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Auditoria Municipal: Uso de Especialistas

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Aula 07

Prefeitura de Garanhuns-PE /
ISS-Garanhuns-PE (Auditor Fiscal da
Receita Municipal) Auditoria - 2024
(Pós-Edital)

Autor:
Guilherme Sant Anna, Tonyvan de
Carvalho Oliveira

24 de Fevereiro de 2024

00107478340 - JACKSON NASCIMENTO DA SILVA


Guilherme Sant Anna, Tonyvan de Carvalho Oliveira
Aula 07

Sumário
MOTIVAÇÃO DA AULA .................................................................................................................................. 2
USO DO TRABALHO DE OUTROS PROFISSIONAIS ........................................................................................... 3
Utilização do Trabalho da Auditoria Interna .................................................................................................. 3
Utilização do Trabalho de Especialistas ........................................................................................................ 10
LISTA DE QUESTÕES .................................................................................................................................... 19
GABARITO .................................................................................................................................................. 27
QUESTÕES RESOLVIDAS E COMENTADAS ..................................................................................................... 28
RESPOSTAS DAS QUESTÕES SUBJETIVAS ...................................................................................................... 47
RESUMO EM MAPAS E ESQUEMAS ............................................................................................................... 48
BIBLIOGRAFIA ............................................................................................................................................. 50

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MOTIVAÇÃO DA AULA
Vamos pensar um pouco no tema da aula de hoje? Tente responder as perguntas a seguir.
LISTA DE PERGUNTAS
1) Qual é a responsabilidade do auditor independente ao utilizar trabalhos de auditoria interna?
2) Qual é a responsabilidade do auditor independente ao utilizar especialistas?
3) O que é Especialista do auditor?
4) O que é Especialista da Administração?
6) Via de regra, o auditor independente deve fazer referência ao seu especialista no relatório
de auditoria?

Se você não tem certeza de uma ou algumas das respostas a esses questionamentos, não se
preocupe. Fique atento que esses temas serão abordados ao longo da aula de hoje!

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USO DO TRABALHO DE OUTROS PROFISSIONAIS


As normas técnicas de auditoria independente discorrem sobre o uso do trabalho de outros
profissionais em 2 diferentes diplomas: a NBC TA 610 - Utilização do Trabalho de Auditoria Interna
e a NBC TA 620 - Utilização do Trabalho de Especialistas. Veremos, na sequência, os pontos principais
de cada um.

Utilização do Trabalho da Auditoria Interna

A NBC TA 610 trata da responsabilidade do auditor externo quando ele utiliza o trabalho dos
auditores internos. Isso inclui:
(a) utilizar o trabalho da função de auditoria interna na obtenção de evidência de auditoria e
(b) utilizar os auditores internos para prestar assistência direta ao auditor independente, fazendo
parte da equipe e trabalhando sob a direção, supervisão e revisão do auditor independente.
Vejam então que o auditor independente pode utilizar o trabalho da auditoria interna de 02 (duas)
maneiras. Na primeira, utiliza-se de forma direta, no processo de obtenção de evidência, o trabalho
da auditoria interna. Na segunda, a utilização se dá na forma de assistência direta, situação em que
a auditoria interna trabalha sob a supervisão do auditor independente.
Muitas entidades criam a função de auditoria interna como parte das suas estruturas de controle
interno e governança. Os objetivos e o alcance da função de auditoria interna, a natureza das suas
responsabilidades e a sua posição hierárquica na organização, incluindo a sua autoridade e a sua
prestação de contas (accountability) podem variar amplamente, dependendo do tamanho e da
estrutura da entidade, assim como dos requerimentos da administração e, onde aplicável, dos
responsáveis pela governança.
As expressões função de auditoria interna, auditor interno ou auditoria interna, referem-se à
função ou pessoas de uma entidade que executam atividades de asseguração e consultoria
projetadas para avaliar e melhorar a eficácia da governança, dos processos de controle interno e
gestão de risco da entidade.
Assistência direta é a utilização de auditores internos para executar procedimentos de auditoria,
sob a direção, supervisão e revisão do auditor independente.

O auditor independente tem total responsabilidade pela opinião expressa em seu relatório de
auditoria e essa responsabilidade não é reduzida pela utilização de trabalhos da função de
auditoria interna ou pela obtenção de assistência direta de auditores internos no seu trabalho.

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Destacamos, a seguir, um extrato dos principais itens da NBC TA 610.


Objetivo

13. Os objetivos do auditor independente, onde a entidade tenha a função de auditoria interna e ele
espera utilizar o trabalho dessa função para modificar a natureza, a época ou para reduzir a extensão
dos procedimentos de auditoria a serem diretamente executados pelo próprio auditor independente,
inclusive quando ele pretende obter assistência direta dos auditores internos são:
(a) determinar se o trabalho da auditoria interna ou se a assistência direta dos auditores internos pode
ser utilizado e, em caso positivo, em quais áreas e em que extensão;
(b) se utilizar o trabalho da auditoria interna, o auditor independente deve determinar que esse
trabalho é adequado para os fins da sua auditoria; e
(c) se utilizar os auditores internos para prestar assistência direta, o auditor independente deve dirigir,
supervisionar e revisar o trabalho executado pelos auditores internos de forma apropriada.

Avaliação da função de auditoria interna

15. O auditor independente deve determinar se o trabalho da auditoria interna pode ser utilizado
para os fins da auditoria, considerando o seguinte:
(a) a extensão na qual a posição hierárquica da auditoria interna na organização e suas políticas e
procedimentos propiciam objetividade dos auditores internos;
(b) o nível de competência da função de auditoria interna; e
(c) se a função de auditoria interna aplica uma abordagem sistemática e disciplinada, incluindo
controle de qualidade.
Observação: o item acima não cai, ele despenca em provas. Tenham muita atenção! Esses requisitos
advêm da NBC TI, segundo a qual a atividade da Auditoria Interna está estruturada em procedimentos,
com enfoque técnico (atributo relacionado à competência), objetivo, sistemático e disciplinado.

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16. O auditor independente não deve usar o trabalho da auditoria interna se ele determinar que:
(a) a posição hierárquica da auditoria interna na organização e suas políticas e procedimentos não
propiciam adequada objetividade dos auditores internos;
(b) a função da auditoria interna não tem suficiente competência; ou
(c) a função não aplica uma abordagem sistemática e disciplinada, incluindo controle de qualidade.
Observação: basta negar as hipóteses do item 15 acima, que temos os casos em que NÃO se deve
utilizar o trabalho da auditoria interna.
Determinação da Natureza e Extensão do Trabalho da Auditoria Interna que Pode Ser Utilizado
17. Como base para determinar as áreas e a extensão na qual o trabalho da auditoria interna pode ser
utilizado, o auditor independente deve considerar a natureza e o alcance do trabalho executado ou que
foi planejado ser executado pela auditoria interna e a sua relevância para a sua estratégia global de
auditoria e seu plano de auditoria.

A16. Os exemplos de trabalho da auditoria interna que podem ser utilizados pelo auditor
independente incluem:
• testes da eficácia operacional dos controles;
• procedimentos substantivos envolvendo menor grau de julgamento;
• observação das contagens do estoque;
• rastreamento de transações pelo sistema de informações aplicável para as demonstrações contábeis;
• testes sobre a observância dos requisitos de regulamentação; e
• em algumas circunstâncias, as auditorias ou revisões das informações financeiras das controladas
que não sejam componentes significativos para o grupo (onde isso não conflita com os requisitos da
NBC TA 600).

Utilização do trabalho da auditoria interna

21. Caso o auditor independente planeje usar o trabalho da auditoria interna, ele deve discutir com a
auditoria interna o uso planejado desse trabalho como base para coordenar as suas respectivas
atividades.
22. O auditor independente deve ler os relatórios da auditoria interna relativos ao trabalho que o
auditor independente planeja utilizar para obter entendimento da natureza e extensão dos
procedimentos executados e as constatações dos auditores internos.

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23. O auditor independente deve executar procedimentos de auditoria suficientes sobre o conjunto do
trabalho da auditoria interna que ele planeja utilizar para determinar a sua adequação para fins da sua
auditoria, incluindo a avaliação se:
(a) o trabalho da auditoria interna foi planejado, executado, supervisionado, revisado e documentado
de modo apropriado;
(b) foi obtida evidência suficiente e apropriada que possibilite a auditoria interna chegar a conclusões
razoáveis; e
(c) as conclusões alcançadas são apropriadas nas circunstâncias e os relatórios elaborados pela
auditoria interna são consistentes com os resultados do trabalho realizado.
24. A natureza e a extensão dos procedimentos de auditoria do auditor independente devem estar em
consonância com a sua avaliação sobre:
(a) o volume ou o grau de julgamento envolvido;
(b) o risco avaliado de distorção relevante;
(c) se a posição hierárquica da auditoria interna na organização e se suas políticas e procedimentos
relevantes propiciam apropriada objetividade dos auditores internos;
(d) o nível de competência da auditoria interna e deve incluir a reexecução de parte do trabalho.
[...]

Determinação se os auditores internos podem ser utilizados para prestar assistência direta
28. O auditor independente não deve utilizar auditor interno para prestar assistência direta se:
(a) existirem ameaças significativas à objetividade do auditor interno; ou
(b) o auditor interno não tem competência suficiente para executar o trabalho proposto.

Determinação da natureza e da extensão do trabalho que pode ser atribuído aos auditores internos
que prestam assistência direta
29. Ao determinar a natureza e a extensão do trabalho que pode ser atribuído aos auditores internos,
bem como a natureza, a época e a extensão da direção, supervisão e revisão apropriadas nas
circunstâncias, o auditor independente deve considerar:

(a) o montante de julgamento envolvido em:


(i) planejar e executar procedimentos de auditoria aplicáveis; e
(ii) avaliar as evidências de auditoria que foram obtidas;
(b) o risco avaliado de distorção relevante; e

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(c) a avaliação do auditor independente sobre a existência e a importância de ameaças à objetividade,


bem como do nível de competência dos auditores internos, que fornecerão assistência direta.

30. O auditor independente não deve utilizar os auditores internos para prestar assistência direta para
executar procedimentos que:
(a) envolvam julgamentos significativos na auditoria;
(b) estejam relacionados com riscos de distorção relevante avaliados como significativos, onde o
julgamento exigido na execução dos procedimentos aplicáveis de auditoria ou na avaliação da
evidência de auditoria obtida é mais do que limitado;
(c) estejam relacionados com trabalhos com os quais os auditores internos estejam envolvidos e que já
reportaram ou reportarão à administração ou aos responsáveis pela governança, em decorrência da
função de auditoria interna exercida; ou
(d) estejam relacionados com decisões que o auditor independente toma de acordo com esta Norma
sobre a função de auditoria interna e o uso de seu trabalho ou assistência direta.
Observação: reparem que, quando temos coisas mais sensíveis (julgamentos significativos, riscos
significativos etc.), a norma entende que o próprio auditor independente deve executar o trabalho, ou
seja, não deve usar os auditores internos para prestar assistência direta.

A39. Não obstante a direção, a supervisão e a revisão pelo auditor independente, o uso excessivo de
auditores internos para prestar assistência direta pode afetar a percepção sobre a independência do
trabalho de auditoria das demonstrações contábeis.

