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Auditoria: Teoria e Questões Comentadas

O documento discute a formação da opinião e emissão do relatório do auditor independente sobre as demonstrações contábeis, incluindo modificações na opinião do auditor, parágrafos de ênfase e outros assuntos no relatório.
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Auditoria: Teoria e Questões Comentadas

O documento discute a formação da opinião e emissão do relatório do auditor independente sobre as demonstrações contábeis, incluindo modificações na opinião do auditor, parágrafos de ênfase e outros assuntos no relatório.
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Prof. Lucas Salvetti


Matéria: Auditoria
Professor: Lucas Salvetti
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Teoria e Questões comentadas
Teoria e Questões comentadas
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Aula – Relatório (Opinião) do Auditor Independente, Parágrafos.

Sumário
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1- Formação da Opinião e Emissão do Relatório do Auditor Independente


sobre as Demonstrações Contábeis 4
1.1- Objetivo 4

1.2- Formação da opinião sobre as demonstrações contábeis 4

1.3- Forma da opinião 5

1.4- Relatório do auditor independente 6


Cópia registrada para Artur guilherme (CPF: 077.211.554-01)

1.5- Informações suplementares apresentadas com as demonstrações contábeis


18

2- Modificações na Opinião do Auditor Independente 19


2.1- Objetivo 19

2.2- Tipos de opinião modificada 20

2.3- Circunstâncias em que é necessário modificar a opinião do auditor


independente 23

2.4- Determinação do tipo de modificação na opinião do auditor independente24

2.5- Consequência da impossibilidade de se obter evidência de auditoria apropriada


e suficiente devido a uma limitação imposta pela administração depois da aceitação
do trabalho pelo auditor 26

2.6- Forma e conteúdo do relatório do auditor independente com opinião


modificada 28

2.7- Comunicação com os responsáveis pela governança 31

3- Parágrafos de Ênfase e Parágrafos e Outros Assuntos no Relatório do


Auditor Independente 32
3.1- Objetivo 32

3.2- Parágrafos de ênfase no relatório do auditor independente 33

3.3- Parágrafos de outros assuntos no relatório do auditor 36

3.4- Comunicação com os responsáveis pela governança 37

3.5- Demais normas relacionadas 38

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4- Questões comentadas 40
5- Lista de Exercícios (todos da aula) 120
6- Gabarito 165
7- Referencial Bibliográfico 166
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1- Formação da Opinião e Emissão do Relatório do Auditor


Independente sobre as Demonstrações Contábeis

1.1- Objetivo
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formar uma opinião sobre as demonstrações contábeis com


base na avaliação das conclusões alcançadas pela evidência
de auditoria obtida
Os objetivos do
auditor são

expressar claramente essa opinião por meio de relatório de


auditoria por escrito.
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1.2- Formação da opinião sobre as demonstrações contábeis

O auditor deve formar sua opinião sobre se as demonstrações


contábeis são elaboradas, em todos os aspectos relevantes, de acordo com a
estrutura de relatório financeiro aplicável. Essa avaliação deve incluir a
consideração dos aspectos qualitativos das práticas contábeis da entidade,
incluindo indicadores de possível tendenciosidade nos julgamentos da
administração.
Os indicadores de falta de neutralidade que podem afetar a avaliação do
auditor sobre se as demonstrações contábeis tomadas em conjunto apresentam
distorções relevantes incluem:
 a correção seletiva de erros que chamou a atenção da administração durante
a auditoria (por exemplo, corrigir erros cujo efeito é aumentar os lucros
apresentados, mas não aqueles cujo efeito é diminuir os lucros
apresentados);
 possível tendenciosidade da administração na elaboração de estimativas
contábeis.
Para formar essa opinião, o auditor deve concluir se obteve segurança
razoável de que as demonstrações contábeis tomadas em conjunto estão livres de
distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e esta
conclusão leva em consideração a conclusão sobre a obtenção de evidência, de
avaliação das distorções não corrigidas e as avaliações descritas abaixo.
O auditor deve avaliar se as demonstrações contábeis são elaboradas, em
todos os aspectos relevantes, de acordo com os requisitos da estrutura de

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relatório financeiro aplicável. O que ele deve avaliar, especificamente? Segue


a tabela-resumo:

divulgam apropriadamente as
principais políticas contábeis
selecionadas e aplicadas
as
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demonstrações
contábeis fornecem divulgações adequadas
para permitir que os usuários
previstos entendam o efeito de
transações e eventos relevantes

as políticas
são consistentes com a estrutura
contábeis
de relatório financeiro aplicável e se
selecionadas e são apropriadas
aplicadas
Avaliação das
demonstrações as estimativas contábeis
são razoáveis
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contábeis feitas pela administração


(atividade
específica) relevantes

as informações confiáveis
apresentadas nas
demonstrações contábeis são comparáveis

compreensíveis
a terminologia utilizada nas
demonstrações contábeis
(incluindo o título de cada
é apropriada
demonstração contábil)

A avaliação do auditor sobre se as demonstrações contábeis propiciam uma


apresentação adequada deve incluir considerações sobre a apresentação geral,
a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis
Ainda, por fim, o auditor deve avaliar se as demonstrações contábeis fazem
referência ou descrevem adequadamente a estrutura de relatório financeiro
aplicável.

1.3- Forma da opinião

O auditor deve expressar uma opinião não modificada quando concluir


que as demonstrações contábeis são elaboradas, em todos os aspectos relevantes,
de acordo com a estrutura de relatório financeiro aplicável.

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O auditor deve modificar sua opinião se...


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não conseguir obter evidência de


as demonstrações contábeis tomadas em auditoria apropriada e suficiente
conjunto apresentam distorções para concluir que as demonstrações
relevantes OU contábeis tomadas em conjunto não
ou apresentam distorções relevantes

1.4-
Rel
1- (FCC / AL-PE -atórAnalista Legislativo - Contabilidade /
2014) Quando o auditor conclui que asiodemonstrações contábeis são elaboradas,
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em todos os aspectos relevantes, de acordo


do com a estrutura de relatório financeiro
aplicável, deverá expressar uma opiniãoaudi
tor
a) conclusiva. inde
b) favorável. pen
dent
c) não modificada. eO
Uo
d) modificada. u
e) idônea.
Resolução:
Se as demonstrações contábeis estão de acordo com os relatórios financeiros
aplicáveis, então não há que se falar em modificação na opinião do auditor, ou
seja, será sem ressalva. Por isto, a norma NBC TA 700 define como opinião não
modificada “a opinião expressa pelo auditor quando ele conclui que as
demonstrações contábeis são elaboradas, em todos os aspectos relevantes, de
acordo com a estrutura de relatório financeiro aplicável”
Gabarito 1: C.

1.4- Relatório do auditor independente

O relatório por escrito compreende o relatório do auditor emitido de forma


impressa em papel ou em meio eletrônico
Com exceção das seções “Opinião” e “Base para opinião”, a NBC TA 700
não estabelece exigências para ordenar os elementos do relatório do
auditor. Entretanto, esta norma exige o uso de títulos específicos, que se

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destinam a facilitar o reconhecimento de relatórios referentes a auditorias


conduzidas de acordo com as normas de auditoria

 1.4.1 – Composição
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Título
Destinatário
1° Opinião do auditor

2° Base para opinião


Continuidade operacional O Resto não tem ordem

Principais Assuntos
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Outros assuntos
Responsabilidades pelas demonstrações contábeis
Responsabilidades do auditor independente pela auditoria
Nome do sócio ou responsável técnico
Assinatura do auditor
Endereço do auditor independente
Data do relatório do auditor

Pessoal, é bem intuitivo né? Ao ver as seções que teremos no relatório do


auditor independente, fica bem fácil de “materializar” visualmente o que seria ele,
certo? Para ajudar, no final deste capítulo vou trazer um exemplo de relatório
abordado na NBC TA 700.

o Título
O relatório do auditor independente deve ter um título que indique
claramente que é o relatório do auditor independente.

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o Destinatário
O relatório do auditor deve ser endereçado conforme exigido pelas
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circunstâncias do trabalho, sendo normalmente endereçado às pessoas para quem


o relatório de auditoria é elaborado, frequentemente para os acionistas ou para
os responsáveis pela governança da entidade, cujas demonstrações contábeis
estão sendo auditadas.
Anteriormente tínhamos o parágrafo introdutório, mas com a
mudança da NBC TA 700 em 06/07/2016, ele deixou de existir.
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o Opinião do auditor
Bom, como o próprio nome da seção diz, ela deve incluir a Opinião do auditor
independente (título: Opinião).
Esta seção também deve:

Incluir a opinião do auditor (Título Opinião)

identificar a entidade cujas demonstrações contábeis


foram auditadas

afirmar que as demonstrações contábeis foram


Seção auditadas
"Opinião"
deve identificar o título de cada demonstração que compõe
as demonstrações contábeis

fazer referência às notas explicativas, incluindo resumo


das principais políticas contábeis

especificar a data ou o período de cada demonstração


que compõe as demonstrações contábeis

O auditor pode considerar, se a forma de apresentação permitir, identificar


os números das páginas em que estão apresentadas as demonstrações
contábeis auditadas. Isso ajuda os usuários a identificarem as demonstrações
contábeis às quais se refere o relatório do auditor.

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Bom, dando sequência, o auditor ao expressar a opinião SEM modificação, o


auditor deve utilizar 1 das 2 frases a seguir (conforme previsto o item 25 da NBC
TA 700):
(a) “Em nossa opinião, as demonstrações contábeis apresentam
adequadamente, em todos os aspectos relevantes,… de acordo com [a
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estrutura de relatório financeiro aplicável]”; ou


(b) “Em nossa opinião, as demonstrações contábeis apresentam uma
visão verdadeira e justa… de acordo com [a estrutura de relatório
financeiro aplicável]”

Estas frases são equivalentes... tanto faz usar uma ou outra, e sua utilização
é normalmente determinada pela lei ou pelo regulamento que rege a auditoria de
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demonstrações contábeis em determinada jurisdição, ou pela prática geralmente


aceita.

ATENÇÃO!! Quando o auditor expressa uma opinião não modificada, não é


apropriado usar frases como “com a explicação acima” ou “sujeito a”
com relação à opinião, pois elas sugerem uma opinião condicionada ou
enfraquecimento ou modificação da opinião.

Ademais, vale reforçar que a opinião do auditor cobre o conjunto


completo das demonstrações contábeis, por exemplo, no caso de várias
estruturas para fins gerais, as demonstrações contábeis podem incluir: o Balanço
Patrimonial; as Demonstrações do REsultado, do resultado abrangente, das
Mutações do Patrimônio Líquido, dos Fluxos de Caixa; e as respectivas notas
explicativas, que normalmente compreendem o resumo das principais políticas
contábeis e outras informações explanatórias.
Em algumas jurisdições, as informações adicionais também podem ser
consideradas como parte integrante das demonstrações contábeis.

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o Base para opinião


MEMORIZEM!! Esta seção vem LOGO APÓS (imediatamente) a seção
“Opinião”, que :

que a auditoria foi conduzida em conformidade


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com as normas de auditoria

declare
se o auditor acredita que a evidência de
auditoria obtida por ele é suficiente e apropriada
para fundamentar sua opinião

Seção
"Base para a seção que descreve as responsabilidades do
Opinião" referencie
auditor, segundo as normas de auditoria
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de que o auditor é independente da entidade de


acordo com as exigências éticas relevantes
inclua a
relacionadas com a auditoria e que ele atendeu às
declaração
outras responsabilidades éticas do auditor de
acordo com essas exigências

o Continuidade Operacional
Esta é uma seção NOVA no relatório do Auditor (2016). Aqui não precisamos
comentar muito, apenas lembrar que agora o auditor tem as seguintes reações
decorrentes de cada situação no que diz respeito do uso da base contábil para
continuidade operacional (NBC TA 570):

Apropriada

Incerteza Incerteza não divulgada Inapropriada


divulgada
Uso da base
contábil para Opinião sem Opinião com Opinião Adversa
continuidade ressalva Ressalva
Opinião Adversa
operacional
Incluir seção Acrescentar na seção Base Independentemente
separada para opinião se divulgada ou não

o Principais assuntos de auditoria

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Para as auditorias de conjuntos completos de demonstrações contábeis para


fins gerais de entidades listadas, o auditor independente deve comunicar os
principais assuntos de auditoria no seu relatório, de acordo com a NBC TA 701.
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o Responsabilidade pelas demonstrações contábeis


O título desta seção deve ser: “Responsabilidades da administração pelas
demonstrações contábeis”.
No entanto, o auditor não precisa referir-se especificamente à
“administração”, mas deve usar o termo que é apropriado no contexto da estrutura
legal... em alguns casos, o apropriado pode ser os “responsáveis pela
governança”.
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Mas o que é tratado nesta seção? Bem simples pessoal... a seção deve
explicar as responsabilidades da administração. E qual seriam estas
responsabilidades?

Vejamos:

Repsonsabilidade da ADM

Avaliação da
Elaboração das capacidade da
Controles
demonstrações entidade manter a
internos
contábeis continuidade
operacional

e se o uso da base
necessários para contábil de continuidade
de aordo com a
permitir a elaboração DC operacional é
estrutura do relatório
livres de distorção apropriado, assim como
financeiro aplicável
relevante divulgar, se aplicável,
questões relacionadas

Essa seção do relatório do auditor também deve identificar os


responsáveis pela supervisão do processo de apresentação de relatórios
financeiros quando os responsáveis por essa supervisão forem diferentes
daqueles que cumprem com as responsabilidades descritas acima.

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o Responsabilidade do auditor
O que deve ter nesta seção? Basicamente, ela deve:

Declarar os objetivos do auditor

PRINCIPAL

PRINCIPAL
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Segurança razoável é um alto nível de segurança (mas não é uma


garantia de que uma auditoria sempre detectará uma distorção relevante)

as distorções podem decorrer de fraude ou erro

auditor exerce o julgamento profissional e mantém o ceticismo


profissional durante toda a auditoria

que o auditor se comunica com os responsáveis pela governança

que o auditor independente fornece para os responsáveis pela


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governança uma declaração de que ele cumpriu com as exigências


éticas relevantes relacionadas à independência

ADICIONAIS

ADICIONAIS
Descrever a identificar e avaliar os riscos de distorção relevante (e
auditoria planejar/executar procedimentos para responder a esses riscos)
especificando que obter entendimento dos controles internos relevantes
as
responsabilidades avaliar a adequação das políticas contábeis utilizadas e a
do auditor são: razoabilidade das estimativas contábeis

concluir quanto à adequação do uso, pela entidade, da base


contábil de continuidade operacional

avaliar a apresentação geral, estrutura e conteúdo das


demonstrações contábeis

A norma dá um exemplo desta seção, vejamos:


“Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações
contábeis, tomadas em conjunto, estejam livres de distorção relevante,
independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de
auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de
segurança, mas não uma garantia de que a auditoria conduzida de acordo
com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as
eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser
decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando,
individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma
perspectiva razoável, as decisões econômicas de usuários tomadas com base
nas referidas demonstrações contábeis.”

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 Outras responsabilidades relativas à emissão do relatório de auditoria

Se for requerido ao auditor tratar de outras responsabilidades no seu


relatório sobre as demonstrações contábeis, complementares à sua
responsabilidade de acordo com as normas de auditoria, essas outras
responsabilidades devem ser tratadas em seção separada no relatório do auditor
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com o título “Relatório sobre outros requisitos legais e regulatórios” ou, de outra
forma, conforme apropriado ao conteúdo da seção.
E quais seriam estes casos? Bom, em certas jurisdições, fora do Brasil, o
auditor pode ter responsabilidades adicionais como relatar determinados
assuntos que chamaram sua atenção no decurso da auditoria das demonstrações
contábeis.
Vale frisar que a norma afirma que tais responsabilidades adicionais não
existem no Brasil.
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o Nome do sócio ou responsável técnico


O nome do sócio do trabalho ou do responsável técnico deve ser
incluído no relatório do auditor independente sobre as demonstrações contábeis.
A finalidade de incluir o nome ou responsável técnico no relatório do auditor
é dar mais transparência aos usuários do relatório do auditor sobre as
demonstrações contábeis .

o Assinatura do auditor
Bom, como todo documento, o relatório do auditor deve ser assinado.
Em certas jurisdições pode ser exigido a assinatura em nome da firma de auditoria,
do auditor (pessoal), ou os dois. Mas e no Brasil, como é? Aqui o CRC exige a
assinatura em nome DE AMBOS, com os respectivos registros no CRC.
Vale lembrar que lei ou regulamento pode-se permitir o uso de assinaturas
eletrônicas no relatório do auditor.

o Endereço do Auditor Independente


O relatório do auditor deve mencionar a localidade em que o relatório foi
emitido. Sem muito mistério, né?

o Data do relatório do auditor independente

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Aqui é um ponto que é um dos mais cobrados deste assunto, que não costuma
ser tão cobrado em prova.

O relatório do auditor não pode ter data anterior à data em


que ele obteve evidência de auditoria apropriada e suficiente
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para fundamentar a sua opinião sobre as demonstrações


contábeis

ATENÇÃO!! O auditor não está em posição de concluir que foi obtida evidência de
auditoria apropriada e suficiente até que seja obtida evidência de que todas as
demonstrações e divulgações que compõem as demonstrações e
divulgações foram elaboradas e divulgadas e que a administração aceitou
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a responsabilidade por elas.


Portanto, a data do relatório será posterior à da representação formal
(carta de responsabilidade da administração).
Em algumas jurisdições, é necessária aprovação final das
demonstrações contábeis pelos acionistas antes de elas serem publicadas.
Essa prévia aprovação não é requerida no Brasil, ou seja, as demonstrações
contábeis normalmente são publicadas antes da Assembleia Geral Ordinária, que
tem por objetivo a aprovação das demonstrações contábeis.
Bom, se a aprovação final não é exigida no Brasil, como é que ficamos?
Simples: A data de aprovação das demonstrações contábeis, para fins das normas
de auditoria, é a primeira data em que:
1- as pessoas com autoridade reconhecida determinam que todas as
demonstrações e divulgações que compõem as demonstrações
contábeis foram elaboradas
ou
2- e que pessoas com autoridade reconhecida afirmaram que assumem a
responsabilidade sobre essas demonstrações contábeis

A data do relatório do auditor informa ao usuário do relatório do auditor


que o auditor considerou o efeito dos eventos e transações conhecidos pelo
auditor e ocorridos até aquela data. Vale lembrar que transações e eventos
subsequentes são tratados na NBC TA 560.
A seguir, vamos ver um exemplo de Relatório do Auditor Independente. Não
precisam memorizar o texto do relatório, mas tenham bastante atenção à
ESTRUTURA do relatório.

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RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES Título


CONTÁBEIS(1)
Título
Destinatário
Aos acionistas da Companhia ABC [ou outro destinatário apropriado]
Destinatário
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

Opinião
Examinamos as demonstrações contábeis da Companhia ABC (Companhia), que compreendem o
balanço patrimonial em 31 de dezembro de 20X1 e as respectivas demonstrações do resultado, do
resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo
nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais
políticas contábeis. Opinião

Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em


Opinião
todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia ABC em 31 de
dezembro de 20X1, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo
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nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.

Base para opinião


Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria.
Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir,
intitulada “Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis”. Somos
Base
para
independentes em relação à Companhia, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no
opinião
Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal
de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas.
Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa
Base
para
opinião.
opinião

Principais assuntos de auditoria


Principais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais
Principais
significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto
Assuntos
de nossa auditoria das demonstrações contábeis como um todo e na formação de nossa opinião sobre
essas demonstrações contábeis e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses
Principais
assuntos.
Assuntos
(Descrição de cada um dos principais assuntos de auditoria, de acordo com a NBC TA 701).

Outras
Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis e o relatório Informações
do auditor
Outras
[Apresentação de acordo com o exemplo 1 do Apêndice 2 da NBC TA 720]. Informações

Responsabilidade da administração e da governança pelas demonstrações


contábeis(2)
A administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações
contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil(3) e pelos controles internos que

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Responsabi
[Link] lidade ADM

Responsabi
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ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de
distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.

Na elaboração das demonstrações contábeis, a administração é responsável pela avaliação da


capacidade de a companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos
relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das
demonstrações contábeis, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar
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suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das
operações.

Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão
do processo de elaboração das demonstrações contábeis.

Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis


Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis, tomadas em
conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e Responsabi
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emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de lidade
auditor
segurança, mas, não, uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras
e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As
Responsabi
distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando,
lidade
individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões auditor
econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis.

Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria,
exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além
disso(4):

• Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis,


independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de
auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente
para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude
é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles
internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.

• Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos
procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos
opinião sobre a eficácia dos controles internos da companhia(5).

• Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas


contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.

• Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade


operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação
a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de
continuidade operacional da companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos
chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações
contábeis ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas
conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório.
Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em
continuidade operacional.

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• Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis,


inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis representam as correspondentes
transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.

Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance
planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais
deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as
exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos
todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa
independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.

Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos
aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis
do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria.
Cópia registrada para Artur guilherme (CPF: 077.211.554-01)

Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha
proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras,
determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências
adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da
comunicação para o interesse público.

[Local (localidade do escritório de auditoria que emitiu o relatório) e data do relatório do auditor Local
independente]
Local
[Nome do auditor independente (pessoa física ou jurídica)]
Nome do
[Nome do profissional (sócio ou responsável técnico, no caso de o auditor ser pessoa jurídica)] auditor

[Números de registro no CRC da firma de auditoria e do profissional que assina o relatório] Nº CRC
Nome do
[Assinatura do auditor independente] auditor
Nº CRC
Assinatura
do auditor
2- (FCC / AFTE-PE / 2014) – O relatório do auditor
1.5-
independente sobre as demonstrações contábeis deve especificar que a auditoria
Informaçõ
foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. O
es
relatório deve explicar, também, que essas normas requerem o cumprimento de suplement
exigências éticas pelo auditor e que: ares
(A) os procedimentos de auditoria sejam elaborados com o objetivo de solucionar apresentad
as com as
e prevenir fraudes e erros.
demonstra
(B) o programa de auditoria seja aprovado pela administração da entidade. ções
contábeis
(C) a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança Assinatura
razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. do auditor
(D) a aprovação e a divulgação das demonstrações contábeis sejam de
responsabilidade do sistema de controle interno da entidade.

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(E) a avaliação do controle interno seja executada pela auditoria interna.


Comentários:
No relatório do auditor independente, na seção sobre a sua responsabilidade, é
elencado que a responsabilidade do auditor é a de expressar uma opinião sobre
essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o


cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a “auditoria seja
planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que
as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante.”
Gabarito 2: C
Cópia registrada para Artur guilherme (CPF: 077.211.554-01)

1.5- Informações suplementares apresentadas com as


demonstrações contábeis

Aqui, basicamente, tem-se a necessidade estas informações suplementares


(não requeridas pela estrutura de relatório financeiro aplicável) serem avaliadas se
são ou não parte integrante das demonstrações contábeis. Logicamente, se for
parte integrante, elas devem ser cobertas pela opinião do auditor.
Se elas não forem consideradas parte integrante das demonstrações
contábeis auditadas, o auditor deve avaliar se essas informações suplementares
estão suficientes e claramente diferenciadas das demonstrações contábeis
auditadas.

Para facilitar:

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não requeridas pela


estrutura de relatório Informações suplementares
financeiro aplicável
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auditor deve avaliar se


são parte integrante Sim Não
das demonstrações
contábeis

devem ser avaliar se essas informações


cobertas suplementares estão suficientes e
pela opinião claramente diferenciadas das
do auditor demonstrações contábeis auditadas
Cópia registrada para Artur guilherme (CPF: 077.211.554-01)

Se esse não for o caso, o auditor deve pedir que a administração mude a
forma de apresentação das informações suplementares não auditadas. Se a
administração se recusar a fazê-lo, o auditor deve identificar as informações
suplementares não auditadas e explicar, no relatório do auditor, que essas
informações suplementares não foram auditadas.

2- Modificações na Opinião do Auditor Independente

2.1- Objetivo

O objetivo do auditor é expressar claramente uma opinião modificada de


forma apropriada sobre as demonstrações contábeis, que é necessária quando:
a) o auditor conclui, com base em evidência de auditoria obtida, que as
demonstrações contábeis, como um todo, apresentam distorções
relevantes; ou
b) o auditor não consegue obter evidência de auditoria apropriada e
suficiente para concluir que as demonstrações contábeis como um todo
não apresentam distorções relevantes.

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2.2- Tipos de opinião modificada

Opinião modificada
compreende...
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Opinião com ressalva Opinião adversa Abstenção de opinião

3- (IESES - Analista Judiciário (TRE MA) / Apoio


Cópia registrada para Artur guilherme (CPF: 077.211.554-01)

Especializado / Contabilidade / 2015) Algumas das variáveis a respeito da


decisão sobre modificação de opinião do auditor, relacionam-se com a natureza do
assunto que deu origem à modificação e sobre a disseminação dos efeitos ou
possíveis efeitos do assunto sobre as demonstrações contábeis. De acordo com a
Resolução CFC nº. 1.232/09, que aprova a NBC TA 705 – Modificações na Opinião
do Auditor Independente, assinale a alternativa correta com relação aos três tipos
de modificação de opinião possíveis:
a) Opinião com ressalva, opinião com outros assuntos e abstenção de opinião.
b) Opinião com ressalva, opinião com ênfase e abstenção de opinião.
c) Opinião com ressalva, opinião adversa e opinião com ênfase.
d) Opinião com ressalva, opinião adversa e abstenção de opinião.
Resolução:
Como acabamos de ver, são 3 os tipos de opiniões modificadas: ressalva,
adversa e abstenção de opinião.
Gabarito 3: D.

Ok, professor, mas quando é que o auditor emprega cada uma destes tipos
de opinião? A tabela a seguir (extraída diretamente da norma) mostra como a
opinião do auditor sobre a natureza do assunto que gerou a modificação, e a
disseminação de forma generalizada dos seus efeitos ou possíveis efeitos sobre as
demonstrações contábeis, afeta o tipo de opinião a ser expressa, vejamos:

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Natureza do assunto que Julgamento do auditor sobre a disseminação de


gerou a modificação forma generalizada dos efeitos ou possíveis efeitos
sobre as demonstrações contábeis
Relevante mas não Relevante e
generalizado generalizado
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

Demonstrações contábeis Opinião com ressalva Opinião adversa


apresentam distorções
relevantes
Impossibilidade de obter Opinião com ressalva Abstenção de opinião
evidência de auditoria
apropriada e suficiente
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4- (FBC - Bacharel em Ciências Contábeis (CFC)/2º


Exame de Suficiência/2014) Considere que uma sociedade empresária usa o
método de equivalência patrimonial para avaliar o investimento em uma entidade
coligada. O auditor não conseguiu obter evidência de auditoria apropriada e
suficiente sobre as informações contábeis dessa coligada para avaliar se o método
de equivalência patrimonial foi aplicado de forma adequada. O auditor avaliou,
ainda, que os possíveis efeitos de distorções não detectadas poderiam ser
relevantes, mas não generalizadas.
No caso descrito, o auditor deverá, em seu relatório:
a) abster-se de expressar opinião.
b) elaborar parágrafo de outros assuntos.
c) emitir opinião adversa.
d) emitir opinião com ressalva.
Resolução:
Conforme A1 da NBC TA 705, temos que (outra forma de esquematizar)

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distorção Relevante

Não
efeito Generalizado
generalizado
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evidência apropriada
sim não sim e não
e suficiente?

opinião adversa abstenção com ressalva

Gabarito 4: D.
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Bom, após ter visto 2 formas de esquematizar as situações para cada opinião
modificada, podemos afirmar que: todas as vezes que o efeito não
generalizado, será SEMPRE com ressalva (tendo ou não obtido evidência).
Tá, professor, ficou fácil fácil... mas como eu vou saber que é generalizado?
Tem como ajudar nisto aí? Claaaaro meu amigo(a), a norma trás a definição do
termo generalizado, e vou esquematizar abaixo as situações previstas:

não estão restritos aos elementos, contas ou


itens específicos das demonstrações contábeis

Efeitos
generalizados sobre
se estiverem restritos, representam ou
as demonstrações
poderiam representar parcela substancial das
contábeis são aqueles
demonstrações contábeis
que, no julgamento
do auditor
em relação às divulgações, são fundamentais
para o entendimento das demonstrações
contábeis pelos usuários

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2.3- Circunstâncias em que é necessário modificar a opinião do


auditor independente

O auditor deve modificar a opinião no seu relatório quando:


Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

i) o auditor conclui, com base em evidência de auditoria obtida, que as


demonstrações contábeis, como um todo, apresentam distorções
relevantes; ou
ii) o auditor não consegue obter evidência de auditoria apropriada e
suficiente para concluir que as demonstrações contábeis como um todo
não apresentam distorções relevantes.
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A distorção pode surgir em relação a...

adequação das
adequação das aplicação das
divulgações nas
políticas contábeis políticas contábeis
demonstrações
selecionadas selecionadas
contábeis

A impossibilidade do auditor de obter evidência de auditoria apropriada e


suficiente (também denominada como limitação no alcance da auditoria) pode ser
decorrente de:
1) circunstâncias que estão fora do controle da entidade (exemplo: registros
contábeis destruídos, ou apreendidos por autoridades governamentais).
2) circunstâncias relacionadas à natureza ou à época do trabalho do auditor;
ou
3) limitações impostas pela administração.

A impossibilidade de executar um procedimento específico não constitui uma


limitação no alcance da auditoria se o auditor conseguir obter evidência de auditoria
apropriada e suficiente por meio de procedimentos alternativos.

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2.4- Determinação do tipo de modificação na opinião do auditor


independente

2.4.1- Opinião com ressalva


Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

Tendo obtido os efeitos (ou possíveis


evidência de auditoria efeitos de distorções)
apropriada e suficiente não detectadas, se
Opinião com
houver, sobre as
ressalva
Não é possivel obter demonstrações
evidência apropriada contábeis poderiam ser
e suficiente relevantes, mas não
generalizados
Cópia registrada para Artur guilherme (CPF: 077.211.554-01)

ATENÇÃO!! SEMPRE que os efeitos (ou possíveis) forem NÃO


GENERALIZADOS, teremos a opinião COM RESSALVA... e a sua aplicação é
tanto quando se obtém com quando não se obteve evidência de auditoria.

2.4.2- Opinião adversa

O auditor deve expressar uma opinião adversa quando, tendo obtido


evidência de auditoria apropriada e suficiente, conclui que as distorções,
individualmente ou em conjunto, são relevantes e generalizadas para as
demonstrações contábeis.

Obteve
evidência Efeito Opinião
(distorção Generalizado Adversa
relevante)

5- (FCC / AFTE-PE / 2014) – Bartolomeu Guimarães,


auditor independente, na realização de auditoria das demonstrações contábeis da
empresa Baratão do Norte S/A, tendo obtido evidências de auditoria apropriadas e
suficientes, concluiu que as distorções detectadas, individualmente ou em
conjunto, são relevantes e generalizadas para as demonstrações contábeis. Nestas
condições, o auditor deve:
(A) emitir uma opinião adversa.

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(B) emitir uma opinião sem ressalva.


(C) emitir uma opinião com ressalvas.
(D) abster-se de opinar.
(E) emitir uma opinião pela irregularidade.
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

Comentários:
O auditor obteve evidência de distorção relevante e generalizada,
portanto, a opinião deve ser adversa, conforme item 8 da NBC TA 705.
Gabarito 5: A.

2.4.3- Abstenção de opinião


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O auditor deve se abster de expressar uma opinião quando não


consegue obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar
sua opinião e ele concluir que os possíveis efeitos de distorções não detectadas,
sobre as demonstrações contábeis, se houver, poderiam ser relevantes e
generalizadas.
O auditor deve se abster de expressar uma opinião quando, em
circunstâncias extremamente raras envolvendo diversas incertezas, concluir que,
independentemente de ter obtido evidência de auditoria apropriada e suficiente
sobre cada uma das incertezas, não é possível expressar uma opinião sobre as
demonstrações contábeis devido à possível interação das incertezas e seu
possível efeito cumulativo sobre essas demonstrações contábeis.

Não consegue obter os possíveis efeitos de distorções não


detectadas, se houver, sobre as
evidência apropriada e demonstrações contábeis poderiam ser
suficiente relevantes e generalizados

Abstenção
de opinião

circunstâncias não é possível expressar uma opinião


devido à possível interação das
extremamente raras
incertezas e seu possível efeito
envolvendo diversas cumulativo sobre essas demonstrações
incertezas contábeis

6- (ESAF / AFRFB / 2009) Na emissão de parecer com


abstenção de opinião para as demonstrações contábeis de uma entidade, pode-se
afirmar que:

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a) elimina a responsabilidade do auditor de emitir qualquer parecer devendo este


comunicar à administração da empresa da suspensão dos trabalhos.
b) não suprime a responsabilidade do auditor de mencionar, no parecer, qualquer
desvio, independente da relevância ou materialidade, que possa influenciar a
decisão do usuário dessas demonstrações.
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

c) exclui a responsabilidade do auditor de se manifestar sob qualquer aspecto das


demonstrações.
d) não elimina a responsabilidade do auditor de mencionar, no parecer, qualquer
desvio relevante que possa influenciar a decisão do usuário dessas demonstrações.
e) extingue a responsabilidade do auditor de mencionar, no parecer, qualquer
desvio relevante que possa influenciar a decisão do usuário dessas demonstrações.
Resolução:
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O item [Link] da NBC T 11 diz que "a abstenção de opinião em relação às


demonstrações contábeis tomadas em conjunto não elimina a responsabilidade do
auditor de mencionar, no parecer, qualquer desvio relevante que possa influenciar
a decisão do usuário dessas demonstrações"
Tal previsão continua de acordo com a norma atual, podendo ser verificado
através da leitura do item A20 da NBC TA 705: "a opinião adversa ou a abstenção
de opinião relativa a um assunto específico descrito no parágrafo sobre a base para
a ressalva, não justifica a omissão da descrição de outros assuntos
identificados que teriam de outra forma requerido uma modificação da opinião
do auditor. Nesses casos, a divulgação desses outros assuntos que o auditor tem
conhecimento pode ser relevante para os usuários das demonstrações contábeis".
Gabarito 6: D

2.5- Consequência da impossibilidade de se obter evidência de


auditoria apropriada e suficiente devido a uma limitação imposta
pela administração depois da aceitação do trabalho pelo auditor

Para entender as situações que pode ocorrer e os seus condicionantes,


montei 2 mapas mentais para melhor entender o passo-a-passo de cada situação.
Vamos lá:

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Administração impõe Auditor solicita que


Auditor Aceita o
limitação (após o início seja retirada a
Trabalho
do trabalho do auditor) limitação
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

Comunicar aos
Responsáveis de
Administração se Governaça e Verificar
recusa a retirar se é possível aplicar
procedimentos
alternativos
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Cabe destacar que a limitação deve ser ao alcance da auditoria e que tenha,
segundo o auditor, probabilidade de resultar na necessidade de modificar sua
opinião.
Diante desta situação, caso o auditor não conseguir obter evidência
apropriada e suficiente de auditoria, o auditor deve determinar as implicações como
segue:

Opinião com Possíveis efeitos de


ressalva distorções não detectadas
quando.. poderiam ser relevantes,
Auditor não mas não generalizados
conseguiu obter
evidência Possíveis efeitos de
apropriada e distorções não detectadas
suficiente.. poderiam ser relevantes e
Renunciar ao
trabalho generalizados
quando...
Caso a renuncia não
seja praticável ou
possível...

