Universidade Católica de Moçambique
Instituto de Ensino à Distância
Centro de Recursos de Nampula
Fundamentos Humanos da Didáctica
Funções Didácticas
Salimo Somar
Nampula, Novembro de 2021
Universidade Católica de Moçambique
Instituto de Ensino à Distancia
Centro de Recursos de Nampula
Fundamentos Humanos da Didáctica
Funções Didácticas
Salimo Somar
Trabalho Científico apresentado ao
Departamento do ensino de História da
Universidade Católica de Moçambique,
Centro de Ensino a Distância - Nampula,
com o intuito de obtenção da 1ª Avaliação da
cadeira de Didáctica Geral 1º Ano.
Tutor: Mela Pedro João Ferrão
Nampula, Novembro de 2021
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Índice
Introdução ..................................................................................................................................................3
1. Fundamentos humanos da didáctica. ..................................................................................................4
2. Origem etimológica da palavra Pedagogia .........................................................................................4
3. A relação entre a Pedagogia com a Didáctica. ...................................................................................5
4. Funções Didácticas.............................................................................................................................6
4.1. Função didáctica introdução e motivação ......................................................................................7
4.2. Mediação/assimilação ....................................................................................................................8
4.3. Domínio/consolidação....................................................................................................................8
4.4. Controle/avaliação..........................................................................................................................9
5. Relação entre as funções didácticas na sala de aulas .........................................................................9
6. Aplicação das funções didácticas na actividade docente. ................................................................10
Conclusão .................................................................................................................................................12
Referencias bibliograficas ........................................................................................................................13
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Introdução
As funções didácticas são elementos ou partes que constituem a actividade principal do processo
de ensino-aprendizagem, o qual se manifesta na coordenação, subordinação, combinação e
relação destas, de modo a garantir que o PEA se realize de forma eficaz, isto é, que as várias
partes do PEA possam constituir uma unidade de conhecimentos.
O presente trabalho tem por objectivo central conhecer os fundamentos humanos da didáctica;
apresentar a origem etimológica da palavra pedagogia; descrever a relação existente entre
Pedagogia e a Didáctica; descrever as funções didácticas; apresentar a relação existente entre as
funções didácticas na sala de aulas; e falar da aplicação das funções didácticas no trabalho
docente.
A educação especialmente organizada realiza-se, nas escolas, sobretudo através das aulas, que em
si constituem um conjunto de condições pelos quais o professor dirige e estimula o processo de
ensino em função da actividade própria do aluno no processo de aprendizagem escolar, ou seja, a
assimilação consciente e activa dos conteúdos. As funções didácticas encontram-se interligadas e
fazem parte integrante de uma aula que compreende um sistema, sobressaindo a ideia deque, na
prática docente, elas devem ser usadas de forma integrada, ou seja, numa relação dialéctica entre
todas elas.
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1. Fundamentos humanos da didáctica.
De acordo com Araujo (s.d), “a ideia de uma ciência que ensina como ensinar, deve começar a
desaparecer a ideia de uma didáctica como conjunto de técnicas e saberes metodológicos
indispensáveis a arte de ensinar algo a alguém” (p. 7).
A didáctica enquanto se preocupar com o processo de ensino-aprendizagem deve reconhecer que
a acção educativa de que se preocupa a didáctica é uma acção humana por natureza, o homem
vive na família, na escola, na igreja, o estado, a comunidade, essas todas instâncias são
vivenciadas pelo homem e o campo escolar é social daí as influencias que este homem sofre.
2. Origem etimológica da palavra Pedagogia
Segundo Hamze (2019), a palavra Pedagogia tem origem na Grécia, paidós (criança) e agodé
(condução). “A palavra grega Paidagogos é formada pela palavra paidós (criança) e agogos
(condutor). Portanto, pedagogo significa condutor de crianças,aquele que ajuda a conduzir o
ensino. Este era o trabalho do escravo, que era encarregado também de dar formação (Paidéia)
intelectual e cultural da crianca” (Hamze, 2019).
