Tanques de Armazenamento _________________________________________________
a) b)
c)
Figura 22.19
Troca de fundo.
a) Corte, substituição integral da chaparia do fundo e soldagem.
b) Corte no rodo. Macaqueamento do costado com sapatas.
c) Corte no rodo. Macaqueamento hidráulico do costado. Acionamento manual194.
_________________________________________________________________ Manutenção 497
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Figura 22.20
Corte e escoramento. Construção de nova fundação em anel de concreto.
Substituição parcial das chapas do fundo: substituição das chapas recortadas
periféricas por chapas anulares. Importância da sequencia de soldagem.
_________________________________________________________________ Manutenção 498
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Figura 22.22
Rodo corroído. Corte e substituição das chapas comprometidas. Construção de um
teto flutuante interno.
22.2.2 Reparos no Costado
As chapas do costado de tanques de armazenamento, em área industrial
(refinaria), normalmente apresentam maior taxa de corrosão nos anéis
intermediários, atingindo, em alguns casos, até 0,8 mm/ano. Na área de
transportes (terminais) a corrosão, internamente ao costado, é praticamente
uniforme. Para recuperação da chaparia corroída do costado (Figuras 22.23 a
22.25) podemos citar os seguintes métodos:
a) sobreposição de novas chapas;
b) substituição da chaparia na região comprometida;
c) aplicação de pintura interna;
d) aplicação de revestimento interno e/ou externo;
A sobreposição de chapas é atualmente um método permitido para reparo
do costado, conforme indicações da Norma API 653111, desde que a espessura da
chapa não exceda 0,5 in.
A aplicação de concreto, como revestimento interno do costado, não é
prática atualmente recomendada.
A aplicação de pintura interna, normalmente epoxi sem solvente ou silicato
inorgânico de zinco, tem demonstrado ser uma alternativa econômica muito
interessante para impedir o progresso da corrosão interna do costado em tanques
de armazenamento95.
A utilização de fibra de carbono para recuperação da integridade estrutural
do costado demonstrou, praticamente, ser uma técnica extremamente
interessante195, 206.
_________________________________________________________________ Manutenção 499
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Figura 22.23
Reparos no costado. Aspecto da corrosão. Sobreposição de novas chapas.
Importância do atendimento das prescrições do API 653111.
Figura 22.24
Reparos no costado. Substituição de chapas. Importância da sequencia de
soldagem.
_________________________________________________________________ Manutenção 500
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
a)
b)
Figura 22.25
Reparos no costado. a)Pintura interna. b) Revestimento externo com fibra de
carbono. Recuperação da integridade estrutural do costado195,206.
_________________________________________________________________ Manutenção 501
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
22.2.3 Reparos no Teto
A recuperação do teto corroído (Figuras 22.26 a 22.31) de tanques de
armazenamento pode ser realizada por:
a) sobreposição de novas chapas na região comprometida;
b) substituição integral das chapas corroídas;
c) aplicação de pintura interna.
Neste caso, é bastante interessante uma análise econômica para se adotar os
itens b) e c) simultaneamente97.
Figura 22.26
Corrosão acentuada no teto em tanques de teto fixo de óleo diesel.
_________________________________________________________________ Manutenção 502
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Figura 22.27
Recuperação do teto. a) Troca da chaparia. b) Sobreposição de chapas.
Figura 22.28
Recuperação do teto. Revestimento interno.
Figura 22.29
Recuperação do teto. Substituição de chapas de aço carbono por chapas ou bobinas
de aço inoxidável193.
_________________________________________________________________ Manutenção 503
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Figura 22.30
Substituição do teto fixo para teto flutuante.
Figura 22.31
Recuperação de teto flutuante. Substituição do lençol inferior de aço carbono por
chapas de aço inoxidável196.
_________________________________________________________________ Manutenção 504
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
22.2.4 Reparos na Pintura e no Isolamento Térmico
Periodicamente, em tanques de armazenamento, haverá a necessidade de
restauração da pintura e do isolamento térmico, se existente no equipamento
(Figura 22.32). Pela Norma N-2318120, caso se verifique uma deterioração da
pintura em pontos esparsos e generalizados, acima de 30% da área total de
determinada região do tanque, é necessário efetuar a repintura total da região
comprometida.
a)
b)
Figura 22.32
Reparos: a) Na pintura externa. b) No isolamento térmico.