Abster-se de emitir
opinião

A viabilidade de renunciar ao trabalho de auditoria pode depender do


estágio de execução do trabalho na época em que a administração impõe a
limitação de alcance. No caso de o auditor ter concluído parte significativa da
auditoria, ele pode decidir concluir a auditoria na medida do possível, abster-se de
expressar uma opinião e explicar a limitação de alcance no parágrafo sobre a base
para abstenção de opinião ao invés de renunciar.

Prof. Lucas Salvetti 27 de 166


[Link]
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Se o auditor renunciar, antes da renúncia, ele deve comunicar aos


responsáveis pela governança quaisquer assuntos relativos a distorções
identificadas durante a auditoria que dariam origem a uma opinião modificada.
Além disso, quando o auditor conclui que a renúncia ao trabalho de auditoria
é necessária em decorrência de limitação no alcance, pode haver umas exigências
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

profissionais, legais ou regulatória para que o auditor comunique os assuntos


relacionados à renúncia ao trabalho de auditoria às agências reguladoras ou aos
proprietários da entidade.
Quando o auditor considera necessário expressar uma “Opinião
adversa” ou abster-se de expressar opinião sobre as demonstrações
contábeis como um todo, o seu relatório não deve incluir, também, uma
opinião não modificada com relação à mesma estrutura de relatório
financeiro sobre quadro isolado das demonstrações contábeis ou sobre um
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ou mais elementos, contas ou itens específicos da demonstração contábil.

2.6- Forma e conteúdo do relatório do auditor independente com


opinião modificada

Aqui irei tratar apenas as DIFERENÇAS no relatório (em relação à forma e


conteúdo) pois toda a estrutura já foi apresentada anteriormente, quando da
emissão da opinião sem modificação.
Naturalmente, no que se refere ao título, se o auditor modifica sua opinião,
ele deve colocar no título o tipo da opinião emitida: “Opinião com ressalva”,
“Opinião adversa” ou “Abstenção de opinião”.
Vamos às considerações específicas:

o Opinião com ressalva


O auditor deve especificar que, em sua opinião, exceto pelos efeitos (ou
possíveis efeitos) dos assuntos descritos na seção “Opinião com ressalva, as
demonstrações contábeis estão apresentadas e elaboradas adequadamente, em
todos aspectos relevantes, de acordo com [a estrutura do relatório financeiro
aplicável].
Aqui, a norma afirma que não é apropriado usar frases, pois elas não são
suficientemente claras ou enfáticas, tais como: “com a explicação acima”, ou
“sujeito a” na seção “Opinião”.

Prof. Lucas Salvetti 28 de 166


[Link]
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as demonstrações
contábeis estão
apresentadas e
exceto pelos efeitos
elaboradas
Opinião (ou possíveis efeitos)
adequadamente, em
com dos assuntos descritos
todos aspectos
ressalva na seção “Opinião
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

relevantes, de acordo
com ressalva"
com [a estrutura do
relatório financeiro
aplicável].

o Opinião adversa
Visto o esquema acima, como seria o caso da opinião adversa?
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as demonstrações
contábeis NÃO estão
em sua opinião, apresentadas
devido à relevância adequadamente, ou
Opinião dos assuntos não foram
adversa descritos na seção elaboradas em todos
“Base para opinião aspectos relevantes,
adversa”: de acordo com [a
estrutura do relatório
financeiro aplicável].

o Abstenção de opinião
E no caso da abstenção de opinião? Bom, aqui, se o auditor se abstém de
expressar uma opinião devido à impossibilidade de se obter evidência de auditoria
apropriada e suficiente, ele deve:

especificar que ele não expressa opinião sobre as


demonstrações contábeis

devido à relevância dos assuntos descritos na seção


Abstenção “Base para abstenção de opinião”, o auditor não
de opinião conseguiu obter evidência apropriada e suficiente
para fundamentar sua opinião

alterar a declaração que o auditor deveria fornecer


afirmando que as DC foram auditadas.

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[Link]
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o Base para opinião


É nesta seção que será incluído a descrição do assunto que deu origem à
modificação.
Por exemplo, se houver distorção relevante relacionada a valores
específicos, a descrição e a quantificação dos efeitos financeiros da distorção
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devem ser incluídos, a menos que impraticável, caso em que ele deverá especificar
isto.
Os aspectos qualitativos também devem estar aqui, ou seja, deve conter a
explicação sobre COMO as divulgações estão distorcidas.
Ok, professor... mas e quando a distorção for decorrente da não
divulgação de informação que deveria ser divulgada? Aí neste caso o auditor
deve:
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discutir a não divulgação com os responsáveis


pela governança

Distorção
decorrente da descrever a natureza da informação omitida
não
divulgação de
informação incluir as divulgações omitidas, desde que
praticável e que o auditor tenha obtido evidência de
auditoria apropriada e suficiente sobre a informação
omitida (a menos que propibido por lei ou
regulamento)

Claro, se a modificação se derivar da impossibilidade de se obter evidência


de auditoria apropriada e suficiente, as razões devem estar aqui nesta seção (Base
para opinião)

ATENÇÃO! Mesmo que o auditor tenha emitido uma “Opinião adversa” ou tenha
se abstido de expressar uma opinião sobre as demonstrações contábeis, ele deve
descrever na seção “Base para opinião” as razões para quaisquer outros
assuntos que ele está ciente que teriam requerido uma modificação da
opinião, assim como os seus respectivos efeitos

Finalizando, destaco para vocês uma DIFERENÇA entre os relatórios quando


emitidos sem ressalva, com ressalva e adverso do relatório com abstenção de
opinião:

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[Link]
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Exceto se requerido por lei ou regulamento, quando o auditor se


abstém de expressar uma opinião sobre as demonstrações contábeis,
o seu relatório não deve incluir a seção “Principais assuntos de
auditoria” ou a seção “Outras informações”,
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

Estrutura do Relatório do Auditor, quando da abstenção de opinião


Título
Destinatário
Opinião do auditor
Base para opinião
Continuidade operacional
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Principais Assuntos
Outros assuntos
Responsabilidades pelas demonstrações contábeis
Responsabilidades do auditor independente pela auditoria
Nome do sócio ou responsável técnico
Assinatura do auditor
Endereço do auditor independente
Data do relatório do auditor

2.7- Comunicação com os responsáveis pela governança

Quando o auditor prevê modificar a opinião no seu relatório, ele deve


comunicar aos responsáveis pela governança as circunstâncias que levaram
à modificação prevista e o texto proposto da modificação.
Comunicar aos responsáveis pela governança as circunstâncias que levam a
uma modificação prevista na opinião do auditor e o texto proposto da modificação
permite que:

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as modificações
pretendidas
o auditor comunique
aos responsáveis pela E
governança
as razões (ou
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

circunstâncias) para as3-


modificações P
A comunicação, aos ar
resp. pela governança, o auditor busque a concordância dos responsáveis ág
das circunstâncias que pela governança em relação aos fatos dos assuntos que
ra
levaram à modificação deram origem às modificações previstas, ou confirme
de opinião permite
fo
assuntos que estejam em desacordo com a s
que: administração
de
Ê
os responsáveis pela governança tenham a nf
Cópia registrada para Artur guilherme (CPF: 077.211.554-01)

oportunidade, quando apropriado, de fornecer ao auditor


as
informações e explicações adicionais sobre os assuntos
que deram origem às modificações previstas e
e
P
ar
ág
ra
3- Parágrafos de Ênfase e Parágrafos e Outros Assuntos no fo
s
Relatório do Auditor Independente e
O
3.1- Objetivo ut
ro
O objetivo do auditor, depois de ter formado opinião sobre as demonstrações s
A
contábeis, é chamar a atenção dos usuários, quando necessário, por meio de
ss
comunicação adicional clara no relatório, para:
u
a) um assunto que, apesar de apropriadamente apresentado ou nt
divulgado nas demonstrações contábeis, tem tal importância, queos é
fundamental para o entendimento das demonstrações contábeis n
o
pelos usuários; ou
R
b) como apropriado, qualquer outro assunto que seja relevante para el
os usuários entenderem a auditoria, a responsabilidade do auditor at
ou do relatório de auditoria. ór
io
d
o
A
u
di
to
Prof. Lucas Salvetti 32 de 166 r
[Link] In
de
pe
Teoria e Questões comentadas
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3.2- Parágrafos de ênfase no relatório do auditor independente

Parágrafo de ênfase é o parágrafo incluído no relatório do auditor referente


a um assunto apropriadamente apresentado ou divulgado nas demonstrações
contábeis que, de acordo com o julgamento do auditor, é de tal importância, que
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é fundamental para o entendimento pelos usuários das demonstrações


contábeis.
Parágrafos de outros assuntos é o parágrafo incluído no relatório do auditor
que se refere a um assunto não apresentado ou não divulgado nas
demonstrações contábeis e que, de acordo com o julgamento do auditor, é
relevante para os usuários entenderem a auditoria, a responsabilidade do
auditor ou o relatório.
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É oAssunto Fundamental para o


entendimento pelos
Parágrafo de apropriadamente
usuários das
ÊNFASE apresentado ou
Demonstrações
divulgado nas DC
Contábeis

Relevante para os usuários


Parágrafo de É o Assunto NÃO
entenderem a auditoria,
OUTROS apresentado ou NÃO
responsabilidade do auditor
ASSUNTOS divulgado nas DC
ou relatório do auditor

O uso do parágrafo de ênfase pode ser feito desde que:


a) como resultado do assunto não fosse exigido modificar a opinião,
b) quando o assunto não for considerado “principal assunto de auditoria” a
ser comunicado no relatório do auditor (conforme norma NBC TA 701).

Ok, professor.. compreendido! Parágrafo de ênfase para assuntos


apropriadamente apresentado ou divulgado (ou seja, não ter modificação de
opinião para este assunto) para melhor entendimento por parte dos usuários sobre
as demonstrações contábeis, desde que não seja considerado principal assunto de
auditoria, que é comunicado em seção específica no relatório.
Complementando o esquema inicial, ficaríamos assim:

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É o Assunto Fundamental para o


apropriadamente entendimento pelos usuários
Parágrafo de apresentado ou das Demonstrações
ÊNFASE divulgado nas DC Contábeis
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não fosse exigido modificar a opinião

desde
que
não for considerado “principal assunto de
auditoria” a ser comunicado no relatório do
auditor

Deixe-me explicar por cima o que seriam os “principais assuntos de


auditoria”: aqueles que, no julgamento profissional do auditor, foram os mais
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significativos na auditoria das demonstrações contábeis do período corrente, que


são selecionados de assuntos comunicados aos responsáveis pela governança, que
incluem constatações significativas decorrentes da auditoria das demonstrações
contábeis do período corrente.
Ótimo, professor... portanto, só usamos o parágrafo de ênfase quando ele
não for considerado “principal assunto”... mas e se for? Como ficaríamos? Veja o
esquema abaixo.

ATENÇÃO!! O uso generalizado de parágrafos de ênfase diminui a eficácia da


comunicação de tais assuntos pelo auditor.

1
Se o
Assunto

2 3 4
e fundamental
For O"Principal assunto" fundamentais para o
Considerado ---> entendimento das
de auditoria, conforme
DC, no julgamento do
NBC TA 701
auditor

5 6 7
O auditor pode querer
destacar ou chamar apresentando esse incluindo
mais atenção à sua assunto de forma OU informações
importância relativa, e mais destacada adicionais na
pode fazer isto na seção (em primeiro, p. ex) descrição
"principal assunto" 3.3-
Par
ágr
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afos 34 de 166
de
[Link]
outr
os
ass
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Portanto, se for o caso de aplicar o parágrafo de ênfase e for principal assunto,


ele NÃO inclui o parágrafo de ênfase, mas PODE destacar mais o assunto dentro
da seção “Principais Assuntos”.
O parágrafo de ênfase é feito em seção separada do relatório do auditor,
com o título apropriado que inclua o termo “Ênfase”.
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Existem normas específicas que exigem que o auditor inclua parágrafos de


ênfase no seu relatório, em determinadas circunstâncias. Vamos conferir:

Normas que EXIGEM que o auditor inclua parágrafos de


ênfase em determinadas situações:

alertar os usuários de quando fatos chegam


quando a estrutura de
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que as demonstrações ao conhecimento do


relatório financeiro
contábeis foram auditor após a data
aplicável prevista por lei ou
elaboradas de acordo do seu relatório e o
regulamento seria
com estrutura de auditor fornece um
inaceitável exceto pelo
relatório financeiro relatório novo ou
fato de ser prevista por lei
para propósitos modificado (ou seja,
ou regulamento
especiais eventos subsequentes)

Aqui, vale destacar, o texto da norma republicado EXCLUIU o uso do parágrafo


de ênfase para o caso da Continuidade Operacional, que antes constava
expressamente a exigência desta norma, isto porque agora a base contábil para
continuidade operacional ganhou uma seção específica no relatório.
Já no item A5 a norma nos dá os seguintes exemplos de circunstâncias que
pode considerar necessário a utilização do parágrafo de ênfase:

Exemplos de circunstâncias que PODE CONSIDERAR


necessário utilização do parágrafo de ênfase

aplicação grande
antecipada catástrofe que
existência de
evento (quando tenha tido, ou
incerteza
subsequente permitida) de continue a ter,
relativa ao
significativo nova norma efeito
desfecho futuro
(entre DC e contábil com significativo
de litígio
Relatório do efeito relevante sobre a posição
excepcional ou
Auditor) sobre as patrimonial e
ação regulatória
demonstrações financeira da
contábeis entidade

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Portanto, no que diz respeito ao evento subsequente, se for após o relatório


do auditor e tiver remissão ou novo relatório, deverá incluir o parágrafo de ênfase...
se for entre a data da DC e o Relatório, aí o auditor pode considerar (não é
obrigatório).
Parágrafo de ênfase não afeta a opinião do auditor e não substitui uma opinião
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modificada (quando exigido), as DC e muito menos a seção específica sobre a


continuidade operacional!

ATENÇÃO!!! É possível (por exemplo) emitir um parágrafo de ênfase em um


relatório de auditoria que contém opinião com ressalva, por exemplo.
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7- (CESPE / Analista Ministerial – Área de Orçamento


MP-PI / 2012) Com referência a papéis de trabalho e relatórios de auditoria,
julgue os itens a seguir.
Considere que um auditor encarregado de realizar auditoria em determinada
instituição inclua em seu relatório o parágrafo de ênfase, por meio do qual ele
expresse incertezas em relação a um fato relevante, cujo desfecho possa afetar
significativamente a posição patrimonial dessa instituição. Nesse caso, a inclusão
desse parágrafo de ênfase é motivo para que o relatório seja denominado parecer
adverso.
Resolução: Bem simples, conforme item A7 da NBC TA 706, “a inclusão de
parágrafo de ênfase no relatório do auditor não afeta a sua opinião”.
Gabarito 7: F.

3.3- Parágrafos de outros assuntos no relatório do auditor

Se o auditor considera necessário comunicar outro assunto, não apresentado


nem divulgado nas demonstrações contábeis, e que de acordo com seu julgamento
é relevante para o entendimento, pelos usuários, da auditoria, das
responsabilidades do auditor ou do seu relatório, o auditor deve incluir um
parágrafo de outros assuntos no seu relatório, desde que:

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Relevante para os usuários


Assunto NÃO
entenderem a auditoria,
apresentado ou NÃO
responsabilidade do auditor
divulgado nas DC
ou relatório do auditor
Parágrafo de
OUTROS
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ASSUNTOS
não seja proibido por lei ou regulamento

desde
que não for considerado “principal assunto de
auditoria” a ser comunicado no relatório do
auditor

O parágrafo de outros assuntos, quando incluído pelo auditor, deve ficar em


Cópia registrada para Artur guilherme (CPF: 077.211.554-01)

seção separada do relatório com o título “Outros assuntos” ou outro título


apropriado.
Nas raras circunstâncias em que não é possível ao auditor renunciar ao
trabalho, embora o possível efeito da incapacidade de obter evidência de
auditoria apropriada e suficiente esteja disseminado de forma generalizada,
devido à limitação ao alcance da auditoria imposta pela administração, o auditor
pode considerar necessário incluir um parágrafo de outros assuntos no seu
relatório para explicar por que não é possível renunciar ao trabalho.

3.4- Comunicação com os responsáveis pela governança

Se o auditor espera incluir um parágrafo de ênfase ou parágrafo de outros


assuntos no seu relatório, ele deve comunicar-se com os responsáveis pela
governança no que se refere a essa expectativa e à redação proposta desse
parágrafo.
Isto possibilita aos responsáveis pela governança tomarem ciência da
natureza de quaisquer assuntos específicos que o auditor pretenda destacar no seu
relatório e fornecer-lhes a oportunidade de obter esclarecimento adicional do
auditor, quando necessário.
A localização do parágrafo de ênfase ou do parágrafo de outros assuntos no
relatório do auditor depende da natureza das informações a serem comunicadas
e do julgamento do auditor sobre a relevância dessas informações para os
usuários previstos em comparação com outros elementos que devam ser incluídos
no relatório.

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3.5- Demais normas relacionadas

O apêndice 1 e 2 da NBC TA 570 traz a lista de normas de auditoria que


contêm exigências para parágrafos de ênfase e de outros assuntos. Vejamos a
relação:
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Parágrafo de Ênfase
• NBC TA 210 – Concordância com os Termos do Trabalho de Auditoria, item
19(b)
• NBC TA 560 – Eventos Subsequentes, itens 12(b) e 16
• NBC TA 800 – Considerações Especiais – Auditorias de Demonstrações
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Contábeis Elaboradas de Acordo com Estruturas Conceituais de Contabilidade para


Propósitos Especiais, item 14
Anteriormente existia a exigência na NBC TA 570 (Continuidade
Operacional), mas a mesma foi retirada em 2016.

Parágrafo de Outros Assuntos


• NBC TA 560 – Eventos Subsequentes, itens 12(b) e 16
• NBC TA 710 – Informações Comparativas – Valores Correspondentes e
Demonstrações Contábeis Comparativas, itens 13, 14, 16, 17 e 19
• NBC TA 720 – Responsabilidade do Auditor em Relação a Outras
Informações, item 10(a)

8- (ESAF / AFRFB / 2012) O auditor externo da empresa


Mutação S.A., para o exercício de 2011, identificou, nas demonstrações contábeis
de 2010, divergências que o levam a formar opinião diferente da expressa pelo
auditor anterior. Nesse caso, deve o auditor externo
a) eximir-se de emitir opinião sobre as demonstrações contábeis do ano de 2010,
expressando opinião somente sobre a demonstração contábil de 2011.
b) divulgar, em um parágrafo de outros assuntos no relatório de auditoria, as
razões substanciais para a opinião diferente.
c) exigir da empresa a republicação das demonstrações contábeis de 2010, com o
relatório de auditoria retificado.
d) emitir obrigatoriamente um relatório de auditoria, com opinião modificada,
abstendo-se de opinar sobre as demonstrações contábeis de 2010.

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e) comunicar aos órgãos de supervisão o fato, ressalvando o relatório de auditoria


dos anos de 2011 e 2010.
Resolução:
Veja na NBC TA 706, em seu apêndice 2, a lista de normas de auditoria que
contêm exigências para parágrafos de outros assuntos.
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Lá, pode-se verificar a previsão trazida na NBC TA 710 item 16:


“Ao emitir relatório sobre demonstrações contábeis cobrindo, também o
período anterior, em conexão com a auditoria do período corrente, se a
opinião atual (do mesmo auditor) sobre as demonstrações do período
anterior for diferente da opinião expressa anteriormente, o auditor deve
divulgar as razões substanciais para a opinião diferente em um no
parágrafo de Outros Assuntos”.
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Gabarito 8: B.

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4- Questões comentadas

9- (FCC - Ana (DPE RS) / DPE RS / Contabilidade / 2017) Durante os


trabalhos, um auditor independente concluiu que não seria possível obter
segurança razoável, bem como que uma opinião com ressalva no relatório seria
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insuficiente nas circunstâncias para atender aos usuários previstos nas


demonstrações contábeis. Nesse caso, a NBC TA 200 requer que o auditor
a) amplie a amostragem inicial.
b) interrompa os trabalhos e faça um novo planejamento da auditoria.
c) faça uma revisão das anotações dos papéis de trabalho.
d) solicite mais auditores para auxiliar os trabalhos.
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e) se abstenha de emitir sua opinião ou renuncie ao trabalho, quando a renúncia


for possível de acordo com lei ou regulamentação aplicável.
Resolução: Conforme NBC TA 705, item A1, temos:
Natureza do assunto que Julgamento do auditor sobre a disseminação de
gerou a modificação forma generalizada dos efeitos ou possíveis efeitos
sobre as demonstrações contábeis
Relevante mas não Relevante e
generalizado generalizado
Demonstrações contábeis Opinião com ressalva Opinião adversa
apresentam distorções
relevantes
Impossibilidade de obter Opinião com ressalva Abstenção de opinião
evidência de auditoria
apropriada e suficiente

Ou seja, se não tem segurança razoável para concluir significa que não obteve
evidência e, não sendo apropriada a com ressalva, só nos resta a abstenção.
Como a norma cita a NBC TA 200, citamos aqui a sua literalidade:
“12. Em todos os casos em que não for possível obter segurança razoável e a
opinião com ressalva no relatório do auditor for insuficiente nas circunstâncias para
atender aos usuários previstos das demonstrações contábeis, as NBCs TA requerem
que o auditor se abstenha de emitir sua opinião ou renuncie ao trabalho, quando a
renúncia for possível de acordo com lei ou regulamentação aplicável.”
Gabarito 9: E.

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10- (FCC / ICMS MA / 2016) Determinada empresa de economia mista do


Estado fez o seguro do ativo imobilizado, junto à seguradora Martelo, para o
período de 24 meses: 01/10/2015 a 30/09/2017.
− O prêmio de seguro foi de R$ 600.000,00, pago 40% no ato e o restante 30 e
60 dias.
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− A empresa encerra seu exercício social em 31 de dezembro de cada ano.


− O lucro do exercício de 2015 foi de R$ 1.390.000,00.
O auditor independente no exame dos registros contábeis da apólice do seguro
contratado constatou que:
− 300.000,00 – foram contabilizados (apropriados) como despesas de seguro do
exercício de 2015, e que o valor da apropriação do seguro está incorreto.
Cópia registrada para Artur guilherme (CPF: 077.211.554-01)

− 300.000,00 – foram contabilizados na conta “Seguros a Vencer” classificada no


realizável de curto prazo.
O auditor considerou que as distorções, individualmente ou em conjunto, são
relevantes, mas não generalizadas nas demonstrações contábeis. Nestas
condições, o auditor deve
(A) considerar as demonstrações contábeis regulares, com recomendação.
(B) expressar uma opinião com ressalvas.
(C) expressar uma opinião pela regularidade, com ressalvas.
(D) considerar as demonstrações contábeis regulares, após ajustes.
(E) expressar uma opinião adversa.
Comentários:
Natureza do assunto que Julgamento do auditor sobre a disseminação
gerou a modificação de forma generalizada dos efeitos ou possíveis
efeitos sobre as demonstrações contábeis
Relevante mas não Relevante e
generalizado generalizado
Demonstrações contábeis Opinião com ressalva Opinião adversa
apresentam distorções
relevantes
Impossibilidade de obter Opinião com ressalva Abstenção de opinião
evidência de auditoria
apropriada e suficiente

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Como o auditor considerou que as distorções RELEVANTES + NÂO


generalizadas, deverá emitir uma opinião com ressalvas.
Gabarito 10: B.
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11- (FCC - Copergás - PE /Analista Contador/2016) Na auditoria


independente das demonstrações contábeis do exercício de 2015 de determinada
empresa estatal do Governo do Estado, o auditor constatou que na conta de
“Duplicatas a Receber”, há uma diferença de R$ 2.596.000,00 a maior no saldo
contábil. A diferença refere-se a duas duplicatas pagas, mediante cheques, por
determinado cliente no mês de dezembro e depositado no mês fevereiro do ano
subsequente. Em seu julgamento o Auditor considerou que as demonstrações
contábeis apresentam distorções relevantes, mas não generalizadas. Assim,
Cópia registrada para Artur guilherme (CPF: 077.211.554-01)

segundo as NBC 705, deve o Auditor


a) emitir uma opinião adversa.
b) abster-se de emitir uma opinião.
c) emitir uma opinião pela regularidade, com recomendação.
d) emitir uma opinião com ressalva.
e) considerar o saldo da conta “Duplicatas a Receber” irregular no exercício de
2015.
Resolução:
Não generalizada = com ressalva.
Gabarito 11: D.

12- (FCC / ICMS PI / 2015) O auditor, quando, não consegue obter evidência
de auditoria apropriada e suficiente para suportar sua opinião, concluindo que os
possíveis efeitos de distorções não detectadas, se houver, sobre as demonstrações
contábeis poderiam ser relevantes e generalizadas, deverá expressar sua opinião
por meio de
(A) Certificado de Regularidade com Ressalva.
(B) Parecer Adverso.
(C) Parecer Limpo com parágrafo de ênfase.
(D) Certificado de Regularidade.
(E) Relatório com Abstenção de opinião.
Resolução:

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Conforme A1 da NBC TA 705, se não consegue obter evidência e o efeito seria


relevante e GENERALIZADO, o correto é se abster de opinar.
Natureza do assunto que gerou Julgamento do auditor sobre a disseminação de
a modificação forma generalizada dos efeitos ou possíveis
efeitos sobre as demonstrações contábeis
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Relevante, mas não Relevante e


generalizado generalizado
Demonstrações contábeis Opinião com ressalva Opinião adversa
apresentam distorções
relevantes
Impossibilidade de se obter Opinião com ressalva Abstenção de
evidência de auditoria opinião
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apropriada e suficiente

Gabarito 12: E.

13- (FCC / Analista do CNMP – Contabilidade / 2015) Na realização dos


trabalhos de auditoria das demonstrações contábeis do exercício de 2014 da
Indústria de Calças e Camisas do Sul S/A, o auditor não conseguiu obter evidência
apropriada e suficiente de auditoria para suportar sua opinião, mas concluiu que
os possíveis efeitos de distorções não detectadas, se houver, sobre as
demonstrações contábeis poderiam ser relevantes, mas não generalizados. Nestas
condições, o auditor deve
a) expressar uma opinião sem ressalvas, apenas para os itens examinados.
b) comunicar ao conselho fiscal da empresa e adotar novos procedimentos de
auditoria.
c) abster-se de expressar uma opinião.
d) considerar as demonstrações contábeis irregulares.
e) expressar uma opinião, com ressalvas.
Resolução: Não obteve evidência apropriada e suficiente? Neste caso, temos 2
possibilidades de opinião: Com Ressalva ou Abstenção de opinião.
O que diferencia o uso de cada um dos tipos? A generalização dos efeitos... se for
algo generalizado, adota-se a abstenção de opinião, se não, utiliza-se a opinião
com ressalva, que é o caso previsto no enunciado da questão.
Gabarito 13: E.

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14- (FCC - Auditor Conselheiro Substituto (TCM-GO)/2015) O Auditor,


tendo obtido evidência de auditoria apropriada e suficiente, conclui que as
distorções, individualmente ou em conjunto, são relevantes, mas não
generalizadas nas demonstrações contábeis, deve expressar-se por meio de
a) opinião sem ressalva.
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b) opinião com ressalva.


c) opinião adversa.
d) abstenção de opinião.
e) renúncia do trabalho.
Resolução:
Conforme A1 da NBC TA 705, obter evidência de distorção relevante com o efeito
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relevante, mas NÃO GENERALIZADO, o correto é opinião com ressalva.


Natureza do assunto que gerou Julgamento do auditor sobre a disseminação de
a modificação forma generalizada dos efeitos ou possíveis
efeitos sobre as demonstrações contábeis
Relevante, mas não Relevante e
generalizado generalizado
Demonstrações contábeis Opinião com ressalva Opinião adversa
apresentam distorções
relevantes
Impossibilidade de se obter Opinião com ressalva Abstenção de opinião
evidência de auditoria
apropriada e suficiente

Gabarito 14: B.

15- (FCC - Auditor de Controle Externo (TCM-GO)/Controle


Externo/2015 (e mais 4 concursos) O auditor, quando obtida evidência de
auditoria apropriada e suficiente, conclui que as distorções, individualmente ou em
conjunto, são relevantes e generalizadas para as demonstrações contábeis, deve
expressar-se por meio de
a) opinião sem ressalva.
b) renúncia do trabalho.
c) opinião com parágrafo de ênfase.

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d) abstenção de opinião.
e) opinião adversa.
Resolução:
Conforme A1 da NBC TA 705, obter evidência de distorção relevante com o efeito
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relevante e GENERALIZADO, o correto é opinião adversa.


Natureza do assunto que gerou Julgamento do auditor sobre a disseminação de
a modificação forma generalizada dos efeitos ou possíveis
efeitos sobre as demonstrações contábeis
Relevante, mas não Relevante e
generalizado generalizado
Demonstrações contábeis Opinião com ressalva Opinião adversa
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apresentam distorções
relevantes
Impossibilidade de se obter Opinião com ressalva Abstenção de opinião
evidência de auditoria
apropriada e suficiente

Gabarito 15: E.

16- (FCC - Analista de Controle Externo (TCE-CE)/Controle Externo /


Auditoria Governamental / 2015 (e mais 2 concursos) Na auditoria das
demonstrações contábeis do exercício de 2014 da Companhia de Distribuição de
Águas e Limpeza de Mananciais do Estado, o auditor constatou diversas distorções.
Tendo o auditor obtido evidência de auditoria apropriada e suficiente, concluiu que
as distorções, individualmente ou em conjunto, são relevantes, mas não
generalizadas nas demonstrações contábeis. Nestas condições, de acordo com as
Normas de Auditoria NBC TAs, deve o auditor
a) considerar as demonstrações contábeis irregulares.
b) expressar uma opinião adversa.
c) considerar as demonstrações contábeis regulares, com ressalvas.
d) expressar uma opinião sem ressalva, mas com recomendação.
e) expressar uma opinião com ressalva.
Resolução:
Conforme A1 da NBC TA 705, temos que:

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Natureza do assunto que gerou Julgamento do auditor sobre a disseminação de


a modificação forma generalizada dos efeitos ou possíveis
efeitos sobre as demonstrações contábeis
Relevante, mas não Relevante e
generalizado generalizado
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Demonstrações contábeis Opinião com ressalva Opinião adversa


apresentam distorções
relevantes
Impossibilidade de se obter Opinião com ressalva Abstenção de opinião
evidência de auditoria
apropriada e suficiente
Gabarito 16: E.
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17- (FCC - Técnico Judiciário (TRT 3ª Região) / Apoio Especializado /


Contabilidade / 2015) Nos trabalhos de auditoria realizados em determinada
empresa de economia mista, o auditor obteve evidência de auditoria apropriada e
suficiente e concluiu que as distorções, individualmente ou em conjunto, são
relevantes, mas não generalizadas nas demonstrações contábeis. Nestas
condições, de acordo com as nor mas de auditoria − NBC TA 705, deve o auditor
a) expressar uma opinião sem ressalva.
b) expressar uma opinião com ressalva.
c) concluir pela irregularidade.
d) abster-se de expressar uma opinião.
e) concluir pela regularidade com ressalvas.
Resolução:
Conforme A1 da NBC TA 705, temos que:
Natureza do assunto que gerou Julgamento do auditor sobre a disseminação de
a modificação forma generalizada dos efeitos ou possíveis
efeitos sobre as demonstrações contábeis
Relevante, mas não Relevante e
generalizado generalizado
Demonstrações contábeis Opinião com ressalva Opinião adversa
apresentam distorções
relevantes

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Impossibilidade de se obter Opinião com ressalva Abstenção de opinião


evidência de auditoria
apropriada e suficiente

Gabarito 17: B.
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

18- (FCC / AFTE-PE / 2014) – Considere:


III. A opinião do auditor independente sobre as demonstrações contábeis trata de
determinar se as demonstrações contábeis são elaboradas, em todos os aspectos
relevantes, em conformidade com a estrutura de relatório financeiro aplicável.
Comentários:
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Item III – Correto. Transcrição literal do item 11-a da NBC TA 200.


Gabarito 18: V.

19- (FCC - Auditor Público Externo (TCE-RS)/Arquitetura/2014 (e mais


4 concursos) Durante a realização do seu trabalho, o auditor não conseguiu obter
segurança razoável relativa às informações nem emitir opinião com ressalva. Nesse
caso, o auditor deve
a) aumentar o tamanho da amostragem.
b) convocar reunião com os administradores da instituição auditada.
c) solicitar reforço para sua equipe de auditoria.
d) trancar a auditoria.
e) abster de emitir opinião ou renunciar ao trabalho, se possível.
Resolução:

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Opinião com Possíveis efeitos de


ressalva distorções não detectadas
quando.. poderiam ser relevantes,
não conseguiu mas não generalizados
obter evidência
apropriada e Possíveis efeitos de
suficiente.. distorções não detectadas
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

Renunciar ao poderiam ser relevantes e


trabalho generalizados
quando...
Caso a renuncia não
seja viável/possível...

Abster-se de emitir
opinião
Cópia registrada para Artur guilherme (CPF: 077.211.554-01)

Gabarito 19: E.

20- (FCC - Auditor Público Externo (TCE-RS)/Ciências Contábeis/2014)


Nas circunstâncias em que o auditor, tendo obtido evidência de auditoria
apropriada e suficiente, conclui que as distorções, individualmente ou em conjunto,
são relevantes, mas não generalizadas nas demonstrações contábeis; ou, não
consegue obter evidência apropriada e suficiente de auditoria para suportar sua
opinião, mas conclui que os possíveis efeitos de distorções não detectadas, se
houver, sobre as demonstrações contábeis poderiam ser relevantes, mas não
generalizados, sua opinião a ser expressada, no parecer ou relatório de auditoria,
deve ser
a) com abstenção.
b) com ressalva.
c) adversa.
d) limpa.
e) com ênfase.
Resolução:
Palavra mágica: não generalizado. Neste caso, é sempre COM ressalva.

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distorção Relevante

Não
efeito Generalizado
generalizado
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evidência apropriada
sim não sim e não
e suficiente?

opinião adversa abstenção com ressalva


Cópia registrada para Artur guilherme (CPF: 077.211.554-01)

Gabarito 20: B.

21- (FCC / Analista Judiciário – Contabilidade TRT / 2013) Quando o


auditor encontra evidência relevante, mas não generalizada, deve emitir uma
opinião
a) adversa.
b) com abstenção.
c) inconclusiva.
d) com ressalva.
e) relativizada.
Resolução: Evidência Relevante + efeito não generalizado = opinião com ressalva.
Gabarito 21: D.