Segundo Pilleti (1990) apud Araújo (s.d), “etimologicamente a palavra Pedagogia vem de pai,
paidós = crianças, agein = conduzir; logo = ciência, assim a Pedagogia significa ciência para a
condução das Crianças”.
Para Santos (2013), a palavra Pedagogia “tem origem na Grécia antiga, paidós (criança)
e agogé (condução). No decurso da história do Ocidente, a Pedagogia firmou-se como correlato
da educação é a ciência do ensino.”
Assim, com base nos autores, percebe-se que a palavra “pedagogia” é derivada de dois radicais
da língua grega. Sua origem vem de Paidos, que significava “criança”. O outro radical é Agogé,
que pode ser traduzido como “conduzir” ou “condução”. Em geral, a origem de pedagogia tinha o
significado de conduzir a criança, ou seja, ensiná-la e a ajudar no crescimento. Assim sendo a
pedagogia está ligada ao ato de condução do saber.
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3. A relação entre a Pedagogia com a Didáctica.
A Pedagogia é a ciência que tem como desígnio o estudo da educação. Aborda os princípios e
metodologias de ensino, na administração de escolas e na condução dos assuntos educacionais.
“O pedagogo, que trabalha para cobrir e melhorar a propriedade da educação tem dois grandes
campos de atuação: a administração e o magistério, de modo que pode tanto gerenciar e
supervisionar o princípio de ensino quanto orientar os alunos e os professores” (Colunista Portal,
2018).
A Didática explanando de forma simples e direta pode ser determinada como técnica de ensinar.
“A didática é um ramo da pedagogia que se ocupa dos métodos e técnicas de ensino, destinados a
colocar em práticas as diretrizes da teoria pedagógica” (Colunista Portal. 2018).
A didáctica é uma ciência pedagógica, sendo por isso que mantém relação com a pedagogia. A
actuação do professor com propósito de ensinar, exige deste um agir tendo em conta não somente
habilidades didácticas, mas também pedagógicas.
Segundo Fausto (2020), “a dependência da Didáctica em relação à Pedagogia se verifica na
impossibilidade de se especificar objectivos da instrução, das matérias e dos métodos, fora de
uma concepção de mundo, de uma opção metodológica geral e uma concepção de praxis
pedagógica, uma vez que essas tarefas pertencem ao campo do pedagógico”.
É verdade que a finalidade imediata do processo didáctico é o ensino de determinadas matérias e
de habilidades cognitivas conexas; todavia, por se tratar de matérias ou temas de ensino,
implicando, portanto, dimensão formativa, a eles se sobrepõem objectivos e tarefas mais amplos
determinados social e pedagogicamente. Dai considerar-se a didáctica como disciplina de
intersecção entre a teoria educacional e as metodologias especificas das matérias que se
esclarecem e se particularizam sob características comuns, básicas, da actividade pedagógica e,
em particular, do processo de ensino e aprendizagem. (Fausto, 2020).
De acordo com Nivagara (s.d.) “a Pedagogia investiga a natureza das finalidades da educação
como processo social, no seio de uma determinada sociedade, bem como as metodologias
apropriadas para a formação dos indivíduos, tendo em vista o seu desenvolvimento humano para
tarefas na vida em sociedade”.
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Aliando-se as informações dos autores e aliando-se num contexto da educação escolar como
sendo uma actividade social e tendo em vista a formação dos indivíduos enquanto seres sociais,
cabe à Pedagogia intervir nesse processo de assimilação, orientando-o para finalidades sociais e
politicas e criando um conjunto de condições metodológicas e organizativas para viabilizá-lo no
âmbito da escola.
“A Didáctica investiga as condições e formas que vigoram no ensino e, ao mesmo tempo, os
factores reais (sociais, políticos, culturais, psicossociais) condicionantes das relações entre a
docência e a aprendizagem” (Fausto, 2020).
Portanto, destacando a instrução e o ensino como elementos primordiais do processo pedagógico
escolar, a Pedagogia traduz objectivos de ensino, selecciona e organiza os conteúdos e métodos e,
ao estabelecer as conexões entre ensino e aprendizagem, indica princípios e directrizes que irão
regular a acção didáctica.
