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Bula do Herbicida Danado UPL

Este documento é um resumo da bula do herbicida Danado produzido pela UPL. Ele fornece informações sobre a composição do produto, culturas e plantas daninhas que controla, doses recomendadas e instruções de uso, alertando sobre os riscos da deriva.

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André
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Bula do Herbicida Danado UPL

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V2021 10 14

UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.

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BULA

DANADO

Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA sob o nº 13611

COMPOSIÇÃO:
4-amino-3,5,6-trichloropyridine-2-carboxylic acid
(Picloram, sal trietanolamina)...................................................................................388 g/L (38,8% m/v)
Equivalente ácido de Picloram...................................................................................240 g/L (24,0% m/v)
Outros ingredientes.................................................................................................915 g/L (91,5% m/v)
Contém: Propilenoglicol, Trietanolamina e Poloxalene

GRUPO O HERBICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO


CLASSE: Herbicida
GRUPO QUÍMICO: Ácido piridinocarboxílico.

TIPO DE FORMULAÇÃO Concentrado Solúvel (SL)

TITULAR DO REGISTRO(*):
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.
Av. Maeda, s/n – Prédio Comercial – Térreo – Distrito Industrial, CEP: 14500-000 - Ituverava/SP
CNPJ: 02.974.733/0001-52 – Telefone: (19) 3794-5600 - FAX: (19) 3794-5624
Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 1050
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:


PICLORAM TÉCNICO UPL BR – REGISTRO MAPA Nº 00311
Zhejiang Funong Biotech Co. Ltd.- Lantian, Yongqiang – Wenzhou – China

PICLORAM TÉCNICO VOLCANO – REGISTRO Nº 005307


UPL South Africa (Pty) Ltd.
Corner of Nyala and Duiker Roads, ERF 216 Canelands - África do Sul

FORMULADOR:

UPL do Brasil - Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. - Av. Maeda, s/n°, Distrito Industrial,
CEP 14500-000, Ituverava - SP - CNPJ: 02.974.733/0003- 14 - Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 1049

LANXESS Indústria de Poliuretanos e Lubrificantes Ltda. - Av. Brasil, nº 5333 - CEP: 13505-600 - Rio
Claro/SP – CNPJ: 68.392.844/0001-69 - Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 235

FMC Química do Brasil Ltda. - Av. Antônio Carlos Guillaumon, nº 25 - Distrito


Industrial III - CEP: 38001-970 - Uberaba/MG - CNPJ: 04.136.367/0005-11 - Cadastro no Estado (IMA/MG) nº 210

Prentiss Química Ltda. - Rodovia PR 423 s/n Km 24,5 - Campo do Meio - CEP: 83603-000 - Campo Largo/PR -
CNPJ: 00.729.422/0001-00 - Cadastro no Estado (SEAB/PR) nº 002669

Servatis S.A. - Rodovia Presidente Dutra, Km 300,5 - Parque Embaixador - CEP: 27537-000 - Resende/RJ - CNPJ:
06.697.008/0001-35 - Cadastro no Estado (INEA/RJ) nº 15

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Sipcam Nichino Brasil S.A. - Rua Igarapava, nº 599 - Distrito Industrial III - CEP: 38044-755 - Uberaba/MG -
CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Cadastro no Estado (IMA/MG) nº 2.972

Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. - Av. Roberto Simonsem, 1459 - Recanto dos
Pássaros - CEP: 13140-000 - Paulínia/SP - CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 477

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Rodovia Sorocaba - Pilar do Sul, km 122 - Salto de Pirapora/SP - 18160-000
CNPJ: 02.974.733/0010-43 - Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 4153

No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E


CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

Indústria Brasileira

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA - Categoria 5 Produto improvável de causar dano agudo


CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL III – PERIGOSO AO MEIO
AMBIENTE

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INSTRUÇÕES DE USO:

DANADO é um herbicida seletivo, para o controle de plantas infestantes dicotiledôneas de porte arbóreo, arbustivo
e sub-arbustivo em áreas de pastagens, específico para aplicações no toco (imediatamente após o corte da planta).

CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES, DOSES, VOLUME DE CALDA e NÚMERO DE APLICAÇÕES:

DOSE Produto
PLANTAS INFESTANTES
Comercial NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURA Nome comum
(L/100 L APLICAÇÃO
(Nome científico)
água)
Arranha-gato
(Acacia plumosa)
Espinho-agulha
(Barnadesia rosea)
Unha-de-vaca DANADO pode ser utilizado o ano todo,
(Bauhinia variegata) não necessitando de chuvas para agir,
por ser aplicado diretamente na planta
Pau-de-angu
roçada.
(Machaerium aculeatum)
Cipó-de-cobra
1,0 a 2,0 Misturar de 1,0 a 2,0 L/ 100 L água ou
(Mansoa difficilis)
Pastagem 1 a 2% na calda (volume/volume). Em
Ciganinha
plantas mais resistentes, devido a
(Memora peregrina)
inúmeras roçadas ou plantas de
Leiteiro
cerrado, utilize a maior dose 2,0 L / 100
(Peschiera fuchsiaefolia)
L água ou 2% na calda. Eventualmente
Aroeirinha um repasse poderá ser necessário
(Schinus terebinthifolius) nessas áreas.
Camboatá
(Tapirira guianensis)
Amarelinho
2,0
(Tecoma stans)

MODO DE APLICAÇÃO:
RISCOS DA DERIVA
Toda a pulverização de produtos feita fora das condições operacionais e meteorológicas adequadas pode gerar
deriva de gotas e atingir cultivos vizinhos. Isto se torna um problema ainda maior quando estas culturas são
sensíveis ao produto aplicado. Quando a ponta usada não é específica para o uso de herbicidas sistêmicos
hormonais, ou a regulagem e calibração não estão corretas, o produto aplicado fica sujeito à deriva na forma de
gotas finas. Estas podem ser levadas para fora do local da aplicação devido à ação do vento. Culturas sensíveis que
recebem deriva de gotas contendo herbicidas hormonais podem ter perdas de produtividade, gerando prejuízos
econômicos importantes. São culturas sensíveis: abacate, algodão, tomate, batata, feijão, soja, café, eucalipto,
mandioca, pimenta, pimentão, uva, demais frutíferas, hortaliças e flores, além da cultura do arroz quando a
aplicação não é feita na época recomendada.

Recomendações gerais:

Via terrestre: Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou
autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque com indução de ar, visando à produção de gotas
grossas a extremamente grossas. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal
e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. A faixa
recomendada de pressão da calda nos bicos é de 2 a 4 bar. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa
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uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades com o pulverizador,
utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente
o tamanho das gotas. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos
e cobertura uniforme na planta alvo, conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de
aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Não aplique em locais e momentos do dia em que o vento esteja na direção de culturas sensíveis já mencionadas
acima e mantenha a aplicação a um mínimo de 500 m de distância das mesmas. Consulte sempre um Engenheiro
Agrônomo.

Preparo de calda:
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente
limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de 50 mesh, no
máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza
da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até metade de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar
a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária do produto. Após despejar todo o conteúdo do
produto no preparo da calda, deve-se fazer a adição de água dentro de cada embalagem para garantir que todo
produto seja usado na pulverização e facilite a etapa seguinte de tríplice lavagem. Feito isso, deve-se completar o
volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A agitação no
tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção.
Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por
hélices, bico hidráulico ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo
que por minutos. Havendo a necessidade de uso de algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda,
confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de observar
se há homogeneidade da calda, sem haver formação de fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a
limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos, ramais
e finais de seção de barra.

Para realizar uma aplicação com maior eficiência, recomendamos:

a) Faça o trabalho em duplas:


- 1 homem roçando a planta;
- Outro aplicando o produto logo em seguida.

b) Encoste o bico do pulverizador costal o mais próximo possível do toco.

c) Não utilize óleo diesel ou espalhante adesivo. Misture Danado apenas com água.

Condições meteorológicas:
Realizar as pulverizações quando as condições meteorológicas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva, conforme
abaixo:
Temperatura do ambiente: máxima de 30ºC.
Umidade relativa do ar: igual ou superior a 55%.
Velocidade do vento: de 3 a 6 km/h. Se o vento estiver menor que 3 km/h não aplique pois pode haver inversão
térmica.

OUTRAS ORIENTAÇÕES:
Plantas que apresentam um engrossamento do caule abaixo do nível do solo: (Ex. ciganinha).
- Corte a planta com enxadão abaixo do nível do solo;
- Aplique o produto nas pontas dos caules e raízes decepadas ou onde o solo foi removido, até o encharcamento.

Plantas com tocos muito finos (menos de 3 cm de diâmetro):


- Corte a planta;
- Pulverize sobre os tocos cortados até o ponto de escorrimento;
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- Encoste o bico do pulverizador rente ao colo da planta e molhe esta região e o solo ao redor do toco para que o
produto entre em contato com as raízes.

Áreas onde ocorreu fogo e as plantas estão secas:


- Espere a nova rebrota de folhas, roce e depois aplique DANADO.
- Nas áreas já tratadas com DANADO evite fogo por 30 dias no mínimo.

