorial caracterizado por hirsutismo ou
Oligo-amenorreia hiperandrogenemia. Mais
Critérios USG disfunção ovulatória, que pode
ser caracterizada por
AE-PCOS Society (2009) oligo-amenorreia OU
característica policística dos
ovários ao US. Excluir outras
causas de hiperandrogenismo e
distúrbios ovulatórios.

(FEBRASGO, 2023)
22
CRITÉRIOS DIAGNÓSTICOS

Hiperandrogenismo Clínico e/ou Hiperandrogenismo: hirsutismo


laboratorial com índice de Ferriman-Gallwey
Oligo-amenorreia maior ou igual a 6-4. Contagem
Critérios USG folicular ao ultrassom: 20 ou mais
folículos com diâmetro entre
NHMRC, ASRM e ESHRE 2-9mm, num mesmo ovário.
(2018) Oligomenorreia: intervalo
intermenstrual maior que 35 dias
ou amenorreia, se intervalo
menstrual maior que 90 dias.
Presença de pelo menos 2 dos 3
critérios, nenhum obrigatório
Excluir outras causas de
hiperandrogesnimo.

(FEBRASGO, 2023; JORNAL EUROPEU DE ENDOCRINOLOGIA, 2023) 23


PARTICULARIDADES EM
ADOLESCENTES
DIAGNÓSTICO RETROSPECTIVO

Presença da anovulação persistente após os dois anos da menarca e na


presença de hiperandrogenismo clínico (acne e hirsutismo moderado para
severo) ou laboratorial (níveis de testosterona elevados). Escala de
Ferriman-Gallwey perde acurácia.

Assim, o ultrassom pélvico não deve ser utilizado no diagnóstico de SOP nos
primeiros oito anos após a menarca.

Meninas com irregularidades menstruais < 2 anos da menarca e presença de


hiperandrogenismo persistente é classificada como “Risco para SOP”.

(FEBRASGO, 2023; JORNAL EUROPEU DE ENDOCRINOLOGIA, 2023) 24


DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL
HIPERANDROGENISMO

DIAGNÓSTICO PROPEDÊUTICA COMPLEMENTAR

Hiperprolactinemia Dosagem de prolactina, se aumentado repetir em


nova amostra.

Disfunções tireoidianas TSH, se alterado repetir em nova amostra junto com


T4 livre.

Tumor ovariano produtor de androgênio Dosagem de testosterona total ou livre (> 200 ng/dl)

Tumor adrenal Dosagem de dehidroepiandrosterona sulfatada


(DHEA-S) (anormal se > 700 mcg/dl)
(FEBRASGO, 2023)

Hiperplasia adrenal congênita (HAC) Dosagem de 17-alfa-hidroxiprogesterona (17OHP),


dosado na fase folicular do ciclo (anormal se
>200ng/dl - se >800ng/dl, não precisa realizar outros
testes).
25
DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL

ANOVULAÇÃO CRÔNICA

DIAGNÓSTICO PROPEDÊUTICA COMPLEMENTAR

Hiperprolactinemia Dosagem de prolactina, se aumentado repetir em


nova amostra.

Disfunções tireoidianas TSH, se alterado repetir em nova amostra junto com


Hipertireoidismo/Hipotireoidismo T4 livre.

Hipogonadismo hipogonadotrófico FSH, LH, estradiol reduzidos.

Insuficiência ovariana prematura FSH, LH em níveis elevados e estradiol reduzido.


(FEBRASGO, 2023)

26
INVESTIGAÇÃO LABORATORIAL
EXAMES COMPLEMENTARES

DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL:
● b-HCG; PROLACTINA; 17-HIDROXIPROGESTERONA; CORTISOL PLASMÁTICO;
● TSH, T4 LIVRE; FSH, LH; PROGESTERONA NA FASE LÚTEA MÉDIA.