Utilização dos auditores internos para prestar assistência direta


33. Antes de utilizar os auditores internos para prestar assistência direta para fins de auditoria, o
auditor independente deve:
(a) obter concordância formal do representante autorizado da entidade de que os auditores internos
estão autorizados e seguirão as instruções do auditor independente e que a administração da
entidade não vai interferir no trabalho que o auditor interno executar para o auditor independente; e
(b) obter a concordância, também formal, dos auditores internos de que eles vão manter
confidencialidade sobre os assuntos específicos, conforme instruído pelo auditor independente e que
qualquer ameaça à objetividade será prontamente informada aos auditores independentes.

34. O auditor independente deve dirigir, supervisionar e revisar o trabalho executado pelos auditores
internos de acordo com a NBC TA 220. Ao fazê-lo:
(a) a natureza, a época e a extensão da direção, supervisão e revisão devem reconhecer que os
auditores internos não são independentes em relação à entidade e devem ser sensíveis ao resultado da
avaliação dos fatores do item 29; e

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(b) os procedimentos de revisão devem incluir a verificação pelo auditor independente da evidência de
auditoria para alguns dos trabalhos executados pelos auditores internos.
A direção, a supervisão e a revisão pelo auditor independente do trabalho executado pelos auditores
internos devem ser suficientes para que o auditor independente esteja convencido de que os auditores
internos tenham obtido evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar as conclusões
com base nesse trabalho.

35. Ao dirigir, supervisionar e revisar o trabalho executado pelos auditores internos, o auditor
independente deve manter-se alerta para indícios de que suas avaliações podem ter deixado de ser
apropriadas.

Documentação
36. Se o auditor independente utilizou o trabalho de auditoria interna, ele deve incluir na
documentação de auditoria:
(a) a avaliação:
(i) se a posição hierárquica da auditoria interna e suas políticas e procedimentos dão adequado
suporte para a objetividade dos auditores internos;
(ii) do nível de competência da auditoria interna;
(iii) se a auditoria interna aplica uma abordagem sistemática e disciplinada, incluindo controle de
qualidade;
(b) a natureza e a extensão do trabalho utilizado e a base para sua decisão; e
(c) os procedimentos de auditoria executados pelo auditor independente para avaliar a adequação dos
trabalhos realizados.
37. Se o auditor independente utiliza auditores internos para prestar assistência direta na auditoria,
ele deve incluir na documentação de auditoria:

(a) a avaliação da existência e da importância das ameaças à objetividade dos auditores internos e a
avaliação do nível de competência dos auditores internos utilizados para prestar assistência direta;
(b) a base para a decisão sobre a natureza e a extensão do trabalho executado pelos auditores internos;
(c) quem revisou o trabalho executado, assim como a data e extensão dessa revisão, de acordo com a
NBC TA 230;
(d) os acordos formais firmados com o representante autorizado da entidade e dos auditores internos
nos termos do item 33; e
(e) os papéis de trabalho elaborados pelos auditores internos que prestaram assistência direta sobre o
trabalho de auditoria.

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Utilização do Trabalho de Especialistas

A NBC TA 620 trata da responsabilidade do auditor em relação ao trabalho de pessoa ou organização


em área de especialização que não seja contabilidade ou auditoria, quando esse trabalho é utilizado
para ajudar o auditor a obter evidência suficiente e apropriada.

O auditor é o único responsável por expressar opinião de auditoria e essa responsabilidade não
é reduzida pela utilização do trabalho de especialista contratado pelo auditor (especialista do
auditor ou especialista).

No entanto, se o auditor, tendo utilizado o trabalho desse especialista, concluir que seu trabalho é
adequado para fins da auditoria, o auditor pode aceitar que as constatações ou conclusões desse
especialista (em sua área de especialização) constituem evidência de auditoria apropriada. Nesse
contexto, devemos ficar atentos à responsabilidade do auditor quando ele fizer uso de especialistas,
pois reiteradamente esse item aparece em provas. Veja:

Os objetivos do auditor são: (a) determinar a necessidade de utilizar o trabalho de especialista; e


(b) no caso de utilizar o trabalho de especialista do auditor, determinar se esse trabalho é adequado
para fins da auditoria.
Vejamos na sequência algumas definições importantes:

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Especialista do auditor é uma pessoa ou organização com especialização em área que não
contabilidade ou auditoria, contratado pelo auditor, cujo trabalho nessa área é utilizado pelo
auditor para ajudá-lo a obter evidência de auditoria suficiente e apropriada. O especialista do
auditor pode ser interno (um sócio, ou equivalente no setor público quando relevante, ou uma
pessoa que faz parte da equipe, incluindo equipe temporária, da firma do auditor ou de firma da
rede), ou externo.

Especialização compreende habilidades, conhecimento e experiência em área específica.

Especialista da administração é uma pessoa ou organização com especialização em área que não
seja contabilidade ou auditoria, contratado pela administração, em que o trabalho nessa área é
usado pela entidade para ajudá-la na elaboração das demonstrações contábeis. Um exemplo
bastante comum no Brasil é a utilização de atuário pela administração de uma seguradora ou de
um fundo de pensão para estimar certas provisões.

Se a especialização em área que não contabilidade ou auditoria é necessária para obter evidência de
auditoria apropriada e suficiente, o auditor deve determinar a necessidade de utilizar o trabalho de
especialista.

Nesse processo de determinação da necessidade, deve-se considerar que um especialista do


auditor pode ser necessário para ajudar o auditor em um ou mais dos assuntos a seguir:
• Entendimento da entidade e de seu ambiente, incluindo seus controles internos;
• Identificação e avaliação dos riscos de distorção relevante;
• Determinação e implementação de respostas gerais aos riscos avaliados no nível de
demonstrações contábeis;
• Definição e execução de procedimentos adicionais de auditoria para responder aos riscos
avaliados no nível de afirmação, que compreendem testes de controle ou procedimentos
substantivos;
• Avaliação da suficiência e adequação da evidência de auditoria obtida na formação de opinião
sobre as demonstrações contábeis.

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O auditor deve, ainda, estabelecer acordo, por escrito, com o especialista por ele contratado,
quando apropriado, sobre os seguintes assuntos:
(a) a natureza, o alcance e os objetivos do trabalho desse especialista;
(b) as respectivas atribuições e responsabilidade do auditor e desse especialista;
(c) a natureza, a época e a extensão da comunicação entre o auditor e esse especialista, incluindo o
formato de qualquer relatório a ser fornecido por esse especialista; e
(d) a necessidade de o especialista observar requisitos de confidencialidade.

O auditor não deve fazer referência ao trabalho do especialista do auditor em seu relatório que
contenha opinião não modificada. Se ele fizer referência ao trabalho de especialista do auditor
em seu relatório, porque essa referência é relevante para o entendimento de ressalva ou outra
modificação na sua opinião, o auditor deve indicar no relatório que essa referência não reduz a
sua responsabilidade por essa opinião.

Exemplos de áreas de especialização, que não contabilidade ou auditoria, que podem requerer
uso de especialistas:
• Avaliação de instrumentos financeiros complexos, terrenos e edifícios, instalações fabris e
máquinas, joias, peças de arte, antiguidades, ativos intangíveis, ativos adquiridos e passivos
assumidos em combinação de negócios, e ativos que possivelmente apresentem problemas
de perdas no valor recuperável;
• Cálculo atuarial referente a contratos de seguro ou planos de benefícios a empregados;
• Estimativa de reservas de petróleo e gás;
• Avaliação de responsabilidade ambiental, e custos de limpeza de locais;
• Interpretação de contratos, leis e regulamentos;

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• Análise de assuntos complexos ou não usais de natureza fiscal.


Cabe ressaltar que a competência, as habilidades e a objetividade do especialista do auditor são
fatores que afetam significativamente a análise se o seu trabalho é ou não adequado para fins da
auditoria.
Competência refere-se à natureza e ao nível de especialização do especialista. Habilidades
referem-se à capacidade do especialista de exercer a referida competência nas circunstâncias do
trabalho.
Os fatores que podem influenciar a habilidade incluem, por exemplo, a localização geográfica e a
disponibilidade de tempo e de recursos.
Objetividade refere-se aos possíveis efeitos que a tendenciosidade, o conflito de interesse ou a
influência de outros podem ter sobre o julgamento profissional ou comercial do especialista.

As informações sobre a competência, habilidades e objetividade de um especialista do auditor


podem vir de diversas fontes como:
• Experiência pessoal com trabalhos anteriores desse especialista;
• Discussões com esse especialista;
• Discussões com outros auditores ou outros que estão familiarizados com o trabalho desse
especialista;
• Conhecimento das qualificações desse especialista, se é membro de órgão profissional ou de
associação da área de atuação, se possui licença para praticar, ou outras formas de reconhecimento
externo;
• Artigos ou livros publicados por esse especialista;

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• Políticas e procedimentos de controle de qualidade da firma do auditor.


Em suma, os assuntos relevantes para a avaliação da competência, habilidades e objetividade do
especialista do auditor incluem se o trabalho desse especialista está sujeito a padrões de
desempenho técnico ou outros requisitos profissionais ou da área de atuação, por exemplo, normas
éticas e outros requisitos por pertencer a órgão profissional ou associação da área de atuação,
normas de certificação de órgão licenciador, ou requisitos impostos por lei ou regulamento.
Ao avaliar a objetividade de especialista externo do auditor, pode ser relevante:
(a) indagar a administração da entidade auditada sobre quaisquer interesses ou relações conhecidas
que essa entidade tem com esse especialista externo que podem afetar sua objetividade;
(b) discutir com esse especialista sobre quaisquer salvaguardas aplicáveis, incluindo quaisquer
requisitos profissionais que se aplicam; e avaliar se as salvaguardas são adequadas para reduzir as
ameaças a um nível aceitável. Interesses e relacionamentos que podem ser relevantes para serem
discutidos com o especialista do auditor incluem:
• Interesses financeiros;
• Relacionamentos comerciais e pessoais;
• A prestação de outros serviços pelo especialista, incluindo prestação de outros serviços
• Expressar uma opinião modificada em seu relatório de acordo com a NBC TA 705 –
Modificações pela organização no caso de o especialista externo ser uma organização;
Em alguns casos, pode ser apropriado para o auditor obter uma representação formal do seu
especialista externo sobre quaisquer interesses ou relacionamentos com a entidade auditada sobre
os quais o especialista tem conhecimento.
Se o auditor concluir que o trabalho do especialista do auditor não é adequado para fins da
auditoria e não puder resolver o assunto por meio dos procedimentos adicionais, que podem
envolver a execução de trabalho adicional por ambos (o especialista e o auditor) ou incluir a
utilização ou contratação de outro especialista, pode ser necessário expressar uma opinião
modificada em seu relatório, porque o auditor não obteve evidência de auditoria suficiente e
apropriada.