Áreas encharcadas em certos períodos do ano:


- Espere abaixar a água para efetuar o tratamento (período mais seco do ano).

Manejo da área antes da aplicação:


- Faça um levantamento das espécies de plantas daninhas para definir a dosagem;
- Se a gramínea forrageira estiver muito alta na época da aplicação, solte os animais na área para rebaixar o capim,
facilitando a visualização das plantas a serem tratadas.

Manejo da área após a aplicação:


- Se a gramínea forrageira estiver muito pastejada (baixa) ou degradada, faça vedação dos pastos por 60 a 90 dias
para facilitar sua recuperação.

Limpeza do pulverizador:
1- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por 20
minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada;
2- Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente;
3- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bocais
abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada;
4- Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as
pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao
ser ligada novamente;
5- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em
local apropriado de coleta de água contaminada.

Observação: Nas etapas acima, ao perceber, pelo nível do tanque que o mesmo está quase vazio, desligue a
bomba para que a mesma nunca trabalhe vazia. Se a bomba trabalhar a seco, mesmo que por segundos, esta
poderá sofrer danos ou ter sua vida útil reduzida.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cultura......................................................Dias
Pastagem .................. ................................(2)
(2) = Intervalo de segurança não determinado.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:


Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a
aplicação). Caso necessite entrar antes desse período utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s)
recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
DANADO quando usado nas doses recomendadas não causará danos às culturas indicadas.

Outras restrições a serem observadas:


- Culturas sensíveis: são sensíveis a esse herbicida as culturas dicotiledôneas como: abacate, algodão, tomate,
batata, feijão, soja, café, eucalipto, mandioca, pimenta, pimentão, uva, demais frutíferas, hortaliças, flores, além da
cultura do arroz quando a aplicação não é feita na época recomendada.

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- Não utilizar esterco de curral de animais que tenham pastado em área tratada com o produto, imediatamente após
o tratamento em área total, para adubar plantas ou culturas úteis sensíveis ao produto.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:


Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:


Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:


(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,


RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS


IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:


O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir
para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de
eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência,
seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo 0 para o controle do mesmo alvo, quando
apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o
manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados
à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: [Link]), Associação Brasileira de Ação à
Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: [Link]), Ministério da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento (MAPA: [Link]).

GRUPO O HERBICIDA

O produto herbicida DANADO é composto por PICLORAM, que apresenta mecanismo de ação de mimetizadores da
auxinapertencente ao Grupo O, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de
Herbicidas).

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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.


ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados;
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com
a boca;
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil
fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas
de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO ou PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:

- Utilize Equipamento de Proteção Individual Recomendado (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente


com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de
segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila;

- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual


(EPI) recomendados;
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos;

- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.

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PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO


- Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto;
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região;
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto;
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de
borracha, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca
árabe e luvas de nitrila.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO


- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos
até o final do período de reentrada;
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados para o uso durante a aplicação;
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a
aplicação;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida;
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

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Pode ser nocivo se ingerido


ATENÇÃO
Pode ser nocivo em contato com a pele

PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a


embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
• Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a
pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
• Olhos: Em caso de contato, retirar lentes de contato, se presentes. Lavar com água corrente em
abundância durante pelo menos 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a água de
lavagem entre no outro olho.
• Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
• Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.

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INTOXICAÇÕES POR
- DANADO -
INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico PICLORAM: ácido piridinocarboxílico; TRIETANOLAMINA: amina


terciária.
Classe toxicológica Categoria 5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Vias de exposição Dérmica e inalatória.
Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são
esperadas considerando a indicação de uso do produto e dos EPIs
apropriados.
Toxicocinética Picloram: a substância foi rápida e extensivamente absorvida pelo trato
gastrointestinal após administração oral em ratos (≥80% dentro de 72
horas), com pico de concentração plasmática atingido em 5 minutos. O
picloram foi também extensivamente distribuído, no entanto com baixa
detecção nos tecidos devido à rápida excreção urinária, não
apresentando assim potencial de bioacumulação.
Não houve evidência de biotransformação em ratos devido à ausência
de metabólitos na urina e nas fezes, o que indica que o picloram foi
excretado em sua forma inalterada. A substância foi excretada
principalmente pela urina (77,5-84,7%) dentro de 72 horas, seguido
por uma excreção biliar limitada (5,5%).

Trietanolamina: A trietanolamina é rapidamente absorvida pela via oral


em roedores. É rapidamente eliminada através da urina (60%) e das
fezes (20%), principalmente em sua forma inalterada.
Toxicodinâmica Picloram: Não são conhecidos os mecanismos de toxicidade do
picloram em humanos e animais.