_________________________________________________________________ Manutenção 505
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
22.2.5 Reparos nos Sistemas de Selagem e de Drenagem do
Teto Flutuante
As Figuras 22.33 a 22.37 ilustram alguns reparos necessários nos sistemas
de selagem e de drenagem de um teto flutuante.
Figura 22.33
Reparos no sistema de selagem. Selo com bolsão de espuma. Chapa externa de
proteção extremamente corroída.
Figura 22.34
Troca do sistema de selagem e reparos no flutuador de um teto flutuante135.
_________________________________________________________________ Manutenção 506
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Figura 22.35
Reparos no selo PW.
Figura 22.36
Esferas de flutuação197.
_________________________________________________________________ Manutenção 507
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Figura 22.37
Reparos no sistema de drenagem de teto flutuante. Utilização de mangueiras
flexíveis. Instalação de drenagem multiponto.
22.2.6 Reparos nos Bocais e Acessórios
As Figuras 22.38 e 22.39 ilustram alguns reparos em bocais e acessórios de
um tanque de armazenamento.
Figura 22.38
Instalação de uma porta de limpeza.
a) b)
Figura 22.39
Reparos: a) Escada de acesso ao teto. b) Anel de contraventamento.
_________________________________________________________________ Manutenção 508
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
22.2.7 Controle da Qualidade na Execução de Reparos
Todo reparo deverá ser executado através de um procedimento escrito
atendendo às normas específicas da PETROBRAS e, pelo menos, aos seguintes
requisitos da Norma API 653111, parcialmente reproduzidos a seguir:
Section 9 – Tank Repair and Alteration
Section 12 – Examination and Testing
Annex F – NDE Requirements Summary
API 653 Section 9 - Itens 9.1 e 9.2 (Parcial)
Requisitos gerais. Reparos no costado. Remoção e substituição de chapas.
_________________________________________________________________ Manutenção 509
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
API 653 Section 9 - Figura 9.1
Reparos no costado. Substituição de chapas.
_________________________________________________________________ Manutenção 510
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
API 653 Section 9 - Item 9.10 (Parcial)
Reparos no fundo.
_________________________________________________________________ Manutenção 511
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
API 653 Section 9 - Figura 9.9
Reparos no fundo. Sobreposição de chapas.
_________________________________________________________________ Manutenção 512
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
API 653 Section 9 – Itens 9.11, 9.12 e 9.13
Reparos no teto e no sistema de selagem de tetos flutuantes.
_________________________________________________________________ Manutenção 513
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
API 653 Section 12 – Examination and Testing – Item 12.1 NDEs
Inspeção de reparos. Ensaios não destrutivos.
_________________________________________________________________ Manutenção 514
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
API 653 Section 12 – Examination and Testing – Item 12.1 NDEs
Inspeção de reparos. Ensaios não destrutivos.
_________________________________________________________________ Manutenção 515
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
API 653 Section 12 – Examination and Testing – Item 12.2 Radiographs
Inspeção de reparos. Controle radiográfico.
_________________________________________________________________ Manutenção 516
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
API 653 Section 3 – Definitions – Item 3.18: Major alteration/repair
Definição de grandes modificações e de grandes reparos.
API 653 Section 12 – Examination and Testing – Item 12.3: Hydrostatic
testing
Inspeção de reparos. Realização de teste hidrostático: Obrigatoriedade / dispensa.
_________________________________________________________________ Manutenção 517
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
API 653 Section 12 – Examination and Testing – Item 12.3: Hydrostatic
testing
Inspeção de reparos. Realização de teste hidrostático: Obrigatoriedade / dispensa.
_________________________________________________________________ Manutenção 518
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
API 653 Section 12 – Examination and Testing – Item 12.3: Hydrostatic
testing
Inspeção de reparos. Realização de teste hidrostático: Obrigatoriedade / dispensa.
API 653 Annex F – NDE Requirements Summary
Inspeção de reparos. Sumário dos ensaios não destrutivos requeridos.
_________________________________________________________________ Manutenção 519
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
API 653 Annex F – NDE Requirements Summary
Inspeção de reparos. Sumário dos ensaios não destrutivos requeridos.
_________________________________________________________________ Manutenção 520
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
API 653 Annex F – NDE Requirements Summary
Inspeção de reparos. Sumário dos ensaios não destrutivos requeridos.