(IAUPE – ISS Petrolina – 2019) Sobre os objetivos do auditor independente, em que a entidade
tenha a função de auditoria interna e ele espera utilizar o trabalho dessa função para modificar a
natureza, a época ou para reduzir a extensão dos procedimentos de auditoria a serem diretamente
executados pelo próprio auditor independente, inclusive quando ele pretende obter assistência
direta dos auditores internos, analise as afirmativas abaixo:

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I. Determinar se o trabalho da auditoria interna ou se a assistência direta dos auditores internos


pode ser utilizado e, em caso positivo, em quais áreas e em que extensão.
II. Se utilizar o trabalho da auditoria interna, o auditor independente deve determinar que esse
trabalho é adequado para os fins da sua auditoria
III. Se utilizar os auditores internos para prestar assistência direta, o auditor independente não
poderá dirigir, supervisionar e revisar o trabalho executado pelos auditores internos de forma
apropriada.
Está CORRETO o que se afirma em
a) I e II, apenas.
b) I e III, apenas.
c) II e III, apenas.
d) I, II e III.
e) III, apenas.
Comentários:
Os objetivos do auditor independente, onde a entidade tenha a função de auditoria interna e ele
espera utilizar o trabalho dessa função para modificar a natureza, a época ou para reduzir a
extensão dos procedimentos de auditoria a serem diretamente executados pelo próprio auditor
independente, inclusive quando ele pretende obter assistência direta dos auditores internos são:
(a) determinar se o trabalho da auditoria interna ou se a assistência direta dos auditores internos
pode ser utilizado e, em caso positivo, em quais áreas e em que extensão – item I CORRETO;
(b) se utilizar o trabalho da auditoria interna, o auditor independente deve determinar que esse
trabalho é adequado para os fins da sua auditoria – item II CORRETO; e
(c) se utilizar os auditores internos para prestar assistência direta, o auditor independente deve
dirigir, supervisionar e revisar o trabalho executado pelos auditores internos de forma apropriada
– item III ERRADO (o auditor DEVE dirigir, supervisionar e revisar o trabalho executado).
Gabarito: A

(FGV - Analista Judiciário (TJ PI)/Auditor/Apoio Especializado - 2015) A NBC TA 610 dispõe sobre
a utilização do trabalho de auditoria interna. Na determinação da utilização do trabalho da
auditoria interna para os fins da auditoria, são itens a serem avaliados, EXCETO:
a) o nível de competência da função de auditoria interna;
b) o controle de qualidade da função da auditoria interna;
c) políticas que propiciem objetividade ao trabalho dos auditores internos;
d) se a função de auditoria interna aplica uma abordagem sistemática e disciplinada;
e) utilização da auditoria interna em trabalhos de auditoria anteriores.

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Comentários:
Auditoria interna refere-se à função ou pessoas de uma entidade que executem atividades de
asseguração e consultoria projetadas para avaliar e melhorar a eficácia da governança, dos
processos de controle interno e gestão de risco da entidade. Segundo o item 15, da NBC TA 610,
o auditor independente deve determinar se o trabalho da auditoria interna pode ser utilizado para
os fins da auditoria, considerando o seguinte:
(a) a extensão na qual a posição hierárquica da auditoria interna na organização e suas políticas e
procedimentos propiciam objetividade dos auditores internos (letra “c”);
(b) o nível de competência da função de auditoria interna (letra “a”); e
(c) se a função de auditoria interna aplica uma abordagem sistemática (letra “d”) e disciplinada,
incluindo controle de qualidade (letra “b”).
Analisando as alternativas e a norma supracitada, concluímos que o único item que não é avaliado
quando se utiliza o trabalho da auditoria interna para os fins da auditoria é sua utilização em
trabalhos de auditoria anteriores.
Gabarito: E

(FGV - Auditor Fiscal Tributário da Receita Municipal (Cuiabá) - 2016) A comunicação efetiva
entre o auditor interno e o auditor independente cria um ambiente no qual o auditor
independente pode ser informado sobre assuntos significativos que podem afetar o seu trabalho.
No entanto, existem circunstâncias nas quais o auditor independente não pode utilizar o trabalho
da auditoria interna para os fins da auditoria.
De acordo com a NBC TA 610, Utilização do Trabalho de Auditoria Interna, assinale a opção que
indica o trabalho da auditoria interna que não pode ser utilizado pelo auditor independente.
a) Testes da eficácia operacional dos controles.
b) Observação das contagens do estoque.
c) Rastreamento de transações pelo sistema de informações aplicável para as demonstrações
contábeis.
d) Testes sobre a observância dos requisitos de regulamentação.
e) Julgamento sobre processos de riscos judiciais.
Comentários:
Questão aborda exemplos de trabalho da auditoria interna que podem ser utilizados pelo auditor
independente, segundo a NBC TA 610. Veja:
A16. Os exemplos de trabalho da auditoria interna que podem ser utilizados pelo auditor
independente incluem:
• testes da eficácia operacional dos controles; (letra “a”)

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• procedimentos substantivos envolvendo menor grau de julgamento;


• observação das contagens do estoque; (letra “b”)
• rastreamento de transações pelo sistema de informações aplicável para as demonstrações
contábeis; (letra “c”)
• testes sobre a observância dos requisitos de regulamentação; (letra “d”) e
• em algumas circunstâncias, as auditorias ou revisões das informações financeiras das
controladas que não sejam componentes significativos para o grupo (onde isso não conflita com
os requisitos da NBC TA 600).
Nesse tipo de questão, devemos nos preocupar com a literalidade da norma. Ao realizar o cotejo
entre as alternativas e a norma, concluímos que a única circunstância que não está entre os
exemplos de trabalho da auditoria interna que podem ser utilizados pelo auditor independente é
a letra E (julgamentos sobre processos de riscos judiciais).
Gabarito: E

(FGV - Analista de Controle Interno (Recife)/Finanças Públicas - 2014) De acordo com a NBC TA
620, o especialista é necessário para ajudar o auditor nos assuntos relacionados a seguir, à exceção
de um. Assinale-o.
a) No entendimento da entidade e de seu ambiente, incluindo seus controles internos.
b) Na identificação e na avaliação dos riscos de distorção relevante.
c) Na definição e na execução de procedimentos adicionais de auditoria para responder aos riscos
avaliados no nível de afirmação, que compreendem testes de controle ou procedimentos
substantivos.
d) Na avaliação da suficiência e na adequação da evidência de auditoria obtida na formação de
opinião sobre as demonstrações contábeis.
e) Na determinação e na implementação de respostas gerais às evidências avaliadas no nível dos
relatórios.
Comentários:
A NBC TA 620 enumera assuntos específicos que são necessários quando se utiliza especialistas
para ajudar o auditor. Veja:
Um especialista do auditor pode ser necessário para ajudar o auditor em um ou mais dos assuntos
a seguir:
• entendimento da entidade e de seu ambiente, incluindo seus controles internos; (Letra A)
• identificação e avaliação dos riscos de distorção relevante; (Letra B)
• determinação e implementação de respostas gerais aos riscos avaliados no nível de
demonstrações contábeis;

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• definição e execução de procedimentos adicionais de auditoria para responder aos riscos


avaliados no nível de afirmação, que compreendem testes de controle ou procedimentos
substantivos; (Letra C)
• avaliação da suficiência e adequação da evidência de auditoria obtida na formação de opinião
sobre as demonstrações contábeis. (Letra D)
Analisando as alternativas e a norma supracitada, a única que não contém um desses assuntos é
a letra E. Veja que o correto seria “na determinação e na implementação de respostas gerais às
evidências avaliadas no nível das demonstrações contábeis”, e não “dos relatórios” (como afirma
a assertiva).
Gabarito: E.

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LISTA DE QUESTÕES
1. (FGV / SEFAZ AM – 2022)
Em uma entidade onde existe a função de auditoria interna, o auditor independente espera
utilizar o trabalho dessa função para reduzir a extensão dos procedimentos de auditoria a
serem diretamente executados por ele e pretende obter assistência direta dos auditores
internos. Em relação aos objetivos desse auditor independente, analise as afirmativas a seguir
I. determinar se o trabalho da auditoria interna ou se a assistência direta dos auditores internos
pode ser utilizado e em quais áreas e em que extensão;
II. determinar se o trabalho da auditoria interna é adequado para os fins de sua auditoria
III. dirigir, supervisionar e revisar o trabalho executado pelos auditores internos de forma
apropriada.
De acordo com a NBC TA 610 – Utilização do Trabalho de Auditoria Interna, está correto o que
se afirma em
a) I, somente.
b) I e II, somente.
c) I e III, somente.
d) II e III, somente.
e) I, II e III.
2. (FGV / IMBEL – 2021)
O auditor independente deve determinar se o trabalho da auditoria interna deve ser utilizado
para os fins da auditoria. Para isso, ele deve considerar os fatores apresentados a seguir, à
exceção de um. Assinale-o.
a) O nível de competência da função de auditoria interna.
b) Se a utilização do trabalho implica em custos menores e na otimização do tempo.
c) Se a função de auditoria interna aplica uma abordagem sistemática e disciplinada.
d) Se as políticas e os procedimentos da auditoria interna têm caráter objetivo.
e) Se a extensão da posição hierárquica da auditoria interna na organização dá objetividade ao
seu trabalho.
3. (FGV / IMBEL – 2021)
De acordo com a NBC TA 620 – Utilização do Trabalho de Especialista, em relação ao
especialista do auditor, assinale a afirmativa correta.
a) Deve ser contratado pela administração.
b) Deve ter especialização em contabilidade ou auditoria.

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c) Pode ser interno ou externo.


d) Auxilia na elaboração das demonstrações contábeis.
e) Divide com o auditor a responsabilidade por expressar opinião de auditoria.
4. (FGV / IMBEL – 2021)
De acordo com a NBC TA 620 – Utilização do Trabalho de Especialista, assinale a opção que
indica o caso em que o auditor não deve fazer referência ao trabalho do especialista em seu
relatório.
a) O relatório possui opinião não modificada.
b) O relatório possui opinião com ressalva.
c) O trabalho do especialista é sigiloso.
d) O trabalho do especialista foi considerado irrelevante.
e) O especialista não autorizou que o seu trabalho seja referenciado.
5. (FGV / ISS Cuiabá – 2016)
A comunicação efetiva entre o auditor interno e o auditor independente cria um ambiente no
qual o auditor independente pode ser informado sobre assuntos significativos que podem
afetar o seu trabalho. No entanto, existem circunstâncias nas quais o auditor independente
não pode utilizar o trabalho da auditoria interna para os fins da auditoria.
De acordo com a NBC TA 610, Utilização do Trabalho de Auditoria Interna, assinale a opção que
indica o trabalho da auditoria interna que não pode ser utilizado pelo auditor independente.
a) Testes da eficácia operacional dos controles.
b) Observação das contagens do estoque.
c) Rastreamento de transações pelo sistema de informações aplicável para as demonstrações
contábeis.
d) Testes sobre a observância dos requisitos de regulamentação.
e) Julgamento sobre processos de riscos judiciais.
6. (FGV / TJ PI – Analista Judiciário – 2015)
A NBC TA 610 dispõe sobre a utilização do trabalho de auditoria interna. Na determinação da
utilização do trabalho da auditoria interna para os fins da auditoria, são itens a serem avaliados,
EXCETO:
a) o nível de competência da função de auditoria interna;
b) o controle de qualidade da função da auditoria interna;
c) políticas que propiciem objetividade ao trabalho dos auditores internos;
d) se a função de auditoria interna aplica uma abordagem sistemática e disciplinada;
e) utilização da auditoria interna em trabalhos de auditoria anteriores.