Trietanolamina: Não são conhecidos os mecanismos de toxicidade da


trietanolamina em humanos e animais. Os principais efeitos desta
substância são devido ao seu potencial corrosivo devido à sua
característica cáustica.
Sintomas e sinais Não são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em
clínicos humanos.
Em estudos em animais de experimentação, o produto foi considerado
possivelmente nocivo se ingerido e em contato com a pele. A aplicação
do produto não provocou irritação dérmica e nem ocular. O produto
também não causou sensibilização dérmica.

Picloram: não são conhecidos sintomas específicos em humanos.


Sintomas inespecíficos de toxicidade aguda decorrentes da exposição a
substâncias químicas podem ocorrer, como:
Exposição dérmica: em contato com a pele, pode causar irritação,

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com ardência e vermelhidão e/ou erupções cutâneas.


Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação do
trato respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta.
Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação,
com ardência e vermelhidão, conjuntivite e lacrimejamento.
Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato
gastrointestinal, com vômito, náusea, dor abdominal e diarreia.
Efeitos crônicos: não são conhecidos efeitos de toxicidade após
exposição crônica em humanos.

Trietanolamina: pode causar irritação da pele, olhos e trato


respiratório. Outros sintomas inespecíficos de toxicidade aguda
decorrentes da exposição a substâncias químicas podem ocorrer,
como:
Exposição dérmica: em contato com a pele, pode causar irritação,
com ardência e vermelhidão e/ou erupções cutâneas.
Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação do
trato respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta.
Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação,
com ardência e vermelhidão, conjuntivite e lacrimejamento.
Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato
gastrointestinal, com vômito, náusea, dor abdominal e diarreia.
Efeitos crônicos: não são conhecidos efeitos de toxicidade após
exposição crônica em humanos.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela
ocorrência de quadro clínico compatível.

Tratamento CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar


aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o
produto. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado,
especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação,
deverá estar protegida por equipamento de segurança, de forma a não
se contaminar com o agente tóxico.

Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais


devem estar orientadas à estabilização do paciente com avaliação de
sinais vitais e medidas sintomáticas e de manutenção das funções
vitais (frequência cardíaca e respiratória, além de pressão arterial e
temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Avaliar estado de
consciência.

Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção
de secreções orais se necessário. Administrar oxigênio conforme
necessário para manter adequada perfusão tecidual. Em caso de
intoxicação severa, pode ser necessário ventilação pulmonar assistida.

Medidas de Descontaminação e tratamento: O profissional de


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saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental


impermeáveis.

Exposição oral:
- Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é
recomendada.
Entretanto, também não é indicada a sua inibição, caso ele ocorra de
forma espontânea em pacientes intoxicados.
- Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito
espontâneo, mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em
posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do
conteúdo gástrico.
- Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos
em caso de intoxicação por picloram. Avaliar a necessidade de
administração de carvão ativado. Se necessário, administrar uma
suspensão de carvão ativado em água (240 mL de água/30 g de
carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças: 25 a
50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade).
- Lavagem gástrica: lavagem gástrica geralmente não é recomendada.
Considerar a lavagem gástrica somente após ingestão de uma
quantidade potencialmente perigosa à vida e se puder ser realizada
logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora).

Exposição respiratória:
Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a
alterações respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou
dificuldade respiratória, avaliar quanto à irritação do trato respiratório,
edema pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar oxigênio e
auxiliar na ventilação, conforme necessário.

Exposição dérmica:
Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder
descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e
orifícios), unhas e cabelos. Lavar a área exposta com água em
abundância e sabão. Se a irritação ou dor persistirem, o paciente deve
ser encaminhado para tratamento específico.

Exposição ocular:
Lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à
temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Evitar que a água
de lavagem contamine o outro olho. Se irritação, dor, inchaço,
lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser
encaminhado para tratamento específico.

ANTÍDOTO: não existe antídoto específico conhecido. Tratamento


sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para
manutenção das funções vitais.
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Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e


de pneumonite química.
A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos
protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em
pacientes não intubados; pacientes com risco de hemorragia ou
perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
Efeitos das
interações
químicas Não são conhecidos.
ATENÇÃO Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede
Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS).
As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS).
Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da empresa: 0800 014 1149 e (19) 3794 5465
Endereço eletrônico da empresa: [Link]/br
Correio eletrônico da empresa: [Link]@[Link]

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:


“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório


Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: >4.000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos (4 horas): não determinada nas condições do teste (>2,64 mg/L).
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: o produto aplicado na pele de coelhos causou, em 3/3 dos
animais, eritema (grau <1,5), que foi totalmente revertido 24 horas após a aplicação.
Nas condições do teste, o produto foi classificado como não irritante para a pele.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: o produto aplicado nos olhos dos coelhos causou hiperemia
conjuntival (score<2) em 3/3 animais a partir da leitura de 24 horas até 48 horas, com reversão total
em até 72 horas após a aplicação. Nas condições do teste, o produto foi classificado como não irritante
para os olhos.
Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante.
Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa
em bactérias (teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos.