_________________________________________________________________ Manutenção 521
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
API 653 Annex F – NDE Requirements Summary
Inspeção de reparos. Sumário dos ensaios não destrutivos requeridos.
Itens 5.3 e 5.4 da N-2318
Controle da qualidade de reparos. Realização / dispensa de teste hidrostático120.
_________________________________________________________________ Manutenção 522
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
CAPÍTULO XXIII
INSPEÇÃO
Sob o tema inspeção de tanques de armazenamento, podemos englobar, entre
outros, três aspectos distintos98:
Inspeção de Fabricação
Inspeção de Montagem
Inspeção de Operação
23.1 Inspeção de Fabricação
Consiste na inspeção durante a fabricação do equipamento, conforme já
visto no Capítulo XVII. O inspetor deverá ter livre acesso às oficinas do fabricante e
fiscalizará a qualidade do material empregado, os processos e técnicas de
fabricação, bem como a obediência às normas envolvidas.
23.2 Inspeção de Montagem
Consiste no trabalho de fiscalização durante a montagem do equipamento,
conforme já visto no Capítulo XVIII. O inspetor deverá ter livre acesso a qualquer
local onde se realizem os trabalhos de montagem. Analogamente, fiscalizará a
qualidade do material empregado, os processos e técnicas de montagem, a
obediência às normas envolvidas e a realização de todos os ensaios e testes de
verificação do equipamento.
____________________________________________________________________ Inspeção 523
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
23.3 Inspeção de Operação
A inspeção de operação4, 99, 100, 101 é normalmente realizada pelo setor de
inspeção da unidade operacional. Aborda, basicamente, os seguintes aspectos:
a) verificação das condições físicas do equipamento e seus componentes: externa e
internamente;
b) determinação da taxa de corrosão e avaliação da vida útil do equipamento;
c) avaliação das causas de deterioração e/ou avaria.
A Norma N-2318120 fixa as condições exigíveis e práticas recomendadas para
a inspeção em serviço de tanques de teto fixo ou flutuante (interno ou externo),
para o armazenamento de petróleo e seus derivados, álcool e água, à pressão
atmosférica.
23.3.1 Tipos de Inspeção
Na inspeção de operação, podemos identificar duas situações distintas:
Inspeção Externa
Inspeção Geral
A Inspeção Externa é realizada com o tanque armazenando produto, isto é,
sem necessidade de retirar o equipamento de operação. Durante a inspeção
externa, por motivo de segurança, não deve haver movimentação do produto
armazenado. As condições físicas do teto devem ser cuidadosamente verificadas
antes da permissão de andar sobre a estrutura. Nos tanques de teto fixo com
suspeita de baixa espessura, colocar pranchas de madeira na região do teto a ser
inspecionada. Nos tanques de teto flutuante, fazer a inspeção externa do teto
somente quando este estiver no nível máximo de enchimento. São os seguintes os
principais pontos a serem inspecionados:
bacia de contenção: verificando as condições físicas e a integridade dos
diques, do sistema de drenagem, das tubulações de produto e auxiliares (vapor e
incêndio), das plataformas e eletrodutos do sistema de iluminação, dos
misturadores, da instrumentação eletrônica e dos atuadores das válvulas;
base: verificando sua impermeabilização, as canaletas de drenagem, a existência
de avarias, recalques e a vedação com a chaparia do fundo;
aterramento elétrico: verificando a ligação mecânica com o costado e a
existência de corrosão, principalmente, na região de entrada no solo;
sistema de proteção catódica: verificando os retificadores e realizando a
leitura dos potenciais dos pontos de testes, conforme especificado na Norma N-
2098136.
____________________________________________________________________ Inspeção 524
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
bocais do costado e do teto: verificando a existência de vazamentos e
corrosão externa;
escadas, plataformas e passadiços: verificando a existência de corrosão e
desgaste;
pintura e/ou isolamento térmico: verificando o estado de deterioração da
película de proteção e/ou isolamento térmico das tubulações, costado, teto e
demais acessórios;
costado e teto: verificando e avaliando a corrosão nas superfícies externas do
equipamento. As espessuras são medidas e a vida útil do equipamento é
estimada102, 108, 146;
acessórios externos: verificando a existência de corrosão, bem como suas
condições físicas e mecânicas.
