Dicas
s Importantes
s
Lembre-se sempre de que o meu objetivo central
deste Curso Livre de Reflexologia Podal é
transferir o máximo de conteúdo e conhecimentos
de forma simples, prática e objetiva, e não apenas
finalizar o curso.
Qualquer um pode terminar este Curso, entretanto
só os determinados aprendem e colocam em
prática os conhecimentos adquiridos!
x Estando no Curso On-Line ou no Presencial, LEIA
e principalmente ESTUDE cada trecho desta
Apostila com atenção redobrada, não se
deixando dominar pela pressa e ansiedade por
tornar-se uma(um) Reflexologista Podal de uma
hora para outra!
x Explore e estude profundamente as ilustrações
explicativas contidas nesta apostila, pois elas
têm uma função crucial, bem mais importante
que somente embelezar o texto, elas são
fundamentais para exemplificar e melhorar o
entendimento e a absorção do conhecimento
sobre o conteúdo desta Apostila.
2
x Diferencie-se dos demais, seja curiosa(o)
pesquise e pergunte sempre que tiver dúvidas
através do nosso Suporte ao Aluno.
Quanto mais se aprofundar seus estudos mais
conhecimentos absorverá e terá este diferencial
entre as(os) alunas(os) e obviamente no
mercado de trabalho.
x Todos terão aqui neste Curso Livre de
Reflexologia Podal acesso a minha mesma
atenção e dedicação, sempre tirando dúvidas e
transferindo os meus conhecimentos de forma
igualitária.
x Entretanto o aproveitamento que cada aluna(o)
faz do seu momento de aprendizagem é único e
diferencia as(os) “alunas(os) certificadas(os)”
das(os) “alunas(os) capacitadas(os)”.
x Busque complementar sua formação fora deste
Curso Livre de Reflexologia Podal, pesquisando
novas informações e leituras extras, “seja
CURIOSA(O).
3
x Quando estiver frente a frente com seu CLIENTE,
dedique-se integralmente a ele procurando
entender a SUA A DOR, para assim conseguir
atender as suas necessidades, massageando os
Pontos Reflexos dos Pés de forma correta e
certeira.
x Entenda que a aprendizagem não se faz apenas
quando está realizando este Curso Livre de
Reflexologia Podal, mas sim durante todo o dia a
dia, pois o processo de aprendizagem é
dinâmico e não finda nestes conhecimentos e
conteúdos aqui repassados.
x Ficar atenta(o) “antenada(o)” às coisas que
estão à sua volta vão lhe permitir encontrar
elementos e respostas para reforçar aquilo que
você já aprendeu.
x Você é LIVRE para criticar o que está
aprendendo, se é coerente, e verificando
sempre a aplicação do conteúdo no dia a dia. O
aprendizado só tem sentido quando pode
efetivamente ser colocado em prática.
4
Elementos
s Históricos
s
A Reflexologia existe há pelo menos 2.500 AC,
quando os egípcios já demonstravam utilizar tais
conhecimentos como podemos observar nas
pinturas arqueológicas.
Acredita-se que esta técnica tenha sido
compreendida mais tarde pelos budistas indianos,
que teriam levado esse conhecimento para a
China.
Na china, a técnica milenar é aplicada em grande
escala até os dias de hoje.
5
Foram os chineses os mais interessados em
desenvolvê-la. Escrituras antigas de origem
chinesa detalhavam os conhecimentos sobre este
método antigo em relação aos pontos de reflexão
encontrados em partes do corpo.
A História
a da
a Reflexologia
a no
o
e
Ocidente
A Reflexologia foi redescoberta pelo Dr. William
Fitzgerald, nascido em Middleton – EUA, em 1.872.
O Dr. William Fitzgerald foi Médico graduado pela
Universidade de Vermont e especializou-se em
otorrinolaringologia. Faleceu aos 70 anos em
Stanford-EUA, em 1.942.
No início do século, o Dr. Fitzgerald começou a
considerar a possibilidade de tratar o corpo por
meio de pontos de pressão identificados nos pés
que poderia aliviar dores no corpo.