22- (FCC / Agente da DPE-SP – Contador / 2013) Com relação aos tipos de
Parecer de Auditoria, considere:
I. Na impossibilidade de manifestar-se sobre os conjuntos das demonstrações
financeiras examinadas, nada impede que o Auditor emita seu parecer apenas
sobre uma parte delas, desde que sobre essa parte tenha ele obtido as
comprovações necessárias.
II. Quando o Auditor não obtém comprovação suficiente para fundamentar seu
parecer sobre as demonstrações financeiras em conjunto, deve ele declarar
expressamente que está impossibilitado de emitir parecer sobre essas
demonstrações.

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III. Quando o Auditor verificar efeitos que, no seu julgamento, comprometem


substancialmente as demonstrações financeiras por ele examinadas, deve declarar
expressamente que as referidas demonstrações não representam, adequadamente
e em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira ou os
resultados das operações da entidade.
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

Os trechos I, II e III, respectivamente, referem-se a pareceres


a) com negativa de opinião, com ressalva e adverso.
b) com ressalva, com negativa de opinião e adverso.
c) adverso, parcial e com ressalva.
d) parcial, com negativa de opinião e adverso.
e) adverso, com negativa de opinião e com ressalva.
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Resolução:
Item I – Parcial. Não existe previsão nas NBCs para emissão de relatório parcial,
apenas no caso do auditor interno, mas, como a pergunta fala “nada impede”, fica
aí a possibilidade diante desta limitação de escopo. De acordo com a NBC TA 700
e 705, o correto seria não aceitar o trabalho (quando limitação for conhecida antes
do início do trabalho), ou abandonar ele, se não tiver impedimento legal.
Item II – Abstenção de opinião é o termo usado para o tipo de opinião neste caso,
mas, negativa de opinião é usada por alguns doutrinadores da área, no mesmo
sentido.
Item III – Opinião adversa, emitida quando os efeitos das distorções relevantes
foram relevantes e generalizados.
Esquematização:

distorção Relevante

Não
efeito Generalizado
generalizado

evidência apropriada
sim não sim e não
e suficiente?

opinião adversa abstenção com ressalva

Gabarito 22: D.

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23- (FCC - Agente de Fiscalização Financeira (TCE-SP)/"Sem


Área"/2012) Segundo a NBC TA 705, que trata da opinião do auditor
independente, caso as demonstrações contábeis apresentem distorções relevantes
que, no julgamento do auditor, estão disseminadas em vários elementos, contas
ou itens das demonstrações financeiras, esse profissional deve emitir um relatório
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a) padrão.
b) com ressalva.
c) com opinião adversa.
d) com abstenção de opinião.
e) sem ressalva.
Resolução:
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Generalizado? Adversa ou abstenção de opinião


Obteve evidência? Opinião Adversa!
Gabarito 23: C.

24- (FCC / Analista Ministerial MP-PE / 2012) De acordo com a NBC TA 705,
se houver impossibilidade de obter evidência de auditoria apropriada e suficiente e
o auditor julgar que o possível efeito desse fato sobre as demonstrações contábeis
for relevante e generalizado, ele deve emitir um relatório (nova denominação do
antigo parecer de auditoria ):
a) sem ressalva.
b) com abstenção de opinião.
c) com ressalva.
d) adverso.
e) limpo.
Resolução:
Generalizado? Adversa ou abstenção
Sem evidência apropriada/suficiente? Abstenção de opinião!
Gabarito 24: B.

25- (FCC / Analista Judiciário Contabilidade – TRT 6ª / 2012) Quando um


objetivo em uma norma NBC TA relevante não puder ser cumprido e referido fato
impedir que o auditor cumpra com os objetivos gerais de auditoria e faça com que

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o auditor modifique sua opinião ou renuncie ao trabalho, tal fato ensejará a emissão
de relatório
a) adverso ou com ressalva.
b) com abstenção de opinião ou sem ressalvas.
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c) com negativa de opinião ou com limitação de escopo.


d) sem ressalva ou adverso.
e) sem ressalvas ou com ênfases.
Resolução:
Conforme item 24 da NBC TA 200:
“24. Se um objetivo em uma NBC TA relevante não pode ser cumprido, o auditor
deve avaliar se isso o impede de cumprir os objetivos gerais de auditoria e se isso
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exige que ele, em conformidade com as NBC TAs, modifique sua opinião ou
renuncie ao trabalho (quando a renúncia é possível de acordo com lei ou
regulamento aplicável).(...)”
O tipo de modificação de opinião vai depender do caso, mas sabemos que deve ser
modificada a opinião ou feita a renúncia do trabalho.
Por isto, a alternativa A é a única que se encaixaria no caso, sendo o gabarito da
questão.
Gabarito 25: A.

26- (FCC / ISS SP / 2012) A empresa Delta Petróleo S.A. está encerrando, em
fevereiro de 2012, o processo de auditoria de suas demonstrações financeiras
pertinentes ao ano de 2011. Os trabalhos da auditoria estão em fase de finalização
e a empresa informa ao mercado a ocorrência de um grande vazamento que
afetará a continuidade de suas operações no Brasil, uma vez que a multa recebida
inviabiliza a empresa. Nesse caso, o auditor deve
a) emitir relatório de auditoria com abstenção de opinião por não ter tempo hábil
para reconduzir a auditoria para uma demonstração financeira pelos critérios de
realização dos ativos e passivos.
b) manter o seu relatório de auditoria, evidenciando em notas explicativas a
descontinuidade.
c) abster-se de emitir opinião, uma vez que conjunturalmente a situação da
empresa se modificou, alterando todo o planejamento da auditoria.
d) ressalvar o parecer, evidenciando a possibilidade de descontinuidade e
mantendo as demonstrações financeiras.

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e) exigir da empresa a elaboração de demonstrações contábeis específicas para


atender às demonstrações exigidas nessa situação de descontinuidade.
Resolução:
A empresa, diante de um fato que pode comprometer a sua continuidade
operacional (grande vazamento), informa ao mercado que a multa recebida
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inviabiliza a empresa. Como a empresa fez esta comunicação ao mercado, tal


informação claramente também chegou ao auditor.
O auditor, ao se deparar com situação que afete o princípio da continuidade (sobre
o qual são elaboradas as demonstrações contábeis), deve questionar a empresa
sobre como ela irá tratar isso, ou seja, se ela vai efetuar a reelaboração das
demonstrações contábeis (agora sem levar em conta o princípio da continuidade).
Caso ela não efetue tal modificação, o auditor deve avisá-la sobre os efeitos em
sua opinião.
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De acordo com o item 21 da NBC TA 570, temos que:


"21. Se as demonstrações contábeis foram elaboradas no pressuposto de
continuidade operacional, mas no julgamento do auditor, a utilização desse
pressuposto pela administração nas demonstrações contábeis é inapropriada, ele
deve expressar opinião adversa".
Gabarito 26: E.

27- (FCC / ISS-SP / 2012) A empresa exportatudo S.A. tem em suas


operações instrumentos financeiros derivativos de hedge de moeda para cobertura
de sua exposição cambial. Apesar de enquadrar-se na condição para contabilização
pelo método de hedgeaccounting não o aplica. Dessa forma, deve o auditor externo
a) verificar se o procedimento está divulgado em nota explicativa e emitir relatório
de auditoria sem ressalva, uma vez que esse procedimento é opcional.
b) avaliar o impacto e verificar se o procedimento afeta representativamente o
resultado, ressalvando o relatório de auditoria.
c) emitir relatório de auditoria, condicionando sua avaliação aos reflexos que o
referido procedimento causaria às demonstrações contábeis.
d) abster-se de emitir opinião em virtude da relevância que o procedimento causa
nas demonstrações contábeis das empresas de forma geral.
e) ressalvar e enfatizar, no relatório de auditoria, os efeitos que o referido
procedimento causa às demonstrações financeiras auditadas.
Resolução:

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Para responder essa questão precisamos saber se a "contabilização pelo método


de headgeaccounting" é uma exigência. Caso sim, verificar qual impacto sobre as
demonstrações contábeis da entidade para que possa verificar qual a opinão
adequada a ser emitida pelo auditor.
Para isso, vamos até o CPC (pronunciamento técnico) número 14, em seu item 47:
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"Para entidades que realizam operações com derivativos (e alguns instrumentos


financeiros não derivativos - ver item 49) com o objetivo de hedge em relação a
um risco específico determinado e documentado, há a possibilidade de aplicação
da metodologia denominada contabilidade de operações de hedge ( hedge
accounting)".
Portanto, como não é feita uma obrigação, mas sim uma possibilidade, algo
opcional ("há a possibilidade de aplicação da metodologia"). Se não há distorção,
não há que se falar em modificação na opinião do auditor, devendo a mesma ser
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emitida sem ressalva.


O parágrafo de ênfase serve para dar destaque a um assunto em que o auditor
julga ser importante para os seus usuários, sendo aplicável no caso ora em
questão.
Gabarito 27: A.

28- (FCC / Analista de Controle TCE-PR / 2011) Quando as demonstrações


financeiras representam adequadamente a posição patrimonial e financeira, o
auditor emite um parecer
a) conclusivo.
b) sem especificações.
c) extroverso.
d) finalístico.
e) sem ressalva.
Resolução: De acordo com o item 7 da NBC TA 700, temos que:
"7. Opinião não modificada ou sem modificações é a opinião expressa pelo auditor
quando ele conclui que as demonstrações contábeis são elaboradas, em todos os
aspectos relevantes, de acordo com a estrutura de relatório financeiro aplicável".
Portanto, a alternativa E está correta.
obs. as outras opções não são definidas pelas Normas Brasileiras de Contabilidade
no que se refere à Auditoria Independente.
Gabarito 28: E.

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29- (FCC / Analista Judiciário – Contabilidade – TRT / 2011) O processo


de auditoria e a emissão de relatório de auditoria sem ressalva
a) não isenta o administrador e os agentes de governança das responsabilidades
legais e normativas.
b) divide a responsabilidade pelas demonstrações contábeis com os
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administradores e transfere a responsabilidade de eventuais fraudes não


constatadas, para a firma de auditoria.
c) exime da responsabilidade os administradores e a diretoria executiva da
empresa, dividindo as responsabilidades com os agentes de governança.
d) não elimina a possibilidade de erros materiais e de distorções relevantes nas
demonstrações contábeis.
e) elimina a responsabilidade dos agentes de governança das responsabilidades
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legais e normativas.
Resolução:
A responsabilidade do auditor é expressar uma opinião sobre as demonstrações
contábeis com base na auditoria, sendo que a emissão de um relatório sem ressalva
não interfere nas responsabilidades legais e normativas do administrador e dos
agentes de governança.
Devo ressaltar, no entanto, que a alternativa D está mal redigida. Da forma que
está, na minha opinião, estaria correta, já que na auditoria não é possível eliminar
(ou seja, ter 100% de certeza) tendo em vista as limitações inerentes próprias da
atividade.
Gabarito 29: A.

30- (FCC / Analista Judiciário – Contador TRF / 2011) No processo de


auditoria, para emissão de relatório, deve se obter
a) documentação mínima que suporte o processo de auditoria independente, sem
a necessidade de confirmação da fidedignidade dos documentos, ainda que haja
indícios de fraude.
b) confirmação dos eventos, dentro do processo de revisão analítica, limitando-se
a revisão dos documentos selecionados por amostra estatística,
independentemente do nível de risco oferecido.
c) evidência de auditoria apropriada e suficiente para a redução do risco de
auditoria a um nível aceitável baixo.
d) confirmação de que as demonstrações contábeis não apresentam quaisquer
níveis de fraude ou erro.

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e) confirmação do risco inerente da entidade, que é igual para todas as classes


relacionadas de transações apresentadas nas demonstrações contábeis.
Resolução:
De acordo com o item A31 da NBC TA 200, temos que:
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"A31. Determinar se foi obtida evidência de auditoria apropriada e suficiente para


a redução do risco de auditoria a um nível aceitavelmente baixo, possibilitando
assim ao auditor tirar conclusões para fundamentar sua opinião, é uma questão de
julgamento profissional".
Portanto, gabarito da questão alternativa C.
Alternativa A - Errado. O auditor deve confirmar a fidedignidade dos documentos,
ainda mais quando houver indícios de fraude.
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Alternativa B - Errado. O auditor ao efetuar a emissão de ser relatório deve obter


evidência apropriada e suficiente para sustentar a sua opinião, não tendo relação
ao que foi exposto na alternativa.
Alternativa D - Errado. Para emissão de sua opinião, o auditor não precisa
certificar-se de que não existem fraude/erro. O que ele deve obter é segurança
razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorções relevantes.
Alternativa E - Errado. O risco inerente (como o próprio nome diz) é inerente a
conta específica. Por exemplo, contas que envolvem cálculos de estimativas
contábeis com uma incerteza maior, apresenta um risco inerente maior (risco
inerente faz parte do risco de distorção relevante). Portanto, a questão encontra-
se errada ao afirmar que o risco inerente é igual para todas as classes/transações.
Gabarito 30: C.

31- (FCC / Analista de Controle Externo – Inspeção de Obras Públicas


TCM-CE / 2010) Uma opinião modificada dos auditores independentes, segundo
a natureza da opinião que contém, pode ser do tipo
a) negativa, positiva, limpa ou contrária.
b) com ressalva, com abstenção de opinião ou adversa.
c) com abstenção de avaliação de provas, limpa, com ressalva ou sem ressalva.
d) generalizada ou contrária.
e) sem ressalva, pericial contábil ou adversa.
Resolução: De acordo com a NBC TA 705, item 5, são 3 os tipos de opinião
modificada: i) Com ressalva; ii) Adverso; iii) Abstenção de opinião.
Gabarito 31: B.

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32- (FCC / Auditor Fiscal de Tributos Estaduais – SEFIN RO / 2010)


Considere as seguintes afirmações:
III. O parecer dos auditores independentes classifica-se, segundo a natureza da
opinião que contém, em parecer sem ressalva, parecer com ressalva, parecer
adverso e parecer com parágrafo de ênfase.
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Resolução:
Alternativa III - Errado. De acordo com a NBC TA 700 e NBC TA 705, a opinião
do auditor pode ser sem ressalva, com ressalva, adversa ou com abstenção de
opinião, sendo assim, alternativa encontra-se incorreta.
Gabarito 32: F.
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33- (FCC / Analista Trainee – Ciências Contábeis METRÔ / 2010) Em


relação ao parecer da auditoria independente, é correto afirmar:
a) A data do parecer e a data da conclusão dos trabalhos de auditoria devem
necessariamente coincidir, inexistindo exceções à essa regra.
b) Em caso de emissão de parecer sem ressalva, não há necessidade de o auditor
elaborar o parágrafo de extensão dos trabalhos e o parágrafo de opinião.
c) A limitação na extensão dos trabalhos do auditor pode obrigá-lo a emitir parecer
com ressalva ou com abstenção de opinião.
d) Caso o auditor emita parecer adverso, ele deve descrever os motivos e a
natureza das divergências num parágrafo imediatamente posterior ao da opinião.
e) Quando as demonstrações contábeis são divulgadas de forma comparativa com
a do exercício anterior e houver mudança de auditores, o auditor atual está
obrigado também a emitir parecer sobre as demonstrações do exercício anterior.
Resolução:
Alternativa A – ERRADO. De acordo com a NBC TA 70, o relatório do auditor
independente não pode ter data anterior à data em que ele obteve evidência de
auditoria apropriada e suficiente para fundamentar a sua opinião sobre as
demonstrações contábeis.
Alternativa B – ERRADO. No caso de emissão de opinião sem ressalva (não
modificada), o auditor deve evidenciar isso em seu parágrafo de opinião. Ou seja,
é necessário a emissão do parágrafo de opinião, diferentemente do que afirma a
alternativa ora em questão.
Alternativa C – CORRETO. A limitação na extensão dos trabalhos gera a
impossibilidade de obtenção de evidências de auditorias apropriadas e suficientes,

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o que pode levar o auditor a concluir que os efeitos das possíveis distorções não
detectadas, se houver, poderiam ser relevantes.
Caso não seja generalizado, o auditor deve emitir uma opinião com ressalva;
Caso seja generalizado, o auditor deve abster-se de emitir opinião.
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Alternativa D – ERRADO. O auditor descreve os motivos e a natureza das


divergências no parágrafo de opinião, e não em um parágrafo posterior ao de
opinião, como afirma a alternativa.
Alternativa E – ERRADO. O auditor não é obrigado a emitir relatório (parecer) sobre
demonstrações do exercício anterior. No entanto, como trata-se de auditoria inicial,
alguns procedimentos devem ser tomados para conferir os saldos iniciais, por
exemplo, entre outros fatores.
Gabarito 33: C.
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34- (FCC / APOF SEFAZ SP / 2010) Em uma auditoria em que não foi possível
obter comprovação suficiente para fundamentar uma opinião, devido às limitações
no escopo dos exames realizados, o auditor
a) deve emitir um parecer adverso.
b) deve emitir um parecer com negativa de opinião.
c) deve emitir um parecer com ressalvas.
d) deve emitir um parecer sem ressalvas.
e) não deve emitir qualquer parecer.
Resolução:
Conforme NBC TA 705:
Natureza do assunto que Julgamento do auditor sobre a disseminação de
gerou a modificação forma generalizada dos efeitos ou possíveis efeitos
sobre as demonstrações contábeis
Relevante mas não Relevante e
generalizado generalizado
Demonstrações contábeis Opinião com ressalva Opinião adversa
apresentam distorções
relevantes
Impossibilidade de obter Opinião com ressalva Abstenção de opinião
evidência de auditoria
apropriada e suficiente

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Se o auditor não conseguiu fundamentar uma opinião, o efeito é generalizado e


por isto a Abstenção de opinião.
Gabarito 34: B.
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35- (FCC / Técnico Superior de Análise Contábil PGE RJ / 2009) A empresa


Clean S.A. modificou as demonstrações contábeis publicadas. A administração não
tomou as medidas necessárias para assegurar que todas as pessoas que tinham
recebido as demonstrações contábeis anteriormente divulgadas tivessem acesso
às novas, limitando-se a divulgar em seu site. O auditor entendeu que deveria
modificar seu parecer, mas a administração não aceitou. Nesse caso, o auditor
a) não tem nenhum procedimento a fazer, uma vez que as demonstrações
contábeis publicadas não são as que serviram para o trabalho de auditoria,
Cópia registrada para Artur guilherme (CPF: 077.211.554-01)

podendo ele justificar com os papéis de trabalho.


b) deverá informar à administração que poderá tomar medidas para impedir que
seu parecer seja utilizado por terceiros, resguardando seus direitos e obrigações
legais.
c) deverá comunicar tal ocorrência diretamente ao mercado e aos órgãos
competentes, mesmo que a empresa não seja informada de que ele tomará essas
providências.
d) só deverá se manifestar se estiver no período entre a data do encerramento das
demonstrações contábeis e a publicação, não sendo responsável por eventos
ocorridos após a publicação.
e) deverá refazer os trabalhos, complementando-os, sendo que o parecer dentro
dessas circunstâncias se torna nulo.
Resolução:
Se as demonstrações contábeis precisam ser alteradas e a administração de
empresa não o faz, o relatório do auditor independente ficará defasado e pode
gerar prejuízo para quem o ler, por este motivo, o auditor independente deve
notificar a administração de que procurará evitar o uso por terceiros daquele
relatório no futuro.
Gabarito 35: B.

36- (FCC / Analista Judiciário Auditor – TJ-PI / 2009) Após a data de


emissão de seu parecer sem ressalva, mas antes da divulgação das demonstrações
contábeis, o auditor toma conhecimento de um fato que possa afetar de maneira
relevante as demonstrações contábeis e ele decide que estas devam ser revisadas
pela administração. Então,

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a) caso a administração concorde em revisar as demonstrações contábeis em


consonância com a opinião do auditor, ele está dispensado de emitir um novo
parecer de auditoria sobre as demonstrações contábeis revisadas.
b) caso a administração decida não alterar as demonstrações contábeis, ele deve
emitir um novo parecer descrevendo o fato no parágrafo de opinião, mas esse novo
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

parecer continuará sendo considerado sem ressalva.


c) ele deve comunicar aos órgãos reguladores que o parecer emitido naquela data
não tem validade legal, independentemente ou não de a administração decidir
modificar as demonstrações contábeis.
d) ele deve emitir um comunicado público externando que, exceto pelo fato
mencionado, sua opinião está correta.
e) caso a administração concorde em revisar as demonstrações contábeis em
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consonância com a opinião do auditor, ele poderá emitir um novo parecer com
dupla data.
Resolução:
A questão trata de um evento subseqüente, sendo que o fato ocorreu após a
emissão do relatório por parte do auditor, mas antes da divulgação das
demonstrações contábeis.
Quando a empresa concorda em alterar as demonstrações contábeis em
atendimento à solicitação do auditor, o mesmo deve emitir novo relatório, ou,
quando a alteração dada pela empresa for restrita aos eventos subseqüentes, é
permitido incluir uma data adicional no relatório do auditor (também conhecida
como dupla-data).
Gabarito 36: E.

37- (FCC / Analista Técnico de controle externo – Tecnologia de


Informação TCE-AM / 2008) Se o auditor discordar ou tiver dúvidas quanto a
um ou mais elementos específicos das demonstrações financeiras que sejam
relevantes, mas não fundamentais para a compreensão delas, o conteúdo do
parecer de auditoria deve indicar claramente que se trata de um parecer
a) pleno.
b) adverso.
c) com ressalvas.
d) com notas relevantes.
e) com negativa de opinião.

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Resolução:
Transcrevo parte do enunciado, que auxiliará na resolução da questão:
“discordar ou tiver dúvida (...) elementos específicos das demonstrações
financeiras que sejam relevantes, mas não fundamentais”.
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

Veja que o auditor não emitirá um parecer limpo já que discorda (ou tem dúvida)
quanto a um ou mais elementos. O fato de estes elementos serem específicos,
relevantes, mas não fundamentais, faz com que o auditor expresse sua opinião
através de um relatório contendo opinião com ressalva, sendo o gabarito da
questão, alternativa letra C.
LEMBRETE!! Situações para emissão de parecer com ressalva:
-Demonstrações contábeis apresentarem distorções relevantes;
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-Impossibilidade de obter evidência de auditoria apropriada e suficiente;


Julgamento do auditor sobre estes fatos:
- São relevantes, mas NÃO generalizados.
Gabarito 37: C.

38- (FCC / Analista Judiciário Contadoria TRF / 2007) O auditor externo,


antes de emitir seu parecer, constata que a empresa perdeu seu maior cliente, o
que evidencia a sua descontinuidade. Nesse caso, deve o auditor
a) emitir parecer com ressalva, demonstrando os efeitos que teriam na
demonstração, caso efetive a descontinuidade.
b) emitir parecer com ressalva, mantendo as demonstrações contábeis.
c) não emitir parecer com abstenção de opinião, mantendo as demonstrações
contábeis.
d) emitir parecer adverso, solicitando a retificação das demonstrações contábeis,
reconhecendo os Ativos pelo valor de realização.
e) não emitir parecer, por não haver tempo hábil para refazer os trabalhos e, assim,
apresentar as demonstrações contábeis de forma adequada.
Resolução:
O examinador afirma que a perda do seu maior cliente põe em risco a continuidade
operacional da empresa.
Sendo assim, trata-se de uma distorção detectada, relevante e generalizado,
sendo que o auditor deve expressar uma opinião adversa, neste caso, solicitando

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que a empresa adote as devidas providências contábeis de forma que tal fato fique
evidenciado em suas demonstrações.
Gabarito 38: D.
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39- (FCC / Agente Fiscal de Rendas SP / 2006) Quando houver incerteza


em relação a fatos relevantes que não estejam ainda perfeitamente identificados
ao final dos trabalhos de auditoria independente e nem claramente expostos no
conjunto das demonstrações contábeis, recomenda- se que o auditor emita um
parecer
a) com abstenção de opinião.
b) com um parágrafo de ênfase, após o parágrafo de opinião, recomendando a
continuidade dos trabalhos de auditoria.
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c) sem ressalva, já que nada pode ser comprovado com certeza.


d) com ressalva ou opinião adversa, a seu juízo.
e) parcial.
Resolução:
Antes de começarmos a tratar este assunto, devo salientar que atualmente, a
norma vigente a respeito da emissão de opiniões (antigos pareceres) são as NBC
TA 700, 705 e 706.
De acordo com a NBC TA 705, existem 3 (três) tipos de opiniões modificadas,
sendo utilizadas conforme as situações descritas abaixo:
i) Opinião com ressalva:
 Quando o auditor obtiver evidência de auditoria apropriada e suficiente e
concluir que as distorções são relevantes, mas não generalizadas nas
demonstrações contábeis.
 Quando o auditor não obtiver evidência de auditoria apropriada e suficiente
mas concluir que os efeitos das possíveis distorções não detectadas, se houver,
poderiam ser relevantes, mas não generalizadas.
ii) Opinião adversa:
 Quando o auditor obtiver evidência de auditoria apropriada e suficiente e
concluir que as distorções são relevantes E generalizadas nas demonstrações
contábeis.
iii) Abstenção de opinião:

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 Quando o auditor não obtiver evidência de auditoria apropriada e suficiente


mas concluir que os efeitos das possíveis distorções não detectadas, se houver,
poderiam ser relevantes e generalizadas.
 Quando o auditor, independentemente de obter evidência apropriada ou não,
concluir que não é possível expressar uma opinião sobre as demonstrações
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contábeis devido à possível interação das incertezas e seu possível efeito


cumulativo.
O enunciado da questão diz que as incertezas não estão perfeitamente identificadas
e não estão claramente expostos, descartando as alternativas “A, C e E”.
Não é o caso da utilização do parágrafo de ênfase, conforme explicado em questões
posteriores.
Com isso, podemos chegar à resposta da questão, que é a alternativa letra D.
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Gabarito 39: D.

40- (FGV - Esp Leg NS (ALERJ)/ALERJ / Qualquer Nível Superior / 2017)


Quando em determinada entidade o auditor tiver necessidade de averiguar
informações junto aos funcionários responsáveis pelo acompanhamento das
vendas, da posição dos investimentos e dos controles internos, deverá usar a
técnica:
a) da amostragem;
b) da conferência de cálculos;
c) da circularização;
d) do exame de registros auxiliares;
e) do inquérito.
Resolução:
Inquérito é usado, pela doutrina, de foram análogas à Indagação, termo usado
pelas normas.
O que vem a ser indagação? Vejamos a NBC TA 500:
“A22. A indagação consiste na busca de informações junto a pessoas com
conhecimento, financeiro e não financeiro, dentro ou fora da entidade. (...) As
indagações podem incluir desde indagações escritas formais até indagações orais
informais. A avaliação das respostas às indagações é parte integral do processo de
indagação.”
Gabarito 40: E.

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41- (FGV - APF (SEPOG RO)/SEPOG RO/2017) No relatório do auditor


independente sobre as demonstrações contábeis, a ordem de apresentação de cada
assunto na seção dos “Principais Assuntos de Auditoria” deve ser determinada de
acordo com
a) a liquidez das transações.
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b) o julgamento do auditor.
c) os montantes envolvidos.
d) a ordem cronológica dos fatos de origem.
e) a ordem como estão divulgados os fatos nas demonstrações contábeis.
Resolução:
Com exceção das seções “Opinião” e “Base para opinião”, a NBC TA 700 não
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estabelece exigências para ordenar os elementos do relatório do auditor.


Título
Destinatário
Opinião do auditor
Base para opinião
Continuidade operacional
Principais Assuntos
Outros assuntos
Responsabilidades pelas demonstrações contábeis
Responsabilidades do auditor independente pela auditoria
Nome do sócio ou responsável técnico
Assinatura do auditor
Endereço do auditor independente
Data do relatório do auditor

Gabarito 41: B.

42- (FGV - AFTE (SEFIN RO)/SEFIN RO/2018) Ao auditar uma sociedade


empresária, o auditor independente concluiu que os estoques estão
superavaliados. A distorção é considerada relevante, no entanto não é generalizada
para as demonstrações contábeis.

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Nesse caso, o auditor independente deve emitir um relatório com


a) opinião sem ressalva.
b) opinião com ressalva.
c) opinião adversa.
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d) abstenção de opinião.
e) parágrafo de ênfase.
Resolução:
Relevante mas NÃO generalizado? Significa que conseguiu evidência (elimina-se a
abstenção de opinião) e que o efeito não é o maior, logo, opinião com ressalva.
Respondi assim pra treinarem o raciocínio, da tabela que consta no item A1 da NBC
TA 705:
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Natureza do assunto que Julgamento do auditor sobre a disseminação de


gerou a modificação forma generalizada dos efeitos ou possíveis efeitos
sobre as demonstrações contábeis
Relevante mas não Relevante e
generalizado generalizado
Demonstrações contábeis Opinião com ressalva Opinião adversa
apresentam distorções
relevantes
Impossibilidade de obter Opinião com ressalva Abstenção de opinião
evidência de auditoria
apropriada e suficiente

Gabarito 42: B.

43- (FGV / ISS Cuiabá / 2014) Em 31/12/2013, uma empresa de patrimônio


líquido de R$ 400.000,00 possuía financiamentos no valor de R$ 500.000,00. Estes
tinham como data de vencimento 31/12/2012, mas a empresa não tinha saldo para
pagar os financiamentos e não conseguiu renegociá-los. Por isso, estava
considerando declarar falência. As notas explicativas e as demonstrações contábeis
não refletiam a incerteza em relação à capacidade de funcionamento da empresa.
Na data, o auditor deve
(A) apresentar um relatório com opinião com ressalva.
(B) apresentar um relatório com opinião adversa.

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(C) expressar uma opinião sem ressalvas e incluir um parágrafo de ênfase em seu
relatório.
(D) abster-se de emitir sua opinião.
(E) denunciar a empresa ao órgão regulador.
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Resolução:
Questão sobre continuidade operacional da empresa, tratada na norma NBC TA
570. Diante do fato de a empresa não ter refletido a situação de incerteza nas
demonstrações contábeis e notas explicativas, o auditor deve emitir uma opinião
modificada. Como trata-se de uma declaração de falência, ou seja, afeta as
demonstrações contábeis como um todo (efeito generalizado), trata-se de uma
emissão de opinião adversa.
É desta forma que preceitua a NBC TA 705 e o item 21 da NBC TA 570:
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Se as demonstrações contábeis foram elaboradas utilizando a base contábil de


continuidade operacional, mas, no julgamento do auditor, a utilização dessa base
pela administração na elaboração das demonstrações contábeis é inapropriada, ele
deve expressar opinião adversa”
Gabarito 43: B.

44- (FGV / Consultor Legislativo Especial – Assembleia Legislativa MA /


2013) O tipo de parecer de auditoria que se refere à opinião do auditor sobre os
valores apresentados pelas demonstrações contábeis auditadas e que expressa um
procedimento de classificação de recebíveis, não refletiu com precisão, de acordo
com os princípios de contabilidade, a posição patrimonial, mas não representa um
erro significativo a ponto de distorcer os valores dos resultados apresentados.
Esse tipo de parecer é denominado
a) adverso.
b) negativa de opinião.
c) abstenção de opinião.
d) com ressalva.
e) sem ressalva.
Resolução:
Enunciado deixa claro que foi encontrada evidência de distorção relevante, mas
não generalizada “não representa um erro significativo a ponto de distorcer os
valores dos resultados apresentados “, portanto, opinião com ressalva.
Gabarito 44: D.

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45- (FGV / Analista de Controle Interno SEFAZ-RJ / 2011) Quando houver


uma limitação no escopo do trabalho do auditor provocado pela entidade auditada,
o parecer deverá ser emitido na(s) modalidade(s)
a) adverso ou com abstenção de opinião.
b) sem ressalvas.
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c) com parágrafo de ênfase.


d) adverso ou com ressalva.
e) com ressalva ou com abstenção de opinião.
Resolução:
Quando se tem limitação de escopo, significa que o auditor terá limitação ao
conseguir as evidências, logo, deverá emitir opinião com ressalva ou abstenção de
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opinião, dependendo se isto é pontual ou generalizado.


Natureza do assunto que Julgamento do auditor sobre a disseminação de
gerou a modificação forma generalizada dos efeitos ou possíveis
efeitos sobre as demonstrações contábeis
Relevante mas não Relevante e
generalizado generalizado
Demonstrações contábeis Opinião com ressalva Opinião adversa
apresentam distorções
relevantes
Impossibilidade de obter Opinião com ressalva Abstenção de opinião
evidência de auditoria
apropriada e suficiente

Gabarito 45: E.

46- (FGV / AFRE-RJ / 2011) A firma de auditoria Auditores Associados foi


contratada para emitir parecer específico sobre o balanço patrimonial de
determinada entidade. Ela disponibilizou acesso ilimitado a todas as áreas da
empresa, a todos os relatórios, registros, dados, informações e demais
demonstrações contábeis, de forma a serem possíveis todos os procedimentos de
auditoria. Dessa forma, é correto classificar essa auditoria como
a) uma limitação no escopo do trabalho.
b) um trabalho de objetivo ilimitado, que deverá gerar parecer na modalidade com
ressalvas, pelo menos.

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c) uma indeterminação na profundidade do trabalho.


d) um trabalho de objetivo limitado.
e) uma restrição na profundidade do trabalho.
Resolução:
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A firma de auditoria foi contratada para um serviço específico: Analisar o balanço


patrimonial. Portanto, trata-se de um trabalho de objetivo limitado.
Não há que se falar em limitação de espoco ou algo do gênero, tendo em vista que
a entidade auditada disponibilizou acesso ilimitado a todas as áreas da empresa,
a todos os relatórios, registros etc., de forma a serem possíveis todos os
procedimentos de auditoria.
Gabarito 46: D.
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47- (FGV / Analista de Controle Interno SAD-PE / 2009) O auditor


identificou um fato devidamente comprovado, que envolveria incerteza não
adequadamente demonstrada nos balanços ou em notas explicativas. Nesse caso,
o parecer emitido pelo auditor será:
a) com abstenção de opinião ou adverso.
b) regular com ressalvas ou regular pleno.
c) com ressalvas ou adverso.
d) irregular ou com ressalvas.
e) com opinião negativa ou absoluto.
Resolução:
Auditor identificou distorção, a opinião pode ser com ressalva (efeito pontual) ou
adversa (efeito generalizado).
Gabarito 47: C.

48- (FGV / TCM RJ / 2008) Durante a aplicação dos testes substantivos, o


auditor detectou que o (sub) grupo intangível apresentava valor significativo
(relevante). Assim, com o intuito de validar esse item, solicitou o laudo de
avaliação, que sustentou o valor apresentado no balanço patrimonial. Após
aplicação dos procedimentos de inspeção e cálculo, concluiu que o valor lançado
estava superavaliado. Tendo informado o fato à administração da auditada,
recebeu a resposta de que ela não estaria disposta a corrigir. Em relação aos
pareceres que poderiam ser emitidos nesse caso, tendo em vista a discordância
entre auditor e auditada e considerando que não houve limitação no escopo dos

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trabalhos, consoante o CFC (Resolução 830 de 1998 e Resolução 953 de 2003),


assinale a alternativa correta.
a) sem ressalvas, uma vez que o lançamento do intangível no balanço não é
obrigatório.
b) com abstenção de opinião ou com ressalvas.
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c) com ressalvas, adverso ou com abstenção de opinião.


d) sem ressalvas, adverso, com abstenção de opinião e com ressalvas.
e) adverso ou com ressalvas.
Resolução:
Auditor detectou superavaliação = obteve evidência de distorção. Como o valor era
significativo, é relevante. A administração foi comunicada, mas não adotou solução,
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logo, o auditor deve emitir opinião com ressalva ou adverso.


