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Jörmungandr: A Lenda da Serpente Gigante

Jörmungandr, líder yuan-ti, fez um pacto com o demônio Orcus para obter poder e salvar seu povo de humanos invasores, transformando-o em uma gigantesca serpente. Anos depois, o demônio exigiu o pagamento: possuir o corpo do guerreiro mais forte da tribo Musa. Ivaniss nasceu com os olhos de Jörmungandr e foi criada para ser seu recipiente, mas fugiu após descobrir o plano de seus pais. A Rainha dos Corvos ofereceu proteção
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Jörmungandr: A Lenda da Serpente Gigante

Jörmungandr, líder yuan-ti, fez um pacto com o demônio Orcus para obter poder e salvar seu povo de humanos invasores, transformando-o em uma gigantesca serpente. Anos depois, o demônio exigiu o pagamento: possuir o corpo do guerreiro mais forte da tribo Musa. Ivaniss nasceu com os olhos de Jörmungandr e foi criada para ser seu recipiente, mas fugiu após descobrir o plano de seus pais. A Rainha dos Corvos ofereceu proteção
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A serpente e o corvo

Os mais antigos registros dizem que o famoso Jörmungandr, o "Deus Serpente" ou "A
Serpente do Mundo" era nada menos que um misero yuan-ti que liderava seu povo contra a
tirania dos humanos, mas como não eram tão poderosos ou numerosos que nem eles,
Jörmungandr entrou em desespero temendo que seu povo fosse extinto. É dito que ele saiu de
sua tribo (Tribo Musa) em busca de poder que pudesse ajuda-lo a ganhar essa guerra, até que
ele encontrou um antigo templo submergido em meio a densa floresta, chegando mais ao
fundo dela, era visto estatuas de uma criatura com a cabeça e as pernas de uma cabra, embora
com chifres semelhantes a carneiros, um corpo inchado, asas semelhantes a morcegos, e uma
cauda longa. Era obvio que era um templo de adoração a Orcus, O Principe dos Mortos Vivos.
Como havia dito antes, Jörmungandr perdeu suas esperanças e começou a rezar em frente de
uma dessas estatuas, implorando que o Principe lhe concedesse um poder para acabar com a
guerra. O ambiente ensolarado que tinha antes que Jörmungandr entrasse na caverna se
desfez, e agora ele se encontrava numa penumbra sofucante, até que Orcus aparece em sua
frente e lhe diz:

-"Eu posso conceder qualquer desejo nefasto yuan-ti, mas antes me fale, o que pode me
oferecer em troca?"

-Jörmungandr: Eu lhe ofereço a minha vida demônio, mas por favor, salve meu povo.

O demônio então abre um sorriso macabro e insere uma runa na testa de


Jörmungandr, seu corpo começa a mudar. Primeiro ele começou a crescer de maneira
agonizante e rápida, seus braços caem de seu corpo, e as escamas passam a tomar conta da
sua metade "humana", em desespero ele se dirige ao uma poça de agua, e em seu reflexo ele
vê seus olhos que antes eram pretos se transformarem em amarelos.

O demônio antes de sair desse plano de existência disse ao yuan-ti:

-Acho que essa forma te ajudara em sua guerra e na minha (risada).

Até que enfim Jörmungandr desmaia devido a dor da transformação. No dia seguinte,
os humanos armaram um ataque contra a aldeia do tribo musa, eles estavam sendo
massacrados sem a liderança de seu capitão, uma mãe yuan-ti implorou misericórdia perante
ao soldado humano enquanto segurava seus filhos, enquanto ele se preparava para desferir o
golpe, todos da vila sentem a terra tremer, como se esse fosse o maior terremoto que eles já
sentiram nas suas vidas, os soldados se agrupam fora da aldeia e com medo de que um
monstro esteja se aproximando, eles entram em formação. Seja para o azar dos humanos, ou a
sorte dos Musa, eles estavam certos. Ao longe, o que parecia antes ser uma montanha começa
a se aproximar rapidamente dos soldados, até que ele se finalmente chega a aldeia e fica
perante a a todos o que havia se tornado. Uma serpente gigante com longas presas capazes de
devorar um reino inteiro numa só mordida e escamas mais rígidas do que a de um dragão, ele
se aproxima dos soldados e lhes dá uma última chance de ir embora e deixar seu povo em paz:
-Eu sou Jörmungandr, líder do clã Musa, saiam das minhas terras e eu lhes deixarei
viver.