Neste sentido, Didática é uma ramificação da ciência pedagógica que tem como objetivo de
ensinar métodos e técnicas que autorizam o aprendizado do aluno por parte do professor ou
instrutor. Assegura o fazer pedagógico na escola, na sua dimensão político-social e técnica, por
isso, é uma disciplina eminentemente pedagógica.
4. Funções Didácticas
Segundo Cuamba, Chirindza & Martins (2018), “as funções didácticas são elementos ou partes
que constituem a actividade principal do processo de ensino-aprendizagem, o qual se manifesta
na coordenação, subordinação, combinação e relação destas, de modo a garantir que o PEA se
realize de forma eficaz, isto é, que as várias partes do PEA possam constituir uma unidade de
conhecimentos” (p. 166).
A organização das funções didácticas é uma sequência lógica de aquisição e apropriação dos
conhecimentos e a sua posterior aplicação na vida prática. Uma aula é realizada com mais de uma
função didáctica.
Segundo Cuamba, Chirindza & Martins (2018):
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Cada etapa ou passo da aula corresponde a uma função didáctica, que é dominante, o que significa
que pode haver o envolvimento das restantes, com o fim de, no conjunto, elas assegurarem a
eficácia da assimilação da matéria. Em cada função didáctica é proposto o tempo da sua duração,
o método dominante, o conjunto de meios e formas de ensino e também as actividades do
professor e do aluno. (p. 166)
Assim, as funções didácticas podem ser: “Função Didáctica de Introdução a Motivação; Função
Didáctica Mediação e Assimilação; Função Didáctica de Domínio e Consolidação; Função
Didáctica de Controlo e Avaliação”. (Araujo, s.d, P. 47)
4.1. Função didáctica introdução e motivação
De acordo com Cuamba, Chirindza & Martins (2018), esta função didáctica visa a preparação e
introdução da matéria, correspondendo especificamente ao momento inicial de preparação para o
estudo da matéria nova e compreende actividades interligadas, tais como:
Preparação prévia do professor;
Preparação dos alunos;
Introdução da matéria nova;
Colocação didáctica dos objectivos
A motivação pode ser inicial, continua e final. Segundo Araujo, (s.d) “antes de a aula iniciar a
motivação inicial põe os alunos em condições de poderem querer aprender, ou seja, dispostos
para realizarem as actividades requeridas nesse PEA e ao mesmo tempo, gradualmente o
professor trabalha para manter essa motivação ao longo de todo PEA” (p. 51).
Portanto, com base nas ideias de Araujo (s.d), os alunos precisam de ser activados logo desde o
princípio da aula até ao fim. O melhor procedimento para aplicar a introdução é apresentar a
matéria como um problema a ser resolvido. Mediante perguntas, troca de ideias/experiências,
colocação de possíveis soluções, estabelecimento de relações causa-efeito, os problemas
relacionados ao tema vão-se encaminhando para se tornarem também problemas para os alunos
na sua vida prática.
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4.2. Mediação/assimilação
Na função didáctica mediação e assimilação há o propósito de maior sistematização, envolvendo
a transmissão-mediação/assimilação activa dos conhecimentos. “Nesta etapa se realiza a
percepção dos objectivos e fenómenos ligados ao tema, a formação de conceitos, o
desenvolvimento de capacidades cognitivas de observação, imaginação e raciocínio dos alunos.
Neste sentido o professor nesta etapa coloca os alunos em contacto com a matéria nova” (Araújo,
s.d. p. 53).
Algumas actividades do professor para esse propósito são: explicar aos alunos os conteúdos,
sistematização dos conteúdos, explicar aos alunos a essência do conteúdo através de exemplos, da
experiência dos alunos, trabalhar com as percepções e ideias dos alunos. Neste sentido pode se
optar pela exposição, observação ou discussão da matéria.
Segundo Cuamba, Chirindza & Martins (2018), “a Mediação e Assimilação constituem a etapa
ou passo da Aula, onde se realiza a percepção de fenómenos ligados ao tema, a formação de
conceitos, o desenvolvimento de capacidades cognitivas de observação, imaginação e raciocínio
dos alunos”.