Gabarito 48: E

49- (FGV / AFRE-RJ / 2008) A auditoria independente de demonstrações


contábeis objetiva validar e certificar a adequação dessas demonstrações em face
das normas brasileiras de contabilidade e das práticas contábeis em vigor no Brasil.
Para que tenha condições de certificar as informações apresentadas, o auditor
aplica dois grandes conjuntos de testes: os testes de observância (ou aderência) e
os testes substantivos. Os primeiros objetivam verificar a existência, efetividade,
adequação e confiabilidade do controle interno da empresa, com vistas a
determinar, em um segundo momento, o volume de testes substantivos a serem
aplicados nas diversas áreas a serem testadas. Os testes substantivos
compreendem duas categorias: os de transações e saldos e os procedimentos de
revisão analítica.
Os testes de observância, como o próprio nome evidencia, buscarão validar se as
transações contabilizadas de fato ocorreram (em determinadas situações, as
empresas registram operações fictícias, sem suporte documental, com o objetivo
de mascarar determinada evidência ou apresentar uma situação diferente da real)
e se os saldos correspondem à realidade. Já a revisão analítica compreende um
conjunto de índices e indicadores que funcionam como sinal de alerta para o
auditor.
Ao final dos trabalhos, o auditor evidenciará sua opinião em um documento
denominado "parecer de auditoria". Nele, caso opte pela modalidade "sem
ressalvas", é correto afirmar que:

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a) serve como garantia de viabilidade futura. Ou seja, constando ou não um


parágrafo de ênfase, a empresa deverá continuar a operar normalmente por, pelo
menos, mais um exercício.
b) o trabalho de auditoria foi bem realizado, tendo sido todos os procedimentos
listados no planejamento efetivamente executados.
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c) não se detectaram impropriedades relevantes ou, em caso afirmativo, elas


foram adequadamente ajustadas nas demonstrações.
d) houve limitações significativas no escopo do trabalho.
e) a administração da entidade auditada atuou de forma eficiente e eficaz, tendo
optado, na maior parte do tempo, por decisões mais acertadas.
Resolução:
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O auditor independente tem como objetivo emitir sua opinião sobre a adequação
das demonstrações contábeis auditadas, através de seu relatório. Esta opinião não
serve como garantia de viabilidade futura da empresa, o que torna a alternativa
"A" errada, conforme previsto no item A1 da NBC TA 200.
A alternativa B fala sobre o trabalho de auditoria efetuado de forma correta, no
entanto, a questão está abordando o tema "parecer sem ressalva", sendo que para
a opinião não ter ressalva não tem relação com a forma que a auditoria foi
conduzida, mas sim, com relação a conclusão alcançada, como podemos verificar
ao ler o item 7 da NBC TA 700, ora transcrito:
"7. Opinião não modificada ou sem modificações é a opinião expressa pelo auditor
quando ele conclui que as demonstrações contábeis são elaboradas, em todos os
aspectos relevantes, de acordo com a estrutura de relatório financeiro aplicável".
Gabarito 49: C.

50- (ESAF / AFRFB / 2014) No relatório de auditoria, deve ser divulgado


que os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo
a:
a) avaliação dos riscos de não conformidades nas demonstrações contábeis,
sempre causadas por fraudes.
b) estimativa dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis,
exclusivamente causadas por erro, sendo de responsabilidade da administração a
ocorrência de fraudes.
c) identificação de todos os riscos de distorção nas demonstrações contábeis e
no relatório da administração, independentemente se causada por fraude ou erro,
determinando sua materialidade.

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d) gestão dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis,


identificadas na matriz de riscos, causada exclusivamente por erro.
e) avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis,
independentemente se causada por fraude ou erro.
Resolução:
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Item 11 da NBC TA 700: “Para formar essa opinião, o auditor deve concluir se
obteve segurança razoável sobre se as demonstrações contábeis tomadas em
conjunto não apresentam distorções relevantes, independentemente se
causadas por fraude ou erro.”.
Portanto, vimos que são as demonstrações contábeis em conjunto (alternativa B
errada) e que são distorções relevantes, independentemente se causada por fraude
ou erro (A, C e D erradas).
Cópia registrada para Artur guilherme (CPF: 077.211.554-01)

Gabarito 50: E.

51- (ESAF / Analista CVM / 2010) No parecer sobre as demonstrações


contábeis, o auditor deve emitir sua opinião afirmando se estas representam
adequadamente ou não a situação patrimonial da entidade. Nesse parecer, devem
ser observados os seguintes aspectos relevantes, exceto:
a) as obrigações para o período seguinte.
b) a origem e a aplicação dos recursos para o período a que correspondem.
c) as mutações do patrimônio líquido.
d) a posição patrimonial e financeira.
e) o resultado das operações no período.
Resolução:
O objetivo do auditor é emitir uma opinião sobre a adequação das
demonstrações contábeis do período ora em análise, por isso a alternativa A,
"as obrigações para o período seguinte", encontra-se errada e é o gabarito da
questão.
As demais alternativas são exemplos de relatórios financeiros aplicáveis,
sendo analisados pelo auditor.
Gabarito 51: A.

52- (ESAF / Analista Técnico SUSEP / 2010) O auditor externo, quando


responsável pela auditoria das demonstrações contábeis da holding de um
conglomerado econômico, deve:

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a) evidenciar em cada folha, do conjunto de demonstrações auditadas e nas notas


explicativas, os itens ou contas que não foram objetos de auditoria.
b) limitar-se a dar divulgação sobre as demonstrações para as quais emitiu opinião.
c) ressalvar o parecer, evidenciando as áreas das demonstrações contábeis que
não foram auditadas por ele.
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d) evidenciar, no parecer de auditoria, as demonstrações das coligadas e


controladas que não foram auditadas por ele, identificando a firma de auditoria que
as auditou.
e) responsabilizar-se por todas as demonstrações contábeis utilizadas para
elaboração da demonstração objeto da auditoria.
Resolução:
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De acordo com a NBC T [Link], sempre que o nome do auditor estiver


associado com demonstrações ou informações contábeis que ele não auditou, estas
devem ser claramente identificadas como “não-auditadas, em cada folha do
conjunto.
Atualmente, a norma não tem esta previsão específica, mas como é algo
operacional que decorre da própria responsabilidade do auditor (de identificar o
que foi auditado, definição de escopo), a questão continua válida.
Gabarito 52: A.

53- (ESAF / Auditor Fiscal da Receita Federal / 2009) A empresa de


Transportes S.A. é uma empresa que tem seus registros contábeis e procedimentos
estabelecidos por agência de fiscalização. A agência estabeleceu procedimento
para registro das concessões que diverge significativamente, do procedimento
estabelecido pelo Conselho Federal de Contabilidade. Nessa situação, deve o
auditor emitir parecer:
a) sem abstenção de opinião.
b) adverso.
c) com ressalva.
d) sem ressalva, mas evidenciando em nota explicativa a divergência.
e) com abstenção de opinião.
Resolução:
De acordo com a NBC T 11 (Resolução CFC 820/97), em seu item [Link] temos
que:

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[Link]
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"[Link] − Na auditoria independente das demonstrações contábeis das


entidades, públicas ou privadas, sujeitas à regulamentação específica quanto à
adoção de normas contábeis próprias ao segmento econômico, quando elas forem
significativamente conflitantes com as disposições contidas no item [Link], o
auditor deve emitir parecer com ressalva".
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Sendo assim, gabarito da questão é a alternativa "C".


Atualmente, a previsão para emissão de opinião com ressalva está prevista no item
7 da NBC TA 705, transcrito abaixo:
"7. O auditor deve expressar uma opinião com ressalva quando:
(a) ele, tendo obtido evidência de auditoria apropriada e suficiente, conclui que as
distorções, individualmente ou em conjunto, são relevantes, mas não
generalizadas nas demonstrações contábeis".
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Além disso, temos no item 8 a previsão da emissão de opinião adversa, conforme


abaixo:
"8. O auditor deve expressar uma opinião adversa quando, tendo obtido evidência
de auditoria apropriada e suficiente, conclui que as distorções, individualmente
ou em conjunto, são relevantes e generalizadas para as demonstrações
contábeis".
Sendo assim, fica claro que atualmente a diferença da emissão da opinião com
ressalva para a adversa é o efeito generalizado das distorções identificadas. Como
o enunciado não afirma o efeito generalizado ou não, não fica claro qual
modificação de opinião seria necessária para o auditor fazer, sendo assim, a
alternativa B e C podem ser consideradas corretas, no meu ponto de vista.
Gabarito 53: C*.

54- (ESAF / Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas


– SEFAZ SP / 2009) Assinale a opção que preenche corretamente as lacunas da
seguinte frase: "O auditor deve emitir parecer ______(1)______ quando verificar
que as demonstrações contábeis estão incorretas ou incompletas, em tal
magnitude que impossibilite a emissão do parecer ______ (2)______."
a) (1) com ressalva // (2) adverso
b) (1) adverso // (2) com ressalva
c) (1) com abstenção de opinião // (2) com ressalva
d) (1) com abstenção de opinião // (2) adverso
e) (1) adverso // (2) com abstenção de opinião
Resolução:

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Obteve evidência = com ressalva (mais brando) ou adverso (mais gravoso),


associado ao efeito generalizado ou não da distorção relevante identificada, sendo
o não generalizado para opinião com ressalva e o generalizado para o adverso.
Gabarito 54: B.
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55- (ESAF / Auditor do Tesouro Municipal de Natal SEMUT / 2008) Com


relação ao parecer de auditoria, é verdadeiro afirmar que:
a) quando aplicado o "parágrafo de ênfase", o parecer qualifica-se como parecer
com ressalva.
b) a expressão "exceto quanto" é utilizada para limitar a extensão do parecer e
qualificá-lo como parecer adverso.
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c) a não aplicação de princípios contábeis, sem avaliar a relevância na


demonstração contábil, não é fator suficiente para emitir parecer com ressalva.
d) a expressão "sujeito a" é utilizada para ressaltar a indefinição sobre algum
aspecto da demonstração contábil em parecer com ressalva.
e) o parecer com negativa de opinião deve ser emitido somente quando a empresa
não tiver elaborado as demonstrações contábeis.
Resolução:
Alternativa A – Errada. O uso de parágrafo de ênfase não modifica o tipo de
opinião do auditor, que pode ser inclusive “sem ressalva”.
Alternativa B – Errada. Este termo é usado para sinalizar a não concordância
com algo das demonstrações contábeis, portanto, uma ressalva.
Alternativa C – Errada. Atualmente, a redação da norma exige que o auditor
verifique o relatório de financeiro aplicável, e a sua desconformidade ocasionaria a
modificação da opinião do auditor.
Alternativa D – Certo*. A norma NBC T 11 – IT 05 considerava o seguinte:
“15. O parecer com ressalva deve obedecer ao modelo do parecer sem ressalva,
modificado no parágrafo de opinião, com a utilização das expressões "exceto por",
"exceto quanto" ou "com exceção de", referindo-se aos efeitos do assunto objeto
da ressalva. Não é aceitável nenhuma outra expressão na redação desse tipo de
parecer.”
Atualmente, isto é VEDADO expressamente, vejamos o item A20 da NBC TA 705:
“A20. Quando o auditor expressa uma “Opinião com ressalva”, não é apropriado
usar frases, como “com a explicação acima” ou “sujeito a” na seção “Opinião”, pois
elas não são suficientemente claras ou enfáticas.”

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Alternativa E – Errada. Sem maiores comentários né? Com ressalva acontece


quando as distorções relevantes têm efeitos NÃO generalizados (com ou sem obter
evidência apropriada e suficiente)
Gabarito 55: D*
(mas deveria ser anulada atualmente(
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56- (ESAF / Analista de Finanças e Controle CGU / 2008) De acordo com


a NBC-T-11, o Parecer do Auditor Independente, segundo a natureza da opinião
que contém, pode ser classificado das seguintes formas, exceto:
a) parecer sem ressalva.
b) parecer com ressalva.
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c) parecer irregular.
d) parecer adverso.
e) parecer com abstenção de opinião.
Resolução:
A NBC T 11 trazia (foi revogada), assim como as NBC TA 700 e 705 (vigentes
atualmente) afirmam que as possibilidades de emissão de relatório (não mais
chamado de parecer), sendo elas:
1. opinião sem ressalva
2. opinião com ressalva
3. opinião adversa
4. abstenção de opinião
Sendo assim, não existe previsão para emissão de "parecer irregular", sendo
esta alternativa o gabarito da questão, alternativa C.
Gabarito 56: C.

57- (ESAF / Analista de Finanças e Controle CGU / 2006) Segundo as


Normas Brasileiras de Contabilidade, o Parecer emitido pelos Auditores
Independentes pode receber as seguintes classificações, exceto, o
a) parecer sem ressalva.
b) parecer com ressalva.
c) parecer com abstenção de opinião por limitação na extensão.
d) parecer contrário.

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e) parecer adverso.
Resolução:
As opiniões existentes são: sem ressalva, com ressalva, adversa, abstenção de
opinião.
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

Gabarito 57: D.

58- (ESAF / Analista de Finanças e Controle CGU / 2006) Quando o Auditor


Independente verificar a existência de efeitos que, isolada ou conjugadamente,
forem de tal relevância que comprometam o conjunto das demonstrações
contábeis, deve emitir parecer
a) sem ressalva.
Cópia registrada para Artur guilherme (CPF: 077.211.554-01)

b) com abstenção de opinião por limitação na extensão.


c) adverso.
d) com ressalva.
e) com abstenção de opinião por incertezas.
Resolução:
Se a distorção identificada tem efeito relevante e generalizado (compromete o
conjunto das demonstrações contábeis), o auditor deve emitir uma opinião
adversa, de acordo com o item 8 da NBC TA 705, o que torna o gabarito da questão
a alternativa C.
Gabarito 58: C.

59- (ESAF / Analista de Finanças e Controle CGU / 2006) Segundo as


Normas Brasileiras de Contabilidade, o Parecer emitido pelos Auditores
Independentes pode receber as seguintes classificações, exceto:
a) parecer sem ressalva.
b) parecer com ressalva.
c) parecer adverso.
d) parecer com abstenção de opinião por limitação na extensão.
e) parecer contrário.
Resolução:
De acordo com a NBC TA 700 e 705, a opinião do auditor pode ser:
1) Sem modificação (sem ressalva)

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2) Com modificação: 2.1) Com ressalva; 2.2) Adversa; 2.3) Abstenção de opinião
Gabarito 59: E.

60- (ESAF / Analista de Finanças e Controle CGU / 2004) A data do parecer


Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

de auditoria deverá ser a mesma data:


a) do encerramento dos trabalhos de auditoria na entidade.
b) da publicação das demonstrações contábeis ao público.
c) do encerramento dos relatórios de auditoria pela firma.
d) do envio das demonstrações contábeis para o jornal.
e) das demonstrações contábeis objeto da auditoria na entidade.
Cópia registrada para Artur guilherme (CPF: 077.211.554-01)

Resolução:
De acordo com a NBC T 11 - IT 5, temos em seu item 8 que a data do parecer deve
corresponder ao dia de conclusão dos trabalhos na entidade auditada, o que torna
a alternativa A o gabarito da questão.
Atualmente, de acordo com o item 41 da NBC TA 700, o relatório do auditor
independente "não pode ter data anterior à data em que ele obteve
evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar a sua
opinião sobre as demonstrações contábeis".
A definição literal mudou, mas a ideia continua a mesma, que é a de que a data do
relatório do auditor independente informa ao usuário do relatório do auditor
independente que o auditor considerou o efeito dos eventos e transações
conhecidos pelo auditor e ocorridos até aquela data.
Gabarito 60: A.

61- (ESAF / AFRFB / 2002) O fato de a administração se recusar a fornecer


uma declaração que o auditor considere necessária constitui uma limitação de
alcance. Nesse caso, o auditor deve expressar um:
a) parecer com ressalva ou com abstenção de opinião.
b) parágrafo de ênfase ou abstenção de opinião.
c) negativa de opinião ou com parágrafo de ênfase.
d) parecer de incerteza ou com abstenção de opinião.
e) parecer com ressalva ou com parágrafo de ênfase.
Resolução:

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Diante de uma limitação imposta pela administração, e se o auditor não conseguir


obter evidência apropriada e suficiente de auditoria, o auditor deve determinar as
implicações como segue:
"a) se ele concluir que os possíveis efeitos de distorções não detectadas,
se houver, sobre as demonstrações contábeis poderiam ser relevantes, mas não
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generalizados, o auditor deve emitir uma opinião com ressalva; ou


b) se ele concluir que os possíveis efeitos de distorções não detectadas, se
houver, sobre as demonstrações contábeis poderiam ser relevantes e
generalizados de modo que uma ressalva na opinião seria não adequada para
comunicar a gravidade da situação, o auditor deve:
i) renunciar ao trabalho de auditoria, quando praticável e possível de acordo com
as leis ou regulamentos aplicáveis; ou
Cópia registrada para Artur guilherme (CPF: 077.211.554-01)

ii) se a renúncia ao trabalho de auditoria antes da emissão do seu relatório de


auditoria independente não for viável ou possível, abster-se de expressar uma
opinião sobre as demonstrações contábeis.".
Ou seja, o auditor deve, conforme explicado acima, emitir uma opinião com
ressalva ou renunciar ao trabalho ou abster-se de expressar uma opinião.
Portanto, gabarito letra "A".
Gabarito 61: A.

62- (ESAF / AFRFB / 2002) Quando o auditor vier a emitir uma ressalva em
decorrência do relatório de um especialista ou de suas conclusões, esse especialista
a) deve ser identificado no parecer para suportar o motivo da ressalva.
b) com seu consentimento pode ser identificado no parecer.
c) deve ser identificado no parecer para dividir as responsabilidades.
d) não deve ser identificado no parecer por questões éticas.
e) não deve ser identificado no parecer por questões técnicas.
Resolução:
De acordo com a NBC P1.8, item [Link], assim como na norma vigente atualmente
NBC TA 620, em seu item A42, temos que:
"pode ser apropriado em algumas circunstâncias fazer referência ao especialista no
relatório que contém uma opinião modificada para explicar a natureza da
modificação. Nessas circunstâncias, o auditor pode precisar da permissão do
especialista do auditor antes de fazer essa referência".
Gabarito 62: B.

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63- (ESAF / AFRFB / 2002) O auditor independente foi contratado apenas


para opinar sobre o balanço patrimonial da empresa "ABC". O auditor não
encontrou nenhuma restrição ao acesso de informações e registros, e todos os
procedimentos julgados necessários foram efetuados. Nesse caso, o trabalho do
auditor caracteriza-se
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a) pela extensão limitada de seu objetivo.


b) pelo objetivo limitado de seu trabalho.
c) pela abstenção de outros demonstrativos.
d) por uma ressalva de escopo.
e) pela limitação de escopo.
Resolução:
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Veja que o auditor foi contratado para opinar sobre o balanço patrimonial, ou
seja, um objetivo específico, limitado. Não é o caso de limitação de escopo, ou de
extensão, tendo em vista que o mesmo não encontrou nenhuma restrição ao
acesso de informações e registros da empresa.
Sendo assim, gabarito da questão: alternativa "B".
Gabarito 63: B.

64- (ESAF / Analista Técnico SUSEP / 2002) O auditor independente


constatou, durante seus trabalhos de campo, que uma contingência ativa,
provável e estimada, não constava nos registros contábeis da entidade auditada.
Nesse caso, o auditor deve emitir um parecer
a) sem ressalva.
b) com ressalva.
c) adverso.
d) com negativa de opinião.
e) com abstenção de opinião.
Resolução:
A contingência ativa só deve ser reconhecida quando for praticamente certa a sua
ocorrência (e não provável, como afirma o enunciado), portanto, a empresa
auditada acerta ao não efetuar o registro nos seus livros contábeis (devendo
efetuar apenas a sua divugalção, como consta no item 34 da NBC TG 25).
Tal previsão consta no item 33 da NBC TG 25, ora transcrito:

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"33. Os ativos contingentes não são reconhecidos nas demonstrações


contábeis, uma vez que pode tratar-se de resultado que nunca venha a ser
realizado. Porém, quando a realização do ganho é praticamente certa, então o ativo
relacionado não é um ativo contingente e o seu reconhecimento é adequado".
Portanto, se não ocorreu infringência, não há no que se falar em alteração de
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opinião por parte do auditor, devendo emitir uma opinião sem modificação (sem
ressalva), o que torna a alternativa A o gabarito da questão.
Gabarito 64: A.

65- (CESPE - TCE-SC / Auditor Fiscal de Controle Externo – Contabilidade


/ 2016) Julgue o item a seguir, a respeito de normas técnicas de auditoria.
Embora a opinião do auditor independente a respeito das demonstrações contábeis
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geralmente não modifique as decisões gerenciais, pode haver situações específicas


em que ele deve expressar a sua opinião a respeito de outros temas que sejam
relevantes para o alcance dos objetivos gerais do seu trabalho.
( ) Certo ( ) Errado
Resolução:
O objetivo da auditoria é aumentar o grau de confiança nas demonstrações
contábeis por parte dos usuários. Isso é alcançado mediante a expressão de uma
opinião pelo auditor sobre se as demonstrações contábeis foram elaboradas, em
todos os aspectos relevantes, em conformidade com uma estrutura de relatório
financeiro aplicável. No entanto, caso leis e regulamentos exijam do auditor que o
mesmo forneça opinião sobre outras áreas/aspectos, o mesmo deve atender, o que
torna a questão correta.
Gabarito 65: V.

66- (CESPE - TCE-PA /Auditor de Controle Externo - Área Fiscalização -


Contabilidade/2016) De acordo com as Normas Técnicas de Auditoria (NBC TA)
estabelecidas pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), julgue o item a seguir.
A opinião do auditor deve fundamentar-se em demonstrações contábeis
examinadas de acordo com as NBC TA, devendo esse profissional emitir opinião
não modificada quando as demonstrações contábeis forem compatíveis com a
estrutura dos relatórios financeiros aplicável.
( ) Certo ( ) Errado
Resolução:

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Opinião (sem modificação) sem ressalva = demonstrações contábeis forem


conforme exigidas pelos relatórios financeiros aplicáveis.
Gabarito 66: V.
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67- (CESPE - TCE-PR /Analista de Controle - Jurídica/2016) No relatório,


o auditor deverá especificar, em determinada seção, que a auditoria foi conduzida
em conformidade com as normas vigentes e indicar a origem dessas normas. Essa
declaração de conformidade normativa deverá constar da seção do relatório de
auditoria intitulada
a) outras responsabilidades.
b) responsabilidades do auditor.
Cópia registrada para Artur guilherme (CPF: 077.211.554-01)

c) parágrafo introdutório.
d) responsabilidades da administração.
e) parágrafo de opinião.
Resolução:
Você pode não saber muita coisa de auditoria, mas ao ler o enunciado fica fácil
deduzir qual seria a seção do relatório né? Se estamos falando de responsabilidade
do AUDITOR de que a auditoria foi conduzida em conformidade com as normas, a
seção é a “Responsabilidades do auditor independente pela auditoria das
demonstrações contábeis”.
Gabarito 67: B.

68- (CESPE - FUNPRESP-JUD / Analista - Controle Interno / Auditoria /


2016) Com referência aos relatórios de auditoria contábil, julgue o item
subsecutivo.
A abstenção de opinião é circunstância que exige do auditor uma opinião
modificada em relação às demonstrações contábeis da empresa auditada.
( ) Certo ( ) Errado
Resolução:
Opinião modificação são: com ressalva, adversa, abstenção de opinião.
Gabarito 68: V.

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69- (CESPE - FUNPRESP-JUD / Analista - Controle Interno / Auditoria /


2016) Com referência aos relatórios de auditoria contábil, julgue o item
subsecutivo.
Se a evidência obtida pelo auditor for apropriada e suficiente, mas as
demonstrações contábeis apresentarem distorções relevantes, o julgamento em
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

relação à disseminação generalizada dos efeitos ou possíveis efeitos dessas


distorções definirá se a opinião a ser emitida pelo auditor será adversa ou com
ressalva.
( ) Certo ( ) Errado
Resolução:
Conforme item A1 da NBC TA 705:
Natureza do assunto que Julgamento do auditor sobre a disseminação de
Cópia registrada para Artur guilherme (CPF: 077.211.554-01)

gerou a modificação forma generalizada dos efeitos ou possíveis efeitos


sobre as demonstrações contábeis
Relevante mas não Relevante e
generalizado generalizado
Demonstrações contábeis Opinião com ressalva Opinião adversa
apresentam distorções
relevantes
Impossibilidade de obter Opinião com ressalva Abstenção de opinião
evidência de auditoria
apropriada e suficiente

Gabarito 69: V.

70- (CESPE / Auditor Federal de Controle Externo TCU / 2011) O trabalho


de auditoria deve ser consubstanciado na elaboração dos respectivos relatórios.
Julgue o item a seguir, relacionado a esse assunto.
É condição necessária e suficiente para a emissão de um parecer de auditoria sem
ressalvas que as demonstrações contábeis sejam preparadas de acordo com os
princípios fundamentais da contabilidade e as Normas Brasileiras de Contabilidade.
Resolução:
A questão erra ao afirmar que as demonstrações contábeis devem estar preparadas
de acordo com os princípios fundamentais de contabilidades e as Normas
Brasileiras de Contabilidade, tendo em vista que a exigência é de que elas

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(demonstrações contábeis) sejam elaboradas de acordo com o relatório financeiro


aplicável, de acordo com o item 7 da NBC TA 700, transcrito abaixo:
Opinião não modificada ou sem modificações é a opinião expressa pelo auditor
quando ele conclui que as demonstrações contábeis são elaboradas, em todos os
aspectos relevantes, de acordo com a estrutura de relatório financeiro
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aplicável.
Gabarito 70: F.

71- (CESGRANRIO - Transpetro / Auditor Junior / 2016) A NBC TA 705


trata da responsabilidade do auditor de emitir um relatório apropriado nas
circunstâncias em que, ao formar uma opinião sobre as demonstrações contábeis,
conclui que é necessário emitir uma opinião modificada sobre essas demonstrações
Cópia registrada para Artur guilherme (CPF: 077.211.554-01)

contábeis.
De acordo com essa norma, constitui elemento que conduz à emissão de opinião
com ressalva a
a) impossibilidade de obtenção de evidência de auditoria apropriada e suficiente
devido a uma limitação imposta pela administração depois da aceitação do trabalho
pelo auditor.
b) conclusão de que os possíveis efeitos de distorções não detectadas, se houver,
sobre as demonstrações contábeis, poderiam ser relevantes e generalizados,
independentemente da obtenção de evidência de auditoria apropriada e suficiente
sobre as incertezas.
c) não obtenção de evidência de auditoria apropriada e suficiente para o auditor
suportar sua opinião, mas capaz de levá-lo à conclusão de que os possíveis efeitos
de distorções não detectadas, se houver, sobre as demonstrações contábeis,
poderiam ser relevantes e generalizados.
d) não obtenção de evidência apropriada e suficiente de auditoria para o auditor
suportar sua opinião, mas capaz de levá-lo à conclusão de que os possíveis efeitos
de distorções não detectadas, se houver, sobre as demonstrações contábeis
poderiam ser relevantes, mas não generalizados.
e) obtenção de evidência de auditoria apropriada e suficiente, e conclusão de que
as distorções, individualmente ou em conjunto, são relevantes e generalizadas para
as demonstrações contábeis.
Resolução:

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Natureza do assunto que gerou Julgamento do auditor sobre a disseminação de


a modificação forma generalizada dos efeitos ou possíveis
efeitos sobre as demonstrações contábeis
Relevante, mas não Relevante e
generalizado generalizado
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

Demonstrações contábeis Opinião com ressalva Opinião adversa


apresentam distorções
relevantes
Impossibilidade de se obter Opinião com ressalva Abstenção de opinião
evidência de auditoria
apropriada e suficiente
Cópia registrada para Artur guilherme (CPF: 077.211.554-01)

Gabarito 71: D.

72- (FCM - IF Sudeste - MG /Técnico em Contabilidade/2016) Sobre a


emissão de opinião do auditor, acerca das demonstrações contábeis e das notas
explicativas elaboradas pela entidade, analise as afirmativas:
I- O auditor responde solidariamente pela elaboração das demonstrações
contábeis, objetos de auditoria.
II- O auditor emitirá sua opinião através de um relatório: sem ressalva, com
ressalva, com opinião adversa ou com abstenção de opinião.
III- O auditor emitirá um relatório com parágrafos de ênfases quando houver algum
evento material relevante distorcido e que não enseje a emissão de opinião com
ressalva, adversa ou com abstenção de opinião.
IV- O auditor emitirá um relatório com ressalva quando houver, em algum aspecto,
um evento materialmente distorcido, porém não generalizável, e que não enseje
emissão de opinião adversa ou com abstenção de opinião.
São corretas as afirmativas
a) I e II.
b) II e III.
c) II e IV.
d) I, II e III.
e) II, III e IV.
Resolução:

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Item I – Errado. Auditor tem responsabilidade nenhuma com relação às


demonstrações contábeis.
Item II – Certo. São as formas de opinião previstas na NBC TA 700 e 705.
Item III – Errado. Se é materialmente relevante precisa ser feita a modificação da
opinião.
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Item IV – Certo.
Natureza do assunto que gerou Julgamento do auditor sobre a disseminação de
a modificação forma generalizada dos efeitos ou possíveis
efeitos sobre as demonstrações contábeis
Relevante, mas não Relevante e
generalizado generalizado
Cópia registrada para Artur guilherme (CPF: 077.211.554-01)

Demonstrações contábeis Opinião com ressalva Opinião adversa


apresentam distorções
relevantes
Impossibilidade de se obter Opinião com ressalva Abstenção de opinião
evidência de auditoria
apropriada e suficiente
Gabarito 72: C.

73- (CS UFG - Auditor de Tributos do Município de Goiânia/2016) De


acordo com a Resolução CFC n° 1.231/2009, o auditor deve avaliar se as
demonstrações contábeis são elaboradas, em todos os aspectos relevantes, de
acordo com os requisitos da estrutura de relatório financeiro aplicável. Essa
avaliação deve incluir a consideração dos aspectos
a) qualitativos das práticas contábeis da entidade.
b) quantitativos das transações auditadas.
c) patrimoniais adotados pelos gestores.
d) operacionais para obtenção de evidência de auditoria.
Resolução: Conforme item 12 da NBC TA 700, temos que:
“12. O auditor deve avaliar se as demonstrações contábeis são elaboradas, em
todos os aspectos relevantes, de acordo com os requisitos da estrutura de relatório
financeiro aplicável. Essa avaliação deve incluir a consideração dos aspectos
qualitativos das políticas contábeis da entidade, incluindo indicadores de
possível tendenciosidade nos julgamentos da administração”
Gabarito 73: A.

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74- (FCM - IF Sudeste - MG /Auditor/2016) Relacione as características dos


relatórios de auditoria com os respectivos tipos.
1- Sem ressalva
2- Com ressalva
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3- Opinião Adversa
4- Abstenção de Opinião
( ) O auditor não conseguiu evidências apropriadas que o possibilitasse assegurar
quanto à adequação ou inadequação das demonstrações contábeis.
( ) O auditor julgou que a entidade não atendeu as normas de contabilidade e as
legislações aplicáveis, não representando as demonstrações uma posição
econômica e patrimonial fiel da entidade.
Cópia registrada para Artur guilherme (CPF: 077.211.554-01)

( ) O auditor julgou que a entidade atendeu as normas de contabilidade e as


legislações aplicáveis, exceto quanto a um aspecto específico, representando,
porém, as demonstrações adequadamente à posição econômica e patrimonial na
maioria dos aspectos relevantes.
( ) O auditor julgou que nos principais aspectos relevantes, a entidade atendeu as
normas de contabilidade e as legislações aplicáveis, representando as
demonstrações fielmente à posição econômica e patrimonial.
A sequência correta é
a) 1, 2, 3, 4.
b) 1, 2, 4, 3.
c) 2, 4, 1, 3.
d) 4, 2, 3, 1.
e) 4, 3, 2, 1.
Resolução:
Item I – Sem evidência apropriada = com ressalva ou abstenção (depende do efeito
generalizado ou não).
Item II – Não atendeu relatório financeiro aplicável, de forma geral, opinião
adversa (3).
Item III – “...exceto quanto a um aspecto específico”, ou seja, obteve evidência e
é não generalizada, opinião com ressalva (2).
Item IV – Tudo certo? Opinião sem ressalva.
Gabarito 74: E

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75- (FCC / Contador DPE-RR / 2015) A firma de auditoria UAXM − Auditores


Independentes foi contratada para realizar a auditoria das demonstrações
contábeis referente ao exercício de 2014, de determinada empresa estatal do
Estado. Finalizados os trabalhos de auditoria, o Auditor deve formar uma opinião e
emitir o relatório. O Auditor expressa uma opinião não modificada quando
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

a) obtém evidência de auditoria apropriada e suficiente, conclui que as distorções,


individualmente ou em conjunto, são relevantes, mas não generalizadas nas
demonstrações contábeis.
b) não obtém evidência de auditoria apropriada e suficiente para suportar sua
opinião, mas conclui que os possíveis efeitos de distorções não detectadas, se
houver, sobre as demonstrações contábeis poderiam ser relevantes e
generalizadas.
c) conclui que as demonstrações contábeis são elaboradas, em todos os aspectos
Cópia registrada para Artur guilherme (CPF: 077.211.554-01)

relevantes, de acordo com a estrutura do relatório financeiro aplicável.


d) obtém evidência de auditoria apropriada e suficiente, conclui que as distorções,
individualmente ou em conjunto, são relevantes e generalizadas para as
demonstrações contábeis.
e) não obtém evidência apropriada e suficiente de auditoria para suportar sua
opinião, mas conclui que os possíveis efeitos de distorções não detectadas, se
houver, sobre as demonstrações contábeis poderiam ser relevantes, mas não
generalizados.
Resolução:
Vejamos o item 7 da NBC TA 700:
“Opinião não modificada ou sem modificações é a opinião expressa pelo auditor
quando ele conclui que as demonstrações contábeis são elaboradas, em todos
os aspectos relevantes, de acordo com a estrutura de relatório financeiro
aplicável”
Gabarito 75: C.

76- (CS-UFG / Analista Legislativo – Contador / 2015) O auditor, após


aceitar o trabalho, toma conhecimento que a administração impôs uma limitação
ao alcance da auditoria, o que resultará na necessidade de uma opinião com
ressalva ou abstenção em expressar uma opinião sobre as demonstrações
contábeis. Neste caso, considerando a Resolução do CFC n. 1.232/2009, como,
inicialmente, o auditor deve proceder?
a) Solicitar que a administração retire a limitação.
b) Renunciar, de imediato, ao trabalho da auditoria.