Os soldados que antes estavam com confiança de que seria uma batalha fácil contra os
yuan-ti, agora era possível ver o desespero em seus olhos, num ato tolo em resposta ao medo,
eles começam a atacar a criatura. Jörmungandr ao ver que os humanos ainda não mudaram,
parte para o ataque contra todo o exército do reino dos humanos e assim, em um piscar de
olhos, eles o matou não deixando um único vestígio para trás.

Depois desse dia, Jörmungandr começou de maneira involuntária a ser venerado pela
tribo Musa, e passou agir como guardião de sua tribo para todos aqueles que um dia
ameaçasse sua tribo. Quando os anos se ele notava que nada mudava em seu corpo, ele
permaneceu o mesmo por mais de três gerações, tendo virado um ser imortal. O que mais o
preocupava depois de tantos anos, era o preço do demônio iria cobrar por dar tamanho poder
para ele. O Príncipe dos Mortos Vivos vendo que seu contratante já deu os yuan-ti todo o
tempo para serem autossuficientes e não temer mais a vinda de intrusos em seus territórios,
ele então invoca um portal perto de Jörmungandr interligado a Fortaleza das memorias, reino
da Rainha dos Corvos. A partir daí Jörmungand não tem mais controle sobre seu corpo e segue
caminho até o outro plano. A Rainha dos Corvos enfurecida com a ousadia de Orcos, manda
seus shadar kais enfrentar a Serpente Gigante, mas nenhum deles conseguiu impedir ele de
chegar até ela, é dito que sua batalha durou 100 anos, mas o resultado não foi inesperado, a
Rainha, matou a serpente, e enfim uma forma astral sai da runa que estava na testa da
serpente, era Orcos que rapidamente se apresenta a ela:

-Gostou do meu novo servo (risada)

-Rainha: Seu maldito, eu deveria saber que você estava por trás disso. APAREÇA e me enfrente.

-Orcos: Assim não teria graça minha querida, mas sabe qual é realmente a melhor coisa deste
meu servo? Ele representa tudo que você mais odeia, um ser imortal, mesmo que seja morto,
ele irá renascer algum dia num corpo de alguém de sua tribo mais poderoso do que antes e ele
voltará para te enfrentar, e quem sabe, da próxima ele pode até vencer (risada)

Assim a Rainha dos corvos bane a forma astral de Orcos e começa a observar a tribo
Musa em busca daquele que se tornará Jörmungandr.

5 anos se passaram, e durante esse tempo, o demônio se apresentou para o alto


escalão do clã musa como o deus que deu seus poderes a Jörmungandr, avisando-o que o
mesmo poderia renascer na tribo mas para isso teria que "abençoar" sua aldeia, para que
assim pudesse assumir o corpo do melhor guerreiro de sua tribo. Os líderes ficaram relutantes
no início, mas a ganância de ter algo tao poderoso como Jörmungandr os fez mudar de ideia.
Pacto de necessidade

Assim chegou o dia que Ivaniss nasceu, com olhos amarelos assim como Jörmungandr,
ela cresceu com muita atenção de seus pais, pois logo mostrou ser proficiente nas artes
mágicas, fazendo coisas que nem os adultos de sua vila. Toda sua vila tratou ela como uma
divindade adornando-a com troféus de caça e vestes cerimoniais. Ela nunca entendeu antes
porque, mas ficava feliz em ver as outras pessoas dando presentes a ela.

Por causa de ser tão importante para a tribo, ela era posta longe das pessoas de sua
idade fazendo com que ela passasse sua infância com seus pais ou com os líderes da tribo.

Foi no dia do seu aniversário de 17 anos que seus pais foram convocados pelos líderes
no meio da tarde. Tomada pela curiosidade, Ivaniss segue seus pais até a casa central da tribo,
seguindo eles, ela escuta vozes vindo de dentro e começa a espiar a conversa deles:

-Lider: Vocês sabem, não é? Hoje é o dia da assimilação de Jörmungandr, Ivaniss não existirá
mais, quando a lua cheia chegar, ele irá tomar o controle do corpo dela.

-Pai: Quer dizer que Deus finalmente virá nos salvar, não é? Sei que Ivaniss vai entender, ela
vai nos perdoar.

-Mãe: Ser uma das pessoas que trará Deus de volta, vai ser o dia mais feliz da minha vida
(risada

Ao ver essa cena, Ivaniss fica totalmente assustada, chocada com a forma que seus pais não
deram a mínima para o fato de que ela iria deixar e foge da sua vila em desespero. Como
nunca antes havia saído da tribo, depois de um tempo ela se perdeu na grande floresta.
Temendo que a noite chegue e perca sua individualidade, ela reza para que alguém a ajude.
Até que a rainha dos corvos a puxa para o plano de sua fortaleza das memorias e diz:

-Ivaniss do clã Musa, eu sou a Rainha dos corvos (Seus títulos), gostaria de propor um acordo
com você.