Efeitos crônicos:

Picloram: Em estudos de toxicidade crônica e subcrônica, conduzidos em ratos, camundongos e cães


pela via oral, o fígado foi identificado como alvo primário de toxicidade nas três espécies. Os efeitos
observados incluíram aumento do peso hepático e alterações histopatológicas como hipertrofia
hepatocelular. Foram estabelecidos os NOAELs de 60 mg/kg p.c./dia em estudo de 2 anos em ratos e 35
mg/kg p.c./dia em estudo de 1 ano em cães. Em camundongos, os efeitos hepáticos foram observados
na menor dose testada em estudo de 90 dias (LOAEL: 1000 mg/kg p.c./dia). Não foi observado potencial
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genotóxico em estudos in vitro e in vivo. O picloram não apresentou potencial carcinogênico em estudos
em ratos e camundongos.
Em estudo de duas gerações em ratos, não foi observada evidência de toxicidade reprodutiva. Nos
estudos de toxicidade para o desenvolvimento em ratos, não foram observados efeitos fetotóxicos. Nos
estudos em coelhos, foram observados efeitos tóxicos sobre o desenvolvimento fetal apenas na maior
dose testada e na presença de toxicidade materna. O picloram não foi considerado teratogênico.

Trietanolamina:
A trietanolamina praticamente não teve efeitos sistêmicos em três estudos de inalação em ratos nem em
estudos de inalação em camundongos. Os efeitos mais importantes em todos os estudos foram
encontrados na laringe. O estudo inalatório (28 dias), em ratos, revelou inflamação laríngea local
dependente da concentração. O LOAEC 20 mg/m³ foi estabelecido. O contato repetido da trietanolamina
com a pele pode resultar em sensibilização dérmica. A trietanolamina não apresentou potencial
carcinogênico, mutagênico, teratogênico nem de toxicidade à reprodução. Em um estudo reprodutivo,
em camundongos, não foram observados efeitos de toxicidade materna nem no desenvolvimento pré-
natal. Um estudo de teratogenicidade, via oral, em ratos, foi observada apenas uma ligeira diminuição
nos pesos fetais médios na maior dose. Em um estudo em ratos, via gavagem, não houve toxicidade
materna até a maior dose. Com 1000 mg/kg p.c./dia, o número de implantações foi reduzido em 20%, o
número de filhotes foi reduzido em 33% e o número de perdas pós-implantacionais aumentou (19,4%
em comparação com 3,7% no controle grupo). O NOAEL para fetotoxicidade foi de 300 mg/kg p.c./dia.

EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS:


Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em humanos.

SINTOMAS DE ALARME:
Não são conhecidos.

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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:


- Este produto é:
Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
X PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).

- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.


- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir
principalmente águas subterrâneas.
- Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a
contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar,
prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA


ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros
materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de
Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:


- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa UPL do Brasil - Indústria e Comércio de Insumos
Agropecuários S.A. pelo telefone de Emergência 0800 707 7022 - (19) 3794-5465 - Utilize Equipamento de
Proteção Individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com
filtros).
- Em caso de derrame estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos
d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque
em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso,
contate a empresa registrante pelo telefone indicado acima, para que seja feito o recolhimento pela mesma. Lave o
local com grande quantidade de água.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque
em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem
das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento
para evitar intoxicação.
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PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE


EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL


- LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá utilizar os mesmos EPI's – Equipamentos de Proteção
Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
· Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento,
adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical
durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
· Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do
tanque de pulverização, em posição vertical durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o
jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:


Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a
tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:


No prazo de até um ano da data da compra é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será
facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização pelo prazo mínimo de um ano após
a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e
pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL


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- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:


O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Esta embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:


No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade,
será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após
a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e
pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:


O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas – Modelo ABNT), devidamente identificada e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos
canais de distribuição.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:


No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao
estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade,
será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização pelo prazo mínimo de um ano após
a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e
pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – Modelo ABNT),
devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA – NÃO CONTAMINADA


- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

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O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:


É obrigatória a devolução da embalagem vazia pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na
nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e
pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:


A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela
Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O


FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM


VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:


Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do
telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados
com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:


O transporte esta sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser
transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL OU


MUNICIPAL
Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal concernentes as atividades
agrícolas.

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