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c) Colocar um parágrafo de ênfase no relatório.


d) Aceitar limitações impostas à auditoria.
Resolução:
Item 11 da NBC TA 705 (resolução CFC 1.232/2009):
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

“11. Se, depois de aceitar o trabalho, o auditor tomar conhecimento que a


administração impôs uma limitação ao alcance da auditoria que tem, segundo ele,
probabilidade de resultar na necessidade de expressar uma opinião com ressalva
ou abster-se de expressar uma opinião sobre as demonstrações contábeis, o
auditor deve solicitar que a administração retire a limitação.”
Aproveitando para complementar o tema, vejamos o fluxograma abaixo:
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Administração impõe Auditor solicita que


Auditor Aceita o
limitação (após o início seja retirada a
Trabalho
do trabalho do auditor) limitação

Comunicar aos
Responsáveis de
Administração se Governaça e Verificar
recusa a retirar se é possível aplicar
procedimentos
alternativos

Gabarito 76: A.

77- (IESES / TRE-MA AJAJ Contabilidade / 2015) Com relação ao disposto


na Resolução CFC nº 1.231/09 que trata da Formação da Opinião e Emissão do
Relatório do Auditor Independente sobre as Demonstrações Contábeis, o auditor
especificamente deve avaliar se, segundo os requisitos da estrutura de relatório
financeiro aplicável:
I. As demonstrações contábeis divulgam adequadamente as práticas contábeis
selecionadas e aplicadas e se as práticas contábeis selecionadas e aplicadas são
consistentes com a estrutura de relatório financeiro aplicável e são apropriadas.
II. As estimativas contábeis feitas pela administração são razoáveis e se as
informações apresentadas nas demonstrações contábeis são relevantes,
confiáveis, comparáveis e compreensíveis.

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III. As demonstrações contábeis fornecem divulgações adequadas para permitir


que os usuários previstos entendam o efeito de transações e eventos relevantes
sobre as informações incluídas nas demonstrações contábeis.
IV. A terminologia usada nas demonstrações contábeis, incluindo o título de cada
demonstração contábil, é apropriada.
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

Das afirmações mencionadas, pode-se concluir que:


a) Apenas as afirmações I e III estão corretas.
b) Apenas as afirmações I, II e III estão corretas.
c) Todas as afirmações estão corretas.
d) Apenas as afirmações II e III estão corretas.
Resolução:
Cópia registrada para Artur guilherme (CPF: 077.211.554-01)

Estão todas de acordo com o item 13 da NBC TA 700:


“13. O auditor especificamente deve avaliar se, segundo os requisitos da
estrutura de relatório financeiro aplicável:
(a) as demonstrações contábeis divulgam adequadamente as práticas
contábeis selecionadas e aplicadas;
(b) as práticas contábeis selecionadas e aplicadas são consistentes com a
estrutura de relatório financeiro aplicável e são apropriadas;
(c) as estimativas contábeis feitas pela administração são razoáveis;
(d) as informações apresentadas nas demonstrações contábeis são
relevantes, confiáveis, comparáveis e compreensíveis;
(e) as demonstrações contábeis fornecem divulgações adequadas para permitir
que os usuários previstos entendam o efeito de transações e eventos relevantes
sobre as informações incluídas nas demonstrações contábeis; e
(f) a terminologia usada nas demonstrações contábeis, incluindo o título de
cada demonstração contábil, é apropriada.”
Gabarito 77: C

78- (VUNESP - Contador Judiciário (TJ SP)/2015) A opinião de um auditor


no Relatório de Auditoria pode ser
a) adversa, quando não é possível obter evidência apropriada para suportar a
opinião da auditoria.
b) com ressalva, quando as distorções existentes são relevantes e generalizadas
para as demonstrações contábeis.

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c) adversa, quando as distorções existentes são relevantes e generalizadas para


as demonstrações contábeis.
d) sem ressalva, quando não é possível obter evidência apropriada para suportar
a opinião da auditoria.
e) com ressalva, quando as demonstrações contábeis estão elaboradas de acordo
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

com a estrutura do relatório financeiro.


Resolução:
Temos a opinião sem ressalva, com ressalva, adversa e com abstenção de opinião.
Conforme A1 da NBC TA 705, temos os tipos de opiniões modificadas:
Natureza do assunto que gerou Julgamento do auditor sobre a disseminação de
a modificação forma generalizada dos efeitos ou possíveis
efeitos sobre as demonstrações contábeis
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Relevante, mas não Relevante e


generalizado generalizado
Demonstrações contábeis Opinião com ressalva Opinião adversa
apresentam distorções
relevantes
Impossibilidade de se obter Opinião com ressalva Abstenção de opinião
evidência de auditoria
apropriada e suficiente

Gabarito 78: C.

79- (FBC - Bacharel em Ciências Contábeis (CFC)/1º Exame de


Suficiência/2015) Um auditor, tendo obtido evidência de auditoria apropriada e
suficiente, conclui que as distorções, individualmente ou em conjunto, são
relevantes e generalizadas para as demonstrações contábeis.
Diante dessas circunstâncias, deve o auditor:
a) abster-se de expressar uma opinião.
b) expressar uma opinião adversa.
c) declarar-se impedido de expressar uma opinião.
d) expressar uma opinião com ressalva.
Resolução:
Conforme A1 da NBC TA 705, temos que:

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Natureza do assunto que gerou Julgamento do auditor sobre a disseminação de


a modificação forma generalizada dos efeitos ou possíveis
efeitos sobre as demonstrações contábeis
Relevante, mas não Relevante e
generalizado generalizado
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Demonstrações contábeis Opinião com ressalva Opinião adversa


apresentam distorções
relevantes
Impossibilidade de se obter Opinião com ressalva Abstenção de opinião
evidência de auditoria
apropriada e suficiente
Cópia registrada para Artur guilherme (CPF: 077.211.554-01)

Gabarito 79: B.

80- (FUNRIO / IF-BA / Auditor / 2014) O auditor, ao certificar a existência


de limitação significativa na extensão do exame que o impossibilite de formar
opinião sobre as demonstrações contábeis, em razão não ter obtido comprovação
suficiente para fundamentá-la, deverá emitir parecer
a) adverso em toda a extensão.
b) com negativa de opinião por limitação na extensão.
c) sem ressalva, porém com determinações.
d) favorável, porém com ressalvas.
e) favorável, porém com recomendações.
Resolução:
Vejamos tabela do item A1 da NBC TA 705
Natureza do assunto que Julgamento do auditor sobre a disseminação
gerou a modificação de forma generalizada dos efeitos ou
possíveis efeitos sobre as demonstrações
contábeis
Relevante, mas não Relevante e
generalizado generalizado
Demonstrações contábeis Opinião com ressalva Opinião adversa
apresentam distorções
relevantes

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Impossibilidade de se obter Opinião com ressalva Abstenção de


evidência de auditoria opinião
apropriada e suficiente
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O gabarito da questão é a negativa de opinião, no entanto, devemos ficar alertas


para o termo GENERALIZADO pois é ele que define qual tipo de modificação na
opinião o auditor deverá fazer.
Gabarito 80: B

81- (PAC / BANPARÁ / Contador / 2014) Faça a associação entre o tipo de


opinião do auditor e seu objetivo principal e depois marque a sequência correta:
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1. Opinião Adversa ( ) Emite a opinião que as demonstrações contábeis expressam


a situação econômica, financeira e patrimonial da entidade.
2. Abstenção de Opinião ( ) Expressa a opinião de que há algum item na
demonstração financeira, que não representa a situação econômico, financeira e
patrimonial da entidade.
3. Opinião com Ressalva ( ) Expressa a opinião de que existem efeitos de eventos
econômicos expressos ou não nas demonstrações contábeis, que comprometem a
apresentação da situação econômica, financeira e patrimonial da entidade.
4. Opinião sem Ressalva ( ) Emite opinião que existem limitações na condução do
exame das demonstrações contábeis, o que impede de atestar que essas
demonstrações evidenciam a real situação econômica, financeira e patrimonial da
entidade.
a) 1, 2, 3, 4.
b) 2, 3, 1, 4.
c) 4, 3, 1, 2.
d) 4, 2, 3, 1.
e) 4, 2, 3, 1
Resolução:
Vejamos o item A1 da NBC TA 705:

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Natureza do assunto que gerou Julgamento do auditor sobre a disseminação de


a modificação forma generalizada dos efeitos ou possíveis
efeitos sobre as demonstrações contábeis
Relevante, mas não Relevante e
generalizado generalizado
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Demonstrações contábeis Opinião com ressalva Opinião adversa


apresentam distorções
relevantes
Impossibilidade de se obter Opinião com ressalva Abstenção de opinião
evidência de auditoria
apropriada e suficiente
Cópia registrada para Artur guilherme (CPF: 077.211.554-01)

O primeiro item é fácil de identificar, certo? Emissão de opinião sem nenhuma outra
consideração, portanto, sem ressalva. Com isto, eliminamos letra A e B.
O segundo item fala em “há algum item” e “não representa a situação
econômico...”, portanto, deixa a entender que é uma distorção relevante mas não
generalizado, adequado para a opinião com ressalva, número 3.
Com isto, já temo 4-3-....., e o gabarito da questão, letra C.
Para completar, as alternativas que faltaram uma fala em “eventos...
comprometem a apresentação...”, logo, Opinião Adversa (item 1), e por fim o
“limitações na condução..... impede de atestar”, ou seja, não obteve evidência
apropriada e suficiente, de forma generalizada, aplicando a abstenção de opinião.
Gabarito 81: C

82- (CESGRANRIO / CEFET-RJ / Auditor / 2014) No momento conclusivo


de um trabalho de auditoria, o auditor deverá emitir um parecer sobre tudo o que
foi analisado naquele período.
Quando o auditor não obtém elementos comprobatórios suficientes para formar
sua opinião sobre as demonstrações financeiras tomadas em conjunto, ele emitirá
um(a):
a) ressalva na conclusão do parecer
b) negativa de parecer
c) parecer sem ressalvas
d) parecer adverso
e) parecer limpo

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Resolução:
Natureza do assunto que gerou Julgamento do auditor sobre a disseminação de
a modificação forma generalizada dos efeitos ou possíveis
efeitos sobre as demonstrações contábeis
Relevante, mas não Relevante e
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

generalizado generalizado
Demonstrações contábeis Opinião com ressalva Opinião adversa
apresentam distorções
relevantes
Impossibilidade de se obter Opinião com ressalva Abstenção de
evidência de auditoria opinião
apropriada e suficiente
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Se não tem “elementos comprobatórios”, ou seja, evidências suficientes, ele deve


ABSTER-SE de opinar, também conhecido como negativa de opinião, OU emitir
opinião com ressalva... a diferença é o EFEITO generalizado ou não dos possíveis
efeitos sobre as demonstrações contábeis. Portanto, gabarito pode ser tanto A ou
B, por isto a questão deveria ter sido anulada.
Gabarito 82: B .

83- (UFG - Contador (Pref CN)/2014) A suficiência e adequação da evidência


de auditoria estão inter-relacionadas. A suficiência é a medida da quantidade de
evidência de auditoria, enquanto adequação é a medida da qualidade da evidência,
ou seja, a suficiência e a adequação são relevantes e confiáveis para fornecer
suporte às conclusões que fundamentam a
a) avaliação da auditoria.
b) opinião do auditor.
c) execução dos exames.
d) exatidão das informações.
Resolução:
O auditor independente deve formar uma opinião sobre as demonstrações
contábeis com base na avaliação das conclusões alcançadas pela evidência de
auditoria obtida.
Gabarito 83: B.

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84- (FBC - Bacharel em Ciências Contábeis (CFC)/1º Exame de


Suficiência/2014) De acordo com a NBC TA 705 – Modificações na Opinião do
Auditor Independente, o auditor deve emitir uma Opinião Adversa quando:
a) ele não consegue obter evidência apropriada e suficiente de auditoria para
suportar sua opinião, mas ele conclui que os possíveis efeitos de distorções não
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detectadas, se houver, sobre as demonstrações contábeis poderiam ser relevantes,


mas não generalizados.
b) em circunstâncias extremamente raras, envolvendo diversas incertezas, conclui
que, independentemente de ter obtido evidência de auditoria apropriada e
suficiente sobre cada uma das incertezas, não é possível expressar uma opinião
sobre as demonstrações contábeis devido à possível interação das incertezas e seu
possível efeito cumulativo sobre essas demonstrações contábeis.
c) não consegue obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para suportar
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sua opinião e ele conclui que os possíveis efeitos de distorções não detectadas, se
houver, sobre as demonstrações contábeis poderiam ser relevantes e
generalizadas.
d) tendo obtido evidência de auditoria apropriada e suficiente, conclui que as
distorções, individualmente ou em conjunto, são relevantes e generalizadas para
as demonstrações contábeis.
Resolução:
Conforme A1 da NBC TA 705, temos que:
Natureza do assunto que gerou Julgamento do auditor sobre a disseminação de
a modificação forma generalizada dos efeitos ou possíveis
efeitos sobre as demonstrações contábeis
Relevante, mas não Relevante e
generalizado generalizado
Demonstrações contábeis Opinião com ressalva Opinião adversa
apresentam distorções
relevantes
Impossibilidade de se obter Opinião com ressalva Abstenção de opinião
evidência de auditoria
apropriada e suficiente

Gabarito 84: D.

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85- (FEPESE / Auditor de Florianópolis / 2014) Em uma auditoria na Cia.


de Assuntos Gerais, o auditor identificou diversas transações de valores relevantes
com partes relacionadas, sendo que houve divulgação pelos responsáveis pela
governança de todas as vendas de produtos realizadas a valores de mercado,
exceto de vários veículos vendidos pelo valor contábil. Como não houve lucro ou
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prejuízo nessa operação, os responsáveis pela governança consideraram esse


evento contábil irrelevante.
Considerando essa situação, assinale a alternativa correta associada à decisão do
auditor.
a) O evento relatado é relevante e generalizado, e por esse motivo deve constar
no relatório opinião modificada adversa.
b) O evento relatado é irrelevante, e por esse motivo deve constar no relatório a
opinião limpa.
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c) O evento relatado é relevante, mas não generalizado, e por esse motivo deve
constar no relatório a opinião modificada com abstenção de opinião.
d) O evento relatado é relevante, mas não generalizado, e por esse motivo deve
constar no relatório a opinião modificada com ressalva.
e) O evento relatado é relevante e não generalizado, e por esse motivo deve
constar no relatório opinião modificada sem ressalva
Resolução:
As partes relacionadas devem ter as transações em condições normais de mercado.
Como trata-se de VALORES RELEVANTES de transações com partes relacionadas,
(não generalizado), é um caso de obtenção de evidência de distorção relevante
SEM efeito generalizado, situação que exige do auditor uma opinião com ressalva,
chegando ao gabarito da questão alternativa D.
Gabarito 85: D.

86- (CETRO / ISS SP / 2014) O Auditor Independente, ao verificar as


demonstrações financeiras da empresa AUDITADA S/A, verificou que a empresa
mantém valores depositados em juízo no montante aproximado de R$2.150 mil,
relacionados, principalmente, a processos trabalhistas, para os quais não possui
informações suficientes para justificar a sua manutenção como ativo, além de estar
envolvida em processos trabalhistas classificados como perdas prováveis por seus
consultores legais em montante aproximado de R$950 mil, para os quais não
mantém provisão para perdas, sendo as distorções relevantes para a empresa. Na
opinião do Auditor, exceto pelos possíveis efeitos do assunto citado anteriormente,
os demonstrativos financeiros da empresa AUDITADA S/A apresentam

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adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e


financeira da empresa.
Com base nas informações descritas, é correto afirmar que o Auditor Independente
deverá emitir, ao final do seu trabalho, um relatório de auditoria
(A) sem ressalvas.
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(B) com abstenção de opinião.


(C) com parágrafo de ênfase.
(D) com ressalva.
(E) com negativa de opinião.
Comentários:
No texto o auditor demonstrar ter verificado 2 distorções relevantes, e logo depois
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afirma que “exceto pelos possíveis efeitos do assunto citado anteriormente, os


demonstrativos financeiros da empresa AUDITADA S/A apresentam
adequadamente”. Portanto, de cara, temos que confirmar se são situações que
realmente são distorções, mas já sabemos que caso sejam, o seu efeito é relevante
mas não é generalizado. Assim, já ficamos entre a alternativa A ou D.
Como a NBC TG 25 diz que se a contingência passiva é provável de perda, deve-
se fazer a provisão, portanto, é sim uma distorção. Logo, a opinião do auditor deve
ser modificada, o que leva ao gabarito da questão, alternativa D.
Gabarito 86: D.

87- (CETRO / ISS SP / 2014) Um Auditor Independente foi contratado para


realizar os procedimentos de Auditoria depois do dia 31/12/2013, não
acompanhando, portanto, a contagem física do estoque no início e no final do
período e, por isso, não foi possível se satisfazer, por meios alternativos, quanto
às quantidades em estoque registradas no balanço ao início e ao final do período.
Ao final desse período, também não conseguiu confirmar ou verificar os saldos
existentes em Duplicatas a Receber devido a problemas no sistema de controle
interno da empresa, que não foram sanados pela administração até a data do
relatório da Auditoria, fazendo com que não fosse possível verificar a necessidade
de ajustes em relação aos Estoques e às Duplicatas a Receber, bem como nos
elementos componentes da demonstração do resultado, das mutações do
patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, sendo que esses dois elementos
representavam 70% do total do ativo da empresa. Com base nos dados
apresentados, é correto afirmar que o Relatório dos Auditores Independentes
deverá ser emitido
(A) com abstenção de opinião.

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(B) com ressalva.


(C) sem ressalva.
(D) com parágrafo de ênfase.
(E) com opinião adversa.
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Comentários:
Mais uma questão sobre a opinião do auditor. Neste caso, o enunciado deixa claro
que o auditor exauriu (tentou por todas as formas disponíveis) encontrar evidências
sobre estoque e duplicatas a receber, que significam 70% do ativo da empresa.
Portanto, temos a situação de que os possíveis efeitos de distorções para este caso
são generalizadas e relevantes, além da impossibilidade de obter evidência
apropriada e suficiente, o que leva ele a emitir um relatório com abstenção de
opinião.
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Relevante + generalizado + sem evidência apropriada/suficiente = abstenção


Gabarito 87: A.

88- (FEPESE - Analista (MPE SC)/Auditoria/2014) Relacione corretamente


as colunas 1 e 2 abaixo:
Coluna 1 Parecer do auditor
1. parecer adverso.
2. parecer com abstenção de opinião.
3. parecer com ressalva.
4. parecer sem ressalva.
Coluna 2 Natureza da opinião
( ) Indica que o auditor está convencido de que as demonstrações contábeis foram
elaboradas consoante as disposições.
( ) É emitido quando o auditor conclui que o efeito de qualquer discordância ou
restrição na extensão de um trabalho não é de tal magnitude que requeira parecer
adverso ou abstenção de opinião.
( ) O auditor emite opinião de que as demonstrações contábeis não estão
adequadamente representadas, nas datas e nos períodos indicados.
( ) É aquele em que o auditor deixa de emitir opinião sobre as demonstrações
contábeis, por não ter obtido comprovação suficiente para fundamentá-la.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
a) 1 – 2 – 3 – 4

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b) 2 – 3 – 4 – 1
c) 3 – 1 – 4 – 2
d) 4 – 3 – 1 – 2
e) 4 – 3 – 2 – 1
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Resolução:

distorção Relevante

Não
efeito Generalizado
generalizado
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evidência apropriada
sim não sim e não
e suficiente?

opinião adversa abstenção com ressalva

O primeiro item fala que “demonstrações contábeis foram elaboradas consoante as


disposições”, portanto, sem ressalva. Com isto já ficamos entre a alternativa D e
E.
A diferença entre abstenção de opinião e opinião adversa é que no primeiro caso,
não se obtém evidência apropriada e suficiente.
Gabarito 88: D.

89- (VUNESP - Auditor (DESENVOLVE)/2014) No que tange ao relatório da


auditoria, o auditor, tendo obtido evidência de auditoria apropriada e suficiente,
conclui que as distorções, individualmente ou em conjunto, são relevantes e
generalizadas para as demonstrações contábeis e deverá
a) expressar uma opinião parcial.
b) abster-se de opinar.
c) emitir um relatório sem ressalva.
d) expressar uma opinião adversa.
e) emitir um relatório qualificado.
Resolução:

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distorção Relevante

Não
efeito Generalizado
generalizado
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

evidência apropriada
sim não sim e não
e suficiente?

opinião adversa abstenção com ressalva


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Gabarito 89: D.

90- (VUNESP - Contador (DESENVOLVE)/2014) O relatório do auditor


independente deverá ser classificado segundo a natureza da opinião que esse
auditor está expressando sobre as demonstrações financeiras da entidade.
Portanto, a opinião do auditor poderá ser expressa mediante um
a) parecer sem ressalva, parecer com ressalva, parecer limitado e parecer parcial.
b) parecer sem ressalva, parecer com ênfase, parecer limitado e parecer adverso.
c) parecer sem ressalva, parecer com ressalva, parecer adverso e parecer com
abstenção de opinião.
d) parecer com ênfase, parecer sem ressalva, parecer parcial e parecer com
ressalva.
e) parecer negativo, parecer parcial, parecer inadverso, parecer sem ressalva e
parecer com ressalva.
Resolução:
Os tipos de opinião do auditor, conforme NBC TA 700 e 705 são: sem ressalva,
com ressalva, adverso e com abstenção de opinião.
Gabarito 90: C.

91- (VUNESP - Auditor Fiscal Tributário Municipal (SJRP)/2014) Em


relação à elaboração do relatório do auditor independente sobre as demonstrações
contábeis, está correto afirmar que

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a) um dos aspectos que o auditor deve levar em consideração para formar uma
opinião sobre as demonstrações contábeis da entidade é se as distorções não
corrigidas pela administração são relevantes, individualmente ou em conjunto.
b) o parágrafo introdutório do relatório consiste na afirmação de a administração
da Companhia ser responsável pela elaboração e adequada apresentação das
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

demonstrações contábeis de acordo com as normas brasileiras de contabilidade.


c) se o auditor concluir que as demonstrações contábeis apresentam distorções
relevantes e generalizadas, ele deve emitir um relatório com ressalva, incluindo
um parágrafo em que contenha a base para essa opinião.
d) o parágrafo de ênfase normalmente é utilizado quando há incerteza em relação
ao resultado de contingências judiciais da entidade, sobre as quais o auditor tenha
ressalvas em relação à descrição apropriada do assunto nas demonstrações
contábeis.
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e) caso as notas explicativas contenham informações não contábeis, tais como o


conceito de LAJIDA (lucro antes dos juros, impostos e da depreciação), o auditor
não precisa solicitar que a administração coloque na nota que essa informação não
foi auditada.
Resolução:
Conforme item 11 da NBC TA 450, temos que:
“11. O auditor deve determinar se as distorções não corrigidas são relevantes,
individualmente ou em conjunto.”
O parágrafo introdutório (alternativa B) não existe mais, com a reedição da NBC
TA 700 feita em 2016.
Já a opinião para quando a distorção é relevante e generalizada é a adversa (não
a com ressalva), motivo do erro da alternativa C.
Se o auditor tem ressalva, o correto é emitir uma opinião com ressalva, não utilizar
o parágrafo de ênfase, erro da alternativa D.
Por fim, a alternativa E está errada pois todas as notas não auditadas precisam ser
expressamente declaradas pela empresa como não auditadas para que os usuários
das demonstrações contábeis não tenham confusão com relação à isto.
Gabarito 91: A.

92- (UEPA / AFRE-PA / 2013) De acordo com a Norma Brasileira de


Contabilidade- Técnica de Auditoria (NBC TA) 705, o auditor expressará uma
opinião modificada sobre as demonstrações contábeis, quando ele concluir que:
a) as demonstrações contábeis, apresentam distorções relevantes.

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b) as demonstrações contábeis, como um todo, apresentam distorções materiais.


c) as demonstrações contábeis, apresentam distorções materiais.
d) as demonstrações contábeis, como um todo, apresentam distorções relevantes.
e) as demonstrações contábeis, como um todo, apresentam distorções relevantes
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e materiais.
Resolução:
De acordo com o item 6 da NBC TA 705, temos que:
“6. O auditor deve modificar a opinião no seu relatório quando:
(a) ele conclui, com base na evidência de auditoria obtida, que as
demonstrações contábeis, como um todo, apresentam distorções relevantes.
(...)”
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Gabarito 92: D.

93- (VUNESP / Contador MPE-ES / 20130) O objetivo de um auditor


independente sobre as demonstrações contábeis é a emissão de um relatório de
auditoria. Esse relatório é o documento por meio do qual o auditor independente
expressa sua opinião, de forma clara e objetiva, quanto ao atendimento das
normas contábeis na preparação dessas demonstrações contábeis pela empresa
auditada. Portanto, um relatório de auditoria que contenha a seguinte conclusão:
“não foi possível nas circunstâncias emitir um relatório de auditoria de
demonstrações contábeis em uma determinada data devido a inúmeras razões”,
significa que o parecer será classificado como:
a) com ressalva.
b) com negativa de opinião.
c) sem ressalva.
d) adverso.
e) com parágrafo de ênfase.
Resolução:
Temos 3 tipos de opinião modificada: com ressalva, adversa e com abstenção de
opinião.
O último caso é aplicado quando o auditor independente não consegue evidência
apropriada e suficiente para ter segurança razoável para emitir sua opinião sobre
a adequação das demonstrações contábeis financeiras, sendo o possível efeito das
distorções não identificadas com efeito generalizado (efeito não generalizado seria
com ressalva).

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Como o enunciado diz que “não foi possível nas circunstâncias emitir um relatório
de auditoria(...)”, significa que não opinou e por isto seria o com abstenção de
opinião (ou negativa de opinião).
Gabarito 93: B
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94- (FBC - Bacharel em Ciências Contábeis (CFC)/2º Exame de


Suficiência/2013) Ao examinar as demonstrações contábeis do ano de 2012 da
Companhia “A”, os auditores verificaram que não foram observadas as
determinações e orientações das seguintes normas:
√√ NBC TG 01 – Redução ao Valor Recuperável de Ativos;
√√ NBC TG 06 – Operações de Arrendamento Mercantil;
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√√ NBC TG 16 – Estoques; e
√√ NBC TG 30 – Receitas.
Ao obterem evidência de auditoria apropriada e suficiente, concluíram que as
distorções, quando consideradas em conjunto, são relevantes e generalizadas.
Assinale a opção que apresenta o parágrafo de opinião apropriado para a situação
descrita.
a) Em nossa opinião, devido à importância do assunto discutido no parágrafo Base
para Opinião Adversa, as demonstrações contábeis não apresentam,
adequadamente, a posição patrimonial e financeira da Companhia “A”, em 31 de
dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa
para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas
no Brasil.
b) Em nossa opinião, devido à relevância do assunto descrito no parágrafo Base
para Abstenção de Opinião, não nos foi possível fundamentar nossa opinião de
auditoria. Consequentemente, não expressamos uma opinião sobre as
demonstrações contábeis acima referidas.
c) Em nossa opinião, exceto pelos efeitos do assunto descrito no parágrafo Base
para Opinião com Ressalva, as demonstrações contábeis acima referidas
apresentam, adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição
patrimonial e financeira da Companhia “A”, em 31 de dezembro de 2012, o
desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo
naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.
d) Em nossa opinião, exceto pelos efeitos do assunto descrito no Parágrafo de
Ênfase, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam, adequadamente,
a posição patrimonial e financeira da Companhia “A”, em 31 de dezembro de 2012,

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o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo


naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.
Resolução:
Conforme A1 da NBC TA 705, temos que:
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

Natureza do assunto que gerou Julgamento do auditor sobre a disseminação de


a modificação forma generalizada dos efeitos ou possíveis
efeitos sobre as demonstrações contábeis
Relevante, mas não Relevante e
generalizado generalizado
Demonstrações contábeis Opinião com ressalva Opinião adversa
apresentam distorções
relevantes
Cópia registrada para Artur guilherme (CPF: 077.211.554-01)

Impossibilidade de se obter Opinião com ressalva Abstenção de opinião


evidência de auditoria
apropriada e suficiente
Gabarito 94: A.

95- (UEL / AFRE - PR / 2012) Quando o auditor conclui que as demonstrações


contábeis são elaboradas, em todos os aspectos relevantes, de acordo com a
estrutura de relatório financeiro aplicável, ele deve expressar sua opinião utilizando
a seguinte frase: As demonstrações contábeis
a) apresentam uma visão correta e adequada da administração dos recursos
financeiros e patrimonial de acordo com [a estrutura do relatório financeiro
aplicável].
b) foram elaboradas dentro do que determina os princípios contábeis e estão de
acordo com [a estrutura do relatório financeiro aplicável].
c) apresentam uma visão correta e adequada de acordo com [a estrutura do
relatório financeiro aplicável].
d) estão condizentes com o que determina a Lei nº 6.404/1976 e suas
modificações, bem como de acordo com [a estrutura do relatório financeiro
aplicável].
e) estão em consonância com [a estrutura do relatório financeiro aplicável e com
a legislação tributária em vigor.
Resolução:

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Esta questão cobra algo específico da NBC TA 700, no entanto, para responder,
não precisamos ir até ela. A opinião sem modificação é expressa pelo auditor
quando ele conclui que as demonstrações contábeis são elaboradas, em todos os
aspectos relevantes, de acordo com a estrutura de relatório financeira aplicável, o
que nos faz levar ao gabarito da questão, alternativa C.
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

Para reforçar, transcrevo o item 32 da NBC TA 700:


“32. Quando as demonstrações contábeis são elaboradas de acordo com uma
estrutura de apresentação adequada, a descrição da auditoria no relatório do
auditor independente deve referir-se a “elaboração e adequada apresentação das
demonstrações contábeis pela entidade” ou “elaboração de demonstrações
contábeis pela entidade que apresentam uma visão correta e adequada”
conforme apropriado nas circunstâncias”.
Gabarito 95: C.
Cópia registrada para Artur guilherme (CPF: 077.211.554-01)

96- (FEPESE - Auditor Fiscal da Receita Estadual (SEF SC)/Tributação e


Fiscalização/2010) No Parecer de Auditoria publicado relativo aos
demonstrativos contábeis de 2009 e 2008 da Empresa de Energia Elétrica do
Pântano do Sul S/A consta o seguinte parágrafo:
"3. A provisão para imposto de renda sobre o lucro é contabilizada apenas quando
da realização desse lucro para fins fiscais. ... Se essa provisão tivesse sido
contabilizada, o lucro líquido estaria a menor em R$ 150.000 e R$ 120.000 em
2009 e 2008, respectivamente".
Com base nessa informação, é possível inferir que o Parecer emitido é do tipo:
a) Adverso.
b) Negativa.
c) Com ressalvas.
d) Sem ressalvas, no formato padrão.
e) Limpo, no formato padrão, mas com observações sobre o parágrafo citado.
Resolução:
Conforme A1 da NBC TA 705, temos que:

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Natureza do assunto que gerou Julgamento do auditor sobre a disseminação de


a modificação forma generalizada dos efeitos ou possíveis
efeitos sobre as demonstrações contábeis
Relevante, mas não Relevante e
generalizado generalizado
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

Demonstrações contábeis Opinião com ressalva Opinião adversa


apresentam distorções
relevantes
Impossibilidade de se obter Opinião com ressalva Abstenção de opinião
evidência de auditoria
apropriada e suficiente
Cópia registrada para Artur guilherme (CPF: 077.211.554-01)

Como as demonstrações contábeis estão erradas especificamente por infringirem


o princípio contábil da competência, o efeito não é generalizado (disseminado), por
isto a opinião com ressalva.
Gabarito 96: C.

5.3- Parágrafos
97- (FGV - APF (SEPOG RO)/SEPOG RO/2017) As situações a seguir são
exemplos de circunstâncias em que o auditor, de acordo com as normas vigentes,
considera necessário incluir um parágrafo de ênfase, à exceção de uma. Assinale-
a.

a) Existência de incerteza relativa ao desfecho futuro de litígio excepcional.


b) Existência de incerteza relativa ao desfecho futuro de ação regulatória.
c) Aplicação antecipada de nova norma contábil com efeito disseminado
de forma generalizada nas demonstrações contábeis, antes da sua data de
vigência, quando permitido.
d) Grande catástrofe que tenha tido, ou continue a ter, efeito significativo
sobre a posição patrimonial e financeira da entidade.
e) Descumprimento de norma contábil com efeito relevante no resultado.
Resolução:

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Assunto Fundamental para o


apropriadamente entendimento pelos usuários
Parágrafo de apresentado ou das Demonstrações
ÊNFASE divulgado nas DC Contábeis
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não fosse exigido modificar a opinião

desde
que
não for considerado “principal assunto de
auditoria” a ser comunicado no relatório do
auditor

Portanto, a única alternativa que seria necessário MODIFICAR a opinião é a


letra E, o que impediria o uso do parágrafo de ênfase para o assunto.
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Gabarito 97: E.

98- (FGV - Prefeitura de Cuiabá - MT / Auditor Fiscal Tributário da


Receita Municipal / 2016) A Cia. W é auditada pelo auditor independente João.
A Cia. W publicou suas demonstrações contábeis, em 05/03/2016, com relatório
sem ressalva assinado por João.
Em 10/03/2016, João tomou conhecimento de que o principal cliente da Cia. W
havia pedido concordata em dezembro e não pagaria sua dívida.
João discutiu o assunto com a administração da Cia. W e determinou que as
demonstrações fossem alteradas, o que foi feito.
Assinale a opção que indica o procedimento de João em seu relatório reemitido.
a) Manter o relatório sem ressalva.
b) Adicionar um parágrafo de ênfase.
c) Adicionar uma ressalva em relação à concordata do cliente
d) Adicionar uma ressalva em relação à omissão da informação pela Cia W
e) Abster-se de dar uma opinião.
Resolução: Conforme item 16 da NBC TA 560, temos que:
“16. O auditor independente deve incluir no seu relatório, novo ou reemitido,
Parágrafo de Ênfase com referência à nota explicativa que esclarece mais
detalhadamente a razão da alteração das demonstrações contábeis emitidas
anteriormente e do relatório anterior fornecido pelo auditor independente.”
Gabarito 98: B.

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99- (CESGRANRIO - Analista de Gestão Corporativa (EPE)/Finanças e


Orçamento/2014) Durante um trabalho de auditoria, um auditor examinou um
conjunto de instrumentos financeiros de uma entidade, para os quais não foram
apresentadas as análises de riscos. O auditor considerou o fato relevante devido
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

ao montante de recursos envolvidos, de forma que o desfecho das operações com


instrumentos financeiros pode afetar significativamente a posição patrimonial e
financeira da entidade.
Como não houve certeza quanto ao desfecho das operações, o auditor deve emitir
um parecer
a) adverso
b) com abstenção de opinião
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c) com ressalvas
d) com ressalvas e com parágrafo de ênfase
e) sem ressalvas e com parágrafo de ênfase
Resolução:

Exemplos de circunstâncias que PODE CONSIDERAR


necessário utilização do parágrafo de ênfase

aplicação grande
antecipada catástrofe que
existência de
evento (quando tenha tido, ou
incerteza
subsequente permitida) de continue a ter,
relativa ao
significativo nova norma efeito
desfecho futuro
(entre DC e contábil com significativo
de litígio
Relatório do efeito relevante sobre a posição
excepcional ou
Auditor) sobre as patrimonial e
ação regulatória
demonstrações financeira da
contábeis entidade

Gabarito 99: E.