A Inspeção Geral é realizada com o tanque fora de operação, devidamente
aberto, limpo, ventilado e iluminado de modo que o equipamento seja
inspecionado em toda a sua extensão: tanto interna como externamente. Inclui
também a inspeção da base, diques e bacia de contenção.
As condições externas são avaliadas de forma análoga à inspeção externa,
conforme vimos anteriormente. Internamente, são os seguintes os principais
pontos a serem inspecionados:
teto e suportes: verificando e avaliando a extensão da corrosão interna;
costado: verificando e avaliando a extensão da corrosão interna;
fundo: verificando e avaliando a extensão da corrosão interna, bem como a
existência de depressões;
acessórios e equipamentos auxiliares internos: verificando a extensão da
corrosão, bem como suas condições físicas e mecânicas.
23.3.2 Programação, Periodicidade e Requisitos de Segurança
O Item 4 da Norma N-2318120 fixa as condições gerais que devem ser
observadas quanto à programação, periodicidade e requisitos de segurança e
ambientais na Inspeção Externa e na Inspeção Geral de um tanque de
armazenamento.
Na Seção 6 do API 653111 poderemos, também, encontrar os prazos máximos
que deverão ser obedecidos para a Inspeção Externa e para a Inspeção Geral de um
tanque de armazenamento.
____________________________________________________________________ Inspeção 525
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Item 4 da N-2318
Programação e periodicidade. Inspeção externa e inspeção geral120.
____________________________________________________________________ Inspeção 526
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Item 4 da N-2318
Requisitos de segurança e ambientais. Inspeção externa e inspeção geral120.
____________________________________________________________________ Inspeção 527
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Section 6 do API 653 – Inspection. Itens: 6.1 a 6.3
Periodicidade. Inspeção externa e inspeção geral111.
____________________________________________________________________ Inspeção 528
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Section 6 do API 653 – Inspection. Itens: 6.3 e 6.4
Periodicidade. Inspeção externa e inspeção geral111.
____________________________________________________________________ Inspeção 529
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Section 6 do API 653 – Inspection. Item 6.4
Periodicidade. Inspeção externa e inspeção geral111.
____________________________________________________________________ Inspeção 530
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Section 6 do API 653 – Inspection. Item 6.4 – Risk-based inspection
Periodicidade. Inspeção externa e inspeção geral. Inspeção baseada em risco (RBI).
Fatores a considerar: probabilidade de falha e consequência de falha 111.
____________________________________________________________________ Inspeção 531
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
23.3.3 Roteiro de Inspeção Externa
O roteiro da Inspeção Externa de um tanque de armazenamento encontra-
se descrito no Item 5.1 da Norma N-2318120.
Item 5.1 da N-2318
Roteiro de inspeção externa120.
____________________________________________________________________ Inspeção 532
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Item 5.1 da N-2318
Roteiro de inspeção externa120.
____________________________________________________________________ Inspeção 533
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Item 5.1 da N-2318
Roteiro de inspeção externa120.
____________________________________________________________________ Inspeção 534
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
23.3.4 Roteiro de Inspeção Geral
O roteiro da Inspeção Geral de um tanque de armazenamento encontra-se
descrito no Item 5.2 da Norma N-2318120.
Item 5.2 da N-2318
Roteiro de inspeção geral102.
____________________________________________________________________ Inspeção 535
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Item 5.2 da N-2318
Roteiro de inspeção geral120.
____________________________________________________________________ Inspeção 536
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Item 5.2 da N-2318
Roteiro de inspeção geral120.
____________________________________________________________________ Inspeção 537
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Item 5.2 da N-2318
Roteiro de inspeção geral120.
____________________________________________________________________ Inspeção 538
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
23.3.5 Critérios de Aceitação
O Item 6 da Norma N-2318120 fixa os diversos critérios de aceitação
adotados na Inspeção Externa e na Inspeção Geral de um tanque de
armazenamento.
Item 6 da N-2318
Critérios de aceitação na inspeção externa e na inspeção geral120.
____________________________________________________________________ Inspeção 539
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Item 6 da N-2318
Critérios de aceitação na inspeção externa e na inspeção geral120.
____________________________________________________________________ Inspeção 540
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
[Link] Espessura Mínima de Operação do Fundo
Pela Norma API 653111, a espessura mínima operacional do fundo de um
tanque de armazenamento deverá atender a Tabela 4.4.