6
Em seu livro sobre terapia zonal ele afirma: “A
Índia,, a Chinaa e triboss indígenas s conheciam,, háá
cincoo mill anos,, uma
a formaa de
e tratamentoo porr meio
o
dee pontos s de
e pressão”. Esse conhecimento, no
entanto, parece ter sido esquecido. Talvez ele
tenha sido deixado de lado em favor da
acupuntura, que surgiu como o ramo mais forte da
mesma raiz”.
Fazendo um retrospecto histórico, podemos
encontrar provas do uso dessa técnica.
Afirma-se que Cellini (1.500–1.571), o grande
escultor florentino, usou uma forte pressão nos
dedos dos pés e das mãos a fim de aliviar dores
corporais com grande sucesso. Do mesmo modo,
W. Garfield (1.831–1.881), um dos presidentes
americanos, teria aliviado a dor decorrente de uma
tentativa de assassinato aplicando pressão em
vários pontos dos pés.
7
Ao que parece, todas as outras medicações
prescritas tinham fracassado.
As tribos de americanos nativos conheciam o
relacionamento entre os pontos de reflexo e os
órgãos interiores do corpo, tendo empregado esse
saber no tratamento de enfermidades. Elas ainda
o fazem nas reservas indígenas.
Em 1.916, o Dr. Edwin Bowers descreveu
publicamente o tratamento proposto pelo Dr.
Fitzgerald, dando-lhe o nome de “Terapia Zonal “.
No ano seguinte, o trabalho dos dois foi publicado
no livro Zone Therapy.
A obra continha propostas e recomendações
terapêuticas para clínicos, dentistas,
ginecologistas, otorrinolaringologistas e
quiropatas.
8
Na primeira edição do livro havia diagramas dos
reflexos dos pés e a correspondente divisão das
dez zonas do corpo, e o Dr. Fitzgerald começou a
ensinar esse método de tratamento a praticantes
dando-lhes cursos de instrução.
Uma massagista americana, interessou-se pelo
método e começou a aprender mais sobre ele. Ela
passou muitos anos fazendo experiências sobre o
seu modo de funcionamento e desenvolveu um
método de massagem sutil especial chamado
Método Ingham de Massagem de Compressão. Ela
o descreveu no livro Histórias que os pés contam.
9
Eunice Ingham
(1879-1974), designada a Mãe
da Reflexologia Moderna. Foi
provavelmente quem deu
maior contribuição para a
prática da Reflexologia, tal
como hoje o fazemos.
Ela teve a oportunidade de tratar centenas de
pacientes onde cada ponto reflexo de contato
havia sido cuidadosamente verificado e
reexaminado até que com toda a confiança ela foi
capaz de determinar que os reflexos nos pés eram
uma imagem exata dos órgãos do corpo.
Em 1938, o Dr. Riley a encorajou a escrever seu
primeiro livro intitulado "Histórias que os pés
podem contar", onde ela documentou seus casos
e mapeou cuidadosamente os reflexos nos pés
como os conhecemos hoje.
10
Eunice ficou muito conhecida e viajou pelo mundo
participando de seminários de saúde onde falava
com médicos sobre sua terapia.
Estabeleceu diferenças entre terapia por zonas e
o trabalho com os reflexos nos pés. Mapeou os pés
em áreas correspondentes às diversas estruturas
anatômicas e órgãos do corpo.
Escreveu
u Três
s Livros::
s the
Stories e Feett Can
n Telll Thru
u Reflexology
y
Histórias que os Pés podem contar através da
Reflexologia
Stories
s the
e Feett Have
e Told
d Thru
u Reflexology
Histórias que os Pés contam através da
Reflexologia (1938)
The
e Storiess the
e feett have
e told
Histórias que os Pés Contaram (1963)
Acredita-se que a reflexologia tenha sido levada
para a Inglaterra por Doreen Bayley, que fora
discípula de Eunice Ingham e autora do livro
Reflexology Today.
11
Hanne Marquardt, da Alemanha, que começou a
trabalhar com Eunice Ingham em 1967, também
fez vários trabalhos importantes. Seu livro Foot
Zone Massage as Therapy (Massagem zonal dos
pés como terapia e seus cursos contribuíram
muito para o reconhecimento internacional dessa
forma especializada de Terapia Complementar.