100- (FGV / ISS Cuiabá / 2014) Uma empresa auditada, após a divulgação de
suas demonstrações contábeis, obteve a confirmação de que seu principal cliente
não honraria seus compromissos, o que representava saldo significante do ativo.
Se o fato fosse do conhecimento do auditor na data do relatório, este teria diferente
opinião sobre as demonstrações contábeis.
A administração da empresa decidiu alterar as demonstrações contábeis já
divulgadas, de modo a não incluir o valor a receber do cliente. Nesse caso, o auditor

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(A) deve emitir um relatório sem ressalvas.


(B) deve incluir em seu relatório parágrafo de ênfase com referência à nota
explicativa, esclarecendo a razão da alteração.
(C) deve incluir em seu relatório parágrafo de ênfase clarificando que os outros
clientes irão honrar seus compromissos.
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(D) deve comunicar o fato ao órgão regulador.


(E) não deve se pronunciar, já que as demonstrações já estavam divulgadas.
Resolução:
O tema é: eventos subsequentes. Neste caso, trata-se de um evento APÓS a
DIVULGAÇÃO das demonstrações contábeis, em que a empresa ALTERA estas
demonstrações já divulgadas. Nesta alteração, ela não incluiu o valor a receber do
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cliente (diante da confirmação que não seria honrado os compromissos).


Bom, o que o auditor deve fazer? O item 15 da NBC TA 560 diz que ele deve:
aplicar procedimentos de auditoria necessários, revisar as providências da
administração e emitir novo relatório (ou nova opinião, relatório dupla-data).
Além disto, o item 16 prevê que o auditor inclua no seu relatório (novo ou
reemitido) Parágrafo de Ênfase com referência à nota explicativa que
esclarece mais detalhadamente a razão da alteração das demonstrações
contábeis emitidas anteriormente e do relatório anterior fornecido pelo auditor
independente.
Gabarito 100: B.

101- (FUNDATEC - Auditor-Fiscal da Receita Estadual (SEFAZ RS)/2014)


O parágrafo de um relatório elaborado por auditores independentes, referente à
Companhia JX, apresentou a seguinte redação:
“Sem ressalvar nossa opinião, chamamos a atenção para a Nota Explicativa 32
referente às demonstrações contábeis, que indica que a Companhia incorreu no
prejuízo líquido de R$ 45 milhões durante o exercício finalizado em 31 de dezembro
de 2013 e que, naquela data, o passivo circulante da Companhia excedeu o total
do ativo em R$ 20 milhões. Essas condições, juntamente com outros assuntos,
conforme descrito na referida Nota Explicativa, indicam a existência de incerteza
significativa que pode levantar dúvida significativa quanto à capacidade de
continuidade operacional da entidade”.
O parágrafo acima é considerado uma:
a) Ressalva.
b) Ênfase.

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c) Abstenção de opinião.
d) Descrição do procedimento aplicado.
e) Limitação com ressalva.
Resolução:
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O trecho “chamamos a atenção para a Nota Explicativa...” já demonstra que se


trata de um parágrafo de ênfase, ainda mais com a referência das informações
todas relacionadas às demonstrações contábeis, portanto, fato divulgado, o que
nos leva ao gabarito da questão, B.
Gabarito 101: B.

102- (FBC - Bacharel em Ciências Contábeis (CFC)/1º Exame de


Cópia registrada para Artur guilherme (CPF: 077.211.554-01)

Suficiência/2012) O relatório dos auditores independentes sobre as


demonstrações contábeis de uma sociedade anônima, em 31.12.2011, foi
apresentado com a seguinte redação:
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS
DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
Examinamos as demonstrações contábeis da Companhia A, que compreendem o
balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2011 e as respectivas demonstrações
do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o
exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas
contábeis e demais notas explicativas.
A Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada
apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis
adotadas no Brasil, e pelos controles internos que ela determinou como necessários
para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção
relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.
Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações
contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas
brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento
de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada
com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis
estão livres de distorção relevante.
Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção
de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações
contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor,
incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante das demonstrações
contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de

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riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e


adequada apresentação das demonstrações contábeis da Companhia para planejar
os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas, não,
para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da
Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela


administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações
contábeis tomadas em conjunto.
Chamamos atenção para a Nota X às demonstrações contábeis, que descreve a
incerteza relacionada com o resultado da ação judicial movida contra a Companhia
pela Empresa Z. Nossa opinião não contém ressalva relacionada a esse assunto.
O relatório de auditoria acima é um relatório:
a) com abstenção de opinião.
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b) que inclui parágrafo de ênfase.


c) que inclui parágrafo de outros assuntos.
d) com ressalva em relação a uma nota explicativa.
Resolução:
Atenção para este trecho: “Chamamos atenção para a Nota X às demonstrações
contábeis, que descreve a incerteza relacionada com o resultado da ação judicial
movida contra a Companhia pela Empresa Z. Nossa opinião não contém ressalva
relacionada a esse assunto”.
Portanto, é uma opinião sem ressalva, com parágrafo de ênfase. Vale reforçar a
diferença do uso do parágrafo de ênfase do de outros assuntos:

Fundamental para o
Assunto
entendimento pelos
Parágrafo de apropriadamente
usuários das
ÊNFASE apresentado ou
Demonstrações
divulgado nas DC
Contábeis

Relevante para os usuários


Parágrafo de Assunto NÃO
entenderem a auditoria,
OUTROS apresentado ou NÃO
responsabilidade do auditor
ASSUNTOS divulgado nas DC
ou relatório do auditor

Ah, claro, aproveitando a questão, veja exemplos de situações que podem


demandar o uso do parágrafo com ênfase:

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Exemplos de circunstâncias que PODE CONSIDERAR


necessário utilização do parágrafo de ênfase

aplicação grande
antecipada catástrofe que
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existência de
evento (quando tenha tido, ou
incerteza
subsequente permitida) de continue a ter,
relativa ao
significativo nova norma efeito
desfecho futuro
(entre DC e contábil com significativo
de litígio
Relatório do efeito relevante sobre a posição
excepcional ou
Auditor) sobre as patrimonial e
ação regulatória
demonstrações financeira da
contábeis entidade

Gabarito 102: B.
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103- (CFC / Exame de Suficiência CFC / 2012) De acordo com a NBC TA 706
- Parágrafos de Ênfase e Parágrafos de Outros Assuntos, julgue os itens abaixo
como Verdadeiros (V) ou Falsos (F) e, em seguida, assinale a opção CORRETA.
I. O auditor deverá incluir o parágrafo de ênfase antes do parágrafo de opinião em
seu relatório.
II. Ao incluir parágrafo de ênfase, o auditor deverá usar o título "Ênfase" ou outro
título apropriado.
III. O auditor deverá incluir no parágrafo de ênfase uma referência clara ao assunto
enfatizado e à nota explicativa que descreva de forma completa o assunto nas
demonstrações contábeis.
A sequência CORRETA é:
a) F, F, V.
b) F, V, F.
c) F, V, V.
d) V, V, V.
Resolução:
Item I – Falso. ATENÇÃO! A norma anteriormente dizia que a inclusão deveria
ser feita imediatamente após o parágrafo de opinião no relatório (item 7-a da
norma antes de 2016). Como tivemos republicação da norma, atualmente, não é
especificado o local para inclusão do parágrafo de ênfase, que vai depender da
natureza e relevância das informações.
Item II – Verdadeiro. De acordo com o item 9 A da NBC TA 706.

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Item III – Verdadeiro. De acordo com o item 9 B da NBC TA 706.


Gabarito 103: C.

104- (ESAF / AFRFB / 2012) Não é uma condição de exigência para que o
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

auditor independente inclua um parágrafo de ênfase em seu relatório.


a) A incerteza com relação à continuidade operacional da empresa auditada.
b) A auditoria realizada para propósitos especiais.
c) As contingências relevantes e de grande monta, decorrentes de processos
trabalhistas provisionadas e em discussão.
d) As diferenças entre práticas contábeis adotadas no Brasil e as IFRS.
e) A elaboração da Demonstração do Valor Adicionado.
Cópia registrada para Artur guilherme (CPF: 077.211.554-01)

Resolução:
Para verificar uma condição de exigência para inclusão de parágrafo de ênfase
devemos ter em mãos o apêndice 1 da NBC TA 706, que contém a Lista de normas
de auditoria que contêm exigências para parágrafos de ênfase.
Alternativa A e C a referência do apêndice é a NBC TA 570, item 19.
Alternativa B é a NBC TA 800, item 14.
Alternativa D é o apêndice 3 da NBC TA 706.
Aqui, cabe uma ressalva.. as atualizações feitas na série 700 das normas, em 2016,
trouxeram um campo específico no relatório do auditor independente para
tratamento da Continuidade Operacional, tirando desta norma a exigência da
inclusão do parágrafo de ênfase.
Gabarito 104: E.

105- (FCC / ISS-SP / 2012) A empresa brasileira Torucha S.A. elaborou as


demonstrações contábeis de 2011, consolidadas e individuais, de acordo com as
práticas contábeis adotadas no Brasil para avaliação dos investimentos em
controladas, coligadas, usando o método de equivalência patrimonial. Dessa forma,
o auditor ao emitir seu relatório de auditoria sobre as demonstrações contábeis
deve
a) emitir um parecer adverso, ressalvando que as demonstrações contábeis não
atendem às normas internacionais de contabilidade: IFRS, de acordo com as
práticas contábeis adotadas no Brasil.

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b) elaborar parágrafo de ênfase, evidenciando que as demonstrações financeiras


individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no
Brasil, ressalvando que neste aspecto não atendem às normas internacionais de
contabilidade: IFRS.
c) emitir parecer sem ressalva, uma vez que as demonstrações foram elaboradas
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil; como essas práticas


refletem os pronunciamentos do CPC − Comitê de Pronunciamentos Contábeis,
estão em conformidade com as normas internacionais de contabilidade: IFRS.
d) abster-se de opinar em seu relatório de auditoria, uma vez que as práticas
adotadas no Brasil divergem dos pronunciamentos emanados pelas normas
internacionais de contabilidade: IFRS.
e) emitir um relatório de auditoria, com limitação de escopo, uma vez que as
práticas contábeis adotadas no Brasil divergem dos pronunciamentos emanados
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pelas normas internacionais de contabilidade: IFRS.


Resolução:
Essa questão exige o conhecimento apurado de contabilidade, para que seja
possível concluir que as práticas contábeis adotadas no Brasil no que se referem a
avaliação dos investimentos em controladas, coligadas, são feitas através do
método de equivalência patrimonial, enquanto a IFRS demanda que seja feita a
consolidação de balanços.
Sendo assim, de acordo com o item 37 da NBC TA 700, temos que:
"37. Se a estrutura de relatório financeiro aplicável indicada na opinião do auditor
não se refere às normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo
Conselho de Normas Internacionais de Contabilidade ou às normas internacionais
de contabilidade do setor público emitidas pelo Conselho de Normas Internacionais
de Contabilidade do Setor Público, a opinião do auditor deve identificar a jurisdição
de origem da estrutura".
Portanto, é adequado que o auditor emita um parágrafo de ênfase (que tem por
finalidade chamar atenção dos usuários) para destacar tal fato, não sendo
necessário alterar sua opinião pois as demonstrações contábeis estão de acordo
com o relatório financeiro aplicável (que no caso são as práticas contábeis
brasileiras).
Gabarito 105: B

106- (FCC / Contador Nossa Caixa / 2011) Quando ocorrer incerteza quanto
a fato relevante, cujo desfecho poderá afetar significativamente a posição

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patrimonial e financeira da entidade, mas que foi mencionado nas notas


explicativas às demonstrações contábeis, o auditor deve
a) emitir parecer adverso.
b) adicionar parágrafo de ênfase em seu parecer sem ressalva.
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

c) emitir parecer com abstenção de opinião.


d) não emitir o parecer até ter maiores informações sobre o assunto.
e) emitir parecer com ressalva.
Resolução:

Exemplos de circunstâncias que PODE CONSIDERAR


necessário utilização do parágrafo de ênfase
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aplicação grande
antecipada catástrofe que
existência de
evento (quando tenha tido, ou
incerteza
subsequente permitida) de continue a ter,
relativa ao
significativo nova norma efeito
desfecho futuro
(entre DC e contábil com significativo
de litígio
Relatório do efeito relevante sobre a posição
excepcional ou
Auditor) sobre as patrimonial e
ação regulatória
demonstrações financeira da
contábeis entidade

Gabarito 106: B.

107- (ESAF / Analista Técnico SUSEP / 2010) O auditor externo, ao avaliar


as demonstrações contábeis da empresa Evolution S.A., identificou que a empresa
está discutindo a similaridade de seus produtos com produtos de concorrentes que
possuem isenção de tributação. A empresa não vem recolhendo o referido tributo
há mais de 5 anos e o valor relativo a essa contingência é significativo. Caso a
decisão vier a ser contrária à empresa, a mesma entrará em processo de
descontinuidade.
A decisão deve ter seu mérito julgado em quatro anos. Dessa forma deve o auditor
emitir parecer:
a) negativa de opinião, por não poder firmar opinião sobre as demonstrações
contábeis.
b) com ressalva, evidenciando o fato como restritivo às demonstrações contábeis.
c) adverso, por não permitir avaliar as demonstrações contábeis.
d) sem ressalva, visto que há incerteza no desdobramento da causa.

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e) sem ressalva, com introdução de parágrafo de ênfase fazendo referência à nota


explicativa que deve descrever detalhadamente o evento.
Resolução:
Este é um caso de utilização do parágrafo de ênfase, conforme item A1 da NBC TA
706: “existência de incerteza relativa ao desfecho futuro de litígio excepcional ou
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

ação regulatória”.
Não é o caso de modificação de opinião pois está deve ser modificada somente
quando o auditor conclui que as demonstrações contábeis como um todo
apresentam distorções relevantes ou quando não consegue obter evidência de
auditoria apropriada e suficiente para concluir sobre as demonstrações.
Gabarito 107: E.
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108- (FCC / Agente Fiscal de Rendas SP / 2009) O auditor externo, ao se


deparar com algum passivo que represente para a empresa uma incerteza
relevante, deve emitir parecer
a) com ressalva e limitação de escopo do trabalho.
b) sem ressalva e com limitação de escopo do trabalho.
c) adverso, evidenciando a incerteza constatada.
d) sem ressalva e com parágrafo adicional de ênfase.
e) com negativa de opinião e limitação de escopo.
Resolução:
Caro colega concurseiro, preste bem atenção ao enunciado, mais precisamente
nesta parte: “passivo que represente para empresa uma incerteza relevante”.
Toda vez que o auditor, quiser chamar a atenção dos usuários para um
assunto apresentado ou divulgado nas demonstrações contábeis que, segundo
seu julgamento, tem tal importância e é fundamental para o entendimento pelos
usuários das demonstrações, ele deve incluir parágrafo de ênfase no relatório,
desde que tenha obtido evidência de auditoria suficiente e apropriada, e que não
houve distorção relevante do assunto nas demonstrações contábeis.
Gabarito 108: D.

109- (FCC / Analista Judiciário Auditor – TJ-PI / 2009) Quando ocorrer


incerteza em relação a fato relevante, cujo desfecho poderá afetar
significativamente a posição patrimonial e financeira da entidade, bem como o
resultado das suas operações, se o auditor independente concluir que a matéria

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será adequadamente divulgada nas notas explicativas às demonstrações contábeis,


seu parecer deve conter
a) parágrafo de ênfase após o parágrafo de opinião.
b) ressalva ou negativa de opinião.
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c) ressalva ou opinião adversa.


d) parágrafo de ênfase ou opinião adversa.
e) abstenção de opinião ou opinião adversa.
Resolução:
Estamos lidando com mais uma questão que aborda a utilização do parágrafo de
ênfase.
LEMBRE-SE: toda vez que o auditor, quiser chamar a atenção dos usuários
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para um assunto apresentado ou divulgado nas demonstrações contábeis que,


segundo seu julgamento, tem tal importância e é fundamental para o entendimento
pelos usuários das demonstrações, ele deve incluir parágrafo de ênfase no
relatório.
Gabarito 109: A.

110- (ESAF / Auditor Fiscal do Tesouro RN / 2005) Na constatação de


evidências de riscos na continuidade normal das atividades da entidade, o auditor
independente deverá emitir parecer:
a) com abstenção de opinião.
b) sem ressalva e sem parágrafo de ênfase.
c) com ressalva e com parágrafo de ênfase.
d) sem ressalva e com parágrafo de ênfase.
e) adverso e com parágrafo de ênfase.
Resolução:
De acordo com a norma vigente à época do certame (NBC T11.10 ) temos que:
"[Link]. Quando constatar que há evidências de riscos na continuidade normal
das atividades da entidade, o auditor deve, em seu parecer, mencionar, em
parágrafo de ênfase, os efeitos que tal situação pode determinar na continuidade
operacional da entidade, de modo que os usuários tenham adequada informação
sobre a mesma".
Adiante, na mesma norma, temos no item [Link] que:

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"[Link]. Se a divulgação nas Demonstrações Contábeis for adequada, o auditor


deve emitir um parecer sem ressalva, adicionando um parágrafo de ênfase
que destaque o problema da continuidade operacional da entidade, fazendo
referência à nota explicativa nas Demonstrações Contábeis que divulgue os
aspectos relacionados ao assunto".
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Atualmente, de acordo com a NBC TA 570, temos que:


"19. Se for feita divulgação adequada nas demonstrações contábeis, o auditor deve
expressar uma opinião sem ressalvas e incluir um parágrafo de ênfase em seu
relatório(...)
20. Se não for feita divulgação adequada nas demonstrações contábeis, o auditor
deve expressar uma opinião com ressalva ou adversa, conforme apropriado".
Sendo assim, via de regra a opnião do auditor será sem ressalva com
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parágrafo de ênfase. Caso não a entidade auditada não tenha feito uma divulgação
adequada nas demonstrações contábeis, o auditor deve expressar uma opinião com
ressalva ou adversa.
Gabarito 110: D.

111- (ESAF / Analista Técnico SUSEP / 2002) Após a data de fechamento,


mas antes da emissão de seu parecer, o auditor independente constatou que a
matriz da empresa que ele audita requereu concordata. Esse fato pode afetar a
continuidade operacional de seu cliente que é dependente financeiramente da
matriz. A administração da empresa apresentou adequada interpretação nas
demonstrações contábeis; diante dessa situação, o auditor deve emitir um parecer
a) com ressalva e parágrafo de ênfase.
b) com abstenção de opinião.
c) adverso com parágrafo de descontinuidade.
d) sem ressalva com parágrafo de ênfase.
e) de incerteza com parágrafo de descontinuidade.
Resolução:

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Exemplos de circunstâncias que PODE CONSIDERAR


necessário utilização do parágrafo de ênfase

aplicação grande
antecipada catástrofe que
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existência de
evento (quando tenha tido, ou
incerteza
subsequente permitida) de continue a ter,
relativa ao
significativo nova norma efeito
desfecho futuro
(entre DC e contábil com significativo
de litígio
Relatório do efeito relevante sobre a posição
excepcional ou
Auditor) sobre as patrimonial e
ação regulatória
demonstrações financeira da
contábeis entidade

Como apresentou adequadamente, não há que se falar em modificação de opinião


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pelo auditor.
Gabarito 111: D.

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5- Lista de Exercícios (todos da aula)

5.1- Questões apresentados ao longo da teoria


1- (FCC / AL-PE - Analista Legislativo - Contabilidade / 2014) Quando o
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auditor conclui que as demonstrações contábeis são elaboradas, em todos os


aspectos relevantes, de acordo com a estrutura de relatório financeiro aplicável,
deverá expressar uma opinião
a) conclusiva.
b) favorável.
c) não modificada.
d) modificada.
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e) idônea.

2- (FCC / AFTE-PE / 2014) – O relatório do auditor independente sobre as


demonstrações contábeis deve especificar que a auditoria foi conduzida de acordo
com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. O relatório deve explicar,
também, que essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelo
auditor e que:
(A) os procedimentos de auditoria sejam elaborados com o objetivo de solucionar
e prevenir fraudes e erros.
(B) o programa de auditoria seja aprovado pela administração da entidade.
(C) a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança
razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante.
(D) a aprovação e a divulgação das demonstrações contábeis sejam de
responsabilidade do sistema de controle interno da entidade.
(E) a avaliação do controle interno seja executada pela auditoria interna.

3- (IESES - Analista Judiciário (TRE MA) / Apoio Especializado /


Contabilidade / 2015) Algumas das variáveis a respeito da decisão sobre
modificação de opinião do auditor, relacionam-se com a natureza do assunto que
deu origem à modificação e sobre a disseminação dos efeitos ou possíveis efeitos
do assunto sobre as demonstrações contábeis. De acordo com a Resolução CFC nº.
1.232/09, que aprova a NBC TA 705 – Modificações na Opinião do Auditor
Independente, assinale a alternativa correta com relação aos três tipos de
modificação de opinião possíveis:

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a) Opinião com ressalva, opinião com outros assuntos e abstenção de opinião.


b) Opinião com ressalva, opinião com ênfase e abstenção de opinião.
c) Opinião com ressalva, opinião adversa e opinião com ênfase.
d) Opinião com ressalva, opinião adversa e abstenção de opinião.
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4- (FBC - Bacharel em Ciências Contábeis (CFC)/2º Exame de


Suficiência/2014) Considere que uma sociedade empresária usa o método de
equivalência patrimonial para avaliar o investimento em uma entidade coligada. O
auditor não conseguiu obter evidência de auditoria apropriada e suficiente sobre
as informações contábeis dessa coligada para avaliar se o método de equivalência
patrimonial foi aplicado de forma adequada. O auditor avaliou, ainda, que os
possíveis efeitos de distorções não detectadas poderiam ser relevantes, mas não
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generalizadas.
No caso descrito, o auditor deverá, em seu relatório:
a) abster-se de expressar opinião.
b) elaborar parágrafo de outros assuntos.
c) emitir opinião adversa.
d) emitir opinião com ressalva.

5- (FCC / AFTE-PE / 2014) – Bartolomeu Guimarães, auditor independente,


na realização de auditoria das demonstrações contábeis da empresa Baratão do
Norte S/A, tendo obtido evidências de auditoria apropriadas e suficientes, concluiu
que as distorções detectadas, individualmente ou em conjunto, são relevantes e
generalizadas para as demonstrações contábeis. Nestas condições, o auditor deve:
(A) emitir uma opinião adversa.
(B) emitir uma opinião sem ressalva.
(C) emitir uma opinião com ressalvas.
(D) abster-se de opinar.
(E) emitir uma opinião pela irregularidade.

6- (ESAF / AFRFB / 2009) Na emissão de parecer com abstenção de opinião


para as demonstrações contábeis de uma entidade, pode-se afirmar que:
a) elimina a responsabilidade do auditor de emitir qualquer parecer devendo este
comunicar à administração da empresa da suspensão dos trabalhos.

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b) não suprime a responsabilidade do auditor de mencionar, no parecer, qualquer


desvio, independente da relevância ou materialidade, que possa influenciar a
decisão do usuário dessas demonstrações.
c) exclui a responsabilidade do auditor de se manifestar sob qualquer aspecto das
demonstrações.
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d) não elimina a responsabilidade do auditor de mencionar, no parecer, qualquer


desvio relevante que possa influenciar a decisão do usuário dessas demonstrações.
e) extingue a responsabilidade do auditor de mencionar, no parecer, qualquer
desvio relevante que possa influenciar a decisão do usuário dessas demonstrações.

7- (CESPE / Analista Ministerial – Área de Orçamento MP-PI / 2012)


Com referência a papéis de trabalho e relatórios de auditoria, julgue os itens a
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seguir.
Considere que um auditor encarregado de realizar auditoria em determinada
instituição inclua em seu relatório o parágrafo de ênfase, por meio do qual ele
expresse incertezas em relação a um fato relevante, cujo desfecho possa afetar
significativamente a posição patrimonial dessa instituição. Nesse caso, a inclusão
desse parágrafo de ênfase é motivo para que o relatório seja denominado parecer
adverso.

8- (ESAF / AFRFB / 2012) O auditor externo da empresa Mutação S.A., para


o exercício de 2011, identificou, nas demonstrações contábeis de 2010,
divergências que o levam a formar opinião diferente da expressa pelo auditor
anterior. Nesse caso, deve o auditor externo
a) eximir-se de emitir opinião sobre as demonstrações contábeis do ano de 2010,
expressando opinião somente sobre a demonstração contábil de 2011.
b) divulgar, em um parágrafo de outros assuntos no relatório de auditoria, as
razões substanciais para a opinião diferente.
c) exigir da empresa a republicação das demonstrações contábeis de 2010, com o
relatório de auditoria retificado.
d) emitir obrigatoriamente um relatório de auditoria, com opinião modificada,
abstendo-se de opinar sobre as demonstrações contábeis de 2010.
e) comunicar aos órgãos de supervisão o fato, ressalvando o relatório de auditoria
dos anos de 2011 e 2010.

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5.2- Relatório do Auditor Independente


9- (FCC - Ana (DPE RS) / DPE RS / Contabilidade / 2017) Durante os
trabalhos, um auditor independente concluiu que não seria possível obter
segurança razoável, bem como que uma opinião com ressalva no relatório seria
insuficiente nas circunstâncias para atender aos usuários previstos nas
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demonstrações contábeis. Nesse caso, a NBC TA 200 requer que o auditor


a) amplie a amostragem inicial.
b) interrompa os trabalhos e faça um novo planejamento da auditoria.
c) faça uma revisão das anotações dos papéis de trabalho.
d) solicite mais auditores para auxiliar os trabalhos.
e) se abstenha de emitir sua opinião ou renuncie ao trabalho, quando a renúncia
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for possível de acordo com lei ou regulamentação aplicável.

10- (FCC / ICMS MA / 2016) Determinada empresa de economia mista do


Estado fez o seguro do ativo imobilizado, junto à seguradora Martelo, para o
período de 24 meses: 01/10/2015 a 30/09/2017.
− O prêmio de seguro foi de R$ 600.000,00, pago 40% no ato e o restante 30 e
60 dias.
− A empresa encerra seu exercício social em 31 de dezembro de cada ano.
− O lucro do exercício de 2015 foi de R$ 1.390.000,00.
O auditor independente no exame dos registros contábeis da apólice do seguro
contratado constatou que:
− 300.000,00 – foram contabilizados (apropriados) como despesas de seguro do
exercício de 2015, e que o valor da apropriação do seguro está incorreto.
− 300.000,00 – foram contabilizados na conta “Seguros a Vencer” classificada no
realizável de curto prazo.
O auditor considerou que as distorções, individualmente ou em conjunto, são
relevantes, mas não generalizadas nas demonstrações contábeis. Nestas
condições, o auditor deve
(A) considerar as demonstrações contábeis regulares, com recomendação.
(B) expressar uma opinião com ressalvas.
(C) expressar uma opinião pela regularidade, com ressalvas.
(D) considerar as demonstrações contábeis regulares, após ajustes.
(E) expressar uma opinião adversa.

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11- (FCC - Copergás - PE /Analista Contador/2016) Na auditoria


independente das demonstrações contábeis do exercício de 2015 de determinada
empresa estatal do Governo do Estado, o auditor constatou que na conta de
“Duplicatas a Receber”, há uma diferença de R$ 2.596.000,00 a maior no saldo
contábil. A diferença refere-se a duas duplicatas pagas, mediante cheques, por
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determinado cliente no mês de dezembro e depositado no mês fevereiro do ano


subsequente. Em seu julgamento o Auditor considerou que as demonstrações
contábeis apresentam distorções relevantes, mas não generalizadas. Assim,
segundo as NBC 705, deve o Auditor
a) emitir uma opinião adversa.
b) abster-se de emitir uma opinião.
c) emitir uma opinião pela regularidade, com recomendação.
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d) emitir uma opinião com ressalva.


e) considerar o saldo da conta “Duplicatas a Receber” irregular no exercício de
2015.

12- (FCC / ICMS PI / 2015) O auditor, quando, não consegue obter evidência
de auditoria apropriada e suficiente para suportar sua opinião, concluindo que os
possíveis efeitos de distorções não detectadas, se houver, sobre as demonstrações
contábeis poderiam ser relevantes e generalizadas, deverá expressar sua opinião
por meio de
(A) Certificado de Regularidade com Ressalva.
(B) Parecer Adverso.
(C) Parecer Limpo com parágrafo de ênfase.
(D) Certificado de Regularidade.
(E) Relatório com Abstenção de opinião.

13- (FCC / Analista do CNMP – Contabilidade / 2015) Na realização dos


trabalhos de auditoria das demonstrações contábeis do exercício de 2014 da
Indústria de Calças e Camisas do Sul S/A, o auditor não conseguiu obter evidência
apropriada e suficiente de auditoria para suportar sua opinião, mas concluiu que
os possíveis efeitos de distorções não detectadas, se houver, sobre as
demonstrações contábeis poderiam ser relevantes, mas não generalizados. Nestas
condições, o auditor deve
a) expressar uma opinião sem ressalvas, apenas para os itens examinados.

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b) comunicar ao conselho fiscal da empresa e adotar novos procedimentos de


auditoria.
c) abster-se de expressar uma opinião.
d) considerar as demonstrações contábeis irregulares.
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e) expressar uma opinião, com ressalvas.

14- (FCC - Auditor Conselheiro Substituto (TCM-GO)/2015) O Auditor,


tendo obtido evidência de auditoria apropriada e suficiente, conclui que as
distorções, individualmente ou em conjunto, são relevantes, mas não
generalizadas nas demonstrações contábeis, deve expressar-se por meio de
a) opinião sem ressalva.
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b) opinião com ressalva.


c) opinião adversa.
d) abstenção de opinião.
e) renúncia do trabalho.

15- (FCC - Auditor de Controle Externo (TCM-GO)/Controle


Externo/2015 (e mais 4 concursos) O auditor, quando obtida evidência de
auditoria apropriada e suficiente, conclui que as distorções, individualmente ou em
conjunto, são relevantes e generalizadas para as demonstrações contábeis, deve
expressar-se por meio de
a) opinião sem ressalva.
b) renúncia do trabalho.
c) opinião com parágrafo de ênfase.
d) abstenção de opinião.
e) opinião adversa.

16- (FCC - Analista de Controle Externo (TCE-CE)/Controle Externo /


Auditoria Governamental / 2015 (e mais 2 concursos) Na auditoria das
demonstrações contábeis do exercício de 2014 da Companhia de Distribuição de
Águas e Limpeza de Mananciais do Estado, o auditor constatou diversas distorções.
Tendo o auditor obtido evidência de auditoria apropriada e suficiente, concluiu que
as distorções, individualmente ou em conjunto, são relevantes, mas não

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generalizadas nas demonstrações contábeis. Nestas condições, de acordo com as


Normas de Auditoria NBC TAs, deve o auditor
a) considerar as demonstrações contábeis irregulares.
b) expressar uma opinião adversa.
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c) considerar as demonstrações contábeis regulares, com ressalvas.


d) expressar uma opinião sem ressalva, mas com recomendação.
e) expressar uma opinião com ressalva.

17- (FCC - Técnico Judiciário (TRT 3ª Região) / Apoio Especializado /


Contabilidade / 2015) Nos trabalhos de auditoria realizados em determinada
empresa de economia mista, o auditor obteve evidência de auditoria apropriada e
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suficiente e concluiu que as distorções, individualmente ou em conjunto, são


relevantes, mas não generalizadas nas demonstrações contábeis. Nestas
condições, de acordo com as nor mas de auditoria − NBC TA 705, deve o auditor
a) expressar uma opinião sem ressalva.
b) expressar uma opinião com ressalva.
c) concluir pela irregularidade.
d) abster-se de expressar uma opinião.
e) concluir pela regularidade com ressalvas.

18- (FCC / AFTE-PE / 2014) – Considere:


III. A opinião do auditor independente sobre as demonstrações contábeis trata de
determinar se as demonstrações contábeis são elaboradas, em todos os aspectos
relevantes, em conformidade com a estrutura de relatório financeiro aplicável.

19- (FCC - Auditor Público Externo (TCE-RS)/Arquitetura/2014 (e mais


4 concursos) Durante a realização do seu trabalho, o auditor não conseguiu obter
segurança razoável relativa às informações nem emitir opinião com ressalva. Nesse
caso, o auditor deve
a) aumentar o tamanho da amostragem.
b) convocar reunião com os administradores da instituição auditada.
c) solicitar reforço para sua equipe de auditoria.
d) trancar a auditoria.

Prof. Lucas Salvetti 126 de 166


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e) abster de emitir opinião ou renunciar ao trabalho, se possível.

20- (FCC - Auditor Público Externo (TCE-RS)/Ciências Contábeis/2014)


Nas circunstâncias em que o auditor, tendo obtido evidência de auditoria
apropriada e suficiente, conclui que as distorções, individualmente ou em conjunto,
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são relevantes, mas não generalizadas nas demonstrações contábeis; ou, não
consegue obter evidência apropriada e suficiente de auditoria para suportar sua
opinião, mas conclui que os possíveis efeitos de distorções não detectadas, se
houver, sobre as demonstrações contábeis poderiam ser relevantes, mas não
generalizados, sua opinião a ser expressada, no parecer ou relatório de auditoria,
deve ser
a) com abstenção.
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b) com ressalva.
c) adversa.
d) limpa.
e) com ênfase.

21- (FCC / Analista Judiciário – Contabilidade TRT / 2013) Quando o


auditor encontra evidência relevante, mas não generalizada, deve emitir uma
opinião
a) adversa.
b) com abstenção.
c) inconclusiva.
d) com ressalva.
e) relativizada.

22- (FCC / Agente da DPE-SP – Contador / 2013) Com relação aos tipos de
Parecer de Auditoria, considere:
I. Na impossibilidade de manifestar-se sobre os conjuntos das demonstrações
financeiras examinadas, nada impede que o Auditor emita seu parecer apenas
sobre uma parte delas, desde que sobre essa parte tenha ele obtido as
comprovações necessárias.
II. Quando o Auditor não obtém comprovação suficiente para fundamentar seu
parecer sobre as demonstrações financeiras em conjunto, deve ele declarar

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expressamente que está impossibilitado de emitir parecer sobre essas


demonstrações.
III. Quando o Auditor verificar efeitos que, no seu julgamento, comprometem
substancialmente as demonstrações financeiras por ele examinadas, deve declarar
expressamente que as referidas demonstrações não representam, adequadamente
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e em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira ou os


resultados das operações da entidade.
Os trechos I, II e III, respectivamente, referem-se a pareceres
a) com negativa de opinião, com ressalva e adverso.
b) com ressalva, com negativa de opinião e adverso.
c) adverso, parcial e com ressalva.
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d) parcial, com negativa de opinião e adverso.


e) adverso, com negativa de opinião e com ressalva.