Tabela 4-4 do API 653
Espessura mínima operacional das chapas do fundo111.
Para chapas anulares do fundo a espessura mínima operacional deverá
atender o item 4.4.6 do API 653, reproduzido a seguir.
--------------------------------------------------------------
Item 4.4.6 e [Link] do API 653
Espessura mínima das chapas anulares do fundo111.
____________________________________________________________________ Inspeção 541
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Tabela 4.5 do API 653
Espessura mínima das chapas anulares do fundo. Produto armazenado com
densidade < 1,0111.
A espessura mínima operacional na região crítica do fundo deverá atender o
item [Link] do API 653.
Item [Link] do API 653
Espessura mínima na região crítica do fundo111.
Para avaliação da integridade das chapas do fundo, diversas técnicas de
inspeção têm sido desenvolvidas (Figuras 23.1 a 23.5):
- inspeção por ultra-som automatizado;
- inspeção automatizada por vazamento de fluxo magnético:
MFL – Magnetic Flux Leakage;
- inspeção por emissão acústica;
- inspeção LORUS (Ultra Long Range Ultrasonics);
- inspeção TALRUT (Tank Annular Long Range Ultrasonics) etc.
____________________________________________________________________ Inspeção 542
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Figura 23.1
Inspeção automatizada do fundo. Ultra-som automatizado.
____________________________________________________________________ Inspeção 543
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Figura 23.2
Inspeção automatizada do fundo. Inspeção automatizada por vazamento de fluxo
magnético - MFL 140.
____________________________________________________________________ Inspeção 544
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Figura 23.3
Avaliação da integridade do fundo de tanques pela técnica de emissão acústica141.
a) Transdutores piezoelétricos instalados externamente ao costado. b) Classificação
das áreas ativas e ação recomendada. c) Resultados do ensaio.
____________________________________________________________________ Inspeção 545
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
O programa de IBR - “Inspeção Baseada em Risco" da PASA é uma metodologia para o cálculo do risco
associado aos equipamentos, definindo conceitos relacionados ao método de inspeção, probabilidade da
detecção e efetividade na aplicação dos ensaios não-destrutivos, bem como os critérios para análise de
conseqüência de falha. A implantação do programa de IBR permitirá a geração de uma escala de
criticidade baseada na posição dos equipamentos em uma matriz de riscos. Em função dos resultados
obtidos será gerado um programa de inspeções baseado nos mecanismos de danos, possivelmente,
instalados em cada um dos equipamentos ou tubulações.
TANKPAC™-IBR: combinação da técnica de inspeção TANKPAC™ com metodologia para cálculo do risco.
O resultado obtido pelo TANKPAC™-IBR é um ranking de tanques ordenados por riscos de falha, o que
permite uma priorização adequada dos tanques que deverão ser inspecionados dentro de um programa de
manutenção
Figura 23.3 Continuação
Avaliação da integridade do fundo de tanques pela técnica de emissão acústica
associada com RBI (Risk-based inspection). Programa IBR da PASA198.
____________________________________________________________________ Inspeção 546
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Figura 23.4
Inspeção do fundo de tanques. Região do rodo. Inspeção LORUS (Ultra Long
Range Ultrasonics). RTD199,200.
TALRUT Calibração
Indicação Ampliada
Figura 23.5
Inspeção do fundo de tanques. Região do rodo. Inspeção TALRUT (Tank Annular
Long Range Ultrasonics). PASA198.
____________________________________________________________________ Inspeção 547
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
[Link] Espessura Mínima de Operação do Teto
Adotam-se como espessura mínima operacional da chaparia do teto, os
seguintes valores120, 139:
• Teto flutuante: 2,5 mm;
• Teto fixo suportado: 2,5 mm. Pela Norma N-2318120, quando o tanque
armazenar produtos de Classe I (Ponto de fulgor inferior a 37,8 oC) ou
Classe II (Ponto de fulgor igual ou superior a 37,8 oC, mas inferior a 60 oC)
a espessura mínima passa a ser 4,0 mm, a não ser que se realize uma
criteriosa análise de risco do equipamento quanto à possibilidade de
ocorrência de descargas atmosféricas (Figuras 23.6 a 23.9). Outra
possibilidade, para se manter o valor mínimo de 2,5 mm, é instalar no teto
do tanque de armazenamento um Sistema de Proteção contra Descargas
Atmosféricas - SPDA (Figuras 23.10 e 23.11);
• Teto fixo autoportante: o valor recalculado pela equação de projeto, porém
levando em consideração somente o peso próprio da chaparia do teto na
condição limite de operação e uma carga externa mínima de 60 kgf/m2
(equivalente a um homem com equipamento andando sobre o teto). Uma
espessura mínima de 2,5 mm é exigida, bem como a consideração citada
anteriormente quanto à possibilidade de ocorrência de descargas
atmosféricas no armazenamento de produtos Classe I ou Classe II.
