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Regulamento Disciplinar Bombeiros RJ

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RDCBMERJ

CFSd/2024

REGULAMENTO DISCIPLINAR DO
CORPO DE BOMBEIROS DO ESTADO
DO RIO DE JANEIRO
SUMÁRIO
❖ TIPOS DE ESFERAS
❖ TIPOS DE PROCEDIMENTOS APURATÓRIOS
❖ DECRETO Nº 3.767, DE 4 DE DEZEMBRO DE 1980.
TIPOS DE ESFERAS
Podem ser processados e punidos na esfera:
- Civil (reparação de perdas e danos)
- Administrativa (sanções disciplinares)
- Penal ( apuração de crime)
PROCEDIMENTOS APURATÓRIOS
• Procedimento Administrativo Disciplinar (PAD)
• Esclarece fatos sujeitos a transgressão disciplinar

• Sindicância
• Procedimento apuratório administrativo

• IPM
• Procedimento apuratório de crime militar
RDCBMERJ
- DECRETO Nº 3.767, DE 4 DE DEZEMBRO DE 1980
GENERALIDADES
Art. 1º - O Regulamento Disciplinar do Corpo de
Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro (RDCBERJ)
tem por finalidade especificar e classificar as
transgressões disciplinares, estabelecer normas
relativas à amplitude e à aplicação das punições
disciplinares, à classificação do comportamento de
bombeiro-militar das praças BM e à interposição de
recursos contra a aplicação das punições.
Parágrafo único - São também tratadas, em partes,
neste Regulamento, as recompensas especificadas no
Estatuto dos bombeiros-militares.
GENERALIDADES
Art. 3º - A civilidade é parte da educação de
bombeiro-militar e, como tal, de interesse vital para a
disciplina consciente. Importa ao superior tratar os
subordinados, em geral, e os recrutas, em particular, com
urbanidade e justiça, interessando-se por seus problemas.
Em contrapartida, o subordinado é obrigado a todas as
provas de respeito e deferência para com seus superiores,
de conformidade com os regulamentos de
bombeiros-militares.
Parágrafo único - As demonstrações de camaradagem,
cortesia e consideração, obrigatórias entre os
bombeiros-militares, devem ser dispensadas aos militares
das Forças Armadas e aos bombeiros-militares e
policiais-militares de outras Corporações.
GENERALIDADES
Art. 4º - Para efeito deste Regulamento, todas as
Organizações de Bombeiros-Militares, tais como:
Quartel do Comando-Geral, Comando de Bombeiros
de Área, Diretorias, Estabelecimento, Repartições,
Escolas, Campos de Instrução, Centro de Formação e
Aperfeiçoamento, Unidades Operacionais e outras,
serão denominadas "OBM".
Parágrafo único - Para efeito deste Regulamento, os
Comandantes, Diretores ou Chefes de OBM serão
denominados "Comandantes".
PRINCÍPIOS GERAIS DA
HIERARQUIA E DA DISCIPLINA
Art. 6º - A disciplina de bombeiro-militar é a rigorosa
observância e o acatamento integral das leis,
regulamentos, normas e disposições, traduzindo-se
pelo perfeito cumprimento do dever por parte de todos
e de cada um dos componentes do organismo
bombeiro militar.
PRINCÍPIOS GERAIS DA
HIERARQUIA E DA DISCIPLINA
§ 1º - São manifestações essenciais de disciplina:
1 - a correção de atitudes;
2 - a obediência pronta às ordens dos superiores hierárquicos;
3 - a dedicação integral ao serviço;
4 - a colaboração espontânea à disciplina coletiva e à
eficiência da instituição;
5 - a consciência das responsabilidades;
6 - a rigorosa observância das prescrições regulamentares.
§ 2º - A disciplina e o respeito à hierarquia devem ser mantidos
permanentemente pelos bombeiros militares na ativa e na