23- (FCC - Agente de Fiscalização Financeira (TCE-SP)/"Sem


Área"/2012) Segundo a NBC TA 705, que trata da opinião do auditor
independente, caso as demonstrações contábeis apresentem distorções relevantes
que, no julgamento do auditor, estão disseminadas em vários elementos, contas
ou itens das demonstrações financeiras, esse profissional deve emitir um relatório
a) padrão.
b) com ressalva.
c) com opinião adversa.
d) com abstenção de opinião.
e) sem ressalva.

24- (FCC / Analista Ministerial MP-PE / 2012) De acordo com a NBC TA 705,
se houver impossibilidade de obter evidência de auditoria apropriada e suficiente e
o auditor julgar que o possível efeito desse fato sobre as demonstrações contábeis
for relevante e generalizado, ele deve emitir um relatório (nova denominação do
antigo parecer de auditoria ):
a) sem ressalva.
b) com abstenção de opinião.
c) com ressalva.
d) adverso.

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e) limpo.

25- (FCC / Analista Judiciário Contabilidade – TRT 6ª / 2012) Quando um


objetivo em uma norma NBC TA relevante não puder ser cumprido e referido fato
impedir que o auditor cumpra com os objetivos gerais de auditoria e faça com que
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o auditor modifique sua opinião ou renuncie ao trabalho, tal fato ensejará a emissão
de relatório
a) adverso ou com ressalva.
b) com abstenção de opinião ou sem ressalvas.
c) com negativa de opinião ou com limitação de escopo.
d) sem ressalva ou adverso.
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e) sem ressalvas ou com ênfases.

26- (FCC / ISS SP / 2012) A empresa Delta Petróleo S.A. está encerrando, em
fevereiro de 2012, o processo de auditoria de suas demonstrações financeiras
pertinentes ao ano de 2011. Os trabalhos da auditoria estão em fase de finalização
e a empresa informa ao mercado a ocorrência de um grande vazamento que
afetará a continuidade de suas operações no Brasil, uma vez que a multa recebida
inviabiliza a empresa. Nesse caso, o auditor deve
a) emitir relatório de auditoria com abstenção de opinião por não ter tempo hábil
para reconduzir a auditoria para uma demonstração financeira pelos critérios de
realização dos ativos e passivos.
b) manter o seu relatório de auditoria, evidenciando em notas explicativas a
descontinuidade.
c) abster-se de emitir opinião, uma vez que conjunturalmente a situação da
empresa se modificou, alterando todo o planejamento da auditoria.
d) ressalvar o parecer, evidenciando a possibilidade de descontinuidade e
mantendo as demonstrações financeiras.
e) exigir da empresa a elaboração de demonstrações contábeis específicas para
atender às demonstrações exigidas nessa situação de descontinuidade.

27- (FCC / ISS-SP / 2012) A empresa exportatudo S.A. tem em suas


operações instrumentos financeiros derivativos de hedge de moeda para cobertura
de sua exposição cambial. Apesar de enquadrar-se na condição para contabilização
pelo método de hedgeaccounting não o aplica. Dessa forma, deve o auditor externo

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a) verificar se o procedimento está divulgado em nota explicativa e emitir relatório


de auditoria sem ressalva, uma vez que esse procedimento é opcional.
b) avaliar o impacto e verificar se o procedimento afeta representativamente o
resultado, ressalvando o relatório de auditoria.
c) emitir relatório de auditoria, condicionando sua avaliação aos reflexos que o
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referido procedimento causaria às demonstrações contábeis.


d) abster-se de emitir opinião em virtude da relevância que o procedimento causa
nas demonstrações contábeis das empresas de forma geral.
e) ressalvar e enfatizar, no relatório de auditoria, os efeitos que o referido
procedimento causa às demonstrações financeiras auditadas.
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28- (FCC / Analista de Controle TCE-PR / 2011) Quando as demonstrações


financeiras representam adequadamente a posição patrimonial e financeira, o
auditor emite um parecer
a) conclusivo.
b) sem especificações.
c) extroverso.
d) finalístico.
e) sem ressalva.

29- (FCC / Analista Judiciário – Contabilidade – TRT / 2011) O processo


de auditoria e a emissão de relatório de auditoria sem ressalva
a) não isenta o administrador e os agentes de governança das responsabilidades
legais e normativas.
b) divide a responsabilidade pelas demonstrações contábeis com os
administradores e transfere a responsabilidade de eventuais fraudes não
constatadas, para a firma de auditoria.
c) exime da responsabilidade os administradores e a diretoria executiva da
empresa, dividindo as responsabilidades com os agentes de governança.
d) não elimina a possibilidade de erros materiais e de distorções relevantes nas
demonstrações contábeis.
e) elimina a responsabilidade dos agentes de governança das responsabilidades
legais e normativas.

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30- (FCC / Analista Judiciário – Contador TRF / 2011) No processo de


auditoria, para emissão de relatório, deve se obter
a) documentação mínima que suporte o processo de auditoria independente, sem
a necessidade de confirmação da fidedignidade dos documentos, ainda que haja
indícios de fraude.
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

b) confirmação dos eventos, dentro do processo de revisão analítica, limitando-se


a revisão dos documentos selecionados por amostra estatística,
independentemente do nível de risco oferecido.
c) evidência de auditoria apropriada e suficiente para a redução do risco de
auditoria a um nível aceitável baixo.
d) confirmação de que as demonstrações contábeis não apresentam quaisquer
níveis de fraude ou erro.
Cópia registrada para Artur guilherme (CPF: 077.211.554-01)

e) confirmação do risco inerente da entidade, que é igual para todas as classes


relacionadas de transações apresentadas nas demonstrações contábeis.

31- (FCC / Analista de Controle Externo – Inspeção de Obras Públicas


TCM-CE / 2010) Uma opinião modificada dos auditores independentes, segundo
a natureza da opinião que contém, pode ser do tipo
a) negativa, positiva, limpa ou contrária.
b) com ressalva, com abstenção de opinião ou adversa.
c) com abstenção de avaliação de provas, limpa, com ressalva ou sem ressalva.
d) generalizada ou contrária.
e) sem ressalva, pericial contábil ou adversa.

32- (FCC / Auditor Fiscal de Tributos Estaduais – SEFIN RO / 2010)


Considere as seguintes afirmações:
III. O parecer dos auditores independentes classifica-se, segundo a natureza da
opinião que contém, em parecer sem ressalva, parecer com ressalva, parecer
adverso e parecer com parágrafo de ênfase.

33- (FCC / Analista Trainee – Ciências Contábeis METRÔ / 2010) Em


relação ao parecer da auditoria independente, é correto afirmar:
a) A data do parecer e a data da conclusão dos trabalhos de auditoria devem
necessariamente coincidir, inexistindo exceções à essa regra.

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b) Em caso de emissão de parecer sem ressalva, não há necessidade de o auditor


elaborar o parágrafo de extensão dos trabalhos e o parágrafo de opinião.
c) A limitação na extensão dos trabalhos do auditor pode obrigá-lo a emitir parecer
com ressalva ou com abstenção de opinião.
d) Caso o auditor emita parecer adverso, ele deve descrever os motivos e a
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

natureza das divergências num parágrafo imediatamente posterior ao da opinião.


e) Quando as demonstrações contábeis são divulgadas de forma comparativa com
a do exercício anterior e houver mudança de auditores, o auditor atual está
obrigado também a emitir parecer sobre as demonstrações do exercício anterior.
Cópia registrada para Artur guilherme (CPF: 077.211.554-01)

34- (FCC / APOF SEFAZ SP / 2010) Em uma auditoria em que não foi possível
obter comprovação suficiente para fundamentar uma opinião, devido às limitações
no escopo dos exames realizados, o auditor
a) deve emitir um parecer adverso.
b) deve emitir um parecer com negativa de opinião.
c) deve emitir um parecer com ressalvas.
d) deve emitir um parecer sem ressalvas.
e) não deve emitir qualquer parecer.

35- (FCC / Técnico Superior de Análise Contábil PGE RJ / 2009) A empresa


Clean S.A. modificou as demonstrações contábeis publicadas. A administração não
tomou as medidas necessárias para assegurar que todas as pessoas que tinham
recebido as demonstrações contábeis anteriormente divulgadas tivessem acesso
às novas, limitando-se a divulgar em seu site. O auditor entendeu que deveria
modificar seu parecer, mas a administração não aceitou. Nesse caso, o auditor
a) não tem nenhum procedimento a fazer, uma vez que as demonstrações
contábeis publicadas não são as que serviram para o trabalho de auditoria,
podendo ele justificar com os papéis de trabalho.
b) deverá informar à administração que poderá tomar medidas para impedir que
seu parecer seja utilizado por terceiros, resguardando seus direitos e obrigações
legais.
c) deverá comunicar tal ocorrência diretamente ao mercado e aos órgãos
competentes, mesmo que a empresa não seja informada de que ele tomará essas
providências.

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d) só deverá se manifestar se estiver no período entre a data do encerramento das


demonstrações contábeis e a publicação, não sendo responsável por eventos
ocorridos após a publicação.
e) deverá refazer os trabalhos, complementando-os, sendo que o parecer dentro
dessas circunstâncias se torna nulo.
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36- (FCC / Analista Judiciário Auditor – TJ-PI / 2009) Após a data de


emissão de seu parecer sem ressalva, mas antes da divulgação das demonstrações
contábeis, o auditor toma conhecimento de um fato que possa afetar de maneira
relevante as demonstrações contábeis e ele decide que estas devam ser revisadas
pela administração. Então,
a) caso a administração concorde em revisar as demonstrações contábeis em
Cópia registrada para Artur guilherme (CPF: 077.211.554-01)

consonância com a opinião do auditor, ele está dispensado de emitir um novo


parecer de auditoria sobre as demonstrações contábeis revisadas.
b) caso a administração decida não alterar as demonstrações contábeis, ele deve
emitir um novo parecer descrevendo o fato no parágrafo de opinião, mas esse novo
parecer continuará sendo considerado sem ressalva.
c) ele deve comunicar aos órgãos reguladores que o parecer emitido naquela data
não tem validade legal, independentemente ou não de a administração decidir
modificar as demonstrações contábeis.
d) ele deve emitir um comunicado público externando que, exceto pelo fato
mencionado, sua opinião está correta.
e) caso a administração concorde em revisar as demonstrações contábeis em
consonância com a opinião do auditor, ele poderá emitir um novo parecer com
dupla data.

37- (FCC / Analista Técnico de controle externo – Tecnologia de


Informação TCE-AM / 2008) Se o auditor discordar ou tiver dúvidas quanto a
um ou mais elementos específicos das demonstrações financeiras que sejam
relevantes, mas não fundamentais para a compreensão delas, o conteúdo do
parecer de auditoria deve indicar claramente que se trata de um parecer
a) pleno.
b) adverso.
c) com ressalvas.
d) com notas relevantes.
e) com negativa de opinião.

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38- (FCC / Analista Judiciário Contadoria TRF / 2007) O auditor externo,


antes de emitir seu parecer, constata que a empresa perdeu seu maior cliente, o
que evidencia a sua descontinuidade. Nesse caso, deve o auditor
a) emitir parecer com ressalva, demonstrando os efeitos que teriam na
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

demonstração, caso efetive a descontinuidade.


b) emitir parecer com ressalva, mantendo as demonstrações contábeis.
c) não emitir parecer com abstenção de opinião, mantendo as demonstrações
contábeis.
d) emitir parecer adverso, solicitando a retificação das demonstrações contábeis,
reconhecendo os Ativos pelo valor de realização.
Cópia registrada para Artur guilherme (CPF: 077.211.554-01)

e) não emitir parecer, por não haver tempo hábil para refazer os trabalhos e, assim,
apresentar as demonstrações contábeis de forma adequada.

39- (FCC / Agente Fiscal de Rendas SP / 2006) Quando houver incerteza


em relação a fatos relevantes que não estejam ainda perfeitamente identificados
ao final dos trabalhos de auditoria independente e nem claramente expostos no
conjunto das demonstrações contábeis, recomenda- se que o auditor emita um
parecer
a) com abstenção de opinião.
b) com um parágrafo de ênfase, após o parágrafo de opinião, recomendando a
continuidade dos trabalhos de auditoria.
c) sem ressalva, já que nada pode ser comprovado com certeza.
d) com ressalva ou opinião adversa, a seu juízo.
e) parcial.

40- (FGV - Esp Leg NS (ALERJ)/ALERJ / Qualquer Nível Superior / 2017)


Quando em determinada entidade o auditor tiver necessidade de averiguar
informações junto aos funcionários responsáveis pelo acompanhamento das
vendas, da posição dos investimentos e dos controles internos, deverá usar a
técnica:
a) da amostragem;
b) da conferência de cálculos;
c) da circularização;

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d) do exame de registros auxiliares;


e) do inquérito.

41- (FGV - APF (SEPOG RO)/SEPOG RO/2017) No relatório do auditor


Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

independente sobre as demonstrações contábeis, a ordem de apresentação de cada


assunto na seção dos “Principais Assuntos de Auditoria” deve ser determinada de
acordo com
a) a liquidez das transações.
b) o julgamento do auditor.
c) os montantes envolvidos.
d) a ordem cronológica dos fatos de origem.
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e) a ordem como estão divulgados os fatos nas demonstrações contábeis.

42- (FGV - AFTE (SEFIN RO)/SEFIN RO/2018) Ao auditar uma sociedade


empresária, o auditor independente concluiu que os estoques estão
superavaliados. A distorção é considerada relevante, no entanto não é generalizada
para as demonstrações contábeis.
Nesse caso, o auditor independente deve emitir um relatório com
a) opinião sem ressalva.
b) opinião com ressalva.
c) opinião adversa.
d) abstenção de opinião.
e) parágrafo de ênfase.

43- (FGV / ISS Cuiabá / 2014) Em 31/12/2013, uma empresa de patrimônio


líquido de R$ 400.000,00 possuía financiamentos no valor de R$ 500.000,00. Estes
tinham como data de vencimento 31/12/2012, mas a empresa não tinha saldo para
pagar os financiamentos e não conseguiu renegociá-los. Por isso, estava
considerando declarar falência. As notas explicativas e as demonstrações contábeis
não refletiam a incerteza em relação à capacidade de funcionamento da empresa.
Na data, o auditor deve

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(A) apresentar um relatório com opinião com ressalva.


(B) apresentar um relatório com opinião adversa.
(C) expressar uma opinião sem ressalvas e incluir um parágrafo de ênfase em seu
relatório.
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(D) abster-se de emitir sua opinião.


(E) denunciar a empresa ao órgão regulador.

44- (FGV / Consultor Legislativo Especial – Assembleia Legislativa MA /


2013) O tipo de parecer de auditoria que se refere à opinião do auditor sobre os
valores apresentados pelas demonstrações contábeis auditadas e que expressa um
procedimento de classificação de recebíveis, não refletiu com precisão, de acordo
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com os princípios de contabilidade, a posição patrimonial, mas não representa um


erro significativo a ponto de distorcer os valores dos resultados apresentados.
Esse tipo de parecer é denominado
a) adverso.
b) negativa de opinião.
c) abstenção de opinião.
d) com ressalva.
e) sem ressalva.

45- (FGV / Analista de Controle Interno SEFAZ-RJ / 2011) Quando houver


uma limitação no escopo do trabalho do auditor provocado pela entidade auditada,
o parecer deverá ser emitido na(s) modalidade(s)
a) adverso ou com abstenção de opinião.
b) sem ressalvas.
c) com parágrafo de ênfase.
d) adverso ou com ressalva.
e) com ressalva ou com abstenção de opinião.

46- (FGV / AFRE-RJ / 2011) A firma de auditoria Auditores Associados foi


contratada para emitir parecer específico sobre o balanço patrimonial de
determinada entidade. Ela disponibilizou acesso ilimitado a todas as áreas da
empresa, a todos os relatórios, registros, dados, informações e demais

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demonstrações contábeis, de forma a serem possíveis todos os procedimentos de


auditoria. Dessa forma, é correto classificar essa auditoria como
a) uma limitação no escopo do trabalho.
b) um trabalho de objetivo ilimitado, que deverá gerar parecer na modalidade com
ressalvas, pelo menos.
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c) uma indeterminação na profundidade do trabalho.


d) um trabalho de objetivo limitado.
e) uma restrição na profundidade do trabalho.

47- (FGV / Analista de Controle Interno SAD-PE / 2009) O auditor


identificou um fato devidamente comprovado, que envolveria incerteza não
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adequadamente demonstrada nos balanços ou em notas explicativas. Nesse caso,


o parecer emitido pelo auditor será:
a) com abstenção de opinião ou adverso.
b) regular com ressalvas ou regular pleno.
c) com ressalvas ou adverso.
d) irregular ou com ressalvas.
e) com opinião negativa ou absoluto.

48- (FGV / TCM RJ / 2008) Durante a aplicação dos testes substantivos, o


auditor detectou que o (sub) grupo intangível apresentava valor significativo
(relevante). Assim, com o intuito de validar esse item, solicitou o laudo de
avaliação, que sustentou o valor apresentado no balanço patrimonial. Após
aplicação dos procedimentos de inspeção e cálculo, concluiu que o valor lançado
estava superavaliado. Tendo informado o fato à administração da auditada,
recebeu a resposta de que ela não estaria disposta a corrigir. Em relação aos
pareceres que poderiam ser emitidos nesse caso, tendo em vista a discordância
entre auditor e auditada e considerando que não houve limitação no escopo dos
trabalhos, consoante o CFC (Resolução 830 de 1998 e Resolução 953 de 2003),
assinale a alternativa correta.
a) sem ressalvas, uma vez que o lançamento do intangível no balanço não é
obrigatório.
b) com abstenção de opinião ou com ressalvas.
c) com ressalvas, adverso ou com abstenção de opinião.
d) sem ressalvas, adverso, com abstenção de opinião e com ressalvas.

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e) adverso ou com ressalvas.

49- (FGV / AFRE-RJ / 2008) A auditoria independente de demonstrações


contábeis objetiva validar e certificar a adequação dessas demonstrações em face
das normas brasileiras de contabilidade e das práticas contábeis em vigor no Brasil.
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Para que tenha condições de certificar as informações apresentadas, o auditor


aplica dois grandes conjuntos de testes: os testes de observância (ou aderência) e
os testes substantivos. Os primeiros objetivam verificar a existência, efetividade,
adequação e confiabilidade do controle interno da empresa, com vistas a
determinar, em um segundo momento, o volume de testes substantivos a serem
aplicados nas diversas áreas a serem testadas. Os testes substantivos
compreendem duas categorias: os de transações e saldos e os procedimentos de
revisão analítica.
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Os testes de observância, como o próprio nome evidencia, buscarão validar se as


transações contabilizadas de fato ocorreram (em determinadas situações, as
empresas registram operações fictícias, sem suporte documental, com o objetivo
de mascarar determinada evidência ou apresentar uma situação diferente da real)
e se os saldos correspondem à realidade. Já a revisão analítica compreende um
conjunto de índices e indicadores que funcionam como sinal de alerta para o
auditor.
Ao final dos trabalhos, o auditor evidenciará sua opinião em um documento
denominado "parecer de auditoria". Nele, caso opte pela modalidade "sem
ressalvas", é correto afirmar que:
a) serve como garantia de viabilidade futura. Ou seja, constando ou não um
parágrafo de ênfase, a empresa deverá continuar a operar normalmente por, pelo
menos, mais um exercício.
b) o trabalho de auditoria foi bem realizado, tendo sido todos os procedimentos
listados no planejamento efetivamente executados.
c) não se detectaram impropriedades relevantes ou, em caso afirmativo, elas
foram adequadamente ajustadas nas demonstrações.
d) houve limitações significativas no escopo do trabalho.
e) a administração da entidade auditada atuou de forma eficiente e eficaz, tendo
optado, na maior parte do tempo, por decisões mais acertadas.

50- (ESAF / AFRFB / 2014) No relatório de auditoria, deve ser divulgado


que os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo
a:

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a) avaliação dos riscos de não conformidades nas demonstrações contábeis,


sempre causadas por fraudes.
b) estimativa dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis,
exclusivamente causadas por erro, sendo de responsabilidade da administração a
ocorrência de fraudes.
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c) identificação de todos os riscos de distorção nas demonstrações contábeis e


no relatório da administração, independentemente se causada por fraude ou erro,
determinando sua materialidade.
d) gestão dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis,
identificadas na matriz de riscos, causada exclusivamente por erro.
e) avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis,
independentemente se causada por fraude ou erro.
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51- (ESAF / Analista CVM / 2010) No parecer sobre as demonstrações


contábeis, o auditor deve emitir sua opinião afirmando se estas representam
adequadamente ou não a situação patrimonial da entidade. Nesse parecer, devem
ser observados os seguintes aspectos relevantes, exceto:
a) as obrigações para o período seguinte.
b) a origem e a aplicação dos recursos para o período a que correspondem.
c) as mutações do patrimônio líquido.
d) a posição patrimonial e financeira.
e) o resultado das operações no período.

52- (ESAF / Analista Técnico SUSEP / 2010) O auditor externo, quando


responsável pela auditoria das demonstrações contábeis da holding de um
conglomerado econômico, deve:
a) evidenciar em cada folha, do conjunto de demonstrações auditadas e nas notas
explicativas, os itens ou contas que não foram objetos de auditoria.
b) limitar-se a dar divulgação sobre as demonstrações para as quais emitiu opinião.
c) ressalvar o parecer, evidenciando as áreas das demonstrações contábeis que
não foram auditadas por ele.
d) evidenciar, no parecer de auditoria, as demonstrações das coligadas e
controladas que não foram auditadas por ele, identificando a firma de auditoria que
as auditou.

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e) responsabilizar-se por todas as demonstrações contábeis utilizadas para


elaboração da demonstração objeto da auditoria.

53- (ESAF / Auditor Fiscal da Receita Federal / 2009) A empresa de


Transportes S.A. é uma empresa que tem seus registros contábeis e procedimentos
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estabelecidos por agência de fiscalização. A agência estabeleceu procedimento


para registro das concessões que diverge significativamente, do procedimento
estabelecido pelo Conselho Federal de Contabilidade. Nessa situação, deve o
auditor emitir parecer:
a) sem abstenção de opinião.
b) adverso.
c) com ressalva.
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d) sem ressalva, mas evidenciando em nota explicativa a divergência.


e) com abstenção de opinião.

54- (ESAF / Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas


– SEFAZ SP / 2009) Assinale a opção que preenche corretamente as lacunas da
seguinte frase: "O auditor deve emitir parecer ______(1)______ quando verificar
que as demonstrações contábeis estão incorretas ou incompletas, em tal
magnitude que impossibilite a emissão do parecer ______ (2)______."
a) (1) com ressalva // (2) adverso
b) (1) adverso // (2) com ressalva
c) (1) com abstenção de opinião // (2) com ressalva
d) (1) com abstenção de opinião // (2) adverso
e) (1) adverso // (2) com abstenção de opinião

55- (ESAF / Auditor do Tesouro Municipal de Natal SEMUT / 2008) Com


relação ao parecer de auditoria, é verdadeiro afirmar que:
a) quando aplicado o "parágrafo de ênfase", o parecer qualifica-se como parecer
com ressalva.
b) a expressão "exceto quanto" é utilizada para limitar a extensão do parecer e
qualificá-lo como parecer adverso.
c) a não aplicação de princípios contábeis, sem avaliar a relevância na
demonstração contábil, não é fator suficiente para emitir parecer com ressalva.

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d) a expressão "sujeito a" é utilizada para ressaltar a indefinição sobre algum


aspecto da demonstração contábil em parecer com ressalva.
e) o parecer com negativa de opinião deve ser emitido somente quando a empresa
não tiver elaborado as demonstrações contábeis.
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56- (ESAF / Analista de Finanças e Controle CGU / 2008) De acordo com


a NBC-T-11, o Parecer do Auditor Independente, segundo a natureza da opinião
que contém, pode ser classificado das seguintes formas, exceto:
a) parecer sem ressalva.
b) parecer com ressalva.
c) parecer irregular.
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d) parecer adverso.
e) parecer com abstenção de opinião.

57- (ESAF / Analista de Finanças e Controle CGU / 2006) Segundo as


Normas Brasileiras de Contabilidade, o Parecer emitido pelos Auditores
Independentes pode receber as seguintes classificações, exceto, o
a) parecer sem ressalva.
b) parecer com ressalva.
c) parecer com abstenção de opinião por limitação na extensão.
d) parecer contrário.
e) parecer adverso.

58- (ESAF / Analista de Finanças e Controle CGU / 2006) Quando o Auditor


Independente verificar a existência de efeitos que, isolada ou conjugadamente,
forem de tal relevância que comprometam o conjunto das demonstrações
contábeis, deve emitir parecer
a) sem ressalva.
b) com abstenção de opinião por limitação na extensão.
c) adverso.
d) com ressalva.
e) com abstenção de opinião por incertezas.

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59- (ESAF / Analista de Finanças e Controle CGU / 2006) Segundo as


Normas Brasileiras de Contabilidade, o Parecer emitido pelos Auditores
Independentes pode receber as seguintes classificações, exceto:
a) parecer sem ressalva.
b) parecer com ressalva.
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c) parecer adverso.
d) parecer com abstenção de opinião por limitação na extensão.
e) parecer contrário.

60- (ESAF / Analista de Finanças e Controle CGU / 2004) A data do parecer


de auditoria deverá ser a mesma data:
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a) do encerramento dos trabalhos de auditoria na entidade.


b) da publicação das demonstrações contábeis ao público.
c) do encerramento dos relatórios de auditoria pela firma.
d) do envio das demonstrações contábeis para o jornal.
e) das demonstrações contábeis objeto da auditoria na entidade.

61- (ESAF / AFRFB / 2002) O fato de a administração se recusar a fornecer


uma declaração que o auditor considere necessária constitui uma limitação de
alcance. Nesse caso, o auditor deve expressar um:
a) parecer com ressalva ou com abstenção de opinião.
b) parágrafo de ênfase ou abstenção de opinião.
c) negativa de opinião ou com parágrafo de ênfase.
d) parecer de incerteza ou com abstenção de opinião.
e) parecer com ressalva ou com parágrafo de ênfase.

62- (ESAF / AFRFB / 2002) Quando o auditor vier a emitir uma ressalva em
decorrência do relatório de um especialista ou de suas conclusões, esse especialista
a) deve ser identificado no parecer para suportar o motivo da ressalva.
b) com seu consentimento pode ser identificado no parecer.
c) deve ser identificado no parecer para dividir as responsabilidades.
d) não deve ser identificado no parecer por questões éticas.

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e) não deve ser identificado no parecer por questões técnicas.

63- (ESAF / AFRFB / 2002) O auditor independente foi contratado apenas


para opinar sobre o balanço patrimonial da empresa "ABC". O auditor não
encontrou nenhuma restrição ao acesso de informações e registros, e todos os
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procedimentos julgados necessários foram efetuados. Nesse caso, o trabalho do


auditor caracteriza-se
a) pela extensão limitada de seu objetivo.
b) pelo objetivo limitado de seu trabalho.
c) pela abstenção de outros demonstrativos.
d) por uma ressalva de escopo.
Cópia registrada para Artur guilherme (CPF: 077.211.554-01)

e) pela limitação de escopo.

64- (ESAF / Analista Técnico SUSEP / 2002) O auditor independente


constatou, durante seus trabalhos de campo, que uma contingência ativa,
provável e estimada, não constava nos registros contábeis da entidade auditada.
Nesse caso, o auditor deve emitir um parecer
a) sem ressalva.
b) com ressalva.
c) adverso.
d) com negativa de opinião.
e) com abstenção de opinião.

65- (CESPE - TCE-SC / Auditor Fiscal de Controle Externo – Contabilidade


/ 2016) Julgue o item a seguir, a respeito de normas técnicas de auditoria.
Embora a opinião do auditor independente a respeito das demonstrações contábeis
geralmente não modifique as decisões gerenciais, pode haver situações específicas
em que ele deve expressar a sua opinião a respeito de outros temas que sejam
relevantes para o alcance dos objetivos gerais do seu trabalho.
( ) Certo ( ) Errado

66- (CESPE - TCE-PA /Auditor de Controle Externo - Área Fiscalização -


Contabilidade/2016) De acordo com as Normas Técnicas de Auditoria (NBC TA)
estabelecidas pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), julgue o item a seguir.

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A opinião do auditor deve fundamentar-se em demonstrações contábeis


examinadas de acordo com as NBC TA, devendo esse profissional emitir opinião
não modificada quando as demonstrações contábeis forem compatíveis com a
estrutura dos relatórios financeiros aplicável.
( ) Certo ( ) Errado
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67- (CESPE - TCE-PR /Analista de Controle - Jurídica/2016) No relatório,


o auditor deverá especificar, em determinada seção, que a auditoria foi conduzida
em conformidade com as normas vigentes e indicar a origem dessas normas. Essa
declaração de conformidade normativa deverá constar da seção do relatório de
auditoria intitulada
a) outras responsabilidades.
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b) responsabilidades do auditor.
c) parágrafo introdutório.
d) responsabilidades da administração.
e) parágrafo de opinião.

68- (CESPE - FUNPRESP-JUD / Analista - Controle Interno / Auditoria /


2016) Com referência aos relatórios de auditoria contábil, julgue o item
subsecutivo.
A abstenção de opinião é circunstância que exige do auditor uma opinião
modificada em relação às demonstrações contábeis da empresa auditada.
( ) Certo ( ) Errado

69- (CESPE - FUNPRESP-JUD / Analista - Controle Interno / Auditoria /


2016) Com referência aos relatórios de auditoria contábil, julgue o item
subsecutivo.
Se a evidência obtida pelo auditor for apropriada e suficiente, mas as
demonstrações contábeis apresentarem distorções relevantes, o julgamento em
relação à disseminação generalizada dos efeitos ou possíveis efeitos dessas
distorções definirá se a opinião a ser emitida pelo auditor será adversa ou com
ressalva.
( ) Certo ( ) Errado

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70- (CESPE / Auditor Federal de Controle Externo TCU / 2011) O trabalho


de auditoria deve ser consubstanciado na elaboração dos respectivos relatórios.
Julgue o item a seguir, relacionado a esse assunto.
É condição necessária e suficiente para a emissão de um parecer de auditoria sem
ressalvas que as demonstrações contábeis sejam preparadas de acordo com os
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princípios fundamentais da contabilidade e as Normas Brasileiras de Contabilidade.

71- (CESGRANRIO - Transpetro / Auditor Junior / 2016) A NBC TA 705


trata da responsabilidade do auditor de emitir um relatório apropriado nas
circunstâncias em que, ao formar uma opinião sobre as demonstrações contábeis,
conclui que é necessário emitir uma opinião modificada sobre essas demonstrações
contábeis.
Cópia registrada para Artur guilherme (CPF: 077.211.554-01)

De acordo com essa norma, constitui elemento que conduz à emissão de opinião
com ressalva a
a) impossibilidade de obtenção de evidência de auditoria apropriada e suficiente
devido a uma limitação imposta pela administração depois da aceitação do trabalho
pelo auditor.
b) conclusão de que os possíveis efeitos de distorções não detectadas, se houver,
sobre as demonstrações contábeis, poderiam ser relevantes e generalizados,
independentemente da obtenção de evidência de auditoria apropriada e suficiente
sobre as incertezas.
c) não obtenção de evidência de auditoria apropriada e suficiente para o auditor
suportar sua opinião, mas capaz de levá-lo à conclusão de que os possíveis efeitos
de distorções não detectadas, se houver, sobre as demonstrações contábeis,
poderiam ser relevantes e generalizados.
d) não obtenção de evidência apropriada e suficiente de auditoria para o auditor
suportar sua opinião, mas capaz de levá-lo à conclusão de que os possíveis efeitos
de distorções não detectadas, se houver, sobre as demonstrações contábeis
poderiam ser relevantes, mas não generalizados.
e) obtenção de evidência de auditoria apropriada e suficiente, e conclusão de que
as distorções, individualmente ou em conjunto, são relevantes e generalizadas para
as demonstrações contábeis.

72- (FCM - IF Sudeste - MG /Técnico em Contabilidade/2016) Sobre a


emissão de opinião do auditor, acerca das demonstrações contábeis e das notas
explicativas elaboradas pela entidade, analise as afirmativas:

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I- O auditor responde solidariamente pela elaboração das demonstrações


contábeis, objetos de auditoria.
II- O auditor emitirá sua opinião através de um relatório: sem ressalva, com
ressalva, com opinião adversa ou com abstenção de opinião.
III- O auditor emitirá um relatório com parágrafos de ênfases quando houver algum
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evento material relevante distorcido e que não enseje a emissão de opinião com
ressalva, adversa ou com abstenção de opinião.
IV- O auditor emitirá um relatório com ressalva quando houver, em algum aspecto,
um evento materialmente distorcido, porém não generalizável, e que não enseje
emissão de opinião adversa ou com abstenção de opinião.
São corretas as afirmativas
a) I e II.
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b) II e III.
c) II e IV.
d) I, II e III.
e) II, III e IV.

73- (CS UFG - Auditor de Tributos do Município de Goiânia/2016) De


acordo com a Resolução CFC n° 1.231/2009, o auditor deve avaliar se as
demonstrações contábeis são elaboradas, em todos os aspectos relevantes, de
acordo com os requisitos da estrutura de relatório financeiro aplicável. Essa
avaliação deve incluir a consideração dos aspectos
a) qualitativos das práticas contábeis da entidade.
b) quantitativos das transações auditadas.
c) patrimoniais adotados pelos gestores.
d) operacionais para obtenção de evidência de auditoria.

74- (FCM - IF Sudeste - MG /Auditor/2016) Relacione as características dos


relatórios de auditoria com os respectivos tipos.
1- Sem ressalva
2- Com ressalva
3- Opinião Adversa
4- Abstenção de Opinião

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( ) O auditor não conseguiu evidências apropriadas que o possibilitasse assegurar


quanto à adequação ou inadequação das demonstrações contábeis.
( ) O auditor julgou que a entidade não atendeu as normas de contabilidade e as
legislações aplicáveis, não representando as demonstrações uma posição
econômica e patrimonial fiel da entidade.
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( ) O auditor julgou que a entidade atendeu as normas de contabilidade e as


legislações aplicáveis, exceto quanto a um aspecto específico, representando,
porém, as demonstrações adequadamente à posição econômica e patrimonial na
maioria dos aspectos relevantes.
( ) O auditor julgou que nos principais aspectos relevantes, a entidade atendeu as
normas de contabilidade e as legislações aplicáveis, representando as
demonstrações fielmente à posição econômica e patrimonial.
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A sequência correta é
a) 1, 2, 3, 4.
b) 1, 2, 4, 3.
c) 2, 4, 1, 3.
d) 4, 2, 3, 1.
e) 4, 3, 2, 1.