É importante registrar que:
. a espessura mínima exigida anteriormente de 2,5 mm foi fixada tendo em
vista permitir, com segurança, um homem com equipamento andar sobre o teto;
. a espessura mínima exigida anteriormente de 4,0 mm foi fixada tendo por
objetivo minimizar a possibilidade de perfuração da chapa do teto e/ou formação
de ponto quente no interior do tanque (espaço vapor), quando da ocorrência de
descargas atmosféricas;
. uma análise de risco normalmente utilizada na avaliação de ocorrência de
descargas atmosféricas é a que consta no Appendix H da Norma NFPA 780121 ,
Edição de 1997, adotando-se um risco (R) máximo igual a 4 (Figura 23.8);
. uma metodologia para determinação da necessidade de SPDA pode ser
encontrada no Annex L da Norma NFPA 780202 , Edição de 2008 (Figura 23.10);
. a utilização de chapa de aço inoxidável (tipo 304 ou 309) com 3,0 mm de
espessura , no teto de tanques de teto fixo armazenando produtos Classe I ou
Classe II, não apresenta resistência adequada à descarga atmosférica. Neste caso, é
aconselhável a utilização de SPDA (Figura 23.11)193;
. para as Normas NFPA 780202 e API RP 2003157, um tanque de teto fixo
construído com teto metálico (aço carbono) só será considerado autoprotegido
contra descargas atmosféricas se tiver uma espessura mínima de 3/16 in (4,8 mm);
. no armazenamento de produtos Classe I ou Classe II em tanques de teto
fixo talvez seja interessante já especificar, no projeto do teto, uma espessura maior
que 3/16 in. Outra medida aconselhável é pintar internamento o teto ou utilizar um
inibidor volátil de corrosão (Figura 23.12).
____________________________________________________________________ Inspeção 548
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Para avaliação da necessidade de troca das chapas do teto, utilizar o critério
da Norma API 653, item [Link], reproduzido a seguir.
Item [Link] do API 653
Necessidade de troca ou reparo de chapas do teto111.
Figura 23.6
Inspeção automatizada do teto.
Figura 23.7
Descarga atmosférica em tanques de armazenamento.
Explosão e incêndio de um tanque de teto fixo armazenando óleo diesel de baixo
ponto de fulgor.
____________________________________________________________________ Inspeção 549
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Figura 23.8
Risk assessment guide. NFPA 780 — 1998 Edition — Appendix H 121.
____________________________________________________________________ Inspeção 550
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
a)
Período de observação
1971 a 1995
RINDAT
1999 – 2004
b) ([Link]-1)
Figura 23.9
Descargas atmosféricas em tanques de armazenamento139, 205.
a) Mapa de curvas isocerâunicas do Brasil. Número médio de dias de trovoada por
ano. Mapa de curvas isocerâunicas da região sudeste. b) Mapa de densidade de
descargas atmosféricas.
____________________________________________________________________ Inspeção 551
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
(USA)
Figura 23.10
Lightning risk assessment. NFPA 780 — 2008 Edition — Annex L.
Necessidade de SPDA 202.
____________________________________________________________________ Inspeção 552
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Figura 23.10 Continuação
Lightning risk assessment. NFPA 780 — 2008 Edition — Annex L.
Necessidade de SPDA 202,205.
____________________________________________________________________ Inspeção 553
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Figura 23.11
Tanque de teto fixo armazenado produto Classe I ou Classe II construído com
chapa de aço inoxidável de 3,0 mm de espessura. Proteção complementada com
SPDA193.
Figura 23.12
Inibidor volátil de corrosão: Imidazolinas, fosfatos, piridinas e hidrocarbonetos.
ZERUST201, 203.