Voltando a falar da Dr. Fitzgerald, ele descobriu as
dez zonas do corpo e a localização de cada órgão
em cada uma delas. Na América Latina a
Zonoterapia e a Reflexologia foram trazidas pela
missionária Margarida Gootath ao Paraguai. Esta
teve a oportunidade de tratar o então presidente
Stroessner e em seguida foi convidada a ensinar
no Instituto Conara, dirigido pela esposa do
presidente. A teoria da Zonoterapia redescoberta
dos chineses pelo Dr. Fitzgerald, indicava o fato de
que a massagem e a pressão realizada em certas
zonas dos pés, tinham um efeito definido em,
proporcionar um funcionamento fisiológico normal
em todas as partes da zona tratada, não
importando o quanto a área pressionada possa
estar distante da área submetida ao tratamento.
12
Diagrama
a de
e Fitzgerald
d
Das Zonas Anteriores em
um lado do corpo. Ambos
os lados direito e esquerdo
do corpo são os mesmos.
Cada linha numerada
representa o centro de sua
respectiva zona na parte
anterior do corpo.
Exemplo: 1) Orelha média é
a Zona 4; 2) A tuba auditiva
e o ouvido médio
combinados estão nas
zonas 3 e 4; 3) Os dentes
estão nas respectivas
zonas, como indicado,
passando uma linha
anteroposterior através
das respectivas zonas; 4) As vísceras estão nas
zonas representadas por uma linha passada
anteroposterior através das respectivas zonas; 5)
A língua, palato duro e mole, e os genéricos estão
em dez zonas, (Ibid., P. 13.)
13
Diagrama
a de
e Fitzgerald
d
Das Zonas Posteriores de
um lado do corpo. Ambos
os lados direito e esquerdo
do corpo são os mesmos.
Cada linha numerada
representa o centro de sua
respectiva zona na parte
posterior do corpo.
Exemplo: A superfície
inferior da língua está na
zona posterior. Será
observado que o que é
comumente chamado de
dorso da mão é realmente a
frente desse membro,
enquanto a palma da mão
corresponde à sola do pé.
(Ibid., P. 14.)
14
Relação
o Corpo
o - Pés
s - Mãos
s
A relação do corpo com os pés e as mãos é muito
especial. Sendo estes órgãos sensitivos, eles
tocam e percorrem o mundo que nos rodeia,
percebendo-o e manipulando-o.
Após o nascimento, uma das grandes tarefas do
ser humano é ficar ereto sobre duas pernas e se
movimentar sobre elas (andar).
Para o desenvolvimento dessa atividade são
necessários o envolvimento e a combinação de
estiramentos musculares, angularidade de juntas,
comunicações nervosas e uma forte pressão
sobre os pés.
Pés e mãos desenvolvem os movimentos
necessários para a manifestação no meio externo
e os órgãos internos fornecem o combustível.
Cada movimento requer um gasto energético.
Durante todo o dia ocorre um diálogo silencioso
entre os órgãos internos e o de locomoção. Cada
movimento ou manifestação exige informações
atualizadas e ininterruptas.
15
Caso ocorra uma interrupção dos sistemas
energético ou sensório (de comunicação), pode
ocorrer um “tilt”, como uma queda ou uma
oscilação energética por exemplo. Os sinais
sensoriais exercem impacto primordial sobre
esses sistemas, bem como o nível de tensão geral
do corpo.
A tensão caracteriza-se como um estado de
prontidão que envolve todo o organismo. Mãos e
pés, por serem órgãos sensitivos de locomoção,
mantêm uma relação especial com o corpo. Devido
a essa relação, servem como meios de interação
com o estado de tensão e o consumo de energia de
todo o corpo.
"Os Drs. Fitzgerald e Bowers afirmam que, ao
tentar aliviar a dor" trabalhando "a partir dos
dedos, também deve ser enfatizado que ela faz
diferença se as superfícies superior e inferior ou
lateral da articulação são pressionadas.
16
O médico que estava experimentando o método
estava pronto para condená-lo porque não
conseguia aliviar um paciente que se queixava de
dores reumáticas centradas no lado externo do
osso do tornozelo. O médico agarrou a segunda
articulação do dedo mindinho direito do paciente e
pressionou firmemente por um minuto na parte
superior e inferior da articulação. A dor persistiu,
e o médico zombou do método."