75- (FCC / Contador DPE-RR / 2015) A firma de auditoria UAXM − Auditores


Independentes foi contratada para realizar a auditoria das demonstrações
contábeis referente ao exercício de 2014, de determinada empresa estatal do
Estado. Finalizados os trabalhos de auditoria, o Auditor deve formar uma opinião e
emitir o relatório. O Auditor expressa uma opinião não modificada quando
a) obtém evidência de auditoria apropriada e suficiente, conclui que as distorções,
individualmente ou em conjunto, são relevantes, mas não generalizadas nas
demonstrações contábeis.
b) não obtém evidência de auditoria apropriada e suficiente para suportar sua
opinião, mas conclui que os possíveis efeitos de distorções não detectadas, se
houver, sobre as demonstrações contábeis poderiam ser relevantes e
generalizadas.
c) conclui que as demonstrações contábeis são elaboradas, em todos os aspectos
relevantes, de acordo com a estrutura do relatório financeiro aplicável.
d) obtém evidência de auditoria apropriada e suficiente, conclui que as distorções,
individualmente ou em conjunto, são relevantes e generalizadas para as
demonstrações contábeis.

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e) não obtém evidência apropriada e suficiente de auditoria para suportar sua


opinião, mas conclui que os possíveis efeitos de distorções não detectadas, se
houver, sobre as demonstrações contábeis poderiam ser relevantes, mas não
generalizados.
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76- (CS-UFG / Analista Legislativo – Contador / 2015) O auditor, após


aceitar o trabalho, toma conhecimento que a administração impôs uma limitação
ao alcance da auditoria, o que resultará na necessidade de uma opinião com
ressalva ou abstenção em expressar uma opinião sobre as demonstrações
contábeis. Neste caso, considerando a Resolução do CFC n. 1.232/2009, como,
inicialmente, o auditor deve proceder?
a) Solicitar que a administração retire a limitação.
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b) Renunciar, de imediato, ao trabalho da auditoria.


c) Colocar um parágrafo de ênfase no relatório.
d) Aceitar limitações impostas à auditoria.

77- (IESES / TRE-MA AJAJ Contabilidade / 2015) Com relação ao disposto


na Resolução CFC nº 1.231/09 que trata da Formação da Opinião e Emissão do
Relatório do Auditor Independente sobre as Demonstrações Contábeis, o auditor
especificamente deve avaliar se, segundo os requisitos da estrutura de relatório
financeiro aplicável:
I. As demonstrações contábeis divulgam adequadamente as práticas contábeis
selecionadas e aplicadas e se as práticas contábeis selecionadas e aplicadas são
consistentes com a estrutura de relatório financeiro aplicável e são apropriadas.
II. As estimativas contábeis feitas pela administração são razoáveis e se as
informações apresentadas nas demonstrações contábeis são relevantes,
confiáveis, comparáveis e compreensíveis.
III. As demonstrações contábeis fornecem divulgações adequadas para permitir
que os usuários previstos entendam o efeito de transações e eventos relevantes
sobre as informações incluídas nas demonstrações contábeis.
IV. A terminologia usada nas demonstrações contábeis, incluindo o título de cada
demonstração contábil, é apropriada.
Das afirmações mencionadas, pode-se concluir que:
a) Apenas as afirmações I e III estão corretas.
b) Apenas as afirmações I, II e III estão corretas.

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c) Todas as afirmações estão corretas.


d) Apenas as afirmações II e III estão corretas.

78- (VUNESP - Contador Judiciário (TJ SP)/2015) A opinião de um auditor


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no Relatório de Auditoria pode ser


a) adversa, quando não é possível obter evidência apropriada para suportar a
opinião da auditoria.
b) com ressalva, quando as distorções existentes são relevantes e generalizadas
para as demonstrações contábeis.
c) adversa, quando as distorções existentes são relevantes e generalizadas para
as demonstrações contábeis.
Cópia registrada para Artur guilherme (CPF: 077.211.554-01)

d) sem ressalva, quando não é possível obter evidência apropriada para suportar
a opinião da auditoria.
e) com ressalva, quando as demonstrações contábeis estão elaboradas de acordo
com a estrutura do relatório financeiro.

79- (FBC - Bacharel em Ciências Contábeis (CFC)/1º Exame de


Suficiência/2015) Um auditor, tendo obtido evidência de auditoria apropriada e
suficiente, conclui que as distorções, individualmente ou em conjunto, são
relevantes e generalizadas para as demonstrações contábeis.
Diante dessas circunstâncias, deve o auditor:
a) abster-se de expressar uma opinião.
b) expressar uma opinião adversa.
c) declarar-se impedido de expressar uma opinião.
d) expressar uma opinião com ressalva.

80- (FUNRIO / IF-BA / Auditor / 2014) O auditor, ao certificar a existência


de limitação significativa na extensão do exame que o impossibilite de formar
opinião sobre as demonstrações contábeis, em razão não ter obtido comprovação
suficiente para fundamentá-la, deverá emitir parecer
a) adverso em toda a extensão.
b) com negativa de opinião por limitação na extensão.
c) sem ressalva, porém com determinações.
d) favorável, porém com ressalvas.

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e) favorável, porém com recomendações.

81- (PAC / BANPARÁ / Contador / 2014) Faça a associação entre o tipo de


opinião do auditor e seu objetivo principal e depois marque a sequência correta:
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1. Opinião Adversa ( ) Emite a opinião que as demonstrações contábeis expressam


a situação econômica, financeira e patrimonial da entidade.
2. Abstenção de Opinião ( ) Expressa a opinião de que há algum item na
demonstração financeira, que não representa a situação econômico, financeira e
patrimonial da entidade.
3. Opinião com Ressalva ( ) Expressa a opinião de que existem efeitos de eventos
econômicos expressos ou não nas demonstrações contábeis, que comprometem a
apresentação da situação econômica, financeira e patrimonial da entidade.
Cópia registrada para Artur guilherme (CPF: 077.211.554-01)

4. Opinião sem Ressalva ( ) Emite opinião que existem limitações na condução do


exame das demonstrações contábeis, o que impede de atestar que essas
demonstrações evidenciam a real situação econômica, financeira e patrimonial da
entidade.
a) 1, 2, 3, 4.
b) 2, 3, 1, 4.
c) 4, 3, 1, 2.
d) 4, 2, 3, 1.
e) 4, 2, 3, 1

82- (CESGRANRIO / CEFET-RJ / Auditor / 2014) No momento conclusivo


de um trabalho de auditoria, o auditor deverá emitir um parecer sobre tudo o que
foi analisado naquele período.
Quando o auditor não obtém elementos comprobatórios suficientes para formar
sua opinião sobre as demonstrações financeiras tomadas em conjunto, ele emitirá
um(a):
a) ressalva na conclusão do parecer
b) negativa de parecer
c) parecer sem ressalvas
d) parecer adverso
e) parecer limpo

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83- (UFG - Contador (Pref CN)/2014) A suficiência e adequação da evidência


de auditoria estão inter-relacionadas. A suficiência é a medida da quantidade de
evidência de auditoria, enquanto adequação é a medida da qualidade da evidência,
ou seja, a suficiência e a adequação são relevantes e confiáveis para fornecer
suporte às conclusões que fundamentam a
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a) avaliação da auditoria.
b) opinião do auditor.
c) execução dos exames.
d) exatidão das informações.

84- (FBC - Bacharel em Ciências Contábeis (CFC)/1º Exame de


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Suficiência/2014) De acordo com a NBC TA 705 – Modificações na Opinião do


Auditor Independente, o auditor deve emitir uma Opinião Adversa quando:
a) ele não consegue obter evidência apropriada e suficiente de auditoria para
suportar sua opinião, mas ele conclui que os possíveis efeitos de distorções não
detectadas, se houver, sobre as demonstrações contábeis poderiam ser relevantes,
mas não generalizados.
b) em circunstâncias extremamente raras, envolvendo diversas incertezas, conclui
que, independentemente de ter obtido evidência de auditoria apropriada e
suficiente sobre cada uma das incertezas, não é possível expressar uma opinião
sobre as demonstrações contábeis devido à possível interação das incertezas e seu
possível efeito cumulativo sobre essas demonstrações contábeis.
c) não consegue obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para suportar
sua opinião e ele conclui que os possíveis efeitos de distorções não detectadas, se
houver, sobre as demonstrações contábeis poderiam ser relevantes e
generalizadas.
d) tendo obtido evidência de auditoria apropriada e suficiente, conclui que as
distorções, individualmente ou em conjunto, são relevantes e generalizadas para
as demonstrações contábeis.

85- (FEPESE / Auditor de Florianópolis / 2014) Em uma auditoria na Cia.


de Assuntos Gerais, o auditor identificou diversas transações de valores relevantes
com partes relacionadas, sendo que houve divulgação pelos responsáveis pela
governança de todas as vendas de produtos realizadas a valores de mercado,
exceto de vários veículos vendidos pelo valor contábil. Como não houve lucro ou
prejuízo nessa operação, os responsáveis pela governança consideraram esse
evento contábil irrelevante.

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Considerando essa situação, assinale a alternativa correta associada à decisão do


auditor.
a) O evento relatado é relevante e generalizado, e por esse motivo deve constar
no relatório opinião modificada adversa.
b) O evento relatado é irrelevante, e por esse motivo deve constar no relatório a
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opinião limpa.
c) O evento relatado é relevante, mas não generalizado, e por esse motivo deve
constar no relatório a opinião modificada com abstenção de opinião.
d) O evento relatado é relevante, mas não generalizado, e por esse motivo deve
constar no relatório a opinião modificada com ressalva.
e) O evento relatado é relevante e não generalizado, e por esse motivo deve
constar no relatório opinião modificada sem ressalva
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86- (CETRO / ISS SP / 2014) O Auditor Independente, ao verificar as


demonstrações financeiras da empresa AUDITADA S/A, verificou que a empresa
mantém valores depositados em juízo no montante aproximado de R$2.150 mil,
relacionados, principalmente, a processos trabalhistas, para os quais não possui
informações suficientes para justificar a sua manutenção como ativo, além de estar
envolvida em processos trabalhistas classificados como perdas prováveis por seus
consultores legais em montante aproximado de R$950 mil, para os quais não
mantém provisão para perdas, sendo as distorções relevantes para a empresa. Na
opinião do Auditor, exceto pelos possíveis efeitos do assunto citado anteriormente,
os demonstrativos financeiros da empresa AUDITADA S/A apresentam
adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e
financeira da empresa.
Com base nas informações descritas, é correto afirmar que o Auditor Independente
deverá emitir, ao final do seu trabalho, um relatório de auditoria
(A) sem ressalvas.
(B) com abstenção de opinião.
(C) com parágrafo de ênfase.
(D) com ressalva.
(E) com negativa de opinião.

87- (CETRO / ISS SP / 2014) Um Auditor Independente foi contratado para


realizar os procedimentos de Auditoria depois do dia 31/12/2013, não
acompanhando, portanto, a contagem física do estoque no início e no final do

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período e, por isso, não foi possível se satisfazer, por meios alternativos, quanto
às quantidades em estoque registradas no balanço ao início e ao final do período.
Ao final desse período, também não conseguiu confirmar ou verificar os saldos
existentes em Duplicatas a Receber devido a problemas no sistema de controle
interno da empresa, que não foram sanados pela administração até a data do
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relatório da Auditoria, fazendo com que não fosse possível verificar a necessidade
de ajustes em relação aos Estoques e às Duplicatas a Receber, bem como nos
elementos componentes da demonstração do resultado, das mutações do
patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, sendo que esses dois elementos
representavam 70% do total do ativo da empresa. Com base nos dados
apresentados, é correto afirmar que o Relatório dos Auditores Independentes
deverá ser emitido
(A) com abstenção de opinião.
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(B) com ressalva.


(C) sem ressalva.
(D) com parágrafo de ênfase.
(E) com opinião adversa.

88- (FEPESE - Analista (MPE SC)/Auditoria/2014) Relacione corretamente


as colunas 1 e 2 abaixo:
Coluna 1 Parecer do auditor
1. parecer adverso.
2. parecer com abstenção de opinião.
3. parecer com ressalva.
4. parecer sem ressalva.
Coluna 2 Natureza da opinião
( ) Indica que o auditor está convencido de que as demonstrações contábeis foram
elaboradas consoante as disposições.
( ) É emitido quando o auditor conclui que o efeito de qualquer discordância ou
restrição na extensão de um trabalho não é de tal magnitude que requeira parecer
adverso ou abstenção de opinião.
( ) O auditor emite opinião de que as demonstrações contábeis não estão
adequadamente representadas, nas datas e nos períodos indicados.
( ) É aquele em que o auditor deixa de emitir opinião sobre as demonstrações
contábeis, por não ter obtido comprovação suficiente para fundamentá-la.

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Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.


a) 1 – 2 – 3 – 4
b) 2 – 3 – 4 – 1
c) 3 – 1 – 4 – 2
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d) 4 – 3 – 1 – 2
e) 4 – 3 – 2 – 1

89- (VUNESP - Auditor (DESENVOLVE)/2014) No que tange ao relatório da


auditoria, o auditor, tendo obtido evidência de auditoria apropriada e suficiente,
conclui que as distorções, individualmente ou em conjunto, são relevantes e
generalizadas para as demonstrações contábeis e deverá
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a) expressar uma opinião parcial.


b) abster-se de opinar.
c) emitir um relatório sem ressalva.
d) expressar uma opinião adversa.
e) emitir um relatório qualificado.

90- (VUNESP - Contador (DESENVOLVE)/2014) O relatório do auditor


independente deverá ser classificado segundo a natureza da opinião que esse
auditor está expressando sobre as demonstrações financeiras da entidade.
Portanto, a opinião do auditor poderá ser expressa mediante um
a) parecer sem ressalva, parecer com ressalva, parecer limitado e parecer parcial.
b) parecer sem ressalva, parecer com ênfase, parecer limitado e parecer adverso.
c) parecer sem ressalva, parecer com ressalva, parecer adverso e parecer com
abstenção de opinião.
d) parecer com ênfase, parecer sem ressalva, parecer parcial e parecer com
ressalva.
e) parecer negativo, parecer parcial, parecer inadverso, parecer sem ressalva e
parecer com ressalva.

91- (VUNESP - Auditor Fiscal Tributário Municipal (SJRP)/2014) Em


relação à elaboração do relatório do auditor independente sobre as demonstrações
contábeis, está correto afirmar que

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a) um dos aspectos que o auditor deve levar em consideração para formar uma
opinião sobre as demonstrações contábeis da entidade é se as distorções não
corrigidas pela administração são relevantes, individualmente ou em conjunto.
b) o parágrafo introdutório do relatório consiste na afirmação de a administração
da Companhia ser responsável pela elaboração e adequada apresentação das
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demonstrações contábeis de acordo com as normas brasileiras de contabilidade.


c) se o auditor concluir que as demonstrações contábeis apresentam distorções
relevantes e generalizadas, ele deve emitir um relatório com ressalva, incluindo
um parágrafo em que contenha a base para essa opinião.
d) o parágrafo de ênfase normalmente é utilizado quando há incerteza em relação
ao resultado de contingências judiciais da entidade, sobre as quais o auditor tenha
ressalvas em relação à descrição apropriada do assunto nas demonstrações
contábeis.
Cópia registrada para Artur guilherme (CPF: 077.211.554-01)

e) caso as notas explicativas contenham informações não contábeis, tais como o


conceito de LAJIDA (lucro antes dos juros, impostos e da depreciação), o auditor
não precisa solicitar que a administração coloque na nota que essa informação não
foi auditada.

92- (UEPA / AFRE-PA / 2013) De acordo com a Norma Brasileira de


Contabilidade- Técnica de Auditoria (NBC TA) 705, o auditor expressará uma
opinião modificada sobre as demonstrações contábeis, quando ele concluir que:
a) as demonstrações contábeis, apresentam distorções relevantes.
b) as demonstrações contábeis, como um todo, apresentam distorções materiais.
c) as demonstrações contábeis, apresentam distorções materiais.
d) as demonstrações contábeis, como um todo, apresentam distorções relevantes.
e) as demonstrações contábeis, como um todo, apresentam distorções relevantes
e materiais.

93- (VUNESP / Contador MPE-ES / 20130) O objetivo de um auditor


independente sobre as demonstrações contábeis é a emissão de um relatório de
auditoria. Esse relatório é o documento por meio do qual o auditor independente
expressa sua opinião, de forma clara e objetiva, quanto ao atendimento das
normas contábeis na preparação dessas demonstrações contábeis pela empresa
auditada. Portanto, um relatório de auditoria que contenha a seguinte conclusão:
“não foi possível nas circunstâncias emitir um relatório de auditoria de
demonstrações contábeis em uma determinada data devido a inúmeras razões”,
significa que o parecer será classificado como:

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a) com ressalva.
b) com negativa de opinião.
c) sem ressalva.
d) adverso.
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e) com parágrafo de ênfase.

94- (FBC - Bacharel em Ciências Contábeis (CFC)/2º Exame de


Suficiência/2013) Ao examinar as demonstrações contábeis do ano de 2012 da
Companhia “A”, os auditores verificaram que não foram observadas as
determinações e orientações das seguintes normas:
√√ NBC TG 01 – Redução ao Valor Recuperável de Ativos;
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√√ NBC TG 06 – Operações de Arrendamento Mercantil;


√√ NBC TG 16 – Estoques; e
√√ NBC TG 30 – Receitas.
Ao obterem evidência de auditoria apropriada e suficiente, concluíram que as
distorções, quando consideradas em conjunto, são relevantes e generalizadas.
Assinale a opção que apresenta o parágrafo de opinião apropriado para a situação
descrita.
a) Em nossa opinião, devido à importância do assunto discutido no parágrafo Base
para Opinião Adversa, as demonstrações contábeis não apresentam,
adequadamente, a posição patrimonial e financeira da Companhia “A”, em 31 de
dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa
para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas
no Brasil.
b) Em nossa opinião, devido à relevância do assunto descrito no parágrafo Base
para Abstenção de Opinião, não nos foi possível fundamentar nossa opinião de
auditoria. Consequentemente, não expressamos uma opinião sobre as
demonstrações contábeis acima referidas.
c) Em nossa opinião, exceto pelos efeitos do assunto descrito no parágrafo Base
para Opinião com Ressalva, as demonstrações contábeis acima referidas
apresentam, adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição
patrimonial e financeira da Companhia “A”, em 31 de dezembro de 2012, o
desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo
naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.

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d) Em nossa opinião, exceto pelos efeitos do assunto descrito no Parágrafo de


Ênfase, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam, adequadamente,
a posição patrimonial e financeira da Companhia “A”, em 31 de dezembro de 2012,
o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo
naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.
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95- (UEL / AFRE - PR / 2012) Quando o auditor conclui que as demonstrações


contábeis são elaboradas, em todos os aspectos relevantes, de acordo com a
estrutura de relatório financeiro aplicável, ele deve expressar sua opinião utilizando
a seguinte frase: As demonstrações contábeis
a) apresentam uma visão correta e adequada da administração dos recursos
financeiros e patrimonial de acordo com [a estrutura do relatório financeiro
aplicável].
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b) foram elaboradas dentro do que determina os princípios contábeis e estão de


acordo com [a estrutura do relatório financeiro aplicável].
c) apresentam uma visão correta e adequada de acordo com [a estrutura do
relatório financeiro aplicável].
d) estão condizentes com o que determina a Lei nº 6.404/1976 e suas
modificações, bem como de acordo com [a estrutura do relatório financeiro
aplicável].
e) estão em consonância com [a estrutura do relatório financeiro aplicável e com
a legislação tributária em vigor.

96- (FEPESE - Auditor Fiscal da Receita Estadual (SEF SC)/Tributação e


Fiscalização/2010) No Parecer de Auditoria publicado relativo aos
demonstrativos contábeis de 2009 e 2008 da Empresa de Energia Elétrica do
Pântano do Sul S/A consta o seguinte parágrafo:
"3. A provisão para imposto de renda sobre o lucro é contabilizada apenas quando
da realização desse lucro para fins fiscais. ... Se essa provisão tivesse sido
contabilizada, o lucro líquido estaria a menor em R$ 150.000 e R$ 120.000 em
2009 e 2008, respectivamente".
Com base nessa informação, é possível inferir que o Parecer emitido é do tipo:
a) Adverso.
b) Negativa.
c) Com ressalvas.
d) Sem ressalvas, no formato padrão.

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e) Limpo, no formato padrão, mas com observações sobre o parágrafo citado.

5.3- Parágrafos
97- (FGV - APF (SEPOG RO)/SEPOG RO/2017) As situações a seguir são
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exemplos de circunstâncias em que o auditor, de acordo com as normas vigentes,


considera necessário incluir um parágrafo de ênfase, à exceção de uma. Assinale-
a.

a) Existência de incerteza relativa ao desfecho futuro de litígio excepcional.


b) Existência de incerteza relativa ao desfecho futuro de ação regulatória.
c) Aplicação antecipada de nova norma contábil com efeito disseminado
de forma generalizada nas demonstrações contábeis, antes da sua data de
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vigência, quando permitido.


d) Grande catástrofe que tenha tido, ou continue a ter, efeito significativo
sobre a posição patrimonial e financeira da entidade.
e) Descumprimento de norma contábil com efeito relevante no resultado.

98- (FGV - Prefeitura de Cuiabá - MT / Auditor Fiscal Tributário da


Receita Municipal / 2016) A Cia. W é auditada pelo auditor independente João.
A Cia. W publicou suas demonstrações contábeis, em 05/03/2016, com relatório
sem ressalva assinado por João.
Em 10/03/2016, João tomou conhecimento de que o principal cliente da Cia. W
havia pedido concordata em dezembro e não pagaria sua dívida.
João discutiu o assunto com a administração da Cia. W e determinou que as
demonstrações fossem alteradas, o que foi feito.
Assinale a opção que indica o procedimento de João em seu relatório reemitido.
a) Manter o relatório sem ressalva.
b) Adicionar um parágrafo de ênfase.
c) Adicionar uma ressalva em relação à concordata do cliente
d) Adicionar uma ressalva em relação à omissão da informação pela Cia W
e) Abster-se de dar uma opinião.

99- (CESGRANRIO - Analista de Gestão Corporativa (EPE)/Finanças e


Orçamento/2014) Durante um trabalho de auditoria, um auditor examinou um

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conjunto de instrumentos financeiros de uma entidade, para os quais não foram


apresentadas as análises de riscos. O auditor considerou o fato relevante devido
ao montante de recursos envolvidos, de forma que o desfecho das operações com
instrumentos financeiros pode afetar significativamente a posição patrimonial e
financeira da entidade.
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Como não houve certeza quanto ao desfecho das operações, o auditor deve emitir
um parecer
a) adverso
b) com abstenção de opinião
c) com ressalvas
d) com ressalvas e com parágrafo de ênfase
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e) sem ressalvas e com parágrafo de ênfase

100- (FGV / ISS Cuiabá / 2014) Uma empresa auditada, após a divulgação de
suas demonstrações contábeis, obteve a confirmação de que seu principal cliente
não honraria seus compromissos, o que representava saldo significante do ativo.
Se o fato fosse do conhecimento do auditor na data do relatório, este teria diferente
opinião sobre as demonstrações contábeis.
A administração da empresa decidiu alterar as demonstrações contábeis já
divulgadas, de modo a não incluir o valor a receber do cliente. Nesse caso, o auditor
(A) deve emitir um relatório sem ressalvas.
(B) deve incluir em seu relatório parágrafo de ênfase com referência à nota
explicativa, esclarecendo a razão da alteração.
(C) deve incluir em seu relatório parágrafo de ênfase clarificando que os outros
clientes irão honrar seus compromissos.
(D) deve comunicar o fato ao órgão regulador.
(E) não deve se pronunciar, já que as demonstrações já estavam divulgadas.

101- (FUNDATEC - Auditor-Fiscal da Receita Estadual (SEFAZ RS)/2014)


O parágrafo de um relatório elaborado por auditores independentes, referente à
Companhia JX, apresentou a seguinte redação:
“Sem ressalvar nossa opinião, chamamos a atenção para a Nota Explicativa 32
referente às demonstrações contábeis, que indica que a Companhia incorreu no
prejuízo líquido de R$ 45 milhões durante o exercício finalizado em 31 de dezembro
de 2013 e que, naquela data, o passivo circulante da Companhia excedeu o total

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do ativo em R$ 20 milhões. Essas condições, juntamente com outros assuntos,


conforme descrito na referida Nota Explicativa, indicam a existência de incerteza
significativa que pode levantar dúvida significativa quanto à capacidade de
continuidade operacional da entidade”.
O parágrafo acima é considerado uma:
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a) Ressalva.
b) Ênfase.
c) Abstenção de opinião.
d) Descrição do procedimento aplicado.
e) Limitação com ressalva.
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102- (FBC - Bacharel em Ciências Contábeis (CFC)/1º Exame de


Suficiência/2012) O relatório dos auditores independentes sobre as
demonstrações contábeis de uma sociedade anônima, em 31.12.2011, foi
apresentado com a seguinte redação:
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS
DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
Examinamos as demonstrações contábeis da Companhia A, que compreendem o
balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2011 e as respectivas demonstrações
do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o
exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas
contábeis e demais notas explicativas.
A Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada
apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis
adotadas no Brasil, e pelos controles internos que ela determinou como necessários
para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção
relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.
Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações
contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas
brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento
de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada
com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis
estão livres de distorção relevante.
Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção
de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações
contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor,

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incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante das demonstrações


contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de
riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e
adequada apresentação das demonstrações contábeis da Companhia para planejar
os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas, não,
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para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da
Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas
contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela
administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações
contábeis tomadas em conjunto.
Chamamos atenção para a Nota X às demonstrações contábeis, que descreve a
incerteza relacionada com o resultado da ação judicial movida contra a Companhia
pela Empresa Z. Nossa opinião não contém ressalva relacionada a esse assunto.
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O relatório de auditoria acima é um relatório:


a) com abstenção de opinião.
b) que inclui parágrafo de ênfase.
c) que inclui parágrafo de outros assuntos.
d) com ressalva em relação a uma nota explicativa.

103- (CFC / Exame de Suficiência CFC / 2012) De acordo com a NBC TA 706
- Parágrafos de Ênfase e Parágrafos de Outros Assuntos, julgue os itens abaixo
como Verdadeiros (V) ou Falsos (F) e, em seguida, assinale a opção CORRETA.
I. O auditor deverá incluir o parágrafo de ênfase antes do parágrafo de opinião em
seu relatório.
II. Ao incluir parágrafo de ênfase, o auditor deverá usar o título "Ênfase" ou outro
título apropriado.
III. O auditor deverá incluir no parágrafo de ênfase uma referência clara ao assunto
enfatizado e à nota explicativa que descreva de forma completa o assunto nas
demonstrações contábeis.
A sequência CORRETA é:
a) F, F, V.
b) F, V, F.
c) F, V, V.
d) V, V, V.

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104- (ESAF / AFRFB / 2012) Não é uma condição de exigência para que o
auditor independente inclua um parágrafo de ênfase em seu relatório.
a) A incerteza com relação à continuidade operacional da empresa auditada.
b) A auditoria realizada para propósitos especiais.
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c) As contingências relevantes e de grande monta, decorrentes de processos


trabalhistas provisionadas e em discussão.
d) As diferenças entre práticas contábeis adotadas no Brasil e as IFRS.
e) A elaboração da Demonstração do Valor Adicionado.

105- (FCC / ISS-SP / 2012) A empresa brasileira Torucha S.A. elaborou as


demonstrações contábeis de 2011, consolidadas e individuais, de acordo com as
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práticas contábeis adotadas no Brasil para avaliação dos investimentos em


controladas, coligadas, usando o método de equivalência patrimonial. Dessa forma,
o auditor ao emitir seu relatório de auditoria sobre as demonstrações contábeis
deve
a) emitir um parecer adverso, ressalvando que as demonstrações contábeis não
atendem às normas internacionais de contabilidade: IFRS, de acordo com as
práticas contábeis adotadas no Brasil.
b) elaborar parágrafo de ênfase, evidenciando que as demonstrações financeiras
individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no
Brasil, ressalvando que neste aspecto não atendem às normas internacionais de
contabilidade: IFRS.
c) emitir parecer sem ressalva, uma vez que as demonstrações foram elaboradas
de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil; como essas práticas
refletem os pronunciamentos do CPC − Comitê de Pronunciamentos Contábeis,
estão em conformidade com as normas internacionais de contabilidade: IFRS.
d) abster-se de opinar em seu relatório de auditoria, uma vez que as práticas
adotadas no Brasil divergem dos pronunciamentos emanados pelas normas
internacionais de contabilidade: IFRS.
e) emitir um relatório de auditoria, com limitação de escopo, uma vez que as
práticas contábeis adotadas no Brasil divergem dos pronunciamentos emanados
pelas normas internacionais de contabilidade: IFRS.

106- (FCC / Contador Nossa Caixa / 2011) Quando ocorrer incerteza quanto
a fato relevante, cujo desfecho poderá afetar significativamente a posição

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patrimonial e financeira da entidade, mas que foi mencionado nas notas


explicativas às demonstrações contábeis, o auditor deve
a) emitir parecer adverso.
b) adicionar parágrafo de ênfase em seu parecer sem ressalva.
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c) emitir parecer com abstenção de opinião.


d) não emitir o parecer até ter maiores informações sobre o assunto.
e) emitir parecer com ressalva.

107- (ESAF / Analista Técnico SUSEP / 2010) O auditor externo, ao avaliar


as demonstrações contábeis da empresa Evolution S.A., identificou que a empresa
está discutindo a similaridade de seus produtos com produtos de concorrentes que
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possuem isenção de tributação. A empresa não vem recolhendo o referido tributo


há mais de 5 anos e o valor relativo a essa contingência é significativo. Caso a
decisão vier a ser contrária à empresa, a mesma entrará em processo de
descontinuidade.
A decisão deve ter seu mérito julgado em quatro anos. Dessa forma deve o auditor
emitir parecer:
a) negativa de opinião, por não poder firmar opinião sobre as demonstrações
contábeis.
b) com ressalva, evidenciando o fato como restritivo às demonstrações contábeis.
c) adverso, por não permitir avaliar as demonstrações contábeis.
d) sem ressalva, visto que há incerteza no desdobramento da causa.
e) sem ressalva, com introdução de parágrafo de ênfase fazendo referência à nota
explicativa que deve descrever detalhadamente o evento.

108- (FCC / Agente Fiscal de Rendas SP / 2009) O auditor externo, ao se


deparar com algum passivo que represente para a empresa uma incerteza
relevante, deve emitir parecer
a) com ressalva e limitação de escopo do trabalho.
b) sem ressalva e com limitação de escopo do trabalho.
c) adverso, evidenciando a incerteza constatada.
d) sem ressalva e com parágrafo adicional de ênfase.
e) com negativa de opinião e limitação de escopo.

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109- (FCC / Analista Judiciário Auditor – TJ-PI / 2009) Quando ocorrer


incerteza em relação a fato relevante, cujo desfecho poderá afetar
significativamente a posição patrimonial e financeira da entidade, bem como o
resultado das suas operações, se o auditor independente concluir que a matéria
será adequadamente divulgada nas notas explicativas às demonstrações contábeis,
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seu parecer deve conter


a) parágrafo de ênfase após o parágrafo de opinião.
b) ressalva ou negativa de opinião.
c) ressalva ou opinião adversa.
d) parágrafo de ênfase ou opinião adversa.
e) abstenção de opinião ou opinião adversa.
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110- (ESAF / Auditor Fiscal do Tesouro RN / 2005) Na constatação de


evidências de riscos na continuidade normal das atividades da entidade, o auditor
independente deverá emitir parecer:
a) com abstenção de opinião.
b) sem ressalva e sem parágrafo de ênfase.
c) com ressalva e com parágrafo de ênfase.
d) sem ressalva e com parágrafo de ênfase.
e) adverso e com parágrafo de ênfase.

111- (ESAF / Analista Técnico SUSEP / 2002) Após a data de fechamento,


mas antes da emissão de seu parecer, o auditor independente constatou que a
matriz da empresa que ele audita requereu concordata. Esse fato pode afetar a
continuidade operacional de seu cliente que é dependente financeiramente da
matriz. A administração da empresa apresentou adequada interpretação nas
demonstrações contábeis; diante dessa situação, o auditor deve emitir um parecer
a) com ressalva e parágrafo de ênfase.
b) com abstenção de opinião.
c) adverso com parágrafo de descontinuidade.
d) sem ressalva com parágrafo de ênfase.
e) de incerteza com parágrafo de descontinuidade.

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6- Gabarito

Gabarito 1: C. Gabarito 27: A. Gabarito 53: C*.


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Gabarito 2: C Gabarito 28: E. Gabarito 54: B.


Gabarito 3: D. Gabarito 29: A. Gabarito 55: D*
Gabarito 4: D. Gabarito 30: C. Gabarito 56: C.
Gabarito 5: A. Gabarito 31: B. Gabarito 57: D.
Gabarito 6: D Gabarito 32: F. Gabarito 58: C.
Gabarito 7: F. Gabarito 33: C. Gabarito 59: E.
Cópia registrada para Artur guilherme (CPF: 077.211.554-01)

Gabarito 8: B. Gabarito 34: B. Gabarito 60: A.


Gabarito 9: E. Gabarito 35: B. Gabarito 61: A.
Gabarito 10: B. Gabarito 36: E. Gabarito 62: B.
Gabarito 11: D. Gabarito 37: C. Gabarito 63: B.
Gabarito 12: E. Gabarito 38: D. Gabarito 64: A.
Gabarito 13: E. Gabarito 39: D. Gabarito 65: V.
Gabarito 14: B. Gabarito 40: E. Gabarito 66: V.
Gabarito 15: E. Gabarito 41: B. Gabarito 67: B.
Gabarito 16: E. Gabarito 42: B. Gabarito 68: V.
Gabarito 17: B. Gabarito 43: B. Gabarito 69: V.
Gabarito 18: V. Gabarito 44: D. Gabarito 70: F.
Gabarito 19: E. Gabarito 45: E. Gabarito 71: D.
Gabarito 20: B. Gabarito 46: D. Gabarito 72: C.
Gabarito 21: D. Gabarito 47: C. Gabarito 73: A.
Gabarito 22: D. Gabarito 48: E Gabarito 74: E
Gabarito 23: C. Gabarito 49: C. Gabarito 75: C.
Gabarito 24: B. Gabarito 50: E. Gabarito 76: A.
Gabarito 25: A. Gabarito 51: A. Gabarito 77: C
Gabarito 26: E. Gabarito 52: A. Gabarito 78: C.

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Gabarito 79: B. Gabarito 92: D. Gabarito 105: B


Gabarito 80: B Gabarito 93: B Gabarito 106: B.
Gabarito 81: C Gabarito 94: A. Gabarito 107: E.
Gabarito 82: B. Gabarito 95: C. Gabarito 108: D.
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Gabarito 83: B. Gabarito 96: C. Gabarito 109: A.


Gabarito 84: D. Gabarito 97: E. Gabarito 110: D.
Gabarito 85: D. Gabarito 98: B. Gabarito 111: D.
Gabarito 86: D. Gabarito 99: E.
Gabarito 87: A. Gabarito 100: B.
Gabarito 88: D. Gabarito 101: B.
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Gabarito 89: D. Gabarito 102: B.


Gabarito 90: C. Gabarito 103: C.
Gabarito 91: A. Gabarito 104: E.

7- Referencial Bibliográfico

NORMA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE – NBC TA 700, DE 17 DE JUNHO DE 2016


NORMA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE – NBC TA 705, DE 17 DE JUNHO DE 2016
NORMA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE – NBC TA 706, DE 17 DE JUNHO DE 2016

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