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7. (FGV / ALBA – 2014)


Os trabalhos de auditoria interna, que podem ser utilizados pelo auditor independente, estão
listados a seguir, à exceção de um. Assinale‐o.
A) Testes da eficácia operacional dos controles
B) Procedimentos substantivos envolvendo menor grau de julgamento
C) Observação das contagens do estoque
D) Testes objetivos adequados as operações subjetivas
E) Rastreamento de transações pelo sistema de informações, aplicável às demonstrações
contábeis
8. (FGV / ISS Recife – 2014)
Para determinar se o trabalho dos auditores internos está adequado aos fins da auditoria, o
auditor independente deve avaliar as circunstâncias a seguir, à exceção de uma. Assinale-a.
A) A competência técnica dos auditores internos.
B) A probabilidade de que o trabalho dos auditores internos seja realizado com o devido zelo
profissional.
C) O grau de materialidade envolvido na avaliação da evidência de auditoria coletada pelos
auditores internos.
D) A probabilidade de que haja comunicação eficaz entre os auditores internos e o auditor
independente.
E) A objetividade da função de auditoria interna.
9. (FGV / ACI Recife – 2014)
De acordo com a NBC TA 620, o especialista é necessário para ajudar o auditor nos assuntos
relacionados a seguir, à exceção de um. Assinale-o.
A) No entendimento da entidade e de seu ambiente, incluindo seus controles internos.
B) Na identificação e na avaliação dos riscos de distorção relevante.
C) Na definição e na execução de procedimentos adicionais de auditoria para responder aos
riscos avaliados no nível de afirmação, que compreendem testes de controle ou procedimentos
substantivos.
D) Na avaliação da suficiência e na adequação da evidência de auditoria obtida na formação de
opinião sobre as demonstrações contábeis.
E) Na determinação e na implementação de respostas gerais às evidências avaliadas no nível
dos relatórios.
10. (CONSULPLAN – Exame Suficiência CFC – 2019.1)
Segundo a NBC TA 620 – Utilização do Trabalho de Especialistas, o especialista do auditor é
uma pessoa ou organização com especialização em área que não contabilidade ou auditoria,

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contratado pelo auditor, cujo trabalho nessa área é utilizado pelo auditor para ajudá-lo a obter
evidência de auditoria suficiente e apropriada. O especialista do auditor pode ser interno (um
sócio, ou equivalente no setor público quando relevante, ou uma pessoa que faz parte da
equipe, incluindo equipe temporária, da firma do auditor ou de firma da rede), ou externo. Um
especialista do auditor pode ser necessário para ajudar o auditor em um ou mais dos seguintes
assuntos, EXCETO:
a) Entendimento da entidade e de seu ambiente, incluindo seus controles internos.
b) Determinação e implementação de respostas gerais aos riscos avaliados no nível de
demonstrações contábeis.
c) Avaliação da suficiência e adequação da evidência de auditoria obtida na formação de
opinião sobre as demonstrações contábeis.
d) Execução de procedimentos adicionais de auditoria para responder aos riscos avaliados no
nível de afirmação, compreendendo a indagação e os procedimentos analíticos.
11. (IAUPE – ISS Petrolina – 2019)
Sobre os objetivos do auditor independente, em que a entidade tenha a função de auditoria
interna e ele espera utilizar o trabalho dessa função para modificar a natureza, a época ou para
reduzir a extensão dos procedimentos de auditoria a serem diretamente executados pelo
próprio auditor independente, inclusive quando ele pretende obter assistência direta dos
auditores internos, analise as afirmativas abaixo:
I. Determinar se o trabalho da auditoria interna ou se a assistência direta dos auditores internos
pode ser utilizado e, em caso positivo, em quais áreas e em que extensão.
II. Se utilizar o trabalho da auditoria interna, o auditor independente deve determinar que esse
trabalho é adequado para os fins da sua auditoria
III. Se utilizar os auditores internos para prestar assistência direta, o auditor independente não
poderá dirigir, supervisionar e revisar o trabalho executado pelos auditores internos de forma
apropriada.
Está CORRETO o que se afirma em
a) I e II, apenas.
b) I e III, apenas.
c) II e III, apenas.
d) I, II e III.
e) III, apenas.
12. (VUNESP – ISS Itapevi – 2019)
Em conformidade com a NBCTA 610, quando um auditor interno determina a natureza e a
extensão do trabalho, a época e a extensão da direção, supervisão e revisão apropriadas nas

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circunstâncias, o auditor independente deve considerar, dentre outros fatores, o montante de


julgamento envolvido em:
a) planejar os riscos significativos na auditoria; avaliar os riscos significativos na auditoria.
b) avaliar os saldos iniciais; avaliar os riscos relevantes dos pontos de auditoria.
c) avaliar de forma quantitativa o relatório contábil-financeiro; avaliar de forma qualitativa o
relatório contábil-financeiro.
d) planejar a elaboração dos trabalhos; avaliar os procedimentos adotados para os trabalhos
de auditoria.
e) planejar e executar procedimentos de auditoria aplicáveis; avaliar as evidências de auditoria
que foram obtidas.
13. (FCC / SEFAZ BA – Auditor Fiscal – Adm., Finanças e Controle – 2019)
A NBC TA 620 trata da responsabilidade do auditor em relação ao trabalho de pessoa (pessoa
natural) ou de organização (pessoa jurídica) em área de especialização que não a contabilidade
ou auditoria, quando esse trabalho é utilizado para ajudar o auditor a obter evidência de
auditoria suficiente e apropriada. Nesse sentido, o auditor deve avaliar se o especialista por ele
contratado possui competência, habilidades e objetividade necessárias para fins da auditoria,
pois esses fatores são relevantes para determinar se o trabalho do especialista do auditor será
adequado aos fins da auditoria. De acordo com a referida NBC,
a) a objetividade refere-se à capacidade do especialista de transmitir informações, dados e
conclusões, de maneira clara e sintética, e de modo plenamente compreensível pelo auditor.
b) a competência refere-se à capacidade do especialista de exercer sua missão nas diversas
circunstâncias do trabalho.
c) a objetividade refere-se aos possíveis efeitos que a tendenciosidade, o conflito de interesse
ou a influência de outros podem ter sobre o julgamento profissional ou comercial do
especialista.
d) as habilidades referem-se à natureza e ao nível de especialização do especialista.
e) a competência pode ser influenciada por certos fatores, tais como a localização geográfica e
a disponibilidade de tempo.
14. (FCC / SEFAZ BA – Auditor Fiscal – Adm. Tributária – 2019)
A NBC TA 620 contempla regras a respeito da responsabilidade do auditor e da
responsabilidade do especialista do auditor. De acordo com essa NBC,
a) o auditor é responsável por expressar opinião de auditoria, sendo que essa responsabilidade
é transferida, total ou parcialmente, ao especialista contratado pelo auditor, sempre que
houver utilização do trabalho dele.
b) se o auditor fizer referência ao trabalho de especialista do auditor, em seu relatório, em
razão de esse trabalho ter-se assentado, em sua maior parte, em documentos e textos

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originalmente produzidos em língua estrangeira, o auditor deve mencionar no relatório que


essa referência reduz sua responsabilidade pela opinião ali expressa.
c) o auditor sempre deve fazer referência ao trabalho do especialista do auditor em seu
relatório, em especial quanto aos pontos em que sua opinião não diverge da do especialista,
documentando e enfatizando a responsabilidade do especialista.
d) se o auditor fizer referência ao trabalho de especialista do auditor em seu relatório, em razão
de essa referência ser relevante para o entendimento de ressalva ou outra modificação na sua
opinião, o auditor deve indicar, no relatório, que essa referência não reduz a sua
responsabilidade por essa opinião.
e) o auditor deixará de ser responsável por expressar opinião de auditoria quando essa opinião
se fundar, em sua maior parte, em trabalho realizado pelo especialista contratado pelo auditor,
sendo essa responsabilidade automaticamente assumida pelo especialista.
15. (CESPE / STM – 2018)
À luz das Normas Brasileiras de Contabilidade do Conselho Federal de Contabilidade que
tratam do auditor independente e da auditoria independente de informação contábil histórica,
julgue o item subsequente.
Uma firma de auditoria poderá realizar consulta externa sobre assuntos técnicos, sempre que
entender que seus recursos internos não são suficientes ou adequados.
16. (FCC/ TCE RS – Auditor Público Externo – 2018)
Quanto à relação existente entre auditorias interna e externa, é correto afirmar:
a) Devem se manter independentes entre si tanto quanto possível, mantendo sigilo acerca de
seus respectivos achados.
b) Embora exista auditoria interna e o auditor externo espere utilizar o trabalho dessa função,
não deve ele modificar a natureza, época ou extensão de seus próprios procedimentos.
c) Como regra, não cabe ao auditor externo determinar quais as áreas ou em que extensão o
trabalho da auditoria interna pode ser aproveitado para a auditoria externa.
d) O auditor externo não deve determinar que o trabalho da auditoria interna é adequado para
os fins da sua auditoria.
e) Admite-se o emprego da auditoria interna como assistência direta, entretanto, nesse caso,
o auditor independente deve dirigir, supervisionar e revisar o trabalho executado pelos
auditores internos de forma apropriada.
17. (FUNDEP – INB – Auditor – 2018)
A NBC TA 610 trata da responsabilidade do auditor externo (ou auditor independente), quando
ele utilizar o trabalho dos auditores internos.
A esse respeito, assinale a alternativa INCORRETA.

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a) O auditor independente tem total responsabilidade pela opinião expressa em seu relatório
de auditoria, e essa responsabilidade não é reduzida pela utilização de trabalhos da função de
auditoria interna ou pela obtenção de assistência direta de auditores internos.
b) Apesar de executar procedimentos semelhantes aos realizados pelo auditor independente,
os auditores internos não são independentes da entidade como se exige do auditor
independente na auditoria das demonstrações contábeis.
c) O auditor independente deve usar o trabalho da auditoria interna se ele determinar que a
posição hierárquica da auditoria interna na organização e suas políticas e procedimentos
propiciam pelo menos limitada objetividade e competência dos auditores internos
d) O auditor independente deve determinar se o trabalho da auditoria interna pode ser
utilizado para os fins da auditoria, considerando, entre outras, se a função de auditoria interna
aplica uma abordagem sistemática e disciplinada, incluindo controle de qualidade.
18. (FEPESE / ISS Criciúma – 2017)
A respeito dos conhecimentos sobre a utilização do trabalho de auditoria interna, assinale a
alternativa correta.
a) O auditor independente não pode utilizar trabalhos da auditoria interna, pois se o fizer
perderá a independência em relação à entidade.
b) O trabalho da auditoria interna é restrito a setores em que há risco de erro ou fraude na
entidade, sendo irrelevante para a auditoria independente.
c) Não é adequado que o auditor independente analise a natureza e extensão dos
procedimentos executados e as constatações dos auditores internos, pois tais fatos podem
induzi-lo a selecionar itens não relevantes para a auditoria.
d) Durante a auditoria independente não devem ocorrer reuniões ou encontros com a equipe
de auditoria interna da entidade, pois tal fato poderia comprometer os trabalhos do auditor
independente.
e) Caso o auditor independente planeje usar o trabalho da auditoria interna, ele deve discutir
com a auditoria interna o uso planejado desse trabalho como base para coordenar as suas
respectivas atividades.
19. (FEPESE / Contador CIASC – 2017)
Se o auditor independente utiliza auditores internos para prestar assistência direta na
auditoria, ele deve incluir algumas informações na documentação de auditoria.
Assinale a alternativa incorreta em relação ao assunto.
a) Quem revisou o trabalho executado, assim como a data e extensão dessa revisão.
b) Os acordos informais firmados com o representante autorizado da entidade e dos auditores
internos.
c) Os papéis de trabalho elaborados pelos auditores internos que prestaram assistência direta
sobre o trabalho de auditoria.