inatividade.
PRINCÍPIOS GERAIS DA
HIERARQUIA E DA DISCIPLINA
Art. 7º - As ordens devem ser prontamente obedecidas.
§ 1º - Cabe ao bombeiro-militar a inteira responsabilidade
pelas ordens que der e pelas conseqüências que delas advierem.
§ 2º - Cabe ao subordinado, ao receber uma ordem, solicitar os
esclarecimentos necessários ao seu total entendimento e
compreensão.
§ 3º - Quando a ordem importar em responsabilidade criminal
para o executante, poderá o mesmo solicitar sua confirmação por
escrito, cumprindo a autoridade que a emitiu, atender a
solicitação.
§ 4º - Cabe ao executante, que exorbitar no cumprimento de
ordem recebida, a responsabilidade pelos excessos e abusos
que cometer.
PRINCÍPIOS GERAIS DA
HIERARQUIA E DA DISCIPLINA
Art. 8º - Estão sujeitos a este Regulamento, os
bombeiros-militares na ativa e os na inatividade.
§ 1º - Os alunos de órgãos específicos de formação
de bombeiros-militares também estão sujeitos aos
regulamentos, normas e prescrições das OBM em que
estejam matriculados.
ESFERA DE AÇÃO E COMPETÊNCIA
Art. 11 - Todo bombeiro-militar que tiver
conhecimento de fato contrário à disciplina deverá
participar ao seu chefe imediato por escrito ou
verbalmente. Neste último caso, deve confirmar a
participação por escrito no prazo máximo de 48
horas.
§ 1º - A parte deve ser clara, concisa e precisa; deve
conter os dados capazes de identificar as pessoas ou
coisas envolvidas, o local, a data e a hora da ocorrência
e caracterizar as circunstâncias que a envolverem, sem
tecer comentários ou opiniões pessoais.
ESFERA DE AÇÃO E COMPETÊNCIA
§ 4º - A autoridade, a quem a parte é dirigida, deve
dar a solução no prazo máximo de quatro (4) dias
úteis, podendo, se necessário, ouvir as pessoas
envolvidas, obedecidas as demais prescrições
regulamentares. Na impossibilidade de solucioná-la
neste prazo, o seu motivo deverá ser necessariamente
publicado em boletim e, neste caso, o prazo poderá ser
prorrogado até vinte (20) dias.
ESFERA DE AÇÃO E COMPETÊNCIA
ATENÇÃO!!
A Parte precisa conter prova:
- Documento (livro de controle; imagem etc)
- Testemunha (mín 2)
- Perícia
ESPECIFICAÇÃO DAS
TRANSGRESSÕES
Art. 13 - Transgressão disciplinar é qualquer
violação dos princípios da ética, dos deveres e das
obrigações de bombeiro-militar, na sua manifestação
elementar simples e qualquer omissão ou ação
contrária aos preceitos estatuídos em leis,
regulamentos, normas ou disposições, desde que não
constituam crime.
ESPECIFICAÇÃO DAS
TRANSGRESSÕES
Art. 14 - São transgressões disciplinares:
1 - todas as ações ou omissões contrárias à disciplina
de bombeiro-militar especificadas no Anexo I do
presente Regulamento;
2 - todas as ações, omissões ou atos, não
especificados na relação de transgressões do Anexo
citado, que afetem a honra pessoal, o pundonor do
bombeiro-militar, o decoro da classe ou o sentimento
do dever e outras prescrições contidas no Estatuto dos
Bombeiros-Militares, leis e regulamentos, bem como
aquelas praticadas contra regras e ordens de serviço
estabelecidas por autoridade competente.
JULGAMENTO DAS
TRANSGRESSÕES
Art. 15 - O julgamento das transgressões deve ser
precedido de um exame e de uma análise que
considerem:
1 - os antecedentes do transgressor;
2 - as causas que a determinaram;
3 - a natureza dos fatos que a envolveram; e
4 - as conseqüências que dela possam advir