DIAGNÓSTICO BIOQUÍMICO (SE NECESSÁRIO):

● TESTOSTERONA TOTAL E LIVRE


● ANDROSTENEDIONA E DHEAS
● HORMÔNIO ANTIMULLERIANO*

RASTREIO DE COMORBIDADES ASSOCIADAS:

● TOTG 75g ou GLICEMIA E HEMOGLOBINA GLICADA AVALIAÇÃO SECUNDÁRIA


● COLESTEROL TOTAL E FRAÇÕES
● TRIGLICERÍDEOS

(FEBRASGO, 2023; JORNAL EUROPEU DE ENDOCRINOLOGIA, 2023) 27


MORFOLOGIA DOS OVÁRIOS
CRITÉRIOS USG

Contagem folicular ao ultrassom: 20 ou mais


folículos com diâmetro entre 2-9mm, num
mesmo ovário.

Se o aparelho for muito antigo, a qualidade da


imagem não for suficiente ou se realizado USG
abdominal, considerar o volume ovariano >10cm3
como critério.

Não existem critérios bem definidos em


adolescentes, então não é necessário realizar
USG.

Anovulação crônica + Hiperandrogenismo


dispensa exame de imagem.
(JORNAL EUROPEU DE ENDOCRINOLOGIA, 2023) 28
04 Tratamento
TRATAMENTO DA DISFUNÇÃO
MENSTRUAL

CONTRACEPTIVOS HORMONAIS

Bloqueio do eixo HHO. Até 20-30 mcg de EE - devido ao risco de tromboembolismo venoso.
Progestina isoladas devem ser consideradas - proteção endometrial.

METFORMINA

Deve ser considerado em mulheres adultas com ciclos irregulares e IMC > 25.
Em adultas com IMC <25 e em adolescentes as evidências são limitadas.

(FEBRASGO, 2023; JORNAL EUROPEU DE ENDOCRINOLOGIA, 2023) 30


TRATAMENTO DAS MANIFESTAÇÕES
ANDROGÊNICAS
CONTRACEPTIVOS HORMONAIS

Bloqueio do eixo HHO;


Aumento do SHBG;
Utilizar progestágenos com
propriedade antiandrogênicas.
Interação na síntese adrenal.

Até 20-30 mcg de EE - devido ao


risco de tromboembolismo
venoso.

ASSOCIAR A MEDIDAS NÃO FARMACOLÓGICAS → DEPILAÇÃO


A LASER, POR EXEMPLO.
(FEBRASGO, 2023; JORNAL EUROPEU DE ENDOCRINOLOGIA, 2023) 31
TRATAMENTO DAS MANIFESTAÇÕES
ANDROGÊNICAS
NO CASO DE RESPOSTA INSATISFATÓRIA EM 6 MESES DE USO DE COC, CONSIDERAR MEDICAÇÕES
ANTIANDROGÊNICAS.

ESPIRONOLACTONA
Atua como inibidor competitivo do
receptor androgenico e, além disso,
reduz a atividade da 5-alfa-redutase.

Dose 25-100 mcg

ASSOCIAR A MEDIDAS NÃO FARMACOLÓGICAS → DEPILAÇÃO


A LASER, POR EXEMPLO.
(FEBRASGO, 2023; JORNAL EUROPEU DE ENDOCRINOLOGIA, 2023) 32
TRATAMENTO DA INFERTILIDADE
1° LINHA

LETROZOL - INIBIDOR DA AROMATASE

GONADOTROFINAS

CITRATO DE CLOMIFENO

(FEBRASGO, 2023; JORNAL EUROPEU DE ENDOCRINOLOGIA, 2023) 33


CIRURGIA OVARIANA LAPAROSCÓPICA
2° LINHA Drilling Ovariano (Eletrocauterização Laparoscópica)

(FEBRASGO, 2023; JORNAL EUROPEU DE ENDOCRINOLOGIA, 2023) 34


ABORDAGEM DA DISLIPIDEMIA
MUDANÇAS NO ESTILO DE VIDA

Dieta a base de vegetais, frutas e legumes (≥5 Recomenda-se no mínimo 150 minutos
porções por dia), oleaginosas, grãos não processados por semana de atividade física de
e peixe, com reduzidas quantidades de colesterol, intensidade moderada ou 75 minutos
gorduras trans, carnes processadas, açúcar e farinha por semana de atividade aeróbica
refinada podem reduzir o risco de DCV. intensa.