É nesta fase em que os alunos devem ter amplas oportunidades de se ocupar e empenhar com a
matéria da aula, de forma activa e colaborativa. A actividade dos alunos (seja individual, aos
pares, ou em grupos) pode ser iniciada ou seguida por uma exposição pelo professor. Desta
forma, os alunos não apenas decoram factos, mas sim adquirem e desenvolvem habilidades e
competências.
4.3. Domínio/consolidação
Segundo Cuamba, Chirindza & Martins (2018)
Esta etapa consiste na organização, aprimoramento e fixação dos conhecimentos por parte dos
alunos, a fim de que estejam disponíveis para orientá-los nas situações concretas de estudo e de
vida. Trata-se, também, de uma etapa em que, em paralelo com os conhecimentos e através deles,
se aprimora a formação de habilidades e hábitos para a utilização independente e criadora dos
conhecimentos. A consolidação de conhecimentos e formação de habilidades e hábitos inclui
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exercícios, a recapitulação da matéria, o resumo, a aplicação dos conceitos aprendidos para outros
contextos, as tarefas de casa e a sistematização.
Entretanto, percebeu-se que esta função didáctica depende do facto de que os alunos tenham
compreendido bem a matéria e de que estes sirvam de meios para o desenvolvimento do seu
pensamento independente, do seu raciocínio e da sua actividade mental. Nesta etapa pretende-se
conseguir o aprimoramento do novo saber dos alunos, por isso, o professor deve criar condições
de retenção e compreensão da matéria, através de exercícios e actividades práticas para solicitar a
compreensão.
4.4. Controle/avaliação
De acordo os autores Cuamba, Chirindza & Martins (2018), esta etapa permite o
acompanhamento de todo o processo de ensino-aprendizagem e forma ao mesmo tempo a
conclusão das unidades do ensino. O professor pode dirigir efectivamente o processo de ensino-
aprendizagem e conhecer permanentemente o grau das dificuldades dos alunos na compreensão
da matéria.
“Este controle vai consistir, também, em acompanhar o PEA avaliando as actividades do
professor e do aluno em função dos objectivos definidos. Através do controlo e avaliação, o
professor pode providenciar e, se necessário, rectificar, suplementar ou mesmo reorganizar a
aprendizagem”. (Cuamba, Chirindza & Martins, 2018 P. 170).
5. Relação entre as funções didácticas na sala de aulas
Segundo Araújo (s.d) “A motivação permanente ou contínua tem como sua estratégia atingir o
objectivo de uma tarefa, de uma aula: atingir o objectivo de uma tarefa/actividade tem uma
função motivadora. Por isso, dada a sua importância dos objectivos na actividade do professor e
dos alunos, eles devem ser recordados e verificados em todas as etapas do ensino”.
A ideia do autor demonstra claramente que durante o decurso das aulas, será necessário que a
motivação seja permanente em todas as ectapas de modo que as crianças fiquem sempre com uma
disposição para a aula.
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A mediação e assimilação é a função didáctica na qual o mediador dá orientações, explicações
necessárias, organiza as actividades dos alunos que os possam conduzir à assimilação activa dos
conhecimentos para desenvolver atitudes, convicções, habilidades, hábitos, etc.
A consolidação, neste sentido, pode dar-se em qualquer etapa do processo didáctico: “antes de
iniciar matéria nova, recorda-se, são realizados exercícios em relação a matéria anterior; no
estudo do novo conteúdo, ocorre paralelamente as actividades de assimilação e compreensão.
Mas constitui também, um momento determinado do processo didáctico, quando é posterior a
assimilação inicial e compreensão da matéria”
Controle e avaliação acompanha todo o processo de ensino aprendizagem e forma, ao mesmo
tempo, a conclusão das unidades de ensino (ou unidades temáticas). No geral, podemos
distinguir: Controle e avaliação directos, isto é, especificamente nas fases de FD C+A; e Controle
e avaliação contínua ou imanente, isto é, em todas as outras funções didácticas.