Art. 16 - No julgamento das transgressões podem ser


levantadas causas que justifiquem a falta ou
circunstâncias que atenuem e/ou a agravem.
JULGAMENTO DAS
TRANSGRESSÕES
Art. 17 - São causas de justificação:
1 - ter sido cometida a transgressão na prática de ação meritória, no interesse
do serviço ou da ordem pública;
2 - ter cometido a transgressão em legítima defesa, própria ou de outrem;
3 - ter sido cometida a transgressão em obediência à ordem superior;
4 - ter sido cometida a transgressão pelo uso imperativo de meios violentos, a
fim de compelir o subordinado a cumprir rigorosamente o seu dever, no caso
de perigo,necessidade urgente, calamidade pública, manutenção da ordem e
da disciplina;
5 - ter havido motivo de força maior, plenamente comprovado e justificado; e
6 - nos casos de ignorância, plenamente comprovada, desde que não atente
contra os sentimentos normais de patriotismo, humanidade e probidade.
Parágrafo único - Não haverá punição quando for reconhecida qualquer causa
de justificação.
JULGAMENTO DAS
TRANSGRESSÕES
Art. 18 - São circunstâncias atenuantes:
1 - bom comportamento;
2 - relevância de serviços prestados;
3 - ter sido cometida a transgressão para evitar mal
maior;
4 - ter sido cometida a transgressão em defesa própria,
de seus direitos ou de outrem,
desde que não constitua causa de justificação; e
5 - falta de prática do serviço
JULGAMENTO DAS
TRANSGRESSÕES
Art. 19 - São circunstâncias agravantes:
1 - mau comportamento;
2 - prática simultânea ou conexão de duas ou mais transgressões;
3 - reincidência de transgressão mesmo punida verbalmente;
4 - conluio de duas ou mais pessoas;
5 - ser praticada a transgressão durante a execução de serviço;
6- ser cometida a falta em presença de subordinado;
7 - ter abusado o transgressor de sua autoridade hierárquica;
8 - ser praticada a transgressão com premeditação;
9 - ter sido praticada a transgressão em presença de tropa; e
10 - ter sido praticada a transgressão em presença de público.
CLASSIFICAÇÃO, RECLASSIFICAÇÃO E
MELHORIA DE COMPORTAMENTO
Art. 55 - Para efeito de classificação, reclassificação e
melhoria de comportamento, tão somente de que se
trata este Capítulo:
1 - duas (2) repreensões equivalem a uma (1) detenção;
2 - quatro (4) repreensões equivalem a uma (1) prisão;
e
3 - duas (2) detenções equivalem a uma (1) prisão.
JULGAMENTO DAS
TRANSGRESSÕES
Art. 20 - A transgressão da disciplina deve ser
classificada, desde que não haja causas de justificação,
em:
1 - leve;
2 - média; e
3 - grave