AVALIAR INTRODUÇÃO DE ESTATINAS APÓS 3 MESES DE MUDANÇAS


DOS HÁBITOS DE VIDA

Se hipertrigliceridemia (> 500 mg/dL) e baixos


níveis de HDL-colesterol. Associar estatina com fibrato.

(FEBRASGO, 2023) 35
05 Complicações
gestacionais e perinatais
COMPLICAÇÕES GESTACIONAIS

TRATAMENTO OBESIDADE, DISLIPIDEMIA, DMG E DESORDENS


INFERTILIDADE RESISTÊNCIA Â INSULINA HIPERTENSIVAS

INVASÃO TROFOBLÁSTICA E
PLACENTAÇÃO

Aborto espontâneo, macrossomia fetal, prematuridade, restrição do crescimento intrauterino, etc.

(FEBRASGO, 2023) 37
REFERÊNCIAS
Síndrome dos ovários policísticos. 3a ed. -- São Paulo: Federação Brasileira das
Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), 2023.

Hoffman BL, Schorge JO, Schaffer JI, Halvorson LM, Bradshaw KD. Ginecologia de
Williams. 4ª. Ed. Porto Alegre: McGraw-Hill Artmed; 2020.

HJ Teede, CT Tay, JJE Laven et al. Recommendations from the 2023 international
evidence-based guideline for the assessment and management of polycystic
ovary syndrome, European Journal of Endocrinology, Volume 189, Issue 2, August
2023, Pages G43–G64.

Barbieri RL et al. Diagnosis of polycystic ovary syndrome in adults. Jun, 2023.

Barbieri RL et al. Treatment of polycystic ovary syndrome in adults. May, 2022.

Shaw N et al. Definition, clinical features, and differential diagnosis of polycystic


ovary syndrome in adolescents. Feb, 2024.
Estágio Supervisionado em
SMII Saúde da Mulher II
QUESTÃO 01

Anovulação Crônica
Hiperandrogênica
Com relação a Síndrome dos Ovários Policísticos, é correto afirmar, exceto:
Ovários Micropolicísticos sem
A. O diagnóstico de SOP é eminentemente de exclusão.
hiperandrogenismo
B. Durante a adolescencia, o diferencial deve ser feito com imaturidade do eixo
hipotálamo-hipófise-ovariano, que seria um processo fisiológico e transitório de anovulação
nessa fase da vida.
C. Para
Discente: o diagnóstico
Evellyn de Farias
Guimarães SOP na adolescencia, deve -se ter dois dos critérios de Rotterdam:
hiperandrogenismo
Orientadora: clinico
Profa. Cristianne ou laboratorial, disfunção ovulatória e imagens policísticas ao
Carvalho
ultrassom pélvico.
D. Com relação aos exames laboratoriais, devem ser analisados: TSH e T4, testosterona total,
17-OH-progesterona e Cortisol.
Estágio Supervisionado em
SMII Saúde da Mulher II
QUESTÃO 01

Anovulação Crônica
Hiperandrogênica
Com relação a Síndrome dos Ovários Policísticos, é correto afirmar, exceto:
Ovários Micropolicísticos sem
A. O diagnóstico de SOP é eminentemente de exclusão.
hiperandrogenismo
B. Durante a adolescencia, o diferencial deve ser feito com imaturidade do eixo
hipotálamo-hipófise-ovariano, que seria um processo fisiológico e transitório de anovulação
nessa fase da vida.
C. Para
Discente: o diagnóstico
Evellyn GuimarãesdeFarias
SOP na adolescencia, deve -se ter dois dos critérios de Rotterdam:
hiperandrogenismo
Orientadora: clinico
Profa. Cristianne ou laboratorial, disfunção ovulatória e imagens policísticas ao
Carvalho
ultrassom pélvico.
D. Com relação aos exames laboratoriais, devem ser analisados: TSH e T4, testosterona total,
17-OH-progesterona e Cortisol.
Estágio Supervisionado em
SMII Saúde da Mulher II
QUESTÃO 02