____________________________________________________________________ Inspeção 554
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
[Link] Espessura Mínima de Operação do Costado
A espessura mínima de operação do costado deve ser determinada
considerando-se:
a) o mesmo critério de projeto adotado no dimensionamento do costado
do equipamento:
API 650 Corpo de Norma (6ª edição e anteriores)
API 650 Apêndice D (6ª edição e anteriores)
API 650 Apêndice G (6ª edição e anteriores)
API 650 Corpo de Norma (7ª, 8ª, 9ª, 10ª e 11ª edições)
API 650 Apêndice A (7ª, 8ª, 9ª, 10ª e 11ª edições)
NBR 7821 Corpo de Norma
NBR 7821 Anexo E
NBR 7821 Anexo G
b) o mesmo método de projeto adotado no dimensionamento do
costado:
Método Básico (método do ponto fixo de projeto ou método de projeto a 1 ft)
Método do Ponto Variável de Projeto
Neste aspecto, é importante observar que costados projetados pelo método
básico podem perfeitamente ter as espessuras mínimas de operação, dos seus
diversos anéis, calculadas pelo método do ponto variável de projeto (antigo
Apêndice K do API 650). Tal procedimento pode prolongar a vida útil do
costado do equipamento, conforme ilustrado nas Figuras 23.13 e 23.14;
c) somente a condição de projeto, isto é, tanque armazenando o produto
especificado pela operação do equipamento. Desta forma, no cálculo da
espessura mínima de operação de cada anel do costado, utiliza-se o valor da
tensão admissível do material do costado para a condição de
armazenamento de produto e o valor da maior densidade de
produto realmente armazenado no equipamento;
d) a altura máxima de utilização (AMU) fixada pela operação do
equipamento;
e) um valor mínimo especificado pela norma considerada. Pelo API 653 e
N-2318 esta exigência é de 0,1 in.
____________________________________________________________________ Inspeção 555
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Figura 23.13
Cálculo da espessura mínima de operação e da vida provável de um tanque de
armazenamento. Programa CTA - ESMINOP. Utilização da tensão admissível da
norma de projeto (API 650). Método do ponto fixo. Estimativa extremamente
conservadora102, 108, 146.
____________________________________________________________________ Inspeção 556
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Figura 23.14
Cálculo da espessura mínima de operação e da vida provável de um tanque de
armazenamento. Programa CTA - ESMINOP. Utilização da tensão admissível da
norma de projeto (API 650). Método do ponto variável. Estimativa extremamente
conservadora102, 108, 146.
____________________________________________________________________ Inspeção 557
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
A Norma API 653111, na Seção 4 — Suitability for Service, Item 4.3 — Tank
Shell Evaluation, transcrito a seguir, apresenta um interessante critério para
determinação da espessura mínima aceitável ao costado de um tanque em
operação. Este critério permite a avaliação de costados inclusive localmente
corroídos e, normalmente, nos leva a um tempo bem maior de campanha para o
equipamento122. Tal metodologia é, atualmente, a exigida pela Norma N-2318 como
critério de aceitação de espessura mínima de costado120.
Item 4.3 do API 653
Avaliação do costado de um tanque de armazenamento111.
____________________________________________________________________ Inspeção 558
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Item 4.3 do API 653
Avaliação do costado de um tanque de armazenamento111.
____________________________________________________________________ Inspeção 559
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Item 4.3 do API 653
Avaliação do costado de um tanque de armazenamento111.
____________________________________________________________________ Inspeção 560
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Item 4.3 do API 653
Avaliação do costado de um tanque de armazenamento111.
____________________________________________________________________ Inspeção 561
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Tabela 4.1 do API 653
Avaliação do costado de um tanque de armazenamento. Tensões admissíveis111.
____________________________________________________________________ Inspeção 562
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Tabela 4.2 do API 653
Avaliação do costado. Eficiência de junta soldada111.
Annex A do API 653
Avaliação do costado. Lista das edições do API 12C e do API 650111.
____________________________________________________________________ Inspeção 563
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
A Figura 23.15 ilustra a possibilidade da inspeção automatizada do costado de
um tanque de armazenamento.
Figura 23.15
Inspeção automatizada do costado. PASA141. RTD142.
____________________________________________________________________ Inspeção 564
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
As Figuras 23.16 a 23.18 ilustram análises de continuidade operacional, de
um costado corroído, conforme critério da Norma API 653. O tempo de campanha do
equipamento é sensivelmente ampliado111, 122, 146.