Art. 21 - A transgressão da disciplina deve ser


classificada como "grave" quando, não chegando a
constituir crime, constitua a mesma ato que afete o
sentimento de dever, a honra pessoal, o pundonor de
bombeiro-militar ou o decoro da classe.
GRADAÇÃO E EXECUÇÃO DAS
PUNIÇÕES
Art. 22 - A punição disciplinar objetiva o fortalecimento
da disciplina.
Parágrafo único - A punição deve ter em vista o
benefício educativo ao punido e à coletividade a que
ele pertence.
GRADAÇÃO E EXECUÇÃO DAS
PUNIÇÕES
Art. 23 - As punições disciplinares a que estão sujeitos
os bombeiros-militares, segundo a classificação
resultante do julgamento da transgressão, são as
seguintes, em ordem de gravidade crescente:
1 - advertência;
2 - repreensão;
3 - detenção;
4 - prisão e prisão em separado; e
Parágrafo único - As punições disciplinares de
detenção e prisão não podem ultrapassar de 30
(trinta) dias.
GRADAÇÃO E EXECUÇÃO DAS
PUNIÇÕES
Art. 24 - Advertência - é a forma mais branda de punir.
Consiste numa admoestação feita verbalmente ao
transgressor, podendo ser de caráter particular ou
ostensivamente.
§ 1º - Quando ostensivamente, poderá ser na presença
de superior, no círculo de seus pares ou na presença de
toda ou parte da OBM.
§ 2º - Advertência, por ser verbal, não deve constar das
alterações do punido, devendo, entretanto, ser
registrada em sua ficha disciplinar.
GRADAÇÃO E EXECUÇÃO DAS
PUNIÇÕES
Art. 25 - Repreensão - é a punição que publicada em
Boletim, não priva o punido da liberdade.
Art. 26 - Detenção - consiste no cerceamento da
liberdade do punido, o qual deve permanecer no local
que lhe for determinado, normalmente o quartel, sem
que fique, no entanto, confinado.
§ 1º - O detido comparece a todos os atos de instrução e
serviços.
GRADAÇÃO E EXECUÇÃO DAS
PUNIÇÕES
Art. 27 - Prisão - consiste no confinamento do punido
em local próprio e designado para tal.
Art. 28 - A prisão deve ser cumprida sem prejuízo da
instrução e dos serviços internos. Quando o for com
prejuízo, esta condição deve ser declarada em Boletim.
GRADAÇÃO E EXECUÇÃO DAS
PUNIÇÕES
Art. 29 - Em casos especiais, a prisão pode ser agravada
para "prisão em separado", devendo o punido
permanecer confinado e isolado, fazendo suas
refeições no local da prisão. Este agravamento não
pode exceder à metade da punição aplicada.
Parágrafo único - A "prisão em separado" deve
constituir, em princípio, a parte inicial documprimento
da punição e não deve exceder à metade da punição
aplicada.
GRADAÇÃO E EXECUÇÃO DAS
PUNIÇÕES
Art. 30 - O recolhimento de qualquer transgressor à
prisão, sem nota de punição publicada em Boletim
Interno da OBM, só poderá ocorrer por ordem das
autoridades referidas nos itens 1, 2, 3, 4, 5 e 6 do art. 10
deste Regulamento.
NORMAS PARA APLICAÇÃO E
CUMPRIMENTO DAS PUNIÇÕES
Art. 32 - As aplicação da punição compreende uma
descrição sumária, clara e precisa dos fatos e
circunstâncias que determinaram a transgressão, o
enquadramento da punição e a decorrente publicação
em Boletim da OBM.
§ 1º - Enquadramento - é a caracterização da
transgressão acrescida de outros detalhes relacionado
com o comportamento do transgressor, cumprimento
da punição ou justificação. No enquadramento são
necessariamente mencionados:
NORMAS PARA APLICAÇÃO E
CUMPRIMENTO DAS PUNIÇÕES
RESUMO:
1 - Tipificação
2 - Identificar atenuantes e/ou agravantes, ou
causas de justificação;
3 - Classificação da transgressão
4 - Punição imposta; local e data de início
5 - Classificação do Comportamento
6 - Publicação
NORMAS PARA APLICAÇÃO E
CUMPRIMENTO DAS PUNIÇÕES
Art. 34 - A publicação da punição imposta a Oficial BM
ou a Aspirante-a-Oficial BM, em princípio, deve ser feita
em Boletim Reservado, podendo ser em Boletim
Ostensivo se as circunstâncias ou a natureza da
transgressão assim o recomendarem.