-Ivaniss: Oque? Oque você quer de mim?

-Rainha dos Corvos: Atualmente seu espirito está lutando com o espirito de Jörmungandr pelo
controle de seu corpo, o poder dele é muito superior ao seu, se continuar assim, você deixará
de existir e ele vai tentara destruir meu território com seu corpo.

-Ivaniss: O que eu posso fazer para continuar no controle e expulsa-lo do meu corpo?

-Rainha dos Corvos: Faça um pacto comigo, assim você terá meu poder e parte da minha
essencia, fazendo com que o Jörmungandr fique contido por um certo tempo, mas isso não
será o suficiente, você terá que aumentar seu poder magico, só assim ele deixará de existir.

Com pouco tempo e sem outras opções, ela aceita o pacto da Rainha dos corvos.
Voltando para o plano material, e com o guia da rainha dos corvos, ela sai do território dos
yuan-ti.
Ivaniss em sua jornada, encontrou várias raças diferentes pelo seu caminho, seja pela
sua forma monstruosa ou pela sua aura da rainha dos corvos, ela era evitada ou atacada pelos
outros, onde os humanos eram os piores de todos a maltratando-a de várias formas, fazendo
com que ela sentisse uma repulsa gigante por eles.

Personalidade

Por crescer longe de pessoas da sua idade e depois ser descartada por seus pais.
Ivaniss se mantem longe das pessoas, e como não tem o conhecimento de valores morais que
nem os humanos ou outras raças, ela não vê problema em matar ou roubar para sobreviver.

Por causa disso ela usa sua lábia para enganar as pessoas e conseguir o que quer. Não
há tempo de se preocupar com ética. Sua liberdade corre risco a todo momento.

Aparência

Common questions

Com tecnologia de IA

The symbiotic relationship between Orcus and Jörmungandr drives much of the narrative, with each entity benefiting from the other in complex ways. Orcus grants Jörmungandr immense power, effectively turning him into an unstoppable force to protect his tribe, fulfilling Jörmungandr's immediate needs . In turn, Jörmungandr becomes a vessel for Orcus's will, an extension of his influence within the material plane . This partnership is built on mutual exploitation: while Jörmungandr gains power, he becomes bound to Orcus's machinations, subject to the latter's eventual whims and schemes . The relationship's consequences ripple throughout the narrative, as the enduring effects of Jörmungandr's transformation and immortality create ongoing challenges for the tribe and set the stage for future conflicts involving Ivaniss and Orcus's further plans . This dynamic exemplifies the unintended consequences of alliances forged in desperation, as temporary solutions lead to persistent troubles.

Prophecy and destiny heavily influence the narratives of both Jörmungandr and Ivaniss, driving their actions and decisions. For Jörmungandr, the prophecy of his people’s extinction propels him to seek out a powerful force, believing it is his destiny to protect them at any cost . His transformation and subsequent immortality underscore the relentless march towards a predetermined path, one he cannot escape . Similarly, Ivaniss is bound by the prophecy of Jörmungandr's return, which dictates her role as a vessel, forcing her to confront her identity and agency . Her struggle against this predestined role and her pact with the Queen of Ravens highlight her attempt to defy fate, illustrating the tension between predetermination and free will . This interplay suggests that while destiny is a powerful force, active decision-making can reshape it, adding depth to their narratives.

The psychological impact of Jörmungandr's transformation is profound, as he not only grapples with the physical changes but also with the weight of his newfound immortality. The transformation into a serpent and loss of his human form signifies a loss of identity, which likely generates an internal conflict between his past and present selves . The immortality imposed by Orcus ensures that Jörmungandr becomes a perpetual guardian of his tribe, creating a psychological burden as he is forced to live through generations watching his tribal members change while he remains the same . This stagnant existence may lead to a sense of isolation and futility, especially as years pass without witnessing significant change or relief from his vigil, instilling a fear of the unknown price Orcus might extract .

Jörmungandr's transformation from a yuan-ti leader into a massive serpent is a direct result of his willingness to sacrifice himself for his people. He offers his life to Orcus in exchange for a power to protect them, demonstrating the theme of sacrifice . This transformation is both physical and symbolic, as Jörmungandr evolves from a leader into a god-like entity, showcasing the profound changes one can undergo when driven by desperation and selflessness . This theme is further explored as Jörmungandr's new form brings with it unintended consequences and eternal vigilance over his tribe, highlighting the dual nature of transformation as both empowering and burdensome .