Método do Dr. Fitzgerald
de aplicar pressão anterior e posterior nas
articulações dos dedos.
17
"Um discípulo da Zone Therapy sorriu e sugeriu
que, enquanto o médico tinha o dedo direito, ele
tinha o dedo direito na pega errada. O médico foi
aconselhado a pressionar as laterais do dedo em
vez da parte superior e inferior. Isso foi feito, e a
dor desapareceu em dois minutos "
Métodoo do
o Dr.. Fitzgerald
de aplicar pressão lateral na articulação do dedo.
18
Relações
s Corporais
s
Zonais
s
x Guias que relacionam uma parte do corpo à
outra. A relação zonal denota dez zonas
longitudinais, que se estendem ao longo do
corpo, seguindo os dez dedos das mãos e dos
pés.
x A premissa básica é a que qualquer porção de
segmento afeta o todo, portanto um estímulo
aplicado a qualquer fração de uma zona influi
nela toda.
Reiterativas
s
Constitui uma relação em que o corpo todo se
reflete numa parte dele, no nosso caso, os pés.
Referenciais
s
Oferecem uma forma adicional de associar as
partes do corpo, em especial, os membros, ou
seja, um segmento da “zona um do braço”,
relaciona-se com o da “mesma zona da perna.”
19
A Reflexologia
a Podall
A Reflexologia Podal já é usada e conhecida há
séculos antes da civilização ocidental, mas isso
não significa que a ciência moderna possa
encontrar uma teoria adequada para explicar seu
efeito.
Existe um duelo, na ciência ocidental, entre duas
ideias; uma de que a realidade está acima e além
do ambiente material percebido por nossos
sentidos e outra baseada em um sistema de lógica
que pode ser determinado pela experiência
sensorial.
Apesar de todo o desenvolvimento da ciência
médica ocidental, inúmeras vezes a onipotência
do pensamento racional esbarra contra um muro
de novos fenômenos que não podem ser
explicados simplesmente pela lógica.
Para muitas pessoas, ainda atualmente, algo que
não pode ser provado não é verdadeiro.
20
Na Reflexologia Podal, entretanto, tudo o que
temos como prova, apesar de muitas teorias
estarem sendo estudadas, é a experiência
baseada em resultados.
Todas as células do nosso corpo, assim como tudo
o que nos rodeia, possui carga elétrica. Essa carga
elétrica é uma forma de energia e é influenciada
pelo nosso modo de vida.
Quando o nível de energia é baixo, nosso sistema
motor trabalha lentamente. Ao tratarmos as
diversas partes do corpo, é possível influenciar
essas formas de energia.
O aspecto especial dos nossos pés, é que eles são
aterrados, o que ajuda a reduzir a “interferência”
em nosso organismo.
21
Nossos pés fazem parte de um vocabulário
especial, dentro do universo da linguagem
corporal, refletindo claramente o que o corpo tem
a nos dizer.
A Reflexologia Podal tem como objetivos,
normalizar as funções do corpo, diminuir a tensão,
aliviar o estresse, melhorar o funcionamento dos
nervos e o fluxo sanguíneo por todo o corpo.
Desta forma a Reflexologia Podal visa ainda
corrigir os 3 fatores negativos e sequenciais
presentes no processo do DESEQUILÍBRIO
ENERGÉTICO e por consequência no surgimento
ou AGRAVAMENTO O DAS
S DOENÇAS:
A Tensãoo e o Estresse – Sãos responsáveis pela
diminuição da eficiência do Sistema Imunológico;
22
A Inflamação – Por conta da baixa eficiência do
Sistema Imunológico começam a surgir com mais
frequência os processos inflamatórios como
Colites, Bronquites, Sinusites, entre outras
inflamações;
Congestão – Com o agravamento da tensão, do
estresse, associado aos processos inflamatórios,
abre-se a possibilidade de um comprometimento
ainda maior de todo o Sistema Orgânico ficando
mais propenso e favorecendo o aparecimento de
tumores e abscessos.