Anovulação Crônica
Hiperandrogênica
A síndrome dos ovários policisticos (SOP), ou anovulação crônica hiperandrogênica, é uma afecção
comum entre as mulheres com ciclos menstruais irregulares. Sobre essa patologia, é correto afirmar:
Ovários Micropolicísticos sem
hiperandrogenismo
A. Na fisiopatologia, há um aumento do FSH em relação ao LH com uma relação 2:1 em mais da
metade dos casos.
B. O diabetes tipo 1, a hiperprolactinemia e a Síndrome de Cushing podem ter sintomas semelhantes
com
Discente: SOP. Guimarães Farias
Evellyn
C. Mulheres
Orientadora: comCristianne
Profa. SOP que engravidam
Carvalho apresentam taxa elevada de abortamento precoce em relação
à taxa média da população geral.
D. Mesmo paciente com intervalo ciclico regulares, hiperandrogenismo brando e sem alterações
metabólicas, devem ser tratadas pelo risco de câncer de ovário.
Estágio Supervisionado em
SMII Saúde da Mulher II
QUESTÃO 02

Anovulação Crônica
Hiperandrogênica
A síndrome dos ovários policisticos (SOP), ou anovulação crônica hiperandrogênica, é uma afecção
comum entre as mulheres com ciclos menstruais irregulares. Sobre essa patologia, é correto afirmar:
Ovários Micropolicísticos sem
hiperandrogenismo
A. Na fisiopatologia, há um aumento do FSH em relação ao LH com uma relação 2:1 em mais da
metade dos casos.
B. O diabetes tipo 1, a hiperprolactinemia e a Síndrome de Cushing podem ter sintomas semelhantes
com
Discente: SOP. Guimarães Farias
Evellyn
C. Mulheres
Orientadora: com
Profa. SOP que Carvalho
Cristianne engravidam apresentam taxa elevada de abortamento precoce em
relação à taxa média da população geral.
D. Mesmo paciente com intervalo ciclico regulares, hiperandrogenismo brando e sem alterações
metabólicas, devem ser tratadas pelo risco de câncer de ovário.
Estágio Supervisionado em
SMII Saúde da Mulher II
QUESTÃO 03

Anovulação Crônica
Sobre a síndrome dos ovários policísticos (SOP), é correto afirmar que:

Hiperandrogênica
A. É causa de infertilidade, que responde quase sempre à ressecção “em cunha” dos ovários
policísticos.
Ovários Micropolicísticos sem
hiperandrogenismo
B. Ao contrário de mulheres com síndrome metabólica, na SOP, a obesidade quando ocorre é
generalizada.
C. O distúrbio ovariano parece proteger a mulher com SOP do risco de desenvolver no futuro
síndrome
Discente: Evellynmetabólica.
Guimarães Farias
Orientadora: Profa. com
D. As mulheres SOP têm
Cristianne maior risco de desenvolver carcinoma do endométrio.
Carvalho
E. Presença de duas das três características, a partir da conferência de Rotterdam, faz o
diagnóstico: hiperandrogenismo clínico ou bioquímico; obesidade e ovários policísticos na
ultrassonografia.
Estágio Supervisionado em
SMII Saúde da Mulher II
QUESTÃO 03

Anovulação Crônica
Sobre a síndrome dos ovários policísticos (SOP), é correto afirmar que:

Hiperandrogênica
A. É causa de infertilidade, que responde quase sempre à ressecção “em cunha” dos ovários
policísticos.
Ovários Micropolicísticos sem
hiperandrogenismo
B. Ao contrário de mulheres com síndrome metabólica, na SOP, a obesidade quando ocorre é
generalizada.
C. O distúrbio ovariano parece proteger a mulher com SOP do risco de desenvolver no futuro
síndrome
Discente: Evellynmetabólica.
Guimarães Farias
D. As mulheres com SOP têm
Orientadora: Profa. Cristianne maior risco de desenvolver carcinoma do endométrio.
Carvalho
E. Presença de duas das três características, a partir da conferência de Rotterdam, faz o
diagnóstico: hiperandrogenismo clínico ou bioquímico; obesidade e ovários policísticos na
ultrassonografia.
OBRIGADA

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