Portanto, percebeu-se que durante o decurso do processo de ensino e aprendizagem, se manifesta
uma coordenação, subordinação, combinação e relação das funções didácticas, de modo a
garantir que o PEA se realize de forma eficaz, isto é, que as várias partes do PEA possam
constituir uma unidade de conhecimentos. Assim, as funções didácticas encontram-se
interligadas.
6. Aplicação das funções didácticas na actividade docente.
A educação especialmente organizada realiza-se nas escolas, sobretudo através das aulas, que em
si constituem um conjunto de condições pelos quais o professor dirige e estimula o processo de
ensino em função da actividade própria do aluno no processo de aprendizagem escolar, ou seja, a
assimilação consciente e activa dos conteúdos.
Segundo Araújo (s.d)
O processo de ensino, através das aulas, possibilita o encontro entre os alunos e a matéria do
ensino, preparada didacticamente no plano de ensino e nos planos de aula. A realização de uma
aula ou conjunto de aulas requer uma estrutura didáctica, isto é, etapas ou passos mais ou menos
constantes que estabelecem a sequência do ensino de acordo com a matéria ensinada,
características do grupo de alunos e de cada aluno e situações didácticas específicas. (p. 45).
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As funções didácticas fazem parte integrante de uma aula que compreende um sistema,
sobressaindo a ideia de que, na prática docente, “elas devem ser usadas de forma integrada, ou
seja, numa relação dialéctica entre todas elas. Por esse facto, enquanto num dado momento o
professor realiza uma certa função didáctica como sendo a predominante, nela integra elementos
doutras funções didácticas” (Cuamba, Chirindza & Martins, 2018 p. 166).
Em cada função didáctica é proposto o tempo da sua duração, o método dominante, no conjunto
de meios e formas de ensino e também as actividades do professor e do aluno.
O professor aplica as funções didácticas para facilitar a planificação das aulas, seguindo de forma
criteriosa e cuidadosa todos os passos da planificação bem como, o enquadramento dos
conteúdos em cada uma delas.
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Conclusão
A origem de pedagogia tinha o significado de conduzir a criança, ou seja, ensiná-la e a ajudar no
crescimento . A Pedagogia é a ciência que tem como desígnio o estudo da educação. Aborda os
princípios e metodologias de ensino, na administração de escolas e na condução dos assuntos
educacionais .
A didáctica enquanto se preocupar com o processo de ensino-aprendizagem deve reconhecer que
a acção educativa de que se preocupa é uma acção humana por natureza.
As funções didácticas descrevem as etapas de uma aula, em termos das finalidades pedagógicas.
Cada etapa do processo de ensino-aprendizagem tem uma função pedagógica e elas estão
estreitamente interligadas.
A planificação de aulas, tendo em conta as etapas da aula/funções didácticas, permite ao
professor estruturar a aula de forma a garantir que os alunos saibam o que vão aprender, fiquem
conscientes sobre o que já sabem em relação ao tema, tenham a oportunidade de explorar novos
conceitos, construindo novos conhecimentos e avaliarem as suas aprendizagens.
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Referências bibliográficas
Araujo, E. A. L. de (s.d) Mnanual de tronco comum – Didactica Geral. UCM-CED. Beira.
Moçambique.
Colunista Portal (2018). Didática e Pedagogia. Disponível em
[Link]
Consultado no dia 20 de Outubro de 2021.
Fausto, J. (2020). Didáctica: Suas relações com a Pedagogia e outras Ciências. Disponível em
[Link]
[Link] consultado no dia 20 de Outubro de 2021
Hamze, A. (2019). Professor Pedagogo: Condutor de crianças. Disponível em
[Link]
[Link] consultado no dia 20 de Outubro de 2021.
Martins, V. Chirindza, D. Cuamba, H. (2018). Manual de Psicopedagogia – Formação de
Professores do Ensino Primário e Educação de Adultos. MINEDH. Maputo – Moçambique.
Nivagara, D. D. Didáctica Geral – Aprender a Ensinar. Módulo de Ensino à distância,
Universidade Pedagógica.
Santos A. J. (2013). Origem. Pedagogia ao Pé da Letra. Disponível em:
[Link] Acesso em: 20 de Outubro de 2021.
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