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d) A avaliação da existência e da importância das ameaças à objetividade dos auditores


internos e a avaliação do nível de competência dos auditores internos utilizados para prestar
assistência direta.
e) A base para a decisão sobre a natureza e a extensão do trabalho executado pelos auditores
internos.
20. (FCC / TCM GO – Auditor Conselheiro Subst. – 2015)
Cabe ao Auditor independente julgar e avaliar a necessidade de contratação do trabalho de
pessoa ou organização em área de especialização, que não contabilidade ou auditoria, quando
esse trabalho é utilizado para ajudar o Auditor a obter evidência de auditoria suficiente e
apropriada, bem como a utilização do trabalho de auditores internos do auditado. Contudo, o
Auditor independente é o único responsável por expressar opinião de auditoria e a
responsabilidade não é reduzida pela contratação de especialistas, sendo que a referência ao
especialista do Auditor será feita no relatório de auditoria se houver
a) opinião não modificada.
b) negativa de opinião.
c) algum regulamento requerendo a referência do especialista da administração.
d) abstenção de opinião.
e) opinião modificada devido a evidência do especialista do auditor.
21. (FCC / TRE CE – An. Judiciário – Contabilidade – 2012)
Para que a auditoria externa possa utilizar os trabalhos dos auditores internos é obrigatório
que
a) as reuniões sejam aleatórias e sem previsão dos assuntos a serem tratados, mantendo assim
a independência.
b) haja subordinação dos auditores internos aos auditores externos.
c) os trabalhos sejam desenvolvidos de acordo com as determinações da administração da
empresa e dos órgãos de governança.
d) a determinação da amostra, a seleção dos documentos e a revisão sejam feitas pela auditoria
externa.
e) avalie a objetividade da função da auditoria interna e a competência técnica dos auditores
internos.

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GABARITO

1. E 8. C 15. CERTO
2. B 9. A 16. E
3. C 10. D 17. C
4. A 11. A 18. E
5. E 12. E 19. B
6. E 13. C 20. E
7. D 14. D 21. E

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QUESTÕES RESOLVIDAS E COMENTADAS


1. (FGV / SEFAZ AM – 2022)
Em uma entidade onde existe a função de auditoria interna, o auditor independente espera
utilizar o trabalho dessa função para reduzir a extensão dos procedimentos de auditoria a
serem diretamente executados por ele e pretende obter assistência direta dos auditores
internos. Em relação aos objetivos desse auditor independente, analise as afirmativas a seguir
I. determinar se o trabalho da auditoria interna ou se a assistência direta dos auditores internos
pode ser utilizado e em quais áreas e em que extensão;
II. determinar se o trabalho da auditoria interna é adequado para os fins de sua auditoria
III. dirigir, supervisionar e revisar o trabalho executado pelos auditores internos de forma
apropriada.
De acordo com a NBC TA 610 – Utilização do Trabalho de Auditoria Interna, está correto o que
se afirma em
a) I, somente.
b) I e II, somente.
c) I e III, somente.
d) II e III, somente.
e) I, II e III.
Comentários
Questão bem literal e fácil!
Como vimos, os objetivos do auditor independente, onde a entidade tenha a função de
auditoria interna e ele espera utilizar o trabalho dessa função para modificar a natureza, a
época ou para reduzir a extensão dos procedimentos de auditoria a serem diretamente
executados pelo próprio auditor independente, inclusive quando ele pretende obter
assistência direta dos auditores internos são:
(a) determinar se o trabalho da auditoria interna ou se a assistência direta dos auditores
internos pode ser utilizado e, em caso positivo, em quais áreas e em que extensão;
(b) se utilizar o trabalho da auditoria interna, o auditor independente deve determinar que
esse trabalho é adequado para os fins da sua auditoria; e
(c) se utilizar os auditores internos para prestar assistência direta, o auditor independente deve
dirigir, supervisionar e revisar o trabalho executado pelos auditores internos de forma
apropriada.
Portanto, todos os itens estão corretos!

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Gabarito: “E”.

2. (FGV / IMBEL – 2021)


O auditor independente deve determinar se o trabalho da auditoria interna deve ser utilizado
para os fins da auditoria. Para isso, ele deve considerar os fatores apresentados a seguir, à
exceção de um. Assinale-o.
a) O nível de competência da função de auditoria interna.
b) Se a utilização do trabalho implica em custos menores e na otimização do tempo.
c) Se a função de auditoria interna aplica uma abordagem sistemática e disciplinada.
d) Se as políticas e os procedimentos da auditoria interna têm caráter objetivo.
e) Se a extensão da posição hierárquica da auditoria interna na organização dá objetividade ao
seu trabalho.
Comentários
Questão das mais clássicas (se não a mais clássica) sobre a NBC TA 610. Impressionante como
isso é cobrado!
Como vimos, o auditor independente deve determinar se o trabalho da auditoria interna pode
ser utilizado para os fins da auditoria, considerando o seguinte:
(a) a extensão na qual a posição hierárquica da auditoria interna na organização e suas
políticas e procedimentos propiciam objetividade dos auditores internos;
(b) o nível de competência da função de auditoria interna; e
(c) se a função de auditoria interna aplica uma abordagem sistemática e disciplinada,
incluindo controle de qualidade.
Com efeito, apenas a letra B não faz sentido no contexto apresentado pela questão.
Gabarito: “B”.

3. (FGV / IMBEL – 2021)


De acordo com a NBC TA 620 – Utilização do Trabalho de Especialista, em relação ao
especialista do auditor, assinale a afirmativa correta.
a) Deve ser contratado pela administração.
b) Deve ter especialização em contabilidade ou auditoria.
c) Pode ser interno ou externo.
d) Auxilia na elaboração das demonstrações contábeis.
e) Divide com o auditor a responsabilidade por expressar opinião de auditoria.
Comentários

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A NBC TA 620 trata do uso, pelo auditor independente, do especialista do auditor (portanto,
ele é contratado pelo próprio auditor para auxiliá-lo no processo de obtenção de evidência –
letras A e D erradas). O especialista (seja o especialista do auditor, seja o especialista da
administração), é uma pessoa ou organização com especialização em área que NÃO
contabilidade ou auditoria (letra B errada). O especialista do auditor pode ser tanto interno
como externo (letra C correta). Nenhum outro profissional utilizado pelo auditor independente
divide com ele a responsabilidade pela expressão de opinião (letra E errada).
Gabarito: “C”.

4. (FGV / IMBEL – 2021)


De acordo com a NBC TA 620 – Utilização do Trabalho de Especialista, assinale a opção que
indica o caso em que o auditor não deve fazer referência ao trabalho do especialista em seu
relatório.
a) O relatório possui opinião não modificada.
b) O relatório possui opinião com ressalva.
c) O trabalho do especialista é sigiloso.
d) O trabalho do especialista foi considerado irrelevante.
e) O especialista não autorizou que o seu trabalho seja referenciado.
Comentários
O auditor não deve fazer referência ao trabalho do especialista do auditor em seu relatório que
contenha opinião não modificada. Gabarito, portanto, é a letra A.
Se o auditor fizer referência ao trabalho de especialista do auditor em seu relatório porque
essa referência é relevante para o entendimento de ressalva ou outra modificação na sua
opinião, o auditor deve indicar no relatório que essa referência não reduz a sua
responsabilidade por essa opinião.
Em suma, quando a opinião é não modificada a referência nunca é feita. Quando há ressalva
ou outra modificação a referência pode ser feita, desde que essa referência seja relevante para
o entendimento dos usuários.
Gabarito: “A”.

5. (FGV / ISS Cuiabá – 2016)


A comunicação efetiva entre o auditor interno e o auditor independente cria um ambiente no
qual o auditor independente pode ser informado sobre assuntos significativos que podem
afetar o seu trabalho. No entanto, existem circunstâncias nas quais o auditor independente
não pode utilizar o trabalho da auditoria interna para os fins da auditoria.
De acordo com a NBC TA 610, Utilização do Trabalho de Auditoria Interna, assinale a opção que
indica o trabalho da auditoria interna que não pode ser utilizado pelo auditor independente.
a) Testes da eficácia operacional dos controles.

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b) Observação das contagens do estoque.


c) Rastreamento de transações pelo sistema de informações aplicável para as demonstrações
contábeis.
d) Testes sobre a observância dos requisitos de regulamentação.
e) Julgamento sobre processos de riscos judiciais.
Comentários
Questão aborda exemplos de trabalho da auditoria interna que podem ser utilizados pelo
auditor independente, segundo a NBC TA 610. Veja:
A16. Os exemplos de trabalho da auditoria interna que podem ser utilizados pelo auditor
independente incluem:
• testes da eficácia operacional dos controles; (letra “a”)
• procedimentos substantivos envolvendo menor grau de julgamento;
• observação das contagens do estoque; (letra “b”)
• rastreamento de transações pelo sistema de informações aplicável para as demonstrações
contábeis; (letra “c”)
• testes sobre a observância dos requisitos de regulamentação; (letra “d”) e
• em algumas circunstâncias, as auditorias ou revisões das informações financeiras das
controladas que não sejam componentes significativos para o grupo (onde isso não conflita
com os requisitos da NBC TA 600).
Ao comparar as alternativas com a norma, concluímos que a única circunstância que não está
entre os exemplos de trabalho da auditoria interna que podem ser utilizados pelo auditor
independente é a letra E (julgamentos sobre processos de riscos judiciais).
Gabarito: “E”.

6. (FGV / TJ PI – Analista Judiciário – 2015)


A NBC TA 610 dispõe sobre a utilização do trabalho de auditoria interna. Na determinação da
utilização do trabalho da auditoria interna para os fins da auditoria, são itens a serem avaliados,
EXCETO:
a) o nível de competência da função de auditoria interna;
b) o controle de qualidade da função da auditoria interna;
c) políticas que propiciem objetividade ao trabalho dos auditores internos;
d) se a função de auditoria interna aplica uma abordagem sistemática e disciplinada;
e) utilização da auditoria interna em trabalhos de auditoria anteriores.
Comentários

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Auditoria interna refere-se à função ou pessoas de uma entidade que executem atividades de
asseguração e consultoria projetadas para avaliar e melhorar a eficácia da governança, dos
processos de controle interno e gestão de risco da entidade. Segundo o item 15, da NBC TA
610, o auditor independente deve determinar se o trabalho da auditoria interna pode ser
utilizado para os fins da auditoria, considerando o seguinte:
(a) a extensão na qual a posição hierárquica da auditoria interna na organização e suas
políticas e procedimentos propiciam objetividade dos auditores internos (letra “c”);
(b) o nível de competência da função de auditoria interna (letra “a”); e
(c) se a função de auditoria interna aplica uma abordagem sistemática (letra “d”) e
disciplinada, incluindo controle de qualidade (letra “b”).
Analisando as alternativas e a norma supracitada, concluímos que o único item que não é
avaliado quando se utiliza o trabalho da auditoria interna para os fins da auditoria é sua
utilização em trabalhos de auditoria anteriores.
Gabarito: “E”.