The setting—a world filled with mystical elements and ancient powers—profoundly influences the narrative's events and the development of its characters. Jörmungandr's journey to a submerged temple in a dense forest sets the stage for his fateful encounter with Orcus, highlighting the environment's role in catalyzing pivotal changes . This mystical landscape mirrors the complexity of the characters' inner journeys and the supernatural forces at play, as both Jörmungandr and Ivaniss navigate through realms filled with gods and deities, influencing their paths and decisions . Furthermore, the tribal setting influences Ivaniss's upbringing, imbuing her with a sense of isolation and perceived duty defined by her surroundings, which she attempts to escape from . The rich, layered settings serve as a backdrop against which characters' struggles with destiny and identity unfold, enhancing the narrative's drama and tension.

The characters' interactions with supernatural entities like Orcus and the Queen of Ravens deeply affect their personal development by altering their perceptions and decisions. Orcus provides Jörmungandr with the transformative power, shifting his identity and burdening him with responsibilities beyond his initial intent, impacting his psychological and physical state . His role as protector due to Orcus's power intertwines his fate with the deity's ambitions, altering his life's direction . Similarly, Ivaniss's encounter with the Queen of Ravens introduces her to new power and survival tools, offering her an alternative path to the predetermined role set by her tribe . The Queen's intervention provides Ivaniss with agency and knowledge, enabling her to challenge her previously ascribed destiny and fostering a self-reliant and morally ambiguous survivalist mindset, further driving her development away from tribal constraints and towards autonomy.

The interaction between Jörmungandr and Orcus is a classic example of power dynamics where manipulation plays a central role. Orcus leverages Jörmungandr's desperation to manipulate him into making a pact that benefits Orcus' own agenda, showcasing the imbalance of power . By promising great power in exchange for Jörmungandr's life, Orcus ensures Jörmungandr's transformation suits his plans, ultimately using Jörmungandr as a pawn for greater schemes against the Queen of Ravens . This manipulation underscores Orcus' exploitation of Jörmungandr's vulnerability to serve his ends, illustrating the theme of exploitation found in many narratives of power .

Ivaniss faces significant ethical and moral dilemmas as she grapples with her identity and destiny. Her struggle begins with the realization of her predetermined role as Jörmungandr's next vessel, which forces her to confront the moral implications of sacrificing herself for the tribe's perceived greater good . Her decision to flee rather than comply highlights a conflict between personal autonomy and collective responsibility. The pact with the Queen of Ravens further complicates her ethical landscape, as it represents making deals with a powerful but potentially dangerous entity to secure her individual freedom . This choice positions Ivaniss in a morally grey area, where survival necessitates actions like deceit and self-preservation, reflecting broader themes of ethical compromise and the moral complexities faced when individual desires clash with communal expectations. Her journey illustrates the nuanced decisions involved in reclaiming one's destiny against inherited obligations.

Cultural heritage and legacy heavily influence the decisions made by the tribe and their leaders, primarily through their reverence for Jörmungandr as a protective deity. The tribe's leaders are driven by the precedent of seeking divine protection, which informs their initial reluctance and eventual acceptance of Orcus's proposal . This adherence to cultural legacy underscores a collective fear of losing their identity and power, pushing them toward decisions that prioritize the tribe's survival over individual welfare, as seen in the willingness to sacrifice Ivaniss . The perceived need to maintain Jörmungandr's legacy as a divine protector shapes their actions and justifications, suggesting that cultural values can sometimes compel communities to pursue paths that conflict with moral and ethical norms. This highlights the complex interplay between heritage and decision-making, where past traditions weigh heavily on present choices.

Ivaniss's development is shaped largely by her ostracism and eventual realization of the tribe's intentions for her. Initially, she is revered as a potential vessel for Jörmungandr, which isolates her from normal social interactions and distorts her perception of family and community . Discovering her parents' willingness to sacrifice her for their gains causes a pivotal shift, pushing her towards independence and shaping her distrust towards others . Her encounter with the Queen of Ravens introduces her to new power dynamics and provides her a sense of agency she lacked in her tribe, guiding her towards self-preservation and empowerment as she seeks to prevent Jörmungandr's control over her . This relationship acts as a catalyst for her moral ambiguity and survivalist mentality, furthering her character's complexity.

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