Figura 23.16
Análise da continuidade operacional de um costado corroído conforme critério do
API 653. Método do ponto fixo111, 122, 146.
____________________________________________________________________ Inspeção 565
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Figura 23.17
Análise da continuidade operacional de um costado corroído conforme critério do
API 653. Método do ponto variável111, 122, 146.
____________________________________________________________________ Inspeção 566
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Figura 23.18
Análise da continuidade operacional de um costado corroído conforme critério do
API 653. Método do ponto variável. Verificação da possibilidade de repetição do
teste hidrostático111, 122, 146.
____________________________________________________________________ Inspeção 567
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
[Link] Risco de Fratura Frágil
A Seção 5 do API 653111, transcrita a seguir, fornece um procedimento de
análise do risco de fratura frágil de um tanque de armazenamento em operação no
caso de mudança de condições operacionais (por exemplo: menor temperatura de
operação, produto armazenado de maior densidade etc.) ou mesmo de requisitos
normativos (por exemplo: menor espessura limite de utilização para determinada
especificação de material).
Section 5 do API 653 – Brittle Fracture Considerations
Avaliação de um tanque de armazenamento em operação quanto ao risco de fratura
frágil111.
____________________________________________________________________ Inspeção 568
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Section 5 do API 653 – Brittle Fracture Considerations
Avaliação de um tanque de armazenamento em operação quanto ao risco de fratura
frágil111.
____________________________________________________________________ Inspeção 569
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
15,6 oC
Section 5 do API 653 – Brittle Fracture Considerations
Avaliação de um tanque de armazenamento em operação quanto ao risco de fratura
frágil111.
____________________________________________________________________ Inspeção 570
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
23.3.6 Registro da Inspeção
Após realização da inspeção de operação, externa ou geral, deve ser
preparado um relatório descrevendo detalhadamente o estado atual do
equipamento (condições físicas observadas, testes efetuados, valores de medição de
espessura etc.) e as recomendações propostas (reparos imediatos ou substituições
futuras). Normalmente, são utilizados formulários conforme modelos reproduzidos
nas Figuras 23.19 a 23.22.
O Anexo C do API 653 apresenta um conjunto de checklists para a inspeção
externa e geral de um tanque de armazenamento, facilitando sobremaneira o
registro da inspeção do equipamento (Figuras 23.23 a 23.33).
____________________________________________________________________ Inspeção 571
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Figura 23.19
Relatório de inspeção. Dados técnicos120.
____________________________________________________________________ Inspeção 572
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Figura 23.20
Relatório de inspeção. Condições físicas120.
____________________________________________________________________ Inspeção 573
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Figura 23.21
Relatório de inspeção. Registro das medições realizadas no costado e no fundo120.
____________________________________________________________________ Inspeção 574
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Figura 23.22
Relatório de inspeção. Registro das medições realizadas no teto120.
____________________________________________________________________ Inspeção 575
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Figura 23.23
Checklist do API 653. Inspeção Externa111.
____________________________________________________________________ Inspeção 576
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Figura 23.24
Checklist do API 653. Inspeção Externa111.
____________________________________________________________________ Inspeção 577
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Figura 23.25
Checklist do API 653. Inspeção Externa111.
____________________________________________________________________ Inspeção 578
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Figura 23.26
Checklist do API 653. Inspeção Externa111.
____________________________________________________________________ Inspeção 579
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Figura 23.27
Checklist do API 653. Inspeção Geral111.
____________________________________________________________________ Inspeção 580
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Figura 23.28
Checklist do API 653. Inspeção Geral111.
____________________________________________________________________ Inspeção 581
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Figura 23.29
Checklist do API 653. Inspeção Geral111.
____________________________________________________________________ Inspeção 582
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Figura 23.30
Checklist do API 653. Inspeção Geral111.
____________________________________________________________________ Inspeção 583
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Figura 23.31
Checklist do API 653. Inspeção Geral111.
____________________________________________________________________ Inspeção 584
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Figura 23.32
Checklist do API 653. Inspeção Geral111.
____________________________________________________________________ Inspeção 585
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
Figura 23.33
Checklist do API 653. Inspeção Geral111.
____________________________________________________________________ Inspeção 586
Tanques de Armazenamento _________________________________________________
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