7. (FGV / ALBA – 2014)


Os trabalhos de auditoria interna, que podem ser utilizados pelo auditor independente, estão
listados a seguir, à exceção de um. Assinale‐o.
A) Testes da eficácia operacional dos controles
B) Procedimentos substantivos envolvendo menor grau de julgamento
C) Observação das contagens do estoque
D) Testes objetivos adequados as operações subjetivas
E) Rastreamento de transações pelo sistema de informações, aplicável às demonstrações
contábeis
Comentários
Questão bem literal, conforme o previsto na NBC TA 610. Vejamos:
A16. Os exemplos de trabalho da auditoria interna que podem ser utilizados pelo auditor
independente incluem:
• testes da eficácia operacional dos controles – Letra A;
• procedimentos substantivos envolvendo menor grau de julgamento – Letra B
• observação das contagens do estoque – Letra C;
• rastreamento de transações pelo sistema de informações aplicável para as demonstrações
contábeis – Letra E;
• testes sobre a observância dos requisitos de regulamentação; e

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• em algumas circunstâncias, as auditorias ou revisões das informações financeiras das


controladas que não sejam componentes significativos para o grupo (onde isso não conflita
com os requisitos da NBC TA 600).
A ideia geral do item acima é que não se deve usar o trabalho da auditoria interna em questões
mais subjetivas, com alto grau de julgamento. Para esse tipo de questão, o auditor
independente não pode, simplesmente, “terceirizar” o trabalho.
Seria possível desconfiar da letra D, uma vez que não existe, em Auditoria, os testes objetivos.
Existem, por outro lado, os chamados testes substantivos. Ademais, como dito, para situações
mais subjetivas não se deve utilizar o trabalho da auditoria interna.
Gabarito: “D”.

8. (FGV / ISS Recife – 2014)


Para determinar se o trabalho dos auditores internos está adequado aos fins da auditoria, o
auditor independente deve avaliar as circunstâncias a seguir, à exceção de uma. Assinale-a.
A) A competência técnica dos auditores internos.
B) A probabilidade de que o trabalho dos auditores internos seja realizado com o devido zelo
profissional.
C) O grau de materialidade envolvido na avaliação da evidência de auditoria coletada pelos
auditores internos.
D) A probabilidade de que haja comunicação eficaz entre os auditores internos e o auditor
independente.
E) A objetividade da função de auditoria interna.
Comentários
Questão clássica.
Segundo a NBC TA 610, o auditor independente deve determinar se o trabalho da auditoria
interna pode ser utilizado para os fins da auditoria, considerando o seguinte:
(a) a extensão na qual a posição hierárquica da auditoria interna na organização e suas
políticas e procedimentos propiciam objetividade dos auditores internos (letras “d” e “e”);
(b) o nível de competência da função de auditoria interna (letras ”b” e “a”); e
(c) se a função de auditoria interna aplica uma abordagem sistemática (letra “d”) e
disciplinada, incluindo controle de qualidade (letra “b”).
Competência e zelo profissionais são tratados em conjunto em um dos 5 princípios
fundamentais de ética profissional. Em relação à comunicação eficiente, podemos entender
que ela só acontece se houver papéis e responsabilidades bem definidos, e se a auditoria
interna dispuser de sua autonomia profissional.
Repararam que as assertivas não estão exatamente iguais ao trecho citado acima?! Isso porque
a questão puxa a literalidade da versão anterior da NBC TA 610, segundo a qual:

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Para determinar se é provável que o trabalho dos auditores internos seja adequado para os fins
da auditoria, o auditor independente deve avaliar:
(a) a objetividade da função de auditoria interna; (Letra E)
(b) a competência técnica dos auditores internos; (Letra A)
(c) se é provável que o trabalho dos auditores internos seja realizado com o devido zelo
profissional; (Letra B) e
(d) se é provável que haja comunicação eficaz entre os auditores internos e o auditor
independente (Letra D)
Ainda de acordo com a versão antiga da NBC TA 610, para determinar o efeito planejado do
trabalho dos auditores internos na natureza, época ou extensão dos procedimentos do auditor
independente, o auditor independente deve considerar, dentre outros, o grau de
subjetividade envolvido na avaliação da evidência de auditoria coletada pelos auditores
internos.
Repare que grau de subjetividade é diferente de grau de materialidade. A ideia central da
passagem acima, é que o auditor independente, em regra, não quer utilizar informações da
auditoria interna que envolvam alto grau de subjetividade.
Gabarito: “C”.

9. (FGV / ACI Recife – 2014)


De acordo com a NBC TA 620, o especialista é necessário para ajudar o auditor nos assuntos
relacionados a seguir, à exceção de um. Assinale-o.
A) No entendimento da entidade e de seu ambiente, incluindo seus controles internos.
B) Na identificação e na avaliação dos riscos de distorção relevante.
C) Na definição e na execução de procedimentos adicionais de auditoria para responder aos
riscos avaliados no nível de afirmação, que compreendem testes de controle ou procedimentos
substantivos.
D) Na avaliação da suficiência e na adequação da evidência de auditoria obtida na formação de
opinião sobre as demonstrações contábeis.
E) Na determinação e na implementação de respostas gerais às evidências avaliadas no nível
dos relatórios.
Comentários
A NBC TA 620 – Utilização do Trabalho de Especialistas, especificamente item A4, elenca
assuntos específicos que são necessários o uso de especialistas para ajudar o auditor, a saber:
Um especialista do auditor pode ser necessário para ajudar o auditor em um ou mais dos
assuntos a seguir:
• entendimento da entidade e de seu ambiente, incluindo seus controles internos; (Letra A)

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• identificação e avaliação dos riscos de distorção relevante; (Letra B)


• determinação e implementação de respostas gerais aos riscos avaliados no nível de
demonstrações contábeis;
• definição e execução de procedimentos adicionais de auditoria para responder aos riscos
avaliados no nível de afirmação, que compreendem testes de controle ou procedimentos
substantivos; (Letra C)
• avaliação da suficiência e adequação da evidência de auditoria obtida na formação de opinião
sobre as demonstrações contábeis. (Letra D)
Repare que há, na norma, previsão para o auditor utilizar o especialista ao determinar e
implementar respostas gerais aos riscos de distorção relevante no nível (geral) das
demonstrações contábeis. A letra E menciona de forma errada, na parte final, que a ajuda
ocorre no nível dos relatórios.
Só existem 2 níveis para os riscos avaliados de distorção relevante: nível (geral) das
demonstrações e nível das afirmações. “Nível de relatório” não existe!
Gabarito: “E”.

10. (CONSULPLAN – Exame Suficiência CFC – 2019.1)


Segundo a NBC TA 620 – Utilização do Trabalho de Especialistas, o especialista do auditor é
uma pessoa ou organização com especialização em área que não contabilidade ou auditoria,
contratado pelo auditor, cujo trabalho nessa área é utilizado pelo auditor para ajudá-lo a obter
evidência de auditoria suficiente e apropriada. O especialista do auditor pode ser interno (um
sócio, ou equivalente no setor público quando relevante, ou uma pessoa que faz parte da
equipe, incluindo equipe temporária, da firma do auditor ou de firma da rede), ou externo. Um
especialista do auditor pode ser necessário para ajudar o auditor em um ou mais dos seguintes
assuntos, EXCETO:
a) Entendimento da entidade e de seu ambiente, incluindo seus controles internos.
b) Determinação e implementação de respostas gerais aos riscos avaliados no nível de
demonstrações contábeis.
c) Avaliação da suficiência e adequação da evidência de auditoria obtida na formação de
opinião sobre as demonstrações contábeis.
d) Execução de procedimentos adicionais de auditoria para responder aos riscos avaliados no
nível de afirmação, compreendendo a indagação e os procedimentos analíticos.
Comentários
Vejamos o que prevê o item A4 da NBC TA 620, que trata da determinação de necessidade de
especialista do auditor, e é explorado na questão:
A4. Um especialista do auditor pode ser necessário para ajudar o auditor em um ou mais dos
assuntos a seguir:

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· entendimento da entidade e de seu ambiente, incluindo seus controles internos; (Letra A)


· identificação e avaliação dos riscos de distorção relevante;
· determinação e implementação de respostas gerais aos riscos avaliados no nível de
demonstrações contábeis; (Letra B)
· definição e execução de procedimentos adicionais de auditoria para responder aos riscos
avaliados no nível de afirmação, que compreendem testes de controle ou procedimentos
substantivos;
·avaliação da suficiência e adequação da evidência de auditoria obtida na formação de opinião
sobre as demonstrações contábeis. (Letra C)
Portanto, a única assertiva que não consta no rol acima é a letra D (nosso gabarito).
Gabarito: “D”.

11. (IAUPE – ISS Petrolina – 2019)


Sobre os objetivos do auditor independente, em que a entidade tenha a função de auditoria
interna e ele espera utilizar o trabalho dessa função para modificar a natureza, a época ou para
reduzir a extensão dos procedimentos de auditoria a serem diretamente executados pelo
próprio auditor independente, inclusive quando ele pretende obter assistência direta dos
auditores internos, analise as afirmativas abaixo:
I. Determinar se o trabalho da auditoria interna ou se a assistência direta dos auditores internos
pode ser utilizado e, em caso positivo, em quais áreas e em que extensão.
II. Se utilizar o trabalho da auditoria interna, o auditor independente deve determinar que esse
trabalho é adequado para os fins da sua auditoria
III. Se utilizar os auditores internos para prestar assistência direta, o auditor independente não
poderá dirigir, supervisionar e revisar o trabalho executado pelos auditores internos de forma
apropriada.
Está CORRETO o que se afirma em
a) I e II, apenas.
b) I e III, apenas.
c) II e III, apenas.
d) I, II e III.
e) III, apenas.
Comentários
Os objetivos do auditor independente, onde a entidade tenha a função de auditoria interna e
ele espera utilizar o trabalho dessa função para modificar a natureza, a época ou para reduzir
a extensão dos procedimentos de auditoria a serem diretamente executados pelo próprio

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auditor independente, inclusive quando ele pretende obter assistência direta dos auditores
internos são:
(a) determinar se o trabalho da auditoria interna ou se a assistência direta dos auditores
internos pode ser utilizado e, em caso positivo, em quais áreas e em que extensão – item I
CORRETO;
(b) se utilizar o trabalho da auditoria interna, o auditor independente deve determinar que
esse trabalho é adequado para os fins da sua auditoria – item II CORRETO; e
(c) se utilizar os auditores internos para prestar assistência direta, o auditor independente deve
dirigir, supervisionar e revisar o trabalho executado pelos auditores internos de forma
apropriada – item III ERRADO (o auditor DEVE dirigir, supervisionar e revisar o trabalho
executado).
Gabarito: “A”.

12. (VUNESP – ISS Itapevi – 2019)


Em conformidade com a NBCTA 610, quando um auditor interno determina a natureza e a
extensão do trabalho, a época e a extensão da direção, supervisão e revisão apropriadas nas
circunstâncias, o auditor independente deve considerar, dentre outros fatores, o montante de
julgamento envolvido em:
a) planejar os riscos significativos na auditoria; avaliar os riscos significativos na auditoria.
b) avaliar os saldos iniciais; avaliar os riscos relevantes dos pontos de auditoria.
c) avaliar de forma quantitativa o relatório contábil-financeiro; avaliar de forma qualitativa o
relatório contábil-financeiro.
d) planejar a elaboração dos trabalhos; avaliar os procedimentos adotados para os trabalhos
de auditoria.
e) planejar e executar procedimentos de auditoria aplicáveis; avaliar as evidências de auditoria
que foram obtidas.
Comentários
Assistência direta é a utilização de auditores internos para executar procedimentos de
auditoria, sob a direção, supervisão e revisão do auditor independente.
Segundo a NBC TA 610:
29. Ao determinar a natureza e a extensão do trabalho que pode ser atribuído aos auditores
internos, bem como a natureza, a época e a extensão da direção, supervisão e revisão
apropriadas nas circunstâncias, o auditor independente deve considerar:
(a) o montante de julgamento envolvido em:
(i) planejar e executar procedimentos de auditoria aplicáveis; e
(ii) avaliar as evidências de auditoria que foram obtidas;

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(b) o risco avaliado de distorção relevante; e


(c) a avaliação do auditor independente sobre a existência e a importância de ameaças à
objetividade, bem como do nível de competência dos auditores internos, que fornecerão
assistência direta
Gabarito: “E”.