23
Memorizando
o os
s Pontos
s Reflexos
s
dos
s Pés
s
Para facilitar a memorização dos Pontos Reflexos
nos Pés, temos 3 linhas imaginárias dividindo os
pés em quatro regiões correspondendo a Cabeça,
Peito, Barriga e Pélvis.
IMAGENS
S DAS
S ZONAS
S NOS
S PÉS
S
24
Mecanismo
o de
e Ação
o
Segundo Eunice Ingham, quando encontramos
uma área no pé, cujos terminais nervosos
mostram-se muito sensíveis, é porque existe uma
formação parecida com a de cristais, que interfere
na circulação sanguínea do órgão correspondente
àquela área reflexa, impedindo-o de funcionar
normalmente.
Com o estímulo dessa área, criamos a
possibilidade de o refugo ser levado embora e da
circulação ser restaurada e normalizada na parte
ou partes afetadas.
É importante a manutenção do equilíbrio químico
normal de nossa corrente sanguínea a fim de
livrarmos os delicados terminais nervosos dos
depósitos cristalinos.
25
Os Depósitos s Cristalinos, são facilmente
identificados quando deslizamos o polegar na área
Plantar do Pé na Região do Peito e percebemos
como se fossem “grãos de areia”. Dependendo da
situação estes CRISTAIS parecem “pedras”.
26
Indicações
s da
a Reflexologia
a Podall
A Reflexologia Podal possui diversos benefícios e
é indicada para pessoas estressadas, tensas,
nervosas, com problemas de circulação
sanguínea, problemas hormonais, diversos tipos
de dores e desequilíbrio do sistema.
O estresse é a maior causa de doenças cardíacas,
enxaqueca, dores musculares, nervosismo e
depressão. Daí a necessidade de harmonizarmos
o Elemento Madeira que corresponde ao Fígado e
a Vesícula Biliar na MTCC “Medicinaa Tradicional
Chinesa”. O estudo aprofundado e em detalhes da
MTC direcionado à Reflexoterapia Podal está no
MADE E “MÓDULO O AVANÇADO O das s DORES
EMOCIONAIS”)
Quando o estresse é tratado, o corpo se livra
desses sintomas de uma forma NATURAL, muitas
vezes sem a necessidade de remédios químicos.
27
Entre
e Outras
s Indicações
s Comuns
s Temos::
x Fibromialgia; x Cálculos renais;
x Prisão de ventre; x Asma;
x Alteração da x Hipertensão;
pressão arterial; x Colesterol;
x Constipação;
x Tireoide;
x Dor na coluna;
x Inflamação;
x Labirintite;
x Equilíbrio de cálcio;
x Inchaço nas pernas;
x Etc...
28
&XLGDGRRs(VSHFLDLV
VQD Reflexologia
a
Podall
2V
V&XLGDGRVV(VSHFLDLV
VQD
D5HIOH[RORJLD
D3RGDOOVH
H
Caracterizam
m emm Casoss de:
x Pessoas que apresentem machucados nos pés;
x Pessoas que apresentam fraturas nos pés;
x Mulheres em gestação;
x Pessoas que fazem uso do marcapasso;
x Problemas Cardiovasculares;
x Pessoas que apresentam problemas
circulatórios (varizes, trombose);
x Pessoas portadoras de “Câncer”;
x Pessoas com cálculos na vesícula;
x Problemas Neurológicos (AVC, Epilepsia).
Em casos de pessoas com Câncer o tratamento se
torna inviável devido a possibilidade da
proliferação das células cancerígenas para outras
partes do corpo em função do estímulo circulatório
que a Reflexologia Podal propõe.
29
Na Reflexologia Podal estimula-se a circulação
sanguínea para que todos os órgãos possam ser
capazes de receber os nutrientes presentes no
sangue, e, para que ocorra a liberação de toxinas,
o que no caso de pessoas com Câncer não seria o
recomendado.
Embora todos estes casos de FXLGDGRV HVSHFLDLV
a Reflexologia Podal podem ser realizados
desde que tenha autorização do seu Médico.