NORMAS PARA APLICAÇÃO E
CUMPRIMENTO DAS PUNIÇÕES
1 - a punição deve ser proporcional à gravidade da
transgressão, dentro dos seguintes
limites:
a - de advertência até dez (10) dias de detenção, para
transgressão "leve";
b - de detenção até dez (10) dias de prisão, para
transgressão "média"; e
3 - a punição deve ser dosada quando ocorrerem
apenas circunstâncias atenuantes;
NORMAS PARA APLICAÇÃO E
CUMPRIMENTO DAS PUNIÇÕES
4 - por uma única transgressão não deve ser aplicada
mais de uma punição;
5 - a punição disciplinar, no entanto, não exime o
punido da responsabilidade civil que lhe couber; e
6 - na decorrência de mais de uma transgressão, sem
conexão entre si, a cada uma deve ser imposta a
punição correspondente. Em caso contrário, as de
menor gravidade serão consideradas como
circunstâncias agravantes da transgressão principal.
§ 1°- As cominações civis, penais e disciplinares poderão
cumular-se, sendo umas e outras independentes entre
si, bem assim as instâncias civis, penal e administrativa.
NORMAS PARA APLICAÇÃO E
CUMPRIMENTO DAS PUNIÇÕES
§ 2°- A absolvição criminal só afasta a responsabilidade
administrativa e civil quando reconhecer provada a
inexistência do fato ou negada a sua autoria.
Art. 37 - Nenhum bombeiro-militar será punido sem
que tenha sido ouvido e apuradas as razões da
transgressão.
NORMAS PARA APLICAÇÃO E
CUMPRIMENTO DAS PUNIÇÕES
Art. 38 - O início do cumprimento da punição
disciplinar deve ocorrer com a distribuição do Boletim
da OBM que publica a aplicação da punição.
§ 1º - O tempo de detenção ou prisão, antes da
respectiva publicação em boletim, não deve
ultrapassar de setenta e duas (72) horas.
§ 2º - A contagem do tempo de cumprimento da
punição vai do momento em que o punido for
recolhido até aquele em que for posto em liberdade.
MODIFICAÇÃO NA APLICAÇÃO
DAS PUNIÇÕES
Art. 43 - A modificação da aplicação da punição pode
ser realizada pela autoridade que a aplicou ou por
outra, superior e competente, quando tiver
conhecimento de fatos que recomendem tal
procedimento.
Parágrafo único - as modificações da aplicação de
punições são:
1 - anulação; 2 - relevação; 3 - atenuação; e 4 -
agravação.
MODIFICAÇÃO NA APLICAÇÃO
DAS PUNIÇÕES
Art. 44 - A anulação da punição consiste em tornar sem
efeito a aplicação da mesma.
§ 1º - Deve ser concedida quando for comprovado ter
ocorrido injustiça ou ilegalidade na sua aplicação.
§ 2º - Far-se-á em obediência aos prazos seguintes:
1 - em qualquer tempo e em qualquer circunstância,
pelas autoridades especificadas nos
itens 1, 2 e 3 do art. 10 deste Regulamento;
2 - no prazo de sessenta (60) dias, pelas demais
autoridades.
MODIFICAÇÃO NA APLICAÇÃO
DAS PUNIÇÕES
Art. 47 - a relevação de punição consiste na suspensão
do cumprimento da punição imposta.
Parágrafo único - A relevação da punição pode ser
concedida:
1 - Objetivos atingidos
2 - Passagem de comando; aniversário CBMERJ ou
data nacional, quando cumprido pelo menos metade
da punição.
CLASSIFICAÇÃO, RECLASSIFICAÇÃO E
MELHORIA DE COMPORTAMENTO
Art. 51 - § 2º - Ao ser incluída no Corpo de Bombeiros a
Praça será classificada no comportamento "bom".
Art. 52 - O comportamento de bombeiro-militar das
Praças BM deve ser classificado em:
1 - excepcional - 8 anos sem punição;
2 - ótimo - 4 anos com até uma detenção
3 - bom - 2 anos com até duas prisões
4 - insuficiente - 1 anos com até duas prisões
5 - mau - 1 anos com mais de duas prisões
Exemplo de Nota
- O Sd BM (QBMP/número) - FULANO DE TAL, do GBS,
por ter chegado atrasado ao primeiro tempo de
instrução realizado no dia 20 do corrente mês (nº 22 do
Anexo I, com a agravante de nº 3 do art. 19, tudo do
RDCBMERJ, transgressão leve), fica repreendido;
ingressa no comportamento "mau".

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