13. (FCC / SEFAZ BA – Auditor Fiscal – Adm., Finanças e Controle – 2019)


A NBC TA 620 trata da responsabilidade do auditor em relação ao trabalho de pessoa (pessoa
natural) ou de organização (pessoa jurídica) em área de especialização que não a contabilidade
ou auditoria, quando esse trabalho é utilizado para ajudar o auditor a obter evidência de
auditoria suficiente e apropriada. Nesse sentido, o auditor deve avaliar se o especialista por ele
contratado possui competência, habilidades e objetividade necessárias para fins da auditoria,
pois esses fatores são relevantes para determinar se o trabalho do especialista do auditor será
adequado aos fins da auditoria. De acordo com a referida NBC,
a) a objetividade refere-se à capacidade do especialista de transmitir informações, dados e
conclusões, de maneira clara e sintética, e de modo plenamente compreensível pelo auditor.
b) a competência refere-se à capacidade do especialista de exercer sua missão nas diversas
circunstâncias do trabalho.
c) a objetividade refere-se aos possíveis efeitos que a tendenciosidade, o conflito de interesse
ou a influência de outros podem ter sobre o julgamento profissional ou comercial do
especialista.
d) as habilidades referem-se à natureza e ao nível de especialização do especialista.
e) a competência pode ser influenciada por certos fatores, tais como a localização geográfica e
a disponibilidade de tempo.
Comentários
A competência, as habilidades e a objetividade do especialista do auditor são fatores que
afetam significativamente a análise se o seu trabalho é ou não adequado para fins da auditoria.
Segundo a NBC TA 620:

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Demais assertivas:
A: assertiva carece totalmente de previsão normativa (apesar de “parecer” correta).
B: idem à anterior.
D: refere-se à “competência”.
E: segundo a NBC TA 620, os fatores que podem influenciar a habilidade (ao invés da
“competência”) incluem, por exemplo, a localização geográfica e a disponibilidade de tempo e
de recursos.
Gabarito: “C”.

14. (FCC / SEFAZ BA – Auditor Fiscal – Adm. Tributária – 2019)


A NBC TA 620 contempla regras a respeito da responsabilidade do auditor e da
responsabilidade do especialista do auditor. De acordo com essa NBC,
a) o auditor é responsável por expressar opinião de auditoria, sendo que essa responsabilidade
é transferida, total ou parcialmente, ao especialista contratado pelo auditor, sempre que
houver utilização do trabalho dele.
b) se o auditor fizer referência ao trabalho de especialista do auditor, em seu relatório, em
razão de esse trabalho ter-se assentado, em sua maior parte, em documentos e textos
originalmente produzidos em língua estrangeira, o auditor deve mencionar no relatório que
essa referência reduz sua responsabilidade pela opinião ali expressa.
c) o auditor sempre deve fazer referência ao trabalho do especialista do auditor em seu
relatório, em especial quanto aos pontos em que sua opinião não diverge da do especialista,
documentando e enfatizando a responsabilidade do especialista.
d) se o auditor fizer referência ao trabalho de especialista do auditor em seu relatório, em razão
de essa referência ser relevante para o entendimento de ressalva ou outra modificação na sua
opinião, o auditor deve indicar, no relatório, que essa referência não reduz a sua
responsabilidade por essa opinião.
e) o auditor deixará de ser responsável por expressar opinião de auditoria quando essa opinião
se fundar, em sua maior parte, em trabalho realizado pelo especialista contratado pelo auditor,
sendo essa responsabilidade automaticamente assumida pelo especialista.
Comentários
Questão aborda aspecto da referência de especialistas ao relatório de auditoria, quando o
auditor faz uso desses profissionais durante a execução dos trabalhos.
Vamos recordar que o auditor é o único responsável por expressar opinião de auditoria e essa
responsabilidade não é reduzida pela utilização do trabalho de especialista contratado pelo
auditor (especialista do auditor ou especialista) – letras “A”, “B” e “E” erradas.
Segundo a NBC TA 620:

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Percebam que nem sempre o auditor deve fazer referência ao trabalho de especialista em seu
relatório (letra “C” errada).
Gabarito: “D”.

15. (CESPE / STM – 2018)


À luz das Normas Brasileiras de Contabilidade do Conselho Federal de Contabilidade que
tratam do auditor independente e da auditoria independente de informação contábil histórica,
julgue o item subsequente.
Uma firma de auditoria poderá realizar consulta externa sobre assuntos técnicos, sempre que
entender que seus recursos internos não são suficientes ou adequados.
Comentários
O item está alinhado ao conceito de especialistas, profissionais utilizados pelo auditor durante
o processo de auditoria. Segundo a NBC TA 620:
"Especialista do auditor é uma pessoa ou organização com especialização em área que não
contabilidade ou auditoria, contratado pelo auditor, cujo trabalho nessa área é utilizado pelo
auditor para ajudá-lo a obter evidência de auditoria suficiente e apropriada. O especialista do
auditor pode ser interno (um sócio, ou equivalente no setor público quando relevante, ou uma
pessoa que faz parte da equipe, incluindo equipe temporária, da firma do auditor ou de firma
da rede), ou externo".
Ressalte-se que o auditor é o único responsável por expressar opinião de auditoria e essa
responsabilidade não é reduzida pela utilização do trabalho de especialista.
Gabarito: “CERTO”.

16. (FCC/ TCE RS – Auditor Público Externo – 2018)


Quanto à relação existente entre auditorias interna e externa, é correto afirmar:
a) Devem se manter independentes entre si tanto quanto possível, mantendo sigilo acerca de
seus respectivos achados.
b) Embora exista auditoria interna e o auditor externo espere utilizar o trabalho dessa função,
não deve ele modificar a natureza, época ou extensão de seus próprios procedimentos.
c) Como regra, não cabe ao auditor externo determinar quais as áreas ou em que extensão o
trabalho da auditoria interna pode ser aproveitado para a auditoria externa.

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d) O auditor externo não deve determinar que o trabalho da auditoria interna é adequado para
os fins da sua auditoria.
e) Admite-se o emprego da auditoria interna como assistência direta, entretanto, nesse caso,
o auditor independente deve dirigir, supervisionar e revisar o trabalho executado pelos
auditores internos de forma apropriada.
Comentários
Questão utiliza o conhecimento explícito e direto da NBC TA 610 (item 13) para justificar o
gabarito e as incorreções das demais assertivas. Vejamos:
13. Os objetivos do auditor independente, onde a entidade tenha a função de auditoria interna
e ele espera utilizar o trabalho dessa função para modificar a natureza, a época ou para
reduzir a extensão dos procedimentos de auditoria a serem diretamente executados pelo
próprio auditor independente (O ADVÉRBIO “NÃO” TORNA A LETRA “B” ERRADA), inclusive
quando ele pretende obter assistência direta dos auditores internos são:
(a) determinar se o trabalho da auditoria interna ou se a assistência direta dos auditores
internos pode ser utilizado e, em caso positivo, em quais áreas e em que extensão (TRECHO
TORNA INCORRETA A LETRA “C”);
(b) se utilizar o trabalho da auditoria interna, o auditor independente deve determinar que esse
trabalho é adequado para os fins da sua auditoria (TRECHO TORNA INCORRETA A LETRA “D”);
e
(c) se utilizar os auditores internos para prestar assistência direta, o auditor independente
deve dirigir, supervisionar e revisar o trabalho executado pelos auditores internos de forma
apropriada (TRECHO QUE JUSTIFICA O GABARITO – LETRA “E”). [grifo nosso]
Cabe ressaltar que, em regra, deve haver independência entre auditorias interna e externa.
Ainda, seus achados (ou evidências) não devem ser sigilosos. Assim, a alternativa “A” está
errada.
Gabarito: “E”.

17. (FUNDEP – INB – Auditor – 2018)


A NBC TA 610 trata da responsabilidade do auditor externo (ou auditor independente), quando
ele utilizar o trabalho dos auditores internos.
A esse respeito, assinale a alternativa INCORRETA.
a) O auditor independente tem total responsabilidade pela opinião expressa em seu relatório
de auditoria, e essa responsabilidade não é reduzida pela utilização de trabalhos da função de
auditoria interna ou pela obtenção de assistência direta de auditores internos.
b) Apesar de executar procedimentos semelhantes aos realizados pelo auditor independente,
os auditores internos não são independentes da entidade como se exige do auditor
independente na auditoria das demonstrações contábeis.

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c) O auditor independente deve usar o trabalho da auditoria interna se ele determinar que a
posição hierárquica da auditoria interna na organização e suas políticas e procedimentos
propiciam pelo menos limitada objetividade e competência dos auditores internos
d) O auditor independente deve determinar se o trabalho da auditoria interna pode ser
utilizado para os fins da auditoria, considerando, entre outras, se a função de auditoria interna
aplica uma abordagem sistemática e disciplinada, incluindo controle de qualidade.
Comentários
Questão aborda aspectos gerais relacionados à utilização do trabalho da auditoria interna,
segundo a NBC TA 610.
Analisando cada alternativa:
Letra A: CORRETA. Independentemente do profissional que o auditor utilizar (auditor interno
ou especialistas), sua responsabilidade pela emissão da opinião não é reduzida
Letra B: CORRETA. As normas brasileiras de auditoria interna não trazem, de forma expressa, a
“Independência” como requisito do auditor interno (é dito que o auditor interno, não obstante
sua posição funcional, é dotado de “autonomia profissional”). As normas internacionais, por
sua vez, dizem que o auditor interno possui o requisito da Independência. Ocorre que, em
comparação com o auditor externo (independente), o grau de independência do auditor
interno é MENOR. A NBC TA 610 reforça tal entendimento. Veja:
Utilização dos auditores internos para prestar assistência direta
A40. Como as pessoas envolvidas na função de auditoria interna não são independentes em
relação à entidade como é exigido do auditor independente quando expressa opinião sobre
as demonstrações contábeis, a direção, a supervisão e a revisão do auditor independente sobre
o trabalho executado pelos auditores internos que prestam assistência direta devem ser, de
forma geral, de natureza diferente e mais extensa do que a dedicada ao trabalho executado
pelos componentes da equipe de auditores independentes
Letra C: INCORRETA. Segundo a NBC TA 610:
16. O auditor independente não deve usar o trabalho da auditoria interna se ele determinar
que:
(a) a posição hierárquica da auditoria interna na organização e suas políticas e procedimentos
não propiciam adequada objetividade dos auditores internos;
(b) a função da auditoria interna não tem suficiente competência; ou
(c) a função não aplica uma abordagem sistemática e disciplinada, incluindo controle de
qualidade.
Letra D: CORRETA. Segundo a NBC TA 610:
15. O auditor independente deve determinar se o trabalho da auditoria interna pode ser
utilizado para os fins da auditoria, considerando o seguinte:

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(a) a extensão na qual a posição hierárquica da auditoria interna na organização e suas


políticas e procedimentos propiciam objetividade dos auditores internos;
(b) o nível de competência da função de auditoria interna; e
(c) se a função de auditoria interna aplica uma abordagem sistemática e disciplinada,
incluindo controle de qualidade.
Gabarito: “C”.