Protocoloss para
a &XLGDGRV
V
(VSHFLDLV
3DUD TXH VHX &OLHQWH QmR ILTXH VHP DWHQGLPHQWR
HX UHFRPHQGR HP FDVRV GH &XLGDGRV (VSHFLDLV
XP GRV 2 3&E ´3URWRFROR 3DUD &XLGDGRV
(VSHFLDLVµ
FLWDGRVDEDL[RHVHPSUHFRPPXLWDFDXWHOD
30
Toque
e Compassivo
o
Se encaixa bem aos Cuidadores de Idosos.
Esta Técnica está mais voltada à melhoria da
qualidade de vida de idosos, doentes ou que estão
em cuidados intensivos.
É uma mistura de atenção individual, toque,
massagem sensível e comunicação.
Toque
e Integrativo
o
Esta Técnica se encaixa bem aos CLIENTES que
identificamos os Cuidados Especiais pois
também é dirigida a pacientes hospitalizados
ou que estão em cuidados intensivos.
É uma Técnica MUITO
O SUAVEE DE
E MASSAGEM que
usa TOQUESS LEVESS e NÃO
O CIRCULATÓRIOS.
31
Conhecer e entender as indicações e os Cuidados
Especiais da Reflexologia Podal é uma forma que
você deve ter para garantir e receber os diversos
benefícios que ela pode proporcionar, evitando
assim riscos desnecessários a você e ao seu
Cliente.
32
Apalpadores
s
Apalpador Anatômico, Leve, Durável, Prático e
Indispensável para você que é Reflexologista
Podal
Fácil de manusear e ideal para estimular pontos de
difícil manipulação.
33
Vários
s Modelos
s Bastões
s Metálicos
s
Bastões
s de
e Reflexologia
a de
e Madeira..
Não recomendo pela dificuldade de higienização
34
70
Legenda
a dos
s Pontos
s Reflexos
s dos
s
Pés
s
Dica
a 1: Faça anotações em cada ponto para
reforçar o seu aprendizado.
1 – Cérebro 8 – Cervicais (C1 a C7)
2 – Sinus / Ouvido 9 – Ombros / Braços /
Escápula
3 – Sinus / Ouvido / Olhos
10 – Pescoço / Tubo de
4 – Têmporas Eustáquio
5 – Pineal / Hipotálamo 11 – Pescoço / Tireóide /
Paratireóide
6 – Pituitária
12 – Brônquios
7 – Pescoço Lateral
13 – Tórax / Pulmões
35
14 – Coração 25 – Rins
15 – Esôfago 26 – Cintura
16 – Dorsais (T1 a T12) 27 – Ureteres
17 – Diafragma 28 – Bexiga
18 – Plexo Solar 29 – Duodeno
19 – Fígado 30 – Intestino Delgado
20 – Vesícula Biliar 31 – Apêndice
21 – Estômago 32 – Válvula Ileocecal
22 – Baço 33 – Cólon Ascendente
23 – Suprarrenais 34 – Flexão Hepática
24 – Pâncreas
35 – Cólon Transverso
36
36 – Flexão Esplênica 46 – Cordas Vocais
37 – Cólon Descendente 47 – Ouvido Interno
38 – Cólon Sigmóide 48 – Linfático / Peito
39 - Lombares (L1 a L5) 49 – Peito / Seios
40 – Sacro 50 – Costas Média
41 – Cóccix
51 – Vesícula Seminal /
Tubos de Falópio
42 – Nervo Ciático
43 – Maxilar Superior / 52 – Sistema Linfático
Dentes / Bochecha
53 – Nariz
44 – Maxilar Inferior /
Dentes / Bochecha
54 – Timo
45 – Pescoço / Garganta /
Tireóide 55 – Pênis / Vagina
37
56 – Útero / Próstata 60 – Ovário / Testículos
57 – Área Crônica
61 – Mão / Pulso / Túnel do
Reprodutivos / Reto
Carpo
58 – Pernas / Joelhos /
62 – Pé
Quadril
59 – Quadril / Ciático
38
Fontes
s de
e Pesquisa
a
[Link]
oads/b/curso_reflexologia_podal__41965.pdff
Canall no
o YouTube
e
Robertoo Rodrigues
s – Reflexoterapeuta
a Podall
[Link]
e
[Link]
s
[Link]
[Link]
[Link]
[Link]
m
[Link]
m
[Link]
39