18. (FEPESE / ISS Criciúma – 2017)


A respeito dos conhecimentos sobre a utilização do trabalho de auditoria interna, assinale a
alternativa correta.
a) O auditor independente não pode utilizar trabalhos da auditoria interna, pois se o fizer
perderá a independência em relação à entidade.
b) O trabalho da auditoria interna é restrito a setores em que há risco de erro ou fraude na
entidade, sendo irrelevante para a auditoria independente.
c) Não é adequado que o auditor independente analise a natureza e extensão dos
procedimentos executados e as constatações dos auditores internos, pois tais fatos podem
induzi-lo a selecionar itens não relevantes para a auditoria.
d) Durante a auditoria independente não devem ocorrer reuniões ou encontros com a equipe
de auditoria interna da entidade, pois tal fato poderia comprometer os trabalhos do auditor
independente.
e) Caso o auditor independente planeje usar o trabalho da auditoria interna, ele deve discutir
com a auditoria interna o uso planejado desse trabalho como base para coordenar as suas
respectivas atividades.
Comentários
Letra A: ERRADA. A utilização do trabalho da auditoria interna pelo auditor independente é
plenamente possível. Ressalte-se que o uso excessivo da auditoria interna para prestar
assistência direta pode afetar a independência.
Letra B: ERRADA. Assertiva carece totalmente de previsão normativa.
Letra C: ERRADA. É exatamente o contrário. Segundo a NBC TA 610:
22. O auditor independente deve ler os relatórios da auditoria interna relativos ao trabalho que
o auditor independente planeja utilizar para obter entendimento da natureza e extensão dos
procedimentos executados e as constatações dos auditores internos.
Letra D: ERRADA. Mais uma que carece totalmente de previsão normativa.
Letra E: CORRETA, nos termos exatos da NBC TA 610. Veja:
21. Caso o auditor independente planeje usar o trabalho da auditoria interna, ele deve discutir
com a auditoria interna o uso planejado desse trabalho como base para coordenar as suas
respectivas atividades.

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Gabarito: “E”.

19. (FEPESE / Contador CIASC – 2017)


Se o auditor independente utiliza auditores internos para prestar assistência direta na
auditoria, ele deve incluir algumas informações na documentação de auditoria.
Assinale a alternativa incorreta em relação ao assunto.
a) Quem revisou o trabalho executado, assim como a data e extensão dessa revisão.
b) Os acordos informais firmados com o representante autorizado da entidade e dos auditores
internos.
c) Os papéis de trabalho elaborados pelos auditores internos que prestaram assistência direta
sobre o trabalho de auditoria.
d) A avaliação da existência e da importância das ameaças à objetividade dos auditores
internos e a avaliação do nível de competência dos auditores internos utilizados para prestar
assistência direta.
e) A base para a decisão sobre a natureza e a extensão do trabalho executado pelos auditores
internos.
Comentários
Questão de aplicação bem direta da NBC TA 610. Vejamos:
37. Se o auditor independente utiliza auditores internos para prestar assistência direta na
auditoria, ele deve incluir na documentação de auditoria:
(a) a avaliação da existência e da importância das ameaças à objetividade dos auditores
internos e a avaliação do nível de competência dos auditores internos utilizados para prestar
assistência direta;
(b) a base para a decisão sobre a natureza e a extensão do trabalho executado pelos auditores
internos;
(c) quem revisou o trabalho executado, assim como a data e extensão dessa revisão, de acordo
com a NBC TA 230;
(d) os acordos formais firmados com o representante autorizado da entidade e dos auditores
internos nos termos do item 33; e
(e) os papéis de trabalho elaborados pelos auditores internos que prestaram assistência direta
sobre o trabalho de auditoria.
Analisando-se as alternativas, com exceção à letra “b” (o correto seria acordos formais ao invés
de informais), todas constam no rol acima apresentado.
Gabarito: “B”.

20. (FCC / TCM GO – Auditor Conselheiro Subst. – 2015)

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Cabe ao Auditor independente julgar e avaliar a necessidade de contratação do trabalho de


pessoa ou organização em área de especialização, que não contabilidade ou auditoria, quando
esse trabalho é utilizado para ajudar o Auditor a obter evidência de auditoria suficiente e
apropriada, bem como a utilização do trabalho de auditores internos do auditado. Contudo, o
Auditor independente é o único responsável por expressar opinião de auditoria e a
responsabilidade não é reduzida pela contratação de especialistas, sendo que a referência ao
especialista do Auditor será feita no relatório de auditoria se houver
a) opinião não modificada.
b) negativa de opinião.
c) algum regulamento requerendo a referência do especialista da administração.
d) abstenção de opinião.
e) opinião modificada devido a evidência do especialista do auditor.
Comentários
Segundo a NBC TA 620:
Item 14. O auditor não deve fazer referência ao trabalho do especialista do auditor em seu
relatório que contenha opinião não modificada.
Item 15. Se o auditor fizer referência ao trabalho de especialista do auditor em seu relatório
porque essa referência é relevante para o entendimento de ressalva ou outra modificação na
sua opinião, o auditor deve indicar no relatório que essa referência não reduz a sua
responsabilidade por essa opinião.
O item A42 complementa:
Item A42. Pode ser apropriado em algumas circunstâncias fazer referência ao especialista no
relatório que contém uma opinião modificada para explicar a natureza da modificação. Nessas
circunstâncias, o auditor pode precisar da permissão do especialista do auditor antes de fazer
essa referência.
Pelo exposto, nosso gabarito é a letra E!
Gabarito: “E”.

21. (FCC / TRE CE – An. Judiciário – Contabilidade – 2012)


Para que a auditoria externa possa utilizar os trabalhos dos auditores internos é obrigatório
que
a) as reuniões sejam aleatórias e sem previsão dos assuntos a serem tratados, mantendo assim
a independência.
b) haja subordinação dos auditores internos aos auditores externos.
c) os trabalhos sejam desenvolvidos de acordo com as determinações da administração da
empresa e dos órgãos de governança.

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d) a determinação da amostra, a seleção dos documentos e a revisão sejam feitas pela auditoria
externa.
e) avalie a objetividade da função da auditoria interna e a competência técnica dos auditores
internos.
Comentários
Nos termos do item 15 da NBC TA 610 – Utilização do Trabalho de Auditoria Interna:
Item 15. O auditor independente deve determinar se o trabalho da auditoria interna pode ser
utilizado para os fins da auditoria, considerando o seguinte:
(a) a extensão na qual a posição hierárquica da auditoria interna na organização e suas
políticas e procedimentos propiciam objetividade dos auditores internos;
(b) o nível de competência da função de auditoria interna; e
(c) se a função de auditoria interna aplica uma abordagem sistemática e disciplinada, incluindo
controle de qualidade.
Pelos trechos destacados acima (sublinhados), fica claro que nosso gabarito é a letra E.
Gabarito: “E”.

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RESPOSTAS DAS QUESTÕES SUBJETIVAS


1) Qual é a responsabilidade do auditor independente ao utilizar trabalhos de auditoria interna?
Resposta: O auditor independente tem total responsabilidade pela opinião expressa em seu
relatório de auditoria e essa responsabilidade não é reduzida pela utilização de trabalhos da função
de auditoria interna ou pela obtenção de assistência direta de auditores internos pelo auditor
independente no seu trabalho.

2) Qual é a responsabilidade do auditor independente ao utilizar especialistas?


Resposta: O auditor é o único responsável por expressar opinião de auditoria e essa
responsabilidade não é reduzida pela utilização do trabalho de especialista contratado pelo auditor
(doravante especialista do auditor ou especialista). No entanto, se o auditor, tendo utilizado o
trabalho desse especialista e seguido esta Norma, concluir que o trabalho desse especialista é
adequado para fins da auditoria, o auditor pode aceitar que as constatações ou conclusões desse
especialista em sua área de especialização constituem evidência de auditoria apropriada.

3) O que é Especialista do auditor?


Resposta: Especialista do auditor é uma pessoa ou organização com especialização em área que não
contabilidade ou auditoria, contratado pelo auditor, cujo trabalho nessa área é utilizado pelo auditor
para ajudá-lo a obter evidência de auditoria suficiente e apropriada. O especialista do auditor pode
ser interno (um sócio, ou equivalente no setor público quando relevante, ou uma pessoa que faz
parte da equipe, incluindo equipe temporária, da firma do auditor ou de firma da rede), ou externo.

4) O que é Especialista da Administração?


Resposta: Especialista da administração é uma pessoa ou organização com especialização em área
que não contabilidade ou auditoria, contratado pela administração, em que o trabalho nessa área é
usado pela entidade para ajudá-la na elaboração das demonstrações contábeis. Um exemplo
bastante comum no Brasil é a utilização de atuário pela administração de uma seguradora ou de um
fundo de pensão para estimar certas provisões.

5) Via de regra, o auditor independente deve fazer referência ao seu especialista no relatório de
auditoria?
Resposta: O auditor não deve fazer referência ao trabalho do especialista do auditor em seu
relatório que contenha opinião não modificada. Se o auditor fizer referência ao trabalho de
especialista do auditor em seu relatório porque essa referência é relevante para o entendimento de
ressalva ou outra modificação na sua opinião, o auditor deve indicar no relatório que essa referência
não reduz a sua responsabilidade por essa opinião.

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RESUMO EM MAPAS E ESQUEMAS

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BIBLIOGRAFIA
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proaudi. Auditoria Governamental. Brasília, DF. 2011. Disponível
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_______. Tribunal de Contas da União. Portaria 280/2010. Normas de Auditoria do Tribunal de


Contas da União, Brasília, DF, 08 de dezembro de 2010. Disponível em:
<[Link]

_______. Tribunal de Contas da União. Glossário de termos do controle externo. Brasília, 2012.
Disponível em: <[Link]
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_______. Conselho Federal de Contabilidade. NBC TA – de Auditoria Independente de Informação


Contábil Histórica. NBC TA 200 (R1) – OBJETIVOS GERAIS DO AUDITOR INDEPENDENTE E A
CONDUÇÃO DA AUDITORIA EM CONFORMIDADE COM NORMAS DE AUDITORIA. Disponível em:
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_______. Conselho Federal de Contabilidade. NBC TA – de Auditoria Independente de Informação


Contábil Histórica. NBC TA 610 - Utilização do trabalho de auditoria interna. Disponível em:
< [Link]

_______. Conselho Federal de Contabilidade. NBC TA – de Auditoria Independente de Informação


Contábil Histórica. NBC TA 620 - Utilização do Trabalho de Especialistas. Disponível em: <
[Link]

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Auditoria: um curso moderno e completo. 8ªedição. São Paulo: Atlas,
2012.

ATTIE, William. Auditoria: conceitos e aplicações. 5ª edição. São Paulo: Atlas, 2010.

CREPALDI, Sílvio Aparecido. Auditoria contábil: teoria e prática. 10ª edição. São Paulo: Atlas, 2016.

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